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    <title>Blog Leis &amp; Neg&oacute;cios - Portal EXAME</title>
    <description>Blogs - Portal EXAME</description>
    <link>http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/listar1.shtml</link>
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      <title>Portal EXAME - Blogs</title>
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	<copyright>Copyright © 2008, Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados. All rights reserved.</copyright>


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<title>O último post</title>

<pubDate>Sex, 28 Nov 2008 17:58:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081128_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-28  <p>Caro leitor, desde 2007 tive a satisfação de dividir com você este espaço na internet. Foram quase 500 posts sobre decisões judiciais, projetos de lei, fatos jurídicos e empresariais que de alguma maneira entraram em nossas vidas, aumentaram nosso conhecimento e nos ajudaram a pensar e a decidir. </p><p>Para mim, foi um exercício de rico e contínuo aprendizado, além de um motivo de orgulho e prazer por poder compartilhar idéias e experiências com você. Mas acabou o blog Leis &amp; Negócios. O mundo do direito, no entanto, entrou e permanece na minha vida há anos. Continuo com a coluna Por Dentro da Lei, da Exame PME, no site Consultor Jurídico e no Anuário da Justiça, atividades igualmente positivas e produtivas. O meu e-mail é o mesmo se quiser sugerir pautas ou bater um papo. Até mais.</p>]]></description>

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<title>Gol é isenta de ICMS em leasing</title>

<pubDate>Qua, 26 Nov 2008 10:34:35 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081126_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-26  <p>A Gol está dispensada de pagar ICMS nas importações feitas em contratos de arrendamento mercantil. A isenção foi garantida pelo ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal. Ele aceitou o recurso da empresa aérea contra decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo. A segunda instância tinha entendido que havia incidência de ICMS nesses casos. </p><p>O Supremo tem decidido constantemente que não deve ser pago ICMS nas operações de entrada de aeronaves, equipamento ou peças de manutenção importadas do exterior se há contrato de leasing. Para Eros Grau, nesses casos, não existe transferência de domínio para caracterizar a circulação de mercadoria.<br /></p>]]></description>

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<title>STJ adia decisão sobre papel do Cade</title>

<pubDate>Ter, 25 Nov 2008 16:55:03 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081125_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-25  <p>Os ministros da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiram, nesta terça-feira (25/11), que a Primeira Seção da corte é quem deve analisar se o Cade pode interferir em compra de banco. O caso vai ser analisado com quorum maior. A Segunda Turma tem cinco ministros e a Primeira Seção, 10.<br /> <br />Os ministros vão analisar se a atribuição do Banco Central de autorizar a fusão de bancos excluiu ou substituiu a competência do Cade para apurar e decidir sobre os atos de concentração. A questão central gira em torno de um processo que discute a compra do Banco de Crédito Nacional (BCN) pelo Bradesco. A ministra Eliana Calmon é a relatora do caso.</p><p><br /> </p>]]></description>

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<title>Tributação de lucros e dividendos </title>

<pubDate>Sex, 21 Nov 2008 08:42:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081121_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-21  <p>Com toda a discussão que envolve a reforma tributária, na Câmara dos Deputados, deve ficar para o ano que vem a votação do projeto de lei que prevê a tributação de lucros e dividendos de empresas.</p><p>A isenção está prevista na Lei nº 9.249, de 1995. Mas a proposta do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que hoje aguarda a votação em duas comissões, altera o artigo 10 dessa lei para que incida Imposto de Renda Retido na Fonte. </p><p>Na justificativa do projeto de lei, apresentado no início do ano, o deputado afirma que essa iniciativa tem o cunho de ampliar o grau de justiça fiscal do sistema. Advogados tributaristas não concordam com o argumento. A principal alegação é a de que as empresas que distribuem lucros e dividendos já recolhem tributos sobre a renda. E se o projeto for mesmo aprovado haverá bitributação. O caso pode parar na justiça.</p><p>Para saber detalhes do projeto, que pode virar lei, clique no link abaixo.</p><p><a href="http://www.camara.gov.br/sileg/integras/544302.pdf">http://www.camara.gov.br/sileg/integras/544302.pdf</a></p>]]></description>

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<title>Freio nos grampos telefônicos?</title>

<pubDate>Qua, 19 Nov 2008 07:59:35 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081119_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-19  <p>O número de escutas autorizadas judicialmente no país reduziu este ano. Hoje, 12.210 telefones estão sendo monitorados com ordem judicial. No ano passado, a média mensal foi de 30 mil grampos autorizados. Os dados são do Conselho Nacional de Justiça.</p><p><br />Pelos números, é possível verificar que os juízes estão mais cautelosos na hora de autorizar esse tipo de pedido. Como deve ser. Na semana passada, eu perguntei ao ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, se houve muitos abusos nas autorizações de escutas nos últimos anos. Ele disse que sim e lembrou que o grampo telefônico deve ser exceção e não regra dentro de uma investigação.</p><p><br />Pelos dados do CNJ, é possível perceber que funcionaram as duras críticas feitas pelo ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, aos abusos cometidos contra a privacidade nas conversas. E ainda: a intensificação dos trabalhos da CPI das Escutas Telefônicas no Congresso.<br /></p>]]></description>

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<title>Penhora só em conta única</title>

<pubDate>Seg, 17 Nov 2008 12:08:38 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081117_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-17  <p>As empresas, que sempre têm várias contas penhoradas simultaneamente pela justiça para o pagamento de uma única dívida, já podem respirar um pouco mais aliviadas. A partir desta segunda-feira (17/11), os tribunais superiores começaram a disponibilizar um formulário eletrônico para o cadastro de conta única que deve ter valores bloqueados em caso de dívida.</p><p>Os dados podem ser preenchidos nos sites do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior do Trabalho. As empresas obiviamente devem manter saldo suficiente para atender as ordem judiciais e quitar as dívidas quando acionadas.</p><p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) definiu, em outubro, as regras para que as contas de empresas sejam penhoradas por juízes. </p><p>O caso foi levado ao CNJ pelo Grupo Pão de Açúcar, representado pelos advogados Paulo Ciari e Mauricio Domingues do escritório Azevedo Sette. O pedido ocorreu por causa de uma penhora múltipla em contas da empresa e de seus diretores.</p><p>A reclamação de advogados sobre o assunto é antiga. Mas a decisão do CNJ contribui para colocar um ponto final nesse tipo de preocupação. </p>]]></description>

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<title>Em tempo</title>

<pubDate>Qui, 13 Nov 2008 12:24:47 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081113_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-13  <p>O Supremo Tribunal Federal adiou o julgamento sobre a obrigatoriedade de uma briga trabalhista ser submetida a uma comissão de conciliação prévia antes de ir para a justiça. Essas comissões podem ser criadas por empresas ou sindicatos com o intuito de solucionar uma pendência trabalhista previamente.</p><p>O tema polêmico estava na pauta de quarta-feira (12/11), mas o julgamento sobre a fidelidade partidária tomou muito tempo dos ministros. De mais de 10 ações que estavam na pauta, três foram analisadas. Ainda não há data definida para o julgamento. <br /></p>]]></description>

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<title>Tentativa de acordo é obrigatória?</title>

<pubDate>Ter, 11 Nov 2008 09:19:00 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081111_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-11  <p>Para o ministro João Batista Brito Pereira, do Tribunal Superior do Trabalho, sim. Ele defende a obrigatoriedade de uma briga trabalhista passar por comissões de conciliação prévia, onde elas existem, antes de ir para a justiça. O tema tem sido alvo de polêmicas na comunidade jurídica e no mundo empresarial. Essas comissões podem ser criadas por empresas ou sindicatos com o intuito de resolver uma pendência trabalhista extrajudicialmente.</p><p>O ministro me disse que considera fundamental que os casos passem pelas comissões como prevê o artigo 625-D, da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Mas dentro do próprio TST há ministros que decidem em direção oposta a Brito Pereira.</p><p>O advogado Ernesto Lippmann, autor de diversas obras sobre direito do trabalho, considera inconstitucional essa obrigatoriedade. Ele afirmou que se a intenção é fazer acordo, isso pode ser feito por um juiz.</p><p>Diante de tantas opiniões divergentes, o negócio agora é esperar a palavra final do Supremo Tribunal Federal. O assunto está na pauta do STF na quarta-feira (12/10).</p>]]></description>

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<title>Regra da CLT em jogo</title>

<pubDate>Dom, 09 Nov 2008 20:28:39 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081109_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-09  <p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Está na pauta do Supremo Tribunal Federal, na quarta-feira (12/10), uma questão trabalhista polêmica que atinge empresas e empregados. Os ministros do STF vão decidir se é constitucional um artigo da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) sobre a tentativa de resolver uma briga trabalhista em comissões de conciliação prévia criadas por sindicatos ou empresas.<p /></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="mso-spacerun: yes"> </span><p /></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">O artigo 625-D diz que qualquer demanda trabalhista será submetida à comissão de conciliação prévia. A discussão criada, a partir deste artigo, é em torno da obrigatoriedade ou não de um caso passar pela comissão antes de ir para a justiça. Há juízes que entendem que o empregado somente pode acionar a empresa se a tentativa de acordo nessa comissão não deu certo. Se faltar essa etapa, nem julgam o processo trabalhista. E outros que consideram opcional esse estágio para o empregado recorrer à justiça na busca de direitos trabalhistas.<p /></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="mso-spacerun: yes"> </span><p /></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">No STF, o PCdoB, PSB, PT e PDT entraram com a ação direta de inconstitucionalidade contra a regra. Alegam que o artigo restringe o direito de empregados entrarem na justiça contra empresas. Até agora, cinco ministros já aceitaram o argumento dos partidos.</p>]]></description>

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<title>STF mantém liberdade de Dantas</title>

<pubDate>Qui, 06 Nov 2008 19:56:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081106_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-06  <p>O banqueiro Daniel Dantas deve ficar solto. O plenário do Supremo Tribunal Federal endossou a decisão do ministro Gilmar Mendes, que concedeu liberdade ao banqueiro em julho deste ano. Por duas vezes, o ministro entendeu que não havia fundamentos nem base legal para a prisão e, por isso, mandou soltá-lo. Dantas foi preso na operação da Polícia Federal batizada como Satiagraha. A PF acusou o banqueiro de cometer crimes financeiros.</p><p>No julgamento, nesta quinta-feira (6/11), não faltaram duras críticas ao juiz Fausto Martin De Sanctis, que mandou prender o banqueiro nas duas vezes. Para o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, houve desrespeito do juiz à decisão do Supremo quando ele determinou a segunda prisão.</p><p>O relator do caso, ministro Eros Grau, afirmou que De Sanctis usou mera suposição para justificar que Dantas poderia prejudicar as investigações se ficasse solto. Os ministros Celso de Mello e Cezar Peluso criticaram duramente, ainda, o comportamento do juiz de sonegar informações solicitadas pelo Supremo no caso.</p>]]></description>

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<title>Badin vai comandar o Cade</title>

<pubDate>Ter, 04 Nov 2008 18:42:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081104_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-04  <p>O nome do advogado Arthur Badin foi aprovado no plenário do Senado, por 27 votos a 16, nesta terça-feira, para presidir o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). A aprovação acontece quatro meses depois da indicação feita pelo presidente Lula. Não adiantou o fato de algumas empresas torcerem o nariz para Badin. Ele é o novo xerife do mercado.</p><p>Badin vai ter pela frente dois grandes assuntos para cuidar: as fusões do Unibanco e Itaú e da Oi e Brasil Telecom. A previsão é a de que a posse ocorra até o fim deste mês. Eu conversei com o advogado Eduardo Caminati, especialista em defesa da concorrência, e ele disse que o Cade e Badin saíram fortalecidos desta batalha. Motivo: venceram as pressões contrárias de algumas empresas para que o Senado barrasse a indicação.<br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Fusão deve ir para o Cade</title>

<pubDate>Seg, 03 Nov 2008 14:38:30 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081103_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-03  <p>A fusão entre o Itaú e o Unibanco terá de passar pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). O motivo é simples: a Lei 8.884, também conhecida como lei antitruste, se aplica a todos os setores. Alguns escritórios de advocacia, especializados em defesa da concorrência, já começaram a ser procurados pelos bancos.</p><p>Se a operação não for submetida ao Cade, os bancos podem ser multados em valores que variam de seis mil a seis milhões de reais. Pior: o Cade pode proibir o negócio. <br /></p><p>Há uma tendência de que, com a fusão, haja menos concorrência e maiores margens de lucro. Os bancos, no entanto, podem alegar ao Cade que parte dos lucros pode ser investida em melhores serviços e menores taxas no mercado. </p><p />]]></description>

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<title>Reclamação tem limite</title>

<pubDate>Seg, 03 Nov 2008 11:09:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081103_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-11-03  <p>Consumidores que abusam do direito de reclamar de empresas estão levando a pior na justiça. As ofensas feitas em comunidades do Orkut ou no Youtube não têm sido vistas apenas como manifestação de pensamento pelos juízes. A advogada Patrícia Peck, especialista em direito digital, me contou que tem recebido reclamações de grandes empresas contra consumidores que usam a internet para ofendê-las após algum contratempo. Normalmente, criam páginas com a expressão eu odeio a empresa tal ou não compre na empresa tal. E, na ânsia de contarem suas experiências mal sucedidas, acabam ofendendo executivos ou a empresa.</p><p>Em um dos casos em que uma empresa saiu vitoriosa na justiça, este ano, o consumidor foi condenado a pagar quatro mil reais por danos morais. Ele comprou um produto de cerca de 800 reais e criou uma página com expressões ofensivas após um dissabor. A página teve de ser retirada do ar. A advogada disse que a empresa ganhou o caso principalmente por fazer um atendimento imediato após a reclamação do cliente. Tudo registrado em e-mails e gravações telefônicas.</p><p>Segundo Patrícia Peck, normalmente, os valores das indenizações têm variado de mil reais e 50 mil reais nestes casos. A quantia é calculada com base na quantidade de pessoas que viram a exposição negativa da marca da empresa e o tempo em que a página ficou na internet, explica a especialista.</p>]]></description>

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<title>Fisco é obrigado a ser mais ágil</title>

<pubDate>Qui, 30 Out 2008 19:49:31 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081030_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-30  <p>Empresas que se cansam de esperar a Receita Federal analisar um pedido administrativo, podem ir à justiça para agilizar o andar da carruagem. Foi o que fez uma grande empresa de São Paulo, representada pelo escritório Miguel Neto Advogados. O advogado João Felipe de Paula Consentino me contou que, geralmente, o Fisco demora de seis meses a dois anos para analisar um simples pedido administrativo de empresas como regularização de pagamento de débitos fiscais.</p><p>A empresa paulista, no entanto, não esperou tudo isso. Depois de mais de um mês que pediu para o Fisco fazer a regularização de débitos já pagos, resolveu ir à justiça. Argumentou que estava sendo impedida de participar de uma licitação porque não conseguia a certidão de regularidade fiscal. Também se baseou na Lei 9.784/99, que estabelece o prazo de cinco dias para que a Receita analise um pedido administrativo. A 21ª Vara Federal de São Paulo atendeu ao pedido e mandou a Receita cumprir a lei. Ela cumpriu. Mas só depois que a empresa foi à justiça.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>PAC tem 923 processos nas costas</title>

<pubDate>Qua, 29 Out 2008 12:37:45 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081029_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-29  <p>As obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), orgulho do presidente Lula, são alvo de 923 ações judiciais. O número foi levantado pelo meu colega Rodrigo Haidar, correspondente do site Consultor Jurídico em Brasília. Ele disse que, para evitar que o PAC empaque na justiça, o governo resolveu montar uma equipe com 14 advogados públicos para cuidar exclusivamente do assunto. </p><p>A maioria dos processos trata da quantia da indenização proposta pelas áreas desapropriadas. São casos de quem discorda dos valores oferecidos pelo governo. Há também o Ministério Público no meio do caminho com suas ações mais complexas de danos ambientais. </p><p>Diante do cenário, a Advocacia-Geral da União (AGU) resolveu discutir a judicialização do pacote de Lula em um seminário, em São Paulo, de 5 a 7 de novembro. Na data, representantes da justiça, da administração pública e da iniciativa privada irão debater as barreiras para o andamento do PAC e as saídas possíveis. A AGU já se posicionou. Prefere que qualquer conflito seja resolvido rapidinho extrajudicialmente do que esperar a morosidade da justiça. </p>]]></description>

</item>
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<title>Receita pode quebrar sigilo?</title>

<pubDate>Seg, 27 Out 2008 11:48:03 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081027_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-27  <p>O Supremo Tribunal Federal vai voltar a discutir, na quinta-feira (30/10), um assunto polêmico: a quebra de sigilo bancário pela Receita Federal. Os ministros terão de decidir se o Fisco pode pedir informações diretamente aos bancos e, então, usar os dados para abrir um processo administrativo fiscal.</p><p>O que está em jogo é a constitucionalidade da Lei 10.174/01, da Lei Complementar 105/01 e do Decreto 3.724/01. Por enquanto, o ministro Marco Aurélio e Cezar Peluso decidiram que as leis e o decreto são válidos. Os ministros Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto entenderam que não. Esta semana, o ministro Gilmar Mendes deve apresentar seu voto sobre o assunto para o julgamento continuar. </p><p>A Lei Complementar 105/01 tem sido alvo de polêmicas, desde a sua criação. Há tributaristas que consideram que a Receita pode quebrar o sigilo bancário, mesmo sem autorização judicial, com base nesta lei. Há outros tributaristas que discordam. Para esta corrente, o Fisco não pode quebrar o sigilo sem ordem judicial. E, quando isso acontece, são infringidos os artigos 5º e 37 da Constituição Federal. Se mais ninguém pedir vista no julgamento desta semana, o STF vai colocar finalmente um ponto final no assunto.</p>]]></description>

</item>
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<title>Má-fé de consumidores é barrada</title>

<pubDate>Qui, 23 Out 2008 17:13:26 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081023_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-23  <p>Para tentar provar a má-fé de consumidores em avalanches de processos movidos contra empresas, vem ganhando cada vez mais força no mercado a advocacia preventiva de massa. E com resultados. O trabalho dos escritórios é simples. Os advogados vão aos gabinetes dos juízes e tentam convencê-los de que muitos processos, ajuizados em série, são oportunistas. </p><p>Um exemplo é a ação movida por causa do nome sujo. Segundo a advogada Juliana Christovam João, do escritório Rayes, Fagundes e Oliveira Ramos, há muitos consumidores que são devedores e ainda assim entram na justiça quando seus nomes são lançados nas listas de inadimplentes por empresas. A intenção, de acordo com ela, é obter indenização de forma fácil. Mas a tentativa nos processos em massa têm sido em vão.</p><p>O Rayes, Fagundes e Oliveira Ramos, por exemplo, conseguiu uma queda de quase 50% no ajuizamento de novas ações de consumidores contra uma empresa, por causa de nomes sujos, no interior de São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Isso porque, após mostrar para juízes que havia má-fé em muitos casos, eles passaram negar pedidos de indenização. E isso certamente desestimulou novos processos.</p>]]></description>

</item>
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<title>Governo pode perder R$ 40 bilhões</title>

<pubDate>Qua, 22 Out 2008 19:07:42 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081022_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-22  <p>Se o Supremo Tribunal Federal resolver que o valor da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) pode ser deduzido da base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, o governo vai perder bilhões. Durante o julgamento do assunto no STF, nesta quarta-feira (22/10), a Fazenda Nacional informou que o impacto pode chegar a 40 bilhões de reais sobre os orçamentos da União e da Previdência. Mas, por enquanto, o governo pode respirar aliviado e as empresas terão de aguardar. </p><p>O STF adiou o julgamento do caso porque o ministro Cezar Peluso pediu vista. O placar está empatado em 1 a 1. O ministro Joaquim Barbosa votou contra a dedução e o ministro Marco Aurélio, a favor.</p><p>O recurso que começou a ser analisado, nesta terça, é do Banespa S/A Serviços Técnicos Administrativos e de Corretagem de Seguros. Mas há também outro recurso no STF do Santander. Os ministros já reconheceram a repercussão geral no assunto. O mecanismo é uma espécie de filtro que permite ao STF julgar apenas casos que tenham relevância social, econômica, política ou jurídica. Como é o caso.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Um Cade menos burocrático</title>

<pubDate>Ter, 21 Out 2008 16:14:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081021_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-21  <p>O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) está mais próximo de restringir o número de operações que precisam passar por seu crivo. É que, no início deste mês, o Conselho deu uma nova interpretação ao artigo 54, da Lei 8.884/94, sobre os critérios de notificação em casos de fusão e aquisição. </p><p>A lei prevê que o Cade deve ser notificado quando a soma de participação da empresa ou do grupo de empresas no mercado é maior que 20%. Entretanto, o Cade entendeu que as empresas que já tinham mais de 20% de participação de mercado, antes da operação, e não faturaram 400 milhões de reais no ano anterior, deveriam ser dispensadas de submeter o negócio aos órgãos administrativos de defesa da concorrência. Isso porque o percentual não é resultante da operação. O entendimento foi aplicado na aquisição pela Cintinori de 100% das ações de emissão da Jost. </p><p>O advogado Eduardo Caminati, especialista em direito da concorrência, me explicou que esta decisão somente passará a ter efeito para todos os casos se for transformada em súmula. Mas, para tanto, é preciso que o Cade decida desta forma em 10 outros casos. Por enquanto, a nova interpretação foi adotada em quatro casos. Todos este mês.</p><p>Caminati considera que a nova interpretação, se transformada em súmula, vai ser benéfica para empresas que fazem determinadas operações simples do ponto de vista concorrencial. E o próprio Cade poderá se concentrar em fusões e aquisições mais complexas, diz ele.</p>]]></description>

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<title>Sigilo de e-mail corporativo deve acabar?</title>

<pubDate>Seg, 20 Out 2008 08:42:45 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081020_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-20  <p> Não. Esta é a resposta de 63% dos internautas que responderam uma enquete, sobre um projeto de lei, no site da Câmara dos Deputados até sexta-feira (18/10). Para eles, o sigilo da correspondência deve permanecer inviolável em todos os casos, como prevê a Constituição, e um projeto de lei não pode alterar o texto constitucional. Mas para 37% dos internautas, os e-mails da empresa devem ser usados exclusivamente para assuntos de trabalho e é legítimo que a corporação possa conhecer as negociações feitas pelos empregados.</p><p>É justamente como pensa a minoria dos leitores que os tribunais têm decidido sobre o assunto. A justiça trabalhista tem considerado que é aceitável o fato de a empresa monitorar os e-mails de seus funcionários e até demiti-los por justa causa se for o caso. O fundamento usado por juízes é o de que e-mail corporativo não pode ser comparado às correspondências postais e telefônicas. Estas sim têm cunho pessoal. Mas os e-mails são ferramentas de trabalho disponibilizadas pelo empregador apenas para o uso profissional.</p>]]></description>

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<item>
<title>Anatel consegue cassar liminar</title>

<pubDate>Qui, 16 Out 2008 19:22:56 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081016_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-16  <p>O advogado Luis Eduardo Serra Netto, especialista em direito público econômico, acertou na aposta feita no post abaixo. A Anatel conseguiu derrubar a liminar que a proibia de votar a proposta de reformulação do Plano Geral de Outorgas, necessária para permitir a compra da Brasil Telecom pela Oi, de acordo com informações da Agência Estado. A liminar da 13ª Vara da Justiça Federal, em Brasília, foi cassada pelo presidente em exercício do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador Antônio Ezequiel.<br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Chance de Anatel virar o jogo é grande</title>

<pubDate>Qui, 16 Out 2008 15:13:53 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081016_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-16  <p>Impedir que uma decisão seja tomada pela Anatel, para permitir a consolidação da compra da Brasil Telecom pela Oi, é uma situação anômala sob o ponto de vista jurídico. A opinião foi dada pelo advogado Luis Eduardo Serra Netto, especialista em direito público econômico e sócio do escritório Duarte Garcia, Caselli Guimarães e Terra, ao comentar a liminar da 13ª Vara da Justiça Federal, em Brasília.</p><p>A primeira instância suspendeu a deliberação da Anatel, sobre o artigo que trata de fusões de concessionárias de telefonia fixa, marcada para esta quinta-feira (16/10). O pedido foi feito pela Associação de Autorizados de SCM e Provedores de Internet (Abramulti) e a Anatel prometeu recorrer. </p><p>Para Luis Eduardo, a liminar somente teria cabimento se houvesse um risco grande de repercussão da decisão da Anatel e se ela fosse órgão ilegítimo para resolver a questão. O que não é o caso. A decisão da Anatel poderia, perfeitamente, ser questionada posteriormente na justiça e não antes de ser tomada.</p><p>O advogado diz que o recurso da Anatel será analisado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. E, de acordo com ele, a Anatel tem boas condições de reverter a liminar. Motivo: a justiça têm respeitado há anos, em diversas decisões, as atribuições das agências reguladoras. <br /></p>]]></description>

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<title>Grampo deve durar quanto tempo?</title>

<pubDate>Qua, 15 Out 2008 12:19:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081015_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-15  <p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top">As investigações devem ter prazo. Não é possível investigar alguém indefinidamente, dez, quinze anos. Não é possível esperar um inquérito que não acabe. Se não acabou em dez anos, ou [a pessoa] é inocente ou não se soube investigar. Acabei de ler surpresa, no site do Supremo Tribunal Federal, essas palavras que foram ditas pelo presidente do Sindicato dos Policiais Federais (Sindipol) de Brasília, Luís Cláudio Avelar, após uma audiência com o ministro Gilmar Mendes, na terça-feira (14/10).</p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top" /><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top" /><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top">É bem inusitado o fato de a Polícia Federal, acusada constantemente de fazer grampos por longos períodos, defender mudanças nos prazos de escutas telefônicas e de investigações.</p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top" /><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top" /><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top">Em setembro, o Superior Tribunal de Justiça anulou prova obtida com base em mais de dois anos de grampos telefônicos autorizados judicialmente feitos em linhas de empresários, do Paraná, ligados ao Grupo Sundown. Os ministros consideraram que o prazo feriu a legislação.</p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top" /><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top" /><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top">Pela lei, uma escuta deve durar no máximo 30 dias. Mas, atualmente, há também decisões no STJ que avalizam a prorrogação do tempo de grampos telefônicos tantas vezes quantas forem necessárias. Isso desde que os pedidos estejam fundamentados. O Supremo Tribunal Federal também já decidiu pelo prazo indefinido.</p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top"> </p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; VERTICAL-ALIGN: top">O Projeto de Lei 3.272/2008, do governo, autoriza a duração de até 360 dias para os grampos. Mas há criminalistas que consideram abusivo o prazo que passa de 60 dias para escutas. </p>]]></description>

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<title>Teles não devem passar dados à CPI</title>

<pubDate>Ter, 14 Out 2008 17:50:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081014_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-14  <p>As operadoras de telefonia estão dispensadas de fornecer informações para a CPI das Escutas sobre os números individualizados dos ofícios de autorização judicial para interceptação telefônica, em 2007. Também não precisam repassar dados relativos às prorrogações das autorizações nem os números de telefones que foram alvos das escutas. A decisão foi tomada pelo ministro Cezar Peluso, do Supremo Tribunal Federal.</p><p>A CPI resolveu pedir os dados, depois que o ministro autorizou o acesso a outras informações. Anteriormente, Peluso mandou as empresas fornecerem as relações dos juízos que autorizaram as escutas, dos órgãos policiais destinatários das ordens judiciais, dos órgãos que pediram as interceptações, das cidades em que estavam os telefones e a quantidade de mandados e de aparelhos grampeados. E ainda: a duração total de cada interceptação telefônica.</p><p>O ministro ressaltou que os novos dados pedidos pela CPI não podem ser repassados porque estão protegidos pelo segredo de justiça.<br /></p>]]></description>

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<title>Saída de sócios do negócio</title>

<pubDate>Seg, 13 Out 2008 12:02:35 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081013_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-13  <p>Um projeto de lei, que tramita na Câmara dos Deputados, pode mudar a forma de exclusão de sócios de uma sociedade quando cometerem falta grave ou forem incapazes de cumprir suas obrigações. </p><p>Hoje, um sócio somente pode ser expulso do negócio por esses motivos pela via judicial. A idéia é alterar o Código Civil para permitir que a saída possa ser decidida na arbitragem. Os contratos dos sócios deverão ter cláusula para prever que, em casos de conflitos, o assunto será resolvido na arbitragem.</p><p>A proposta será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Não há data prevista para votação.</p>]]></description>

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<title>Um ano para Petrobras fechar acordo</title>

<pubDate>Sex, 10 Out 2008 13:04:06 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081010_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-10  <p>Um ano é pouco ou muito tempo para se fazer um acordo judicial? Para uns, pode ser uma eternidade, mas para a juíza Luciana Losada Albuquerque Lopes, da 13ª Vara da Fazenda Pública do Rio de Janeiro, não. Acabei de ler no site do Tribunal de Justiça fluminense que ela considerou muito rápido o acordo entre a Petrobras, a CEG e a CEG-Rio para regularizar o fornecimento de gás no Rio de Janeiro.</p><p>O processo começou em outubro do ano passado quando a justiça mandou a Petrobras a restabelecer o fornecimento de gás natural às concessionárias CEG e CEG-Rio da mesma forma que nos últimos 12 meses. A Petrobras alegou, na ocasião, que a malha de transporte de gás natural enfrentava graves desequilíbrios. E ainda: que a situação se agravou porque as concessionárias forneciam ao mercado volume superior ao que estava no contrato.</p><p>Agora, ficou estabelecido que este mês de outubro serão fornecidos 5.311.000 metros cúbicos de gás natural por dia. Em novembro, 5.330.000 e, em dezembro, 5.349.000 metros cúbicos. A quantidade vai aumentar todo mês até chegar a 6.545 metros cúbicos diários em dezembro de 2012, ano em que termina o contrato. </p>]]></description>

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<title>Microsoft consegue indenização</title>

<pubDate>Qui, 09 Out 2008 14:19:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081009_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-09  <p>A Microsoft deve ser indenizada por uma empresa de Minas Gerais que reproduziu e usou cópias piratas dos programas Microsoft Office, Microsoft Project e Microsoft Windows em seus computadores. O Tribunal de Justiça mineiro condenou a empresa por entender que houve violação de direitos autorais. </p><p>Na primeira instância, ficou estabelecido que a indenização seria correspondente ao valor de mercado de cada programa. A Microsoft achou pouco e recorreu. O TJ mineiro atendeu ao pedido da empresa americana. Agora, a indenização deve ser aumentada para cinco vezes o valor atual de mercado dos softwares usados irregularmente.</p><p>A empresa mineira ainda pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça, onde o debate sobre o assunto já começou a ser travado. Em 2006, uma empresa do Rio Grande do Sul foi condenada a pagar para a Microsoft cinco vezes o valor de venda de cada reprodução dos programas de computador piratas que usava como aconteceu em Minas Gerais.  </p><p>Em outro caso mais recente deste ano, os ministros do STJ começaram a discutir se uma empresa do Rio de Janeiro deve pagar indenização para a gigante americana pelo mesmo motivo. O ministro João Otávio de Noronha foi o único a votar até agora. Ele decidiu a favor da Microsoft. O caso ainda será julgado. <br /></p>]]></description>

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<title>Penhora em uma só conta</title>

<pubDate>Ter, 07 Out 2008 19:42:58 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081007_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-07  <p>Empresas que vira e mexe têm várias contas penhoradas ao mesmo tempo, para pagar uma única dívida trabalhista, vão se livrar dessa dor de cabeça. O Conselho Nacional de Justiça definiu, nesta terça-feira (7/10), as regras para que as contas de empresas sejam penhoradas por juízes trabalhistas. A mais importante: deve ser penhorada apenas uma conta cadastrada da empresa. Obviamente com fundos para quitar a dívida trabalhista em questão.</p><p>O caso foi levado ao CNJ pelo Grupo Pão de Açúcar, representado pelos advogados Paulo Ciari e Mauricio Domingues do escritório Azevedo Sette. O pedido ocorreu por causa de uma penhora múltipla em contas da empresa e de seus diretores.</p><p>A reclamação de advogados de empresas sobre várias penhoras em contas ao mesmo tempo é antiga. Mas a decisão do CNJ deve colocar um ponto final nesse tipo de preocupação. Agora, o texto final com as regras depende da assinatura do ministro Gilmar Mendes, presidente do CNJ. Depois da assinatura, elas passam a valer após 30 dias da publicação. <br /></p>]]></description>

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<title>Ambev se livra de pagar indenização</title>

<pubDate>Ter, 07 Out 2008 14:36:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081007_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-07  <p>O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu que a Ambev não precisa pagar indenização por danos morais a um homem portador de cirrose hepática. Ele alegou na justiça que o consumo da cerveja Kronenbier agravou o seu estado de saúde. Mas não conseguiu provar o que disse.</p><p>Ele argumentou que a Ambev fez propaganda enganosa sobre a cerveja sem álcool porque a quantidade da substância não era informada no rótulo. E que não poderia ingerir bebida com álcool. O laudo médico, no processo, informou que para agravar a saúde neste caso a ingestão de uma cerveja com até 0,5% de etanol teria de ser de aproximadamente 15 litros por dia. E ainda: que não houve alteração histológica significativa no período de 2000 a 2004, quando ele diz ter consumido a bebida.</p><p>De acordo com o Decreto nº 2.414/97, é considerada cerveja sem álcool aquela que tem até 0,5% da substância e essa informação não precisa estar no rótulo da embalagem. Por outro lado, o Código de Defesa do Consumidor exige que os dados sobre o produto vendido estejam na embalagem. Mesmo assim, o TJ gaúcho entendeu que não houve ligação entre a conduta da empresa, de não informar a quantidade de álcool, e o agravamento da saúde do homem que já era portador de cirrose.<br /></p>]]></description>

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<title>Lista das empresas proibidas</title>

<pubDate>Seg, 06 Out 2008 18:32:49 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081006_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-06  <p>Empresas que pisarem na bola em contratos com órgãos públicos poderão entrar para uma lista negra. É o que prevê um projeto de lei que está no Congresso Nacional. A idéia é criar um cadastro nacional de fornecedores proibidos de participar de licitações públicas. </p><p>Quem deve entrar para esse cadastro? Empresas que tiverem devendo tributos, não cumprirem totalmente as obrigações contratuais ou que fizerem isso fora do prazo. E ainda: empresas que forem condenadas judicialmente por fraude fiscal, que prejudicarem o meio ambiente ou sem idoneidade para participar de uma licitação. Elas, de acordo com o projeto de lei, devem ficar nessa lista até regularizar a situação. O projeto de lei não tem data definida para votação. </p>]]></description>

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<title>STF julga dedução para empresas</title>

<pubDate>Sex, 03 Out 2008 12:16:20 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081003_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-03  <p>O Supremo Tribunal Federal deve resolver, na próxima semana, se o valor da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) pode ser deduzido da base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica. A proibição da dedução, prevista na Lei nº 9.316/96, é questionada pelo Santander. O julgamento está marcado para quarta-feira (8/10) e tem como relator o ministro Joaquim Barbosa.</p><p>Anteriormente, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo, negou a possibilidade de dedução. O Santander alega, no Supremo, que a decisão fere os artigos 145, 146, 150 e 153 da Constituição Federal. Para o Santander, o imposto sobre a renda deve incidir somente no acréscimo patrimonial. E, por isso, é legítima a dedução. Além disso, argumenta que o assunto deveria ter sido tratado em lei complementar e não em lei federal como aconteceu.</p>]]></description>

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<title>Empresa deve sair de lista da Serasa</title>

<pubDate>Qua, 01 Out 2008 13:18:56 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20081001_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-10-01  <p>O Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo, decidiu que o nome de uma grande empresa deve ser excluído dos cadastros da Serasa. O interessante da história é que a empresa teve o nome colocado indevidamente na lista dos maus pagadores por um débito fiscal que não existia.</p><p>A ação de execução fiscal foi ajuizada pela Fazenda Nacional. O escritório Rayes, Fagundes &amp; Oliveira Ramos, que representou a empresa, argumentou que a cobrança não poderia ser feita diante da regularidade da compensação tributária. A Fazenda Nacional reconheceu que a ação foi ajuizada indevidamente. Assim, o processo foi extinto. O problema é que o nome da empresa continuava sujo.</p><p>A empresa, então, pediu a retirada de seu nome na lista dos maus pagadores. A primeira instância não aceitou o pedido porque considerou que o caso deveria ser discutido em uma ação de indenização. A empresa não se conformou e levou o assunto para o TRF-3, que a atendeu. Ela já tinha conseguido também, em um pedido extrajudicial, que a Serasa concordasse em retirar o seu nome do banco de dados.</p>]]></description>

</item>
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<title>Imigrantes ilegais aproveitam a crise</title>

<pubDate>Seg, 29 Set 2008 10:03:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080929_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-29  <p>Os imigrantes ilegais, que nunca tiveram cartão de crédito nos Estados Unidos, estão em festa. Com a crise financeira que atingiu o país, ficou bem mais fácil ter um cartão de crédito. Eu conversei com a filha de um imigrante ilegal, nesta segunda-feira (29/8), sobre esse assunto. Ela me contou que o pai dela, há sete anos nos Estados Unidos, até tentou ter um cartão de crédito antes. Mas não conseguiu. A administradora de cartão de crédito negou o pedido dele. Agora, para sua surpresa, recebeu em casa um cartão de crédito. E ele não foi o único. Outros imigrantes ilegais também foram contemplados.</p><p>Para ter cartão de crédito nos EUA é preciso ter o social security, uma espécie de CPF com os dados da pessoa. Obviamente quem está ilegal no país não tem esse documento. Mas, segundo ela, os imigrantes ilegais normalmente têm um cartão de crédito pré-pago. O cartão é bloqueado automaticamente quando se gasta o valor. Agora, eles podem ter um cartão de crédito pós-pago. Ficou mais fácil consumir no país.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>TAM não tem culpa por apagão aéreo</title>

<pubDate>Qui, 25 Set 2008 16:41:31 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080925_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-25  <p>A TAM se livrou de indenizar um passageiro por causa do apagão aéreo, que aconteceu nos aeroportos do país em 2006. O juiz Cláudio Roberto da Silva, da 3ª Vara Federal de Florianópolis, teve uma visão favorável à empresa e contrária à União no processo movido por um passageiro. A decisão é importante porque pode embasar julgamentos de processos semelhantes contra outras empresas aéreas.</p><p>Para ele, a TAM não teve culpa pelo transtorno causado ao passageiro. Então, quem é responsável pelo apagão aéreo? O Cindacta 1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo), que fica em Brasília. A empresa, disse o juiz na decisão, não pôde cumprir o contrato de transporte por determinação da autoridade aeronáutica. </p><p>O juiz mandou a União pagar indenização de 178 reais pelos danos materiais e 10 salários mínimos pelos danos morais ao passageiro que alegou ter tido prejuízos diante do colapso nos serviços dos aeroportos. A União pode recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.</p>]]></description>

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<title>Quem paga a conta?</title>

<pubDate>Qua, 24 Set 2008 14:40:33 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080924_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-24  <p>Empresas que têm prejuízos com perda de negócios por erros da Receita estão sendo orientadas por advogados a entrar na justiça contra a União. A idéia é pedir o ressarcimento dos danos materiais causados. O principal desafio para as empresas ainda é tirar a Certidão Negativa de Débito (CND), que comprova a regularidade fiscal, para participar de licitações, pedir empréstimos e vender imóveis. </p><p>O advogado Pedro Avvad, do escritório Avvad, Osório, afirma que os erros são freqüentes no sistema da Receita e impedem a obtenção de certidões. Por isso, ele tem dito para as empresas processarem a União quando houver prejuízos por conta das falhas.</p><p>Segundo o advogado, apesar de nenhum de seus clientes ter ainda entrado na justiça, a expectativa de quando isso acontecer é a de que os tribunais concedam as indenizações. E com base no mesmo entendimento usado em processos de protesto ou negativação indevida nos órgãos de proteção a crédito.</p><p>Atualmente, as empresas entram na justiça apenas para conseguir o documento rapidamente quando necessário. Mas, de acordo com o advogado, apenas esta medida não basta. Avvad diz que é preciso doer no bolso para que a União tome as medidas necessárias e corrija as falhas da Receita. </p>]]></description>

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<title>TST flexibiliza regras para Perdigão</title>

<pubDate>Ter, 23 Set 2008 11:35:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080923_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-23  <p>O Tribunal Superior do Trabalho decidiu que a Perdigão não deve pagar horas extras para uma ex-funcionária pelo período de 10 minutos diários gastos para ela vestir uniforme. A tolerância de 10 minutos entre a troca de uniforme e o registro de ponto estava prevista em acordo coletivo. Para o TST, a cláusula é legal e ponto.</p><p>O interessante da história foi o ponto de vista do ministro Aloysio Corrêa da Veiga, relator do caso, que tratou da flexibilidade das regras trabalhistas no julgamento. Ele rejeitou a alegação de fraude na marcação de ponto como apontou a ex-funcionária e reverteu a condenação da empresa.</p><p>O TRT catarinense, onde o caso foi julgado, entendeu que o acordo coletivo contrariou as garantias mínimas da legislação trabalhista. A Perdigão recorreu. Alegou que a Constituição reconhece a validade de convenções e acordos coletivos. O argumento foi aceito.</p><p>No julgamento, o ministro disse que algumas normas rígidas anteriores cederam lugar a regras flexíveis, que podem ser alteradas de acordo com a realidade e as necessidades das empresas e dos trabalhadores. A decisão é importante porque pode nortear os julgamentos de outras reclamações semelhantes contra empresas.<br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Volks faz acordo com MPT</title>

<pubDate>Seg, 22 Set 2008 17:44:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080922_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-22  <p>A Volkswagen Caminhões e Ônibus se comprometeu a não contratar mais mão-de-obra irregularmente da Associação para Valorizar e Promoção de Excepcionais (Avape). E nem de qualquer empresa que terceirize ilegalmente mão-de-obra. O compromisso faz parte de um acordo firmado com o Ministério Público do Trabalho, em Volta Redonda (RJ). Se não cumprir o combinado, a empresa terá de pagar 5 mil reais por cada funcionário irregular.</p><p>No acordo homologado pelo juiz da 1ª Vara do Trabalho de Resende, Luiz Nelcy, a Volkswagen Caminhões e Ônibus e a Avape se comprometeram também a pagar 100 mil reais por danos morais coletivos se a irregularidade continuar. O combinado é que os contratos sejam rescindidos até o fim deste mês.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Licença-paternidade de 30 dias</title>

<pubDate>Sex, 19 Set 2008 16:02:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080919_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-19  <p>Empresas que resolverem prorrogar a licença-maternidade por 60 dias de suas empregadas, como prevê a recente Lei 11.770, podem ter ainda uma obrigação a mais. Um projeto de lei, da deputada Rita Camata (PMDB-ES), cria a possibilidade de pais que trabalham nessas empresas terem licença de 30 dias quando a mulher não conseguir a prorrogação da licença-maternidade onde trabalha.</p><p>Mas, para isso, ela precisa trabalhar em um local que não aderiu ao Programa Empresa Cidadã. Pelo programa, as empresas podem deduzir do Imposto de Renda os salários pagos no prazo de dois meses concedidos a mais para as empregadas que tiveram filhos.</p><p>A licença-paternidade começa a ser contada depois de terminar a licença-maternidade de quatro meses, de acordo com a proposta. O projeto não muda a atual licença-paternidade, de cinco dias, prevista na Constituição. As comissões da Câmara ainda vão analisar a proposta. Clique no link abaixo para conhecer mais detalhes do projeto de lei.</p><p><a href="http://www.camara.gov.br/sileg/integras/598430.pdf">http://www.camara.gov.br/sileg/integras/598430.pdf</a> </p>]]></description>

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<title>Souza Cruz leva a melhor </title>

<pubDate>Qui, 18 Set 2008 14:18:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080918_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-18  <p>A Souza Cruz, mais uma vez, levou a melhor na briga com familiares de um ex-fumante. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais livrou a empresa de pagar 1,4 milhão de reais pelos males causados pelo cigarro. Somente este ano, a empresa já teve 49 decisões favoráveis nesse tipo de processo. Ou seja, a justiça negou indenizações para fumantes, ex-fumantes e seus familiares. Em 2008, houve apenas uma decisão que deu vitória para ex-fumante, no Rio Grande do Sul. </p><p>Os argumentos em processos contra a Souza Cruz não têm sido aceitos nos tribunais brasileiros. Os fumantes geralmente alegam que desenvolveram algum tipo de câncer ou doença por causa do cigarro e que a publicidade era enganosa antigamente. Mas, para os juízes, o comércio e fabricação de cigarros no Brasil é uma atividade lícita, os fumantes têm livre arbítrio para parar de fumar e conhecem os riscos à saúde. E mais: a publicidade antes era permitida e nada tinha de irregular.</p><p>Em média, a justiça rejeitou este ano pedidos de indenização que giraram em torno de R$ 350 mil. Desde 1995, mais de 220 casos foram encerrados no Brasil com vitória da Souza Cruz. Nos Estados Unidos, os fabricantes de cigarro também têm levado a melhor. Desde 1954, mais de 7.500 ações foram movidas por ex-fumantes. Apenas nove decisões foram contra as empresas.</p><p>Diante do cenário brasileiro e americano, ainda vale mover processos contra fabricantes de cigarro?</p>]]></description>

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<title>Iguatemi acata sugestões</title>

