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    <title><![CDATA[Blog Por dentro das empresas - Portal EXAME]]></title>
    <description>Blogs - Portal EXAME</description>
    <link>http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/listar1.shtml</link>
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      <title>Portal EXAME - Blogs</title>
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	<copyright><![CDATA[Copyright © 2008, Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados. All rights reserved.]]></copyright>


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<title><![CDATA[Matriz copia iniciativa da Audi do Brasil]]></title>

<pubDate>Sex, 13 Nov 2009 17:38:30 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091113_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>Há poucas semanas, a subsidiária brasileira da Audi lançou a <a href="http://www.audisfera.com.br/"><strong>Audisfera,</strong></a> uma área em seu site que reúne tudo o que é falado sobre a marca na internet, de notícias a comentários em redes de relacionamento como Facebook e Orkut -- um projeto inédito entre todos os países onde a montadora atua. Segundo o presidente da empresa, Paulo Kakinoff, até agora a Audisfera recebeu mais de 50 000 visitantes. Pois bem, o retorno dessa iniciativa chamou tanto a atenção da matriz, na Alemanha, que a Audi já decidiu: vai lançar um site parecido por lá.</p><p> </p><p>P.S. Estarei em férias a partir do dia 16, segunda-feira. Volto dia 30 de novembro. Até lá!</p></font>]]></description>

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<title><![CDATA[Odebrecht contrata 1000 pessoas por mês]]></title>

<pubDate>Qui, 12 Nov 2009 16:39:03 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091112_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p dir="ltr" style="MARGIN-RIGHT: 0px" align="justify">Acabo de conversar com Marcelo Odebrecht, presidente do grupo Odebrecht. Hoje a companhia atua em diversos países fora do Brasil, como Estados Unidos, Angola e Líbia (no caso da construtora, uma das empresas do grupo, quase 80% do faturamento vem do exterior). Marcelo contou que a Odebrecht vem contratando nos últimos tempos 1000 funcionários por mês, em média. Em condições nromais de temperatura e pressão, contratar tanta gente já seria uma tarefa complicada. Mas Marcelo vem se deparando com um agravante: a escassez de mão-de-obra especializada. Segundo ele, de operários a engenheiros falta tudo. Por isso, a empresa muitas vezes tem que contratar gente que nunca pisou num canteiro de obras -- e tomar para si a responsabilidade de treinar esse pessoal. Isso custa caro. Só no ano passado foram 20 milhões de dólares. Para ele, se o Brasil quiser realmente crescer, vai precisar resolver duas questões: infra-estrutura e educação. </p><p>Esse, aliás, é quase um &quot;mantra&quot; que tenho ouvido de empresários com cada vez mais freqüência. O tal &quot;apagão&quot; de talentos parece que volta a assombrar muitas empresas -- um problema que havia diminuído com a crise, mas que ressurge agora com o reaquecimento da economia. </p><p>Será que teremos mesmo gargalos no crescimento -- agora e no futuro -- por causa disso?</p></font><font face="Arial" size="2"><font face="Arial" size="2"></font></font>]]></description>

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<title><![CDATA[As lições de Julio Ribeiro]]></title>

<pubDate>Ter, 10 Nov 2009 18:47:05 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091110_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>Bons livros de negócios escritos no Brasil são raros. Não sei exatamente porque, mas são. Por isso é sempre muito legal quando me deparo com uma obra que vale a pena. É o caso de Fazer Acontecer.com.br, que o publicitário Julio Ribeiro, fundador da Talent, uma das agências mais bacanas do país, está lançando hoje. Na obra (uma reedição atualizado de um livro publicado por Ribeiro na década de 90), o publicitário conta vários episódios interessantes que marcaram sua carreira. </p><p>Gostei de diversos trechos do livro, mas um capítulo em especial me chamou a atenção: &quot;O sonho é a parte mais importante da realidade&quot;. Nele, Ribeiro fala um pouco sobre sua decisão de abandonar uma agência grande para começar, sozinho (ou melhor, com um office boy e um motorista), a Talent. &quot;Clientes? Nenhum. Capital? Algum dinheiro no banco, duas resmas de papel, um conjunto vazio, uma mesa e o meu talento. Mas era como nascer de novo&quot;, diz ele. </p><p>Algumas outras frases do livro refletem bem o estilo de Ribeiro:</p><p>&quot;Não existe produto invendável&quot;</p><p>&quot;As megafusões são fatos importantes para o mundo empresarial. Os consumidores, no entanto, se interessam mais pelo que estas novas empresas vão propor de bom para eles&quot;</p><p>&quot;Você honestamente crê que alguém possa ser comovido ao saber que a sua empresa está fazendo 25 anos?&quot; </p><p>&quot;Quando cada um corre para um lado, dificilmente a empresa chega a algum lugar&quot;</p><p>&quot;Para algumas empresas soa complicado demais modificar sua forma de operação para obter ganhos em desempenho&quot;</p><p>Vale a leitura!</p><p> </p></font>]]></description>

