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Um rival para o Wal-Mart?

Não é apenas no setor automotivo que as empresas japonesas incomodam as americanas (a Toyota está cada vez mais próxima de ultrapassar a GM e tornar-se a maior montadora do mundo). A nova frente de ataque dos asiáticos é o varejo. Segundo um estudo divulgado hoje pela consultoria Euromonitor International, a cadeia japonesa Seven & I já é a quarta maior varejista do mundo, atrás apenas do poderoso Wal-Mart, do Carrefour e da Tesco.

Nunca ouviu falar da Seven & I?  A empresa é relativamente nova - nasceu em 2005, resultado da fusão das redes 7-Eleven, Ito Yokado e Denny´s. Aos poucos, a cadeia foi comprando outras lojas pelo mundo. Hoje, a Seven & I está fortemente presente em toda a Ásia e avança também pela Europa e América do Norte, somando quase 30 000 lojas em 19 países (na América Latina só tem operações em Porto Rico).

Preste atenção nessa disputa pelo varejo mundial. Ela está apenas começando...


Publicado em 16/01/2007 - 15:36


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A aposta dos estrangeiros

Em que empresas brasileiras os investidores estrangeiros devem apostar suas fichas?

Segundo a edição da revista americana Business Week que circulou na última semana de 2006, os investidores que quiserem ganhar bastante dinheiro devem deixar de lado as companhias que atuam com commodities (Vale do Rio Doce e Petrobras, por exemplo, que já cresceram muito nos últimos anos) e colocar seu dinheiro em empresas de consumo.

Segundo a revista, cinco companhias devem conseguir valorizar consideravelmente suas ações em 2007: Banco Itaú, AmBev, Natura, Telesp e Gol.


Publicado em 10/01/2007 - 19:45


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A praga dos jargões

Poucas coisas são mais irritantes que os jargões usados no mundo dos negócios. Infelizmente, parece que a criatividade dos executivos e consultores é quase infinita nesse campo - e todo ano novos clichês e palavras praticamente sem sentido são "lançados" no mercado.

Quem quiser saber quais as maiores e mais engraçadas bobagens criadas em 2006 no cenário corporativo americano (ai, já estou ficando ligeiramente contaminada...) precisa dar uma espiada no site http://www.buzzwhack.com. Os editores do site fizeram duas listas impagáveis: a das 13 piores expressões surgidas em 2006 e a das 13 mais divertidas. Alguns exemplos dessas bobagens: na tentativa de "sofisticar" a linguagem, reuniões agora são chamadas de "information touchpoints" e a lista de tarefas a ser cumprida em qualquer projeto passou a ser conhecida como "critical path".

Se você quiser se divertir ainda mais, depois de ver a lista do site, leia a matéria "Por que falamos como idiotas" publicada por EXAME tempos atrás.

E depois faça uma resolução de ano novo: evite, a qualquer custo, citar qualquer uma expressões em 2007!


Publicado em 09/01/2007 - 10:51


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Novo comando na Saint-Gobain

A operação brasileira do grupo francês Saint-Gobain começa o ano sob novo comando: sai Jean-Pierre Floris e entra Laurent Guillot. Aos 37 anos de idade, Guillot é o mais jovem executivo a assumir o cargo. Com faturamento de mais de 5 bilhões de reais no Brasil, o grupo Saint-Gobain atua nos setores de vidro (Santa Marina), distribuição de materiais de construção (Telhanorte) e embalagens, entre outros.


Publicado em 08/01/2007 - 10:54


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Bônus gordo

Com o final do ano se aproximando, muitos profissionais já começam a pensar nos bônus que vão receber pelo seu desempenho no trabalho. Um grupo especial, porém, aguarda com ansiedade redobrada a divulgação da remuneração variável das instituições onde atuam. São os profissionais que trabalham em bancos de investimento. Num ano marcado por dezenas de IPOs (no total foram 25) e grandes fusões e aquisições (Submarino pelas Lojas Americanas e a canadense Inco pela Vale, por exemplo), os grandes bancos de investimentos instalados no Brasil que assessoraram essas operações ganharam muito, mas muito dinheiro. Um banqueiro fez as estimativas do valor total de bônus que devem ser distribuídos para esse time: algo em torno de 150 milhões de dólares para um grupo de cerca de 150 pessoas. Na média, cada um desses felizardos embolsaria 1 milhão de dólares. Segundo esse banqueiro, porém, algumas estrelas do mercado devem receber bem mais que essa, digamos, módica quantia. Para essa minoria, a bolada pode alcançar até 10 milhões de dólares (por pessoa, claro).


Publicado em 19/12/2006 - 11:22


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Cristiane Correa, editora executiva de EXAME, escreve sobre o que acontece no mundo das empresas.

ccorrea@abril.com.br





 
 
 
 

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