<pubDate>Ter, 16 Set 2008 18:02:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080916_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-16  <p>Depois de ser alertado, o Shopping Iguatemi de Caxias do Sul (RS) resolveu atender sugestões de mudanças feitas pelo Ministério Público do Trabalho e o Ministério do Trabalho e Emprego. Informado das autuações e medidas judiciais que poderiam paralisar as obras, o shopping acatou o que foi dito sobre o projeto de ampliação. Ele foi alterado.</p><p>As novas instalações vão ter um banheiro feminino, com oito gabinetes sanitários, dois chuveiros, duas duchas higiênicas, um banheiro masculino com três gabinetes sanitários e chuveiro. Além disso, haverá um refeitório de 33 metros quadrados com mesas e bancos, microondas e bebedouros. Como sugeriu o MPT e MPE.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Cacciola deve permancer preso?</title>

<pubDate>Seg, 15 Set 2008 12:29:37 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080915_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-15  <p>A resposta poderá ser dada pelo Superior Tribunal de Justiça em breve. Está marcado para esta semana o julgamento do habeas corpus do ex-banqueiro Salvatore Cacciola pelos ministros da Sexta Turma. O julgamento, por enquanto, está empatado. O ministro Nilson Naves votou pela concessão da liberdade e a desembargadora convocada Jane Silva, contra. O julgamento foi suspenso porque o ministro Paulo Gallotti pediu vista.</p><p>A defesa de Cacciola alegou, no STJ, que o direito de ampla defesa foi violado. Em outro recurso, o ex-banqueiro tenta trancar ação penal por crime contra o Sistema Financeiro Nacional por causa de emissão de debêntures sem lastro e garantia suficientes. </p><p>* Em tempo: Foi adiado o julgamento do pedido de Cacciola marcado para esta terça-feira (16/9). Morreu o irmão da desembargadora convocada Jane Silva. Ela é a relatora do caso. Ainda não há data definida para um novo julgamento.</p>]]></description>

</item>
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<title>Google deve controlar dados do Orkut?</title>

<pubDate>Qui, 11 Set 2008 18:00:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080911_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-11  <p>Não. A resposta é do advogado Rony Vainzof, especialista em direito eletrônico e sócio do Opice Blum, escritório em que cresceu pelo menos 50% o número de reclamações empresariais contra comunidades do Orkut, nos últimos dois anos. O advogado me contou que tem chegado ao escritório frequentemente reclamações de uso indevido de marca e de violação de direitos autorais em comunidades do Orkut. No caso de bancos, uma das maiores reclamações é contra comunidades em que usuários trocam informações financeiras de clientes para fazer fraude eletrônica. </p><p>O que tem sido feito? Primeiro, o escritório notifica o Google Brasil extrajudicialmente para tirar o conteúdo do ar e preservar os dados. Rony disse que a empresa, normalmente, atende os pedidos. Sem problemas. Depois, os advogados acionam o Google judicialmente para que sejam revelados os nomes dos autores das comunidades. O terceiro passo é processar criminalmente quem usou as marcas ou textos e vídeos, sem autorização das empresas, e os autores de comunidades sobre fraudes eletrônicas.</p><p>A punição para uso indevido de marca e violação de direitos autorais é de detenção de três meses a um ano. Para fraudes eletrônicas, reclusão de um a cinco anos.</p><p>O advogado entende que o Google não deve fazer o monitoramento prévio do conteúdo das comunidades nesses casos empresariais. E somente deve ser responsabilizado na justiça se não tirar o conteúdo do ar quando for feito o pedido extrajudicial. Para ele, o monitoramento prévio seria censura. Rony faz questão, no entanto, de lembrar que a empresa tem tomado providências para impedir casos de divulgação de pornografia infantil e racismo, por exemplo.</p>]]></description>

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<title>Trip fecha acordo sobre contratação</title>

<pubDate>Ter, 09 Set 2008 14:54:51 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080909_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-09  <p>A Trip Linhas Aéreas fez um acordo com o Ministério Público do Trabalho, em Brasília. A empresa deu a sua palavra que não vai mais contratar terceirizados para a execução de suas atividades-fins como check-in, check-out, análise e conferência dos documentos de passageiros, embarque e desembarque.</p><p>A aérea se comprometeu, ainda, a contratar empregados permanentes e pagar todos os direitos trabalhistas. Ficou combinado também que nos aeroportos ou aeródromos, em que não são exigidas além de 25 horas semanais por empregado, a empresa pode contratar terceirizados. E, neste caso, divide as obrigações trabalhistas com as empresas terceirizadas.</p><p>Se não cumprir o acordo feito na 15ª Vara do Trabalho de Brasília, a empresa está obrigada a pagar multa diária no valor de mil reais por empregado irregular. A quantia, em caso de multas, é reversível ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). </p>]]></description>

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<title>Debêntures podem ser penhoradas</title>

<pubDate>Seg, 08 Set 2008 08:24:14 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080908_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-08  <p>A Vale do Rio Doce levou a melhor em uma batalha judicial com o Fisco. O Superior Tribunal de Justiça decidiu que debêntures da empresa podem ser usadas para garantir o pagamento de débitos fiscais. A Fazenda Nacional não queria aceitar debêntures da Multivale, do Rio Grande do Sul, em uma ação de execução fiscal. Queria que a empresa oferecesse judicialmente outros bens para garantir o pagamento da dívida.</p><p>O caso chegou ao STJ depois que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou a penhora. A decisão foi revertida. Os ministros entenderam que as debêntures têm liquidez imediata e cotação em bolsa de valores. E, justamente por esse motivo, são bens penhoráveis.<br /></p>]]></description>

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<title>Você é corrupto?</title>

<pubDate>Sex, 05 Set 2008 12:01:02 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080905_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-05  <p>Quer saber a resposta? Faça o teste que está disponível no portal UOL. Apesar de não ter caráter científico, o teste tem 16 perguntas sobre sonegação fiscal, uso de dinheiro de origem desconhecida e outras que envolvem o cotidiano de qualquer um de nós. </p><p>Eu conversei com os advogados Luis Guilherme Vieira e Luiz Flávio Gomes, dois dos maiores criminalistas do país, sobre o número de processos por corrupção. Eles não souberam estimar quantas ações judiciais há no Brasil sobre o assunto. O motivo é simples: ainda não existem números nas estatísticas do Judiciário brasileiro.</p><p>Mesmo assim, Luiz Flávio disse que aumentaram as acusações de corrupção no Brasil porque a Polícia Federal e o Ministério Público estão mais atuantes nos últimos anos. Mas isso não significa necessariamente que existam mais corruptos no país. Afinal, em muitos casos a PF nem o Ministério Público conseguem provar o que disseram. E quando isso acontece não há condenação. </p><p>Luis Guilherme lembra que nessas acusações o que se tem notado, nos últimos anos, são os efeitos pirotécnicos dados pela Polícia Federal nas prisões. Luiz Flávio concorda. Quer fazer o teste? Clique no link abaixo.</p><p><a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/infografico/2008/09/05/ult3224u87.jhtm">http://noticias.uol.com.br/ultnot/infografico/2008/09/05/ult3224u87.jhtm</a></p>]]></description>

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<title>Volks é condenada</title>

<pubDate>Qua, 03 Set 2008 11:21:42 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080903_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-03  <p>A Volkswagen está proibida de exigir um requisito ilegal de seus funcionários para promovê-los ou conceder bolsas de estudos. O juiz do trabalho Luis Augusto Federighi condenou a empresa a pagar 258 mil reais por dano moral coletivo. Isso porque, segundo o Ministério Público do Trabalho, a empresa exigia que empregados não tivessem processos trabalhistas contra ela para, então, conceder tais benefícios. A Volks ainda pode recorrer para tentar reverter a condenação.</p><p>As informações foram publicadas no site do Ministério Público do Trabalho (<a href="http://www.pgt.mpt.gov.br/">www.pgt.mpt.gov.br</a>). De acordo com os dados, houve empregados que desistiram de processos por conta do requisito solicitado. A atitude da empresa, para o juiz, viola a garantia constitucional do direito de se entrar com uma ação trabalhista. Caso insista na prática, a Volks pode levar uma multa diária de 10 mil reais por violação.</p><p>Eu conversei com os advogados trabalhistas José Guilherme Mauger e Marcel Cordeiro, nesta quarta-feira (3/8), sobre o assunto. Marcel disse que não é comum o empregado acionar a empresa enquanto ainda trabalha nela, mas tem acontecido. Geralmente, as reivindicações trabalhistas são feitas quando ele sai do local.</p><p>Mauger afirmou que a regra é a de que o empregado não pode ser discriminado pelo fato de ter uma ação trabalhista contra a empresa. E Marcel explicou que, tecnicamente, é até possível demitir o funcionário nessa situação. O problema, no entanto, é que o rompimento do contrato pode ser encarado como retaliação. O empregado, então, vai ter uma brecha para pedir indenização por danos morais e materiais na justiça. Com chances de ganhar a causa.</p><p>Mas a pergunta que fica é: Por que um funcionário processa a empresa e continua a querer trabalhar nela? No caso da Volks, ainda ser promovido ou ganhar bolsa de estudo?</p>]]></description>

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<title>Empresas lucram com grampolândia</title>

<pubDate>Seg, 01 Set 2008 11:28:48 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080901_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-09-01  <p>Empresas que vendem software anti-escuta para telefones devem lucrar ainda mais com a divulgação da revista <em>Veja </em>de que o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, também foi alvo de grampos ilegais. Afinal, se até o chefe de um dos poderes do país é grampeado, ninguém está livre dessa arbitrariedade. O receio desses grampos, ainda que não se tenha nada a temer, é que tem influenciado as vendas de algumas empresas especializadas em blindar telefones.</p><p>A CryptoCell, empresa que trabalha com software anti-grampo para telefone celular, por exemplo, registrou um acréscimo de 60% nas vendas nos últimos meses. As empresas que participam de licitação e o governo são recordistas na compra do serviço. Representam 17% das vendas. Em segundo lugar, fica o setor financeiro com 15%. Os advogados aparecem em terceiro com 14%. O restante das vendas é feito para áreas como o setor de tecnologia, indústria e comercio exterior, entre outros, segundo a empresa.</p><p>A vulnerabilidade é tanta que alguns advogados chegam a entregar esses celulares anti-escuta para seus clientes para terem certeza da confidencialidade da comunicação. Confidencialidade que já é protegida pela legislação, mas não tem sido respeitada.</p>]]></description>

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<title>Judiciário freia pedidos abusivos</title>

<pubDate>Qui, 28 Ago 2008 18:06:56 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080828_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-28  <p>A justiça tem dado, cada vez mais, um basta em pedidos altos de indenização em ações movidas contra empresas por fatos corriqueiros. O que se tem notado é que consumidores pedem muito além do valor que merecem. O Judiciário não dá tudo. Aliás, muitas vezes, tem concedido indenizações bem menores do que o sonhado.<br /> <br />A advogada Juliana Christovam João, do escritório Rayes, Fagundes e Oliveira Ramos, que atende grandes empresas, conta que essas indenizações astronômicas são geralmente rejeitadas pelos julgadores. O caminho tem sido fixar os valores proporcionalmente aos danos morais. Isso com base nas provas e peculiaridades dos casos. Ela deu um exemplo que mostra bem esse cenário de abusos nos pedidos de indenização. Abusos que o Judiciário tem freado.</p><p>Juliana lembrou o caso de uma consumidora que queria 23 mil reais porque seu nome foi incluído em uma lista de inadimplentes. A 16ª Vara Cível do Rio de Janeiro concedeu apenas dois mil reais. Ou seja: 8% sobre do valor pedido.<br /></p>]]></description>

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<title>Os insetos que incomodam</title>

<pubDate>Qui, 28 Ago 2008 15:36:59 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080828_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-28  <p>A rede de fast food Giraffas foi condenada a indenizar uma consumidora por causa de uma abelha morta encontrada na batata frita. O caso aconteceu em Brasília. Para a justiça, que fixou a indenização em 500 reais, houve falha de higiene.</p><p>A empresa, na ocasião, devolveu o dinheiro do lanche. Quando o caso foi levado à justiça, alegou que a consumidora se sentou na parte aberta do local. E, por isso, a abelha entrou na caixa de batata frita. Para a rede de fast food, houve apenas um mero aborrecimento que não é passível de indenização. O 3º Juizado Especial Cível de Brasília não aceitou esse argumento.</p><p>Esta não é a primeira vez que um consumidor entra na justiça por causa de insetos em produtos. O fato é que muitas empresas podem evitar que o caso chegue a esse ponto.</p><p>Eu conversei, nesta quinta-feira (28/8), com o juiz José Tadeu Picolo Zanoni sobre esses tipos de processo. Ele já negou indenização por danos morais a uma consumidora que alegou ter encontrado barata no cheeseburger do McDonald's. Para ele, faltaram provas.</p><p>Zanoni me disse que há consumidores que pedem indenização por dano moral pelo abalo psicológico causado nesses casos. Em tom de brincadeira, ele ironizou que já viu barata voando em padaria e não ficou traumatizado. Mas como há consumidores que alegam isso na justiça, é preciso tomar cuidado.</p><p>Ele aponta pelo menos dois caminhos para empresas evitarem os tribunais. Educação e atenção. Para o juiz, gerentes geralmente tratam o assunto com desprezo. Simples atos como anotar os dados do consumidor e telefonar depois para dar atenção seriam suficientes. E questiona: as empresas costumam fazer isso? </p>]]></description>

</item>
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<title>Badin é aprovado para o Cade</title>

<pubDate>Ter, 26 Ago 2008 13:51:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080826_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-26  <p>Arthur Badin ganhou o primeiro round em Brasília. A Comissão de Assuntos Econômicos, do Senado, aprovou nesta terça-feira (26/8) o seu nome para a presidência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A comissão é composta por 27 senadores. Ele teve 21 votos favoráveis. Apenas dois senadores se abstiveram na votação. Quatro senadores faltaram a sessão de sabatina. Nenhum voto contrário. </p><p>O advogado Eduardo Caminati, especialista em direito da concorrência, estava na sessão em que o nome de Badin foi aprovado. Caminati me contou que ele não se esquivou das perguntas dos senadores na sabatina. Até mesmo aquelas mais duras sobre a morosidade do Cade em processos de fusão e aquisição como aconteceu no caso Nestlé/Garoto. Badin concordou que é preciso agilidade nessas situações sim.</p><p>Alvo de críticas de algumas empresas por ser considerado novo, Badin falou de sua experência como advogado e também de sua atuação na Secretaria de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça. Caminati disse que ele demonstrou estar preparado para assumir o comando do Cade. Falta ainda o segundo round: a aprovação no plenário do Senado.</p>]]></description>

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<title>Conversa gravada vale como prova?</title>

<pubDate>Seg, 25 Ago 2008 11:19:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080825_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-25  <p>Se for feita por um dos interlocutores, sim. Foi o que decidiu o Tribunal Regional do Trabalho mineiro. Os juízes autorizaram a transcrição de conversas entre um ex-empregado da Cargil e seus superiores hierárquicos. O ex-empregado quer provar que sofreu assédio moral na empresa. Após a perícia, o caso será julgado.  </p><p>Para o TRT de Minas, a gravação não significou afronta ao princípio constitucional da inviolabilidade da intimidade, da vida privada e das comunicações telefônicas. Ao contrário. Representou apenas o direito de defesa do ex-empregado.</p><p>A juíza Taísa Maria Macena de Lima deixou claro que é preciso distinguir a gravação obtida por interceptação da conversa alheia e o registro da própria conversa. No primeiro caso, a gravação é ilegal e não vale como prova. No segundo, a gravação é legal e pode ser usada no processo trabalhista. Para tomar a decisão, ela se baseou em precedentes do Tribunal Superior do Trabalho e do Supremo Tribunal Federal.</p><p>Outros tribunais do país também têm reconhecido, nos últimos anos, que a conversa gravada por um dos interlocutores serve de prova em ações trabalhistas. Mas, apesar de legal, há quem considere abusiva a conduta de empregados que agem dessa forma pela falta de ética. As empresas têm como evitar esses tipos de gravações?</p>]]></description>

</item>
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<title>A súmula das algemas pegou</title>

<pubDate>Qua, 20 Ago 2008 16:02:03 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080820_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-20  <p>No Brasil, diante de tantas leis que ficam sem eficácia na prática, é de se admirar quando uma regra legal ganha força e é cumprida. Foi o que aconteceu com a súmula vinculante que restringe o uso de algemas. Somente esta semana, ela já foi usada para beneficiar o ex-banqueiro Salvatore Cacciola e o ex-deputado Álvaro Lins. O Superior Tribunal de Justiça aplicou a regra para que o ex-banqueiro não seja algemado em transferências entre presídios e em audiências em fóruns. No caso do ex-deputado, ele se livrou dos grilhões ao se entregar à Polícia.</p><p>Na semana passada, o ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, me disse que &quot;as algemas não podem ser usadas para exibir o preso como se fosse uma fera ou um prêmio&quot;. Para ele, a utilização de algemas é desumana, degradante e humilhante. O pensamento dele reflete a posição dos ministros do STF, que editaram a súmula ainda não publicada oficialmente.</p><p>Nesta quarta-feira (20/8), a Comissão de Constituição e Justiça do Senado também aprovou a regulamentação do uso de algemas. De acordo com o texto, que ainda passará pela Câmara dos Deputados, as algemas não podem ser usadas como forma de castigo ou sanção disciplinar. E mais: quando o acusado se entregar à Polícia.</p><p>Na contramão do Supremo e da comissão do Senado, existe um projeto de lei na Câmara dos Deputados para liberar a utilização das algemas em qualquer situação. A proposta é do deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ).</p>]]></description>

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<title>O acordo das Casas Bahia </title>

<pubDate>Seg, 18 Ago 2008 15:48:17 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080818_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-18  <p>As Casas Bahia e o Ministério Público do Trabalho fizeram um acordo, no Rio Grande do Sul. A empresa assinou um termo de compromisso para respeitar a carga horária de seus empregados, que não poderão trabalhar mais do que 10 horas por dia. Ela também se comprometeu a registrar o período de trabalho e a pagar integralmente as horas extras. E ainda: dar intervalos durante e entre as jornadas trabalhistas.</p><p>Pelo termo de ajustamento de conduta, documento assinado pelo Ministério Público do Trabalho e Casas Bahia, o banco de horas somente poderá ser feito depois de um acordo coletivo com o sindicato profissional. Caso a empresa não cumpra as regras, ficou estabelecido o pagamento de mil reais por item desrespeitado.</p><p>Esse tipo de acordo serve para evitar que as empresas sejam acionadas na Justiça por causa de algumas irregularidades trabalhistas que podem ser sanadas com o diálogo. A opção das empresas de regularizar a situação, quando procuradas pelo Ministério Público do Trabalho, é uma saída inteligente. O acordo evita o desgaste que todo processo judicial causa e ainda resolve o problema internamente sem a necessidade de ninguém sentar no banco dos réus.</p><p><br /></p>]]></description>

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<item>
<title>Exigências do Cade podem incomodar</title>

<pubDate>Qui, 14 Ago 2008 19:45:19 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080814_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-14  <p>O excesso de informações pedidas no novo formulário eletrônico do (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), em casos de fusões e aquisições, deverá incomodar as empresas. O documento já está disponível no site do Cade. Mas, por enquanto, ainda pode ser usado o formulário antigo com menos exigências. O novo somente começará a ser preenchido eletronicamente quando todas as questões técnicas pendentes estiverem resolvidas.</p><p>Eu conversei com o advogado especializado em direito econômico, Eduardo Caminati, sobre as mudanças. Ele me explicou que o Cade  aceitou algumas sugestões feitas pela comunidade antitruste para reduzir a quantidade de dados pedidos no formulário eletrônico. Mas considero que ainda deixou a desejar. O Conselho queria, por exemplo, a cópia dos balanços patrimoniais e faturamento das empresas dos últimos três anos. Posteriormente, acatou as sugestões empresariais e resolveu solicitar apenas o balanço e faturamento do último ano assim como acontece no formulário atual, que não é eletrônico.</p><p>O problema, no entanto, é que o Cade quer agora informações detalhadas sobre, por exemplo, linha de produtos e dados de importações. Para Caminati, a exigência está na contramão do que fazem países como Estados Unidos e outros da Europa, que têm adotado medidas para reduzir o número de informações em casos de fusões e aquisições. </p><p>A intenção do Cade é receber informações de um modo padronizado, o que ajudaria na análise do caso. Hoje, os dados são apresentados de maneiras distintas em pilhas de papéis. O advogado concorda com a padronização, mas considera que em casos simples, como acontece na maioria das vezes, é dispensável e desnecessário o volume de informações pedidas no formulário eletrônico. Segundo ele, as empresas poderão ter receio de preencher eletronicamente dados confidenciais. </p>]]></description>

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<title>STF se posiciona sobre ICMS e algemas</title>

<pubDate>Qua, 13 Ago 2008 17:47:18 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080813_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-13  <p>Os ministros do Supremo Tribunal Federal tomaram duas medidas importantes nesta quarta-feira (13/8). Primeiro: determinaram a suspensão de todos os processos no Brasil que tratam da inclusão do ICMS na base de cálculo da Cofins até o julgamento definitivo da questão que aflige empresas e governo. Segundo: elaboraram o texto da súmula vinculante que cria regras para o uso de algemas pela polícia. </p><p>Agora, o Supremo tem 180 dias para votar definitivamente a disputa tributária. O governo pode ter um prejuízo de mais de 60 bilhões de reais com uma decisão desfavorável.</p><p>As regras sobre o uso de algemas terão de ser observadas em todo o país. Os ministros entendem que os grilhões somente se justificam em caso de resistência, fundado receio de fuga e perigo à integridade física do preso ou de terceiros.</p>]]></description>

</item>
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<title>ICMS na base de cálculo da Cofins</title>

<pubDate>Ter, 12 Ago 2008 14:00:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080812_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-12  <p>O Supremo Tribunal Federal deve definir, nesta quarta-feira (13/8), se o ICMS deve ser incluído na base de cálculo da Cofins. O julgamento interessa tanto para as empresas quanto para o governo.</p><p>Eu conversei nesta quarta com a procuradora da Fazenda Nacional, Cláudia Trindade, sobre o assunto. Ela me explicou que o resultado do julgamento valerá para todos os contribuintes. O STF reconheceu que o assunto tem relevância econômica e a expectativa é que os ministros decidam fazer uma súmula vinculante sobre o tema. Com a súmula, todos os tribunais do país ficam obrigados a decidir da mesma forma que o Supremo nesses casos.</p><p>Há uma tendência favorável às empresas. Em um caso específico, que não terminou de ser julgado, seis dos onze ministros se mostraram favoráveis a uma empresa. Um dos votos foi do ministro Sepúlveda Pertence, que já se aposentou. Quem entrou no seu lugar foi o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que se posicionará na ação declaratória de constitucionalidade, mas não pode mais votar no caso específico mencionado. Há uma esperança do governo nesse posicionamento. Como me disse a procuradora: a sorte está lançada.</p>]]></description>

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<item>
<title>Para STF, algemas ferem a dignidade</title>

<pubDate>Qui, 07 Ago 2008 17:36:41 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080807_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-07  <p>O Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta quinta-feira (7/8), que algemas somente devem ser usadas em casos excepcionalíssimos. Motivo: viola o princípio da dignidade humana, direito previsto no artigo 5º da Constituição Federal. A Polícia Federal, que vira e mexe algema alguém indevidamente, não vai gostar nada da novidade. Mas vai ter de entrar na reta.</p><p>O assunto é tão relevante que o Supremo decidiu editar uma súmula vinculante sobre o assunto. Essa súmula deve nortear o julgamento sobre o uso das algemas no ex-banqueiro Salvatore Cacciola. O caso está no Superior Tribunal de Justiça. A defesa quer que ele não seja algemado quando for transportado e estiver em fóruns para prestar depoimentos. O STJ já tinha proibido a Polícia de algemar o ex-banqueiro no seu retorno ao Brasil. A defesa quer, agora, a extensão dessa liminar. O assunto ainda vai ser analisado pelos ministros do STJ, mas tudo indica que ele não deverá mesmo ser algemado.</p><p>O advogado criminalista Luiz Flávio Gomes já me disse que os grilhões somente devem ser usados nas situações em que o preso oferecer resistência, perigo de fuga ou tentar agredir quem o prende.</p>]]></description>

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<item>
<title>Grendene não ganha indenização</title>

<pubDate>Qua, 06 Ago 2008 11:29:14 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080806_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-06  <p>O site do Tribunal de Justiça mineiro publicou que a fabricante de calçados Grendene não deve ser indenizada pela empresa Kiko Kuka, que fica em Nova Serrana (MG). A justiça rejeitou a tese da Grendene de que houve cópia de uma de suas sandálias e concorrência desleal.</p><p>A Grendene alegou que a empresa fabricou sandálias idênticas a melissa furadinha Sandy. E ainda: que a semelhança induzia os consumidores à falsa associação. Queria indenização por perdas e danos. A Kiko Kuka argumentou que tem autorização do uso do desenho industrial. </p><p>Em primeira instância, a Grendene levou a melhor. Foi determinada a busca e apreensão dos calçados na sede da empresa. A Kiko Kuka recorreu. Para o TJ mineiro, ficou provado que a Grendene nunca deteve direito de uso exclusivo do desenho industrial da sandália. E que o registro para o uso do desenho industrial foi anulado em 2003. A Grendene ainda pode recorrer para tentar reverter a decisão.<br /></p>]]></description>

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<title>Bancos podem contestar MP</title>

<pubDate>Seg, 04 Ago 2008 16:32:48 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080804_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-04  <p>A medida provisória do governo, que permite o parcelamento de débitos tributários de até 10 mil reais, pode ser alvo de questionamentos na justiça se for aprovada no Congresso Nacional. O governo quer que a cobrança desses débitos seja feita primeiro pelo Banco do Brasil e depois pela Caixa Econômica. O problema é que os outros bancos ficam automaticamente excluídos da prestação de serviços.</p><p>Segundo o advogado tributarista Rodrigo Alexandre Lázaro, do Fleury Advogados, é inconstitucional privilegiar os bancos públicos nessa prestação de serviços. Ele lembra, ainda, que o Banco do Brasil e a Caixa fazem serviços privados em concorrência com outros bancos. Assim, os bancos privados também devem concorrer com os públicos na prestação desses serviços. Para o advogado, a Constituição é clara quando prevê que seja feita a licitação nesses casos.</p><p>Como a medida provisória ainda não foi votada no Congresso, os bancos têm bons motivos para ficar de olho na pauta.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Prazo de validade da escuta</title>

<pubDate>Sex, 01 Ago 2008 14:35:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080801_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-08-01  <p>O Superior Tribunal de Justiça vai se posicionar, no segundo semestre, sobre o tempo que deve durar a escuta telefônica em investigações criminais. Os ministros vão analisar se anulam a prova obtida com base em mais de dois anos de grampos telefônicos feitos em linhas de empresários, do Paraná, ligados ao Grupo Sundown. Eles foram condenados por importação fraudulenta e fraude à fiscalização tributária.</p><p>O ministro Nilson Naves já se manifestou favoravelmente aos empresários. Para ele, uma escuta deve durar no máximo 30 dias. Atualmente, há decisões no STJ que avalizam a prorrogação do tempo de grampos telefônicos tantas vezes quantas forem necessárias. Isso desde que os pedidos estejam fundamentados. O Supremo Tribunal Federal também já decidiu pelo prazo indefinido. O interessante é que tanto o entendimento do ministro Naves quanto essas outras decisões são baseadas na mesma lei: a Lei nº 9.296/96.</p><p>Eu conversei com o advogado criminalista Luís Guilherme Vieira sobre esse prazo de validade. Ele participou da comissão que elaborou o anteprojeto de lei de escutas telefônicas, em 2003, que previa o tempo máximo de 60 dias. O anteprojeto não andou. </p><p>Agora, o governo quer acelerar a votação do Projeto de Lei 3.272/2008, que autoriza a duração de até 360 dias para os grampos. O criminalista considera absurdo o prazo. Ele foi claro: se passar de 60 dias, não há mais investigação e sim devassa na vida da pessoa investigada.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Busca deve ter limite em escritório?</title>

<pubDate>Qua, 30 Jul 2008 16:26:58 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080730_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-30  <p>A resposta não passa do dia 11 de agosto. O presidente Lula tem até essa data para vetar ou sancionar um projeto de lei que tem causado polêmica no mundo jurídico e pode ter reflexos na vida de empresários que confiam em seus advogados. A proposta, já aprovada no Senado, prevê buscas e apreensões pela Polícia, com ordem judicial, em escritórios de advocacia apenas se os advogados forem os investigados. Se os clientes forem os investigados, não.  </p><p>Os argumentos contra e a favor do projeto de lei se proliferam a cada dia. De um lado, estão os advogados que defendem a sanção da proposta. Os juízes e procuradores da República, por outro lado, querem que Lula vete o projeto.</p><p>O principal argumento dos advogados é o de que a Polícia não pode ter acesso a documentos confidenciais de seus clientes. O sigilo que resguarda a relação entre advogados e clientes está previsto no Estatuto da Advocacia (Lei 8.096/94). Os dados, que ficam nos computadores, e-mails e arquivos, por exemplo, devem ser resguardados por causa da confiança dos clientes nos advogados. O receio é que, com mandados genéricos, a Polícia Federal faça uma devassa nos escritórios e quebre essa confidencialidade.</p><p>Para juízes e procuradores da República, se for sancionado, há o risco de advogados usarem os escritórios para esconder, por exemplo, armas e outros produtos de crimes. Os advogados rebatem o argumento. Dizem que se houver indício disso, poderão ser investigados como qualquer cidadão com busca e apreensão em seus escritórios. O que não querem é que seus clientes, que lhe confiaram informações sigilosas, passem por essa situação.</p><p>Diante das divergências, Lula deve sancionar ou vetar o projeto de lei que limita as buscas e apreensões em escritórios de advocacia?</p>]]></description>

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<title>Compra do Matte Leão pela Coca-Cola</title>

<pubDate>Ter, 29 Jul 2008 10:28:30 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080729_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-29  <p>A operação mais importante que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deve julgar na próxima sessão, em agosto, é a compra da empresa Leão Júnior, fabricante do Mate Leão, pela Coca-Cola. O assunto está na pauta do dia 6 de agosto. Nesta data, o Cade ainda estará sem presidente. O atual procurador-geral do Conselho, Arthur Badin, foi indicado pelo presidente Lula para o cargo. Mas a sabatina ainda não aconteceu.</p><p>A expectativa, mesmo com a resistência de algumas empresas quanto ao nome de Badin para o comando do Cade, é que o Senado marque a sabatina para agosto. Mas tudo depende do senador Aloizio Mercadante.</p><p>Eu conversei com Badin sobre o assunto. Ele me disse que suas expectativas são boas para a sabatina, mesmo após o adiamento para o segundo semestre. Badin falou que não tem receio da desaprovação de seu nome pelos senadores. O pé atrás é quanto à demora para a data de votação. Mesmo assim, ele está confiante que a sabatina acontecerá no dia 12 de agosto. Se assim for, o Cade terá a sua segunda sessão no dia 27 de agosto com um novo comandante. </p>]]></description>

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<title>Fatia dos bancos para o Fome Zero</title>

<pubDate>Sex, 25 Jul 2008 15:09:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080725_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-25  <p>Os bancos podem ganhar uma nova obrigação se depender do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele quer obrigá-los a colocar cadeiras para clientes que ficam nas filas dos caixas. A idéia é evitar o desconforto diante do atendimento demorado. O projeto de lei tramita na Câmara dos Deputados. Se for mesmo aprovado e virar lei, os bancos vão pagar multa de mil Ufirs caso não sigam a regra. E para onde vai o dinheiro arrecadado? Para o programa Fome Zero como prevê o projeto de lei.</p><p>Esta não é a primeira mostra de boa vontade de um dos três poderes com o programa do governo Lula. O Judiciário também já teve a iniciativa de destinar bens e valores ao Fome Zero em suas decisões judiciais.</p><p>Um dos casos aconteceu na ação movida contra Maria Cristina Bairão dos Santos, filha do juiz aposentado Nicolau dos Santos Neto, por sonegação fiscal. O juiz Ali Mazloum fixou o pagamento de 10 mil reais para o projeto social do governo. O mesmo juiz também mandou um empresário, condenado por apropriação indevida de contribuição previdenciária, doar 50 mil reais ao Fome Zero.</p><p>Agora, a proposta do deputado é engordar os cofrinhos do governo com o dinheiro dos bancos em caso de desobediência da regra. Ela será ainda votada pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p><p>O que acham desse projeto de lei? É válido o Legislativo fazer assistencialismo com o dinheiro dos bancos?</p>]]></description>

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<title>Lei Seca na corda bamba?</title>

<pubDate>Ter, 22 Jul 2008 14:41:16 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080722_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-22  <p>As seguradoras de veículos, que comemoraram a entrada em vigor da Lei Seca, devem ficar de olho na pauta do Supremo Tribunal Federal em agosto. Os ministros vão decidir se a lei é ou não constitucional em uma ação ajuizada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes. Mas, enquanto isso não acontece, os tribunais já têm enfrentado reivindicações de motoristas contra a nova lei. Alguns condutores de veículos, antes mesmo de pararem em qualquer blitz, já entraram na justiça para pedir um habeas corpus preventivo. Tudo para não terem de passar pelo bafômetro e não pagar a multa de 955 reais.</p><p>Um dos argumentos usados na justiça é o de que os testes com bafômetros, para comprovar a embriaguez, violam a intimidade e o direito à imagem com práticas que causam vexame. Há também a alegação de que a legislação brasileira permite que ninguém produza provas contra si. Com base nesse fundamento legal, o motorista pode até ganhar o aval da justiça. Recentemente, por exemplo, um motorista conseguiu liminar para não fazer o teste do bafômetro e ainda se livrar da multa de 955 reais. A liminar foi dada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo com base nesse princípio. Em Minas Gerais, outro motorista também conquistou esse direito no Tribunal de Justiça com base no mesmo princípio.</p><p>No Rio Grande do Sul, a desembargadora Elba Aparecida Nicolli Bastos resolveu suspender o andamento de dois habeas corpus preventivos contra a Lei Seca até que o Supremo se posicione sobre o assunto.</p><p>Mas ainda tem mais: por conta de uma brecha na Lei Seca, motoristas que foram processados antes dela podem ser beneficiados agora. Em Brasília, um motorista conseguiu trancar uma ação penal movida contra ele antes da nova lei. Em abril, ele se negou a passar pelo bafômetro. Na ocasião, fez apenas o exame clínico ou visual. O problema é que a antiga lei prevê que o condutor deve ter pelo menos 6 decigramas de álcool por litro de sangue para ser enquadrado. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal entendeu que, com a nova lei, foi criado um critério objetivo para provar a embriaguez. Ou seja: apenas o exame de sangue ou o teste do bafômetro serve agora como prova do alto teor alcoólico. Exame clínico, nem pensar. </p><p>Pela antiga lei, valia como prova esse tipo de exame se a pessoa se negasse ao teste do bafômetro. Neste caso de Brasília, os desembargadores decidiram que a Lei Seca deve retroagir por ser mais benéfica ao réu e não aceitaram como prova o simples exame visual. Outro princípio do direito: se a lei atual é mais benéfica ao acusado, ela deve ser levada em conta para beneficiá-lo no processo. A conclusão dos desembargadores foi a de que o exame clínico perdeu a validade.</p><p>É inegável que a Lei Seca reduziu o número de acidentes como já mostraram estatísticas divulgadas pela imprensa. Mas a lei é constitucional? Aguardemos a palavra final do Supremo.<br /></p>]]></description>

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<title>Multa para Usiminas é confirmada</title>

<pubDate>Sex, 18 Jul 2008 16:19:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080718_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-18  <p>A Justiça Federal manteve uma multa de 227 mil reais imposta pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) à Usiminas. A multa foi aplicada porque a empresa informou o Cade, sobre a compra do Grupo Paulista de Ferro e Ligas pela Vale-Usiminas Participações, fora do prazo. A Usiminas, que teve seu recurso negado pelo Tribunal Regional Federal, ainda pode recorrer para tentar derrubar a multa.</p><p>O início da contagem do prazo de 15 dias para informar os órgãos de defesa da concorrência sobre fusões e aquisições tem gerado divergências. Para o Cade, esse prazo começa a contar a partir da assinatura do primeiro documento pelas empresas que demonstre a intenção na operação. As empresas, por outro lado, entendem que o prazo começa a valer na data que o negócio realmente é fechado. </p><p>A multa, se os órgãos de defesa da concorrência forem avisados fora do prazo, varia de 60 mil reais a 6 milhões de reais. Há a possibilidade, ainda, da abertura de um processo administrativo. </p>]]></description>

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<title>As penas para os crimes financeiros</title>

<pubDate>Qua, 16 Jul 2008 18:34:02 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080716_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-16  <p>O leitor João Carlos Chaves sugeriu um post sobre a punição para quem comete crimes financeiros. Isso após os meus últimos comentários que trataram da prisão do banqueiro Daniel Dantas. Fui, então, conversar com o criminalista Luiz Flávio Gomes sobre as acusações que pesam nas costas do banqueiro. A Polícia Federal diz que Dantas cometeu os crimes de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção ativa.</p><p>A pena prevista para lavagem de dinheiro é de 3 a 10 anos de prisão; para sonegação fiscal é de 2 a 5 anos, para formação de quadrilha é de 1 a 3 anos, para tráfico de influência é de 2 a 5 anos e para corrupção ativa é de 1 a 8 anos. O criminalista disse que, normalmente, no Brasil aplicam-se as penas mínimas quando o réu tem bons antecedentes e outros requisitos técnicos como no caso de Dantas.</p><p>Então, qual seria a pena se o banqueiro fosse realmente denunciado e condenado definitivamente por todas essas acusações? Neste caso, Luiz Flávio acredita que ele pegaria 9 anos de prisão. É a quantia das penas mínimas somadas. Ele comentou que um processo como este dura, no mínimo, cinco anos.</p><p>O leitor João Carlos questionou, ainda, sobre a devolução de dinheiro em casos de crimes financeiros. Segundo Luiz Flávio, pode ser decretada a apreensão de bens durante os processos. Se houver condenação definitiva, é decretada a perda de bens em favor da União. Ou seja: a União fica com os bens.</p><p>Ele disse, ainda, que há várias condenações definitivas por crimes financeiros no país. E indicou o site do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) para quem se interessar mais pelo assunto. O endereço do site é <a href="http://www.coaf.fazenda.gov.br/">www.coaf.fazenda.gov.br</a> </p>]]></description>

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<title>Prisão temporária pode cair</title>

<pubDate>Qua, 16 Jul 2008 12:09:38 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080716_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-16  <p>O Supremo Tribunal Federal vai decidir se a prisão temporária é ou não constitucional. O PTB entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei 7.960/89, que trata do tema, após as prisões temporárias de Celso Pitta, Daniel Dantas e Naji Nahas. Prisões feitas com todo o espetáculo da Polícia Federal.</p><p>Na ação, o PTB afirmou que esse tipo de prisão serve apenas para produzir &quot;grande repercussão na mídia, gerando a falsa impressão de que tudo foi resolvido&quot;. Bom argumento. Como dito neste blog, anteriormente, alguns advogados criminalistas questionam a constitucionalidade da prisão temporária. Uma das alegações é a de que ela somente serve para humilhar o acusado, que ainda nem foi interrogado. Bom argumento também. </p><p>Nesta quarta-feira (15/7), o ministro Gilmar Mendes determinou que o processo fosse encaminhado para a Advocacia-Geral da União. A União deve se manifestar no prazo de cinco dias sobre o assunto. Depois, será a vez da Procuradoria-Geral da República dar a sua opinião sobre a prisão temporária dentro do mesmo prazo. Ainda não há data prevista para o julgamento no STF.</p><p>Vale lembrar que a prisão temporária tem prazo de cinco dias de duração e pode ser prorrogada por outros cinco. Esse tipo de prisão serve para garantir a investigação imediata. A Lei 7.960/89 prevê três situações para a decretação de prisão temporária. Primeira: quando é imprescindível para as investigações do inquérito policial. Segunda: quando a pessoa não tem residência fixa. Terceira: quando há razões fundadas da autoria do crime.</p><p>A prisão preventiva é diferente. Ela não tem prazo de duração, mas os tribunais têm entendido que ela deve se limitar a 81 dias, no máximo. O artigo 312 do Código do Processo Penal prevê que &quot;a prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria&quot;.</p>]]></description>

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<title>As prisões estão banalizadas?</title>

<pubDate>Seg, 14 Jul 2008 10:55:38 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080714_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-14  <p>O advogado criminalista Luiz Flávio Borges D'Urso, presidente da OAB paulista, considera que sim. E isso está dito com todas as letras em um artigo dele publicado, no jornal <em>Folha de S. Paulo</em>, sobre o uso abusivo das algemas. Gostei do artigo porque responde alguns questionamentos dos leitores nos posts que tratei das prisões do banqueiro Daniel Dantas, do investidor Naji Nahas e do ex-prefeito Celso Pitta pela Polícia Federal. Segundo D'Urso, além do uso abusivo das algemas e meramente espetaculoso, &quot;lamentavelmente, estamos assistindo também à banalização da decretação de prisões processuais. A comprovação disso é a costumeira revogação dessas prisões quando se recorre aos tribunais superiores&quot;.</p><p>Ele lembra que &quot;a República Brasileira é um Estado Democrático de Direito e não um Estado Policial&quot;. E ainda: que devemos estar &quot;sempre alertas diante das arbitrariedades perpetradas por policiais contra &quot;a&quot;, &quot;b&quot; ou &quot;c&quot;, impondo constrangimentos e humilhações desnecessários&quot;. Para ele, &quot;são demagógicos e pífios quaisquer discursos em defesa da utilização indiscriminada de algemas, trazendo a questão para um contexto de luta de classes, na qual o pobre pode ser algemado e o rico, jamais. Não é nada disso, nem o pobre, nem o rico, nem o negro, nem o branco, nem o amarelo, nem o homem e nem a mulher podem ser algemados exclusivamente para sua execração pública&quot;.</p><p>O criminalista diz que as recentes prisões, na Operação Satiagraha, &quot;reabrem a discussão sobre a execração pública à qual os suspeitos são submetidos neste país&quot;. </p>]]></description>

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<title>Dantas não precisava de algemas</title>

<pubDate>Sex, 11 Jul 2008 12:55:04 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080711_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-11  <p>Acabei de ler uma descrição perfeita do jornalista Bob Fernandes, no portal Terra, de como foi a prisão de Daniel Dantas horas depois de conseguir liberdade no Supremo Tribunal Federal. Chamou a atenção especialmente dois trechos. O primeiro diz que o banqueiro, após ser informado de que seria preso novamente, tomou um tranqüilizante. O segundo afirma: &quot;O delegado Prótogenes Queiroz toma o pulso esquerdo de Daniel Dantas, o gesto é gentil. O próprio banqueiro do Opportunity gira o pulso direito, leva-o às costas&quot;. E no fim: &quot;As algemas se fecham. Clic. Daniel Dantas está preso&quot;.</p><p>O clic não deveria ser dado. Eu conversei com o professor Luiz Flávio Gomes, um dos maiores criminalistas do país, sobre o episódio. Ele não tem dúvidas: houve abuso no uso das algemas porque Dantas não oferecia nenhuma resistência. O criminalista disse que os grilhões somente devem ser usados nas situações em que o preso oferecer resistência, perigo de fuga ou tentar agredir quem o prende. Não era o caso.</p><p>No Brasil, a Lei de Execuções Penais prevê o uso de algemas nessas situações, mas não existe lei que a regulamente. A nova lei do júri, que entra em vigor no dia 9 de agosto, diz que as algemas devem ser usadas apenas em casos necessários, ou seja, nas situações em que há resistência.</p><p>Luiz Flávio Gomes me disse que prender alguém, de modo vexatório, dá margem para a abertura de um processo por abuso de autoridade.</p>]]></description>

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<title>OI deve quebrar sigilo de cliente?</title>

<pubDate>Qui, 10 Jul 2008 16:38:46 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080710_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-10  <p>Sim. Pelo menos foi o que decidiu esta semana a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. A informação está publicada no site do tribunal. A quebra do sigilo telefônico foi pedida pelo Ministério Público porque o cliente está sendo investigado criminalmente. A empresa ainda pode recorrer. </p><p>O curioso é que o próprio cliente, orientado pelo seu advogado, pediu para a OI quebrar seu sigilo e repassar os dados para o Ministério Público. Ele queria o detalhamento de cerca de cinco meses de ligações. A empresa não forneceu as informações com base no sigilo garantido pela Constituição. O juiz federal Tourinho Neto, por outro lado, entendeu que a Constituição prevê o acesso às informações telefônicas em casos de investigação criminal.</p><p>Para o Ministério Público, as empresas devem repassar os dados cadastrais sempre que &quot;houver autorização por escrito do próprio titular da linha telefônica&quot;, ou seja, do &quot;próprio titular do direito à intimidade&quot;.</p>]]></description>

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<title>Daniel Dantas consegue liberdade</title>