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<title><![CDATA[O estrago na imagem da Uniban]]></title>

<pubDate>Ter, 10 Nov 2009 10:38:52 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091110_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>À parte as discussões ideológicas, o episódio envolvendo a Uniban e a estudante Geisy Arruda, hostilizada por ir às aulas com um mini-vestido Pink, tem todos os elementos para se tornar um case de desastre no que se refere à administração de uma crise.</p><p>Basicamente tudo o que poderia ser feito errado, a administração da Uniban fez. Primeiro, deixou a manifestação dos alunos contra Geisy tomar uma proporção próxima do linchamento -- até a polícia teve de intervir. Depois, expulsou a aluna. Ah? A menina é atacada e ela é quem é penalizada? Finalmente, resolveu voltar atrás. Ou seja, um samba do criolo doido sem precedentes. </p><p>A sucessão de equívocos acabou por fazer com que a opinião pública ficasse ao lado de Geisy e demonizasse a Uniban. Na internet, os comentários sobre o assunto não param e há até vídeos no YouTube sacaneando a universidade. Um dos melhores é o que está abaixo, que me foi enviado pela colega Fabiane Stefano. Trata-se de uma paródia que mostra Hitler altamente irritado ao saber que os estudantes da Uniban agora são chamados de nazista. &quot;Nós não perseguimos mulheres!&quot;, diz ele. </p><p>O pior de tudo nessa história é que os maiores prejudicados serão os estudantes sérios da Uniban. Hoje de manhã ouvi uma universitária dando entrevista na televisão. Ela dizia que todo esse imbróglio prejudicou a imagem da faculdade e que os alunos que se formarem esse ano terão dificuldades de conseguir emprego. Eu honestamente acho que ela está certa. E você? Enquanto pensa na resposta, assista o filme abaixo:</p><p></p></font><embed src="http://www.youtube.com/v/MmTDZEqGReU&hl=pt-br&fs=1&" width="560" height="340" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></embed />]]></description>

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<title><![CDATA[Steve Jobs é o CEO da década]]></title>

<pubDate>Qui, 05 Nov 2009 19:48:54 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091105_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p> A revista americana <a href="http://money.cnn.com/2009/11/04/technology/steve_jobs_ceo_decade.fortune/index.htm"><strong>Fortune</strong></a> acaba de eleger o fundador da Apple como CEO da década. Basta saber um pouco da história dele para entender o porquê da escolha. Jobs foi chutado da própria empresa que havia criado na década de 80. Na década seguinte voltou ao comando da companhia e a tirou de uma crise. Nesta década criou produtos que se tornaram ícones de consumo em todo o mundo -- é preciso morar em Marte para ignorar a febre do iPod e do iPhone. Entre a criação de um blockbuster e outro, ele ainda enfrentou doenças gravíssimas duas vezes.</p><p>Visionário, egocêntrico, genial, irascível, criativo. Os adjetivos para qualificar esse empresário de 54 anos são muitos -- nem todos simpáticos. Não importa. Ele criou uma empresa invejada e copiada no mundo todo. </p><p>Ao ler a notícia da Fortune pensei numa coisa: se fizéssemos uma eleição para descobrir qual o empresário ou executivo brasileiro da década, quem ganharia? Para quem você daria seu voto?</p><p /></font><font face="Arial" size="2"><font face="Arial" size="2"></font></font>]]></description>

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<title><![CDATA[O lado negro do Mickey]]></title>

