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Com três milhões de habitantes na grande Johannesburgo, o distrito de Soweto, palavra formada pelas iniciais de South-Western Townships, ficou famoso por sediar a mão-de-obra negra durante boa parte do apartheid, o regime separatista entre brancos e negros que vigorou na África do Sul entre 1948 e 1987. O Soweto, que lembra as Cohabs brasileiras, se tornou símbolo da resistência ao apartheid.

Hoje, embora a má fama de violência tenha acompanhado a região por muito tempo, Soweto parece superá-la aos poucos, e uma prova disso é que a região terá papel de protagonista na Copa do Mundo de 2010. É ali que está sendo fincado o que será o maior estádio da Copa, o Soccer City, com capacidade para mais de 90 000 pessoas, que sediará a abertura do evento. Numa visita exclusiva ao interior da obra, pode-se ver que ainda há muito o que fazer -- em geral no acabamento. Mas a previsão é que ele seja entregue em março, segundo um dos responsáveis pela construção, mesmo que não completamente pronto.

As casinhas simples com tijolos à vista e telhado de zinco, da época que viveu em Soweto o líder Nelson Mandela, hoje são cada vez mais substituídas por fachadas suntuosas, muros altos, portões automáticos e jardins dignos de condomínios de alto padrão. Há uma razão para isso: com o fim do apartheid, os negros que viviam em Soweto conseguiram prosperar e não quiseram sair dali. A Vilakazi Street, onde está localizada a casa na qual Mandela e sua família viveram por muitos anos, é uma das que passam por uma grande reforma nas calçadas. A própria casa de Mandela foi reinaugurada em março de 2009, depois de uma repaginação para receber melhor os turistas, que no próximo ano devem chegar à região em grandes números.

A avenida de principal acesso a Soweto recebeu recentemente as obras de uma via rápida e moderna para ônibus (até hoje o transporte local mais comum por ali são vans). É impossível passar em branco também uma das maiores construções dos arredores: o megatemplo da Igreja Universal, do bispo Edir Macedo, o maior da África do Sul, aberto em 2007, mesmo ano do shopping center Maponya Mall, um enorme empreendimento com arquitetura de apelo futurista. Foi especialmente construído para a nova classe emergente dessa nova Soweto.

Há poucas semanas, a subsidiária brasileira da Audi lançou a Audisfera, uma área em seu site que reúne tudo o que é falado sobre a marca na internet, de notícias a comentários em redes de relacionamento como Facebook e Orkut -- um projeto inédito entre todos os países onde a montadora atua. Segundo o presidente da empresa, Paulo Kakinoff, até agora a Audisfera recebeu mais de 50 000 visitantes. Pois bem, o retorno dessa iniciativa chamou tanto a atenção da matriz, na Alemanha, que a Audi já decidiu: vai lançar um site parecido por lá.

 

P.S. Estarei em férias a partir do dia 16, segunda-feira. Volto dia 30 de novembro. Até lá!

Tradicionalmente questionado sobre seu modelo de negócios, o Twitter pode dar a primeira resposta prática a partir de janeiro do ano que vem. Segundo o blog TechCrunch, o microblog pretende lançar contas premium em que os usuários poderiam cobrar pela visualização de seus posts, imagens, vídeos e links. A partir daí, o Twitter levaria 30% dos custos da transação.

De acordo com as primeiras informações, a cobrança ficaria entre 1,15 e 11,5 dólares. Os usuários poderiam usar cartões de crédio ou ter os valores debitados nas contas telefônicas. Também há a possibilidade da compra de um cartão pré-pago.

A aposta é que esse modelo poderia funcionar para quem coloca posts de informação em tempo real, notícias e conteúdo educacional. O serviço será comandado pela subsidiária japonesa do Twitter, a Twicco, que hoje é controlada por um grupo de investidores chamado Digital Garage. Foi um executivo de uma subsidiária do grupo, a DG Mobile, que anunciou nesta semana o modelo pago.

