<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
<rss version="2.0">
<channel>

    <title><![CDATA[Blog Direto do preg&atilde;o  - Portal EXAME]]></title>
    <description>Blogs - Portal EXAME</description>
    <link>http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/listar1.shtml</link>
    <image>
      <title>Portal EXAME - Blogs</title>
      <url>http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/tit_blog.jpg</url>
      <link>http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/</link>
    </image>
    <generator>portalexame.abril.com.br</generator>
	<copyright><![CDATA[Copyright © 2008, Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados. All rights reserved.]]></copyright>


<item>
<title><![CDATA[O Bradesco mexe, de novo, na diretoria]]></title>

<pubDate>Qui, 26 Nov 2009 20:03:13 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091126_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>O Bradesco anunciou hoje mais uma mudança de quadros. Trinta e quatro executivos foram promovidos - boa parte deles para as recém-criadas diretorias regionais, que vão cuidar da expansão geográfica do banco. Outros seis diretores saíram do Bradesco - a baixa que mais chamou a atenção do mercado foi a de Robert van Dijk, que comandava a gestora de recursos da instituição. </p><p>Em pouco mais de oito meses, essa é a segunda mudança organizacional feita pelo presidente Luiz Carlos Trabuco desde que assumiu o cargo. A primeira delas, <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0948/financas/reforma-cidade-deus-485745.html  ">divulgada por EXAME em julho</a>, foi a reestruturação da diretoria executiva, que é o segundo escalão do banco.</p><p>Fica claro que o Bradesco está passando por um processo de transformação - e, comenta-se no mercado, de busca de uma nova identidade, que provavelmente está ligada à baixa renda . No último dia 19, o banco inaugurou uma agência na favela de Heliópolis, em São Paulo. </p><p>As ações do Bradesco subiram 63% neste ano, até ontem - menos que as do Itaú Unibanco (alta de 67%) e as do Banco do Brasil (124%). </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Ações do Panamericano caem após negociações com a Caixa]]></title>

<pubDate>Qui, 26 Nov 2009 16:58:54 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091126_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>As ações do banco Panamericano estão em queda de quase 5% nesta quinta-feira, dia em que o Ibovespa cai 2%. A queda pode parecer contraditória à primeira vista, já que o banco divulgou na tarde de hoje que está negociando a venda de uma fatia de 35% para a Caixa Econômica Federal. O que está fazendo as ações caírem, no entanto, é a suposta oferta de 750 milhões de reais que a Caixa teria feito pela participação no banco. Considerando esse valor, o Panamericano teria sido avaliado em 2 bilhões de reais -- abaixo do valor de mercado atual do banco, que fechou o pregão de ontem valendo 2,3 bilhões de reais. Até ontem, as ações do Panamericano acumulavam uma alta de 42% em novembro.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[SCPC, da Associação Comercial, começa a preparar seu IPO]]></title>

<pubDate>Qui, 26 Nov 2009 12:02:19 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091126_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Eduardo Salgado e Giuliana Napolitano</p><p>A Associação Comercial de São Paulo pretende transformar uma de suas principais unidades de negócio, o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), numa empresa separada, captar investimentos de fundos de private equity e, futuramente, fazer a abertura de capital dessa nova companhia.</p><p>O SCPC é um serviço de análise de crédito, voltado principalmente para pessoas físicas. Hoje, seus principais concorrentes no Brasil são a americana Equifax e a Serasa, que em 2007 teve 65% de seu capital vendido para a britânica Experian por 1,2 bilhão de dólares.</p><p>Executivos de mercado comentam que ao menos seis fundos de private equity estariam negociando a compra de 20% do capital do SCPC por cerca de 100 milhões de dólares. Procurada, a Associação Comercial negou que esteja planejando mudanças para o SCPC.</p><p>Espera-se que o mercado de análise de crédito dê um salto no Brasil nos próximos anos, com a aprovação do cadastro positivo. O projeto, que tramita no Congresso, prevê a criação de uma espécie de lista de bons pagadores, nos mesmos moldes do que já ocorre em mais de 40 países, entre eles, Estados Unidos, França, Chile e Argentina. A lei brasileira só permite que sejam divulgadas informações negativas sobre o histórico de pagamento dos consumidores. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem virá depois de Jamie Dimon no JPMorgan?]]></title>