<pubDate>Qui, 05 Nov 2009 14:17:20 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091105_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<span lang="EN"><p><span lang="PT-BR">É possível que nenhum personagem de desenho seja tão conhecido no mundo quanto Mickey Mouse. Criado por Walt Disney várias décadas atrás, ele rende à empresa nada menos que 5 bilhões de dólares por ano. É muito? O pessoal da Disney acha que não -- e se prepara para fazer um &quot;extreme makeover&quot; no ratinho. Ok. Talvez não seja tão &quot;extreme&quot; assim, mas o jeito bonzinho e inocente do Mickey deve desaparecer em breve. A notícia está no <a href="http://www.nytimes.com/2009/11/05/business/media/05mickey.html?_r=1&ref=business"><strong>The New York Times de hoje</strong></a>.</span></p><p><span lang="PT-BR">O primeiro passo dessa mudança poderá ser visto no jogo Epic Mickey, que será lançado ano que vem. Ali, o personagem vai mostrar seu lado &quot;negro&quot;. Calma, ele não vai sair matando ninguém. Mas terá momentos de mau-humor e outros em que banca o espertalhão -- uma imagem muito diferente daquela que as crianças se acostumaram a ver desde que ele foi criado.</span></p><p><span lang="PT-BR">A repercussão do jogo vai determinar o futuro do personagem. Se ele for bem recebido, a Disney pretende mudar desde o conceito da linha de produtos do Mickey até a exposição que o ratinho tem nos parques temáticos espalhados pelo mundo. </span></p><p><span lang="PT-BR"> </span></p><p>Será que mudar tanto assim um ícone é um ato de coragem ou de loucura?</p></span><span lang="PT-BR"></span>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Venda de participação da GP na Hypermarcas será feita de forma gradual]]></title>

<pubDate>Ter, 03 Nov 2009 17:54:41 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091103_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>Segundo pessoas próximas à GP Investimentos, a decisão anunciada ontem de sair do bloco de controle da Hypermarcas não significa que o administrador de private equity deixará imediatamente a companhia. De acordo com essas fontes, a intenção da GP é dar liquidez às suas ações (hoje a GP detém quase 7% de participação no capital da Hypermarcas). </p><p>Investir e desinvestir em empresas é o jogo fundamental de quem atua no mercado de private equity. Normalmente os fundos dessas administradoras tem duração média de oito anos. Ou seja, é óbvio que quando um private equity compra uma participação em uma companhia ele já tem que pensar em sua saída. Uma das mais comuns é preparar a empresa para fazer um IPO -- ao vender suas ações no mercado, o private equity deixa a empresa. Como a Hypermarcas já tem capital aberto, essa seria uma saída impossível para a GP. Outras opções são vender integralmente sua participação ou, aos poucos, diluí-la. A GP parece ter ficado com a última alternativa. Trata-se de um mecanismo já adotado tanto pela própria GP quando por algumas concorrentes. O fundo Pátria, por exemplo, levou alguns anos para vender paulatinamente a participação que detinha no laboratório Dasa (onde era controlador) até ficar com uma fração irrisória atualmente, de cerca de 1% do capital da companhia. O próprio GP, que foi controlador da ALL, começou a vender fatias de sua participação em 2002 -- mas até hoje está na empresa de logística </p><p>Fontes próximas à GP negam ainda que a administradora de recursos tenha planos de se desfazer logo de sua participação na BRMalls, maior proprietária de shopping centers do Brasil e presidida por Carlos Medeiros, um dos sócios da GP. </p></font>]]></description>

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<title><![CDATA[Volks é recordista em recall]]></title>

<pubDate>Ter, 03 Nov 2009 16:23:27 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091103_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>A pedido da editora Carolina Meyer, o PROCON de São Paulo fez um levantamento para EXAME mostrando quantos recalls as grandes montadoras fizeram em 2009. Adivinhe a recordista? Volkswagen, com 3 recalls -- o do Touareg em julho, o do Novo Gol em agosto, e o do Passat e do Eos em outubro. </p><p>Em seguida vem Ford, com 2 recalls. A GM e a Fiat estão empatadas, com 1 cada uma.</p><p>Em tempo: a Volks tem até amanhã para entregar uma documentação ao PROCON que explique porque o &quot;convite&quot; que a montadora está fazendo atualmente aos proprietários dos modelos Novos Gol, Voyage e Fox 1.0 para levar seus carros às concessionários e trocar o óleo não é um recall (a empresa chama a iniciativa de &quot;campanha de serviços ativa&quot;).</p></font>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Ghosn diz que a saída é o carro elétrico]]></title>