A Twicco é uma divisão praticamente à parte dos negócios do Twitter no resto do mundo e geralmente funciona como um grande laboratório de testes para o microblog. A cobrança das contas premium poderá ser mais uma destas experiências.

Em visita ao Brasil em outubro, o co-fundador do Twitter, Biz Stone, afirmou aos jornalistas que o microblog deveria ter um modelo claro de negócios até o fim deste ano e que até 2010, a plataforma seria rentável. Veja o vídeo da entrevista.


Diga o que você pretende Botar para Fazer em 2010 (e venha visitar a gente) O que você está esperando para fazer a sua parte na Semana Global do Empreendedorismo? É só gravar um vídeo de até meio minuto, dizendo qual é a sua principal meta para 2010 e colocar na rede social da Exame PME -- como já fizeram vários empreendedores. Quem fizer um vídeo desses está automaticamente convidado para conhecer a redação da Exame PME, num almoço ou num café da manhã. O prazo para postar os vídeos termina no dia 22 de novembro. Após essa data, vamos fazer uma votação na rede para eleger o vídeo mais legal. Quem ganhar vai poder conhecer pessoalmente um empreendedor que já tenha saído na revista.

A Semana Global do Empreendedorismo acontece em mais de 90 países e tem como objetivo fortalecer a cultura empreendedora ao redor do mundo, incentivando jovens e organizações a tirarem suas ideias do papel. Exame PME é parceira da Endeavor nessa iniciativa.

Clique AQUI para participar da rede Exame PME e saber como produzir e postar o vídeo.

Todo dia sintonizo a "FM Desgraça" para conferir o trânsito que me espera. Sim, existe uma rádio que só fala de trânsito em São Paulo. Eu chamo de FM desgraça porque são só congestionamentos, engavetamentos, zen tos quilômetros de lentidão, acidente com moto, com caminhão, multas etc. Mas é um serviço pra lá de útil e os repórteres que oferecem as sugestões para fugir do trânsito- na medida do impossível- são ótimos.
Mas eu queria mesmo e de fato, um gadget chocante como de Yves Rossy, o Jetman.
Ele mesmo projeta e constrói as asas que o faz voar.
A dica do dia é que ele vai atravessar os 38 km do estreito entre Marrocos e o sul da Espanha, voando com o homem sempre sonhou e mais! Faturando
bem para isso. Trata-se de uma ação de marketing da operadora
Webtel.mobi e pode ser acompanhado no site especial criado para a travessia.
Por enquanto eu não posso atravessar São Paulo numa engenhoca dessas, o bagulho é lançado de um avião e só então a propulsão o conduz à deliciosos 220Km.
Pintou uma dúvida, como ele aterriza?

Extra! Extra!

Frustrada a tentativa de travessia. Rossy  foi resgatado e passa bem. As causas ainda são desconhecidas mas  especula-se que as condições do tempo não eram favoráveis.

Veja mais no site da INFO

O Bradesco anunciou hoje mais uma mudança de quadros. Trinta e quatro executivos foram promovidos - boa parte deles para as recém-criadas diretorias regionais, que vão cuidar da expansão geográfica do banco. Outros seis diretores saíram do Bradesco - a baixa que mais chamou a atenção do mercado foi a de Robert van Dijk, que comandava a gestora de recursos da instituição.

Em pouco mais de oito meses, essa é a segunda mudança organizacional feita pelo presidente Luiz Carlos Trabuco desde que assumiu o cargo. A primeira delas, divulgada por EXAME em julho, foi a reestruturação da diretoria executiva, que é o segundo escalão do banco.

Fica claro que o Bradesco está passando por um processo de transformação - e, comenta-se no mercado, de busca de uma nova identidade, que provavelmente está ligada à baixa renda . No último dia 19, o banco inaugurou uma agência na favela de Heliópolis, em São Paulo.

As ações do Bradesco subiram 63% neste ano, até ontem - menos que as do Itaú Unibanco (alta de 67%) e as do Banco do Brasil (124%).