<pubDate>Qui, 10 Jul 2008 09:43:42 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080710_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-10  <p>O banqueiro Daniel Dantas, a sua irmã Verônica Dantas e outros diretores do Opportunity, presos durante a Operação Satiagraha, da Polícia Federal, conseguiram liberdade. O ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal, atendeu o pedido deles na noite de quarta-feira (9/7).</p><p>Motivos? Alguns dos abordados nos posts abaixo. Para o ministro, não há fundamentos suficientes nem base legal para a prisão. Gilmar Mendes também entendeu que o interrogatório deve ser feito, em regra, com o investigado solto por causa da presunção de inocência garantida na Constituição.</p><p>* Em tempo: Um leitor pede a atualização da notícia que já está em toda a imprensa. Então, vamos lá. Dantas voltou a ser preso horas depois de conseguir liberdade no STF. Desta vez, preventivamente.</p>]]></description>

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<title>Para que serve a prisão temporária?</title>

<pubDate>Qua, 09 Jul 2008 15:32:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080709_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-09  <p>Os leitores estão indignados com o meu comentário sobre a prisão do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity, e do investidor Naji Nahas. Houve vários comentários no post abaixo. Mas eu questiono: uma pessoa pode ser punida antes de ser julgada? A prisão temporária é uma forma de punição antecipada.<br /> <br />Quando eu era pequena e fazia alguma peripécia, minha mãe primeiro perguntava o que tinha acontecido e se certificava se era verdade para depois aplicar um castigo como normalmente acontecia naquela época. Sempre havia um breve interrogatório antes da punição que eu tinha de cumprir. Cresci aprendendo as fases processuais do interrogatório, da coleta de provas, da chance de defesa, da condenação e do cumprimento da pena. Tudo por acaso. </p><p>Depois, aprendi que a lei garante todas essas fases para qualquer um. Tanto que o Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição, tem decidido que uma pessoa somente pode ficar presa se já existe condenação judicial definitiva contra ela.</p><p>Alguns advogados criminalistas até questionam a constitucionalidade da prisão temporária. Uma das alegações é a de que esse tipo de prisão somente serve para humilhar o acusado, que ainda nem foi interrogado.</p>]]></description>

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<title>Mais um espetáculo da PF</title>

<pubDate>Ter, 08 Jul 2008 18:22:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080708_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-08  <p>O Brasil está de cabeça para baixo. A Constituição virou um mero elemento figurativo deixado de lado nas operações da Polícia Federal. Foi degradante assistir pela televisão, nesta terça-feira (8/7), o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta receber policiais federais na porta da sua casa de pijama. Esta foi apenas uma nuance da operação da PF que tomou conta do noticiário com a prisão de Pitta, do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity, e do investidor Naji Nahas.</p><p>Não vale discutir se eles têm ou não culpa porque isso cabe à justiça, se forem realmente denunciados pelo Ministério Público após o espetáculo todo da PF. O que vale refletir são duas vertentes: os direitos violados e se há motivos para a prisão. </p><p>A primeira violação no caso foi à intimidade e à privacidade de Pitta por conta do pijama. A segunda: o vazamento de dados para a imprensa. Atitude que o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal, repudiou recentemente. O ministro comparou quem vaza informações da PF a gângsters.</p><p>Mas o pior de tudo será descobrir, daqui a uns dias, que eles não têm motivos para estar presos. A Constituição prevê que um acusado deve ser preso somente se tiver condenação na justiça. Ou ainda: se não tiver endereço fixo, ameaçar testemunhas e apresentar risco de fuga. É o caso?</p>]]></description>

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<title>Cade virou a pedra no caminho</title>

<pubDate>Seg, 07 Jul 2008 10:27:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080707_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-07  <p>Ficou mais difícil para empresas suspender multas impostas pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sem a necessidade de fazer o depósito do valor delas em uma conta judicial. É o que se conclui da pesquisa feita pelo advogado especialista em direito da concorrência, Eduardo Caminati, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. Ele me disse que analisou 83 decisões judiciais do tribunal até abril deste ano e as separou por assuntos.</p><p>Das 22 decisões estudadas sobre as multas fixadas por algum tipo de irregularidade e a necessidade depósito prévio, 19 foram prejudiciais para empresas. Nesses casos, elas foram obrigadas a depositar as quantias das multas enquanto discutem o caso na justiça. O depósito em juízo serve como garantia de pagamento caso as empresas saiam derrotadas no fim do processo.</p><p>Caminati me explicou que, por muito tempo, especialmente no início desta década, as multas do Cade eram facilmente suspensas por juízes de primeira instância, sem a obrigação do depósito do valor em uma conta judicial. Segundo ele, os juízes geralmente não levavam em conta o artigo 65 da Lei 8.884, de 1994, que trata do assunto. </p><p>Nos últimos três anos, principalmente, o cenário mudou. A lei tem sido observada com mais rigor e o Cade passou a ter uma atuação jurídica intensa. Agora, normalmente, a justiça tem decidido que se a empresa quiser contestar uma multa, precisa fazer o depósito judicial primeiro.</p><p>A forte atuação judicial do Cade, nos últimos anos, tem incomodado empresas que são contra a indicação do procurador-geral Arthur Badin para a presidência do órgão. A sabatina de Badin marcada para esta semana, no Senado, foi adiada para o segundo semestre.</p>]]></description>

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<title>Carga tributária vai aumentar?</title>

<pubDate>Qua, 02 Jul 2008 12:09:22 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080702_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-07-02  <p>É esta a principal dúvida que vem embutida quando se fala em reforma tributária. Mas o relator da comissão especial da reforma tributária, deputado Sandro Mabel (PR-GO), disse que durante dois anos a intenção é que a carga não aumente. Entretanto, pode acontecer &quot;por uma falha na calibragem ou um aumento muito grande na arrecadação em função da implantação da nota fiscal eletrônica&quot;. Foi o que ele me respondeu quando questionado, nesta quarta-feira (2/7), durante um bate-papo no site da Câmara dos Deputados. Pela internet, fiz basicamente as duas perguntas do post abaixo que interessam para empresas. Vejam o que ele disse:</p><p>(10:35) Débora Pinho Fala com TODOS: Caro relator, duas dúvidas de empresas: quais as garantias que o Congresso Nacional poderá dar de que a carga tributária não aumentará ainda mais com a reforma tributária. E ainda: Por que o ISS (Imposto Sobre Serviços) não será incluído no IVA dos estados?</p><p>(10:50) Dep. Sandro Mabel Fala com TODOS: Débora Pinho, criaremos um mecanismo de trava para não haver aumento de carga tributária e, caso exista, para imediatamente ser reduzida. O ISS não foi possível entrar nessa primeira etapa da reforma tributária pois existia uma grande reação dos estados contra essa proposta. Porém, acreditamos que nos próximos anos isso ocorrerá.</p><p>(10:57) Débora Pinho Fala com Dep. Sandro Mabel: Mas como será esse mecanismo de trava? E se for aumentada a carga, como será reduzida depois?</p><p>(11:11) Dep. Sandro Mabel Fala com TODOS: Débora Pinho, durante a transição de dois anos da criação do IVA Federal e do novo ICMS, as alíquotas serão calibradas de forma que não exista aumento na carga tributária. Porém, caso por uma falha na calibragem ou um aumento muito grande na arrecadação em função da implantação da nota fiscal eletrônica, imediatamente o governo federal, através do Senado, deverá reduzir as alíquotas de forma a restabelecer a carga anterior à mudança.</p><p>* <em>O debate inteiro feito pelo chat pode ser acessado no site </em><a href="http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia">http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia</a></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Reforma tributária em chat</title>

<pubDate>Seg, 30 Jun 2008 17:35:34 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080630_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-30  <p>Empresários e advogados internautas poderão conversar com o relator da comissão especial da reforma tributária, deputado Sandro Mabel (PR-GO), na quarta-feira (2/7), às 10 horas. Basta entrar no site <a href="http://www.agencia.camara.gov.br">www.agencia.camara.gov.br</a>  para participar do bate-papo.</p><p>Uma das maiores mudanças pretendidas pelo governo com a polêmica reforma tributária é substituir o ICMS pelo Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que é a união das contribuições sociais Cide, Cofins e PIS. Outra mudança é a incorporação da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) pelo Imposto de Renda da Pessoa Jurídica.</p><p>Eu conversei com o tributarista Igor Mauler Santiago, do escritório Sacha Calmon, e ele me contou algumas dúvidas das empresas sobre o assunto. Elas estão curiosas para saber quais as garantias que o Congresso Nacional poderá dar de que a carga tributária não aumentará ainda mais com a reforma tributária. E ainda: Por que o ISS (Imposto Sobre Serviços) não será incluído no IVA dos estados? Vamos ver o que o relator diz no debate virtual...</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Justiça pode funcionar como empresa</title>

<pubDate>Sex, 27 Jun 2008 17:49:50 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080627_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-27  <p>O Conselho Nacional de Justiça deu o primeiro passo, esta semana, para que juízes brasileiros sejam avaliados como executivos: pela produtividade. Em seu site, o CNJ acaba de disponibilizar dados que permitem avaliar a performance dos juízes em todo o Brasil.</p><p>Em maio, por exemplo, o juiz Alexandre Alves Lazzarini, que já cuidou de casos como recuperação da Varig e da Parmalat, julgou menos que seu colega Caio Marcelo Mendes de Oliveira, responsável pela decretação da falência do Banco Santos. Enquanto Lazzarini deu 74 sentenças, em maio, Mendes assinou 96.</p><p>As informações fazem parte do sistema Justiça Aberta, que ainda promete causar muita polêmica na magistratura. O alerta de juízes é o de que um processo complexo pode dar muito mais trabalho do que outras dez ações judiciais simples. Então, o caminho ideal não é apenas olhar os números. É preciso verificar a complexidade dos casos julgados, informação que o CNJ ainda não dispõe.</p><p>Mesmo assim, o pontapé inicial para a justiça funcionar como empresas foi dado pelo CNJ. Quem quiser conferir como anda a produtividade dos juízes, basta entrar no site <a href="http://www.cnj.gov.br">www.cnj.gov.br</a>. </p>]]></description>

</item>
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<title>É legal cláusula de fidelização?</title>

<pubDate>Qui, 26 Jun 2008 17:30:19 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080626_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-26  <p>Virou mania de consumidores, nos últimos anos, processar empresas, principalmente de telefonia celular, que têm cláusulas de fidelização em seus contratos. Mas, afinal, esse tipo de cláusula é ou não legal? Há decisões judiciais contra e a favor de empresas em ações movidas por consumidores insatisfeitos no país. Mas eu li um artigo, que chegou no meu e-mail, bem interessante sobre o assunto. A advogada Cláudia Domingues, que é especializada em regulação de telecomunicações e ex-assessora jurídica da Anatel, defendeu a legalidade dessa cláusula com argumentos consistentes. </p><p>Para ela, a compra de celular com desconto é uma opção do consumidor, que pode decidir se quer cumprir a imposição de fidelidade ou não. A advogada disse no artigo que, caso não pretenda permanecer &quot;fiel&quot; à empresa pelo prazo mínimo fixado, o usuário pode adquirir o equipamento pelo preço de mercado. Detalhe: sem o desconto. Isso porque as empresas não podem vender o produto por preço abaixo do mercado se não houver uma contrapartida. Ou seja, nas palavras dela, &quot;sem uma mínima segurança quanto ao retorno financeiro de sua estratégia mercadológica&quot;.</p><p>As alegações têm lógica econômica. E, desde o ano passado, também têm respaldo. A Anatel publicou a Resolução nº 477, no segundo semestre de 2007. Pela regra, as empresas podem oferecer benefícios para seus usuários e exigir a fidelização por até um ano, no máximo.</p>]]></description>

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<title>Sigilos fiscal e bancário em risco</title>

<pubDate>Ter, 24 Jun 2008 18:33:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080624_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-24  <p>O Senado pode votar, em breve, a quebra dos sigilos bancário e fiscal de agentes públicos. E, de lambuja, de empresas que fizerem contratos com a administração pública. A Proposta de Emenda à Constituição 47/05, do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), é polêmica e promete dar o que falar principalmente no mundo empresarial.</p><p>Hoje, os sigilos bancário e fiscal somente podem ser quebrados se houver ordem judicial. O senador Cristovam Buarque sugeriu que a proposta atingisse apenas políticos e servidores públicos em cargos de confiança. O senador Pedro Simon (PMDB-RS) foi além. No substitutivo, ele ampliou a quebra dos sigilos para as empresas que fecham negócios com a administração pública. Isso durante a relação contratual. A justificativa é a de que haverá mais transparência dessa forma. Mas, para virar lei, a proposta deve ser examinada pelo Plenário do Senado e, posteriormente, pela Câmara dos Deputados.</p><p>Eu conversei com os advogados tributaristas Mário Costa, Ângela Martinelli e Sacha Calmon sobre o assunto. Para ela, apesar da transparência prevista na proposta, algumas empresas terão receio de abrir suas contas bancárias e fiscais. E mais: a proposta poderá ser questionada no Supremo Tribunal Federal dependendo de como for feita a Lei Complementar para fixar as regras do jogo. Atualmente, as duas leis que autorizam a quebra dos sigilos indiscriminadamente são questionadas no STF, que ainda dará a palavra final sobre o assunto. </p><p>Ângela considera que os sigilos somente devem ser quebrados em casos excepcionais e se houver razão para tanto. O exemplo usado por ela é o do empréstimo feito por empresas no BNDES. &quot;Mas por que uma empresa tem de prestar conta de sua contabilidade se participou de uma licitação apenas?&quot;, questionou.</p><p>Mário Costa me disse que as empresas poderão ficar receosas principalmente se o poder público não tiver um controle dos dados sigilosos, o que pode causar problemas de concorrência. &quot;A administração pública deve ter o cuidado para os dados não serem repassados a terceiros do setor privado, que podem obter informações relevantes do mercado a partir deles&quot;, analisou. Para ele, tudo vai depender da regulamentação da lei, ou seja, da criação de regras para que sejam quebrados os sigilos. &quot;A abertura das contas não pode ficar exagerada e sem controle&quot;.<br /> <br />Sacha Calmon falou que a proposta é moralizadora e espetacular principalmente em relação aos homens públicos. No setor privado, ele prefere se apoiar no velho chavão: quem não deve, não teme.</p><p>Recentemente, uma reportagem do jornal USA Today mostrou que, anualmente, a Suécia, a Finlândia e a Noruega publicam as declarações de imposto de renda de seus cidadãos. A imprensa local tem até o hábito, principalmente na Suécia, de publicar o patrimônio financeiro de ricos, executivos e celebridades. Mas será que as empresas brasileiras querem abrir seus sigilos fiscal e bancário?</p>]]></description>

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<title>Não se exige experiência</title>

<pubDate>Seg, 23 Jun 2008 14:29:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080623_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-23  <p>Empresas que exigem tempo de experiência superior a seis meses na hora de contratar funcionários poderão ter problemas com o Ministério Público do Trabalho. A Lei nº 11.644, de março deste ano, proíbe essa exigência. Mas, como a regra é recente, muitas empresas ainda não se atentaram para o fato. Fazem a exigência inclusive em anúncios de jornais, o que tem despertado a atenção de procuradores do trabalho.</p><p>Na Paraíba, por exemplo, a Procuradoria Regional do Trabalho sinalizou que quer instaurar inquérito civil público contra empresas e até mesmo veículos de comunicação que divulgam os anúncios para contratação de pessoal. </p><p>As empresas ainda têm uma saída. Os procuradores do trabalho podem optar por fechar acordo, conhecido como termo de ajustamento de conduta, para evitar que o caso se desenrole na justiça. Mas, para tanto, as empresas terão de se comprometer a não fazer mais a exigência. Este é o caminho para não se sentar no banco dos réus.</p>]]></description>

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<title>O que esperar do Cade?</title>

<pubDate>Qui, 19 Jun 2008 14:00:09 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080619_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-19  <p>Mesmo a contragosto de algumas empresas, o presidente Lula indicou Arthur Badin para comandar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O atual procurador-geral tem 32 anos, contou com o apoio do ministro Tarso Genro e ainda será sabatinado no Senado para poder assumir o cargo.</p><p>Em rodas de advogados e economistas da área de concorrência, nas últimas semanas, circularam basicamente dois argumentos de empresas contra a indicação de Badin. O primeiro: é muito novo para assumir o cargo. O segundo: é ferrenho na defesa do interesse público. </p><p>O advogado Guilherme Ribas, especialista na área de direito da concorrência, me disse que os argumentos, no fundo, beneficiaram Badin. Sobre o fato de ele ser novo, o advogado lembrou que Daniel Goldberg assumiu a Secretaria de Direito Econômico (SDE) com menos de 30 anos e foi responsável por uma forte atuação no combate a cartéis, por exemplo. E, para o governo, nada melhor que ter um ferrenho na defesa do interesse público mesmo com a autonomia do Cade...</p><p>Nos últimos anos, o principal objetivo de Badin foi tentar tornar o Cade mais forte. E, para isso, precisou bater na porta do Judiciário para tentar validar as decisões tomadas pelo órgão. Ele também conseguiu aumentar o valor da arrecadação das multas impostas às empresas. E é esse perfil que muitas vezes incomoda. </p><p>Eu conversei com o advogado Eduardo Caminati, outro especialista em direito da concorrência. Ele disse que antes de Badin, o Cade era um leão sem dentes nas discussões judiciais. &quot;O órgão não era tão atuante no Judiciário como deveria. As penalidades impostas eram facilmente suspensas&quot;.</p><p>Então, a atuação de Badin será ruim para as empresas? Caminati falou que há empresas com receio de que ele seja um defensor intransigente do interesse público e as prejudiquem. &quot;Mas a expectativa é que, no comando, ele passe a ter jogo de cintura para conciliar interesse público, desenvolvimento econômico e livre concorrência&quot;.</p><p>Afinal, o que as empresas podem esperar se Badin assumir o comando? </p>]]></description>

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<title>Ministros divergem sobre IPI</title>

<pubDate>Qua, 18 Jun 2008 20:16:19 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080618_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-18  <p>Dois ministros do Supremo Tribunal Federal ficaram em lados opostos, nesta quarta-feira (18/6), sobre um assunto que aflige as indústrias: o direito de crédito de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) pago quando o produto final é isento de tributação ou sujeito à incidência de alíquota zero. </p><p>O ministro Ricardo Lewandowski entendeu que há direito ao crédito. E que as indústrias têm esse direito até antes de 1999, quando foi criada uma lei sobre o assunto. O ministro Marco Aurélio Mello afirmou que o creditamento somente pode ser feito após a lei, se restringe aos últimos cinco anos e ainda não incide correção monetária. </p><p>As indústrias, no entanto, terão de aguardar o fim desta história tributária. Não foi desta vez. O julgamento foi adiado. O ministro Eros Grau pediu vista para analisar mais detalhadamente o caso. <br /></p>]]></description>

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<title>Funcionários no bancos dos réus</title>

<pubDate>Ter, 17 Jun 2008 09:49:08 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080617_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-17  <p>Virou uma tendência empresas monitorarem e-mails corporativos de funcionários. E as conseqüências começaram a ir além de simplesmente mandá-los embora por justa causa em casos de envio de pornografia e de informações sigilosas. Cansadas de serem alvos de ações trabalhistas, as empresas também têm batido na porta da justiça para processar seus ex-funcionários por danos morais e patrimoniais.</p><p>Foi o que eu constatei em uma conversa com o advogado Renato Opice Blum, especialista em direito eletrônico. Ele me contou o caso em que um funcionário enviou imagens pornográficas para amigos pelo e-mail corporativo. Até aí, tudo bem. Isso apenas seria motivo para demissão por justa causa dependendo da política interna da empresa. Mas quando questionado pelo destinatário sobre a possível violação de regulamentos internos, o funcionário não titubeou. Falou mal da empresa de forma ofensiva, segundo o advogado. A resposta foi fundamental para a empresa decidir processá-lo após o monitoramento. </p><p>Ele contou que empresas têm processado, por danos morais e patrimoniais, desde funcionários comuns até vice-presidentes. Geralmente, as empresas também são acionadas pelos ex-empregados por ter acessado os e-mails corporativos. A alegação é de violação de intimidade e de sigilo de correspondência. Mas o argumento não tem colado.</p><p>Atualmente, a justiça trabalhista tem decidido que as empresas podem acessar sim e-mail corporativo de seus subordinados. E, se for o caso, podem demiti-los por justa causa. Esse tipo de demissão tem acontecido principalmente quando há envio de imagens pornográficas pela internet.</p><p>Nos Estados Unidos e na União Européia também é comum o entendimento de que as empresas têm livre acesso à caixa eletrônica corporativa. </p>]]></description>

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<title>Correios devem ter monopólio?</title>

<pubDate>Qui, 12 Jun 2008 17:12:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080612_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-12  <p>Quatro ministros do Supremo Tribunal Federal consideram que sim. A ministra Ellen Gracie foi a quarta a se posicionar a favor do monopólio do serviço postal pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, nesta quinta-feira (12/6). O julgamento, no entanto, foi adiado. Motivo: o ministro Carlos Alberto Menezes Direito pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar a questão.</p><p>A definição sobre o assunto é aguardada por um mercado de 15 mil empresas, cujo faturamento anual soma mais de 5 bilhões de reais. Em 2005, o STF resolveu que nem para o petróleo prevalece o monopólio da União. A corte encerrou um caso sobre o direito de concessionárias da exploração. Mas há uma tendência em se manter o monopólio no caso do serviço postal.</p><p>Até agora, apenas o ministro Marco Aurélio Mello, relator do caso, votou pelo fim do monopólio estatal. De lado contrário estão: Ellen Gracie, Eros Grau, Joaquim Barbosa e Cezar Peluso. O Gilmar Mendes, atual presidente do STF, também votou a favor do monopólio, mas contra alguns dispositivos da lei sobre o assunto. O ministro Carlos Ayres Britto se posicionou pelo monopólio parcial de alguns serviços.</p><p />]]></description>

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<title>Telefônica fica livre de indenizar</title>

<pubDate>Qui, 12 Jun 2008 11:31:00 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080612_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-12  <p>A empresa e a prefeitura de Marília, no interior de São Paulo, estão dispensadas pela justiça de pagar quase 310 mil reais de indenização para o pai de um motociclista, que morreu ao bater em um poste. O inusitado da história foi que o pai alegou que seu filho morreu porque bateu em um poste instalado pela Telefônica. Argumento totalmente sem sentido.</p><p>O poste não é da Telefônica nem nunca foi instalado por ela, argumentaram as advogadas que representam a empresa, Iamara Garzone e Adriana de Souza, do Mesquita Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados. Os argumentos foram aceitos.</p><p>A juíza Ângela Martinez, da 5ª Vara Cível de Marília, extinguiu o processo. Para ela, não existe vínculo entre a conduta da empresa e o acidente. É o que a justiça chama de falta de nexo de causalidade. &quot;O poste estava localizado no calçamento e não no meio da via pública. Esta não foi a causa do acidente, de forma que de nada importa a discussão acerca da instalação do poste&quot;, disse a juíza em sua decisão. E falou mais: &quot;nem mesmo o autor conhece a causa do acidente&quot;. A juíza entendeu que o pedido é juridicamente impossível de ser atendido. O pai do motociclista ainda pode recorrer.</p>]]></description>

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<title>Bônus no exterior deve ser declarado?</title>

<pubDate>Ter, 10 Jun 2008 10:07:10 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080610_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-10  <p>O leitor Darlan pergunta se a obrigação de declarar bens no exterior vale também para &quot;quem, mesmo residindo no Brasil, recebeu bônus em ações no exterior&quot;. E mais: &quot;Caso positivo como é a taxação de imposto de renda na pessoa física?&quot;</p><p>Eu fui buscar a resposta com o advogado tributarista Mário Costa. Ele me explicou que se, até 31 de dezembro do ano passado, o leitor detinha ações no exterior que totalizavam cem mil dólares ou mais, está obrigado sim a fazer a declaração ao Banco Central. </p><p>Mário Costa disse, ainda, que essa declaração não tem relação direta com a tributação. Segundo o advogado, ela é feita apenas para o Banco Central manter um acompanhamento do patrimônio dos brasileiros no exterior. Mas é possível que as informações declaradas sejam cruzadas com dados da Receita para se detectar eventuais divergências.<br /></p>]]></description>

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<title>Hora do Leão atacar no exterior</title>

<pubDate>Seg, 09 Jun 2008 10:45:06 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080609_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-09  <p>O prazo para empresas e pessoas físicas declararem bens e valores que têm no exterior começou nesta segunda-feira (9/6) e vai até o dia 31 de julho. O Banco Central deverá ser informado sobre depósitos, empréstimos, financiamentos e investimentos feitos até 31 de dezembro do ano passado.</p><p>Quem tem ativos que totalizam menos de cem mil dólares nos Estados Unidos ou o equivalente em outras moedas não precisa fazer a declaração. O Banco Central deve aplicar multa de até 250 mil reais para empresas e pessoas físicas que não fizerem a declaração ou prestarem informações incompletas ou falsas.</p><p>A obrigação anual está prevista na Medida Provisória nº 2.224, de 2001. Os documentos sobre as informações prestadas devem ser mantidos durante cinco anos para apresentação no Banco Central, se necessário.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresa pode controlar assédio moral?</title>

<pubDate>Sex, 06 Jun 2008 10:19:15 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080606_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-06  <p>O ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra Martins Filho, me disse que esse controle é muito difícil quando conversávamos esta semana sobre um assunto polêmico: piadinhas entre colegas que geram processos por assédio moral. Apesar dessa dificuldade que leva empresas a pagarem indenizações fixadas pela justiça trabalhista, ele apontou um caminho bem interessante. Para tentar recuperar o valor da indenização, a empresa pode entrar com uma ação regressiva contra o responsável por ofender funcionários. E aí a justiça decide se a quantia deve ou não ser reembolsada.</p><p>O ministro me falou que a empresa tem obrigação de zelar pelo ambiente de trabalho. Se não age assim, é condenada. Mas pode correr atrás do prejuízo com esse tipo de ação, baseada no Código Civil. Ele reconheceu que as humilhações dentro das empresas existem e passaram a ser mais apontadas judicialmente por empregados, nos últimos anos. </p><p>O TST tem marcado posição no assunto. É contra ofensas e humilhações no trabalho e ponto. No entanto, o ministro criticou o exagero de alguns funcionários em certas ocasiões. &quot;Chega uma hora que tudo pode ser tomado como assédio moral&quot;, observou. </p><p>Ele lembrou que no Brasil o ambiente de trabalho é sadio e as brincadeiras são normais, mas claro que sem humilhações. Para o ministro, seria muito chato se as pessoas tivessem de ficar quietas e não pudessem nem brincar com os colegas. Também acho.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Shopping 25 deve indenizar Nike</title>

<pubDate>Qua, 04 Jun 2008 14:58:53 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080604_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-04  <p>O Tribunal de Justiça de São Paulo mandou o Shopping 25 de Março indenizar a Nike em 30 mil reais por venda de produtos piratas. Se o shopping não tomar nenhuma medida para coibir a venda dessas mercadorias em suas lojas, terá ainda de pagar multa diária no mesmo valor. O shopping já recorreu da decisão tomada em fevereiro deste ano. O recurso foi recebido no gabinete do desembargador Encinas Manfré, esta semana, e não há data para ser julgado.</p><p>O interessante da decisão é a responsabilidade atribuída a administradores de shoppings. O TJ paulista entendeu que eles são obrigados a fiscalizar as mercadorias vendidas para evitar a pirataria. O Shopping 25 de Março até tentou se esquivar dessa responsabilidade, mas não conseguiu.</p><p>Na justiça, o shopping alegou que não tem participação nas vendas nem poder de polícia para fiscalizar as mercadorias. E mais: não pode evitar o comércio de produtos piratas por falta de acesso a eles e tem licenças e autorizações para atuar normalmente no mercado. Os argumentos não foram suficientes. Para o Tribunal de Justiça, o shopping teve sim lucros pelas vendas e o contrato com os lojistas previa a possibilidade de inspeção de mercadorias.</p><p>Eu conversei com o advogado Pedro Szajnferber De Franco Carneiro, do escritório Pompeu, Longo, Kignel &amp; Cipullo e também diretor da Associação Paulista de Propriedade Intelectual, sobre o assunto. Ele disse que a decisão abriu um importante precedente para empreendimentos que não tomam medidas contra a pirataria. Em casos semelhantes, a justiça pode condenar outros administradores de shoppings. &quot;Eles não podem ficar simplesmente de braços cruzados. Precisam se preocupar com a procedência das mercadorias e exercer o poder de vigilância constante&quot;, alertou.</p>]]></description>

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<title>HSBC se livra de mordida em conta</title>

<pubDate>Seg, 02 Jun 2008 10:22:35 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080602_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-06-02  <p>O sistema de bloqueio de contas para pagamento de dívidas trabalhistas voltou a dar dor de cabeça. Desta vez, para o HSBC. Mas com um capítulo feliz para o banco, segundo informações do Tribunal Superior do Trabalho. Os ministros atenderam pedido do HSBC e cancelaram a penhora feita em sua conta.</p><p>A Vara do Trabalho de São Borja, no Rio Grande do Sul, deu prazo de dois dias para o banco pagar uma dívida trabalhista de 83 mil reais. O HSBC, então, ofereceu Letras Financeiras do Tesouro Nacional à penhora para garantir o pagamento. A justiça trabalhista aceitou. Mas, depois, foi bloqueado dinheiro na conta do banco. Pior: em valores a mais do que o devido. O banco não gostou. Claro. Por conta do abuso, recorreu ao TRT gaúcho para reverter a situação. O pedido não foi atendido. O caso foi parar no TST. </p><p>O HSBC pediu a liberação dos valores bloqueados e a substituição pelos títulos oferecidos para a penhora. Ou ainda: a liberação da quantia bloqueada a mais. A penhora em dinheiro foi, então, cancelada.</p><p>A penhora online tem sido a pedra do sapato das empresas nos últimos anos. Desde que foi criado, apesar das tentativas de aperfeiçoamento constante no sistema, ainda há erros. Tanto que, no fim do ano passado, o corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen, chegou a apontar &quot;a grave e lastimável desatenção de alguns juízes&quot; com o sistema. Em março deste ano, a OAB paulista também afirmou que ainda são constantes problemas como duplicidade de bloqueios em contas e falta de rapidez para desbloquear os valores quando necessário. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Vale usar imagem do empregado?</title>

<pubDate>Qua, 28 Mai 2008 15:14:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080528_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-05-28  <p>Virou uma tendência, nos últimos anos, o uso de funcionários em propagandas de médias e grandes empresas na TV, na internet e em folders, entre outros meios de comunicação. Mas a tendência veio acompanhada de uma dúvida jurídica: empresas podem usar a imagem de funcionários para fazer propaganda? A justiça trabalhista já se manifestou sobre o assunto. Ainda não há um consenso. Uns juízes entendem que sim, com ou sem autorização prévia por escrito do empregado. Outros, que não.</p><p>Eu conversei com a publicitária Célia Fontella sobre a tendência. Ela disse que empresas escolhem essa forma de divulgação, principalmente, por dois motivos. Primeiro: passa credibilidade quando o cliente é atendido por funcionários que estão na propaganda. Segundo: o cachê pago a eles são menores que os de modelos ou artistas. Então, compensa. Mas se o caso for parar nos tribunais, a estratégia de marketing pode ter efeito negativo.</p><p>A confusão jurídica ocorre, principalmente, quando não há autorização prévia do empregado por escrito. Ou ainda: quando ele autorizou para sua imagem aparecer em TV e a empresa a utiliza em outdoor, por exemplo. Mas alguns juízes têm decidido que, mesmo em casos sem autorização por escrito, a empresa pode usar a imagem se o funcionário tem atitudes que demonstrem aprovação do que foi feito. Ou seja: se não reclamou da divulgação na época dos fatos. Outros magistrados já condenaram empresas a indenizar ex-empregados por uso indevido de imagem quando falta a autorização prévia expressa.</p><p>O Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, recentemente, negou o pedido de um empregado que queria ser indenizado por uso indevido de imagem na internet para propaganda de um empreendimento. A justiça trabalhista entendeu que não ficou provado os danos. E mais: o próprio autor da ação pediu que sua foto fosse colocada na internet. Em outro caso, o mesmo tribunal condenou uma empresa a indenizar um ex-funcionário que apareceu em fotos e campanhas publicitárias de reciclagem de lixo. A empresa não tinha autorização expressa do empregado para tanto.</p><p>A justiça mineira também já se posicionou sobre o tema. Dispensou um banco de pagar indenização por danos morais. O ex-empregado serviu de modelo para a divulgação de produtos e depois reclamou que deveria receber indenização. Os juízes decidiram que a indenização não era devida. Isso porque ele não proibiu a exibição das fotos. Para a justiça, então, houve autorização ainda que não fosse por escrito. É a chamada autorização tácita.</p><p>O próprio Tribunal Superior do Trabalho, última instância da justiça trabalhista, tem decisões divergentes sobre o assunto. No caso sobre a utilização de um vídeo com palestra de ex-empregado, o TST decidiu que a empresa não deveria pagar indenização. E por motivos simples: ele concordou em gravar o vídeo e sabia que seria divulgado para treinamentos de vendedores. Em outro julgamento, a empresa ficou obrigada a indenizar um ex-funcionário que teve a foto publicada em um jornal de Aracaju (SE), sem sua prévia autorização, durante uma campanha publicitária.</p><p>Diante de decisões judiciais divergentes sobre o tema, continua a ser uma boa idéia colocar funcionários em propagandas?</p>]]></description>

</item>
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<title>Empresas testam detector de mentiras</title>

<pubDate>Seg, 26 Mai 2008 13:58:07 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080526_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-05-26  <p>Empresas inglesas começaram a testar um software de análise de voz para detectar mentiras de seus funcionários, segundo informações do site ITPro. O <em>Voice Risk Analysis</em> funciona como um polígrafo que avalia a tensão na voz do empregado. Tensão que poderia passar despercebida pelos ouvidos humanos.</p><p>Na Inglaterra, o programa já foi testado pelo Departamento de Trabalho e Aposentadoria de Harrow para combater a fraude de benefícios. E o resultado foi positivo. Tanto que o programa deverá ser usado para agilizar a revisão dos pedidos de quem realmente merece os benefícios.</p><p>No Brasil, o assunto virou caso de justiça. Mas o tema ainda é novo nos tribunais. Há poucas decisões judiciais sobre o polêmico polígrafo, conhecido como detector de mentiras. A justiça trabalhista de, pelo menos, três estados tem decisões que autorizam o uso do mecanismo e outras que proíbem. O uso do detector de mentiras já foi tratado na justiça trabalhista de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. E ainda: no Tribunal Superior do Trabalho.</p><p>O TRT de São Paulo, por exemplo, chegou a condenar uma empresa a pagar indenização de 80 mil reais para uma ex-funcionária. Ela era interrogada constantemente pela empresa, que usava o polígrafo para avaliar suas respostas. Eram feitas perguntas sobre furto de mercadorias e uso de drogas, entre outros temas. O TRT paulista entendeu que uma empresa até pode fiscalizar seus empregados para proteger o patrimônio, mas não tem o direito de fazer o papel da Polícia e usar mecanismos que causem sofrimento para o empregado.</p><p>O TST, no entanto, já decidiu que uma empresa poderia usar o detector de mentiras. No caso analisado pelos ministros do TST, a empresa fez perguntas para a ex-empregada sobre a vida pessoal, consumo de drogas e álcool, dívidas e furto com a utilização do mecanismo. O TRT de Minas Gerais havia decidido que o mecanismo foi usado como medida preventiva de segurança. O TST confirmou essa decisão. </p><p>Eu conversei com o advogado e professor da PUC-SP, Marcel Cordeiro, sobre o assunto. Apesar de ser contra o uso do polígrafo, ele entende que as empresas podem se valer dele. Mas desde que respeitem a dignidade, a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem dos funcionários, como prevê a Constituição.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Aprovado uso obrigatório de airbag</title>

<pubDate>Qua, 21 Mai 2008 11:24:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080521_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-05-21  <p>Pode virar lei em breve o projeto que prevê o uso obrigatório de airbag em todos os carros produzidos no Brasil. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, esta semana, a proposta do Senado que trata do assunto. Agora, ela será votada no Plenário.</p><p>Se virar mesmo lei, o airbag deverá ser instalado nos bancos do motorista e do passageiro. A exigência, no entanto, não abrange carros fabricados para exportação. O projeto modifica o Código de Trânsito Brasileiro. Mas a mudança será gradativa. </p><p>O prazo será contado a partir do primeiro ano após as especificações técnicas impostas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Depois de cinco anos, a partir dessa definição, todos os carros zero quilômetro deverão ter o equipamento.</p>]]></description>

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<title>Empresas livres de indenizar</title>

<pubDate>Seg, 19 Mai 2008 11:40:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080519_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-05-19  <p>O Superior Tribunal de Justiça tomou uma decisão benéfica para empresas processadas por consumidores que têm o nome sujo na praça. A Segunda Seção do STJ definiu que devedor, já inscrito no SPC ou Serasa, não deve receber indenização por danos morais se qualquer empresa sujar seu nome mais uma vez ainda que indevidamente. A decisão pode embasar milhares de ações na justiça brasileira sobre o tema. E ainda: blindar a empresa que cometer erro na hora de sujar o nome de alguém.</p><p>Dentro do próprio STJ, havia divergência entre ministros da Terceira e da Quarta Turma. A Terceira Turma decidia que o consumidor tem de ser indenizado em caso de inscrição indevida na lista dos maus pagadores, mesmo se já figurasse nela há tempos. A Quarta Turma considerava que não há motivos para indenização.</p><p>Agora, a Segunda Seção colocou um ponto final na questão. Se o consumidor já tiver registros desabonatórios nos órgãos de proteção ao crédito, as empresas que sujam indevidamente seu nome devem ficar livres da punição financeira. A lógica é simples: se o nome do consumidor já está sujo, um novo registro não vai lhe causar sofrimento algum. </p>]]></description>

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<title>Superpoderes para CPI</title>

<pubDate>Qui, 15 Mai 2008 16:08:17 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080515_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-05-15  <p>As Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) podem passar a ter uma atribuição a mais: o poder para pedir à justiça a prisão temporária de investigados. Atualmente, esse pedido somente pode ser feito pela polícia e pelo Ministério Público. Mas uma comissão da Câmara aprovou, no início do mês, um projeto de lei do deputado Neilton Mulim (PR-RJ) que prevê tal prerrogativa.</p><p>A proposta aprovada, na forma de substitutivo do deputado Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ), também prevê mudança no prazo de prisão temporária. Pela Lei 7.960/89, a prisão temporária é de cinco dias prorrogáveis por mais cinco. Se a proposta virar lei, esse prazo deve dobrar para 10 dias prorrogáveis por igual período. O projeto ainda tem de ser votado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e no Plenário.</p><p>Hoje, as CPIs somente podem decretar a prisão em caso de flagrante delito. Em 1999, por exemplo, o ex-presidente do Banco Central Francisco Lopes foi preso por desacato durante a CPI do Senado que apurava irregularidades na ajuda aos bancos Marka e Fontecindam. No ano passado, também por desacato, dois advogados foram presos em flagrante nas CPI do Tráfico de Armas e na CPMI dos Correios.</p>]]></description>

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<title>Julgamento tributário do ano é adiado</title>

<pubDate>Qua, 14 Mai 2008 16:29:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080514_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-05-14  <p>A tão esperada decisão sobre a incidência do ICMS na base de cálculo da Cofins ficou para outro dia. O julgamento do caso começou, nesta quarta-feira (14/5), mas foi suspenso porque o ministro Marco Aurélio Mello pediu vista. O assunto vem sendo acompanhado com expectativa por departamentos jurídicos de empresas e pelo governo, que pode ter um prejuízo de mais de 60 bilhões de reais com uma decisão desfavorável. As empresas podem deixar de pagar a cobrança e ainda serem restituídas nos últimos cinco anos.</p><p>O impacto bilionário para o governo ou a importância econômica para os bolsos das empresas parecem não preocupar o ministro Marco Aurélio. Na tarde desta quarta-feira, ele disse que processo não tem capa nem conteúdo econômico, em uma clara referência que está apenas interessado no direito.</p><p>A tropa de defesa do governo chegou a se reunir com quatro ministros do STF, no fim de abril, para tratar dos prejuízos aos cofres públicos. E mais: defender que essa técnica de tributação é adotada no Brasil há mais de 40 anos e sempre foi considerada legal pelos tribunais. Com o pedido de vista do ministro Marco Aurélio, nesta quarta, ainda não há data definida para o fim da disputa bilionária.</p>]]></description>

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<title>Ampliação da licença-paternidade</title>

<pubDate>Seg, 12 Mai 2008 15:13:27 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080512_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-05-12  <p>As empresas poderão ser obrigadas a conceder licença-paternidade de 15 dias em vez de cinco dias como acontece hoje. A ampliação do prazo do benefício deve ser discutida, na quinta-feira (15/5), na Comissão de Assuntos Sociais, do Senado. O projeto de lei, da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), também prevê o direito para pais adotantes independentemente da idade de quem for adotado. </p><p>A justificativa da proposta é a de que cinco dias, como prevê a legislação atual, são insuficientes para o pai prestar assistência efetiva para o filho e para a mulher. </p><p>Este não é o primeiro projeto sobre o assunto que está no Congresso Nacional. O deputado João Matos (PMDB-SC) tem uma proposta que prevê a criação da licença-paternidade de 60 dias para empregados solteiros que adotarem crianças ou adolescentes. E ainda: o benefício do salário-paternidade. O projeto de lei trata especificamente de casos de adoção e tramita na Câmara dos Deputados. </p>]]></description>

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<title>TAM e Varig são condenadas por cartel</title>

<pubDate>Sex, 09 Mai 2008 12:46:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080509_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-05-09  <p>A TAM e a Varig estão obrigadas a pagar multas por prática de cartel na ponte aérea Rio-São Paulo em agosto de 1999. As multas impostas às empresas pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) foram confirmadas pelo juiz da 3ª Vara da Justiça Federal em Brasília, Pablo Zuniga Dourado.</p><p>Os preços das passagens foram reajustados em 10% de forma uniforme na época. O Cade multou a TAM em 633 mil reais e a Varig em R$ 3,2 milhões de reais. Elas tentaram anular as multas judicialmente. Não conseguiram.</p><p>Para o juiz, há provas de que as empresas &quot;fizeram acordos horizontais a fim de fixar preços uniformes. Construíram cartel e prejudicaram os consumidores&quot;. Tanto a Varig quanto a TAM podem recorrer para tentar derrubar a condenação. <br /></p>]]></description>

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<title>Ficou para depois</title>

<pubDate>Qui, 08 Mai 2008 14:48:02 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080508_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-05-08  <p>O Supremo Tribunal Federal adiou o julgamento sobre a cobrança de ICMS na importação de aeronaves em contrato de leasing. A ministra Ellen Gracie pediu que o assunto fosse retirado da pauta porque três ministros não estariam presentes na sessão desta quinta-feira (8/5). São eles: Celso de Mello, Joaquim Barbosa e Eros Grau. A idéia é discutir a questão quando o plenário tiver com o quorum completo, ou seja, com os 11 ministros. O julgamento está marcado para a próxima quarta-feira (14/5). Leia mais informações sobre o caso no post abaixo.<br /></p>]]></description>

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<title>Importação de avião no alvo do STF</title>

<pubDate>Ter, 06 Mai 2008 13:28:02 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080506_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-05-06  <p>O Supremo Tribunal Federal deve analisar, esta semana, se pode ser cobrado ICMS na importação de aeronaves pelo regime de arrendamento mercantil, mais conhecido como leasing. O assunto está na pauta de quinta-feira (8/5). A relatora do caso é a ministra Ellen Gracie.</p><p>O Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou, anteriormente, a cobrança e o assunto foi parar no STF. A tendência é que o posicionamento seja mantido no caso específico em questão. No início do ano, a 2ª Turma do STF confirmou liminar do ministro Gilmar Mendes para barrar a incidência do imposto sobre a importação de um avião Cessna. </p><p>No ano passado, o plenário do STF também afastou a cobrança de ICMS em uma operação semelhante. Os ministros isentaram, na ocasião, a TAM de recolher ICMS na importação de aviões e de peças de reposição em operações de leasing. O fundamento principal é o de ausência de circulação de mercadoria nesse tipo de contrato. </p>]]></description>

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<title>Lei vira gargalo para o comércio</title>

<pubDate>Sex, 02 Mai 2008 15:15:40 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080502_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-05-02  <p>A Lei 11.603, que trata da abertura do comércio em feriados, está gerando desconforto para redes de supermercados que ainda não mudaram suas convenções coletivas.  Editada no ano passado e considerada recente, ela alterou a Lei 10.101, de 2000. A abertura nessas datas deve estar expressa em convenção coletiva, após a mudança que houve na legislação. Caso contrário, os supermercados que funcionarem em feriados apenas com respaldo de lei municipal podem ser multados.</p><p>O tema virou caso de justiça. O Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais, por exemplo, negou o pedido de um supermercado recentemente. Ele questionou a obrigação de se abster de funcionar em feriados civis e religiosos, enquanto não muda sua convenção coletiva. E alegou que a abertura está prevista em lei municipal. Mas isso não basta.</p><p>O TRT mineiro entendeu que a legislação municipal não pode disciplinar matéria de direito trabalhista. O município pode apenas legislar sobre o horário de funcionamento do comércio em feriados municipais. Por isso, o TRT-MG proibiu o supermercado de exigir que seus funcionários trabalhem nos feriados enquanto não mudar sua convenção coletiva. Neste caso, ainda cabe recurso. </p><p>A decisão do TRT mineiro sinaliza que não deve ser aceito na justiça trabalhista o argumento das redes de supermercados de que estão embasadas em lei municipal para funcionar em feriados. Portanto, quem ainda não alterou a convenção coletiva após a legislação tem de fazer isso logo. O próximo feriado é no dia 22 de maio. </p>]]></description>