<pubDate>Qui, 29 Out 2009 15:51:40 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091029_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>O brasileiro Carlos Ghosn, presidente da Renault-Nissan, é um dos executivos mais conhecidos do mundo. Como ele divide seu tempo principalmente entre França e Japão, onde estão as sedes da Renault e da Nissan, respectivamente, Ghosn não vem muito ao Brasil. Mas eu acabo de assistir a uma palestra dele -- na internet, que fique bem entendido. A universidade de Wharton acaba de colocar em seu site um vídeo em que Ghosn fala sobre o futuro da indústria automotiva e e explica porque esse setor foi o segundo mais afetada pela crise -- depois do sistema financeiro.</p><p>Para Ghosn a saída das montadoras é apostar em carros elétricos. &quot;Os únicos carros com emissão zero (de carbono) são os elétricos...Então nós decidimos apostar nisso. Nós decidimos não esperar a próxima bateria ou o próximo carro em cinco anos. Nós decidimos que o tempo é agora&quot;, diz Ghosn.</p><p>Quer assistir o vídeo todo? Clique <a href="http://knowledge.wharton.upenn.edu/article.cfm?articleid=2364"><strong>aqui.</strong></a> Detalhe: é em inglês.</p></font>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Presidente do Google para América Latina ganha prêmio mundial]]></title>

<pubDate>Qua, 28 Out 2009 16:34:01 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091028_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>O executivo Alexandre Hohagen, diretor-geral do Google para a América Latina, acaba de receber dos fundadores da empresa, Larry Page e Sergey Brin, e do CEO, Eric Schmidt, um prêmio pelo seu desempenho. Batizado Great Manager Award, o prêmio foi distribuído pela primeira vez este ano -- e apenas oito executivos do Google foram escolhidos para recebê-lo. Mesmo com a crise internacional, Hohagen anunciou em maio passado que o Google deve crescer 80% este ano em toda a América Latina.</p><font size="2"><p>De quebra, como parte do reconhecimento, Hohagen foi convidado a assistir às Olimpíadas de Inverno em Vancouver, no Canadá, em 2010, junto com a chefia -- Page, Brin e Schmidt. </p></font></font>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Matriz da VW despacha diretor de qualidade para o Brasil]]></title>

<pubDate>Ter, 27 Out 2009 09:44:07 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091027_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>A descoberta de que pelo menos 300 automóveis 1.0 da operação brasileira da Volkswagen tiveram problemas no motor acendeu o farol amarelo na matriz -- que tratou de rapidamente despachar um executivo para cá. Quinta-feira passada, dia 22, o alemão Hans Joachim Rothenpieler, diretor mundial de qualidade do grupo VW, esteve na fábrica de São Carlos, no interior paulista, onde a montadora produz seus motores (o presidente da Volks no Brasil, Thomas Schmall não acompanhou a visita).</p><p> Segundo uma pessoa próxima à montadora, a fábrica de São Carlos, que acaba de completar 13 anos de existência (em 12 de outubro), estava se programando para comemorar em dezembro a produção de 5 milhões de motores. O evento foi suspenso e é grande a possibilidade de não ser realizado. </p></font>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Reunião de emergência na Volks]]></title>

<pubDate>Seg, 26 Out 2009 18:08:03 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091026_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p> A diretoria da subsidiária brasileira da Volkswagen foi convocada para uma reunião de emergência no último sábado, 24. O motivo? O defeito observados em diversos veículos fabricados entre 2008 e 2009, equipados com motores 1.0 -- o problema foi divulgado <a href="http://portalexame.abril.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&COD_RECURSO=211;831&URL_RETORNO=http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0954/negocios/primeiro-lugar-505668.html"><strong>em primeira mão pelo editor Marcelo Onaga</strong></a>, na edição de EXAME que chegou às bancas há 10 dias, e se tornou objeto de matéria do jornal O Estado de S. Paulo no último sábado. O defeito pode exigir que a Volkswagen venha a convocar o maior recall de sua história.</p><p>Segundo pessoas próximas à montadora, a reunião foi convocada contou com a participação dos integrantes do chamado Comex -- o comitê executivo da empresa, que reúne o presidente, Thomas Schmall, os vice-presidentes e alguns diretores. No total, 12 pessoas participaram da reunião.</p><p>Como é de se imaginar, o clima estava tenso -- e a reunião só terminou às 23h30. </p><p /></font>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[De dentista a sócio do Bradesco]]></title>