O International Food Policy Research Institute, grupo de análise de agricultura sustentável, acabou de lançar o livro "Millions Fed: Proven Successes in Agricultural Development (numa tradução livre seria "Milhões alimentados: sucesso comprovado no desenvolvimento agrícola"). Patrocinado pela Fundação Bill & Melina Gates, o livro apresenta 20 casos de sucesso no desenvolvimento agrícola ao redor do mundo nos últimos 50 anos. O objetivo da publicação foi apresentar projetos de longo prazo e de grande escala que conseguiram ter impacto efetivo na redução da fome e no aumento da segurança alimentar.

Mais da metade dos casos apresentam experiências desenvolvidas na Ásia. Outras cinco mostram soluções criadas na África. O único exemplo na América Latina veio da Argentina. Nos últimos 20 anos, o uso de técnicas de plantio direto e a adoção de variedades de soja resistentes a herbicidas (leia-se aqui transgênicos) nos pampas argentinos foram fundamentais para melhorar a fertilidade de solo e reverter décadas de erosão. Segundo o livro, essas inovações possibilitaram a criação de 200 000 novos empregos na área agrícola e aumentaram os estoques internacionais do grão, mantendo o preço da commodity em níveis baixos.

PS: Mundo Agro também está no Twitter! Siga o blog: http://twitter.com/mundo_agro

Dica para quem está abrindo seu negócio próprio e ainda não conseguiu encontrar um logo bacana para a empresa. A Netlogos tem uma proposta audaciosa de entregar logos com preços atraentes (a partir de 460 reais) em um processo de atendimento 100% via Web.

Experimentei o serviço deles antes de dar esse post e achei que funciona muito bem, um ótimo custo/benefício pela serviço que se presta a fazer. Melhor ainda que você pode ter seu dinheiro de volta se não ficar satisfeito com o resultado.

Aqui vai algumas das opções que recebi no meu teste.

 
Tem uma empresa bacana, moderna, que eu admiro, cheia de gente jovem fazendo um trabalho bem inovador, que decidiu não usar mais cartões de visita. Ninguém lá tem um mísero business card P&B para passar adiante. Não perguntei a eles, mas imagino que tenha um tanto de bossa, de gesto para marcar posição, para sublinhar uma ruptura de paradigma, uma quebra em relação ao passado e ao establishment. Se for isso mesmo, trata-se de uma ação esperta, que não carrega em si nada de errado. Mas imagino que também contenha algum engajamento na linha "não gastaremos papel nem condenaremos árvores para pintar o nosso nome em papel, num momento em que você acha tudo na tela do seu computador".
 
Como sou, quase sempre, em vários campos da vida, um late adopter, me encontrei esses dias comprando um arquivo plástico, grandão, em forma de livro, para organizar meus cartões de visita. Há um ano e pouco, quando abri a empresa, mandei imprimir 1 000 tarjetas. Devo ter ainda umas 400. Como o que vai costuma ter volta, tenho comigo um bom número de cartões que me deram. Encontro utilidade de sobra neles. Ainda que telefones, endereços, nomes de gente e nomes de empresa caduquem com espantosa velocidade.
 
Eis, precisamente, o que gostaria de confessar hoje: toda vez que abro meu arquivo para acrescentar um cartão de visitas novo, retiro dois ou três que prescreveram. Assim é a vida. Dinâmica, incerta, em eterno movimento. Às vezes para cima, às vezes para baixo. Há momentos em que achamos que perdemos tudo e na verdade estamos ganhando na loteria. Ainda que não nos demos conta disso. Há outros momentos em que nos consideramos deuses e na manhã seguinte nos percebemos bestas imensas e, ao mesmo tempo, ínfimas. Assim é a vida. É perceber que expiramos, que tudo expira. Inclusive a imagem que temos de nós mesmos e as certezas que vamos fincando existência fora como balisas para nos orientarem nessa longa e linda jornada pelo escuro. Assim é a vida. É saber que no final, desgraçadamente, morreremos. E que antes mesmo desse fim derradeiro morreremos várias outras vezes: na carreira, nos casamentos, em nossas relações. Para, por que não?, renascermos mais bem dispostos no outro dia e seguirmos tocando. 
 