<pubDate>Qui, 26 Nov 2009 11:06:01 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091126_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Jamie Dimon, principal executivo e presidente do conselho de administração do JPMorgan Chase, não pretende deixar o cargo tão cedo. À frente do banco que foi um dos menos atingidos pela crise global, Dimon disse, numa entrevista exclusiva ao editor Eduardo Salgado, que gosta do que faz e que só sairia do comando da instituição por decisão do conselho. </p><p>A entrevista do banqueiro foi publicada na <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0957/financas/emergente-nao-brasil-ja-emergiu-514424.html">edição de EXAME que começa a circular hoje</a>. Leia abaixo outros trechos que não fazem parte da edição impressa:</p><p /><p><strong>O senhor pretende deixar a presidência do banco em breve?</strong><br />Não. Gosto do que faço. Mas é importante ressaltar que essa não é uma decisão só minha. Há 11 membros no conselho, e seis deles podem me despedir amanhã se quiserem. </p><p /><p><strong>O senhor acabou de escolher Jes Staley, um executivo que viveu no Brasil vários anos, como o seu segundo. Como ele tem a sua idade, muita gente duvida que um dia ele consiga chegar ao topo.</strong><br />O conselho conhece muito bem o trabalho dele. E é importante uma empresa preparar um substituto para o CEO. Há vários casos de destruição de valor em empresas por causa de uma sucessão mal feita. Então, se eu não estiver indo bem, ou não estiver mais gostando do que faço, ou ficar doente, ele estará preparado.</p><p /><p><strong>O senhor tem três filhas jovens. Que tipos de conselhos dá a elas?</strong><br />Quero sejam felizes e acho que só vão conseguir se estiverem fazendo algo que amam, sendo produtivas. Para descobrir o que é, precisam se expor a diferentes coisas. Adoro o fato de elas gostarem de aprender. Uma passou um semestre da faculdade em Gana para aprender um pouco sobre outras partes do mundo. Outra está trabalhando para uma ONG e a terceira está na Harvard Business School e acabou de ficar noiva.</p><p /><p><strong>O senhor sempre trabalhou muito. Como pai, foi severo ou amoroso?</strong><br />Acho que posso dizer que sou um pai amoroso, apesar de ser o responsável por dar limites, exigir que cheguem em casa na hora combinada, coisas assim. Minhas filhas terão seus altos e baixos na vida, mas acho que o amor incondicional dos pais é crucial para a auto-estima dos filhos. Minha esposa diz que é ainda mais importante para mulheres  eu não sei.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Três recordes em pouco mais de um mês]]></title>

<pubDate>Qua, 25 Nov 2009 18:40:47 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091125_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>O Índice Bovespa voltou a bater mais um recorde de pontuação no ano. Fechou o pregão de hoje aos 67 917 pontos, depois de uma valorização de quase 1%. Os recordes anteriores haviam sido registrados em 17 de novembro e 19 de outubro. </p><p>Com isso, o Ibovespa fica apenas 8% abaixo dos 73 516 pontos atingidos em maio de 2008, o maior patamar histórico do indicador. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Os estrangeiros não se abalaram]]></title>

<pubDate>Qua, 25 Nov 2009 16:09:07 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091125_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez desde agosto de 2008, os recursos aplicados por investidores estrangeiros no mercado de capitais (como bolsa e renda fixa) superou o volume de investimento estrangeiro direto. É o que mostra um relatório da equipe econômica do Itaú Unibanco, liderada pelo economista Ilan Goldfajn, divulgado hoje. Segundo o relatório, os estrangeiros aplicaram 9,7 bilhões de dólares na bolsa e 2 bilhões de dólares em renda fixa em outubro, contra 1,6 bilhão de dólares que entraram via investimento direto (aplicado na economia real, como a ampliação de uma fábrica, por exemplo). &quot;O acumulado em doze meses desses fluxos voltou para o patamar pré-crise&quot;, diz o Itaú Unibanco. Para os economistas do banco, os investimentos devem continuar nessa toada. &quot;Não há aparentemente um sinal de enfraquecimento desse tipo de fluxo em decorrência da recente medida do IOF&quot;, diz o relatório.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[IRB tem plano de abrir capital]]></title>

<pubDate>Qua, 25 Nov 2009 11:54:51 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091125_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A alta direção do IRB-Brasil Re, a empresa estatal de resseguros (que faz o seguro do seguro), vem preparando a empresa para realizar, no futuro, uma abertura de capital. &quot;Não há uma data para isso, e a decisão de ir a mercado é dos acionistas, não dos executivos. Mas o fato é que deixar a companhia pronta para abrir capital é uma meta da direção&quot;, disse Eduardo Nakao, presidente do IRB - que, até 2008, deteve o monopólio do resseguro no país.</p><p>Segundo Nakao, a preparação para o IPO (sigla em inglês para oferta inicial de ações) começou há cerca de dois anos. Faz parte de um projeto mais amplo de modernização do IRB, que preparou a empresa para o fim do monopólio. Foram instituídos um comitê independente de auditoria e mecanismos de controles internos, como regras de compliance e de gestão de processos. </p><p>Além disso, depois de 27 anos sem contratar, o IRB realizou três concursos públicos, admitiu quase 360 funcionários e criou uma diretoria diretoria comercial, baseada em Sâo Paulo. &quot;Precisamos ter um contato mais estreito com as seguradoras&quot;, diz Nakao. Em maio deste ano, o IRB contratou uma consultoria, a Boston Consulting Group, para continuar as mudanças.    </p><p>Antes da abertura de capital, é provável que haja uma mudança na estrutura acionária do IRB. Em outubro, o <a href="http://portalexame.abril.com.br/agencias/reuters/reuters-negocios/detail/irb-banco-brasil-planeja-estreia-resseguros-564922.shtml">Banco do Brasil anunciou que estava negociando a compra do controle da empresa</a>. Hoje, o IRB é controlado pelo governo e tem alguns bancos como sócios, entre eles, o Bradesco, o Itaú Unibanco e o próprio BB. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Corretora vai lançar fundo de ações "Rio 2016"]]></title>