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<title>Corpo-a-corpo no Supremo</title>

<pubDate>Ter, 29 Abr 2008 11:59:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080429_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-29  <p>A tropa de defesa do governo se reuniu com quatro ministros do Supremo Tribunal Federal, na segunda-feira (28/4), para tratar dos prejuízos aos cofres públicos se for derrubada a incidência do ICMS na base de cálculo da Cofins. Os departamentos jurídicos das empresas e o governo aguardam ansiosamente um posicionamento do STF sobre a questão.</p><p>O ministro da Fazenda Guido Mantega, o advogado-geral da União José Antonio Dias Toffoli, o procurador-geral da Fazenda Nacional Luis Inácio Adams e a procuradora da Fazenda Nacional, Cláudia Trindade, conversaram com os ministros Joaquim Barbosa, Carlos Ayres Britto, Gilmar Mendes e Carlos Alberto Menezes Direito, relator da ação declaratória de constitucionalidade que trata do assunto.</p><p>A procuradora me contou que a intenção foi mostrar o impacto econômico aos cofres públicos. O governo pode ter um prejuízo de mais de 60 bilhões de reais se a cobrança for suspensa. Segundo ela, os ministros foram cordiais e prometeram analisar a ação com base nos dados. O caso deve ser colocado na pauta do Supremo em maio. A saída, neste julgamento, pode ser a suspensão do andamento de todos os processos sobre o tema, por enquanto, para evitar decisões judiciais contraditórias. É uma forma de o governo nem as empresas terem prejuízos imediatos, segundo Cláudia Trindade. Se essa saída pela tangente for adotada, o mérito da questão pode ser julgado somente no segundo semestre. O posicionamento do STF deve ser aplicado a todos os processos. </p><p>Na reunião com os ministros, eles ressaltaram ainda que essa técnica de tributação é adotada no Brasil há mais de 40 anos e sempre foi considerada legal pelos tribunais. &quot;Não é possível considerar agora que se trata de uma 'tunga' aos contribuintes&quot;, disse a procuradora.</p><p>Em suas palavras, o governo está otimista. Mas vale lembrar que há uma tendência favorável às empresas no Supremo. Em um outro caso específico, que não terminou de ser julgado, seis dos onze ministros se mostraram favoráveis a uma empresa. Um dos votos foi do ministro Sepúlveda Pertence, que já se aposentou. Quem entrou no seu lugar foi o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que se posicionará na ação declaratória de constitucionalidade, mas não pode mais votar no caso específico mencionado. Há também uma esperança do governo nesse posicionamento. Agora, é esperar o placar do STF.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Cotas para negros em empresas</title>

<pubDate>Sex, 25 Abr 2008 17:58:05 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080425_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-25  <p>Empresas com mais de 20 empregados poderão ser obrigadas a reservar 20% das vagas para negros. É o que prevê o projeto de lei, do deputado Evandro Milhomen (PCdoB-AP), que tramita na Câmara dos Deputados. A proposta, se virar lei, atingirá pequenas, médias e grandes empresas.</p><p>O argumento é o de ampliação de acesso dos negros ao mercado de trabalho. As empresas que não cumprirem a regra serão multadas por vaga não preenchida. O valor previsto é de dez vezes a quantia do maior salário pago. A multa é de mais 50% se houver reincidência. Pior: elas poderão ser proibidas de ter empréstimo ou financiamento em bancos públicos.</p><p>O projeto de lei será votado nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, deve ser analisado pelo Plenário.</p><p>A imposição de cotas em empresas pode virar uma dor de cabeça, independentemente da justificativa social. A Lei 8.213/91, por exemplo, determina que empresas com mais de 100 funcionários reservem de 2% a 5% de suas vagas para deficientes físicos. Há empresas que não conseguem cumprir esse percentual. E, muitas vezes, não é por falta de interesse ou vontade de não cumprir a lei e tomar uma multa pesada. Falta capacitação no mercado, entre outros problemas apontados constantemente pelas empresas.</p><p>Recentemente, para tentar amenizar o problema, o escritório Maluly Jr. Advogados até elaborou um projeto para o Ministério do Trabalho e Emprego. O escritório sugeriu a inclusão de hemofílicos e transplantados como deficientes físicos. Assim, aumenta o número de candidatos para as vagas. A proposta ainda será analisada.</p>]]></description>

</item>
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<title>Tributação para empresas coligadas</title>

<pubDate>Qua, 23 Abr 2008 12:39:33 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080423_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-23  <p>O Supremo Tribunal Federal vai voltar a discutir se a tributação de empresas brasileiras, que têm coligadas ou controladas no exterior, deve ser feita antes mesmo da distribuição do lucro. O julgamento foi suspenso, no fim do ano passado, porque o ministro Carlos Ayres Britto pediu vista. Eu conversei com ele, na quarta-feira (23/4), sobre o assunto. O ministro me disse que já esboçou o voto e deve concluí-lo no fim de semana. Assim, o tema poderá ser analisado a partir do fim de abril. A data do julgamento será marcada pelo novo presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que tomou posse na quarta-feira em Brasília. Ele assumiu o lugar da ministra Ellen Gracie.</p><p>O placar no Supremo, por enquanto, está empatado em três a três. É grande a expectativa dos departamentos jurídicos das empresas e da Fazenda Nacional sobre o desfecho do caso. O que está em jogo é o momento em que as empresas brasileiras devem pagar o Imposto de Renda: antes ou depois de colocar as mãos no lucro. Antigamente, a cobrança ocorria no momento em que o lucro da coligada ou controlada era repassado para a empresa do Brasil. Tudo mudou com a edição da Medida Provisória 2.158/01, questionada no STF pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).</p><p>A Fazenda Nacional defende a tributação antes da distribuição do lucro. O argumento é o de que esta situação inibe a remessa de lucros de empresas para paraísos fiscais - locais sem tributação. A CNI, por outro lado, alega que a medida dificulta a internacionalização das empresas.</p><p>O Superior Tribunal de Justiça já decidiu a favor do Fisco. Mas o STF dará a palavra final sobre o assunto. Se nenhum ministro pedir vista no julgamento, o desfecho do caso acontecerá nas próximas semanas.</p><p>Britto disse que não levou o caso antes a julgamento porque estava focado como relator em outras questões polêmicas também relevantes. Entre elas, o julgamento das pesquisas com células-tronco, extinção de artigos da Lei de Imprensa e o caso da desocupação de parte da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. O ministro tem ainda outra importante questão empresarial em mãos para analisar: a substituição tributária para empresas. Mas não reclama. &quot;Tenho sido premiado com temas polêmicos&quot;, brinca ele.</p>]]></description>

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<title>Menos tempo para Fisco cobrar</title>

<pubDate>Sex, 18 Abr 2008 17:09:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080418_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-18  <p>O prazo para a Receita cobrar tributos de contribuintes pode ser reduzido de cinco para dois anos. E contribuintes podem continuar a ter cinco anos para pedir de volta na justiça valores cobrados indevidamente pelo Fisco. Tudo depende da aprovação de um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados.</p><p>Se a proposta realmente virar lei, o Fisco ficará impedido de cobrar os devedores depois de dois anos. Após o prazo, a dívida é extinta por decadência e não pode ser cobrada em nenhuma hipótese. </p><p>A proposta do deputado Guilherme Campos (DEM-SP) prevê a alteração do Código Tributário Nacional. A justificativa, no projeto de lei, é a de que na era da informática não tem mais sentido esperar todo esse tempo para que o lançamento de tributos seja feito. </p><p>O advogado tributarista Miguel Delgado Gutierrez me disse que a proposta é ótima para os contribuintes. Mas acredita que ela não passará no Congresso Nacional. &quot;Hoje, nem com os atuais cinco anos o Fisco consegue fazer a cobrança dos seus créditos a tempo. Então, imagine em apenas dois anos&quot;, compara. Segundo o advogado, &quot;o governo e o Fisco não vão gostar nada do projeto e irão pressionar ao máximo os parlamentares para ele não ser aprovado&quot;.</p><p>Um especialista em direito tributário concorda que a proposta não vai passar no Congresso, mas considera que o prazo da Receita deveria ser igual ao dos contribuintes. &quot;O contribuinte tem cinco anos para pedir de volta o que pagou indevidamente. Assim, parece justo que o Fisco tenha igual prazo para reclamar a quantia que considera que o contribuinte não pagou&quot;, avalia. </p><p>Para ele, dois anos pode até ser suficiente se contarmos apenas as grandes empresas &quot;monitoradas permanentemente pela Receita&quot;. Mas há milhares de outros contribuintes no país e, por isso, o prazo deveria ser maior. </p>]]></description>

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<title>Empresa não pode abater créditos</title>

<pubDate>Qui, 17 Abr 2008 15:14:14 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080417_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-17  <p>O Supremo Tribunal Federal encerrou esta semana o julgamento de um caso, iniciado em 1999, que pode afetar diretamente a vida tributária das empresas. A discussão girou em torno da compensação de ICMS quando o produto é comprado por uma empresa e vendido por sua filial a terceiros. O caso específico julgado vale apenas para a Texaco, mas serve de precedente para outras empresas na mesma situação. </p><p>Os ministros decidiram, por maioria de votos, que a Texaco não vai poder abater créditos no valor do ICMS recolhido pelo estado do Rio de Janeiro. A empresa argumentou que os créditos foram obtidos na entrada de matérias primas usadas na produção de óleo lubrificante pelas filiais de São Cristóvão e de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, e poderiam ser compensados na saída. Tanto a justiça fluminense quanto o STF entenderam que os créditos são nulos. Motivo: houve transferência do local de venda do produto. </p><p>A Lei Complementar nº 87/96 estabelece o princípio da autonomia de filiais. Pela lei, créditos e débitos são apurados separadamente em cada uma delas e não de forma centralizada. Sobre a polêmica questão, também existe uma súmula do Superior Tribunal de Justiça. Os ministros do STJ, depois de decidir reiteradamente a favor de empresas, fizeram a Súmula nº 166. Ela diz que transferência de mercadorias entre filiais do mesmo titular não gera ICMS. Isso porque não há transferência de titularidade.</p><p>Eu conversei com o advogado tributarista Igor Mauler Santiago, do escritório Sacha Calmon - Misabel Derzi, sobre o assunto. Ele criticou a decisão do Supremo. Para o advogado, a solução seria flexibilizar o princípio da autonomia. &quot;Se a empresa é uma só, tanto faz tomar os créditos para compensação em uma ou na outra filial&quot;, disse ele. </p><p>O STF entendeu o contrário. O fundamento, com base na Constituição, é o de que o contribuinte que vende uma mercadoria isenta deve estornar os créditos correspondentes ao ICMS incidente quando a comprou. &quot;Como o ICMS não pode ser cobrado nas transferências de mercadorias entre estabelecimentos de uma mesma empresa, o STF entendeu que elas são isentas e que a anulação do crédito é necessária&quot;, explicou o tributarista. O erro, segundo Mauler Santiago, é que &quot;a não-incidência do ICMS em tais transferências não gera isenção, que só existe quando o tributo poderia em tese ser cobrado&quot;. Assim, &quot;como falar em ICMS, se não há mudança de propriedade?&quot;, questiona.<br /></p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title>Ellen Gracie e a marca registrada</title>

<pubDate>Qua, 16 Abr 2008 18:32:39 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080416_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-16  <p>A ministra Ellen Gracie participou da sua última sessão como presidente do Supremo Tribunal Federal, nesta quarta-feira (16/4), e deixou uma de suas marcas peculiares. Ela votou a favor do poder público fluminense e suspendeu os benefícios tributários para a Refinaria de Petróleo Manguinhos. A ministra foi seguida pela maioria dos colegas no plenário da corte.</p><p>O caso em pauta foi o regime diferenciado de ICMS incidente nas operações de importação e comercialização de combustíveis no mercado interno. O governo fluminense alegou que os privilégios tributários geraram perda de arrecadação estimada, de maio de 2005 a fevereiro de 2007, em 192 milhões de reais. E que, se mantidos, ocasionariam grave lesão à ordem pública. A ministra ressaltou os argumentos do poder público, entre outras questões técnicas, e os benefícios foram suspensos.</p><p>No levantamento do <em>Anuário da Justiça 2008</em>, publicação da qual eu participei, foi mostrada a tendência dos votos dos ministros dos tribunais superiores nas 333 causas mais importantes do ano passado. Em brigas entre o poder público e o setor privado, por exemplo, Ellen Gracie ficou 73% das vezes do lado do primeiro. Também preferiu o Fisco em 67% das batalhas travadas com contribuintes.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Disputa tributária sem solução</title>

<pubDate>Ter, 15 Abr 2008 17:34:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080415_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-15  <p>As empresas e o governo terão de conter a ansiedade, mais uma vez, na busca pelo resultado de uma das maiores disputas tributárias do país. O Supremo Tribunal Federal adiou o julgamento sobre a constitucionalidade da incidência do ICMS na base de cálculo da Cofins. O caso seria analisado, nesta quarta-feira (16/4), no plenário da corte.</p><p>Oficialmente, o STF apenas afirma que o assunto foi retirado de pauta sem especificar o motivo. Na sessão de julgamento de segunda-feira (14/4), no entanto, circulava a informação de que faltaria quorum para a discussão do caso. A ministra Ellen Gracie estará viajando, conforme seu próprio gabinete confirma. A previsão é que o ministro Gilmar Mendes, que toma posse como presidente do STF no dia 23 de abril, conduza a sessão.</p><p>No início do ano, por falta de quorum, o caso não foi analisado. O ministro Joaquim Barbosa não estava presente na sessão. Ainda não há data prevista para um novo julgamento.</p><p><em>*Leia mais sobre o assunto no post &quot;A disputa tributária do ano&quot;, publicado em 11/4.</em> </p><p>* <em>Em tempo: A ministra Ellen Gracie, segundo informou seu gabinete nesta quarta-feira (16/4), cancelou a viagem que faria na noite de terça-feira (15/4). A informação é a de que ela deve viajar somente na noite desta quarta-feira e, por isso, presidiu a sessão. O julgamento da disputa tributária, no entanto, ficou suspenso.<br /></em></p>]]></description>

</item>
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<title>Segredo guardado a sete chaves</title>

<pubDate>Seg, 14 Abr 2008 15:08:49 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080414_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-14  <p>Empresários que temem revelar segredos até mesmo para seus próprios advogados, com receio de que venham à tona, devem respirar aliviados em breve. Se uma proposta for aprovada pelo plenário do Senado e sancionada pelo presidente Lula, os escritórios de advocacia ganharão uma imunidade benéfica para empresários. E o primeiro passo para isso acontecer já foi dado.</p><p>Na semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou um projeto de lei que proíbe busca e apreensão em escritórios de advocacia para recolher provas contra clientes investigados em arquivos de computadores e outros documentos. A proposta tramita agora em regime de urgência e, como foi aprovada por unanimidade na CCJ, deve passar pelo plenário sem polêmicas. A idéia é que apenas haja busca e apreensão em bancas quando advogados forem processados. Mas não clientes.</p><p>O projeto de lei, do deputado Michel Temer (PMDB-SP), serve de alívio para empresários e advogados principalmente depois da onda de invasão a escritórios de advocacia pela Polícia Federal. Os empresários, que confiam em seus advogados, não querem ter seus casos expostos na mídia como já aconteceu. Os advogados não querem quebrar a confiança depositada neles e ainda ter seus escritórios vinculados a imagem de fragilidade. Pior: ver a defesa prejudicada por conta da exposição na imprensa.</p><p>Eu conversei com o advogado Alberto Zacharias Toron, secretário-geral adjunto do Conselho Federal da OAB, sobre as invasões de bancas nos últimos anos para se obter dados de terceiros investigados. Ele disse que o projeto de lei protege clientes, que não terão seus documentos devassados em escritórios, e advogados por causa da exigência de um mandado de busca e apreensão específico e não genérico. </p><p>Para Toron, a proposta trouxe à tona outra discussão polêmica. Em situações que envolvem crimes econômicos como fraudes fiscais, evasão de divisas ou mesmo lavagem de dinheiro, é comum a afirmação de que advogados que criam para clientes off-shores (empresas no exterior), geralmente em paraísos fiscais, participam também do crime. Mas, segundo Toron, advogados não cometem crime neste caso, ainda que os clientes as usem para algum ato criminoso. </p><p>Clique abaixo para conhecer outros detalhes da proposta:</p><p><a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=77198">http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=77198</a></p><p><br /></p>]]></description>

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<title>A disputa tributária do ano</title>

<pubDate>Sex, 11 Abr 2008 10:25:51 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080411_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-11  <p>As empresas e o governo devem ficar de olho em uma das maiores disputas tributárias do país, no Supremo Tribunal Federal. Está marcado para quarta-feira (16/4) o julgamento sobre a constitucionalidade da incidência do ICMS na base de cálculo da Cofins. Se o caso for mesmo julgado como está na pauta, o resultado vai ter reflexo direto na vida de empresas de todos os setores. O governo pode sair com um prejuízo de 65 bilhões de reais, de acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. As empresas podem deixar de pagar a cobrança e ainda serem restituídas com esse valor bilionário.</p><p>Eu conversei com a procuradora da Fazenda Nacional, Cláudia Trindade, sobre o assunto. Ela disse que o governo ainda acredita que pode sair vitorioso, mesmo com uma tendência que já lhe é desfavorável no Supremo. Em um outro caso específico, que não terminou de ser julgado, seis dos onze ministros se mostraram favoráveis a uma empresa. Um dos que votaram foi o ministro Sepúlveda Pertence, que já se aposentou. Quem entrou no seu lugar foi o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que se posicionará na quarta-feira em uma Ação Declaratória de Constitucionalidade, mas não pode mais votar no caso específico mencionado. A decisão valerá para todas as empresas do país.</p><p>A procuradora contou que foram entregues memoriais de até 50 páginas para os ministros com os principais argumentos em questão. Mas acredito que será uma missão quase impossível convencer os cinco que já votaram no caso específico. Teoricamente, eles até podem mudar de idéia. Mas as discussões anteriores foram tão aprofundadas que essa mudança de lado dificilmente ocorrerá.</p><p>A esperança do governo é que pelo menos a decisão passe a valer a partir de agora, se for derrotado. Caso contrário, além de ser proibido de fazer a cobrança, ainda terá de devolver os bilhões de reais arrecadados durante os últimos cinco anos. O STF, em outros casos, já modulou os efeitos de uma decisão para ela passar a valer a partir da data em que se resolveu o assunto. Assim, pode até ser que o governo consiga esse caminho alternativo.</p><p>Nos últimos anos, muitas empresas que entraram na justiça para evitar a cobrança saíram derrotadas. Existem até súmulas no Superior Tribunal de Justiça favoráveis ao governo. Mas se o Supremo derrubar a cobrança, o STJ terá de fazer novas súmulas a favor das empresas. A tendência é os tribunais segui-las cada vez que chegar um caso como esse em questão. E, mesmo se não as seguirem, a cobrança é derrubada nos tribunais superiores por conta do novo posicionamento.</p><p>Menezes Direito levou o caso a julgamento no plenário do Supremo, no início do ano. Mas o ministro Joaquim Barbosa não estava presente na ocasião e o julgamento foi adiado. Agora, se não houver nenhum imprevisto ou pedido de vista, a história deve chegar ao fim. E com final feliz para as empresas. Pelo menos, é a aposta de seus advogados. O governo também não perdeu a esperança mesmo com um cenário desfavorável. Aguardemos o placar do STF.</p>]]></description>

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<title>Processo não é investimento</title>

<pubDate>Qui, 10 Abr 2008 12:21:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080410_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-10  <p>A propaganda promocional da Drogaria Vison sobre um desodorante da Dove rendeu pano pra manga no 5º Juizado Especial Cível de Brasília. Um advogado processou a drogaria e queria 15 mil reais de indenização por ter comprado unidades do desodorante acima do preço anunciado na televisão. Não conseguiu, mas ainda pode recorrer para tentar reverter a decisão. </p><p>As informações do Tribunal de Justiça do Distrito Federal mostram que ele resolveu levar os produtos acima do preço, mesmo depois que o farmacêutico foi atrás do gerente para tentar resolver o assunto. Enquanto esperava o retorno do funcionário, o advogado avisou que levaria os desodorantes porque o fato &quot;lhe renderia uns quatro mil&quot;, afirmou a caixa da drogaria, testemunha no caso.</p><p>O resultado do julgamento não poderia ter sido melhor. A justiça entendeu que não houve violação da honra, da reputação, da intimidade e da integridade física para dar direito a indenização por danos morais. E que a pressa dele em registrar a ocorrência policial e relatar os fatos ao Ministério Público, no mesmo dia, significou claro ato atentatório à dignidade da justiça e revelou a má-fé. O advogado, então, foi condenado a pagar multa na quantia equivalente a 1% do valor da causa e os custos do processo. Bem feito. Afinal, processo não é investimento.</p>]]></description>

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<title>Coca-cola tem de indenizar</title>

<pubDate>Qua, 09 Abr 2008 12:38:03 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080409_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-09  <p>A Coca-Cola está obrigada a pagar indenização de 500 mil reais por danos morais coletivos. A condenação foi imposta pela 8ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio de Janeiro, a pedido do Ministério Público do Trabalho.</p><p>As investigações do MPT apontaram que a Coca-cola incentivou a criação de cooperativas por ex-funcionários para terceirizar os serviços de distribuição. E isso, na visão do MPT, tornou a relação de trabalho precária.</p><p>A empresa pode recorrer para tentar reverter a condenação. Entretanto, será difícil. O Tribunal Superior do Trabalho não tem dado trégua em casos semelhantes.<br /></p>]]></description>

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<title>Souza Cruz é condenada por racismo</title>

<pubDate>Ter, 08 Abr 2008 12:23:42 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080408_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-08  <p>A Souza Cruz e a Staff Recursos Humanos, empresa terceirizada, estão obrigadas a indenizar uma empregada por racismo. O valor fixado pelo Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais foi de 50 salários mínimos. As duas ainda podem recorrer para tentar reverter a decisão.</p><p>A ajudante industrial trabalhava na Souza Cruz, como prestadora de serviços terceirizados, e embalava cigarros. Testemunhas disseram que o seu chefe, que era da Souza Cruz, a chamou de &quot;neguinha&quot; e a tratou de forma discriminatória e sarcástica. Pior: dois dias depois, na presença de testemunhas, ameaçou demiti-la se houvesse alguma denúncia sobre o fato. Não deu outra. O caso foi parar na justiça.</p><p>A terceirizada foi condenada porque deveria zelar pelas condições de trabalho da funcionária. A Souza Cruz porque é a empregadora direta do gerente que ofendeu a subordinada. A juíza convocada Maria Stela Álvares da Silva Campos afirmou, no julgamento, que o gerente &quot;fez diferenciação da empregada por um pensamento usual e tão dolorosamente combatido na sociedade que é valoração das diferenças entre as raças, em uma crença que os traços físicos e culturais qualificam os seres humanos em superiores ou inferiores&quot;. E mais: que o &quot;Direito do Trabalho não permite que o empregado, em seu labor, seja discriminado, insultado e ultrajado&quot;.</p><p>A Souza Cruz afirmou ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> que &quot;à época, antes mesmo de ser citada da ação, já havia tomado todas as providências para o desligamento do funcionário&quot;. E ressaltou também que &quot;valoriza a relação respeitosa entre os seus funcionários, independentemente de nível e posição hierárquica&quot;. A empresa afirmou, ainda, que &quot;não aceita qualquer conduta física, verbal ou não verbal que venha afetar a dignidade das pessoas&quot; ou ainda que &quot;crie intimidação, hostilidade, humilhação e assédio moral, principalmente sexual&quot;. Isso porque conduta deste tipo afeta &quot;a produtividade e deteriora o clima e o ambiente de trabalho&quot;. </p><p />]]></description>

</item>
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<title>Gradiente faz acordo com empregados</title>

<pubDate>Seg, 07 Abr 2008 15:06:18 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080407_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-07  <p>A empresa, que passa por uma crise econômica, prometeu pagar os salários de março a empregados do Amazonas até a próxima sexta-feira (11/4). Por conta do atraso, deve dar ainda uma cesta básica para cada funcionário, de acordo com informações do Ministério Público do Trabalho. E mais: restabelecer o transporte escolar dos filhos dos empregados e pagar as verbas rescisórias até o fim deste mês.</p><p>A promessa foi feita por representantes da Gradiente em reunião com o procurador-chefe da Procuradoria Regional do Trabalho da 11ª Região (Amazonas e Roraima), Audaliphal Hildebrando da Silva, com o superintendente regional do Trabalho no Amazonas, Dermilson Carvalho Chagas, com dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos e com mais de 100 trabalhadores.<br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Banco tem de pagar a conta</title>

<pubDate>Sex, 04 Abr 2008 11:06:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080404_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-04  <p>O Bradesco está obrigado a indenizar dois correntistas em 60 mil reais por danos morais. A condenação foi imposta pelo juiz Paulo de Toledo Ribeiro Júnior, da 16ª Vara Cível de Cuiabá (MT). O caso foi parar na justiça porque dois correntistas tentaram recuperar um depósito feito em poupança de trezentos e sete cruzados novos e quarenta e dois centavos e não conseguiram. A quantia foi depositada quando ainda eram menores de idade. Quando procurado, o banco informou-lhes que não havia mais a conta.</p><p>Na justiça, o Bradesco alegou que a troca de moedas no país fez com que a quantia depositada desaparecesse com o passar dos anos. Também argumentou que os valores sumiram porque as contas não foram recadastradas, motivo suficiente para se lançar os débitos diretamente nelas. Os argumentos não colaram. </p><p>Para o juiz, o banco admitiu a existência das contas e ainda lançava indevidamente, sem autorização, débitos na poupança. Ele afirmou que o Bradesco deveria ser cauteloso se considerasse necessário o recadastramento. Precisaria, no mínimo, avisar os correntistas para a regularização em vez de &quot;começar a lançar débitos indevidos a ponto de zerar o valor das contas-poupança&quot;. Toledo deu ainda outro puxão de orelha no banco ao dizer que a sua conduta é &quot;no mínimo curiosa, de paulatinamente se apoderar do dinheiro dos menores como se fossem próprios&quot;. Para o juiz, tal conduta é &quot;abusiva e inaceitável&quot;. Por isso, mandou o banco indenizá-los e pagar mil e trezentos reais, quantia corrigida do depósito. O Bradesco pode recorrer.</p>]]></description>

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<title>Capítulo final</title>

<pubDate>Qui, 03 Abr 2008 14:48:16 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080403_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-03  <p>A operação de venda de 70% da Petroflex, maior produtora de borracha sintética da América Latina, para a petroquímica alemã Lanxess foi concluída esta semana. O escritório TozziniFreire Advogados assessorou a empresa alemã na compra.</p><p>A equipe que cuidou dos detalhes da operação contou com 44 advogados. Todos eles comandados pelos sócios Marta Viegas, Regina Ribeiro do Valle e Martin Miralles Pose. O negócio foi fechado por mais de 500 milhões de reais pelos controladores da Petroflex, Braskem e Unipar.</p>]]></description>

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<title>Google é condenado</title>

<pubDate>Qua, 02 Abr 2008 09:07:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080402_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-02  <p>O Google Brasil foi condenado a indenizar uma internauta em dez mil reais por danos morais. Ela entrou na justiça depois de ter sido chamada de caloteira em uma comunidade criada no Orkut. O Google argumentou que é impossível fazer uma fiscalização técnica das comunidades criadas no site de relacionamentos. E mais: que não existe legislação específica para obrigar provedores a exercer o controle do conteúdo inserido na internet por terceiros.</p><p>O juiz Yale Sabo Mendes, de Cuiabá (MT),  não aceitou as alegações. Ele se baseou no artigo 14, do Código de Defesa do Consumidor, que trata da responsabilidade do fornecedor pelo serviço defeituoso. Segundo o juiz, pela teoria do risco do empreendimento, quem fornece serviços tem o dever de responder por eles independentemente de culpa. O Google ainda pode recorrer.</p>]]></description>

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<title>Ambev não pode ter segredo</title>

<pubDate>Ter, 01 Abr 2008 10:50:24 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080401_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-04-01  <p>A Ambev tentou, mas não conseguiu manter o sigilo em uma ação trabalhista que revelava informações comerciais. O processo foi movido por ex-funcionário de uma concessionária da Ambev, comprada por ela posteriormente. As duas foram acionadas após a demissão do empregado que tinha estabilidade por pertencer ao Conselho Fiscal de um sindicato. A Ambev alegou que existia cláusula de confidencialidade no contrato de compra da concessionária e, por isso, pediu o segredo de justiça do processo que continha dados da transação. Não adiantou.</p><p>O juiz Grijalbo Fernandes Coutinho, da 19ª Vara do Trabalho de Brasília, não aceitou o argumento da empresa. Para ele, somente deve existir segredo de justiça nos processos sobre casamento, separação, divórcio, pensão alimentícia e guarda de menores. &quot;Não me convenço do segredo de justiça nem mesmo na hipótese de a questão estar relacionada ao mercado financeiro e aos investidores&quot;, disse o juiz em sua sentença. Além disso, ele determinou o pagamento dos direitos trabalhistas. A Ambev ainda pode recorrer.</p><p>O caso da Ambev é um reflexo vivido pelas empresas do país. Tem sido cada vez mais comum o pedido de segredo de justiça em ações trabalhistas. O argumento é o de que a publicidade do caso pode afetar os negócios e causar prejuízos aos investidores. </p>]]></description>

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<title>Não vale tudo pelas vendas</title>

<pubDate>Seg, 31 Mar 2008 10:37:48 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080331_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-31  <p>O sonho de consumo das empresas de aumentar as vendas não pode virar um pesadelo para os funcionários. Caso contrário, o caso vai parar na justiça, que certamente dará razão a empregados humilhados e ofendidos na ânsia de se atingir metas de vendas. Foi o que aconteceu com a TNL Contax, terceirizada da Telemar Norte Leste. Ela foi condenada por obrigar uma supervisora a vestir-se de caipira, palhaço, baiana e bruxa para incentivar os subordinados a cumprir metas. A indenização foi fixada pela justiça trabalhista em 4 mil reais.</p><p>A supervisora não era a única submetida ao papelão, de acordo com informações do Tribunal Superior do Trabalho. Outros supervisores também ficavam fantasiados diariamente, por determinação da gerência, para alegrar a equipe. No caso da supervisora, a justiça trabalhista entendeu que houve exposição a situações vexatórias e violação da dignidade e integridade psíquica e emocional. E mais: que ela foi inferiorizada e ridicularizada diante dos colegas.</p><p>Outros supervisores ou empregados que passam por situações semelhantes no trabalho podem usar essa decisão judicial para embasar pedidos de indenização nos tribunais. A chance de ganhar uma causa como essa é grande. As empresas que se cuidem.</p>]]></description>

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<title>Recado dado para a Anatel</title>

<pubDate>Sex, 28 Mar 2008 16:39:56 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080328_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-28  <p>As novas regras de telefonias móvel e fixa viraram alvos de recomendações do Ministério Público Federal para a Anatel. O MPF sugeriu que as empresas telefonia mantenham os consumidores informados de que a ligação é gravada e pode ser solicitada. Isso porque constatou que nem todas as ligações são gravadas.</p><p>Outra recomendação é a de que as empresas informem, de forma clara, os benefícios e restrições dos planos alternativos de telefonia fixa. E ainda: o usuário tem de receber um comparativo de até três meses dos valores entre os dois planos. Quando as recomendações do MPF não são seguidas, o caso vai parar na justiça. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Juiz dá pito em Natura</title>

<pubDate>Qui, 27 Mar 2008 11:05:46 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080327_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-27  <p>A Natura tomou um puxão de orelha da justiça do Rio de Janeiro por causa da falta de cuidados na hora de cadastrar as consultoras da empresa. Uma médica foi cadastrada como moradora da Rocinha quando morava no Recreio dos Bandeirantes. Pior: teve seu nome jogado no SPC sem nunca ter sido consultora da empresa. Alguém cadastrou seu nome com endereço errado e a Natura sequer checou os dados. O fato foi suficiente para a primeira instância mandar a empresa pagar indenização para a médica de 15 mil reais por danos morais e tirar seu nome do cadastro de inadimplentes.</p><p>O interessante foi o sabão que o juiz Antônio Aurélio Abi-Ramia Duarte passou na Natura na sentença. Para ele, causou perplexidade o fato de a empresa insistir que uma médica é consultora e mora na Rocinha. Segundo o juiz, o raciocínio é simples: a médica não sairia de porta em porta vendendo produtos &quot;especialmente por ser de conhecimento público que a medicina lhe daria lucros bem mais consideráveis que a atuação como sacoleira&quot;.</p><p>De acordo com Duarte, a empresa deveria ser cautelosa na seleção das consultoras e, ao menos, confirmar pessoalmente dados e telefones para evitar fraudes. Ele disse que nada disso foi feito porque ela &quot;pretende apenas ganhar mercado e se enriquecer mais e mais&quot;. O juiz considerou evidente a fraude e afirmou que a Natura não conseguiu comprovar o vínculo contratual com a médica, que foi representada pelo advogado Renato Porto. A empresa ainda pode recorrer.</p>]]></description>

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<title>Indenização imposta a TIM é reduzida</title>

<pubDate>Ter, 25 Mar 2008 12:36:31 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080325_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-25  <p>A TIM Celular conseguiu a redução de uma indenização de 12 mil reais para 4 mil reais. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso acatou parcialmente o recurso da empresa em ação movida por um consumidor, que teve seu nome lançado indevidamente nos cadastros de devedores. O motivo da ação é bem comum e suficiente para a condenação de empresas. No entanto, há dois pontos interessantes no julgamento.</p><p>O primeiro é a redução da indenização. O segundo é o fato de o TJ de Mato Grosso ter proibido a TIM Celular de computar o valor da indenização em sua planilha de custos. Não é a primeira vez que o TJ-MT faz uma proibição como essa a uma empresa. Mas, a imposição tem sido rara na justiça brasileira.<br /></p>]]></description>

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<title>Atendimento é usado como pretexto</title>

<pubDate>Seg, 24 Mar 2008 15:19:37 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080324_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-24  <p>Empresas que se cuidem. É cada vez mais comum um consumidor mal atendido bater às portas da justiça em vez de tentar resolver o caso no Sistema de Atendimento ao Cliente (SAC). Ao contrário do que acontecia antes, há consumidor hoje que prefere desviar o caminho do SAC e ir direto para os juizados. Apenas porque já perdeu a paciência de ser mal tratado aqui, ali e acolá. </p><p>E ele não pede somente ressarcimento pelos danos materiais causados em casos de produto com defeito, por exemplo. Geralmente, quer embutir um pedido de danos morais no processo para ganhar um benefício financeiro. Para tanto, tem de detalhar e provar o sofrimento que lhe foi causado por funcionários, que infelizmente representam a empresa. Quando consegue esse feito, a empresa é punida em dose dupla: por danos materiais e morais. Caso contrário, a justiça atende apenas o pedido de ressarcimento. </p><p>Mas nessa cruzada, mesmo se o pedido de indenização por danos morais for rejeitado, a empresa perde pontos com consumidores cada vez que um problema não é resolvido e deságua na justiça. </p>]]></description>

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<item>
<title>Empresa ganha briga com o governo</title>

<pubDate>Qui, 20 Mar 2008 16:47:28 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080320_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-20  <p>A Novadata Sistemas e Computadores pode voltar a participar de licitações públicas se quiser. A empresa estava proibida, por ordem judicial, de participar de contratos públicos. Mas a ordem foi revogada pela juíza federal Cristiane Pederzolli Rentzsch, da 17ª Vara Cível do Distrito Federal.</p><p>A proibição de fazer contratos com o poder público foi imposta em uma ação movida pela União. O caso foi parar na justiça porque a empresa não cumpriu a entrega de computadores no prazo combinado. O contrato assinado com o governo é de 2 milhões de reais.</p><p>A empresa, representada pelo advogado Antônio Glaucius de Morais, do Edgard Leite Advogados Associados, alegou que a entrega no prazo estipulado ficou inviável por causa da greve de auditores da Receita Federal. O governo ainda pode recorrer da decisão.</p>]]></description>

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<title>Quando o cliente não tem razão</title>

<pubDate>Qua, 19 Mar 2008 09:55:21 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080319_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-19  <p>O Código de Defesa do Consumidor completou 17 anos este mês. O advogado Rafael Almeida, especialista em direito do consumidor, do Lotti &amp; Araújo, fez um rápido levantamento entre os processos em que o escritório atua a pedido do <em>Blog Leis &amp; Negócios</em> para mostrar as principais reclamações sem fundamento dos consumidores nas ações movidas contra empresas.</p><p>Ele concluiu que, na hora de acionar as empresas, 70% dos clientes não costumam se atentar para as cláusulas restritivas de contratos. Outros 25% recorrem à Justiça sem observar que o Código de Defesa do Consumidor estipula a troca de produtos com defeitos em até 30 dias, no máximo. E ainda: 5% não levam em conta que o prazo de desistência de compras feitas pela internet, catálogos ou telefone é de sete dias corridos. A conseqüência em cada um dos casos, claro, é a derrota dos consumidores na justiça.</p><p>O advogado Sérgio Tannuri, especialista em direito do consumidor, indicou ainda mais um motivo. Muitos clientes desconhecem que a troca de um produto somente é obrigatória em caso de defeito, como prevê o Código de Defesa do Consumidor. Por isso, vão à justiça reclamar quando ela não é feita. Simplesmente perdem a causa.<br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Obras de usina não param</title>

<pubDate>Seg, 17 Mar 2008 16:28:03 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080317_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-17  <p>Está mantida a construção da Usina Hidrelétrica de Estreito, no Rio Tocantins. A justiça acatou os argumentos da Procuradoria-Geral Federal, que integra a Advocacia-Geral da União, em defesa do governo. A usina, que ficará entre os estados de Tocantins e Maranhão, faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</p><p>O pedido de suspensão das obras foi feito pelo Consórcio Intermunicipal para Gestão Ambiental Compartilhada da Bacia Hidrográfica do Médio Tocantins. O consórcio queria que a eclusa fosse feita ao mesmo tempo em que a barragem da usina. Para tanto, argumentou que a sua falta poderia prejudicar a navegabilidade do rio.</p><p>A Procuradoria alegou que a construção da eclusa pode ser feita posteriormente como está previsto no projeto. E alertou que a suspensão das obras, neste momento, somente causaria prejuízos para o governo. Os argumentos foram aceitos, mas ainda cabe recurso.<br /></p>]]></description>

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<item>
<title>HSBC deve pagar dano coletivo</title>

<pubDate>Seg, 17 Mar 2008 10:40:06 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080317_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-17  <p>O HSBC está obrigado a pagar 500 mil reais por dano moral coletivo. Motivo: o banco se negava a emitir comunicação de acidente do trabalho em caso de funcionários que suspeitavam ou tinham Lesão por Esforço Repetitivo ou Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho. A condenação judicial foi imposta pelo Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, no Paraná. O banco ainda pode recorrer. Se for mantida a decisão judicial, a quantia será revertida para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), ligado ao Ministério do Trabalho e Emprego.</p><p>A ação foi ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho da 9ª Região e pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e Financiários de Curitiba e Região. Os documentos apontaram que vários funcionários foram demitidos com a doença do trabalho. Alguns deles conseguiram reintegração na justiça.</p><p>O banco alegou que não é obrigado legalmente a emitir o documento em caso de mera suspeita. Ou ainda: quando não concordar com a sua existência. O TRT paranaense não aceitou o argumento e afirmou que a empresa é sim obrigada a emitir a comunicação de acidente do trabalho mesmo em caso de suspeita como prevê o artigo 169 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). </p><p>Clique no link abaixo para saber mais detalhes sobre a doença.</p><p><a href="http://www.saude.es.gov.br/download/crst/O_que_sao_DORT.pdf">http://www.saude.es.gov.br/download/crst/O_que_sao_DORT.pdf</a><br /></p>]]></description>

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<title>Falha da Receita dá indenização</title>

<pubDate>Qui, 13 Mar 2008 17:23:13 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080313_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-13  <p>Os erros do Fisco na hora de cobrar impostos estão levando, cada vez mais, empresas à justiça para pedir indenização por danos morais. E o Poder Judiciário tem dado a resposta adequada para as trapalhadas da Receita. Recentemente, por exemplo, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região mandou o Fisco pagar 10 mil reais de indenização para uma empresa por tê-la inscrito indevidamente no Cadin, o cadastro de devedores de tributos federais. Para a justiça, ficou comprovado que a empresa nada devia ao Fisco, que ainda pode recorrer.</p><p>Eu conversei com a advogada Melina Simões, do escritório Paulo Roberto Murray, na tarde desta quinta-feira (13/3). Ela disse que antes as empresas apenas provavam judicialmente que não deviam ao Fisco e pronto. Não se davam ao trabalho de ir aos tribunais protestar contra os abusos. O cenário mudou, principalmente nos últimos dois anos, segundo ela. Para a advogada, há danos morais quando as empresas são taxadas como devedoras indevidamente.</p><p>Melina tem razão especialmente se levados em conta casos análogos em ações movidas contra empresas. A justiça vem concedendo, há anos, indenizações para consumidores com nomes sujos no SPC e Serasa em casos de erros. O fundamento principal para as decisões é o abalo da imagem do consumidor que nada deve e tem seu nome jogado pelas empresas nas listas dos maus pagadores. Então, a imagem de uma empresa no mercado pode ser também perfeitamente abalada se o Fisco lhe aponta equivocadamente como devedora.</p>]]></description>

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<title>Promessa é dívida</title>

<pubDate>Qua, 12 Mar 2008 09:54:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080312_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-12  <p>O Carrefour sofreu as conseqüências de ter tido a remuneração de um cargo divulgada em um jornal de Goiás. O Tribunal Superior do Trabalho mandou o hipermercado pagar a diferença salarial para um ex-empregado que alegou ter sido vítima de uma proposta enganosa de remuneração. Ele afirmou que foi atraído pelas informações do jornal <em>O Popular</em> sobre uma determinada remuneração. No fim das contas, foi contrato por outra menor.</p><p>O Carrefour argumentou que a quantia informada incluía férias e 13º salários, entre outras verbas trabalhistas. E mais: que o salário foi combinado com o funcionário e a remuneração divulgada na notícia não se dirigia a ele. Não adiantou. A justiça trabalhista embasou a decisão no artigo 421 do Código Civil, que trata sobre contratos. Os detalhes do caso podem ser lidos no site <a href="http://www.tst.gov.br">www.tst.gov.br</a>.</p>]]></description>

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<title>Pepsico corta benefício e é condenada</title>

<pubDate>Ter, 11 Mar 2008 19:02:49 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080311_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-11  <p>A Pepsico do Brasil está obrigada a reintegrar um ex-funcionário ao plano de saúde Unimed por mais um mês. Caso contrário, terá de pagar suas despesas médicas no período em que ele ficou sem o benefício.</p><p>A ordem foi dada pela justiça trabalhista de Minas Gerais. Motivo: a empresa cortou o plano de saúde do empregado durante o aviso prévio. Para a justiça, a suspensão do plano somente poderia acontecer depois desse período.<br /></p>]]></description>

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<title>Empresa é punida por apelidos</title>

<pubDate>Seg, 10 Mar 2008 10:08:27 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080310_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-10  <p>O chefe pode chamar a atenção do funcionário durante a reunião de trabalho para corrigi-lo, mas sem humilhar. Caso contrário, a empresa pode ganhar uma condenação judicial nas costas. E foi isso que aconteceu em Minas Gerais.</p><p>Durante uma reunião de trabalho, o chefe da linha de produção disse que não dava para contar com um dos funcionários porque ele fazia &quot;corpo mole&quot;, era um &quot;zé ninguém&quot; e um &quot;zero à esquerda&quot;.  Os apelidos viraram motivos de piadas entre os colegas. Na justiça trabalhista, a empresa alegou que o chefe apenas repreendeu o funcionário de forma pedagógica pela sua conduta inadequada. Sei. </p><p>O Tribunal Regional do Trabalho mineiro não aceitou o argumento e mandou a empresa indenizá-lo. Para o TRT, o funcionário foi ofendido diante dos colegas e virou motivo de chacota por causa do posicionamento abusivo do chefe. Agora, a empresa pode recorrer. Mas, ao que tudo indica, a condenação deve ser mantida. O Tribunal Superior do Trabalho não tem admitido, nos últimos anos, esse tipo de conduta.</p><p />]]></description>

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<title>Você está grampeado?</title>