<pubDate>Qui, 22 Out 2009 11:42:31 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091022_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>Acabo de conversar com o empresário Randal Zanetti, fundador e presidente da Odontoprev, maior empresa de planos odontológicos do país e que esta semana anunciou um acordo com o Bradesco (veja <a href="http://portalexame.abril.com.br/ae/economia/bradesco-odontoprev-fecham-acordo-associacao-570025.shtml"><strong>aqui </strong></a>detalhes do negócio). A trajetória traçada por Zanetti é daquelas de inspirar qualquer empreendedor. Dentista de formação, aos vinte e poucos anos ele se dividia entre o trabalho num consultório e a jornada como professor de uma faculdade. Decidiu então chamar dois colegas para iniciar um negócio que viria a ser o embrião da Odontoprev. Depois de quase 20 anos, a empresa havia crescido tanto que atraiu um dos maiores bancos do país. Segundo Zanetti, as conversas com o Bradesco tornaram-se mais freqüentes a partir do início deste ano. Perguntei a ele se no passado, quando ainda tinha seu consultório, imaginava que poderia um dia se tornar sócio do Bradesco. Randal soltou uma gargalhada e disse apenas: &quot;Nunca! Pra falar a verdade a ficha ainda não caiu até agora.&quot;</p><p>Ele disse que daqui pra frente a única mudança na sua rotina é que terá mais trabalho -- com os canais de distribuição do Bradesco, a Odontoprev ganha fôlego extra para crescer. A correria nos últimos dias, aliás, foi tanta, que o pessoal da Odontoprev ainda nem teve muito tempo para comemorar a chegada do novo sócio. &quot;Chamamos todos os funcionários e fizemos um brinde com champanhe, mas qualquer hora a gente vai ter que parar para fazer uma comemoração decente&quot;, diz Zanetti.</p></font>]]></description>

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<title><![CDATA[A fidelidade já era]]></title>

<pubDate>Qua, 21 Out 2009 11:17:28 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091021_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<span lang="PT-BR"><font size="2"><p>Até pouco tempo atrás, quatro em cada cinco americanos compravam sempre automóveis da mesma marca. Ou seja, quem era consumidor da Ford, por exemplo, costumava prestigiar a companhia toda vez que fosse trocar de automóvel ou comprar outro carro para alguém da família. Agora, a taxa de fidelidade despencou. Apenas 20% dos consumidores &quot;seguem&quot; uma montadora enquanto a maioria fica mesmo é pulando de galho em galho. A revelação está em uma matéria no The New York Times de hoje e é resultado de uma pesquisa feita por uma consultoria de marketing americana (<a href="http://www.nytimes.com/2009/10/21/business/21auto.html?_r=1&ref=business"><strong>leia aqui a matéria completa</strong></a>). </p><p>Claro, quem acompanha a derrocada de Detroit já tinha se dado conta que os consumidores não são mais tão fiéis assim. Mas é importante salientar que esse troca-troca não inclui apenas as combalidas montadoras americanas. O comportamento de um consumidor da Toyota não tende a ser muito diferente -- na sua próxima compra talvez ele escolha um Nissan.</p><p>Fico pensando qual seria o resultado se alguém fizesse uma pesquisa dessas no Brasil. Eu me lembro que meu avô, por exemplo, sempre comprou veículos Volkswagen. Já eu, não sigo marca alguma e vou alternando as compras de acordo com critérios que provavelmente nem sei explicar direito. </p><p>E você? É fiel a alguma montadora? Por quê?</p></font><font face="Arial" size="2"><font face="Arial" size="2"></font></font></span>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Velhinha das Havaianas aumenta vendas em 74%]]></title>