Claro que no meu livrão há também aqueles cartões imutáveis. De executivos imutáveis. Com nomes imutáveis. Em posições imutáveis. Em empresas imutáveis. É difícil definir qual das duas situações me causa mais compaixão: se a dos que se foram ou se a dos que jamais irão.

Não contentes com o polpudo aumento de 21,5 bilhões de reais que levaram para casa este ano, os funcionários  públicos querem mais.

E na véspera de um ano eleitoral, seu poder de pressão sobre o governo cresce, uma vez que eles tem uma histórica capacidade de mobilização para os candidatos do PT e aliados.

Em tramitação no Congresso, o orçamento de 2010 prevê aumentos de mais 700 milhões de reais, contemplando carreiras como as do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes, o DNIT.

Mas agora outros 500 000 servidores negociam com o governo uma segunda rodada de gratificações. "A luta é pelas categorias injustiçadas, como as dos ministérios do Trabalho e Cultura, além do Incra", diz Sérgio Ronaldo, diretor da Condsef, a Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal, ligada à CUT.

Para Ronaldo, se concedidos pelo governo, a pauta de aumentos reivindicados podem chegar a 10 bilhões de reais.

A ordem da Condsef é pressionar ao máximo, inclusive com greves.

Em 2009 o governo está gastando 170 bilhões de reais com salários, aposentadorias e pensões do funcionalismo.

E antes mesmo da próxima rodada de bondades, os aumentos concedidos geram um efeito cascata. De acordo com dados do economista Felipe Salto, da consultoria Tendências, as novas despesas inflarão tais gastos em 29 bilhões de reais em  2012.

"O padrão de aumentos do governo para o funcionalismo é assustador, pois engessa o orçamento da União pelo menos pelos próximos três anos", diz Raul Velloso, especialista em contas públicas.

 Para efeito de comparação, até outubro a União desembolsou menos de 30 bilhões de reais em investimentos.

O lado mais perverso dessa jabuticaba é que, ao contrário dos funcionários do setor privado, o funcionalismo goza de privilégios como estabilidade no emprego e aposentadoria integral.

Além disso, eles não tem um sistema de avaliação de desempenho, que premie os bons e puna os funcionários medíocres. 



Reajustes 2008 a 2012
 
2008
2009
2010
2011
2012
Posição
MP 431       3,53      11,03      15,34      18,95      19,61 Convertida em lei (11784)
MP 440       1,90        4,73        6,61        7,21           -   Convertida em lei (11890)
MP 441       1,55        5,70        7,41        8,91        9,12 Convertida em lei (11907)
Total       6,98      21,46      29,35      35,07      28,73  

Neste final de semana, a Brahma coloca no ar seu terceiro comercial com o tema futebol. A peça é uma criação da agência África, e segue a mesma linha dos dois últimos filmes. Nele, a Copa é apresentada como um evento épico, no qual tudo o que importa é que a seleção brasileira seja guerreira, ganhando ou perdendo. O evento se passa numa arena de gladiadores, com direito a armaduras e efeitos especiais  (veja abaixo o comercial em primeira mão).

A recente seqüência de comerciais da Brahma é surpreendente por duas razões. Primeiro, claro, porque apresenta o produto -- no caso, a cerveja -- sem precisar apelar para o clássico binômio verão/ mulheres seminuas (só isso já deve ter feito o pessoal da África -- como faria com qualquer outra agência de publicidade -- perder noites de sono, quebrando a cabeça). 