<pubDate>Ter, 24 Nov 2009 20:03:35 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091124_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A corretora e gestora de recursos Petra vai lançar nos próximos meses um fundo de ações voltado para as Olimpíadas de 2016. O fundo - que provavelmente será batizado de &quot;Rio 2016&quot; - vai investir em papéis de empresas que, na avaliação da equipe de analistas da Petra, devem se beneficiar dos investimentos que serão feitos para o Rio de Janeiro sediar os Jogos.</p><p>A carteira de ações ainda não está definida, mas deve incluir papéis como os de empresas de aviação, aluguel de carros, logística (ALL e Log-In são as mais cotadas) e siderúrgicas, segundo Ricardo Binelli, diretor da Petra. &quot;Construtoras que tenham terrenos no Rio, como Cyrela, Brascan e Gafisa, também podem ganhar&quot;, diz ele. </p><p>&quot;É verdade que, no limite, praticamente todas as empresas se beneficiam indiretamente dos Jogos - por exemplo, o consumo de alimentos cresce, porque há mais turistas etc. Mas há setores em que as vantagens são mais evidentes&quot;, afirma.</p><p>Para Binelli, não é cedo demais para começar a investir nas ações dessas companhias. &quot;Os negócios têm início muito antes do evento em si, com as visitas de empresários e patrocinadores ao país, por exemplo&quot;, diz. Mas ele mesmo pondera que o grosso da valorização deverá vir em alguns anos. &quot;Estudamos colocar um prazo de carência no fundo, para enfatizar esse caráter mais de longo prazo.&quot;</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[IPO da Direcional Engenharia: um teste para o mercado?]]></title>

<pubDate>Seg, 23 Nov 2009 17:18:20 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091123_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A abertura de capital da Direcional Engenharia na última quinta-feira chamou a atenção do mercado pelo pequeno porte -- a empresa captou 241 milhões de reais, a menor oferta desde o IPO da grife de roupas Le Lis Blanc, que levantou 150 milhões de reais em abril de 2008. Nos dois primeiros dias de negociação, os papéis da Direcional valorizaram 4,5%, contra uma queda de quase 1% do Ibovespa. O comportamento das ações superou o desempenho dos recentes IPOs do mercado -- os papéis da empresa de tecnologia Tivit, por exemplo, caíram 9% desde o lançamento ocorrido no fim de setembro e as ações do Santander permanecem praticamente no mesmo patamar do lançamento realizado no começo de outubro.</p><p>A boa estreia da Direcional Engenharia na bolsa levantou a hipótese de que os investidores estariam novamente receptivos a ofertas menores -- alguns analistas, no entanto, acham que o caso da compahia é um ponto fora da curva. &quot;O mercado ainda não tem apetite para empresas desse porte&quot;, diz Walter Maciel, sócio da gestora de recursos Quest Investimentos, de São Paulo. Segundo os analistas, o IPO da Direcional não pode ser considerado um teste para o mercado porque parte da demanda estava &quot;garantida&quot; -- os controladores da empresa e a gestora de recursos Tarpon participaram da oferta, adquirindo mais de 20% das ações emitidas.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O barulho dos estrangeiros contra o novo IOF]]></title>

