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4Tb está bom pra você?
Por Osmar Lazarini | 05/11/2009 - 20:24

 Existem consumidores vorazes por espaço em disco. Gente obcecada por vídeos em alta qualidade, profissionais das artes digitais em geral, videomakers( estes os mais vorazes),colecionadores de mp3.
Pra todos estes o HD é a peça fundamental de seus equipamentos e não há backup em disco que dê jeito, mesmo os Blu-rays com seus parcos 25GB, não dão conta .
Tudo isso representa uma demanda enorme por storages  escaláveis e a MTek acaba de por no mercado um case que pode te prover de nada menos que 4 Terabytes.
Storages corporativos assim tem aos montes, em casa e a custo baixo é que é o grande pulo do gato dessa história.
O DualCase tem cara de Mac Pro e comporta dois HDs, ou seja, se você conseguir dois HDs de 3,5" como os Western Digital, os mais robustos em espaço atualmente com 2TB, você terá conquistado o prazer de ter espaço de sobra.
Os HDs podem ser Sata I ou II e permitem velocidades de trasferência de até 3Gbps através da conexão e-Sata, além de dispor de uma USB 2.0 universal que chega a 480mpbs.
O acessório tem seis modos de configuração (Mirror, Fast, Big, Dual, Safe33 e Safe50) o que garante o armazenamento de arquivos com rapidez e segurança.
No modo Mirror, o case grava todos os dados em duplicidade nos dois HDs para protegê-los contra perda de informação por falha de uma unidade.
Também não necessita ser instalado, basta plugar e "pedalar" pois é compatível com Windows 2000/XP/Vista e Mac OS.
Os Hds são comprados separadamente, lá fora custa cerca de 300 dólares. O case MTek temk preço sugerido de 220 reais.

No site da MTek tem vários outros modelos .

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Notes e Netbooks Samsung
Por Osmar Lazarini | 04/11/2009 - 16:13

A Samsung anunciou para o final de novembro a comercialização de seus notebooks e netbooks no Brasil.
São modelos que vão de telas de 10,1 a 14 polegadas conforme o modelo.
A explicação para esta estratégia é simples, há demanda de sobra no Brasil, tanto para equipamentos de entrada quanto para modelos que funcionam como um segundo computador.
Nem vou entrar em muitos detalhes técnicos, afinal os netbooks basicamente as mesmas máquinas que já abundam no mercado.Processadores Atom, 160Gb de disco, 1Gb de Ram e bateria durável, tudo na faixa de 1500 reais. Muda o design, e no caso da Samsung tem pretos, laranjas e azuis.
No caso dos notebooks a Samsung traz o que sabe fazer de melhor: telas.
As telas LED HD dos equipamentos são uma promessa, mas voltarei aqui para falar delas assim que experimentar uma. Se forem diamantes feito as telas de AMOLED, será o gol do ano em portáteis.
A Samsung é velha conhecedora do mercado nacional, já está por aqui desde 1986 e sabe bem que esse nicho não aceita desaforos, só sobrevive os excelentes.

O modelo de ponta promete, mas o preço é meio salgado.

X420

- Dimensões altura x largura x profundidade: 338x 235x 23.2 mm

- Peso: 1.76 Kg

- Tela: 14 polegadas widescreen 16:9 HD (1366 x 768)

- Webcam: SIM (1.3 megapixels)

- Processador Intel® Core™ 2 Duo Processor SU7300 (1.30 GHz, 800 MHz, 3 MB)

- Disco Rígido: 320 GB

- Memória: 4GB DDR3 / 2GB x 2

- Sistema Operacional: Windows Home 7 Premium

- Retro iluminação: LED HD

- Bateria: 6 células – 9 horas de duração

- Conexões: Wireless (802.11b/g/n), Bluetooth 2.1, três (3) entradas USB 2.0, uma (1) VGA, uma (1) HDMI e leitor de cartões 3 em 1 (SD, SDHC, MMC)

- Preço sugerido: R$ 3.599,00

 

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Processador de 100 núcleos
Por Osmar Lazarini | 30/10/2009 - 16:59