<pubDate>Sex, 07 Mar 2008 13:38:08 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080307_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-07  <p>A imprensa repercute, nesta sexta-feira (7/3), a informação de que empresas grampearam mais de 400 mil linhas telefônicas em 2007. Todas com autorização judicial. As informações foram passadas à CPI dos Grampos pelas empresas Oi, TIM, Claro, Vivo, Telefônica e Brasil Telecom. E a bisbilhotagem, que já virou motivo de paranóia de muitas pessoas, é maior ainda se for contabilizadas as escutas telefônicas ilegais. Ou seja: sem ordem judicial.</p><p>Eu conversei com o ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, sobre o cenário apresentado pelas empresas. Ele disse que o grampo legal não lhe preocupa porque as ordens judiciais são dadas criteriosamente. Mas a escuta clandestina, sim. &quot;Tomo precaução e faço varreduras periódicas em casa e no gabinete&quot;, contou. Essas varreduras normalmente são feitas a cada seis meses, no máximo.</p><p>O ministro costuma contratar o serviço quando tem alguma &quot;intuição&quot; de que está sendo grampeado ou ouve &quot;barulhos estranhos&quot; no telefone. Felizmente, nunca foi detectado nenhum grampo nos telefones dele. E no seu? Será que você está grampeado?<br /></p>]]></description>

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<title>iG herda dívida do Super11</title>

<pubDate>Qui, 06 Mar 2008 10:11:28 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080306_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-06  <p>O portal iG recebeu uma herança nada agradável: as dívidas trabalhistas deixadas pelo Super11 na ação movida por um ex-empregado. O Tribunal Superior do Trabalho decidiu manter a decisão da justiça trabalhista de São Paulo porque o patrimônio do Super11 foi passado ao iG quando ele fechou as portas.</p><p>Além disso, os internautas eram direcionados para o iG cada vez que acessavam o Super11, o que possibilitou o aumento do número de visitantes e a participação no mercado publicitário. Assim, segundo o ministro Guilherme Caputo Bastos, as obrigações trabalhistas também devem ser repassadas. É o que a justiça chama de sucessão trabalhista.</p><p><br /></p>]]></description>

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<title>Senado coíbe envio de spams </title>

<pubDate>Qua, 05 Mar 2008 12:03:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080305_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-05  <p>O cerco contra o envio de spams por empresas se fechou, nesta quarta-feira (5/3), no Senado. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania aprovou o substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) para inibir o envio de mensagens eletrônicas não solicitadas por internautas. Pela proposta, os internautas podem bloquear o recebimento de spams. E mais: os provedores de acesso à internet devem barrar a chegada dessas mensagens indesejadas para seus clientes sem nada cobrar pelo serviço. Caso não cumpram a obrigação, serão multados.</p><p>A proposta ainda não virou lei. Mas está a um passo disso acontecer após a aprovação na CCJ. Ela tem de ser aprovada pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Informação e Comunicação.</p><p>Segundo o advogado Guilherme Martin, do Pires &amp; Gonçalves Advogados Associados, a proposta prevê medidas necessárias e eficazes no controle de envio de spams. Mas, de acordo com ele, o Congresso precisa aprovar também outro projeto de lei que trata das restrições na comercialização de listas de e-mails sem autorização. Para o advogado, muitas empresas serão coibidas de vender e trocar listas de e-mails, além de enviar mensagens indesejadas, se esse outro projeto virar lei. </p>]]></description>

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<title>Justiça ameniza punição de banco</title>

<pubDate>Ter, 04 Mar 2008 15:14:05 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080304_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-04  <p>Os bancos, condenados frequentemente quando erram na hora de fazer débitos em contas de clientes, ganharam um importante precedente na justiça para se defender. Recentemente, ao contrário do que normalmente acontece, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região mandou a Caixa Econômica Federal pagar indenização apenas por danos materiais na ação movida por uma cliente. O desembargador Antônio Cruz Netto derrubou a condenação por danos morais. Geralmente, a justiça fixa os dois tipos de indenização. Mas no caso não foi o que aconteceu.</p><p>A CEF errou e debitou duas vezes um gasto de pouco mais de cem reais na conta da correntista. A primeira instância mandou o banco devolver o que descontou indevidamente e mais de mil reais por danos morais. O desembargador mudou a sentença. Ele entendeu que não houve prova de que a cliente passou constrangimento ou vexame por causa disso.</p><p>Cruz Netto disse, em sua decisão, que &quot;os contratempos e aborrecimentos da vida são, de certa forma, freqüentes a todos nós&quot;. Mas, segundo ele, o fato não pode propiciar direito à indenização. &quot;Se assim fosse, ficaria simplesmente incontrolável a quantidade de situações que dariam ensejo a indenizações.&quot; A cliente ainda pode recorrer para tentar reverter a decisão.</p>]]></description>

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<title>Cacciola não derruba ordem de prisão</title>

<pubDate>Seg, 03 Mar 2008 17:02:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080303_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-03  <p>O banqueiro Salvatore Cacciola tentou derrubar a ordem de prisão decretada pela 2ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. Não conseguiu. O pedido de liminar foi negado pelo desembargador Messod Azulay Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. O mérito da questão ainda será analisado pelo tribunal. Mas, por enquanto, prevalece essa decisão.</p><p>Cacciola está preso em Monte Carlo, no Principado de Mônaco, desde setembro de 2007. O banqueiro aguarda o julgamento de um pedido de extradição feito pelo governo brasileiro.<br /></p>]]></description>

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<title>Ambev deve indenizar degustador</title>

<pubDate>Seg, 03 Mar 2008 09:15:15 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080303_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-03-03  <p>A Ambev está obrigada a pagar 100 mil reais para um degustador de cerveja. A decisão foi tomada pelo Tribunal Superior do Trabalho. Os ministros entenderam que a função do empregado contribuiu para aumentar sua dependência pelo álcool nos 15 anos de atividade. E mais: que a empresa tinha conhecimento da predisposição familiar dele à síndrome de dependência do álcool. Ele era portador da doença quando passou a ocupar essa função. Assim, para a justiça,  jamais deveria ter sido indicado para o cargo.</p><p>Diariamente, de acordo com a prova testemunhal, o degustador ingeria 1.500 ml de cerveja. O laudo pericial mostrou que a empresa não fiscalizava a quantidade de cerveja tomada pelo funcionário. E também não adotava medidas de prevenção e tratamento do alcoolismo. Ao contrário: ele até recebia uma garrafa de cerveja de cortesia no final do dia. <br /></p>]]></description>

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<title>Gentileza com o chapéu dos outros</title>

<pubDate>Sex, 29 Fev 2008 11:06:51 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080229_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-29  <p>Os sócios brasileiros da VarigLog, afastados judicialmente e acusados de gestão temerária, gastaram mais de cinco milhões de reais somente com serviços jurídicos. Uma das tarefas dos advogados contratados era tentar tirar o Fundo Matlin Patterson da sociedade. O curioso é que boa parte do dinheiro que serviu para pagá-los pertencia ao próprio fundo americano, que investiu na aérea. Inclusive foi por causa do investimento que a justiça não afastou o fundo da VarigLog como queriam os sócios Marco Antônio Audi, Marcos Haftel e Eduardo Gallo.</p><p>As despesas com advogados foram apontadas no relatório do interventor judicial na empresa, José Carlos Rocha Lima. O documento, encaminhado recentemente para a 17ª Vara Cível de São Paulo, mostra que só o escritório Thiollier Advogados recebeu mais de quatro milhões de reais. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Hora de cobrar multas ambientais</title>

<pubDate>Qui, 28 Fev 2008 16:42:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080228_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-28  <p>O governo quer pressionar empresas e produtores rurais autuados pelo Ibama, por desmatarem a Amazônia, a pagar o que devem logo. Por isso, será criado um grupo de 30 procuradores federais para entrar na justiça com ações de execuções fiscais nos estados de Mato Grosso, Rondônia e Pará. A idéia é propor também ações civis públicas para a reparação de danos ambientais.</p><p>De acordo com dados da Advocacia-Geral da União, apenas em Mato Grosso as multas chegam a 1,1 bilhão de reais. No estado de Rondônia, a quantia é de 173 milhões de reais e no Pará, de 130 milhões de reais.</p><p>Primeiro, essas multas são cobradas administrativamente. Se não são pagas, as Procuradorias movem ações para receber o pagamento como deve acontecer agora. Os procuradores já sinalizaram que podem ser feitos acordos para o parcelamento do débito. Caso contrário, quando for ajuizada a ação, será feito o pedido de penhora de bens do devedor para garantir o pagamento.</p>]]></description>

</item>
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<title>Vitória tributária para empresas</title>

<pubDate>Qua, 27 Fev 2008 14:24:06 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080227_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-27  <p>Os setores de limpeza, papel, lâmpadas, pilhas e baterias, rações, produtos fonográficos, autopeças, alimentos e construção civil conquistaram uma vitória, em São Paulo. O governo paulista atendeu o pedido da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e adiou as datas para a entrada em vigor do novo regime de substituição tributária.</p><p>De acordo com o Comunicado CAT nº 13/2008, ficou adiado em 30 dias o início do novo regime para os setores de papel, produtos de limpeza, lâmpadas, pilhas e baterias, ração animal, produtos fonográficos e autopeças. As empresas dos setores alimentícios e de materiais de construção terão um prazo maior: 60 dias.</p><p>Para a Fiesp, as novas datas permitem a fixação correta do percentual de margem de valor agregado para o cálculo do imposto estadual. Assim, será possível evitar o aumento de preços dos produtos incluídos no novo regime de substituição tributária. </p>]]></description>

</item>
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<title>Nova recuperação judicial aprovada</title>

<pubDate>Ter, 26 Fev 2008 19:34:08 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080226_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-26  <p>A justiça catarinense aceitou o pedido de recuperação judicial das empresas do Grupo Incobel, que têm dívidas fiscais, trabalhistas e bancárias de R$ 13 milhões. A ação de recuperação judicial é a primeira do Vale do Itajaí aprovada pelo Poder Judiciário.</p><p>A empresa, com mais de 450 empregos diretos e indiretos, fabrica móveis e molduras em madeira para a construção civil e exporta para países como Alemanha e Estados Unidos. O advogado Euclides Ribeiro, do escritório ERS Advocacia e Consultoria, que representa a empresa, deve apresentar em 60 dias um plano de recuperação judicial para tentar resolver os problemas financeiros com os credores.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Vale deve pagar R$ 1,8 bi à União</title>

<pubDate>Seg, 25 Fev 2008 16:14:18 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080225_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-25  <p>A Vale está obrigada a pagar R$ 1,8 bilhão ao governo. O valor é referente à compensação financeira pela exploração de recursos minerais cobrada pelo Departamento Nacional de Produção Mineral. A empresa havia sido autuada por não ter pago a porcentagem correta no período de janeiro de 1991 a dezembro de 2006.</p><p>A empresa apresentou dois recursos administrativos para questionar a base de cálculo. Como não adiantou, recorreu à justiça. A primeira instância decidiu que a Vale tem de pagar a quantia. Ainda cabe recurso.</p><p>O débito, no entanto, não pode ser inscrito na dívida ativa. Pelo menos por enquanto. É que a empresa conseguiu uma liminar, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que impede essa inscrição no cadastro dos devedores.</p>]]></description>

</item>
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<title>Multa contra Usina Caeté é válida</title>

<pubDate>Seg, 25 Fev 2008 14:01:28 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080225_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-25  <p>O Tribunal Regional do Trabalho mineiro tomou uma decisão de fazer arrepiar qualquer empresário. A 6ª Turma do TRT-MG considerou válida a multa aplicada contra a Usina Caeté apenas com base em documentos que estavam em poder do fiscal. Ele sequer esteve na sede da empresa para aplicar o auto de infração.</p><p>A Usina Caeté alegou que o procedimento é nulo porque o fiscal não esteve no local para multá-la por falta de registro dos trabalhadores. De nada adiantou. Para a justiça trabalhista de Minas Gerais, tudo foi baseado em vasta prova documental e a usina açucareira não apresentou provas em sentido contrário. A empresa ainda pode recorrer. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Acerto de contas</title>

<pubDate>Sex, 22 Fev 2008 11:43:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080222_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-22  <p>A Embratel vai pagar três prestações de US$ 1,5 milhão para a empresa argentina Nahuelsat. É que o Superior Tribunal de Justiça homologou a sentença da Câmara de Comércio Internacional, da Corte Internacional de Arbitragem, em Paris, na França. A sentença trata do acordo do pagamento da dívida.</p><p>O caso foi parar na Câmara de Comércio Internacional porque a Embratel descumpriu parte do convênio com a empresa argentina de cooperação em uso de sistemas de satélites Nahuel e Brasilsat. O combinado, se houvesse algum problema, era que o assunto seria resolvido na CCI. </p>]]></description>

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<title>Philip Morris se livra de condenação</title>

<pubDate>Qui, 21 Fev 2008 10:15:40 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080221_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-21  <p>A Philip Morris Brasil está desobrigada de indenizar uma ex-empregada que teve distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort). O motivo é simples. A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu que ela não tem prova de que a empresa é culpada pela sua doença.</p><p>O ministro Ives Gandra Martins Filho, relator do caso, foi direto ao ponto para derrubar a indenização de R$ 26 mil imposta pela segunda instância. Para ele, uma empresa não pode ser condenada apenas com base na presunção da culpa. É preciso provar a culpa e isso não aconteceu. Os ministros da Turma concordaram com o relator e, por unanimidade, livraram a Philip Morris da condenação.<br /></p>]]></description>

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<item>
<title>Vale deve parar trabalho em MG</title>

<pubDate>Qua, 20 Fev 2008 10:40:59 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080220_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-20  <p>A justiça mineira proibiu a mineradora MBR e a Vale de fazer trabalhos de sondagem mineral na Serra da Calçada, em Belo Horizonte. O pedido de paralisação das atividades, feito pelo Ministério Público, foi aceito pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais.</p><p>O Ministério Público argumentou que a região metropolitana de Belo Horizonte é considerada área de preservação permanente. Para o MP, as autorizações para exploração florestal são insuficientes para permitir que as mineradoras trabalhem no local.</p><p>A MBR e a Vale alegaram que as autorizações são sim suficientes porque os trabalhos servem apenas para avaliar a área e planejar projetos de exploração. Afirmaram que se trata apenas de uma sondagem. Não adiantou. Os desembargadores entenderam que ainda são necessárias outras autorizações específicas. Por enquanto, é válida esta decisão. Mas o mérito da questão ainda vai ser analisado pela primeira instância.</p>]]></description>

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<title>STJ mantém ação contra Cacciola</title>

<pubDate>Ter, 19 Fev 2008 10:26:10 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080219_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-19  <p>Salvatore Cacciola deve continuar a responder processo por crime contra o sistema financeiro por causa da emissão de debêntures sem lastro e garantia. A decisão foi tomada pela 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que negou o pedido do banqueiro.</p><p>A defesa de Cacciola argumentou que a denúncia era vaga e genérica. Não adiantou. O STJ manteve a decisão do juiz convocado Carlos Mathias. Para ele, não existe constrangimento ilegal no caso como alegou a defesa.</p>]]></description>

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<item>
<title>Acerto com a Camargo Corrêa </title>

<pubDate>Seg, 18 Fev 2008 11:23:35 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080218_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-18  <p>A justiça de São Paulo mandou a prefeitura pagar 15 milhões de reais para a Camargo Corrêa. O valor é referente aos serviços prestados pela construtora na execução das obras do Vale do Jurubatuba, em 2004, durante a gestão de Marta Suplicy (PT).</p><p>Pelo contrato, a prefeitura teria de pagar a dívida em 30 dias. Mas editou uma portaria intersecretarial para impor o parcelamento de todas as dívidas do município em sete anos. A Camargo Corrêa não gostou, obviamente, e o caso foi parar na justiça.</p><p>A juíza Luciana Almeida Prado Bresciani, da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de São Paulo, foi direto ao ponto quando analisou a questão. Para ela, uma simples portaria não pode &quot;alterar as condições previstas em contrato administrativo&quot;.</p><p>De acordo com os advogados Cassio Scarpinella Bueno e Giuseppe Giamundo Neto, do escritório Edgard Leite Advogados Associados, que representaram a Camargo Corrêa, a decisão demonstra a intolerância da justiça com a protelação do pagamento das dívidas. Segundo Giuseppe, a administração pública &quot;costuma se esquivar o quanto pode do cumprimento de suas obrigações&quot;.</p>]]></description>

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<item>
<title>Senai é obrigado a indenizar</title>

<pubDate>Qui, 14 Fev 2008 18:31:19 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080214_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-14  <p>Demitir empregado às vésperas da aposentadoria definitivamente não é uma boa idéia. Mas o Senai a teve. Mandou embora uma funcionária, que tinha mais de 27 anos de trabalho na casa, quando faltavam menos de três meses para ela se aposentar. O caso, claro, foi parar na justiça trabalhista.</p><p>A 8ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais não teve dúvidas. Mandou o Senai indenizá-la em dois mil reais por danos morais e em pouco mais de quatro mil reais por danos materiais referentes a dois meses de salário. Para o TRT mineiro, ela estava no período de estabilidade provisória de pré-aposentadoria prevista em acordo coletivo. E mais: houve violação dos princípios constitucionais de valoração social do trabalho e dignidade da pessoa humana. </p><p>O Senai alegou que a ex-funcionária não tinha comunicado formalmente essa estabilidade, conforme previa o acordo coletivo da categoria. Não adiantou. O TRT mineiro entendeu que ele sabia desse direito e queria apenas uma comunicação formal. O Senai ainda pode recorrer para tentar reverter a condenação.</p>]]></description>

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<item>
<title>Wal-Mart pode vender bebida</title>

<pubDate>Qua, 13 Fev 2008 18:31:20 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080213_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-13  <p>Ao contrário do Pão de Açúcar, Wal-Mart conseguiu liminar que o autoriza a vender bebidas alcoólicas em seus hipermercados localizados em rodovias federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A liminar foi concedida pela 11ª Vara Cível Federal de São Paulo.</p><p>A juíza federal Regilena Emy Fukui Bolognesi entendeu que o assunto não poderia ter sido tratado em uma medida provisória como aconteceu. Para ela, o fato de a medida provisória ter sido editada pouco antes do feriado do carnaval não é suficiente para configurar a urgência prevista na Constituição. Por isso, ela suspendeu a proibição.</p><p>A restrição na venda de bebidas alcoólicas nos estabelecimentos de estradas estaduais de São Paulo foi criada pela Lei nº 4.885/85, que teve a constitucionalidade reconhecida pelo Supremo<br />Tribunal Federal. Mas a proibição não vale para rodovias federais.</p><p>Na liminar, a juíza fez questionamentos interessantes como:</p><p>É correto que os estabelecimentos situados no perímetro urbano recebam o mesmo tratamento daqueles que se encontram fora?</p><p>Os supermercados devem receber o mesmo tratamento que os bares e restaurantes?</p><p>Os supermercados são locais de 'oferecimento para consumo de bebidas alcoólicas'?</p><p>O estabelecimento pode optar por não ter acesso direto à rodovia e continuar a venda de bebida alcoólica?</p><p>Atribuir à Polícia Rodoviária Federal a competência para fiscalização é a melhor escolha?</p><p>Qual seria o prazo para os estabelecimentos se adequarem?</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Pão de Açúcar não pode vender bebida</title>

<pubDate>Ter, 12 Fev 2008 19:19:54 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080212_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-12  <p>A Cia Brasileira de Distribuição, dona da rede de supermercados Sé, Pão de Açúcar, Barateiro, Compre Bem e Extra, sofreu uma derrota na justiça. O juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Cível de São Paulo, negou pedido do grupo para liberar a venda de bebidas alcoólicas em rodovias.</p><p>Para o juiz, o livre comércio deve ser compatível com as demais regras constitucionais como o direito à vida e à segurança. Segundo ele, a medida provisória do governo serve para evitar riscos desnecessários para a integridade física da população.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Menos burocracia para devedores</title>

<pubDate>Ter, 12 Fev 2008 10:03:32 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080212_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-12  <p>Empresários que devem o Fisco podem se livrar de um tormento se um projeto, que tramita na Câmara dos Deputados, virar lei. A idéia é agilizar a liberação da certidão negativa de débito quando há interesse no pagamento da dívida. Esse documento serve para provar que a empresa não tem nenhuma pendência fiscal. Sem ele, não se pode participar de licitações públicas ou fazer empréstimos, por exemplo.</p><p>De acordo com o projeto de lei, devedores poderão fazer a oferta antecipada de bens para penhora antes mesmo de ser ajuizada a execução fiscal da dívida com a Fazenda Pública. A simples oferta suspende a exigência do pagamento do crédito tributário e, assim, a certidão pode ser liberada mais rapidamente. Sem toda aquela burocracia irritante para empresários e seus advogados.</p><p>Segundo a advogada tributarista Isadora Petenon Braslauskas, do escritório Advocacia Celso Botelho de Morais, &quot;é comum não conseguir a certidão na fase entre a inscrição da dívida e a propositura da execução fiscal e isso prejudica o andamento dos negócios das empresas&quot;. Apesar de considerar a proposta positiva, a advogada entende que ela ainda precisa de alguns ajustes.</p><p>O projeto de lei, do deputado Armando Monteiro (PTB-PE), deve ser analisado na Câmara pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Venda do McDonald's</title>

<pubDate>Seg, 11 Fev 2008 11:45:06 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080211_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-11  <p>A publicação inglesa <em>Latin Lawyer </em>elegeu a operação sobre a venda de mais de mil restaurantes da rede McDonald's, na América Latina e Caribe, como o negócio do ano de 2007. Categoria: fusões e aquisições. O argentino Wood Staton e fundos de investimentos foram os compradores.</p><p>O escritório TozziniFreire assessorou Wood Staton, no Brasil. A aquisição de 500 franquias e 1.100 lojas próprias da McDonald's espalhadas por 18 países, por US$ 700 milhões, foi uma das mais complexas do ano passado.</p><p>O advogado e sócio do escritório, Affonso Aurino Barros da Cunha, comandou a equipe que assessorou o argentino. Em 2007, TozziniFreire atuou em mais de 60 operações de fusões e aquisições que totalizaram cerca  de R$ 17 bilhões. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Justiça avaliza PVD da Volks</title>

<pubDate>Sex, 08 Fev 2008 11:31:49 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080208_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-08  <p>O Tribunal Superior do Trabalho decidiu que um empregado da Volkswagen, que aderiu ao Programa de Demissão Voluntária (PDV), não pode ser reintegrado ao cargo apesar de ter garantia de estabilidade. Os ministros da Quarta Turma do TST rejeitaram o pedido de reintegração.</p><p>O funileiro teve problemas nos ombros, cotovelos e punhos após a passagem pela empresa. Ele alegou que não poderia ter sido demitido, sem justo motivo, porque uma das cláusulas da convenção coletiva garantia o emprego ao acidentado. O problema é que ele aderiu ao PVD. A primeira instância não ligou para esse fato. Mandou a Volks reintegrá-lo. A empresa recorreu, então, ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo. </p><p>A Volks argumentou que uma das cláusulas da convenção coletiva permitia a demissão de empregado com garantia de emprego nos casos de acordo mútuo. A segunda instância, então, deu decisão favorável a Volks. Motivos: a adesão do empregado ao PVD barra a estabilidade e a demissão não foi arbitrária porque o desligamento ocorreu por iniciativa dele. O caso foi parar no TST, que não titubeou e freou a tentativa do empregado. Melhor assim. Mais segurança jurídica para empresas que fazem o Programa de Demissão Voluntária.</p>]]></description>

</item>
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<title>A explicação do Mercado Livre</title>

<pubDate>Qui, 07 Fev 2008 16:50:26 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080207_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-07  <p>O site Mercado Livre, condenado a indenizar um internauta enganado com um e-mail falso após tentar vender um produto pelo portal, enviou uma carta ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em>. O site se isenta da responsabilidade apontada pela justiça de Brasília e tenta explicar a falta de segurança na internet. Também compara as suas regras de segurança com as da Receita Federal. Bom, tudo bem. Mas o fato é que, por enquanto, o site está obrigado judicialmente a indenizar o internauta por danos materiais e pode recorrer para tentar mudar este cenário. A primeira instância entendeu que o internauta agiu com ingenuidade baseado na propaganda do Mercado Livre, que promete segurança na intermediação do negócio. Agora, a palavra final desse embate será dada com uma decisão definitiva da justiça sobre o caso.  </p><p><strong>Clique no link abaixo para ler o post &quot;Não é a primeira vez&quot;, que trata da condenação imposta pela justiça de Brasília:<br /></strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/listar2.shtml">http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/listar2.shtml</a> </p><p>E veja, em seguida, as explicações do site.</p><p><strong>Esclarecimento MercadoLivre</strong><br /> <br />De acordo com o nosso departamento jurídico, que cuida do caso atualmente, este assunto trata-se de ação de indenização movida contra a empresa MercadoLivre por causa de um e-mail falso recebido pelo autor, o que teria causado prejuízos materiais. Apresentamos defesa e a sentença foi proferida a favor do autor. No entanto, o processo ainda não terminou e, a empresa (MercadoLivre) está no aguardo da intimação oficial para abertura do prazo de recurso.  <br />Esta é uma decisão singular, uma vez que o usuário em questão caiu em um golpe de e-mail falso que nada tem a ver com o site. Os &quot;spoof mails&quot; chegam aos usuários sem serem solicitados e pedem informações pessoais, como o número de cartão de crédito, ou documentos e senhas de seguranças, ou ainda, são usados para passar informações errôneas aos destinatários. Estas mensagens aparentam ser enviadas por conhecidas empresas e, para inspirar confiança nos usuários, utilizam os mesmos tipos de gráficos e desenhos. Usualmente, contém links que levam a websites falsos, que imitam o aspecto dos verdadeiros, e solicitam informações pessoais. O MercadoLivre dispõe de uma página especialmente destinada aos seus usuários para orientação de como identificar problemas desse tipo: <a href="http://www.mercadolivre.com.br/brasil/ml/p_loadhtml?as_menu=CSEG&as_html_code=CSEG01">http://www.mercadolivre.com.br/brasil/ml/p_loadhtml?as_menu=CSEG&amp;as_html_code=CSEG01</a>. <br />Vale ressaltar que mensagens falsas como essas são enviadas em nome de instituições públicas e privadas, tais como Banco do Brasil, Receita Federal, TSE, Serasa, Embratel, Telefônica, Vivo, Tim, entre outras. <br />No caso de e-mails falsos, dispomos, além de ferramentas dentro do próprio site, de uma área específica para investigação e segurança do usuário. O internauta também pode realizar denúncias de supostos fraudadores, produtos ou negociações irregulares.  <br />O MercadoLivre sempre orienta aos usuários que realizem todo o procedimento da negociação, digitando login e senha no endereço eletrônico <a href="http://www.mercadolivre.com.br/">www.mercadolivre.com.br</a> a fim de conferir todas informações diretamente em sua conta, inclusive sobre pagamentos e status das transações. Vale ressaltar que todas as recomendações, como por exemplo nunca depositar em conta de terceiros, estão expressas nos termos e condições do site <a href="http://www.mercadolivre.com.br/seguro_terminos.html">http://www.mercadolivre.com.br/seguro_terminos.html</a>, que todo usuário manifesta anuência e ciência quando se registra no MercadoLivre. <br />Lembramos, ainda, que o MercadoLivre segue em seu Portal de Segurança padrões semelhantes aos informados pelo site da Receita Federal: <a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Aduana/FraudesIlicitudes.htm">http://www.receita.fazenda.gov.br/Aduana/FraudesIlicitudes.htm</a>.<br />Atenciosamente,<br /> <br />Assessoria de Imprensa do MercadoLivre<br />Bansen &amp; Associados</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>ISS menor ainda não é o suficiente</title>

<pubDate>Qui, 07 Fev 2008 09:36:51 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080207_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-07  <p>As empresas que prestam serviços de suporte técnico em informática ganharam um benefício tributário no município de São Paulo. A Lei 14.668/2008, que criou a política municipal de inclusão digital, reduziu de 5% para 3% a alíquota do ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) para este tipo de serviço. </p><p>Segundo o advogado Bruno Aguiar, especialista em direito tributário, a redução de alíquota de ISS em São Paulo é uma conseqüência da migração de empresas do setor de tecnologia para cidades vizinhas. Isso porque elas têm alíquotas de ISS menores. Mas, de acordo com o advogado, &quot;essa redução ainda é insuficiente para frear esta migração em massa&quot;. </p>]]></description>

</item>
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<title>Novos benefícios tributários </title>

<pubDate>Qua, 06 Fev 2008 14:31:10 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080206_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-06  <p>As indústrias de bebidas alcoólicas, perfumaria e higiene pessoal foram beneficiadas por três recentes portarias da Fazenda do Estado de São Paulo. As novas regras publicadas no Diário Oficial do Estado, no último dia de janeiro e primeiro de fevereiro, favorecem os setores na substituição tributária interna como pediu a Fiesp.</p><p>A primeira regra trata do novo índice de valor adicionado setorial, que deve ser aplicado pelas indústrias de bebidas. O percentual é de 44,72%, menor que o anterior de 128,03%. A segunda é sobre a relação de mercadorias e preços finais. E a terceira é referente ao índice de valor adicionado setorial para o ramo de perfumaria e higiene pessoal. O site da Fiesp tem os detalhes das novas regras. Clique abaixo para conhecê-las.</p><p><a href="http://www.fiesp.com.br/agencianoticias/2008/02/01/ivta-vitoria-fiesp.ntc">http://www.fiesp.com.br/agencianoticias/2008/02/01/ivta-vitoria-fiesp.ntc</a><br /> <br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Cálculo do Leão</title>

<pubDate>Sex, 01 Fev 2008 11:30:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080201_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-02-01  <p>O Supremo Tribunal Federal deve voltar a discutir uma das disputas tributárias mais importantes dos últimos anos. O debate sobre a inclusão do ICMS na base de cálculo da Cofins deve entrar na pauta de julgamentos no primeiro semestre. Os ministros irão decidir se o ICMS pode ser incluído no conceito de faturamento, sobre o qual incide a contribuição. O desfecho do caso é aguardado com expectativa pelas empresas.</p><p>Este ano, os ministros do STF darão a palavra final também em outras disputas milionárias na guerra entre fisco e contribuintes. Uma delas trata do fim da isenção da Cofins para sociedades civis de profissões regulamentadas.</p><p>Nesta sexta-feira (1º/2), o STF abriu oficialmente o ano judiciário 2008, após o recesso forense. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve presente na cerimônia na corte, que volta a decidir causas importantes para a história econômica do país após o carnaval. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Novo incentivo fiscal</title>

<pubDate>Qui, 31 Jan 2008 14:35:58 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080131_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-31  <p>Empresas que fazem doações a fundos municipais, estaduais e nacional de idosos poderão ter dedução no Imposto de Renda. É o que prevê um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados. A idéia é evitar que as doações fiquem restritas apenas a fundos de crianças e adolescentes, únicos que oferecem esse incentivo fiscal.</p><p>As doações também podem ser feitas por pessoas físicas para dedução do Imposto de Renda. Nos dois casos, elas devem ser comprovadas e não podem ultrapassar 1% do imposto devido. A proposta será analisa pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada, será avaliada pelo Plenário.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>VarigLog deve e não paga</title>

<pubDate>Qua, 30 Jan 2008 12:21:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080130_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-30  <p>A maré está brava para o lado da VarigLog. A empresa tem mais de 250 títulos protestados em cartório. E ainda: está envolvida em pelo menos 14 ações judiciais. Esta semana, para piorar o cenário, a Justiça do Rio de Janeiro determinou a penhora da conta corrente da VarigLog. O pedido foi feito pela Varig antiga, que está em recuperação judicial com a marca Flex. A idéia é que a penhora sirva para quitar uma dívida de 37 milhões de reais.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Não é a primeira vez</title>

<pubDate>Ter, 29 Jan 2008 10:32:37 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080129_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-29  <p>O site Mercado Livre está obrigado a indenizar um internauta. A determinação foi feita pela 9ª Vara Cível de Brasília, mas o site ainda pode recorrer. Tudo começou depois que o internauta fez um cadastro com todos os seus dados pessoais no site de compra e venda. A intenção era vender um produto por quase três mil reais. Mas o consumidor foi enganado.</p><p>Após o cadastro, recebeu um e-mail falso para comunicar o pagamento de produto e solicitar o envio da mercadoria para o endereço especificado. Depois de mandar o produto, o site lhe informou que não mandou nenhuma mensagem a ele. O caso, então, foi parar na justiça. O consumidor alegou que somente passou os dados por confiar na segurança do site. </p><p>Por outro lado, o Mercado Livre argumentou que atua somente como mero intermediário de contratos de compra e venda. E ainda: que o consumidor não atendeu uma das cláusulas do contrato que trata da conferência do pagamento antes do envio do produto. Para o site, o internauta foi precipitado em mandar a mercadoria. O argumento, no entanto, foi rejeitado. </p><p>Para a justiça, a mensagem tinha informações suficientes para ludibriar o consumidor e era bem semelhante aos e-mails enviados pelo site. Além disso, a primeira instância considerou que o internauta não infringiu o contrato e sim agiu com ingenuidade baseado na propaganda do Mercado Livre, que promete segurança na intermediação do negócio. Agora, o site está obrigado a devolver o dinheiro com juros e a chance de se mudar a condenação na justiça é pequena.</p><p>Esta não é a primeira vez que um internauta leva o Mercado Livre para o banco dos réus por causa da falha na prestação de serviços. E, pelo andar da carruagem, não deve ser a última.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Goodyear tem bens hipotecados</title>

<pubDate>Seg, 28 Jan 2008 18:08:58 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080128_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-28  <p>Imóveis da Goodyear, na cidade de Americana (SP), estão hipotecados por determinação judicial. O Tribunal de Justiça paulista manteve a ordem dada pela juíza da 25ª Vara Cível, Laura de Mattos. Ela concedeu indenização de mil salários mínimos por danos morais para o advogado Alberto Whately Neto, que ficou tetraplégico após um acidente na rodovia Castelo Branco. O acidente aconteceu depois que um pneu da marca estourou. Na ocasião, morreu o deputador federal Roberto Cardoso Alves, que também estava no carro com o advogado.</p><p>A hipoteca de quatro imóveis serve para garantir o pagamento da indenização concedida ao autor do processo movido contra a Goodyear. A empresa alegou ao TJ de São Paulo que não foi ouvida antes da hipoteca. E mais: que os valores dos imóveis hipotecados são bem superiores ao da indenização fixada judicialmente. Não adiantou. A hipoteca foi mantida. </p><p>Os danos materiais com despesas hospitalares e outros gastos ainda devem ser apurados. O advogado tenta também aumentar, na justiça, o valor da indenização por danos morais. A Goodyear pode recorrer da decisão do TJ paulista.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Cutrale fica com posse de fazenda </title>

<pubDate>Seg, 28 Jan 2008 11:43:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080128_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-28  <p>A Sucocítrico Cutrale, de São Paulo, teve uma vitória judicial no Superior Tribunal de Justiça. O ministro Francisco Peçanha Martins autorizou a empresa a continuar na Fazenda Santo Henrique, em Araraquara. Mas o julgamento ainda não é definitivo. O mérito do caso será analisado na ação movida pelo Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra) para imissão na posse. </p><p>O Incra alegou no STJ que a União é a dona do imóvel. Não adiantou. Agora, o Incra terá de aguardar um novo julgamento. O site do STJ disponibilizou a decisão judicial. Clique no link abaixo para acessá-la.</p><p><a href="https://ww2.stj.gov.br/revistaeletronica/REJ.cgi/MON?seq=3657994&formato=PDF">https://ww2.stj.gov.br/revistaeletronica/REJ.cgi/MON?seq=3657994&amp;formato=PDF</a> <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Veto para armas de brinquedo </title>

<pubDate>Sex, 25 Jan 2008 18:47:02 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080125_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-25  <p>Empresas podem ser proibidas de fabricar, vender e importar armas de fogo de brinquedo, se um projeto que tramita na Câmara dos Deputados virar lei. A idéia do deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP), autor da proposta, é aperfeiçoar o Estatuto do Desarmamento.</p><p>Hoje, a proibição vale apenas para as réplicas e brinquedos que podem ser confundidos com armas de verdade. A intenção é ampliar a restrição para qualquer arma de brinquedo.</p><p>A proposta será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p><p>Clique no link abaixo para ler o projeto de lei:</p><p><a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=365314">http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=365314</a></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Mudança em lei de licitação</title>

<pubDate>Qui, 24 Jan 2008 17:50:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080124_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-24  <p>A lei que trata de licitações pode ser alterada para atualizar os valores das modalidades de convite, preços e concorrência para a contração de obras e serviços públicos. É o que prevê um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados. A idéia de reajustar os valores surgiu porque a última atualização foi feita em 1998.</p><p>A proposta do deputado Manoel Júnior (PSB-PB) é baseada em índices como INCC-DI e IGP-DI, da Fundação Getúlio Vargas. O projeto de lei prevê na modalidade de licitação por convite, para as obras e serviços de engenharia, o limite de até 325 mil reais. Antes, era de até 150 mil. E ainda: de até 3,2 milhões de reais na modalidade de tomada de preços. Anteriormente, era de até 1,5 milhão de reais. </p><p>O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Mais custos na construção civil</title>

<pubDate>Qua, 23 Jan 2008 14:39:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080123_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-23  <p>A prefeitura de São Paulo regulamentou uma lei esta semana que vai ter impacto direto na construção civil. A Lei nº 14.459 obriga que todas as novas edificações, residenciais ou não, tenham instalado ou preparado o sistema de aquecimento solar. A regra pode deixar de ser cumprida se ficar constatada a impossibilidade de implantação do sistema de captação de energia solar. </p><p>De acordo com a nova norma, publicada no Diário Oficial na terça-feira (22/1), imóveis com até três banheiros devem ter preparada a infra-estrutura para a instalação do sistema posteriormente. Se os imóveis tiverem quatro ou mais banheiros, o sistema já deve ser instalado.</p><p>A lei começa a valer após 180 dias da data de publicação no Diário Oficial e deve ter conseqüências não só na construção civil. No bolso do consumidor, também.</p><p>O advogado Luiz Gustavo de Oliveira Ramos, especialista em direito civil e comercial, diz que &quot;as novas exigências implicam em custos que serão repassados ao consumidor&quot;. Outro problema, segundo ele, é que as regras regulamentadas podem atrasar o processo de aprovação dos projetos de novas edificações. E mais: não há clareza técnica sobre as novas obrigações.</p>]]></description>

</item>
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<title>Empresa não pode transferir custos</title>

<pubDate>Ter, 22 Jan 2008 13:04:32 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080122_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-22  <p>As empresas processadas na justiça e condenadas a pagar indenização por danos morais a consumidores se valem de um artifício. Geralmente, lançam em suas planilhas de custo, usadas para calcular a tarifa cobrada de clientes, a quantia das indenizações fixadas judicialmente. Assim, os clientes acabam pagando a conta. Mas, recentemente, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso freou essa estratégia. Em pelo menos duas decisões, a segunda instância proibiu a Brasil Telecom de acrescentar esses valores em suas planilhas. Assim, a empresa está obrigada a retirar os valores de sua margem de lucro. Mas ainda pode recorrer para tentar virar o jogo. No entanto, as decisões podem embasar novos casos.</p><p>De acordo com o advogado Ventura Alonso Pires, é comum as empresas agirem dessa forma. Mas não é comum os juízes se atentarem para esta limitação quando analisam os processos de consumidores. Segundo ele, a execução de decisões como essas podem ficar comprometidas pela complexidade contábil e financeira das organizações empresariais atuais.</p>]]></description>

</item>
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<title>Taxa ecologicamente correta</title>

<pubDate>Seg, 21 Jan 2008 14:29:04 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080121_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-21  <p>A emissão de gases causadores do efeito estufa poderá ser tributada. A criação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para a sustentabilidade ambiental está prevista em um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados.</p><p>De acordo com a proposta, a Cide será cobrada sobre as atividades econômicas que gerem emissão de carbono ou outros gases de efeito estufa. A taxa fixada será de 0,5% do preço final unitário da venda do bem, produto ou serviço ao consumidor. E ainda: o produto, mercadoria e serviço que causarem menos degradação ambiental terão redução nas alíquotas de tributos e contribuições sociais e econômicas de, no mínimo, 30%.</p><p>O projeto será avaliado pelas comissões de Minas e Energia; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania antes da votação no Plenário.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Airbag obrigatório para passageiros</title>

<pubDate>Sex, 18 Jan 2008 14:13:15 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080118_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-18  <p>Montadoras poderão ser obrigadas a instalar airbag em todos os veículos tanto para motoristas quanto para passageiros. A obrigação está prevista em um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados. Se o projeto virar lei, as empresas terão o prazo de três anos para se adaptar.</p><p>O projeto do deputado Sandro Matos (PR-RJ) tramita juntamente com a proposta do ex-deputado Roberto Gouveia, sobre o mesmo tema. As duas propostas serão analisadas pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovadas, passarão pelo Plenário.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Banco Safra leva a melhor</title>

<pubDate>Qui, 17 Jan 2008 12:01:22 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080117_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-17  <p>A justiça paulista dispensou o banco Safra de pagar cerca de 20 milhões de reais para a corretora de valores Interbank pelos expurgos inflacionários do Plano Verão. O juiz Antônio Manssur Filho concordou com a tese defendida pela advogada do banco, Mariana Tavares Antunes, do Wald Associados, de que o Interbank apenas atuava como corretora e intermediava operações financeiras entre seus clientes e o Safra como comprovou a perícia. Para o juiz, a corretora não tem o direito sobre os expurgos porque não era a beneficiária final das operações. A corretora ainda pode recorrer.</p><p>O Interbank move 11 processos milionários contra bancos como Citibank, HSBC e Boston, entre outros. O Citibank e HSBC foram condenados pelo Tribunal de Justiça paulista a pagar os expurgos. Nesses dois casos, que agora serão analisados pelo Superior Tribunal de Justiça, não foram feitas as perícias.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Vale perde o jogo no Supremo</title>

<pubDate>Qua, 16 Jan 2008 11:00:04 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080116_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-16  <p>A Vale foi derrotada no Supremo Tribunal Federal e ainda tomou um puxão de orelha da ministra Ellen Gracie. Agora, está mantida a decisão do Superior Tribunal de Justiça que a obriga a vender a mineradora Ferteco ou abrir mão da preferência na aquisição do minério produzido na mina &quot;Casa de Pedra&quot;, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). A imposição foi feita pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O STJ manteve a imposição e a empresa recorreu ao Supremo.</p><p>A ministra, além de arquivar o pedido da Vale, afirmou que o STJ é competente para julgar o caso. E mais: Ellen Gracie disse que, com o recurso, a empresa tentou, &quot;mais uma vez, sobrepor os seus interesses privados, de índole patrimonial, ao interesse público, qual seja, a defesa da ordem econômica&quot;.</p><p>Ela explicou que a Vale pode buscar o direito ao ressarcimento da preferência de exploração da Mina Casa de Pedra na justiça, se for o caso, em uma ação contra a CSN. Mas deve cumprir a imposição feita pelo Cade.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Estabilidade para pai em empresas</title>

<pubDate>Ter, 15 Jan 2008 16:24:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080115_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-15  <p>Depois da discussão polêmica sobre a ampliação da licença-maternidade para seis meses, outro projeto de lei deve dar o que falar. As empresas poderão ser obrigadas a conceder estabilidade no emprego para o funcionário durante a gravidez da mulher até o quarto mês após o parto. Mas isso se ele tiver a única fonte de renda familiar. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 114/07, do deputado Arnaldo Vianna (PDT-RJ), tramita na Câmara dos Deputados. </p><p>A admissibilidade da proposta será avaliada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada, uma comissão especial avaliará o assunto e ela pode ir ao Plenário para votação. Para ler a PEC, clique no link abaixo: <a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=359177">http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=359177</a> </p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title>Tarifa de banco é derrubada</title>

<pubDate>Seg, 14 Jan 2008 14:02:40 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080114_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-14  <p>O Banco do Brasil está proibido de cobrar tarifa bancária em casos de pagamento antecipado de dívida em contratos, no Distrito Federal. A juíza Thereza Karina de Figueiredo atendeu o pedido feito pelo Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec). O órgão alegou que o banco cobra tarifa de 18% sobre o saldo devedor liquidado antecipadamente para operações de financiamento de veículos, 3% para operações de leasing e 5% sobre operações de crédito consignado. As taxas são superiores ao máximo legal permitido em caso de inadimplência, que é de 2% do valor do débito.</p><p>A juíza, além de proibir a cobrança, determinou que o banco faça o desconto proporcional de juros e encargos nesses casos. A multa imposta é de três mil reais por cobrança indevida, se a ordem for descumprida. O Banco do Brasil ainda pode recorrer.</p><p>Ainda são alvos do Ibedec, na justiça, os bancos: Itaú, Nossa Caixa, HSBC, Unibanco, ABN, Santander e Safra. O Ibedec lembra em seu site (<a href="http://www.ibedec.org.br/">www.ibedec.org.br</a>) que o Código de Defesa do Consumidor não prevê condicionamento para o pagamento antecipado nos contratos. Assim, entende o órgão, os bancos não podem fazer essa exigência.<br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Não dá para entender</title>

<pubDate>Sex, 11 Jan 2008 14:48:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080111_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-11  <p>No fim do ano passado, estive em Brasília para entrevistar ministros dos tribunais superiores para o Anuário da Justiça 2008. Um ministro me disse que, no Tribunal Superior do Trabalho, os empregados ganham todas as ações movidas contra empresas. Claro que foi força de expressão. De vez em quando, as empresas também ganham uma ou outra disputa trabalhista. É raro, mas acontece.</p><p>Conversávamos sobre os programas de demissão voluntária das empresas. Ele se mostrou indignado com aqueles casos em que o empregado aceita indenização, com anuência do sindicato, para aderir ao programa de demissão voluntária e depois vai à justiça reivindicar mais direitos. Só pode ser má-fé.</p>]]></description>