<pubDate>Qui, 19 Nov 2009 15:58:00 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091119_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Quem olha para o desempenho da bolsa brasileira hoje não chega a se assustar com a reação do mercado ao <a href="http://portalexame.abril.com.br/economia/governo-taxa-operacoes-adr-aliquota-1-5-513329.html"><strong><font color="#000000">novo IOF</font></strong></a> imposto pelo governo -- perto das 15h30, o Ibovespa caía cerca de 1%, acompanhando os mercados mundiais. Basta ouvir a manifestação dos investidores externos, porém, para perceber que a notícia foi mais do que suficiente para azedar o humor dos estrangeiros. &quot;O dinheiro está sendo aplicado em ativos brasileiros porque as pessoas estão confiantes com relação ao momento do país. Não entendo por que estão querendo derrubar essa confiança&quot;, disse Geoffrey Pazzanese, gestor do fundo americano Federated, em entrevista à Bloomberg.</p><p>A medida em si não parece ser o principal motivo da revolta dos estrangeiros -- a maioria dos analistas diz que não vai ser por uma taxa de 1,5% ou 2% que esses investidores deixarão de aplicar em empresas brasileiras. Além disso, o &quot;truque&quot; de comprar ADRs na bolsa de Nova York e pedir seu cancelamento para receber os papéis das empresas no Brasil e burlar a taxação local de 2% continua valendo, já que a cobrança do IOF ocorrerá apenas para as emissões de novas ADRs. O que incomoda os estrangeiros, na verdade, é a insegurança que esse tipo de iniciativa traz. &quot;É um sinal negativo para os investidores. Antes de anunciar a taxação, o governo deveria levar em consideração a percepção que os investidores terão das ADRs a partir de agora e os efeitos disso no longo prazo&quot;, diz Michael Crawford, investidor americano que aplica nas ações da Petrobras e da Vale <strong><u><font color="#000000">(</font></u></strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0953/financas/yes-petrobras-tambem-minha-501966.html"><strong><font color="#000000">leia mais sobre ele</font></strong></a><strong><u><font color="#000000">)</font></u></strong></p><p>O lado &quot;bom&quot; disso tudo, na opinião dos analistas, é que a medida deve beneficiar as ações da BM&amp;FBovespa. É provável que o movimento de migração de negócios para Nova York pare com o novo imposto -- essa, na verdade, foi a justificativa do governo ao anunciar a medida: equalizar as condições de estrangeiros e brasileiros. Segundo um relatório da corretora Link, desde que o IOF para investimentos estrangeiros na Bovespa foi anunciado, em meados de outubro, o volume de negócios com ADRs brasileiras em Nova York aumentou 20%, enquanto as transações na Bovespa cresceram apenas 12%.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O melhor resultado da década da Petrobras]]></title>

<pubDate>Qua, 18 Nov 2009 18:03:46 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091118_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A Petrobras teve o segundo maior lucro líquido entre as empresas das Américas no terceiro trimestre de 2009 e também nos últimos 12 meses, segundo uma pesquisa da consultoria Economática. Na comparação internacional, este é o melhor resultado da companhia na década - um desempenho que veio melhorando ano após ano. Em 2008, a Petrobras teve o 5º maior lucro da região; em 2007, o 9º maior; lá atrás, em 2000, estava na 18ª posição. </p><p>Há algumas explicações para a evolução da Petrobras. Uma delas é o crescimento da companhia nos últimos anos, em razão ao aumento da produção e da descoberta de novas reservas - o que elevou seu lucro em termos absolutos. &quot;Em 2009, com a queda dos preços do petróleo, o lucro da empresa chegou a diminuir, mas num ritmo bem menor que o das concorrentes no exterior. E isso contribuiu para melhorar sua posição no ranking&quot;, diz Flávio Conde, analista da Gradual Investimentos. </p><p>A desvalorização do dólar também ajudou, porque reduziu o impacto da dívida da Petrobras em moeda estrangeira. Fora isso, houve o impacto da crise mundial, que afetou muito mais o resultado de empresas americanas do que das brasileiras. Companhias como GE e Microsoft, que lucravam mais que a Petrobras, caíram algumas posições no ranking neste ano. </p><p>Mas, é claro, nem tudo são rosas. O Guilherme Fogaça e eu lemos relatórios de bancos e corretoras e conversamos com analistas que lembraram que o resultado operacional da Petrobras no terceiro trimestre deste ano, <a href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/lucro-petrobras-cai-r-7-3-bi-3o-trimestre-512352.html">divulgado recentemente</a>, foi apenas razoável. Um relatório da corretora Ativa destaca que a produção de petróleo ficou estável entre setembro e outubro, o que deve fazer com que a meta de produção de 2009 não seja cumprida.  </p><p>&quot;Não há problemas sérios na operação da Petrobras, mas é fato que os resultados pioraram um pouco&quot;, diz Luiz Rogé, diretor da consultoria InvestCerto. &quot;Além de a produção ter ficado estável, houve aumento das despesas em razão dos pesados investimentos que foram feitos em exploração.&quot; Rogé e a maioria dos analistas espera que haja alguma recuperação nos próximos meses, principalmente em razão da tendência de alta do preço do petróleo. A conferir. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Bolsa bate o recorde do ano e já sobe 129% desde outubro de 2008]]></title>

