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Poltrona massagista
Por Osmar Lazarini | 16/11/2009 - 19:17

Hoje eu fui assistir um dos Seminários INFO no Blue tree e na hora do almoço dei aquele básica circulada ali pelo Shopping Morumbi, em São Paulo.
Estava passando em frente ao show room da Panasonic e apenas estiquei o pescoço pra ver se via a câmera MDC-TS1, aquela à prova d'água do meu último post. Pura curiosidade porque neste show room eles expõe equipamentos desmontados.
Não achei a câmera mas mal passei os olhos por uma poltrona - dessas estilo "poltrona do papai"- e uma vozinha feminina me soprou um - Quer experimentar?
Aí sim me dei conta de que era uma poltrona com recursos de massagem, mas não dessas comuns que vemos por aí. Tinha um painel de controle que parecia de uma espaçonave.


Aceitei.
A tal poltrona não estava de brincadeira, escaneou minha coluna, ajustou-se ao meu corpo suavemente e mãos à obra. Bem, não eram mãos, eram roletes fortes e poderosos fazendo massagens muito bem sincronizadas. O painel ia mostrando os pontos do corpo que estavam sendo massageados - quase tudo - pescoço, costas, trapézios, pernas, braços,pés, mãos.
A vendedora tinha ajustado no modo Quick, que faz um mix de shiatsu, profunda, alongamento e sueca.
Confesso que já experimentei diversos equipamentos de massagem mas nada comparado a tal Real Pro Ultra EP30005.
Na hora pensei no meu pai e na minha mãe. Ele sofre de Parkinson, um problema e tanto para suas funções motoras e minha mãe tem 3 AVCs no currículo.
A mocinha me disse não estava à venda na loja, mas que custava 16.000 reais.
Como dizia o bom e velho apresentador de TV:
- Vamos abrir as portas da esperança!
Pai, mãe, esse ano não vai dar, mas os dados da vida rolam rápido.

Separei dois links que dão uma boa idéia do poder desta massagista
http://www.renattoneves.com.br/2009/01/15/ces-2009-cadeira-de-massagem-panasonic-ep30005-ultra-deep/

http://www.panasonicmassagechairs.com/EP30005U-bl.html

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Câmera radical
Por Osmar Lazarini | 13/11/2009 - 12:43

A Panasonic está lançando uma nova câmera digital no Brasil. Sucesso no exterior, o grande chamariz do modelo MDC-TS1 é ser à prova d'água, de choque e poeira.
Não é comum perder as fotos da  lua-de-mel por conta de uma ondinha traiçoeira? As da minha cunhada, foram-se.
Fiquei uns dez dias com a câmera, nos primeiros fiquei só navegando pelos menus, tirando fotos convencionais e ainda critiquei mentalmente quem testou antes de mim pois a moldura do visor dava sinais de um belo tombo. Ela estava funcionando e ja tinha sobrevivido ao "São Tomé" anterior a mim.
Se fosse pra ficar nos specs, eu nem testaria.
Specs cabe em uma linha: 12.1 MP, 4.6x de zoom ótico, abertura 28-128mm e um generoso visor 2.7" ou então economizar tempo e fazer o óbvio: Consultar os especialistas que já avaliaram - por exemplo, o imaging-resource faz isso muito bem, veja.
Mas eu gosto de ter um equipamento, usar como um leigo, dar opinião de usuário e ajudar como se fosse um profissional.

Vídeo
De cara foi o que mais gostei. Um único botão de filmar logo acima dos botões de navegação do menu complica o usuário acostumado com as câmeras tradicionais mas é muito prático e filma em uma versão "lite" HD. O formato é AVCHD http://pt.wikipedia.org/wiki/AVCHD ou Avançado de Vídeo de Alta Definição, que utiliza o codec h.264 que consegue uma compressão melhor que mpeg 2 das câmeras DV, sem muita perda de qualidade.
Pelo que pude sentir, a qualidade é a mesma de uma mini DV.

Fotos embaixo d'água
Não é comum mas é divertido. Fotografar brincando na piscina em um belo dia de sol, especialmente para quem tem criança, é um momento raro para quem não tem uma câmera assim. Nativamente, sem caixas de proteção, passei umas boas duas horas tirando fotos das crianças sem me preocupar
com a câmera. Tirei até embaixo  d'água, este na foto do post sou eu.
Na verdade eu acho que toda câmera devia ser assim robusta. Chega de equipamento dondoca.
Mas o manual é específico, 3m por 60 minutos. Não é uma cêmera de mergulho, no máximo para uma brincadeira de snorkel.

Dentre as as coisas que não gostei, a falta de um visor ótico para um enquadramento mais decente,  bateria e cabos USB proprietários - perdeu, esqueceu, rodou. E um golpe fatal, o visor da lente embaçou levemente depois do meu dia de piscina. Curou-se com 5 minutos de sol, mas me deu a impressão de que ela resiste à choque, mas não a exageros.

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Óculos tradutor
Por Osmar Lazarini | 10/11/2009 - 17:44

Exigir profissionais poliglotas em pouco tempo será obsoleto.
Parece impossível um óculos tradutor?
Pois saiba que tecnicamente não é. Um dos primeiros posts nesta minha encarnação de blogueiro Exame já apontava para um aparelho capaz de realizar traduções instantâneas, veja aqui .
Processadores como Cell, que equipa os Playstation 3, são aptos a trabalhar com comparação de padrões, como é o caso das línguas e realizar tarefas de tradução coma velocidade necessária para uma conversação.
Agora foi a gigante NEC que diz ter criado óculos capazes de ouvir uma língua estrangeira e projetar um feixe de tradução diretamente nos olhos do usuário.