<pubDate>Ter, 20 Out 2009 09:07:01 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091020_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>Nada como uma boa polêmica para aumentar as vendas</p><p>Lembra daquele comercial da velhinha atrevida que sugeria à neta fazer sexo com um moço bonito como o ator Cauã Reymond? Aquele que acabou sendo retirado do ar (e ficou só na internet) por causa de reclamações de consumidores? Pois o modelo anunciado no filme nunca vendeu tanto. </p><p>Em setembro, nas quase 60 lojas das Havaianas espalhadas pelo país, as vendas do modelo Fit aumentaram 74% em comparação ao mês de agosto. Quem me passou o número, que acaba de ser consolidado, foi a executiva Carla Schmitzberger, diretora da Alpargatas (empresa dona da marca Havaianas). Segundo ela, sempre que um modelo vai para uma campanha de TV as vendas aumentam entre 30% e 40%. O resultado da campanha da avó moderninha, porém, foi muito superior.</p><font size="2"><p>Eu já tinha achado a campanha muito bem bolada. Agora, vi que ela também deu bom resultado -- e no fundo é isso que importa.</p></font><p>Quer ver (ou rever) o filme? Clique<a href="http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/listar4.shtml"><strong> aqui</strong></a>. </p></font>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[A Nokia e a gripe suína]]></title>

<pubDate>Seg, 19 Out 2009 12:22:28 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091019_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>Por incrível que pareça a gripe suína continua atacando -- e afetando o dia a dia das empresas.</p><p>A mais recente é a subsidiária brasileira da Nokia. Depois da confirmação de que dois funcionários da sede da empresa, em São Paulo, contraíram o vírus da gripe, a diretoria da fabricante de celulares orientou o pessoal todo do escritório todo a ficar em casa nos próximos dias.</p></font>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Mesbla, o retorno ]]></title>

<pubDate>Seg, 19 Out 2009 11:08:55 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091019_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>A volta da Mesbla ao varejo brasileiro já tem data: novembro. A rede inaugura no próximo mês <a href="http://www.mesbla.com.br/"><strong>um novo site de e-commerce</strong></a>. A ideia é reproduzir na internet o mesmo universo de uma loja de departamentos, vendendo roupas, acessórios e utensílios para casa. Com o slogan &quot;a loja da mulher pontocom&quot;, a Mesbla tentará pegar carona no grande recall que a marca ainda tem -- apesar da falência da empresa ter sido decretada há 10 anos.</p><p>Para quem não lembra da história, a Mesbla foi um grande ícone do varejo nos anos 80, comandada pelo empresário André de Botton. Na década de 90, o fim da inflação expôs uma série de problemas operacionais da rede varejista (que até então ganhava mais dinheiros com operações financeiras do que com sua atividade principal). Atolado em dívidas, De Botton vendeu a Mesbla em 1997 ao polêmico empresário Ricardo Mansur, também dono do Mappin. Dois anos depois as duas redes foram à falência, deixando 10 000 funcionários sem emprego. As marcas Mesbla e Mappin,, porém, continuam sendo de Mansur.</p><p>Parece que a moda da volta dos mortos-vivos pegou... </p></font>]]></description>

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<title><![CDATA[A volta de Eugênio Staub ]]></title>

<pubDate>Sex, 16 Out 2009 09:50:58 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091016_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>O empresário Eugênio Staub, dono da Gradiente, está finalizando os últimos detalhes para anunciar sua volta ao mercado. Atolada numa dívida de quase 300 milhões de reais, a Gradiente praticamente encerrou suas atividades no ano passado. As fábricas pararam e centenas de funcionários foram demitidos. Dos quase cinco andares que a sede da empresa ocupava num prédio da Vila Olímpia, na zona sul de São Paulo quatro foram desativados -- hoje trabalham lá cerca de 90 funcionários. </p><p>Nos últimos meses, Staub evitou a todo custo entrar com um pedido de recuperação judicial -- sua saída foi buscar acordos extra-judiciais com os credores. Pois parece que ele conseguiu. Segundo pessoas próximas à Gradiente, ele está criando uma nova empresa que vai &quot;alugar&quot; a marca Gradiente e começará as atividades livre das dívidas (algo parecido com o modelo da &quot;velha&quot; e da &quot;nova&quot; Varig). Essa nova empresa terá um capital inicial da ordem de 80 milhões de reais -- dinheiro que virá principalmente da própria família Staub e de um grande fundo de pensão estatal. Paralelamente, a &quot;velha&quot; Gradiente está fechando um acordo com seus principais credores -- um grupo formado por bancos como Bradesco e Safra -- para renegociar a dívida. Para pagar o que deve aos bancos adivinhe a quem Staub, amigo pessoal do presidente Lula, vai recorrer? Ao BNDES, claro. O banco estatal paga a dívida aos credores da Gradiente e, a partir daí, Staub se torna devedor do BNDES. E se Staub vier a dar um calote no BNDES no futuro? Aparentemente o banco não correrá riscos, porque os atuais credores (Bradesco, Safra etc) serão também fiadores da Gradiente.</p><p>Com as dívidas equacionadas, Staub pretende voltar a fabricar monitores, computadores e celulares. Seu plano é que os produtos estejam no mercado antes do Dia das Mães do ano que vem. </p><p>É bom lembrar que antes de chegar ao fundo do poço, quando quase quebrou, a Gradiente ficou 10 anos sem dar lucro operacional -- ou seja, sem ganhar dinheiro com a própria atividade.</p><p>Por que agora Staub conseguiria um resultado diferente? Honestamente não sei...</p><p>(Procurado, Staub preferiu não dar entrevista sobre o assunto.)</p></font>]]></description>