<pubDate>Ter, 17 Nov 2009 19:30:22 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091117_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>O Índice Bovespa subiu 1% hoje e fechou com a maior pontuação do ano, de 67 406 pontos. O recorde anterior havia sido batido em 19 de outubro, de 67 239. Nesta terça-feira, o mercado abriu em baixa, mas passou a subir seguindo a valorização da Bolsa de Nova York e o aumento dos preços das commodities lá fora. </p><p>Quando a bolsa registra marcos como o de hoje, é inevitável fazer algumas contas rápidas. Por exemplo: no ano, o ganho do Ibovespa chega a 80%. Em relação a março, quando houve um movimento de vendas, a valorização é de 86%. E, na comparação com outubro de 2008 -  quando o mercado chegou ao fundo do poço, no auge da crise global -, a alta é de incríveis 129%. Só para ficar mais evidente: em pouco mais de um ano, quem colocou 10 000 reais numa aplicação atrelada ao Ibovespa acumulou quase 23 000 reais. Nada mau. </p><p>Olhando pela retrovisor, muita gente diz que era óbvio que as ações estavam barata em outubro de 2008 - e que esse era um ótimo momento de compra. Mas eu me lembro de ter entrevistado diversos consultores, analistas e gestores de recursos na época - e a maioria recomendava cautela. Com os governos tendo de despejar bilhões de dólares para salvar empresas e, principalmente, bancos à beira da falência, ninguém arriscava dizer, com convicção, que havia ações baratas na bolsa. Eu não investi em ações em outubro, só voltei a ficar um pouco mais confiante em dezembro. E vocês, o que fizeram? Alguém dobrou o patrimônio?</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Pode haver mais mudanças no BC, diz Santander]]></title>

<pubDate>Ter, 17 Nov 2009 14:14:00 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091117_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A saída de Mário Torós da diretoria de política monetária do Banco Central, <a href="http://portalexame.abril.com.br/agencias/reuters/reuters-negocios/detail/mario-toros-deixa-bc-meirelles-indica-aldo-luiz-mendes-600292.shtml">anunciada ontem</a>, pode dar início a um processo de mudanças no BC - que poderia terminar com a saída de Henrique Meirelles. É o que diz um relatório divulgado hoje pela equipe econômica do Santander, coordenada por Alexandre Schwartsman. A saída de Meirelles, diz o documento, ocorreria até março de 2010, &quot;caso ele decida concorrer a algum cargo eletivo nas eleições de outubro&quot;.</p><p>Segundo os economistas do Santander, é esperada há algum tempo pelos investidores a troca de diretores do BC considerados mais linha-dura no combate à inflação. Seria o caso de Torós e de Mário Mesquita, diretor de política econômica. O substituto de Torós, Aldo Mendes, ex-Banco do Brasil, tem um perfil &quot;menos ortodoxo, um pouco mais tolerante em relação à inflação&quot;, diz o relatório. </p><p>É para ficar preocupado? Na avaliação do Santander, não. Segundo os economistas, a troca &quot;não deve assustar os mercados&quot;. Por enquanto, não houve grandes oscilações no mercado futuro de juros nem na bolsa - por volta das 14 horas, o Ibovespa operava com uma queda de 0,5%.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O efeito Vivendi nas ações do setor de telefonia]]></title>

<pubDate>Seg, 16 Nov 2009 13:33:54 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091116_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Um relatório divulgado hoje pela Ativa Corretora ajuda a responder o comentário que o leitor Rogério fez no post anterior sobre os possíveis efeitos da aquisição da GVT pelo grupo francês Vivendi nas ações da Telesp. &quot;O impacto desta notícia é negativo para a Telesp, que não só deixou de adquirir um ativo de grande qualidade e complementaridade a suas operações, como também deverá passar a enfrentar um forte concorrente no estado de São Paulo em um futuro não muito distante&quot;, diz o relatório. Segundo a corretora, a chegada da Vivendi também pode afetar, em menor grau, os resultados da Oi e da Net Serviços, já que o grupo francês tem experiência no segmento de mídia e pode acelerar a estratégia da GVT de atuar no mercado chamado de <em>triple play --</em> oferta de TV paga, banda larga e telefonia empacotados.</p><p>No pregão de hoje, porém, os investidores não parecem preocupados com a chegada da Vivendi. As ações da Telesp estão em alta de 0,5%, enquanto os papéis da Net sobem 0,2% e os da Telemar, controladora da Oi, avançam 0,8%.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Vivendi aumenta oferta em 33% e leva GVT]]></title>

