
Recebi diversos emails indagando se a Karina Bacchi está mesmo namorando o "baixinho da Kaiser".
Por favor! O que a cervejaria fez é "buzz marketing" na veia: criou uma fato que imediatamente virou assunto em todas as rodas (de manicures a leitores de blogs de negócios).
Pense nisso. O marketing vai além das propagandas tradicionais...
Publicado em 24/10/2006 - 22:27
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O "namoro" da atriz Karina Bacchi e do "baixinho da Kaiser", José Valien, revelado dias atrás pela revista Caras deu tão certo, mas tão certo que Karina acaba de virar garota-propaganda da cervejaria!
Veja o comercial protagonizado pela atriz que irá ao ar a partir de hoje à noite:
O amor não é lindo?
Publicado em 24/10/2006 - 15:42
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Por conta do meu trabalho, converso com diversos executivos de primeira linha. Depois de vários anos de entrevistas e almoços com esse pessoal, posso afirmar que alguns presidentes acabam se distanciando tanto do dia-a-dia das empresas que comandam que, às vezes, sabem menos que seus subordinados. Muitos deles afastam-se até mesmo de seus consumidores - e perdem completamente a noção do que suas empresas devem oferecer. Dias atrás, numa conversa que tive com José Galló, presidente da Renner, um fato me chamou a atenção. Quando alguém à mesa comentou que odiava a luz "fria" dos provadores de algumas lojas femininas (a maioria das mulheres acha que essa iluminação mostra tudo o que deveria ficar escondido...), Galló rapidamente sacou um bloquinho do bolso e fez uma anotação. Perguntei o porquê e ele me disse que era para lembrá-lo de checar com seu pessoal como estava a iluminação nos provadores da Renner. Conheço muitos executivos que jamais teriam prestado atenção ao comentário inocente da interlocutora. Galló ficou atento ao detalhe (o fato de a Renner ser uma das redes varejistas que mais cresce no país pode não ser apenas uma coincidência...).
Quantos executivos você conhece que simplesmente não dão a menor importância para o que os subordinados e os consumidores falam?
Publicado em 23/10/2006 - 12:51
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Publicado em 23/10/2006 - 11:34
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Pelo segundo sábado consecutivo fui acordada pelo barulho do meu celular tocando. Não, não era nenhuma emergência. Era apenas um torpedo da minha operadora com a seguinte mensagem: "Saiba tudo sobre seu time em campo e nos bastidores..."
Às 8 horas da manhã de um sábado eu não tenho o menor interesse em assinar um canal de notícias sobre meu time favorito. Aliás, eu nem tenho um time favorito! Por que, então, a minha operadora me acorda no meu dia de descanso para oferecer algo que não tenho nenhuma vontade de comprar?
O inferno do telemarketing está migrando para esta nova "mídia". E da mesma forma que as empresas até hoje não aprenderam a usar o serviço de vendas por telefone, elas parecem estar patinando no uso das mensagens por celular. Talvez seja preciso estabelecer regras para o envio de torpedos - da mesma forma que foi criada uma espécie de regulamentação para o telemarketing. Infelizmente, muitas empresas parecem não ter bom senso para avaliar sozinhas como e quando abordar seus clientes.
Publicado em 21/10/2006 - 11:05
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Cristiane Correa, editora executiva de EXAME, escreve sobre o que acontece no mundo das empresas. ccorrea@abril.com.br ![]() |
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