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<title><![CDATA[Presidente do Bradesco banca o fotógrafo em evento de telecom]]></title>

<pubDate>Qui, 15 Out 2009 15:29:56 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091015_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>Vejam só que história curiosa a editora Carolina Meyer acaba de me contar. Ela assistiu o painel empresarial da Futurecom hoje pela manhã -- que reuniu, entre outros, os presidentes de Vivo, Oi, Bradesco e Embratel --, e presenciou uma cena, no mínimo, inusitada. Por volta das 11h, o debate foi interrompido para que o governador de São Paulo, José Serra, fizesse o anúncio oficial de isenção de ICMS para banda larga. No momento em que ele foi assinar o documento para sacramentar a medida, um batalhão de fotógrafos se acotovelou ao redor do governador. Sem conseguir espaço, um deles pediu para que um dos executivos que estava à mesa realizasse os cliques. O executivo não era ninguém menos que o presidente do Bradesco, Luís Carlos Trabuco Cappi -- que, apesar da boa vontade, não demonstrou muita intimidade com o equipamento...</p></font>]]></description>

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<title><![CDATA[As lições do marqueteiro de Obama]]></title>

<pubDate>Qui, 15 Out 2009 14:26:35 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091015_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>Hoje de manhã fui assistir a uma palestra do americano Bem Self, responsável por todas as iniciativas digitais da campanha de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos. Para se ter ideia da força da campanha de Obama online, aqui vão alguns números:</p><p>- pela internet foi possível arrecadar doações de 500 milhões de dólares</p><p>- todos os vídeos postados no Youtube sobre Obama (produzidos pela equipe de Self ou não) somaram 1 bilhão de minutos</p><p>- graças à internet eles conseguiram se comunicar diretamente com 68 milhões de eleitores. </p><p>É bom ouvir o que Self tem a dizer por duas razões. A primeira é que há rumores de que ele trabalharia na campanha de Dilma Rousseff à presidência da República. A segunda, que suas lições não são apenas para políticos. Muito do que ele falou hoje serve também para empresas que querem usar meios digitais para se comunicar com vários públicos.</p><p>Uma das coisas interessantes é que ele acredita mais na força do email (uma ferramenta já quase antiquada), do que em redes sociais como Facebook e Orkut. Por quê? Ele acha que mais importante que ter um milhão de amigos é passar as mensagens certas para o público que você quer influenciar -- clientes, funcionários ou até jornalistas. Um dos cuidados nesse sentido é evitar emails inúteis, que mais parecem spams. Os exemplos que ele deu são os chamados press releases (enviados para a imprensa) e as newsletters (que na minha opinião em 99% dos casos são realmente uma chatice).</p><p>Self recomenda também que a comunicação online seja sempre transparente, relevante, regular e fácil -- tudo que boa parte dos sites de empresas não é.</p><p>Finalmente, ele diz que nem toda a tecnologia do mundo é capaz de bombar um produto chato. Vale a pena pensar nisso. </p></font>]]></description>

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<title><![CDATA[O fim de um telhado de vidro]]></title>