<pubDate>Sex, 13 Nov 2009 19:10:27 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091113_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[O grupo francês Vivendi levou a melhor na disputa pela empresa de telefonia GVT e adquiriu o controle da companhia nesta sexta-feira. O valor de 56 reais oferecido hoje é 33% maior do que a primeira oferta feita pela Vivendi, em setembro, e representa uma alta de 3% em relação ao fechamento dos papéis no pregão de hoje. Nas últimas semanas, Vivendi e Telefônica travaram uma batalha pública pela GVT, anunciando lances ao mercado para adquirir o controle da companhia. O desfecho do negócio, porém, aconteceu em uma negociação privada entre a Vivendi, os acionistas controladores da GVT e outros acionistas menores que possuíam participações importantes na companhia, como fundos de investimento. A oferta será estendida a todos os minoritários. Dependendo da aceitação, a Vivendi poderá fechar o capital da GVT, que deixaria de ser listada na Bovespa. O que vocês acharam da conclusão do negócio? ]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Mau humor no fim do pregão]]></title>

<pubDate>Qui, 12 Nov 2009 18:39:06 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091112_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Depois de oscilar entre altas e baixas modestas ao longo do dia, o Índice Bovespa passou a cair bastante no fim do pregão e fechou com desvalorização de 3%, em 64 447 pontos. Parte desse movimento, segundo os analistas, se deve à vontade dos investidores de realizar lucros. &quot;Os investidores estão um pouco cansados da exuberância dos últimos meses&quot;, diz Rossano Oltramari, sócio da consultoria financeira XP Investimentos. &quot;O volume financeiro de hoje foi muito alto, o que mostra que investidores graúdos venderam grandes blocos de ações e empurraram o índice no fim do dia.&quot;</p><p>Outro motivo pode ser a reação ao comunicado feito ontem pelo governo chinês, que deu a entender que o país pode mexer na taxa de câmbio e valorizar um pouco o yuan. O que isso tem a ver com a bolsa brasileira? Walter Maciel, sócio da gestora Quest Investimentos, explica: &quot;Hoje, cada vez mais investidores estão buscando aplicar em países emergentes para ganhar com a valorização de suas moedas frente ao dólar. Na China, isso não é possível porque o câmbio é fixo e depreciado. Se o dinheiro não vai para lá, vai para outros lugares, como o Brasil. Caso o governo chinês mude a política cambial, o fluxo de capital para lá deve aumentar - e, por consequência, diminuir em outros locais. Uma mudança desse tipo na China também tiraria um pouco da pressão sobre o dólar e poderia diminuir o carry trade nos Estados Unidos (prática que consiste em tomar dinheiro emprestado nos Estados Unidos com juros baixos e aplicar em ativos que prometem altos retornos, como as ações de países emergentes). Acho que muitos investidores passaram o dia digerindo essas informações e, agora, decidiram vender.&quot; <br /> <br />Fora isso, algumas empresas que divulgaram resultados hoje decepcionaram os investidores - caso de Pão de Açúcar, TAM e Lupatech. As ações dessas companhias fecharam em baixa de 4%, 6% e 5% hoje, respectivamente.  </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Vai faltar energia. Compre MPX, diz consultoria]]></title>

<pubDate>Qua, 11 Nov 2009 12:20:06 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091111_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Em meio às discussões sobre o apagão que atingiu diversos estados do país na noite de ontem, o analista Felipe Miranda, da recém-criada consultoria financeira Empiricus Independent Research, escreveu um relatório interessante (e bem enfático) sobre os problemas -- e as oportunidades -- do setor de energia elétrica. Segundo ele, o crescimento da economia brasileira na próxima década deve provocar falta de energia no país. &quot;E isso vai acontecer para o curto prazo, em dois anos, não tenha dúvida&quot;, diz o relatório.</p><p>Diante desse cenário, Miranda destaca como uma ótima oportunidade as ações da MPX, a empresa de geração de energia elétrica do empresário Eike Batista. A vantagem, segundo ele, é que a companhia comprou blocos de exploração de gás e carvão -- uma alternativa às demoradas obras hidrelétricas. &quot;E o principal: é a única empresa das Xs que vale 50% do preço do IPO -- todas as outras superaram este preço, mostrando uma operação de sucesso&quot;, diz Miranda, referindo-se à mineradora MMX, à empresa de logística LLX e à empresa de petróleo OGX. Neste ano, as ações da MPX subiram 252%, enquanto os papéis da MMX avançaram 359%, os da LLX, 397% e os da OGX, 169%.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Bolsa sem apagão - e subindo]]></title>

<pubDate>Qua, 11 Nov 2009 11:18:45 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091111_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>O Índice Bovespa abriu o pregão de hoje em alta de mais de 1%. Nesse ritmo, pode bater o recorde de 67 239 pontos atingido em 19 de outubro (por volta das 11h15, o indicador estava em cerca de 67 000 pontos).</p><p>Os investidores estão otimistas com o número impressionante do crescimento da produção industrial da China em outubro, divulgado em outubro - a alta foi de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior, a maior taxa desde março de 2008. Fora isso, as vendas no varejo também aumentaram 16% nesse intervalo.  </p><p>O Guilherme Fogaça e eu ligamos para a Bovespa e algumas corretoras agora cedo, para saber se o apagão afetou os sistemas de negociação - e, até agora, está tudo normal. Se vocês souberem de algum problema, escrevam para cá. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Resseguradora brasileira na América Latina]]></title>