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<title>Investimento quase obrigatório</title>

<pubDate>Qui, 10 Jan 2008 16:52:04 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080110_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-10  <p>As administradoras de cartões de crédito poderão ter de gastar mais para a segurança de seus clientes. Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que as obriga a oferecer os cartões com foto do titular. A idéia da proposta é evitar furtos e roubos. Com a foto, fica mais difícil um terceiro utilizar o cartão para o pagamento de compras.</p><p>Um das justificativas do autor do projeto de lei, deputado Eliene Lima (PP-MT), é a de que atendentes de lojas não conferem a assinatura de quem está com o cartão nem pedem documento de identidade. E com a foto, fica mais difícil ocorrer a fraude. A proposta será analisada, juntamente com outra semelhante, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Está aí mais uma política interna de empresas que pode ser imposta por lei...<br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Fisco no caminho</title>

<pubDate>Qua, 09 Jan 2008 16:19:17 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080109_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-09  <p>As empresas poderão ter mais dificuldades para mandar nomes de consumidores para a lista dos maus pagadores, se virar lei um projeto que tramita na Câmara dos Deputados. A idéia da proposta é que as empresas apenas enviem nomes de clientes para o SPC e Serasa se estiverem em dia com as obrigações fiscais e trabalhistas.</p><p>Tudo isso porque o projeto de lei do deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE) prevê a obrigação de as empresas comprovarem a regularidade fiscal e trabalhista se tomarem tal atitude. Ou seja, devedor não poderá cobrar devedor. Essa proposta até me fez lembrar daquele ditadinho do sujo que fala do mal lavado...</p><p>O projeto será analisado ainda pelas comissões de Defesa do Consumidor; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.<br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Pesquisa com células-tronco em pauta</title>

<pubDate>Ter, 08 Jan 2008 15:06:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080108_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-08  <p>A pesquisa com células-tronco embrionárias, um dos assuntos mais polêmicos da história da justiça, deve entrar na pauta do Supremo Tribunal Federal, em fevereiro deste ano. Eu conversei com o ministro Carlos Ayres Britto, relator do caso, na tarde desta terça-feira (8/1). Ele estava no computador redigindo a parte final da decisão. Logo no início de fevereiro, vai apresentar o relatório sobre o tema. A data do julgamento, então, será marcada pela presidente do STF, ministra Ellen Gracie.</p><p>O ministro disse que está dedicando suas férias com todo entusiasmo a esse caso. Britto acredita que o julgamento será diferenciado dos outros que geralmente acontecem na corte por causa do número grande de amici curiae [instituições que fornecem subsídios sobre o assunto para o tribunal] e de sustentações orais dos advogados. No ano passado, pela primeira vez na justiça, houve uma audiência pública no Supremo para abordar os prós e contras do tema em questão. Uma das pesquisadoras que mais entende do assunto, a geneticista Mayana Zatz, da Universidade de São Paulo (USP), participou da audiência pública que durou cerca de oito horas.</p>]]></description>

</item>
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<title>Mais restrições para cervejas</title>

<pubDate>Seg, 07 Jan 2008 10:23:24 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080107_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-07  <p>As propagandas de bebidas alcoólicas estão no alvo de mais um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados. Desta vez, o deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) quer proibir a propaganda de bebidas alcoólicas das 6h às 21h em emissoras de rádio e TV. Hoje, a Lei 9.294/96 proíbe apenas a propaganda de bebidas com teor alcoólico superior a 13 graus <em>Gay Lussac</em>. A idéia do deputado é baixar o limite para 3 graus. Se o projeto virar lei, além das cervejas como Skol, Bohemia, Brahma e Cristal, as lights também ficarão vetadas de divulgar suas marcas em rádios e TVs.</p><p>A proposta tem ainda outra série de restrições já existentes para o cigarro. Ela será analisada por uma comissão especial antes de ser votada no Plenário. Para ler o projeto, clique no link abaixo: <a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=350845">http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=350845</a></p>]]></description>

</item>
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<title>Regra da CVM pode virar lei</title>

<pubDate>Sex, 04 Jan 2008 15:19:56 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080104_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-04  <p>A Instrução Normativa 31/84, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pode virar lei. Essa Instrução lista quais são os fatos relevantes que devem ser informados por administradores de companhias abertas para a CVM, imprensa e Bolsa de Valores. O projeto de lei que quer dar mais força à regra tramita na Câmara dos Deputados.</p><p>Entre as informações relevantes que devem ser informadas estão: mudanças no controle da companhia; fechamento de capital da companhia; incorporação, fusão, cisão, transformação ou dissolução da companhia; mudanças significativas na composição do ativo da companhia e reavaliação dos ativos. De acordo com o projeto de lei, esses fatos podem deixar de ser informados se os administradores avaliarem que eles colocam em risco os interesses da companhia. Entretanto, as informações devem ser reveladas se escaparem do controle dos administradores ou a cotação das ações da companhia apresentar oscilações atípicas.</p><p>A proposta do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) também prevê mudança na Lei 6385/76, que trata das condutas irregulares no mercado. A idéia é que a Justiça possa aplicar multas para indenizar acionistas prejudicados pela divulgação indevida de informações privilegiadas. E mais: os valores obtidos por conduta criminosa poderão ser bloqueados.</p><p>Antes de ser analisado pelo plenário, o projeto será votado nas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Valor de juros às claras</title>

<pubDate>Qui, 03 Jan 2008 13:40:10 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080103_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-03  <p>Os bancos poderão ser obrigados a deixar bem claro, nos contratos de empréstimo, os juros embutidos. E mais: os juros não poderão passar de 50% do valor de cada parcela a ser paga. É o que prevê um projeto de lei que altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90). Ele será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, na Câmara dos Deputados.</p><p>No caso de pagamento total ou parcial antecipado da dívida, o banco deverá reduzir proporcionalmente os juros, o valor principal e os demais acréscimos, conforme a proposta. Atualmente, existe lei que determina a redução proporcional de juros e acréscimos se houver essa antecipação na liquidação. Entretanto, a justificativa desse novo projeto é que o legislador esqueceu de contemplar a parte referente ao valor principal contratado e a omissão é prejudicial aos consumidores. <br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Muitas reclamações e poucos acordos</title>

<pubDate>Qui, 03 Jan 2008 10:21:56 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080103_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-03  <p>As empresas aéreas foram alvos de 128 reclamações de passageiros irritados, entre os dias 26 de dezembro e 1º de janeiro, nos juizados especiais instalados nos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo. Motivo: falta de informação e atrasos nos vôos. Apesar dos protestos, o número de acordos foi muito baixo, ao contrário do que se espera das aéreas. Em Cumbica, houve apenas sete acordos. Em Congonhas, 17.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Lei de crimes tributários deve mudar</title>

<pubDate>Qua, 02 Jan 2008 14:22:51 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20080102_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2008-01-02  <p>A Lei 9.430/96, que trata dos crimes tributários, deve ser alterada se um projeto de lei que tramita em regime de prioridade for aprovado no Congresso Nacional. A idéia é estabelecer que somente há crime contra a ordem tributária depois de o julgamento definitivo de um processo sobre o assunto. Ou seja: um empresário não pode ser considerado sonegador de impostos, por exemplo, enquanto questiona judicialmente os valores cobrados pela Receita Federal.</p><p>Na prática, o Supremo Tribunal Federal já decidiu dessa forma. A proposta serve apenas para deixar claro na legislação a posição que vem sendo adotada pelo Judiciário brasileiro em relação ao assunto. A proposta do deputado Carlos Eduardo Cadoca (PMDB-PE) tramita em regime de prioridade junto com outra do Senado, também sobre crimes tributários. Elas serão analisadas pelo Plenário.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Transparência em vendas</title>

<pubDate>Seg, 31 Dez 2007 09:34:28 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071231_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-31  <p>Fornecedores de produtos ou serviços podem ser obrigados a informar os valores de tributos incidentes na venda a consumidores. E mais: explicitar os tributos até mesmo em caso de orçamentos. É o que prevê um projeto de lei que deve ser votado na Câmara dos Deputados.</p><p>A proposta tramita junto com outro projeto do Senado, que obriga empresas a divulgarem o percentual de impostos no preço de mercadorias e serviços em notas fiscais ou painéis eletrônicos. O projeto será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de ser votado pelo Plenário. Se aprovado, os fornecedores terão 90 dias para seguirem as novas regras.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Santander se livra de indenizar cliente</title>

<pubDate>Sex, 28 Dez 2007 11:17:42 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071228_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-28  <p>O Banco Santander, em Porto Alegre, se livrou de pagar indenização para um correntista que gastou um dinheiro que não era seu. Ele constatou o depósito de 38 mil reais na conta corrente e gastou parte do dinheiro, mesmo sabendo que não lhe pertencia. O banco, quando constatou o erro, estornou o dinheiro. O correntista não gostou e entrou com ação de indenização por danos morais. Disse que sofreu fortes abalos psicológicos porque o Santander não o avisou que tiraria o dinheiro da conta. </p><p>A Justiça do Rio Grande do Sul não acolheu os argumentos do cliente. Considerou que ele agiu de má-fé, porque gastou um dinheiro que sabia que não era dele. Para o Tribunal de Justiça, a própria torpeza do consumidor o impediu de ficar rico. Ainda afirmou que não há danos morais porque os deveres de lealdade e confiança foram abalados. Assim, não caberia responsabilizar o banco pelos danos que ocorreram por culpa do próprio cliente.</p><p>O Banco Santander foi representado pelo advogado Everton Madeira Gusmão Ruano, do escritório Gonçalves, Ruano, Sant'anna e Schreiner Advogados Associados.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Carros adaptados</title>

<pubDate>Qui, 27 Dez 2007 10:32:50 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071227_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-27  <p>As montadoras de veículos poderão ser obrigadas a vender modelos de carros já adaptados às pessoas com deficiência física. É o que prevê um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados. De autoria de Márcio França (PSB-SP), o texto diz que a montadora é obrigada a produzir, no mínimo, três veículos adaptados a cada mil fabricados, de cada modelo oferecido. Hoje, é o consumidor quem arca com os custos da adaptação, feita geralmente por empresas especializadas nesse tipo de serviço.</p><p>Outra proposta do projeto de lei é que o preço do veículo adaptado não seja superior a dez por cento além do valor do convencional. Segundo o projeto, a montadora que descumprir a determinação será multada em vinte por cento do valor do veículo normal.</p><p>De acordo com o deputado, o que se busca, com este projeto, é democratizar o acesso aos veículos novos pelas pessoas portadoras de deficiência em condições justas de garantia e preços. O projeto tramita em caráter conclusivo (não precisa ser votado pelo Plenário) e ainda será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Acordo de cavalheiros</title>

<pubDate>Qua, 26 Dez 2007 10:36:08 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071226_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-26  <p>A Auto Viação 1001 fechou acordo com a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, da Vida e dos Direitos Civis (ADCON), e se comprometeu a devolver para os passageiros os valores cobrados como seguro facultativo pago com o bilhete da passagem. O acordo, homologado pela Justiça do Rio de Janeiro, beneficia os passageiros que usaram a companhia de transporte coletivo entre 1996 e 2005. </p><p>O acordo encerra uma disputa judicial que aguardava, desde 2005, decisão sobre a legalidade da cobrança do seguro facultativo. A Viação 1001 já tinha sido condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio, mas a ordem não foi cumprida porque a empresa esperava o posicionamento do Superior Tribunal de Justiça sobre o assunto.</p><p>Pelo acordo, a Auto Viação 1001 se comprometeu a não emitir ou vender bilhetes que tenham embutidos no valor seguro de acidentes pessoais, exceto se for autorizada pelo órgão regulador. A transportadora terá ainda de depositar 200 mil reais em conta judicial. O valor será usado para reembolso dos consumidores lesados. Em contrapartida, a ADCON vai desistir da representação formulada na Justiça fluminense para enquadrar a Auto Viação 1001 no crime de apropriação indébita. Para receber de volta o dinheiro, os passageiros terão de ter em mãos os bilhetes comprados no período. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Assinatura básica é legal</title>

<pubDate>Seg, 24 Dez 2007 08:57:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071224_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-24  <p>A Brasil Telecom ganhou mais uma disputa favorável à cobrança de assinatura básica, mas desta vez no estado de Mato Grosso. O Tribunal de Justiça acolheu o recurso da empresa e concluiu que é legal a cobrança de assinatura básica pelas empresas de telefonia. A Brasil Telecom tinha recorrido da decisão que a obrigou a parar de cobrar a tarifa de um assinante. Mas, no entendimento dos desembargadores, o dinheiro serve para manter a infra-estrutura do serviço oferecido para os usuários e seu cancelamento poderia inviabilizar a atividade da empresa, o que acarretaria prejuízos imensuráveis para a população.</p><p>O Tribunal de Justiça de Mato Grosso seguiu o que já entendeu o Superior Tribunal de Justiça, no mês de outubro deste ano. O STJ também analisou um recurso da BrT e considerou que a cobrança é vastamente amparada em lei, além de ser necessária para a manutenção do serviço.</p><p>O mesmo fundamento foi adotado na Justiça matogrossense. Segundo o TJ, a tarifa básica representa uma contraprestação pela disposição da linha telefônica, durante vinte e quatro horas por dia, sem interrupção. O usuário ainda pode fazer ligações sem custos, como no caso dos telefones com prefixos 0800, nos telefones de emergência e utilidades públicas, além das chamadas a cobrar. Assim, a cobrança não apresenta qualquer abuso ou onera injustificavelmente o consumidor.</p><p>O assinante pode até recorrer da decisão, mas este tem sido o entendimento pacífico dos tribunais de todo o país.</p>]]></description>

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<item>
<title>Ocean Air condenada por atraso de vôo</title>

<pubDate>Sex, 21 Dez 2007 10:54:40 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071221_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-21  <p>A reclamação por atrasos de vôos não tem se restringido apenas aos Procons e Anac. Os consumidores têm ido à Justiça para receber indenização por todo desconforto, irritação e constrangimento sofrido. Foi assim com uma passageira da Ocean Air. Ela entrou com ação de indenização por danos morais contra a companhia aérea porque seu vôo Cuiabá/Campo Grande atrasou mais de cinco horas. A cliente acabou perdendo uma prova que faria na faculdade da cidade de Ponta Porá (MS).</p><p>Os fatos aconteceram no mês de julho e a ação foi julgada neste mês de dezembro pelo juiz Yale Sabo Mendes, do Juizado Especial Cível de Cuiabá. Ele condenou a Ocean Air a pagar dez mil reais de indenização para a passageira por entender que atraso de vôo justifica o recebimento da reparação. A empresa se defendeu afirmando que tentou embarcar a cliente em outro vôo e que os fatos não ocorreram por sua culpa. </p><p>No entanto, o juiz considerou que pela teoria do risco do empreendimento, todo aquele que se disponha a exercer alguma atividade no campo de fornecimento de serviços, tem o dever de responder pelos fatos resultantes do empreendimento, independentemente de culpa. A responsabilidade de indenizar decorre do simples fato de a prestação de serviço apresentar defeito. E o defeito do serviço é um dos pressupostos da responsabilidade por danos nas relações de consumo, inclusive o dano moral. A Ocean Air ainda pode recorrer.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Malwee anula marca de concorrente</title>

<pubDate>Qui, 20 Dez 2007 10:13:18 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071220_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-20  <p>Com o argumento de que a semelhança de marcas confunde o consumidor, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região, com jurisdição no Espírito Santo e Rio de Janeiro, determinou que a empresa Mavve Malharia Vila Velha seja impedida de usar a marca Mavve em seus produtos. O pedido foi feito pela famosa Malwee Malhas, que argumentou que registrou a marca muito antes da empresa ré no processo. De acordo com a decisão, a Mavve fez o registro no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) em 1991, enquanto a Malwee registrou sua marca em 1968.</p><p> </p><p>O TRF-2 acolheu as alegações da Malwee. Para a Justiça, marcas concedidas na mesma classe (artigos de malharia em geral), destinadas a distinguir produtos do mesmo segmento mercadológico e com similaridade fonética e gráfica, provocam confusão, erro ou dúvida no público consumidor. Por isso, a marca tem de ser anulada. Não cabe mais recurso da decisão.</p>]]></description>

</item>
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<title>Preço do descaso</title>

<pubDate>Qua, 19 Dez 2007 10:25:54 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071219_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-19  <p>A Semp Toshiba está obrigada a pagar um preço por causar transtorno, frustração e chateação a um advogado. A justiça mineira mandou a empresa pagar indenização de dois mil reais para o consumidor, que comprou uma televisão de tela plana, 29 polegadas, com defeito de fábrica. A compra foi feita, em julho de 2006, pela internet. Em casa, o advogado notou que ela fazia um zumbido. O barulho só terminava quando a TV era desligada e ligada novamente. No mês de outubro, ele entrou em contato com a fabricante, por e-mail, que o orientou a deixar o aparelho na assistência técnica. Treze dias depois, quando foi pegar de volta o produto, percebeu que o defeito não era mais o zumbido, mas sim uma mancha horizontal que aparecia dentro da tela.</p><p> </p><p>Assim, ele resolveu pedir a troca do aparelho. A Semp Toshiba negou o pedido do cliente. Para tanto, alegou que pela lei ele tinha 30 dias para fazer a troca e não três meses, como aconteceu no caso. O advogado foi mais longe então. Entrou na justiça. Antes de o processo ser julgado, a empresa lhe deu uma nova TV. Os danos materias foram resolvidos. Mas a ação de indenização por danos morais continuou. No Tribunal de Justiça mineiro, os desembargadores deram razão ao consumidor, mas ainda cabe recurso.</p>]]></description>

</item>
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<title>Cerco contra produtos com defeito</title>

<pubDate>Ter, 18 Dez 2007 10:22:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071218_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-18  <p>Empresas que vendem produtos com defeito podem ter uma punição financeira mais rigorosa. A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou, este mês, um projeto de lei que prevê o valor do reembolso com correção monetária a partir da data da compra, se o fornecedor não resolver a reclamação do consumidor.</p><p>Hoje, o Código de Defesa do Consumidor não prevê a regra específica sobre a data. Diz apenas que se o problema não for solucionado em 30 dias, a empresa deve: restituir a quantia paga, substituir o produto por outro igual, em perfeitas condições de uso ou abater proporcionalmente o preço. A proposta do deputado Chico Lopes (PCdoB-CE) passará, ainda, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Funcionários que pioram tudo</title>

<pubDate>Seg, 17 Dez 2007 11:38:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071217_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-17  <p>Os atrasos em vôos causam irritação nos passageiros. Mas a situação pode piorar e ir parar na Justiça se depender de funcionários desqualificados para explicar a situação. Ontem, presenciei uma cena inacreditável no aeroporto de Cumbica (SP). Uma empresa aérea atrasou o vôo em mais de duas horas e funcionários conseguiram a façanha de fazer com que o aborrecimento de passageiros fosse maior ainda após o anúncio de que a aeronave estava em manutenção na pista.</p><p>A um passageiro nervoso, uma funcionária respondeu: Se a gente fala a verdade sobre os vôos, vocês se irritam. Quando eu estava na Anac para fazer uma reclamação formal sobre o atraso do vôo, já que o tão festejado-super-mega Juizado Especial no aeroporto fecha aos domingos, tive outra surpresa. Um médico relatou à Anac que ao pedir explicações sobre o vôo dizendo que tinha pacientes para atender pela manhã, uma funcionária disse a seguinte pérola: Semana passada eu fui ao médico e ele também atrasou. É mole?</p><p><br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Comércio pode funcionar no feriado</title>

<pubDate>Sex, 14 Dez 2007 09:17:07 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071214_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-14  <p>Supermercado e hipermercado podem abrir em dia de feriado, sem sofrer qualquer autuação. A decisão foi tomada pelo Tribunal Regional do Trabalho de Campinas, no interior de São Paulo. O tribunal determinou que a Delegacia do Trabalho da região pare de autuar com multa loja que funcione em dia de feriado. De acordo com o tribunal, a CLT permite que o comércio varejista abra nos dias de descanso, por se tratar de conveniência pública. O TRT ainda deu uma bronca no Ministério Público do Trabalho. Considerou que antes de os promotores exercerem a função de fiscalizadores, devem se ater aos princípios da lei. Apesar de a decisão se aplicar apenas ao processo analisado pelos juízes, o entendimento serve de parâmetro para outros casos semelhantes.</p>]]></description>

</item>
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<title>Carrefour pode ter juros maiores</title>

<pubDate>Qui, 13 Dez 2007 08:25:54 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071213_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-13  <p>A Carrefour Administradora de Cartões de Créditos até pode cobrar juros acima de 12% ao ano, mas sem cometer abusos. A conclusão é da Justiça de Minas Gerais, que julgou a ação movida por uma cliente. Ela reclamou que pagava juros do cartão, que variavam de 6,5% a 9,9% por mês. Assim, a dívida, que era de pouco mais de 300 reais, passou para quase dois mil reais em menos de um ano.<br /> <br />Inicialmente, a primeira instância determinou que os juros não ultrapassassem 12% ao ano (1% por mês). A administradora não gostou e recorreu ao Tribunal de Justiça. Queria cobrar um percentual maior como vinha fazendo. Os desembargadores decidiram que a taxa de juros não deve ser limitada a 12% ao ano. Mas determinaram que os juros sejam calculados pela taxa média de mercado, sem abusos. Tanto a empresa quanto a cliente ainda podem recorrer.</p>]]></description>

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<title>Preços de CD e DVD em estudo</title>

<pubDate>Qua, 12 Dez 2007 08:57:33 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071212_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-12  <p>A proposta que prevê isenção tributária na produção de CDs e DVDs será estudada por uma comissão especial de fonogramas e videofonogramas musicais. Ela foi instalada, na terça-feira (11/12), na Câmara. A intenção é reduzir o preço do CD e DVD para até metade do preço e, dessa forma, combater a pirataria.</p><p>A comissão, liderada pelo deputado Décio Lima (PT-SC), terá a primeira reunião na próxima quarta-feira (19/12), quando ficará definido o cronograma de trabalho. O autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 98/07 é o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ).</p><p><br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Regras para grampo telefônico</title>

<pubDate>Ter, 11 Dez 2007 14:42:38 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071211_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-11  <p>Depois da festa que virou o uso do grampo telefônico no Brasil, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, da Câmara dos Deputados, aprovou um substitutivo sobre o assunto este mês. A proposta prevê regras mais rigorosas para a autorização de escuta telefônica. E ainda: regulamenta a captação de imagens e sons ambientais. Mas, neste caso, apenas se a escuta não for suficiente.</p><p>Se virar lei, tribunais terão de manter um banco de dados sobre os pedidos de grampo para não haver autorizações simultâneas. Juízes serão obrigados a controlar todas as etapas das diligências de interceptação telefônica e captação de imagens e sons. Atualmente, esse procedimento em relação ao grampo é feito apenas posteriormente.</p><p>A proposta prevê ainda que, em caso de autorização judicial para divulgar o conteúdo das gravações, a imprensa terá de ser convocada para uma audiência pública. Somente assim, deverá ter acesso ao material gravado. O projeto será avaliado em plenário.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Ambev é derrotada por concorrente</title>

<pubDate>Seg, 10 Dez 2007 16:25:03 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071210_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-10  <p>A Ambev levou a pior na ação movida contra a Cervejaria Petrópolis, proprietária das marcas Crystal e Itaipava, entre outras. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro rejeitou, recentemente, o argumento de que a Crystal e a Itaipava têm rótulos semelhantes ao da marca Brahma Chopp. Na briga travada, desde 2003, a Ambev acusou a Petrópolis de concorrência desleal e pediu indenização.</p><p>A 4ª Câmara Cível do TJ fluminense entendeu que as cores usadas nos rótulos das marcas de cerveja também estão presentes em outros existentes no mercado. Além disso, para a justiça, as diferenças são suficientes para que o consumidor saiba qual produto está comprando e não faça confusão. E mais: só o selo protetor nas latas e garrafas da Crystal e Itaipava já marcam essa diferença. Com esses fundamentos, a segunda instância negou a pretensão da Ambev. Mas ainda cabe recurso no caso.</p><p />]]></description>

</item>
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<title>Governo tenta garantir leilão </title>

<pubDate>Seg, 10 Dez 2007 10:13:31 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071210_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-10  <p>A Procuradoria-Geral Federal resolveu entrar na Justiça para pedir a reintegração de posse do prédio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em Brasília. O local foi invadido por ambientalistas que querem impedir o leilão da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, em Rondônia. O leilão está marcado para esta segunda-feira (10/12).</p><p>Advogados da União e procuradores federais estão de plantão desde sexta-feira (7/12) para estudar o caso. A ação deve ser analisada pela Justiça Federal do Distrito Federal.<br /></p>]]></description>

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<title>Frank Aguiar quer reduzir imposto</title>

<pubDate>Sex, 07 Dez 2007 14:16:18 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071207_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-07  <p>O cantor e deputado Frank Aguiar (PTB-SP) quer ampliar de 4% para 6% o percentual de dedução do imposto sobre o lucro real pago por empresas que financiam a cultura. Ele propôs o Projeto de Lei 1.816/07 para alterar a Lei 9.532/97, sobre a legislação tributária federal. </p><p>Para embasar a proposta, o deputado comparou o orçamento do Ministério da Cultura previsto para 2007, de 405 milhões de reais, com a quantia captada pela Lei Rouanet, em 2005. Naquele ano, mais de 1.800 empresas investiram 700 milhões de reais em cultura. </p><p>A proposta vai tramitar pelas comissões de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Presidente do Cade pode votar duas vezes?</title>

<pubDate>Qui, 06 Dez 2007 11:37:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071206_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-06  <p>Para o ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, a resposta é não. Ele acatou o recurso da Vale contra a decisão do Cade que a obrigou optar por vender a mineradora Ferteco ou abrir mão do direito de preferência que tem na compra de minério de ferro produzido pela mina Casa de Pedra. A Vale alegou que a presidente do órgão, Elizabeth Farina, votou duas vezes. Segunda a empresa, ela votou como presidente e depois ainda desempatou a questão como conselheira. Mas o caso ainda está pendente na 1ª Turma porque falta o voto da ministra Cármen Lúcia.<br /> <br />Eu conversei com o ministro Britto, na manhã desta quinta-feira (6/12), e ele foi categórico. Para o ministro, votar duas vezes é anti-republicano e fere o princípio da igualdade. O ministro entende que deve funcionar a lógica eleitoral: um homem, um voto.</p><p>O voto minerva para quem preside o Cade está previsto na Lei 8.884/94. A questão, como levantou o ministro Ricardo Lewandowski no julgamento, é saber se esse voto de desempate pode ser dado quando quem comanda o Cade já se manifestou.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Perdigão entra em nova fase</title>

<pubDate>Qua, 05 Dez 2007 13:13:04 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071205_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-05  <p>A estruturação da compra da empresa gaúcha Eleva pela Perdigão ainda não acabou. Apesar de o contrato de compra e venda ter sido assinado em outubro, advogados ainda não terminaram os trabalhos.  Hoje, uma equipe de advogados do Machado, Meyer atua no processo de emissão de ações. O montante captado servirá para o pagamento dos acionistas majoritários da Eleva. A equipe é liderada pelo sócio do escritório Wilson Mello, ex-vice presidente do Wall-Mart Brasil.</p><p>A estrutura jurídica e contratual, nesses casos, é complexa. Ela foi dividida em três etapas: a aquisição, a emissão de ações para pagamento do preço e a incorporação dos ativos da Eleva pela Perdigão. A primeira etapa, praticamente encerrada, contou com o trabalho de 57 advogados. As outras fases contam com 30 profissionais e devem terminar até fevereiro de 2008. O valor da compra foi estimado em cerca de 2 bilhões de reais.<br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Segredo sobre juros é mantido</title>

<pubDate>Ter, 04 Dez 2007 08:09:38 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071204_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-04  <p>O Conselho de Política Monetária (Copom) está livre de divulgar os votos dos diretores do Banco Central sobre a taxa básica de juros (Selic). A Comissão de Finanças e Tributação aprovou o projeto de lei do deputado Fernando Coruja (PPS-SC). O deputado defendeu a adoção do voto aberto e fundamentado sobre a política de juros. Mas prevaleceu a emenda do relator, deputado João Dado (PDT-SP), para que sejam divulgadas apenas as decisões do colegiado e não os votos individuais dos diretores como Coruja queria. Hoje, o Copom já anuncia a ata da reunião sobre a decisão do colegiado. Assim, na prática, nada muda.<br />O relator defendeu que a divulgação do voto aberto poderia gerar pressões políticas sobre os diretores. O autor do projeto afirmou que era preciso conhecer as razões de cada diretor para votar de um jeito ou de outro. Prevaleceu na Comissão a primeira idéia. A proposta vai tramitar ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ir ao plenário.</p><p><br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Vasp tem de acertar conta com INSS</title>

<pubDate>Seg, 03 Dez 2007 10:02:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071203_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-12-03  <p>Está mantida a cobrança de dívida previdenciária de mais de quinhentos mil reais da Vasp. O Superior Tribunal de Justiça negou recurso da empresa aérea, que contestou a ação de execução fiscal movida pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).</p><p>A Vasp tentou anular a portaria que a tirou do Programa de Recuperação Fiscal (Refis), que permite o parcelamento da dívida. Além disso, tinha a intenção de excluir os diretores do processo e pagar a dívida com compensação de tributos. Não conseguiu nada disso.<br /><br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Schering paga por pílula de farinha</title>

<pubDate>Sex, 30 Nov 2007 11:36:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071130_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-30  <p>Chegou ao fim uma novela de 10 anos no Judiciário. O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o Laboratório Schering do Brasil está obrigado a pagar indenização coletiva de um milhão de reais por danos morais causados pela falha na fabricação do anticoncepcional Microvlar. A consequência das pílulas de farinha, como ficou conhecido o caso, foi a gravidez de diversas consumidoras. Segundo informações do site do STJ, o julgamento foi encerrado na quinta-feira (29/11) pela Terceira Turma.</p><p>A Schering ainda tentou barrar a condenação. Alegou, entre outros argumentos, que as pílulas significaram sentimentos positivos, pois geraram novas vidas. A ministra Nancy Andrighi rebateu o argumento. Ela afirmou que houve quebra de expectativa com relação à eficácia do produto. Para a ministra, a empresa desrespeitou o direito de informação dos consumidores. Os outros ministros tiveram o mesmo entendimento e a decisão foi unânime.</p><p>Nos Estados Unidos, recentemente, o laboratório Merck resolveu fechar um acordo de 4,8 bilhões de dólares para extinguir várias  ações civis. Familiares de pessoas que morreram ou sofreram infartos pelo uso do Vioxx entraram na justiça para pedir indenização. O caso foi encerrado com um acordo.</p><p><br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Avon é condenada por danos</title>

<pubDate>Qui, 29 Nov 2007 11:29:21 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071129_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-29  <p>A Avon está obrigada a pagar indenização de 130 mil reais a uma consumidora por danos morais e materiais. Ela ficou com o rosto manchado depois de usar um creme facial da empresa. Um dos mais conhecidos, aliás. O creme é o Renew-all in-one.</p><p>A empresa foi ao Superior Tribunal de Justiça tentar derrubar a condenação por uma questão juridicamente técnica. Não conseguiu. O STJ manteve a condenação. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Cadastro dos bons pagadores</title>

<pubDate>Qua, 28 Nov 2007 14:57:22 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071128_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-28  <p>Em vez de as empresas mandarem os nomes dos maus pagadores para os órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa, poderão enviar a lista de consumidores que quitam suas contas em dias. É o que prevê um projeto de lei do Senado aprovado, este mês, pela Comissão de Defesa do Consumidor. Agora, ele será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p><p>A idéia é fazer um &quot;cadastro positivo&quot; de consumidores. Os bancos de dados do SPC e da Serasa poderão ter o histórico de adimplência dos clientes, que devem ser consultados sobre a inclusão das informações.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>BRA pede recuperação judicial</title>

<pubDate>Ter, 27 Nov 2007 17:36:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071127_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-27  <p>A BRA entrou com pedido de recuperação judicial, no fim da noite de segunda-feira (26/9), na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, onde correu o processo da Vasp e da Parmalat. O pedido foi feito pelo advogado Thomas Felsberg, do escritório Felsberg Advogados.<br /> <br />No início de novembro, o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Rodrigo Pinho, determinou a investigação para apurar a falha na prestação de serviços pela empresa aérea. A iniciativa do chefe do Ministério Público paulista foi tomada após as inúmeras notícias sobre a quebra da BRA. Ele levou em consideração, principalmente, a divulgação sobre a falta de informações aos consumidores sobre atrasos e cancelamentos de vôos.</p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title>TAM é punida por furto em mala</title>

<pubDate>Ter, 27 Nov 2007 10:19:03 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071127_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-27  <p>A condenação de empresas aéreas por extravio de bagagens tem sido até comum, nos últimos anos, na justiça brasileira. Mas uma decisão contra a TAM, esta semana, chama atenção.  A empresa foi condenada pelo extravio e, pior, pelo arrombamento da mala de uma passageira. Na justiça, ela alegou que na viagem de Cuiabá para Belo Horizonte teve jóias furtadas da bagagem, que chegou ao hotel sem cadeado.</p><p>A TAM argumentou que a cliente não provou o que disse. Não adiantou. O juiz Yale Sabo Mendes, do Juizado Especial Cível do Planalto, em Cuiabá, rejeitou o argumento. Para ele, pela teoria do risco do empreendimento, quem trabalha com fornecimento de serviços responde pelos danos causados aos clientes, independentemente de culpa. Esta é a conseqüência da relação de consumo. Assim, o juiz mandou a aérea pagar pouco mais de 15 mil reais para a consumidora por danos materiais e morais. A TAM ainda pode recorrer.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Aniversário adia interrogatório</title>

<pubDate>Seg, 26 Nov 2007 12:01:03 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071126_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-26  <p>Está adiado o interrogatório do ex-presidente do Banco de Brasília, Tarcísio Franklim de Moura, para o dia 13 de fevereiro de 2008.  O interrogatório seria feito nesta segunda-feira (26/11), mas o ex-diretor do banco alegou que hoje é seu aniversário e gostaria de passar com a mãe, que tem 92 anos e está doente, e com seus irmãos. O juiz Roberval Belinati, da 1ª Vara Criminal de Brasília, atendeu ao pedido.</p><p>Tarcísio Franklim de Moura e outros ex-diretores são acusados de crimes de dispensa indevida de licitação, peculato, lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Quem paga o pato</title>

<pubDate>Sex, 23 Nov 2007 07:58:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071123_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-23  <p>Se um projeto aprovado na Câmara dos Deputados virar lei, a administradora de cartão de crédito será a responsável pelos prejuízos causados em casos de clonagem. A proposta foi aprovada na Comissão de Defesa do Consumidor, mas ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.<br />A idéia defendida na proposta é a de que o consumidor não tem culpa pela falha do sistema de segurança do cartão de crédito que permite a clonagem. O pato, então, tem de ser pago por quem não garante a segurança em 30 dias. Mas tudo isso, se a clonagem for feita por terceiros. Se ficar comprovada a participação do cliente na clonagem, ele ficará obrigado a ressarcir os prejuízos à administradora. O projeto de lei, do deputado licenciado Carlos Bezerra (PMDB-MT), foi relatado na Câmara pelo colega Júlio Delgado (PSB-MG).</p><p><br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Br Telecom se livra de indenizar</title>

<pubDate>Qui, 22 Nov 2007 08:49:07 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071122_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-22  <p>É cada vez mais comum consumidores aproveitarem para pedir indenização por danos morais em ações contra empresas em casos que há somente danos materiais. Mas as decisões dos tribunais são claras sobre o tema. Se não há sofrimento, dor ou constrangimento do autor da ação, a empresa é dispensada de indenizar por danos morais. A tese que prevalece é a de que não pode haver enriquecimento ilícito com a causa. Foi o que aconteceu no caso de uma ação movida contra a Brasil Telecom. </p><p>Uma consumidora foi à justiça reclamar que a empresa descontou quase dez reais, durante 21 meses, em sua conta telefônica pelo serviço sorriso premiado. Detalhe: sem autorização e mesmo após o pedido de cancelamento da cobrança. Até aí, tudo bem. Os danos materiais são evidentes. Mas a cliente pediu também indenização de 50 mil reais por danos morais.</p><p>A 2ª Vara Cível de Brasília mandou a empresa devolver em dobro os valores cobrados indevidamente com atualização pelo INPC. Mas a Brasil Telecom levou a melhor na parte do pedido de indenização por danos morais. A justiça entendeu que também não era motivo para tanto. Para a primeira instância, houve apenas um mero aborrecimento. Tanto a Brasil Telecom quanto a cliente podem recorrer para questionar o resultado do julgamento.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Balanço em detalhes</title>

<pubDate>Qua, 21 Nov 2007 15:29:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071121_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-21  <p>A proposta que prevê a publicação obrigatória de mudanças contábeis em balanços das sociedades anônimas abertas ou de qualquer grande empresa foi aprovada, no início deste mês, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Agora, o substitutivo do projeto de lei será analisado pelo Senado. As empresas também estarão sujeitas à fiscalização da CVM, que tem regras rigorosas, se o projeto virar lei.</p><p>Pelo substitutivo, é considerada empresa de grande porte aquela que tiver, no exercício anterior, ativo acima de 240 milhões de reais ou receita bruta anual acima 300 milhões de reais. A idéia da proposta é dar mais transparência às informações das empresas.</p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title>Executiva da BrTelecom perde</title>

<pubDate>Ter, 20 Nov 2007 19:56:02 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071120_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-20  Carla Cico, ex-presidente da Brasil Telecom, levou a pior em uma partida contra a empresa. O Tribunal Superior do Trabalho resolveu não julgar o pedido de aplicação de multa à empresa por litigância de má-fé. Motivo: o poder do advogado era limitado para representá-la apenas na ação de cobrança.<br />A executiva alega que a Brasil Telecom lhe deve direitos trabalhistas por quebra de contrato. Ela quer, ainda, receber indenização por danos morais. Os valores podem chegar a cerca de 20 milhões de dólares. Essa ação principal ainda não foi decidida no TST. Entretanto, a aplicação da multa à empresa foi por água abaixo por uma questão técnica.<br />]]></description>

</item>
<item>
<title>Manobra da Sadia é derrubada</title>

<pubDate>Seg, 19 Nov 2007 09:54:12 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071119_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-19  <p>Empresas que contratam serviços terceirizados para se livrar do vínculo trabalhista precisam ficar atentas. É cada vez mais comum a justiça derrubar essa manobra fraudulenta e obrigar a empresa a pagar todos os direitos do ex-funcionário prestador de serviço. Foi o que aconteceu com a Sadia. </p><p>O Tribunal Superior do Trabalho julgou o pedido de um ex-empregado terceirizado que atuava diretamente no encaixotamento de margarina. Os ministros entenderam que a empresa terceirizada foi apenas uma intermediadora da mãode-obra. Motivos: não houve nenhuma justificativa para a terceirização e somente a Sadia se beneficiou do serviço. Assim, eles confirmaram o vínculo direto entre o ex-funcionário e a Sadia. Agora, ela está obrigada a pagar os direitos trabalhisas do ex-empregado.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>A obrigação do politicamente correto</title>

<pubDate>Sex, 16 Nov 2007 11:33:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071116_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-16  <p>Não é que Clodovil Hernandes, ex-apresentador e atual deputado, conseguiu emplacar a proibição de produtos em formato de cigarro para o público infantil e infanto-juvenil? Esta semana, a Comissão de Seguridade Social e Família aprovou o projeto de lei de Clodovil em forma de substitutivo. A proposta já tinha sido aprovada também pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.</p><p>A pena para os fabricantes que desrespeitarem a regra é de advertência, multa e apreensão dos produtos. A multa será de 10 reais por produto apreendido. O projeto será analisado, ainda, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se realmente virar lei, fabricantes de brinquedos e alimentos deverão ser politicamente corretos para evitar prejuízos.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Participação nos lucros da Volks</title>

<pubDate>Qua, 14 Nov 2007 10:58:28 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071114_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-14  <p>A briga entre um metalúrgico e a Volkswagen teve um final infeliz. Para a empresa, claro. O Tribunal Superior do Trabalho decidiu invalidar um acordo coletivo que permitia o pagamento parcelado da participação em lucros para recompor salários. A Volks não queria que o pagamento mensal tivesse natureza salarial. Assim, evitaria desembolsar mais para pagar os direitos trabalhistas de um ex-funcionário. Não adiantou. </p><p>Com base na lei, o TST adotou dois posicionamentos. Primeiro: <br />a participação nos lucros não serve para complementar o salário de empregados. Segundo: é proibido parcelar o pagamento de participação nos lucros em mais de duas vezes no ano. Resultado: a empresa está obrigada a pagar todos os direitos trabalhistas ao metalúrgico com base até mesmo nas parcelas mensais que eram pagas para complementar seu salário.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Celulares pré-pagos no alvo</title>

<pubDate>Ter, 13 Nov 2007 10:26:31 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071113_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-13  
<p>Operadoras de celulares poderão ser proibidas de fixar limite de tempo para uso de cartões pré-pagos, se for aprovado o projeto de lei do deputado Enio Bacci (PDT-RS). A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, pode ser votada ainda esta semana. Além de vetar o limite de tempo, o projeto ainda permite que o consumidor permaneça com a linha ativa sem créditos por até um ano.</p><p>O assunto já rendeu pano pra manga na justiça. Consumidores insatisfeitos com o prazo estabelecido pelas empresas têm levado o caso aos tribunais, nos últimos anos. Não há um consenso sobre o tema. Há decisões judiciais que proíbem o limite de tempo e as que consideram que o prazo é legal.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Ponto para a Drogaria Onofre </title>

<pubDate>Seg, 12 Nov 2007 16:05:30 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071112_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-12  <p>A Drogaria Onofre, rede de farmácias, levou a melhor em uma briga com o Ministério Público do Trabalho. A 18º Vara do Trabalho do Rio de Janeiro decidiu que não há vínculo empregatício da rede com os motoboys contratados para fazer entregas. O advogado da Onofre, Márcio Meira, do escritório Bastos-Tigre, argumentou que os motoboys têm horário de trabalho livre, remuneração por entrega e podem paralelamente prestar serviços para outras empresas. Por isso, não há vínculo de emprego. O argumento foi aceito na justiça trabalhista.</p><p>A Ultrafarma, outra rede de farmácias, não teve a mesma sorte no começo do ano. Foi condenada pelo Tribunal Regional do Trabalho paulista a pagar direitos trabalhistas de um motoboy. Ele prestava serviços para a rede por meio da Farmacoop. O problema é que ficou comprovado que o motoboy trabalhava exclusivamente para a Ultrafarma e a cooperativa era apenas uma intermediadora. Nos dois casos, ainda cabem recursos.</p>]]></description>

</item>
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<title>BRA será investigada</title>

<pubDate>Sex, 09 Nov 2007 17:27:59 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071109_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-09  <p>A BRA vai responder um inquérito civil em São Paulo. O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Rodrigo Pinho, determinou a investigação para apurar a falha na prestação de serviços pela empresa aérea. A iniciativa do chefe do Ministério Público paulista foi tomada após as inúmeras notícias sobre a quebra da empresa. Ele levou em consideração, principalmente, a divulgação sobre a falta de informações aos consumidores sobre atrasos e cancelamentos de vôos.</p><p>O segundo passo, se ficarem demonstradas as irregularidades, é denunciar a BRA à justiça para pedir indenização por danos causados aos consumidores. O caso será conduzido pela Promotoria de Justiça do Consumidor da Capital.</p><p>Além dessa investigação, em São Paulo, a dor de cabeça da BRA deve aumentar ainda mais nos próximos meses. A empresa aérea vai ter de enfrentar processos de consumidores, isoladamente, na justiça. Isso porque, desde a quebra, representantes das empresas não têm sido encontrados nos Juizados dos Aeroportos do Rio de Janeiro e de Brasília para fazerem acordos com quem reclama de problemas nos vôos. Assim, os casos podem ir direto para a justiça se os consumidores resolverem processar a companhia por danos morais e materiais.</p><p>Os Juizados dos aeroportos Tom Jobim e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, receberam mais de 50 reclamações contra a BRA desde quarta-feira (7/11). Em nenhum dos casos houve acordo. No aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, o movimento também foi intensificado esta semana. Foram mais de 70 reclamações. De acordo com informações dos Tribunais de Justiça tanto do Distrito Federal quanto do Rio de Janeiro, a BRA não tem mantido um funcionário nos Juizados para poder fazer os acordos. Ou pelo menos tentar. </p><p>Em outubro, a empresa ainda conseguiu manter a linha. Das 92 reclamações que os dois aeroportos do Rio de Janeiro receberam contra a BRA, houve acordo em 62% dos casos. Agora, sem representantes nos Juizados, nada de acordo. Pior para ela.<br /><br /></p>]]></description>

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<title>Cacciola não consegue reduzir pena</title>