O que dá pra fazer com um processador de 100 núcleos?
Por enquanto apenas intuir. Sistemas complexos, equipamentos
de medicina compactos talvez, inteligência artificial, games ultra realistas, o fato é que um poder de processamento nesse nível eleva a robóticaa um nível de resposta que ainda não sei se a inteligência de software está preparada para tanto.
Velocidade é apenas uma das possibilidades de um dispositivo desses.
Estou falando de um recente anúncio da Tilera, chamado de Tile-GX http://www.tilera.com/products/TILE-Gx.php, um chip contendo até 100 núcleos de processamento.
Não é um chip especialista, é de uso geral, inicialmente para servidores, mas que pode muito bem equipar equipamentos pessoais em pouco tempo pois conversa com sistemas x86, ou seja, Windows e Linux.
Falando um "tecnês" mais profundo , a arquitetura usada nesses núcleos de 1.5GHZ cada, é uma variante da MIPS- a mesma dos Risc da família playstation.
É uma estratégia ousada ir pra cima de Intel e AMD com um anúncio assim. A AMD, por exemplo, fala de seu Opteron de 12 cabeças ainda e a Intel está badalando seus Nehalem de 8 núcleos.
A empresa ainda fala de versões "menores" com 16, 32 e 64 núcleos.
É perfeitamente possível e, foi anunciado no renomado site Goodgearguide(http://www.goodgearguide.com.au/article/323692), mas ainda é um vaporware prometido para o mercado de 2011 e esperamos que não seja mais um pequena empresa que faz um anúncio espetacular, não sobrevive e desaparece sem deixar rastros.

 

 

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Vai um Kindle?
Por Osmar Lazarini | 27/10/2009 - 19:44

 O leitor de e-books da Amazon, o Kindle, ganhou uma versão brasileira e chega ao país aclamado com a grande revolução em matéria de leitura.
Eu não posso me furtar de dar minha opinião. Que fique bem claro que é pessoal.
Eu fui até o Infolab, o laboratório da INFO e fui recebido pelo engenheiro chefe, Luís Cruz que me apresentou dois modelos, o Kindle Brazuca e o Kindle DX. A versão DX é a americana com uma telona de 9,7", um senhor trambolho. A brazuca já é bem mais discreta, telinha de 6", um tecladinho e uma moldura que consumem bela parte da área útil .
O que me incomoda na verdade é o preço. Gastar cerca de mil reais por um gadget que tem cara e usabilidade de hardware ultrapassado me incomoda muito.
Eu pagaria mil reais por uma tela AMOLED e seus milhões de cores. A do Kindle é gradiente cinza. Tudo bem, todo livro é preto e branco. Mas isso não é motivo para nivelá-lo ao livro.
O gadgets da Info está repleto de fotos legais http://info.abril.com.br/noticias/blogs/gadgets/miscelanea/na-mao-o-kindle-brazuca/
Outro incômodo é não ler PDF, mas isso tem dois atenuantes, seria um tiro no pé - o que eles querem mesmo é vender livro e não que a galera saia baixando. Outro atenuante é que existem freewares que já convertem formatos diversos para os formatos legíveis pelo Kindle.
A tela não é sensível ao toque e a navegação se dá pelos botões laterais. Cabe cerca de 1500 livros dentro dele, mas isso não significa muito para mim, um ávido leitor de em média três livros por ano, não pretendo chegar aos 500 anos de vida, nem iria querer passar a vida de Kindle na mão.
Mas ele tem seus charmes muito bem defendidos pelo super Luizão do Infolab. A busca funciona, existe fartíssima quantidade de títulos, estes são bem mais baratos que seu formato impresso, jogam no time da sustentabilidade - digitais não matam árvores-.
Outras coisas legais, ele toca audiolivros em mp3, sim tem saída de áudio. Ele também "lê" o livro para você, por enquanto em inglês.
Vêm com 3G embutido que não é tarifado pela operadora
Ok, o Kindle é legal, mas precisava custar mil pratas?
Tudo bem, comprando direto da Amazon, chega aqui por uns 750 reais.
Eu pagaria 200 reais, é o preço que custa um similar Xing Ling. Mas quer saber? Nem 200, acho que isso não vai ganhar o brasileiro.
Minha proposta: Amazon, tasca aí uma bela tela, joysticks, games, tocador de DivX, conversores de arquivo, wi fi, etc. Aí começa a conversa, mais up to date, pelo menos.

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Funk no iPhone
Por Osmar Lazarini | 26/10/2009 - 11:59
Nosso blog continua no firme propósito de informar , porém uma inutilidade vez ou outra não faz mal a ninguém, hora do recreio.
Para os que tem tempo de sobra para se divertir ou simplesmente
para desperdiçar, a MusiGames lançou um aplicativo interessante, trata-se do lúdico MixBox Baile Funk.
O game não te servirá caso você resolva trocar a vida executiva por um cargo de MC de baile funk, mas é mais divertido que ouvir jazz com a cabeça quente.
Você só precisa gravar algumas falas no iPhone ou no iPod Touch e o aplicativo manipula os blocos de voz para deixar tudo com cara de música.
Mesmo quem odeia funk acaba se divertindo quando se trata de fazer os próprios sons.
O game está disponível na iTunes Store pela bagatela de Us$ 1.00 - sim, eu disse um dólar.
Pronto, agora você está apto a compor o funk da bolsa, mãos à obra.
Confira no vídeo o Funk do James Bond.
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Osmar Lazarini
Gerente de Produto do Portal Exame e escreve sobre tecnologia pessoal no Portal.
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