<pubDate>Ter, 10 Nov 2009 19:19:05 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091110_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A resseguradora brasileira JMalucelli Re, que neste ano é a terceira maior do país por volume de prêmios, já começou a se movimentar para expandir sua operação para a América Latina. A companhia recebeu autorização dos órgãos reguladores de Argentina, Equador, Uruguai e República Dominicana para vender resseguro desses países. &quot;Estamos negociando com as entidades de todos os outros países da região&quot;, diz Alexandre Malucelli, presidente da resseguradora. </p><p>A JMalucelli foi fundada em junho de 2008, logo depois da abertura do mercado de resseguros no Brasil (que, antes, era monopólio do estatal IRB). É controlada pelo Paraná Banco, que tem capital aberto - neste ano, as ações do banco subiram 330%. </p><p>O próximo passo, segundo Alexandre Malucelli, é começar a recrutar executivos que trabalham no setor de seguros e resseguros em Miami. &quot;Esse é um tradicional centro de resseguros para as Américas e, agora, o Brasil pode começar a se transformar em um&quot;, disse ele, otimista.</p><p>Resseguro, só para lembrar, é o seguro do seguro. Funciona assim: quando uma seguradora não pode ou não quer arcar com o risco de ter de pagar uma grande indenização, ela repassa parte desse risco para uma resseguradora. Desde o fim do monopólio do IRB, esse setor vem passando por uma transformação no Brasil.  </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Crescimento à vista]]></title>

<pubDate>Seg, 09 Nov 2009 17:33:45 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091109_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Os resultados do terceiro trimestre divulgados até agora mostram que muitas empresas ficaram mais otimistas com relação ao futuro de suas operações. Algumas companhias revisaram para cima as expectativas de crescimento para os próximos trimestres. No setor de varejo, a Lojas Americanas divulgou um plano de expansão agressivo, prevendo a abertura de 400 novas lojas durante os próximos quatro anos. Na área de construção civil, a MRV, incorporadora dedicada a imóveis de baixa renda, elevou a expectativa de vendas para 2009. A previsão, que estava entre 2,4 bilhões de reais e 2,9 bilhões de reais, passou para a faixa de 2,8 bilhões de reais a 3 bilhões de reais. Na Gafisa, o cenário também é animador. A empresa prevê que o total de lançamentos no último trimestre de 2009 seja o dobro do alcançado no terceiro trimestre. O que essa onda de otimismo significa para os acionistas? Um dos possíveis efeitos é a valorização dos papéis, já que a maioria dos investidores usa a expectativa de crescimento das empresas como base para decidir suas aplicações.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Queiroz Galvão próximo de fechar negócio com sócio na área de óleo e gás]]></title>

<pubDate>Seg, 09 Nov 2009 12:47:00 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091109_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>O Grupo Queiroz Galvão, um dos 60 maiores do Brasil, é mais conhecido pelos seus negócios na área de construção - que respondem por cerca de 50% da receita do grupo -, mas tem um importante braço no setor de energia. A Queiroz Galvão Óleo e Gás (QGOG), nome da subsidiária, tem experiência como prestadora de serviços para as produtoras de petróleo e começou, há pouco, a fazer perfuração em águas profundas. Atualmente, representantes da QGOG negociam a venda de parte da subsidiária para um sócio estrangeiro.</p><p>Como outras companhias nacionais da área do petróleo, a QGOG viu as estimativas de investimentos  futuros explodir com as descobertas do pré-sal. Caso queiram manter suas fatias de mercado, essas companhias terão que levantar capital - e uma forma de fazer isso é buscar um sócio estrangeiro. Pelo que consta, o interesse dos grupos internacionais é grande. Muitos deles querem se posicionar para participar da exploração do pré-sal. Se os executivos da QGOG fecharem o negócio, poderão dar início a uma tendência no setor das prestadoras de serviços da área de petróleo. Procurada, a empresa não confirmou a informação.   <br /> </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[40 000 entram na bolsa em outubro]]></title>