Mas principalmente porque, nesses filmes, a agência explora o que se convencionou chamar de "metáforas profundas", uma técnica desenvolvida pela Universidade Harvard que permite explorar os diversos tipos de associações que o nosso cérebro faz com determinados temas -- quer estejamos cientes deles ou não. Isso permite a abordagem de alguns assuntos de maneira bastante original, fugindo totalmente do óbvio.

Afinal, quem em sã consciência teria associado Copa do Mundo a uma arena de gladiadores? Eu, pelo menos, não...

(em tempo: o pessoal da Brahma e da África deve estar torcendo para que, ano que vem, Roberto Carlos, se escalado, jogue sem as meias...)

O Rio Grande do Sul, maior produtor de arroz do país, vai inaugurar no ano que vem uma usina termoelétrica que usará a casca do arroz para gerar energia. A usina é um empreendimento bancado pelo fundo alemão MPC Bioenergia que será operado pela empresa francesa Dalkia, joint venture da Eletricité de France e da Veolia especializada em prestação de serviços na área de energia.

A nova usina fica em São Borja e será inaugurada no primeiro semestre de 2010 com capacidade de gerar 85 000 MWh por ano.


Primeiro foi o presidente americano Barack Obama, que decidiu que vai, sim, dar as cara na reunião de Copenhague e levar uma meta de redução das emissões dos gases causadores do efeito estufa. Obama irá anunciar que os Estados Unidos reduzirão suas emissões em 17% até 2020 - tendo como referência o ano de 2005. Até agora é isso que Obama pode oferecer ao mundo, porque é isso que a câmara dos deputados do país já aprovou. O número pode até crescer um pouco e chegar a 20% no Senado, mas lá a lei ainda espera aprovação. Sob a ótica quantitativa, a meta dos EUA, o maior emissor do mundo ao lado da China, é pífia. Entenda o motivo: em relação a 1990 - que é o ano de referência usado pela maioria dos outros países - essa redução será de menos de 5%. A Europa se comprometeu com 20% e o Japão com 25%. Ainda assim, o anúncio é suficiente para suscitar uma onda de otimismo porque significa uma mudança radical de comportamento. É como se depois de uma década, o país que se recusava a acreditar no aquecimento global e conversar sobre ações práticas para combatê-lo, dissesse que quer fazer parte do esforço, quer entrar no jogo.

Hoje foi a vez da China, que anunciou que vai cortar até 2020 sua "intensidade de carbono" entre 40% e 45% - tendo como referência o ano de 2005. Isso significa que a China vai reduzir o volume de CO2 que emite por unidade de PIB, ou seja, o país vai emitir menos para produzir, por exemplo, mil dólares de riqueza. E isso é bom? Vou repetir o raciocínio que fiz no parágrafo acima para os Estados Unidos. É bom sinal sim, mas também não é isso tudo. Afinal, a China não está se comprometendo com uma meta absoluta de redução. 

Embora quase todo mundo tenha achado o anúncio do governo chinês fantástico, sem-sa-cio-nal, procurei opiniões de especialistas que tivessem reagido à meta com mais, digamos, sobriedade, e achei. Veja o que disse, por exemplo, Tasso Azevedo, consultor do Ministério do Meio Ambiente para assuntos relacionados ao clima e florestas, sobre a meta chinesa no Twitter:

China anuncia meta de redução de 4-45% de emissões por unidade de PIB em 2020 comparado com 2005.

Meta da China implica em descolar o crescimento do PIB do crescimento de emissões.

Trocando em miúdos meta da China: se reduzir 45% a intensidade de emissões/PIB ainda assim as emissões mais que dobrarão frente a 2005!!

Ou seja. Meta Brasileira resulta em queda real de emissões em 2020 em relação a 2005 e a Chinesa em crescimento menor das emissões até 2020

 Meta brasileira representaria uma redução de intensidade de emissão por unidade de PIB de cerca de mais de 50%.

De toda forma.... China, Brasil, Indonesia e Koreia do Sul colocaram suas ofertas na mesa. Um sinal da Índia seria muito bem vindo 
a Índia seria muito bem vindo.