<pubDate>Qui, 08 Nov 2007 14:32:03 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071108_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-08  <p>O Superior Tribunal de Justiça negou redução de pena para o ex-banqueiro Salvatore Cacciola. A Quinta Turma do STJ não reconheceu a delação premiada nem a atenuante da confissão espontânea para reduzir a pena ou fixá-la no mínimo previsto em lei.</p><p>O ex-dono do Banco Marka foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão, inicialmente em regime semi-aberto, mais três mil dias-multa de cinco salários mínimos cada. Tudo porque emprestou, em 1991, 16 milhões de cruzeiros do Banco Marka para o amigo João Simões Affonso. </p><p>De acordo com o processo, o valor foi pago a Cacciola e a seus parentes. O problema é que o artigo 17 da Lei nº 7492/86, que trata dos crimes contra o sistema financeiro nacional, proíbe esse tipo de transferência.</p>]]></description>

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<title>BRA deve subir para topo de queixas</title>

<pubDate>Qui, 08 Nov 2007 13:59:24 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071108_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-08  <p>O movimento no Juizado Especial do Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, foi intensificado esta semana por conta da quebra da BRA. Desde o feriado, os passageiros já estavam reclamando de cancelamentos e atrasos nos vôos. Mas esta semana aumentou o número de protestos de consumidores, de acordo com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Somente na terça-feira (8/11), mais de 70 passageiros foram atendidos no Juizado.</p><p>A quebra da BRA deve fazer a empresa passar para o primeiro lugar no ranking de reclamações dos Juizados em aeroportos. Em outubro, a empresa aérea ficou em terceiro lugar na lista nada agradável no Juizado do aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro, mas o cenário deve piorar quando forem computados os dados deste mês. A TAM e a Gol foram as empresas recordistas com 27% das reclamações cada, em outubro. A BRA ficou com 23%. </p><p>Os motivos das reclamações foram atraso e cancelamento de vôos. Os dois aeroportos do Rio de Janeiro atenderam queixas de mais de 500 passageiros apenas em um mês. Somente no aeroporto Tom Jobim foram 382 atendimentos, segundo dados do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.</p><p>O serviço dos Juizados foi criado após o caos aéreo que se instalou no país. A idéia é tentar resolver rapidamente os transtornos causados nos aeroportos com mais volume de vôos como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Os casos que não têm acordo vão parar na justiça.</p>]]></description>

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<title>Bebida proibida perto de estádio</title>

<pubDate>Qua, 07 Nov 2007 12:10:22 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071107_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-07  <p>A venda e o consumo de bebidas alcoólicas, em um raio de 500 metros de distância de entradas de estádios e ginásios, podem ser proibidos. É o que prevê um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados. A Comissão de Turismo e Desporto analisará a proposta do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP).</p><p>A punição financeira prevista para quem desrespeitar a regra é de 1,5 mil reais e poderá ser dobrada, se houver reincidência. O fornecedor, além de receber multa, terá as bebidas apreendidas, de acordo com a proposta. A justificativa do projeto de lei é a de que o consumo excessivo de álcool é um dos motivos da violência em estádios.</p><p>O substitutivo da proposta, no entanto, é mais light. A multa prevista é de um salário mínimo, que pode ser o dobro em caso de reincidência. E mais: ficam proibidos a venda e o consumo somente nos estádios e ginásios e não em um raio de 500 metros como prevê o projeto original. Agora, depende dos deputados aprovarem uma proposta rigorosa ou amena.</p>]]></description>

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<title>Cacciola tem julgamento adiado</title>

<pubDate>Ter, 06 Nov 2007 17:06:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071106_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-06  <p>O julgamento do recurso do ex-dono do Banco Marka, Salvatore Cacciola, foi adiado na tarde desta terça-feira (6/11) pelo Superior Tribunal de Justiça. A relatora do caso, desembargadora convocada Jane Silva, tomou a decisão após a sustentação oral da defesa de Cacciola. Ainda não há data definida para outro julgamento.</p><p>Ele pediu a anulação de sua condenação. A justiça fixou a pena em quatro anos e seis meses de prisão. O ex-banqueiro foi condenado por emprestar, em 1991, 16 milhões de cruzeiros do Banco Marka para João Simões Affonso. De acordo com o processo, o valor foi pago a Cacciola e a seus parentes. A Lei nº 7492/86, que trata dos crimes contra o sistema financeiro nacional, proibe esse tipo de transferência. </p><p />]]></description>

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<title>Cacciola é julgado nesta quinta</title>

<pubDate>Ter, 06 Nov 2007 10:18:01 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071106_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-06  <p>O futuro do ex-dono do Banco Marka, Salvatore Cacciola, está nas mãos da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça. Os ministros analisam, nesta quinta-feira, a partir das 14h, o recurso em que Cacciola pede a anulação de sua condenação. A justiça fixou a pena em quatro anos e seis meses de prisão, inicialmente em regime semi-aberto, mais três mil dias-multa de cinco salários mínimos cada.</p><p>Ele foi condenado por emprestar, em 1991, 16 milhões de cruzeiros do Banco Marka para João Simões Affonso. De acordo com o processo, o valor foi pago a Cacciola e a seus parentes. O problema é que o artigo 17 da Lei nº 7492/86, que trata dos crimes contra o sistema financeiro nacional, proibe esse tipo de transferência. Agora, resta esperar se os ministros vão confirmar ou não a pena imposta a ele.</p>]]></description>

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<title>Vale é dispensada de pagar dívida já</title>

<pubDate>Seg, 05 Nov 2007 18:58:44 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071105_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-05  <p>Está suspensa a execução fiscal de quase 640 milhões de reais contra a Vale do Rio Doce. A decisão foi tomada pelo Superior Tribunal de Justiça e é válida até o julgamento definitivo de um processo administrativo movido pelo governo. Os milhões são referentes a créditos tributários gerados após a decisão do Supremo Tribunal Federal, que derrubou a ampliação da base de cálculo do PIS e da Cofins.</p><p>A Vale queria compensar os créditos, mas a Receita não aceitou a proposta e entrou com uma ação de execução fiscal. O governo alegou que os cofres públicos teriam prejuízo com a suspensão da execução fiscal. Não adiantou. A Vale, por enquanto, está levando a melhor na justiça.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>O iPhone e a venda casada</title>

<pubDate>Seg, 05 Nov 2007 13:47:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071105_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-05  <p>O contrato de exclusividade entre a Apple e a AT&amp;T para a habilitação do iPhone é venda casada? A dúvida foi levantada no post anterior pelo leitor identificado como Vítor. Eu conversei com o advogado Omar Kaminski, especialista em direito informático, na manhã desta segunda-feira (5/11), para tirar a dúvida. Ele disse que, no Brasil, esse tipo de contrato poderia sim ser considerado venda casada. O artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor proíbe expressamente a prática.</p><p>Mas, consumidores brasileiros ainda não podem ir aos tribunais por um simples motivo: não existe a venda oficial do iPhone no país. Na Califórnia, no entanto, um consumidor já levou o caso para a justiça. Alegou que o contrato fere uma lei estadual.</p><p>O iPhone foi lançado, no fim de junho, nos Estados Unidos. Ele não pode ser utilizado com outra operadora antes da assinatura com a AT&amp;T.</p>]]></description>

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<title>A culpa é do cartão de crédito?</title>

<pubDate>Qui, 01 Nov 2007 11:28:15 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071101_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-11-01  <p>Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que responsabiliza as administradoras de cartões de crédito em casos de clonagem. A proposta, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), prevê a obrigação das empresas fazerem o estorno imediato para os consumidores em casos de compras realizadas com o cartão clonado. Além disso, as empresas ficarão impedidas de restringir o crédito ou o uso do cartão após esse problema.  </p><p>A justificativa da proposta é a de que a falha no sistema de segurança é exclusiva do cartão e, por isso, ocorrem as fraudes. Para o deputado, as administradoras têm o dever de fornecer um serviço seguro aos seus clientes. O projeto de lei ainda será votado pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Restrição na venda de álcool</title>

<pubDate>Qua, 31 Out 2007 16:20:40 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071031_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-31  <p>A proposta que restringe a comercialização de álcool líquido para consumo doméstico foi aprovada, nesta quarta-feira (31/10), pela Comissão de Defesa do Consumidor, da Câmara dos Deputados. A idéia é que o álcool, com o volume de até 50ml, seja vendido apenas em farmácias e drogarias. E, na prática, somente pode ser comprado por laboratórios e consultórios.</p><p>O álcool para o consumo doméstico deve ser em forma de gel, com embalagem resistente, em quantidade máxima de 500g. A intenção é aumentar a segurança do consumidor. O projeto de lei também prevê a proibição de figuras na embalagem que chamem a atenção de crianças.</p><p>A proposta ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Compra da Vasp é adiada</title>

<pubDate>Ter, 30 Out 2007 15:11:48 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071030_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-30  <p>Os credores da Vasp não puderam analisar, nesta terça-feira (30/10), as propostas de compra feitas pela Ocean Air e Digex. Uma liminar conseguida pela Aeros, Fundo de Previdência Complementar da Vasp, impediu essa análise. A liminar foi concedida pelo desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, do Tribunal de Justiça de São Paulo. </p><p>Agora, as duas empresas poderão fazer as mesmas propostas ou outras que serão entregues na 1ª Vara de Falências e Recuperação, em São Paulo, no dia 6 de dezembro. Os credores voltarão a se reunir no dia 13 de dezembro, às 9h, na sede da empresa aérea, em São Paulo.</p><p>A Ocean Air fez duas propostas: uma de 15 milhões de reais, que prevê valores complementares relativos a aluguel mensal de hangares e aeronaves e outra de 25 milhões de reais. A Digex propôs desembolsar imediatamente de 4 milhões de reais pelo estoque de peças e, durante cinco anos, pagar parceladamente 32 milhões de reais. A Digex fez a oferta somente pela estrutura de manutenção da Vasp em sete aeroportos.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Um Cade menos burocrático</title>

<pubDate>Seg, 29 Out 2007 14:44:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071029_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-29  <p>A unificação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e da Secretaria de Direito Econômico (SDE) será discutida, na tarde de quarta-feira (31/10), na Câmara dos Deputados. Está na pauta a votação do parecer do relator, deputado Ciro Gomes (PSB-CE), sobre o tema.</p><p>Ciro Gomes defende a unificação do Cade e SDE para reduzir a burocracia na análise de fusões e aquisições. A principal função do órgão, se o parecer for aprovado, será o julgamento de formação de cartéis e fusões de empresas. A atuação deverá ser em conjunto com a Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda.</p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title>Estacionamentos seguros ou não?</title>

<pubDate>Sex, 26 Out 2007 12:26:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071026_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-26  <p>Os estacionamentos de shoppings e de supermercados de São Paulo terão de avisar os clientes se têm ou não cobertura de seguro para os veículos. A obrigação está prevista no Decreto n° 48.862, editado no dia 24 de outubro, para regulamentar a Lei Municipal n° 14.440, de junho deste ano.</p><p>Os avisos deverão estar em placas, painéis eletrônicos, faixas ou pinturas em um lugar visível, de acordo com informações do escritório Pires de Oliveira Dias Advogados. Os estacionamentos infratores terão de pagar multa diária de mil reais até a regularização.</p><p>O prazo para atender as exigências é de 30 dias, contados a partir da data da publicação do decreto. Os estacionamentos até podem pedir mais tempo para fazerem as adequações, desde que a solicitação esteja fundamentada.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Ouvidoria em empresas</title>

<pubDate>Qui, 25 Out 2007 15:30:45 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071025_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-25  <p>Lá vem o Legislativo de novo querendo meter o bedelho na iniciativa privada. Desta vez, tramita um projeto de lei, na Câmara dos Deputados, que obriga empresa com mais de 300 funcionários a ter uma ouvidoria. O ponto positivo, no entanto, é que a proposta não prevê punição para a empresa que descumprir a regra. Assim, falta definir ainda como será regulamentada a obrigação empresarial. </p><p>O projeto de lei é do deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA). A justificativa é a de que as empresas podem melhorar a relação com os consumidores. A ouvidoria seria um passo para resolver os problemas antes de o caso ir parar na justiça.</p><p>Mas a iniciativa de ter ou não uma ouvidoria, aparente benéfica para o consumidor, deveria ser das empresas e não imposta pelo Poder Legislativo.</p>]]></description>

</item>
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<title>Doação da Cisco ao PT no alvo do MP</title>

<pubDate>Qua, 24 Out 2007 16:18:39 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071024_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-24  <p>A Cisco ganhou outra notícia nada agradável, nesta quarta-feira (24/10). O Ministério Público Federal deve apurar a suposta doação de 500 mil reais da empresa ao Partido dos Trabalhadores (PT). De acordo com gravações telefônicas, autorizadas pela justiça, a intenção da Cisco era manipular o resultado de uma licitação da Caixa Econômica Federal.</p><p>As conversas deixaram de ser divulgadas, na época da gravação, para não prejudicar as investigações da Operação Persona, que apurou as fraudes em importações. Agora, o Ministério Público Federal analisa os documentos apreendidos na operação da Polícia Federal para fazer a denúncia na justiça. Em uma segunda fase, o MPF deverá levar em conta acusações paralelas surgidas durante a Operação Persona.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Unilever vence concorrente</title>

<pubDate>Qua, 24 Out 2007 10:09:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071024_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-24  <p>Deve ser suspensa a distribuição do sabão da marca Biobrilho por causa da semelhança com a embalagem da Brilhante, que pertence a Unilever. A determinação é do Superior Tribunal de Justiça, que deu 15 dias para a Bio Brilho Química retirar os produtos que já estão no mercado. Se o prazo não for cumprido, os produtos serão apreendidos.</p><p>Para a Unilever, a empresa imitou as características de sua embalagem do mesmo produto. Com base na lei de marcas e patentes e na legislação sobre direito do autor, a Unilever pediu a retirada da embalagem concorrente do mercado.</p><p>A Bio Brilho alegou na justiça que sua marca foi registrada antes da Brilhante. Também argumentou que as características como as cores azul, vermelho e branco são comuns e podem estar em qualquer embalagem de limpeza. A Unilever rebateu. Afirmou que a intenção não é suspender o uso de produtos da Bio Brilho, mas sim impedir a reprodução de uma embalagem que pode gerar confusão na hora de o consumidor comprar o sabão por causa da semelhança. </p><p>A relatora do caso no STJ, ministra Nancy Andrighi, foi sensata. Para ela, há consumidores que não conseguem diferenciar um produto do outro, independentemente do motivo. Até há consumidores atentos que percebem as diferenças, mas não se trata de um jogo de sete erros, segundo a ministra. Assim, ela entendeu que há razão suficiente para suspender a distribuição da marca.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresas devem indenizar Microsoft</title>

<pubDate>Seg, 22 Out 2007 10:07:30 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071022_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-22  <p>A pirataria praticada por duas empresas, no Brasil, foi alvo de uma ação movida pela Microsoft, que levou a melhor na briga judicial. Agora, a gigante americana deve ser indenizada em 12 mil reais pelo uso ilegal de seus programas de computador. O caso chegou ao  Superior Tribunal de Justiça, que manteve a indenização imposta pela justiça gaúcha. A decisão é importante porque abre precedentes contra empresas que agem da mesma forma.</p><p>A pirataria foi praticada pelas empresas Ediba S/A Edificações e Incorporações Barbieri e Planab Planejamento e Assessoria Imobiliária Barbieri. A perícia detectou que foram usados 39 programas irregulares em 30 computadores das empresas. Com base na lei de direitos autorais, que considera o software como uma obra intelectual, a justiça condenou as empresas a pagarem indenização por danos materiais. Os ministros do STJ levaram em consideração os prejuízos patrimoniais da Microsoft para manter a condenação.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Punição para empresas corruptas</title>

<pubDate>Sex, 19 Out 2007 15:06:00 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071019_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-19  <p>Pode até parecer piada, mas não é. O Legislativo quer punir empresas corruptas. O projeto de lei, do deputado Henrique Fontana (PT-RS), tipifica como crime o oferecimento de vantagens indevidas por empresas a funcionários públicos em troca de benefícios.</p><p>A proposta prevê a punição de multa, que pode chegar a 50 vezes o valor da vantagem oferecida, a perda de bens, a proibição de manter negócios com o poder público por até dez anos e, pior ainda, a dissolução da empresa.</p><p>O projeto ainda será votado nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Ellus é punida por causa de anúncio</title>

<pubDate>Sex, 19 Out 2007 11:26:10 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071019_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-19  <p>A Ellus está obrigada a pagar 500 mil reais de indenização por causa de uma campanha publicitária em que a modelo e atriz Letícia Birkheuer aparece sem roupa. A indenização foi fixada pela justiça de Santa Catarina a pedido do Ministério Público, segundo informações do jornal <em>Folha de S. Paulo</em> e do site <em>Espaço Vital</em>. A marca de jeans já recorreu da sentença e a condenação pode ser revertida.</p><p>As fotos foram veiculadas na campanha de lançamento das roupas para o verão de 2007. O MP alegou que este tipo de publicidade é vedado pelo Código de Defesa do Consumidor e pelo Código Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária. A Ellus sustentou que uma coleção é composta por 50% de roupa e 50% de emoção e as fotos foram idealizadas nesse contexto. Além disso, argumentou que são mostrados apenas os contornos da modelo. Não adiantou. Para a justiça, os anúncios da marca de jeans têm forte conotação sexual. </p><p>Se a sentença prevalecer, o valor da indenização será repassado ao Fundo de Reconstituição dos Bens Lesados do Estado, para a reparação dos danos causados ao meio ambiente, ao consumidor e ao patrimônio público. Para ver as fotos, clique no link <a href="http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?idnoticia=9264">http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?idnoticia=9264</a> </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Vivo se livra de indenizar</title>

<pubDate>Qui, 18 Out 2007 16:10:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071018_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-18  <p>A justiça paulista decidiu que a Telesp Celular, atual Vivo, não precisa indenizar o marido de uma vítima de seqüestro relâmpago. O caso foi parar no Judiciário porque a Vivo não fez o rastreamento do celular da cliente seqüestrada, como o marido pediu, e ela foi encontrada morta no dia seguinte. A cliente morreu por asfixia porque ficou presa no porta-malas do carro.</p><p>O pedido de rastreamento chegou na empresa quando já tinha acabado o expediente e, por esse motivo, não foi feito. Na época, não existia um serviço 24 horas para atender os pedidos de rastreamento como acontece hoje.</p><p>O marido alegou que a mulher não teria morrido se o pedido fosse atendido no mesmo dia. A advogada da empresa, Iamara Garzone do Mesquita Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados, defendeu a hipótese de a vítima ter morrido antes do pedido ter chegado na empresa, às 20h. Motivo: o exame de corpo de delito mostra que ela provavelmente permaneceu durante um longo tempo sob alta temperatura no porta-malas.</p><p>O argumento da Vivo foi aceito no TJ paulista. O desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças entendeu que, apesar do sofrimento do marido, não há como responsabilizar a empresa.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Nova chance às empresas devedoras</title>

<pubDate>Qui, 18 Out 2007 10:25:48 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071018_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-18  <p>Circula na internet esta semana boletins informativos de escritórios de advocacia para lembrar as empresas devedoras de tributos, em São Paulo, do novo prazo de adesão ao Programa de Parcelamento Incentivado, que ficou conhecido como PPI. As empresas têm até o dia 21 de dezembro para entrarem no programa. O Município prorrogou o período recentemente.</p><p>As empresas que aderirem ao PPI terão redução nos valores das multas e isenção de juros. O parcelamento do débito pode ser feito em até  120 vezes. Mas o benefício é válido somente para dívidas feitas até 31 de dezembro de 2004.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Multa para quem enrolar a justiça</title>

<pubDate>Qua, 17 Out 2007 15:49:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071017_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-17  <p>O Legislativo quer colocar um freio em advogados que enrolam a justiça com recursos meramente protelatórios durante o tempo que dura o processo. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, segundo informações da Câmara dos Deputados, aprovou um projeto de lei que prevê o aumento de multa para quem usar os embargos de declaração, um tipo de recurso, para atrasar o andamento de um caso judicial.  </p><p>A proposta, do deputado Régis de Oliveira (PSC-SP), prevê a aplicação de multa de até 5% do valor da ação para quem fizer a gracinha de ajuizar o recurso protelatório. Em caso de reincidência, a multa será elevada para até 20%. Hoje, a legislação prevê multa de 1%. Se houver reincidência, o percentual sobre para 10%. A justiça tem aplicado as multas, mas ainda timidamente.</p><p>O dinheiro sempre sai do bolso do cliente, claro. Há casos em que ele próprio tem interesse em retardar o caso e pede para o advogado usar os artifícios que forem possíveis. Em outros, o próprio advogado sugere que isso seja feito com o argumento da ampla defesa garantida pela Constituição. Agora, a multa pela manobra jurídica pode ser maior ainda, se o projeto virar lei.</p><p>A proposta, que será analisada pelo Senado, já tem parecer favorável do relator, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG).</p>]]></description>

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<title>Imunidade tributária para CDs e DVDs</title>

<pubDate>Ter, 16 Out 2007 12:58:58 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071016_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-16  <p>O fim da cobrança de tributos sobre a produção de CDs e DVDs está em discussão no Congresso Nacional, esta semana, segundo informações da Câmara dos Deputados. Será criada, até quarta-feira (17/10), uma comissão especial para estudar a Proposta de Emenda à Constituição 98/07. A proposta trata da imunidade tributária na produção de CDs e DVDs de músicas brasileiras. Se for aprovada, a isenção pode ser uma das principais iniciativas de combate à pirataria.</p><p>Apesar de a idéia parecer boa, há quem torça o nariz para ela. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, a proposta foi aprovada em setembro, mas os deputados Paulo Teixeira (PT-SP), José Genoíno (PT-SP) e Paes Landim (PTB-PI) votaram contra. </p><p>O autor da proposta é o deputado Otavio Leite (PSDB-RJ). A estimativa, segundo ele, é que a imunidade tributária poderá reduzir em pelo menos 40% os preços de CDs e DVDs. É esperar para ver se o projeto vinga e vira lei.</p>]]></description>

</item>
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<title>Eucatex em plena recuperação</title>

<pubDate>Seg, 15 Out 2007 18:03:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071015_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-15  <p>A justiça paulista aprovou o novo plano de recuperação judicial da Eucatex, da família Maluf, na quinta-feira (11/10). Ficou combinado que a empresa vai pagar aproximadamente 200 milhões de reais para os grandes credores, entre eles bancos e a Fundação Petrobrás de Seguridade Social (Petros), com imóveis. E mais: uma parcela em dinheiro de cerca de 16 milhões de reais.</p><p>O plano de recuperação judicial, aprovado em setembro pela assembléia dos credores, foi homologado pela juíza Renata Crista Rosa da Costa, da 3ª Vara de Salto (SP). A Eucatex foi representada pelos advogados Ricardo Tosto, Paulo Guilherme Mendonça Lopes e Murilo da Silva Freire, sócios do Leite, Tosto e Barros. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Tributo em jogo</title>

<pubDate>Seg, 15 Out 2007 15:20:20 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071015_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-15  <p>A redução de 32% para 12% da base de cálculo da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) está na pauta de votação, esta semana, na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, da Câmara dos Deputados. Se o projeto virar lei, serão beneficiadas as empresas de prestação de serviços, de intermediação de negócios, de administração e de locação, entre outras.</p><p>O projeto de lei, do deputado Fernando de Fabinho (DEM-BA), deve ser analisado na quarta-feira (17/10). A proposta já tem parecer favorável do relator, deputado Guilherme Campos (DEM-SP).</p>]]></description>

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<title>Segredo sobre juros está ameaçado</title>

<pubDate>Qui, 11 Out 2007 17:25:08 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071011_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-11  <p>Os detalhes dos assuntos tratados nas votações do Conselho de Política Monetária (Copom) sobre juros podem deixar de ser sigilosos. Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei, do deputado Fernando Coruja (PPS-SC), que prevê a obrigação de o Copom tornar públicos os votos dos diretores do Banco Central. E eles terão se ser fundamentados. Hoje, é somente divulgada uma ata com a decisão sobre a variação de juros.</p><p>A justificativa do deputado é a de que a economia está em jogo e não se pode deixar em segredo as opiniões que levaram os integrantes a votarem em um sentido ou em outro.</p><p>O projeto de lei tramita em regime de prioridade e será votado, primeiro, nas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>]]></description>

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<title>Menos dor de cabeça aos bancos</title>

<pubDate>Qua, 10 Out 2007 16:22:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071010_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-10  <p>Caiu o número de processos movidos contra bancos por causa de constrangimentos na porta giratória. Foi o que me informou o advogado Johan Albino Ribeiro, assessor jurídico do Bradesco, na manhã desta quarta-feira (10/10). Eu conversei com ele sobre os comentários dos leitores do post abaixo referentes ao assunto. Johan disse que, apesar de não ter dados concretos, tem notado que essa questão deixou de ser levada aos tribunais com a freqüência de uns dois ou três anos atrás.</p><p>A porta giratória, apesar de ainda ser vista com olhos desconfiados por clientes, não é mais motivo de preocupação jurídica para os bancos, segundo ele. O advogado lembra que o mecanismo foi implantado por causa da falha na segurança pública do país. Falha esta que gerou custos para os bancos. E ainda: empecilhos. Segundo ele, a porta giratória chegou a dificultar o ambiente de negócios nos bancos porque clientes se sentiam inseguros de passar por elas. Mas, agora, além da quantia de ações judiciais ter diminuído, as pessoas aprenderam a usá-la adequadamente. Assim, os problemas diminuíram.</p><p>Na justiça, bancos já foram condenados a indenizar clientes constrangidos por não conseguirem passar pela porta giratória simplesmente por estarem usando sapatos com biqueira de metal ou até muletas. Mas, pelo o que o advogado diz, esse cenário está se tornando coisa do passado.</p>]]></description>

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<title>Bancos não são mais aqueles...</title>

<pubDate>Ter, 09 Out 2007 11:14:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071009_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-09  <p>Se há décadas gerentes conheciam cada cliente e suas contas bancárias e os erros eram menos comuns exatamente por esse motivo, agora o cenário é outro. Correntistas, em geral, se tornaram meros clientes desconhecidos. É claro que há clientes especiais, mas não fazem parte da maioria da carteira das instituições financeiras. E são justamente os clientes, digamos menos especiais, que têm se voltado contra os bancos nos últimos anos na justiça.</p><p>É cada vez mais comum um banco ser processado porque devolveu um cheque de cliente mesmo com saldo na conta. Ou ainda: ser acionado por descontos indevidos. O Banco do Brasil, por exemplo, acaba de ser condenado pelo Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais. Ele atrasou o ressarcimento de descontos feitos indevidamente no benefício previdenciário recebido por uma bancária. E ficou provado que o atraso gerou a devolução de cheques por insuficiência de fundos. Agora, a instituição financeira está obrigada a pagar 4 mil reais de indenização por danos morais para ela, mas ainda pode recorrer.</p><p>Recentemente, o Sudameris também foi condenado a indenizar uma correntista. O banco fez vários débitos na conta da cliente, sem a sua autorização. A conseqüência foi a devolução de um cheque de cerca de dois mil reais. O caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça, que fixou a indenização em 15 mil reais.</p><p>Os bancos poderiam ter um controle maior para evitar esses tipos de erros, que lhe causam prejuízos financeiros e constrangimento para seus clientes. </p>]]></description>

</item>
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<title>Oktoberfest gera guerra judicial</title>

<pubDate>Seg, 08 Out 2007 18:01:41 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071008_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-08  <p>A festa mais tradicional de Santa Catarina, a Oktoberfest, está no alvo de uma briga judicial entre o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) e a Proeb (Fundação Promotora de Exposições de Blumenau). O Tribunal de Justiça catarinense mandou a empresa promotora da festa depositar judicialmente 126 mil reais relativos aos direitos autorais da execução pública das músicas que são tocadas. Caso contrário, deverá pagar multa diária de mil reais.</p><p>O evento já começou e acontece até o dia 21 de outubro. A primeira instância havia barrado o pagamento de direitos autorais no Oktoberfest 2007. O Ecad bateu duro e conseguiu reverter o quadro na segunda instância. Mas o cenário ainda pode mudar porque cabe recurso. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Pedágio é alvo de contestação</title>

<pubDate>Seg, 08 Out 2007 16:58:39 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071008_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-08  <p>Mais uma encrenca federal à vista. O Ministério Público Federal, em Niterói (Rio de Janeiro), quer suspender o pedágio no trecho Manilha/Niterói, no km 302. Por isso, entrou com uma ação civil pública contra a União e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O Ministério Público Federal aponta irregularidades no edital de concessão da BR-101, segundo informações da Procuradoria Geral da República.</p><p>A alegação é a de que a metodologia de cálculo da tarifa, prevista no edital, transformará o usuário em agente financiador de obra. Motivo: o valor da tarifa inicial, antes das benfeitorias, será o mesmo posteriormente. Para o MPF, é injusto o usuário da rodovia pagar por algo que ainda não tem. Além disso, o órgão quer debater na justiça a falta da criação de um caminho alternativo para os usuários que dispensam o pedágio. Agora, só resta esperar uma resposta do Poder Judiciário.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Fiat é responsabilizada por acidente</title>

<pubDate>Sex, 05 Out 2007 15:03:04 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071005_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-05  <p>O Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais mandou a Fiat pagar pensão vitalícia mensal e indenização de 50 mil reais para um ex-funcionário. Ele era motorista de testes e conduzia veículos recém-fabricados em rodovias para checar possíveis defeitos. Durante o trabalho, sofreu um acidente que causou a redução da visão, traumatismo craniano e fratura na coluna. O TRT mineiro, então, presumiu que a empresa foi culpada pelo acidente por causa da atividade de risco.</p><p>A decisão é divergente da linha majoritária na justiça trabalhista. A maioria dos tribunais tem decidido, em casos semelhantes, que é preciso provar que houve culpa da empresa e não apenas presumir. A atividade em si pouco tem importado. Assim, a chance de a decisão ser revertida no Tribunal Superior do Trabalho é grande, segundo o advogado Marcel Cordeiro, professor da PUC de São Paulo.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>É proibido vender demais</title>

<pubDate>Qui, 04 Out 2007 17:32:15 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071004_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-04  <p>Vender, fornecer, entregar ou servir bebida alcoólica para quem estiver embriagado pode virar crime com pena de detenção de seis meses a dois anos. Pelo menos é o que prevê o substitutivo do Projeto de Lei 810/95 aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. A idéia da proposta é restringir a venda de bebida alcoólica. Mas é cômico imaginar como será a avaliação pretendida para não se cometer um crime. Nos bares, a venda deverá ser feita até o sexto ou sétimo chopp? E em uma festa? O dono da casa deverá controlar quantas doses de whisky ou quantas taças de vinho seu convidado vai tomar? </p><p>É difícil imaginar como esse controle será feito, caso o projeto realmente vire lei. Há, ainda, outras restrições curiosas como a proibição da venda para doentes mentais ou para pessoas judicialmente impedidas de freqüentarem locais onde há consumo de bebidas alcoólicas. Se o dono do bar conseguir, em um primeiro olhar, detectar isso...</p><p>A restrição menos esquisita é a de que embalagens deverão ter aviso sobre os efeitos nocivos do álcool à saúde de mulheres grávidas e do bebê. Neste caso, o infrator deverá pagar multa de 5% do faturamento anual. Se houver reincidência, a multa sobe para 10%. Agora, o projeto deve ser votado pelo Plenário da Câmara. É aguardar para ver se passa no Congresso Nacional.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Banco deve dividir lucros</title>

<pubDate>Qui, 04 Out 2007 14:13:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071004_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-04  <p>O Santander Banespa está obrigado a pagar verbas de participação nos lucros para funcionários aposentados, em Minas Gerais. A decisão foi tomada pelo Tribunal Regional do Trabalho mineiro e o banco ainda pode recorrer.</p><p>Regras internas do próprio banco garantiam a gratificação aos aposentados. Mas, na justiça, o Santander Banespa alegou que uma cláusula da convenção coletiva de 2006, aprovada pela categoria, mudou esse cenário e previu a participação nos lucros apenas para funcionários ativos.</p><p>A justiça trabalhista lembrou que, durante anos, o benefício sempre foi pago aos aposentados. Assim, uma cláusula prejudicial de acordo coletivo não pode prevalecer. Segundo o TRT mineiro, o combinado somente poderá atingir os trabalhadores contratados após o acordo coletivo de 2006. Para os que foram admitidos antes, a participação nos lucros continua válida. Mas, agora, a palavra final sobre o assunto deverá ser do Tribunal Superior do Trabalho.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Banco Santos fatura vitória</title>

<pubDate>Qua, 03 Out 2007 17:03:24 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071003_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-03  <p>Falhou a tentativa de alguns devedores do Banco Santos pagarem empréstimos de mais de um milhão de reais com  debêntures da Santospar Investimentos, coligada da instituição financeira. O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido dos devedores, no dia 24 de agosto, mas o acórdão foi publicado somente esta semana no Diário da Justiça. Os devedores podem recorrer da decisão favorável ao banco, que foi defendido pelos advogados Ricardo Tosto e Rodrigo Quadrante.</p><p>Na justiça, os devedores alegaram que foram vítimas de fraude do Banco Santos. O argumento foi o de que o banco condicionou a concessão de empréstimo à subscrição de debêntures de empresa sua coligada, que depois ficaram desvalorizadas. Mas, após a intervenção decretada pelo Banco Central na instituição financeira, não puderam resgatar os papéis dados como garantia do contrato.</p><p>O TJ paulista considerou que os devedores não podem alegar que desconhecem a lei. E mais: considerou que eles são <em>empresários experientes e hábeis em negócios de cifras milionárias e jamais terão êxito em fazer crer terem sido vítimas do banqueiro que apenas se revelou mais astuto, em tese, que os parceiros de outrora no mercado financeiro</em>. Sobre a desvalorização das debêntures, os desembargadores entenderam que o investimento nesse tipo de papel é de risco. E isso ficou claro no próprio regulamento do Banco Santos, de acordo com a justiça.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Anunciantes nem ligam</title>

<pubDate>Qua, 03 Out 2007 12:19:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071003_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-03  <p>Sem efeito entre empresas anunciantes, foi divulgado esta semana mais um ranking da campanha &quot;Quem financia a baixaria é contra a cidadania&quot;, da Câmara dos Deputados. O programa da TV Globo, <em>Big Brother</em>, que tem anunciantes como Fiat, Ponto Frio e Samsung, ficou em primeiro lugar no 13º ranking da baixaria na TV. Apesar de a campanha ter sido lançada em 2002, as receitas publicitárias de programas que figuram na lista ainda são polpudas.</p><p>O ranking feito pela casa legislativa analisa os programas de TV com o maior número de reclamações de telespectadores, por telefone e pela internet, sobre a exposição de pessoas ao ridículo, discriminação, vocabulário inadequado e apelo sexual. Telespectadores, vale dizer, que assistem os programas. Caso contrário, não teriam motivo algum para reclamar.</p><p>O programa <em>Pra Valer</em>, da Rede Bandeirantes, ficou em segundo lugar. A novela <em>Pé na Jaca</em>, também da TV Globo, ocupou a terceira posição. Para conhecer o ranking completo, basta acessar o site <a href="http://www.camara.gov.br/">www.camara.gov.br</a>. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Clientes que esperem na fila</title>

<pubDate>Ter, 02 Out 2007 18:33:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071002_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-02  <p>O Tribunal de Justiça de São Paulo divulgou, nesta terça-feira (2/10), uma boa notícia para os bancos. Os desembargadores mantiveram a suspensão da lei municipal que os obriga a reduzir o tempo de espera nas filas para 15 minutos em dias normais, 25 minutos às vésperas e após feriados prolongados e 30 minutos em dias de pagamento de funcionários públicos. </p><p>Em vários pontos do país, leis estaduais e municipais no mesmo sentido foram feitas. Elas têm servido de base para a justiça mandar bancos indenizarem clientes que esperam tempo demais para serem atendidos em caixas.</p><p>Na guerra travada entre a prefeitura paulistana e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os bancos estão levando a melhor por enquanto. Eles podem demorar o tempo que bem entenderem para atender seus clientes. Entretanto, a decisão do TJ paulista ainda pode ser revertida.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Justiça derruba acordo da Ambev</title>

<pubDate>Ter, 02 Out 2007 10:02:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071002_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-02  <p>A Ambev está obrigada a pagar horas extras para um ex-funcionário da área administrativa que trabalhava no Rio Grande do Sul, de acordo com informações do Tribunal Superior do Trabalho. A decisão tomada pela justiça trabalhista foi mantida no TST. Essa poderia ser apenas mais uma história de empresa que deixa de pagar horas extras. Mas o que chama atenção no caso é a cláusula do acordo coletivo feito entre a Ambev e os seus empregados. Pelo acordo, o empregado ficava dispensado da marcação de ponto. </p><p>A justiça derrubou a cláusula. O fundamento foi o de que a regra combinada entre empregador e empregado impossibilita o pagamento de horas extras. A defesa da Ambev até argumentou que deveria prevalecer o que foi combinado. Também alegou que adotou um regime de compensação de jornada de trabalho. Não adiantou.</p><p>Para o TST, a flexibilização extrapola os limites da negociação. Além disso, o ministro Horácio de Senna Pires questionou: Como se verificar o exercício regular dessa compensação sem a marcação de ponto?</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>A economia e a justiça</title>

<pubDate>Seg, 01 Out 2007 11:02:40 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20071001_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-10-01  <p>O mundo empresarial e a comunidade jurídica discutirão, na quinta-feira (4/10), os impactos jurídicos das decisões econômicas e os impactos econômicos das decisões jurídicas. Os protagonistas do seminário serão: o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Francisco Cesar Asfor Rocha; a presidente do Cade, Elizabeth Farina e o economista e ex- ministro Maílson da Nóbrega.</p><p>O ministro Asfor Rocha se destaca pelo perfil inovador para um homem do Poder Judiciário, no <em>Anuário da Justiça</em>. A publicação, da qual eu participei, mostra como decide cada ministro dos tribunais superiores, em Brasília. Asfor Rocha considera que o STJ tem o papel importante de impedir que a indústria do dano moral ganhe força no país. Em uma decisão, por exemplo, reduziu de 1,8 milhão de reais para 5 mil reais a multa devida pela Unibanco Seguros ao dono de um veículo. Também é um árduo defensor da moralidade contratual.</p><p>O perfil do ministro, no entanto, não reflete o de muitos juízes que julgam apenas com base na legislação sem levar em consideração o impacto econômico de suas decisões. Muito menos o de promotores e procuradores que denunciam empresas e conseguem paralisar obras por causa de questões meramente burocráticas.</p><p>Assunto é o que não vai faltar no evento, promovido pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, das 13h às 18h, no Hotel Tryp Paulista, em São Paulo. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Setor de bebidas brinda</title>

<pubDate>Sex, 28 Set 2007 17:19:38 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070928_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-28  <p>A indústria de bebidas alcoólicas e de refrigerantes conquistou uma vitória esta semana, pelo menos por enquanto, no Congresso Nacional. A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio rejeitou um projeto de lei que aumenta a burocracia para a concessão do registro de bebidas.</p><p>A proposta é do deputado Edson Duarte (PV-BA), que quer condicionar o registro de bebidas à certificação prévia de entidade ligada ao Ministério da Saúde, de acordo com o site da Câmara dos Deputados (<a href="http://www.camara.gov.br">www.camara.gov.br</a>). Hoje, esse registro é concedido pelo Ministério da Agricultura. A idéia do deputado é que a certificação comprove que as bebidas não oferecem riscos à saúde. A proposta altera a Lei 8.918/94, sobre a fiscalização de bebidas.</p><p>O parecer do relator, deputado Edson Ezequiel (PMDB-RJ), foi contrário ao projeto de lei. Para ele, a obrigatoriedade não beneficia consumidores e amplia a burocracia para a concessão do registro. Assim, causa ônus para as empresas.</p><p>Agora, a proposta passará pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovada em uma delas, segue para o Plenário. Na primeira etapa, a indústria das bebidas levou a melhor. Vamos aguardar os próximos capítulos.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Mero aborrecimento não é indenizável</title>

<pubDate>Sex, 28 Set 2007 14:25:58 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070928_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-28  <p>Consumidores e ex-funcionários têm ido à justiça pedir indenização por danos morais apenas porque passaram raiva em uma rede de lojas, hipermercados, no emprego ou em qualquer outro estabelecimento comercial. De nada adianta. O Poder Judiciário tem deixado cada vez mais claro que um mero aborrecimento não é indenizável.</p><p>Para os tribunais, quem entra com a ação judicial apenas merece ganhar indenização por danos morais se provar que houve sofrimento, abalo psíquico ou dor no caso em questão. O entendimento que predomina na justiça já serviu, por exemplo, para livrar a Brastemp, o Banco do Brasil, a Colombo e a Telemar, entre outras empresas processadas, de indenizar por danos morais. Os assuntos que levam as empresas ao banco dos réus vão desde a volta de um troco errado até uma simples discussão com o chefe. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Bunge tem de alterar rótulos</title>

<pubDate>Qui, 27 Set 2007 17:48:50 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070927_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-27  <p>A filial da Bunge, em Rondonópolis (MT), está obrigada a informar consumidores nos rótulos das embalagens que o farelo e o óleo de soja são fabricados a partir de grãos geneticamente modificados. A decisão foi tomada pelo juiz federal Francisco Alexandre Ribeiro a pedido do Ministério Público Federal em Mato Grosso. A empresa, que tem 30 dias para cumprir a determinação, pode recorrer.</p><p>Na justiça, a Bunge negou que os produtos contenham soja transgênica. A perícia técnica feita pela Superintendência Federal de Agricultura em Mato Grosso, no entanto, detectou organismos geneticamente modificados na soja coletada no estoque da filial da empresa. Quando essa quantia é acima de 1%, os consumidores devem ser informados na embalagem como prevê o Decreto 4.680/2003.</p><p>Este mês, a justiça paulista também determinou que a Bunge e a Cargill informem os consumidores sobre o óleo fabricado a partir de grãos geneticamente modificados. Neste caso, elas também podem recorrer.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>STF adia votação sobre tributos</title>

<pubDate>Qui, 27 Set 2007 09:45:19 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070927_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-27  <p>Os departamentos jurídicos terão de aguardar um pouco mais para saber se a tributação de empresas brasileiras, que têm coligadas ou controladas no exterior, deve ser feita antes mesmo da distribuição do lucro. O julgamento estava previsto para quarta-feira (26/9), mas o assunto não entrou em discussão por falta de tempo. Apenas três processos foram julgados.</p><p>Nesta quinta-feira (27/9), está prevista uma homenagem ao ministro aposentado do STF, Nelson Jobim, atual ministro da Defesa e o tempo da sessão será reduzido. Assim, provavelmente, o tema deverá voltar para a pauta do Supremo somente na próxima semana.</p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title>Gol é condenada por atraso em vôo</title>

<pubDate>Qua, 26 Set 2007 15:47:48 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070926_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-26  <p>A Gol foi condenada a indenizar um passageiro por causa do atraso de três horas em um vôo de Brasília para Recife. Os pontos interessantes no caso foram os argumentos usados pela empresa aérea para tentar se livrar do dever de indenizar. A Gol alegou, basicamente, que o atraso ocorreu por causa da reestruturação da malha aérea e imprevistos com a aeronave. E mais ainda: o atraso não ultrapassou a tolerância de quatro horas que é permitida pelas regras do Departamento de Aviação Civil.</p><p>Não adiantou. A justiça tem sido implacável com empresas aéreas quando o assunto é atraso em vôos ou extravio de bagagens. A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal foi clara na decisão: o atraso de três horas, sem qualquer satisfação por parte da empresa, representou um verdadeiro descaso com o consumidor.</p><p>Além disso, a Turma entendeu que o artigo 230 do Código Brasileiro de Aeronáutica não impede a concessão da indenização por dano moral quando o atraso no vôo é inferior a quatro horas. O valor foi fixado em dois mil reais. A Gol ainda pode recorrer.</p>]]></description>

</item>
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<title>STF decide tributação para empresas</title>

<pubDate>Ter, 25 Set 2007 14:57:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070925_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-25  <p>O Supremo Tribunal Federal volta a discutir, nesta quarta-feira (26/9), se a tributação de empresas brasileiras, que têm coligadas ou controladas no exterior, deve ser feita antes mesmo da distribuição do lucro. O ministro Ricardo Lewandowski vai apresentar seu voto na sessão desta semana. Se nenhum ministro pedir vista, o STF finalmente dará uma resposta para empresas nessa situação. </p><p>A ação direta de inconstitucionalidade foi proposta pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) contra o artigo 74, da Medida Provisória 2.158-35/01. A MP fixa tributação automática para a empresa brasileira sobre o lucro obtido pela coligada ou controlada no exterior, mesmo que ele ainda não tenha sido distribuído.</p><p>A expectativa dos departamentos jurídicos das empresas é grande. O que está em jogo é o momento em que a empresa brasileira deve pagar o tributo: antes ou depois de colocar as mãos no lucro. Antigamente, o tributo era cobrado no momento em que o lucro da coligada ou controlada era repassado para a empresa do Brasil. Tudo mudou depois da edição da Medida Provisória. Agora, é esperar para ver se ela será derrubada pelos ministros ou sobreviverá mesmo sob protestos do mercado.</p>]]></description>

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<title>Banco é punido por guardar segredo</title>