Chama-se TeleScouter e é baseado em reconhecimento de voz e um servidor  de aplicações especialista em tradução. Para a captação os óculos se valem de microfone e câmera para captar o interlocutor externo, os dados são transmitidas para um pequeno computador portátil e retransmitida a um servidor remoto TeleScouter que fornece uma tradução retina. O texto aparece como legendas, ou seja, óculos legendados.
Eu não experimentei mas imagino que os anos assistindo filmes legendados devam serir como treinamento no uso desta tecnologia.
Como eu disse na matéria anterios sobre dispositivos, ter o conhecimento da língua inglesa é uma coisa, mas tente conversar em mandarim. Pior que mandarim, só um chinês falando inglês.
A NEC diz que vai lançar o dispositivo no próximo ano.

Os tadutores web ainda parecem bastante atrasados, as traduções costumam ser do tipo "Mim Tarzã, você Jane", mas muito vem sendo estudado neste campo e isso promete ser uma ferramenta indispensável para empresas realmente globais.

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4Tb está bom pra você?
Por Osmar Lazarini | 05/11/2009 - 20:24

 Existem consumidores vorazes por espaço em disco. Gente obcecada por vídeos em alta qualidade, profissionais das artes digitais em geral, videomakers( estes os mais vorazes),colecionadores de mp3.
Pra todos estes o HD é a peça fundamental de seus equipamentos e não há backup em disco que dê jeito, mesmo os Blu-rays com seus parcos 25GB, não dão conta .
Tudo isso representa uma demanda enorme por storages  escaláveis e a MTek acaba de por no mercado um case que pode te prover de nada menos que 4 Terabytes.
Storages corporativos assim tem aos montes, em casa e a custo baixo é que é o grande pulo do gato dessa história.
O DualCase tem cara de Mac Pro e comporta dois HDs, ou seja, se você conseguir dois HDs de 3,5" como os Western Digital, os mais robustos em espaço atualmente com 2TB, você terá conquistado o prazer de ter espaço de sobra.
Os HDs podem ser Sata I ou II e permitem velocidades de trasferência de até 3Gbps através da conexão e-Sata, além de dispor de uma USB 2.0 universal que chega a 480mpbs.
O acessório tem seis modos de configuração (Mirror, Fast, Big, Dual, Safe33 e Safe50) o que garante o armazenamento de arquivos com rapidez e segurança.
No modo Mirror, o case grava todos os dados em duplicidade nos dois HDs para protegê-los contra perda de informação por falha de uma unidade.
Também não necessita ser instalado, basta plugar e "pedalar" pois é compatível com Windows 2000/XP/Vista e Mac OS.
Os Hds são comprados separadamente, lá fora custa cerca de 300 dólares. O case MTek temk preço sugerido de 220 reais.

No site da MTek tem vários outros modelos .

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Notes e Netbooks Samsung
Por Osmar Lazarini | 04/11/2009 - 16:13

A Samsung anunciou para o final de novembro a comercialização de seus notebooks e netbooks no Brasil.
São modelos que vão de telas de 10,1 a 14 polegadas conforme o modelo.
A explicação para esta estratégia é simples, há demanda de sobra no Brasil, tanto para equipamentos de entrada quanto para modelos que funcionam como um segundo computador.
Nem vou entrar em muitos detalhes técnicos, afinal os netbooks basicamente as mesmas máquinas que já abundam no mercado.Processadores Atom, 160Gb de disco, 1Gb de Ram e bateria durável, tudo na faixa de 1500 reais. Muda o design, e no caso da Samsung tem pretos, laranjas e azuis.
No caso dos notebooks a Samsung traz o que sabe fazer de melhor: telas.
As telas LED HD dos equipamentos são uma promessa, mas voltarei aqui para falar delas assim que experimentar uma. Se forem diamantes feito as telas de AMOLED, será o gol do ano em portáteis.
A Samsung é velha conhecedora do mercado nacional, já está por aqui desde 1986 e sabe bem que esse nicho não aceita desaforos, só sobrevive os excelentes.

O modelo de ponta promete, mas o preço é meio salgado.

X420

- Dimensões altura x largura x profundidade: 338x 235x 23.2 mm

- Peso: 1.76 Kg

- Tela: 14 polegadas widescreen 16:9 HD (1366 x 768)

- Webcam: SIM (1.3 megapixels)

- Processador Intel® Core™ 2 Duo Processor SU7300 (1.30 GHz, 800 MHz, 3 MB)

- Disco Rígido: 320 GB

- Memória: 4GB DDR3 / 2GB x 2

- Sistema Operacional: Windows Home 7 Premium

- Retro iluminação: LED HD

- Bateria: 6 células – 9 horas de duração

- Conexões: Wireless (802.11b/g/n), Bluetooth 2.1, três (3) entradas USB 2.0, uma (1) VGA, uma (1) HDMI e leitor de cartões 3 em 1 (SD, SDHC, MMC)

- Preço sugerido: R$ 3.599,00

 

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Osmar Lazarini
Gerente de Produto do Portal Exame e escreve sobre tecnologia pessoal no Portal.
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