<pubDate>Qua, 14 Out 2009 17:44:44 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091014_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Tem gente que diz que nós, jornalistas, adoramos fazer críticas (uma injustiça, claro...) </p><p>Pois bem, hoje vou falar sobre uma mudança positiva que uma empresa está fazendo. Uns dois meses atrás, o repórter Guilherme Fogaça e eu publicamos uma matéria em EXAME que questionava os contratos com partes relacionadas firmados por algumas companhias de capital aberto. Em bom português, isso quer dizer que empresas diferentes que têm os mesmos acionistas (ou familiares), fazem negócios entre si. Trata-se de uma prática legal, mas que, convenhamos, pode gerar conflitos de interesse.<br /><br />Na época uma das empresas citadas foi a BrasilAgro, controlada pelo fundo Tarpon, pelo dono da Cyrela, Elie Horn, e pela argentina Cresud. A BrasilAgro tinha um contrato de consultoria com uma empresa chamada Paraná Consultora -- uma sociedade também entre Tarpon, Horn e Cresud. Em 2008, foram pagos 6,1 milhões de reais à Paraná Consultora (que não tem nenhum outro cliente além da própria BrasilAgro). Pois eu acabo de receber um comunicado oficial da BrasilAgro que diz, entre outras coisas, que seu conselho de administração vem discutindo a &quot;revisão dos termos e condições do contrato de consultoria celebrado em 15 de março de 2006 entre a Paraná Consultora de Investimentos S/A (&quot;Paraná&quot;)&quot;. Pessoas próximas à empresa me disseram que na verdade esse contrato deverá ser extinto. Ponto para a governança da empresa. </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Invasão do MST custa à Cutrale 1,2 milhão de reais]]></title>

<pubDate>Qua, 14 Out 2009 15:43:05 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091014_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>A Cutrale acaba de fechar a conta do prejuízo causado pela invasão de integrantes do Movimento Sem-Terra (MST) à fazenda Santo Henrique, localizada no interior paulista. Os manifestantes desocuparam a fazenda há cerca de uma semana.</p><p>Os atos de vandalismo protagonizados por integrantes do MST -- destruição de tratores, construções e plantações de pés de laranja -- vão custar à Cutrale 1,2 milhão de reais.</p><p>É impressão minha ou uma empresa como a Cutrale deveria  usar seu dinheiro para crescer, gerar empregos, pagar impostos -- em vez de ter de pagar pela destruição de sua propriedade? </p></font>]]></description>

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<title><![CDATA[Manoel Amorim será o novo presidente da Laureate]]></title>

<pubDate>Ter, 13 Out 2009 17:24:48 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091013_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>O carioca Manoel Amorim será o novo CEO das Universidades Laureate no Brasil. Ex-presidente do Ponto Frio, Amorim deixou o comando da rede carioca logo após a venda da varejista para o Pão de Açúcar, em junho passado.</p><p>A americana Laureate International Universities é uma rede global de 42 universidades que oferecem programas de bacharelado e de pós-graduação para aproximadamente 500 mil estudantes ao redor do mundo. A empresa fincou pé no Brasil em 2005, ao comprar a paulista Anhembi Morumbi por 165 milhões de dólares. Foi a primeira vez que uma instituição de ensino internacional assumiu o controle de uma universidade brasileira. Desde então, a Laureate fez outras quatro aquisições -- Universidade Potiguar do Rio Grande do Norte (2007), Business School São Paulo (2007), Esade Porto Alegre (2008) e UniNorte Manaus (2008) -- tornando-se um dos maiores grupos educacionais do país. Segundo estimativas de mercado, a operação brasileira da Laureate deve faturar algo em torno de 400 milhões de reais (oficialmente a empresa não divulga os números).</p><p>Até fevereiro deste ano, a empresa era presidida pelo executivo Dante Iacovoni, ex-presidente da Motorola do Brasil e ex-vice-presidente da Gradiente.</p></font>]]></description>

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<title><![CDATA[O guru de Abílio]]></title>

<pubDate>Sex, 09 Out 2009 20:15:59 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/20091009_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font size="2"><p>Em novembro, o empresário Abílio Diniz, do Pão de Açúcar, terá um compromisso inédito. Ao lado de quase uma dezena de altos executivos da rede varejista, Abílio vai embarcar para Boulder, no estado americano do Colorado, para participar de um encontro exclusivo com o guru Jim Collins, autor do clássico Feitas para Durar e do recém-lançado How the Mighty Fall (ainda sem edição em português). </p><p>Collins é muito criterioso para escolher as empresas com as quais tem esse tipo de encontro. A programação normalmente consiste em duas manhãs em que ele discute com os executivos as oportunidades e desafios da companhia. A única outra empresa brasileira que já fez reuniões desse tipo com Collins é a AmBev -- e o próprio Jorge Paulo Lemann faz questão de estar presente a esses encontros. </p></font>]]></description>

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