<pubDate>Sex, 06 Nov 2009 21:11:24 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091106_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A Bovespa informou hoje que o total de pessoas físicas que investem diretamente em ações subiu para 555 768 em outubro - o que significa que cerca de 40 000 passaram a aplicar na bolsa. É um recorde. Até então, o maior número havia sido o de novembro de 2008, de 548 706. </p><p>O curioso é que, como outubro foi um mês super volátil, não dá para saber se os investidores que decidiram entrar na bolsa nesse mês acertaram ou erraram. Talvez uma parte deles tenha aproveitado os dias de baixa da bolsa (o Ibovespa quase caiu abaixo dos 60 000 pontos) para comprar pagando barato. </p><p>Mas também pode ser que o mercado tenha sido invadido pelos &quot;panic buyers&quot;, aqueles investidores que se desesperam ao ver a bolsa subir e aplicam com medo de perder novas valorizações (<a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0954/financas/seu-dinheiro-505429.html?page=full">leia</a> uma entrevista interessante de Eduardo Lopes, diretor no Brasil da gestora americana Ashmore, sobre isso, feita pelo Guilherme Fogaça).</p><p>PS: Um leitor chamou a atenção para o desempenho das ações de small caps neste ano. De fato, esses papéis estão subindo bem mais que a média do mercado. Enquanto o Ibovespa acumula uma alta de 72% em 2009, o Índice Small Cap tem uma valorização de 111%. Vou apurar mais sobre isso na próxima semana, para explicar os motivos e falar das empresas com os melhores desempenhos. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que o desemprego americano não é tão ruim assim (ao menos, para os investidores)]]></title>

<pubDate>Sex, 06 Nov 2009 17:05:05 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091106_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Foi <a href="http://portalexame.abril.com.br/internacional/eua-cortam-190-mil-vagas-desemprego-atinge-10-2-510606.html">divulgado hoje</a> um dos números mais esperados da semana: a taxa de desemprego nos Estados Unidos. Ficou em 10,2%, o maior nível desde abril de 1983. Além disso, foram fechadas 190 000 vagas no mês, mais do que a previsão média de 175 000 do mercado. Ainda assim, as bolsas americanas passaram a subir depois do anúncio dos números - e a Bovespa passou a cair menos. </p><p>O que explica isso, segundo muitos analistas, é uma questão sutil de expectativas - na linha do &quot;tudo é relativo&quot;. &quot;Ok, o corte de vagas foi maior que o esperado, mas é menor que os cortes registrados em meses anteriores. Isso indica que há uma recuperação em curso no mercado de trabalho&quot;, diz Roberto Padovani, estrategista de investimentos para a América Latina do banco WestLB. Fora isso, a estimativa média para o desemprego americano era de 9,9% - um número bem próximo do que foi divulgado. </p><p>Parece pouco para justificar otimismo. E é mesmo. Hoje, o Nobel de economia Edmund Phelps <a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aEFTPh7c2WrQ&pos=3">deu uma entrevista</a> dizendo que a recuperação americana pode &quot;perder o gás&quot;. Ele afirmou que a economia está &quot;entrando nos eixos&quot;, mas ressaltou que &quot;a nova normalidade&quot; deverá ser um cenário de crescimento mais baixo e desemprego mais alto. Resta saber se as bolsas já colocaram isso no preço.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Itaú será a marca do varejo do Itaú Unibanco]]></title>

<pubDate>Qua, 04 Nov 2009 16:30:15 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/diretodopregao/20091104_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Em geral, não me agrada aquela clássica expressão jornalística &quot;como adiantou a revista (ou o jornal, ou o blog) tal&quot;, sempre usada para lembrar quem deu determinado furo. Não me agrada porque é muito usada e, quase sempre, para fatos que não são tão importantes assim.Dito isso, vou abrir uma exceção. Ontem, Silvio de Carvalho, diretor-executivo de controladoria do Itaú Unibanco, disse a jornalistas e analistas de mercado que &quot;no varejo, vai prevalecer a marca Itaú&quot;. Ainda que tardiamente, o banco confirmou a informação divulgada numa matéria de EXAME que circulou no final de abril com o título <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0942/financas/velocista-466906.html">&quot;O velocista -liderada por Roberto Setubal, a integração do Itaú Unibanco acontece num ritmo bem mais acelerado que a média de fusões desse porte. Mas é bom lembrar: o trabalho mais difícil começa agora&quot;.</a> O trecho da matéria sobre a marca dizia o seguinte: &quot;internamente já está definido que, no varejo, prevalecerá o nome Itaú. &quot;A marca Itaú é muito valiosa, não faz sentido nenhum jogá-la fora ou mudá-la&quot;, diz Pedro Moreira Salles, presidente do conselho. Segundo uma pesquisa da consultoria Interbrand, a marca Itaú é a mais valiosa da América Latina e vale 10 bilhões de reais - o dobro da marca Unibanco&quot;. Com esse post, caro leitor, quero apenas reiterar o nosso compromisso - jornalistas da equipe de finanças da EXAME e do blog Direto do Pregão - de sempre buscar informações relevantes e em primeira mão para você.</p>]]></description>

</item>
  
				 
				 
</channel>
</rss>