<pubDate>Ter, 25 Set 2007 12:02:13 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070925_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-25  <p>O Bradesco está obrigado a pagar 10 milhões de reais de indenização por danos morais causados à coletividade, segundo informação do Tribunal de Justiça de Goiás. Motivo: recusou-se a fornecer ao Ministério Público dados cadastrais de um cliente investigado por desvio de verbas públicas. O cliente é o ex-vereador de Minaçu, Lindomar Argeu de Carvalho.</p><p>A condenação foi imposta pelo juiz substituto Lázaro Alves Martins Júnior. O dinheiro deve ser revertido para o Conselho da Comunidade de Minaçu. O banco ainda pode recorrer para constestar a determinação. </p><p>O Bradesco não quis fornecer os dados pedidos pelo Ministério Público, como a revelação do suposto depósito de cheques nominais da Câmara em contas pessoais, por entender que eles estão protegidos pelo sigilo bancário. Para o banco, seria preciso uma determinação da justiça. O Ministério Público alegou que é dispensável a ordem judicial quando o caso está ligado a recursos e entidades públicas. Até mesmo os tribunais superiores entendem dessa forma. O argumento foi aceito pelo juiz, que fixou multa de 50 mil reais para cada vez que o banco se negar a fornecer dados nesses casos.</p>]]></description>

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<title>Proposta cria regra em contrato</title>

<pubDate>Seg, 24 Set 2007 14:28:58 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070924_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-24  <p>As empresas poderão ser obrigadas a usar letras de, no mínimo, tamanho 12 em contratos para facilitar a leitura por consumidores. E mais: o texto deverá ter termos claros. É o que prevê o Projeto de Lei 6426/05, do Senado. A proposta foi aprovada, na semana passada, pela Comissão de Defesa do Consumidor.</p><p>O senador Paulo Paim (PT-RS), autor do projeto, quer alterar o artigo 54 do Código de Defesa do Consumidor. O deputado Nelson Goetten (PR-SC) deu parecer pela aprovação da proposta. Para ele, a medida é necessária para reduzir a desvantagem do consumidor na relação de consumo. Agora, a proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>]]></description>

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<title>Gol deve manter comissões em vendas</title>

<pubDate>Sex, 21 Set 2007 11:45:30 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070921_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-21  <p>A Gol está obrigada a manter as comissões integrais de 10% e 9%, sobre vendas de passagens domésticas e internacionais, respectivamente, por agências de viagens do Paraná. A decisão foi tomada na justiça paranaense e só é válida no estado. A empresa aérea ainda pode recorrer.</p><p>O caso foi parar na justiça depois que a Gol informou às agências de viagem, em janeiro deste ano, sobre a redução das comissões, de 10% nas vendas de passagens domésticas para 7%, e de 9%<br />nas vendas internacionais para 6%. A ação foi ajuizada pela Associação Brasileira das Agências de Viagens do Paraná.</p><p>Os advogados Alfredo de Assis Gonçalves Neto e Augusto do Amaral Dergint, do escritório Assis Gonçalves, Kloss Neto, acionaram a Gol com base no texto do novo Código Civil. Para os advogados, a redução da comissão unilateralmente fere o que foi combinado no contrato.</p>]]></description>

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<title>Cade define prazo para empresas</title>

<pubDate>Qui, 20 Set 2007 10:55:27 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070920_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-20  <p>O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) finalmente colocou um ponto final nas dúvidas das empresas com a aprovação de uma nova súmula na noite de quarta-feira (19/9). Agora, o órgão deve ser avisado quando uma empresa vencer um edital de licitação pública após 15 dias úteis, a partir da assinatura do contrato de concessão.</p><p>De acordo com o advogado Eduardo Caminati, especialista em direito econômico, o posicionamento do Cade sobre o tema gera segurança jurídica às empresas. Ele diz que as empresas ainda tinham muitas dúvidas sobre o prazo correto para a notificação ao órgão em casos que envolvem o fechamento de contratos de concessão.</p>]]></description>

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<title>Indenização da Varig em jogo</title>

<pubDate>Qua, 19 Set 2007 11:19:47 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070919_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-19  <p>A indenização bilionária conquistada pela Varig voltará a ser discutida, no dia 26 de setembro, no Superior Tribunal de Justiça. O Ministério Público Federal quer reverter a decisão que garantiu indenização de mais de 3 bilhões de reais para a empresa. A quantia é referente ao congelamento das tarifas aéreas durante o governo Sarney.</p><p>A Varig entrou na justiça para responsabilizar o governo pelos prejuízos causados nessa época. A 1ª Turma do STJ lhe deu ganho de causa. Mas como houve recurso do Ministério Público Federal, na próxima semana os ministros da 1ª Seção podem reverter o quadro e desobrigar a União de pagar a indenização para a empresa. É esperar para ver.</p><p />]]></description>

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<title>Ex-empregado não pode ser PJ</title>

<pubDate>Ter, 18 Set 2007 18:01:53 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070918_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-18  <p>Ex-empregados não podem ser contratados como pessoas jurídicas para prestar o mesmo serviço na empresa em que trabalhavam. Caso isso aconteça, a empresa que alterou a relação de emprego corre o risco de ser condenada na justiça do trabalho. Foi o que aconteceu com uma empresa de Minas Gerais.</p><p>O Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais considerou que a empresa fraudou a legislação trabalhista quando contratou um ex-empregado como pessoa jurídica. A empresa tentou sair pela tangente. Alegou que não existe empecilho na substituição do contrato de empregado subordinado para o de autônomo. Não teve jeito.</p><p>A justiça trabalhista constatou que a contratação feita depois da saída do ex-empregado teve uma só intenção: evitar o pagamento de direitos trabalhistas. Isso porque não houve alteração das funções desempenhadas pelo ex-funcionário. Agora, a empresa está obrigada a pagar todos os direitos trabalhistas. Mas a batalha ainda não terminou. A empresa pode recorrer.</p>]]></description>

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<title>Maré baixa para o Itaú</title>

<pubDate>Ter, 18 Set 2007 14:52:16 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070918_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-18  <p>Enquanto o banco Itaú está com o mar bom para peixe quando o assunto é lucro, a maré anda baixa nesta terça-feira (18/9) se o tema é justiça. Somente nesta terça, pelo menos dois tribunais do país divulgaram decisões contra a instituição financeira.</p><p>O Tribunal de Justiça mineiro mandou o banco indenizar um funcionário público por uma falha na prestação de serviços. O banco entregou um talão de cheques do consumidor para outra pessoa. Pior: compensou vários cheques fraudados. A indenização por danos morais e materiais foi fixada em mais de cinco mil reais e o banco ainda pode recorrer.</p><p>A outra decisão contra o Itaú é do Tribunal Superior do Trabalho. O contrato de rescisão de um ex-funcionário previa que o banco continuaria a pagar o plano de saúde durante 18 meses. Mas o benefício seria suspenso se alguma batalha fosse travada nos tribunais.</p><p>A justiça trabalhista entendeu que o banco queria impedir empregados demitidos de entrarem com ação contra ele dentro do prazo legal, que é o mesmo período da prorrogação do plano de saúde após a rescisão contratual. A troca imposta pelo banco para evitar ações trabalhistas não deu certo. Os casos não afetam os lucros do Itaú obviamente, mas deixam um cheirinho de batalhas perdidas no ar.</p>]]></description>

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<title>Fatia do Leão pode ser menor</title>

<pubDate>Seg, 17 Set 2007 12:22:41 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070917_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-17  <p>A isenção de imposto de renda para empresas, com projetos ambientais sustentáveis nas regiões Norte e Nordeste, pode subir de 75% para 85%. É o que prevê o projeto de lei, do deputado Beto Faro (PT-PA), que tramita no Congresso Nacional. A idéia é incentivar empresas a investirem em projetos ambiental e socialmente sustentáveis na área das superintendências de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Nordeste (Sudene).</p><p>O deputado quer alterar a medida provisória que prevê o desconto de 75% sobre o imposto de renda nesses casos. Mas, de acordo com a proposta, o aumento de isenção somente poderá ocorrer em ações de produção que não gerem poluentes para o solo, a água e o ar. E mais: os direitos dos trabalhadores devem ser respeitados assim como a saúde.</p><p>Para o autor da proposta, é necessária a criação de um instrumento fiscal para o desenvolvimento sustentável dessas regiões. O projeto de lei deve ser analisado, inicialmente, por quatro comissões: da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>]]></description>

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<title>Aumentam processos contra bancos</title>

<pubDate>Sex, 14 Set 2007 15:09:24 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070914_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-14  <p>O número de ações judiciais contra bancos cresceu 30% desde 2005, de acordo com estimativas do escritório Maluly Jr. Advogados. A banca atua em 200 ações contra bancos que discutem o pagamento de 150 milhões de reais. Os juros cobrados são os principais alvos das brigas judiciais. Os consumidores também costumam questionar tarifas bancárias e descumprimento de cláusulas contratuais.</p><p>Segundo o advogado Roberto Godoy Júnior, nos últimos anos, os consumidores têm ganhado a maioria das ações contra bancos. Ele considera que o caminho mais eficaz para empresários com dívidas nas instituições financeiras é o da justiça. É a chance de se derrubar a cobrança de juros altos.</p><p>Esta semana, por exemplo, o Superior Tribunal de Justiça considerou abusiva a taxa de juros cobrada pela Losango e pelo HSBC. Os ministros derrubaram a taxa de 380,78% ao ano cobrada em um  financiamento de mil reais feito por uma consumidora de Porto Alegre.</p>]]></description>

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<title>Teletrabalho pode gerar vínculo</title>

<pubDate>Qui, 13 Set 2007 15:50:44 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070913_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-13  <p>Multinacionais e empresas, que adotam o trabalho à distância ou o teletrabalho como ficou conhecido, poderão ser obrigadas a manter o mesmo vínculo de emprego que têm com funcionários que ficam na sede. Esta semana, a proposta que prevê essa equiparação foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, na Câmara dos Deputados. O projeto de lei é do deputado Eduardo Valverde (PT-RO) e deve, ainda, ser analisado pelo Senado.</p><p>A justificativa da proposta é a de que a revolução tecnológica e as transformações do mundo do trabalho exigem mudanças também na ordem jurídica do país. A idéia é que não exista mais diferença na carteira de trabalho entre o serviço feito na sede da empresa e o executado à distância. </p><p>Atualmente, o artigo 6º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê que não há essa distinção, no caso de pagamento de direitos trabalhistas. Mas o dispositivo é claro: desde que estejam comprovados os requisitos para a relação de emprego como, por exemplo, subordinação e cumprimento de horário. A intenção, agora, é alterar esse artigo da CLT.</p><p>Após ler o Projeto de Lei 3.129/2004, que pode ser encontrado no site da Câmara dos Deputados (<a href="http://www.camara.gov.br/">www.camara.gov.br</a>), conclui que o deputado quer derrubar esse trecho da lei trabalhista que aponta a necessidade da relação de emprego. Pela proposta, não interessa se o funcionário tem um chefe direto à distância ou não. O vínculo de emprego existe do mesmo jeito, ao contrário do que diz a CLT. </p><p>O deputado Eduardo Valverde justifica, no projeto de lei, que hoje o tradicional comando direto entre empregador e empregado cede lugar ao comando à distância. Para ele, com a tecnologia e o teletrabalho, há casos em que o funcionário sequer sabe quem é que deu uma ordem. Mas, mesmo sem a subordinação direta, tem os mesmos direitos trabalhistas de quem atua na sede da empresa.</p>]]></description>

</item>
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<title>MercadoLivre é condenado por falha</title>

<pubDate>Qua, 12 Set 2007 13:54:15 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070912_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-12  <p>O site de vendas MercadoLivre foi condenado a indenizar um consumidor por falha na prestação de serviços. O internauta comprou um projetor pela internet, mas não recebeu o produto. Muito menos a devolução do dinheiro. Por isso, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais mandou o site pagar cerca de dois mil reais, valor da compra do projetor, mais cinco mil reais de indenização por danos morais ao consumidor.</p><p>Após cinco meses de tentativa para receber a quantia da compra que não foi entregue, o internauta teve cancelado o seu cadastro de usuário do site. O MercadoLivre alegou que o cadastro foi invadido por alguém com a senha do consumidor. Assim, o site resolveu cancelar o cadastro. Argumento: quem fez isso poderia se apropriar do dinheiro depositado pelo consumidor.</p><p>Para a justiça, a alegação é inválida. Primeiro, porque faltou prova dos dados ou fatos que embasaram tal atitude. Segundo: se o MercadoLivre quisesse realmente devolver a quantia, poderia entrar em contato diretamente com o internauta por telefone e endereço que estavam no cadastro.</p><p>Agora, o site pode recorrer da decisão do TJ mineiro. Mas dificilmente conseguirá reverter a condenação por falha na prestação de serviços. Para a justiça, se vendeu ou intermediou a negociação, tem de entregar o que ficou combinado.</p>]]></description>

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<title>Cade ficará mais ágil</title>

<pubDate>Ter, 11 Set 2007 10:47:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070911_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-11  <p>Mais de 70% das fusões e aquisições, que são as menos complexas, devem ser agilizadas no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). A análise é do advogado Eduardo Caminati, especialista em direito econômico, ao comentar o acordo de cooperação técnica entre o Cade e a SDE (Secretaria de Direito Econômico) sobre atos de concentração mais simples. O acordo feito em julho já deve gerar reflexos este semestre.</p><p>Na prática, a Procuradoria do Cade não vai mais analisar o mérito dessas operações. Agora, deve apenas verificar o cumprimento de todas as formalidades do processo. Assim, a Secretaria de Acompanhamento Econômico opina sobre o assunto e a SDE solta uma nota apenas concordando ou não com o ato de concentração. Pelo acordo, haverá um único parecer da Secretaria de Acompanhamento Econômico com análise de mérito. Antes, eram três. Cada um desses três órgãos opinava sobre a operação.</p><p>Segundo o advogado, o acordo vai permitir que a SDE concentre seus esforços na análise de atos de concentração de alta complexidade. Haverá menos burocracia no Cade nos casos mais simples. Melhor para as empresas.</p>]]></description>

</item>
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<title>Código do Consumidor no Second Life</title>

<pubDate>Seg, 10 Set 2007 14:23:20 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070910_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-10  <p>O Instituto de pesquisas online Qualibest divulgou, no início de setembro, que 80% dos usuários ativos no Second Life têm a intenção de comprar produtos e serviços no mundo virtual. O estudo analisou o hábito de compras e perfil de brasileiros que acessam o Second Life. Os produtos que mais despertam interesse nos internautas são: livros, cds, eletrônicos, roupas,  computadores e até apartamentos. Assim como no mundo real, os problemas judiciais por causa da falha na prestação de serviços podem surgir também no mundo virtual. </p><p>O advogado Renato Opice Blum, especialista em direito eletrônico, afirma que os dados da pesquisa apontam para o crescimento do comércio eletrônico. Ele ressalta que, em casos de litígios no Second Life, deve ser aplicado o Código de Defesa do Consumidor pela justiça. Segundo Opice Blum, como a compra é feita fora do estabelecimento comercial, o consumidor pode se arrepender em sete dias e devolver a mercadoria. Se a devolução não for aceita, o caso pode ir parar no banco dos réus do mundo real.</p>]]></description>

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<title>Lei de concorrência em debate</title>

<pubDate>Sex, 07 Set 2007 09:45:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070907_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-07  <p>A lei de defesa da concorrência volta a ser discutida, na próxima quarta-feira (12/9), na Câmara dos Deputados. O deputado Ciro Gomes deverá apresentar seu relatório sobre a proposta de mudanças na Lei nº 8.884/94. Se o relatório for aprovado, a proposta será votada pelo Plenário. Há duas mudanças significativas na proposta.</p><p>A primeira é a incorporação pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) do Departamento de Proteção e Defesa Econômica da SDE (Secretaria de Direito Econômico). Esse departamento deve investigar as condutas anticoncorrenciais e analisar fusões e aquisições, entre outros atos de concentração. A segunda é a análise prévia dos atos de concentração. Eles deverão ser notificados e aprovados antes da concretização do negócio.</p><p>De acordo com o advogado Guilherme Ribas, do Felsberg Advogados, a reforma na lei de defesa da concorrência aumentará a segurança jurídica. Assim, diz ele, contribuirá também para que o ambiente de negócios no Brasil seja mais atraente aos investidores. Segundo ele, o Cade passará a analisar apenas operações que possam ter repercussões negativas no mercado e focará sua atuação no combate a atos anticompetitivos.</p>]]></description>

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<title>Como será a justiça em 2030</title>

<pubDate>Ter, 04 Set 2007 15:38:01 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070904_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-04  <p>O Supremo Tribunal Federal irá julgar 500 processos por ano, a partir de 2030, em vez de cerca de 100 mil como acontece atualmente. Chegará perto da realidade da Suprema Corte Americana, que analisa aproximadamente 100 causas por ano. A previsão otimista é do advogado empresarial, Arnoldo Wald, que aceitou o desafio de esboçar o cenário para a justiça brasileira daqui a 23 anos.  </p><p>Wald se diz um animado com as perspectivas. Mas desenhou três cenários diferentes. Na ótica mais pessimista, comenta, teria que pensar no fechamento da justiça, principalmente em São Paulo onde o estado é de calamidade. Em um cenário intermediário, ou mais realista, diria que o Supremo vai julgar por ano, a partir de 2030, cerca de 10 mil causas. Os números da previsão já seriam um avanço, mas ele prefere apostar na visão otimista de 500 processos anuais.</p><p>Para o advogado, a justiça do futuro no Brasil vai funcionar melhor do que hoje, especialmente por causa dos mecanismos de agilidade adotados desde a Reforma do Judiciário. Ele arrisca prever que a mediação e a conciliação serão feitas em 30% dos casos para resolver os conflitos e a arbitragem, em 10%.</p><p>Nesse cenário, vale lembrar que daqui a 23 anos, o Supremo não estará com nenhum dos ministros atuais. O último ministro a deixar o Supremo dessa geração de hoje será Gilmar Mendes, indicado para a vaga pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A sua aposentadoria está prevista para 2025. Como tem construído pensamentos novos no STF, certamente vai deixar sua herança intelectual para os novatos. </p>]]></description>

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<title>PGR é a favor de penhora em contas</title>

<pubDate>Ter, 04 Set 2007 12:21:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070904_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-04  <p>O procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, saiu em defesa do sistema que permite a penhora online de contas de empresas para o pagamento de dívidas trabalhistas. O convênio feito entre o Banco Central e o Tribunal Superior do Trabalho é visto com bons olhos pelo procurador-geral, apesar de as empresas torcerem o nariz. Várias delas já tiveram problemas com penhoras de mais de uma conta em casos de débitos trabalhistas.</p><p>De acordo com o site da PGR, Souza é contra a ação direta de inconstitucionalidade, ajuizada pelo Partido da Frente Liberal (PFL), que questiona o sistema conhecido como Bacen Jud. Por isso, enviou um parecer para o Supremo Tribunal Federal. No documento, ele opina pela rejeição da ação.</p><p>Por um lado, o PFL alega que o sistema fere os princípios da legalidade, da intimidade e vida privada e do sigilo de dados. Mas, para o procurador, o Bacen Jud apenas facilitou a comunicação entre a justiça e o sistema financeiro.</p><p>O caso, agora, está nas mãos do ministro Joaquim Barbosa, que virou a estrela do Supremo ao conduzir o julgamento do mensalão.</p>]]></description>

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<title>Segredos da telefonia em questão</title>

<pubDate>Seg, 03 Set 2007 12:03:47 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070903_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-09-03  <p>A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) pode manter em sigilo os documentos apresentados por empresas? A pergunta deverá ser respondida pela justiça. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região mandou o caso para a primeira instância no Distrito Federal. Tudo começou depois que a BCP (Claro) procurou a justiça por causa de um processo administrativo da TIM.</p><p>A empresa pediu a suspensão do processo administrativo sobre o requerimento de anuência prévia de aquisição acionária formulado pela TIM. Isso até que pudesse ter acesso aos autos porque a Anatel negou esse pedido. A BCP alegou que tem interesse no caso porque será afetada pela mudança nas relações competitivas no mercado de telefonia. A Anatel, por outro lado, argumentou que o interesse é puramente econômico e não jurídico. Além disso, afirmou que a BCP não é parte interessada diretamente no processo. E mais: afirmou que os autos têm documentos confidenciais que não podem ser mostrados para a empresa concorrente.</p><p>Agora, o processo administrativo em questão está suspenso até que a primeira instância resolva o assunto. </p>]]></description>

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<title>Setor de bebidas se livra de tributo</title>

<pubDate>Sex, 31 Ago 2007 11:22:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070831_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-31  <p>O setor de bebidas levou a melhor, esta semana, na Câmara dos Deputados. Motivo: a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio rejeitou o projeto de lei complementar que cria uma contribuição para financiar campanhas de prevenção e tratamento do alcoolismo. Os deputados se embasaram no parecer do relator, deputado Vicentinho Alves (PR-TO), na hora de analisar a proposta do colega Eliene Lima (PP-MT). Para o relator, o projeto é inconstitucional.</p><p>A opinião do relator foi sensata. Não seguiu a linha de alguns deputados que tentam obrigar empresas a fazerem o papel do poder público cada vez que redigem um projeto. Vicentinho Alves até concordou com a idéia de combate ao álcool, mas deixou claro que não é justo forçar empresários do setor de bebidas a custearem essa iniciativa. A Constituição já estabelece as regras sobre recursos financeiros para ações públicas de saúde.</p><p>A vitória do setor é parcial. Ganhou-se o primeiro tempo do jogo, por enquanto. A proposta ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Agora, só resta aguardar o fim da votação. </p>]]></description>

</item>
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<title>Lei para frear empresas</title>

<pubDate>Qui, 30 Ago 2007 16:10:26 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070830_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-30  <p>Empresas terão de depositar 20% do valor da causa trabalhista, previamente, cada vez que ajuizarem um tipo de ação chamada de rescisória. Isso a partir do dia 25 de setembro quando entra em vigor a Lei 11.495/07, que altera o artigo 836 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p><p>A alteração, em casos de brigas trabalhistas entre ex-funcionários e empresas, é reflexo da Reforma do Judiciário. A lei foi criada para reduzir o uso indiscriminado de ações desse tipo apenas para protelar o pagamento de direitos trabalhistas. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Isenção de encargos trabalhistas</title>

<pubDate>Qua, 29 Ago 2007 10:10:58 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070829_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-29  <p>As empresas podem ganhar um motivo a mais para premiar seus funcionários ou ampliar a participação nos lucros. É que tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que prevê a isenção de encargos trabalhistas nesses casos. E mais: os prêmios não serão considerados como salário para qualquer efeito. Assim, empregadores não precisam temer que funcionários aleguem na justiça que esses prêmios integravam o salário quando forem feitos os cálculos de direitos trabalhistas.</p><p>A proposta já foi aprovada, este mês, na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Agora, será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Mas não há previsão para a conclusão da votação.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>INPI defende regra para marcas</title>

<pubDate>Ter, 28 Ago 2007 15:07:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070828_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-28  <p>O procurador-chefe do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Mauro Maia, saiu em defesa da regra que reduz o tempo de análise de registro de marca no órgão. Segundo ele, antes de 2006 havia um cenário do caos instalado no INPI. O Instituto tinha 600 mil pedidos de registro de marcas que demoravam até 12 anos para serem analisados. Para ele, a espera gerava insegurança para as empresas e comprometia os investimentos. Hoje, com a medida, restaram 300 mil pedidos. Há casos de três anos atrás em análise. A tendência, de acordo com Maia, é que o tempo caia para um ano.</p><p>Ele falou das vantagens da regra criada pelo INPI para rebater os argumentos do advogado Gustavo Leonardos, presidente da Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI). A entidade é contra a instrução do órgão e já até pediu providências na OAB do Rio de Janeiro para tentar derrubá-la. Para a ABPI, a regra abre brecha para que uma empresa registre sua marca com nome semelhante a de uma famosa. Para tanto, basta duplicar uma letra do nome fantasia, segundo o advogado.</p><p>Maia contesta o argumento. Segundo ele, a instrução diz que preferencialmente o pedido será analisado pelo radical do nome da marca. E é justamente esse ponto que a ABPI diz que pode causar confusão na hora do exame do pedido. Mas o procurador-chefe do INPI garante que os examinadores podem usar também outros critérios como busca por prefixos, por sufixos, por radicais e até pelo nome completo da marca. De acordo com Maia, os critérios técnicos não são prejudiciais para as empresas como afirma a ABPI. </p>]]></description>

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<title>Shopping não é responsável por furto</title>

<pubDate>Ter, 28 Ago 2007 11:08:42 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070828_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-28  <p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o Shopping Bourbon Ipiranga, que fica em Porto Alegre (RS), não é responsável pelo furto de uma bolsa que aconteceu na praça de alimentação. Para o relator do caso, ministro Castro Filho, quando se trata de objetos pessoais, não há um serviço específico de proteção. Assim, não há responsabilidade do shopping. A decisão é importante porque pode embasar outros processos semelhantes. </p><p>O relator deixou claro que esse caso é completamente diferente do furto que acontece no estacionamento. Ou seja, se houvesse o furto de um som ou do próprio carro no estacionamento, aí sim o shopping seria responsável. Tribunais do país, geralmente, já decidem no mesmo sentido do STJ em processos em que os shoppings afirmam não ter culpa por qualquer fato ocorrido no estacionamento. Têm sim, para a Justiça.</p><p>No julgamento ocorrido no STJ, o Shopping Bourbon Ipiranga foi acionado por uma consumidora furtada durante o almoço. Ela entrou na Justiça para pedir indenização. Para tanto, argumentou que, após o furto, o seu cartão de crédito foi usado. O shopping alegou que a bolsa não estava sob sua guarda e sim da consumidora. Ao contrário do que acontece com os carros no estacionamento, por exemplo. O argumento foi aceito.</p>]]></description>

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<title>Regra do INPI sobre marca é criticada</title>

<pubDate>Seg, 27 Ago 2007 10:22:22 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070827_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-27  <p>Quase 200 mil empresas, que tiveram seus registros de marcas concedidos pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a partir de abril de 2006, podem ter problemas na justiça. O alerta é do advogado Gustavo Leonardos, presidente da Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI), que é contra uma instrução do INPI. A regra estabelece que as marcas sejam analisadas superficialmente para acabar com a fila de espera. Mas, dessa forma, cria outro problema ainda mais grave.</p><p>Uma empresa pode registrar sua marca semelhante a de uma famosa, segundo o advogado. Para tanto, basta duplicar uma letra do nome fantasia.  A empresa pode registrar o nome Embbraer, por exemplo, e causar transtornos para a Embraer. A marca mais conhecida, neste caso, é obrigada a entrar na justiça para tentar anular a marca praticamente clonada. A ABPI já pediu para a OAB do Rio de Janeiro tomar as providências necessárias para tentar anular a regra do INPI.</p>]]></description>

</item>
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<title>CEF é acusada de descumprir leis</title>

<pubDate>Sex, 24 Ago 2007 16:01:12 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070824_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-24  <p>A Caixa Econômica Federal virou alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal, no município de Bagé, no Rio Grande do Sul. A intenção é obrigar o banco a cumprir leis municipais para que o atendimento aos clientes não passe de 45 minutos. E mais: proibir a Caixa de impor aos consumidores o agendamento de horário como única forma para um bom atendimento. A ação é movida, ainda, contra o Banco Central para que ele fiscalize o cumprimento das leis pela CEF.</p><p>O caso foi parar na justiça depois de o Ministério Público receber reclamações de consumidores. Uma cliente relatou que ficou mais de três horas na fila do banco. O MPF alega que até tentou resolver o assunto fora dos tribunais. Não conseguiu e, por isso, optou por entrar com a ação.</p><p>Há duas leis em Bagé, que tratam do tempo da espera em filas. Uma é de 2004 e prevê o tempo de até 30 minutos nos caixas de atendimento aos consumidores e 15 minutos se a pessoa for idosa, gestante, lactante, portadora de necessidades especiais ou estiver com crianças no colo. Tudo isso em dias normais. Em véspera e após feriados prolongados, o tempo máximo é de até 45 minutos para consumidores e 20 minutos, nesses outros casos. Outra lei de 2006 trata do sistema de agendamento de atendimento dos consumidores. Mas a lei é clara: os usuários devem concordar com essa forma de atendimento. Para o MPF, a Caixa descumpre as duas leis e o Banco Central tem a obrigação de fiscalizá-la.</p><p>A ação é interessante porque pode beneficiar a população em geral do município. Em vários cantos do Brasil, consumidores têm entrado na justiça, isoladamente, para reclamar do tempo da espera em filas e pedir indenização. A alegação, geralmente, é a de que o banco está descumprindo a lei municipal que prevê limite de tempo de espera. Os consumidores, até agora, têm levado a melhor nessa batalha. A tendência também é de vitória dos consumidores nessa ação civil pública do MPF.</p>]]></description>

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<title>Uma derrota para a Souza Cruz</title>

<pubDate>Qui, 23 Ago 2007 17:04:06 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070823_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-23  <p>Um dos maiores argumentos da Souza Cruz, em ações movidas por familiares de fumantes, foi por água abaixo esta semana. Neste tipo de processo, geralmente, a empresa afirma que a produção de cigarros é uma atividade lícita no Brasil. A alegação, apesar de válida, não foi o suficiente para livrá-la de indenizar a família de um fumante que morreu com câncer de pulmão. O site do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul noticiou que a companhia, que tem levado a melhor nessas brigas judiciais, desta vez saiu perdendo.</p><p>A 5ª Câmara Cível do TJ gaúcho mandou a empresa indenizar a viúva e cinco filhos, além de dois netos pela morte do marido. Viúva e filhos devem receber, cada um, 70 mil reais. Para cada um dos netos, foi fixado o valor de 35 mil reais. A Souza Cruz deve recorrer até mesmo porque tem ganhado a maioria das ações nos tribunais do país em casos como esse.</p><p>Mas, o interessante dessa história é o TJ ter entendido que o fato de a empresa ter uma atividade lícita não a libera de indenizar pelos danos causados pelo cigarro. Em algumas ações, a empresa tem alegado, também, que paga seus impostos. Na maioria delas, tem ganhado de goleada nesses processos. </p><p>O caminho para os familiares de fumantes, que morreram por causa dos malefícios do cigarro, talvez seja outro para poder virar o jogo. Há quem já tenha levantado, no mundo jurídico, a hipótese de o processo ser movido contra o governo em vez de a empresa. O argumento é simples: o governo recebe o pagamento de impostos de um produto que pode causar a morte. Então, ele também não é responsável pelas conseqüências do fumo?</p>]]></description>

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<title>Banco livre da taxa de cheque especial</title>

<pubDate>Qua, 22 Ago 2007 14:27:54 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070822_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-22  <p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o Banco Bandeirantes, comprado pelo Unibanco, não pode ser punido com a taxa do cheque especial em um processo de indenização. Explico: uma correntista entrou na justiça para pedir o ressarcimento de taxas e tarifas cobradas indevidamente em sua conta, mas queria que elas fossem corrigidas pela mesma taxa praticada pelo banco no cheque especial. E, ainda, de forma capitalizada (juros sobre juros).</p><p>O relator do caso, ministro Ari Pargendler, não aceitou o pedido. Ele disse que as taxas cobradas no cheque especial não correspondem aos lucros da instituição financeira. Para o ministro, como todo negócio empresarial, os bancos têm despesas operacionais com aluguéis, salários, equipamentos, propaganda e impostos, entre outros gastos, e mais os riscos próprios do negócio como inadimplência dos mutuários. Assim, a indenização ficou fixada em 851 reais, com juros e correção monetária, mas sem a taxa do cheque especial. </p><p>O acórdão do julgamento foi publicado no dia 16 de agosto. Segundo o advogado do banco, Arnoldo Wald, a decisão do STJ é importante porque deverá nortear outros casos semelhantes. Para o advogado, a corte deixou claro que o valor da indenização deve ser limitado ao dano efetivamente sofrido para evitar enriquecimento indevido do credor. Sorte do banco.</p>]]></description>

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<title>C&A é condenada a indenizar</title>

<pubDate>Ter, 21 Ago 2007 16:53:37 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070821_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-21  <p>A C&amp;A está obrigada a pagar indenização de mais de 100 mil reais para a Poko Pano. Motivo: violação de direitos autorais. A Sexta Vara Cível da Comarca de Barueri, em São Paulo, confirmou a liminar a favor da marca de biquínis representada pelo escritório Mello, Dabus e Rached Advogados.</p><p>O caso foi parar na justiça depois do São Paulo Fashion Week, em 2004. A Poko Pano acusou a C&amp;A de copiar estampa de sua coleção e comercializá-la nas lojas. Para a marca de biquínis, a C&amp;A violou seus direitos autorais e praticou concorrência desleal. Além disso, a Poko Pano alegou que tinha o pedido de registro de marca no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).</p><p>A C&amp;A rebateu os argumentos. A empresa afirmou que o mero pedido de registro da marca não confere a proteção da legislação. E mais: que a falta de originalidade e criatividade da estampa de boneca e listras afasta a aplicação da lei de direitos autorais. Para ela, não ficaram comprovados os prejuízos alegados pela Poko Pano. Não adiantou usar esses argumentos. A justiça deu razão para a Poko Pano. Mas essa briga ainda deve dar pano pra manga porque a C&amp;A pode recorrer.</p>]]></description>

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<title>Bancos são campeões em recorrer</title>

<pubDate>Ter, 21 Ago 2007 10:35:33 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070821_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-21  <p>A Caixa Econômica e o Banco do Brasil são os bancos que mais recorrem ao Tribunal Superior do Trabalho para contestar reivindicações feitas por seus ex-funcionários nas brigas trabalhistas. Os bancos figuram em segundo e terceiro lugar, respectivamente, no ranking divulgado pelo TST nesta terça-feira (21/8). Em primeiro lugar, aparece o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p><p>Os bancos tentam, até o último minuto do jogo, evitar o pagamento dos direitos de seus ex-funcionários. Os motivos que mais levam a Caixa Econômica, por exemplo, para o banco dos réus na justiça trabalhista são: pagamento de horas extras, abono salarial e auxílio-alimentação.</p><p>No fim do ano passado, o banco desistiu de mais de mil recursos com esses e outros assuntos e resolveu pagar os ex-empregados. De acordo com o TST, nos últimos anos, bancos como Bradesco, Itaú, ABN Amro Real e Banco do Brasil têm agido da mesma forma. Abaixo está a lista dos dez que mais recorrem ao TST para derrubar pedidos feitos por ex-funcionários judicialmente. O governo aparece no topo do ranking.</p><p>INSS: 10.046 recursos<br />Caixa Econômica Federal: 9.939 recursos<br />Banco do Brasil: 7.364 recursos<br />União: 6.329 recursos<br />Telemar Norte Leste: 5.621 recursos<br />Brasil Telecom: 5.604 recursos<br />Banco Santander: 4.870 recursos<br />Petrobrás: 4.526 recursos<br />Banespa: 4.514 recursos<br />Companhia Estadual de Energia Elétrica: 4.404 recursos</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Mordida do leão pode ser menor</title>

<pubDate>Seg, 20 Ago 2007 09:06:44 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070820_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-20  
<p>Empresas com mais de 70 empregados podem ser obrigadas a pagar creches e pré-escolas para crianças de até 5 anos de idade, mas em compensação ganharão uma dedução no pagamento do Imposto de Renda. O projeto de lei que prevê esse dever foi aprovado, na semana passada, pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, na Câmara dos Deputados. Pela proposta, empresas terão de dar a assistência direta, no próprio ambiente de trabalho, ou indireta. Neste último caso, fazem convênio com creches e pré-escolas ou pagam o auxílio-creche mensalmente. O valor é de dois terços do salário mínimo. </p><p>O projeto, que é relatado pelo deputado Roberto Santiago (PV-SP), regulamenta um dispositivo constitucional que pode beneficiar as empresas no pagamento do Imposto de Renda. O empregador vai poder deduzir até R$ 1,4 mil, anualmente, por criança beneficiada. Isso desde que tenha optado pelo regime de tributação com base no lucro real. Se os pais trabalham no mesmo local, o benefício deve ser pago a apenas um deles. Se o casal separar, ele é pago para quem ficar com a guarda.</p><p>A proposta, que ainda será apreciada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania, é mais uma que tenta obrigar as empresas a cumprirem a função social. Mas pelo menos reduz a mordida do leão.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Mercado não está em primeiro plano</title>

<pubDate>Sex, 17 Ago 2007 10:58:16 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070817_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-17  <p>A justiça não deve se importar com o mercado. Foi o que deixou claro o desembargador Artur César Beretta da Silveira, do Tribunal de Justiça de São Paulo, em um julgamento este mês. Ele disse que o Judiciário não é lugar para bons negócios. E mais: que a justiça é chamada para tratar do direito, não se importando com o mercado. Segundo o desembargador, bons negócios se fazem fora dos tribunais. E no Judiciário, o que se busca é a recomposição de um direito lesado ou  impedir que haja essa lesão.</p><p>As declarações do desembargador foram feitas durante o julgamento em que a Mosaic Fertilizantes, controlada pela Cargill, ganhou parte de uma batalha na guerra que trava com a Bunge. Na ocasião, Beretta da Silveira e outro desembargador votaram a favor da anulação da assembléia-geral ordinária, de abril do ano passado, que elegeu o conselho de administração da Fertifós e da Fosfértil. A intenção da Mosaic é retomar três assentos a que tinha direito no Conselho de Administração da Fosfértil. O julgamento, no entanto, foi adiado porque o terceiro desembargador que iria votar pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o processo.<br /> <br />O caso ainda está longe do fim, mas a posição do desembargador reflete como pensam alguns magistrados do país. Nos tribunais, há juiz que leva em consideração o reflexo econômico e social para tomar uma decisão. Primeiro, entende e interpreta a realidade para depois resolver o assunto com base na lei. Mas há juiz que se baseia estritamente no que diz a legislação, como se ela fosse rígida, sem se importar quais serão as conseqüências da sua decisão. Quem age dessa forma só deixa evidente o que o desembargador não fez questão de esconder: o Judiciário não é lugar para bons negócios.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Naya e empresas perdem briga no STJ</title>

<pubDate>Qui, 16 Ago 2007 10:30:54 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070816_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-16  
O empresário Sérgio Naya e as empresas Sersan e Matersan bem que tentaram contestar o pagamento de indenização para 188 famílias do Edifício Palace 2. Mas levaram a pior. O Superior Tribunal de Justiça considerou que o recurso do empresário e das empresas foi apresentado fora do prazo legal. Agora, fica mantida a decisão da justiça do Rio de Janeiro para que o processo seja enviado ao contador judicial. Ele fará o cálculo da quantia devida aos moradores do prédio, que desabou em 1998. <br /><br />As vítimas da tragédia assinaram acordo com Sérgio Naya e com as empresas em 2002. O compromisso firmado era pelo pagamento integral dos valores fixados pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O acordo previa o prazo de 90 dias para o pagamento, a partir da data da homologação. Caso contrário, incidiriam juros, multa e correção monetária. Além disso, os credores poderiam executar os créditos judicialmente. <br /><br />Tanto o empresário quanto as empresas questionaram o fato de o prazo ser contado a partir do acordo, mesmo para as vítimas que resolvessem aderir ao combinado posteriormente. Não adiantou. Os moradores venceram mais essa batalha na novela que se tornou o caso do Palace 2.
]]></description>

</item>
<item>
<title>Caem regras para operadoras no Rio</title>

<pubDate>Qua, 15 Ago 2007 14:15:46 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070815_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-15  <p>A lei do município de Niterói (RJ), que criou regras para a instalação de antenas e equipamentos transmissores de telefonia celular, foi derrubada. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro considerou que a norma é inconstitucional. O caso foi levado à justiça pela Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp) e pela Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel).</p><p>Aprovada em 2004, a lei foi criada com os argumentos de proteção do meio ambiente, controle da poluição e do uso do solo. As empresas afirmaram que a lei inviabiliza a prestação de serviços de telefonia celular. E mais: segundo elas, as antenas emitem radiações em parâmetros abaixo dos estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).</p><p>Para a desembargadora Valéria Maron, relatora do caso, a legislação fixou regras sobre as telecomunicações e, assim, fere a Constituição porque esse tema é de competência da União e não do município.</p>]]></description>

</item>
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<title>Não vale forçar acordo</title>

<pubDate>Ter, 14 Ago 2007 12:13:04 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070814_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-14  <p>Empresas não podem pressionar nem coagir funcionários para fazerem acordos na fase de pagamento de ações trabalhistas. Caso resolvam adotar esse caminho, tudo o que foi combinado pode ser anulado na justiça. Foi o que aconteceu em Minas Gerais.</p><p>O Tribunal Regional do Trabalho mineiro decidiu rescindir dois acordos de ex-empregados da Rima Industrial a pedido do Ministério Público do Trabalho. Motivo: eles foram coagidos a aceitar os acordos intermediados por pessoas e advogados que tinham ligação com a empresa.</p><p>Para a justiça trabalhista, não houve negociação entre empresa e empregados e sim uma renúncia dos direitos trabalhistas. Segundo a juíza Denise Alves Horta, ficou claro que a empresa se valeu de sua condição de maior empregadora na região. Assim, aproveitava para pressionar os ex-empregados e oferecia como moeda de troca os postos de trabalho que seriam ocupados até mesmo por seus familiares. Ela entendeu que essa atitude barra o livre acesso à justiça.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Google cada vez mais pressionado</title>

<pubDate>Seg, 13 Ago 2007 12:06:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070813_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-13  <p>O Google tem sido encurralado na justiça por causa de suas comunidades ofensivas no Orkut, site de relacionamentos na internet. Mas tem colaborado para evitar que elas se mantenham no ar após ser avisado. Na semana passada, a juíza Serly Marcondes Alves, de Cuiabá, mandou a empresa desabilitar uma comunidade que ofendia uma jovem. Esta é mais uma decisão que pressiona o Google a tomar uma atitude por causa do anonimato permitido no Orkut.</p><p>Antes de acionar a empresa, a jovem ainda tentou diversas vezes descobrir o autor da comunidade. Sem sucesso. Por isso, resolveu entrar com pedido de liminar para retirá-la do ar.</p><p>Apesar de a internet ter virado uma bagunça, em que todo mundo coloca o que quiser no ar, a empresa tem acatado os pedidos judiciais em casos como esse. No primeiro semestre, o Google até firmou um acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro para reduzir a burocracia de retirada de comunidades do Orkut com apologia a atividades ilegais.</p><p>Não há dúvidas de que existe boa vontade da empresa, que passou a ser alvo de ações na justiça. Entretanto, o ideal é que se tivesse um mecanismo para evitar a criação de comunidades com autores anônimos. O controle é difícil, claro. A boa vontade da empresa é um primeiro passo importante, mas ainda falta o segundo...</p>]]></description>

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<title>Tiro pela culatra</title>

<pubDate>Sex, 10 Ago 2007 10:48:58 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070810_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-10  <p>Empresas têm direito de receber indenização por danos morais quando são criticadas por consumidores em fóruns de discussões na internet? A resposta é não para o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que analisou o processo da Digital Web Comércio movido contra um cliente.</p><p>Tudo começou porque o consumidor pediu para a atendente que enviasse dados específicos sobre um dos produtos da empresa por e-mail. Por considerar que a resposta demonstrou falta de conhecimento técnico da funcionária, ele resolveu publicá-la no fórum de discussão do site <em>Guia do hardware.net</em> com o título: <em>Nunca compre na GoldLine, diálogo maluco com atendente louca!</em>. A empresa, naturalmente, não gostou e foi à justiça. Perdeu a batalha em primeira e segunda instâncias, mas ainda pode recorrer.</p><p>Para o advogado Omar Kaminski, especialista em direito informático, a decisão consagra o direito da liberdade de expressão na internet. Ele representou o site <em>Guia do hardware.net</em> no processo. O site, também processado pela empresa, se livrou da condenação. A justiça entendeu que ele não deveria responder por crítica feita pelo consumidor.</p><p>O advogado diz que as empresas devem tomar cada vez mais cuidado com os produtos e serviços prestados para evitar as reclamações de consumidores. Kaminski lembra que, há alguns anos, empresas conseguiam tirar do ar sites que tinham como slogan <em>eu odeio a empresa tal</em>. Mas agora, segundo o advogado, o poder de mobilização virtual dos clientes está aumentando.</p><p>Kaminski diz que o tiro pode sair pela culatra para empresas que processam consumidores insatisfeitos com os serviços. Além das chances de derrota na justiça, elas passam a não serem vistas com bons olhos pelos clientes.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Telefonia na mira da CPI</title>

<pubDate>Qui, 09 Ago 2007 12:39:13 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070809_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-09  <p>As empresas de telefonia de São Paulo estão no alvo do líder do PMDB na Assembléia Legislativa, deputado Baleia Rossi. Ele vai presidir a CPI das Telefônicas, como já está conhecida a comissão que vai apurar casos de irregularidades cometidos por empresas que exploram os serviços de telefonia em São Paulo. A CPI começará o trabalho ainda este mês.</p><p>A justificativa para a criação da CPI das Telefônicas é o crescente número de reclamações contra as empresas do setor no Procon. E mais: as supostas perdas tributárias do Estado. Há suspeitas de que elas não estão recolhendo ICMS, segundo o site da Assembléia Legislativa de São Paulo.<br /> <br />No ano passado, empresas de telefonia lideraram o ranking de reclamações do Procon paulista. Mas o problema na prestação de serviços de telefonia não ocorre apenas em São Paulo. Para se ter uma idéia, o Procon de Alagoas registra geralmente 1.500 reclamações por mês. Metade delas é referente aos serviços de telefonia celular. E o gargalo não é apenas a falha na prestação de serviço das operadoras. O funcionamento do aparelho, que envolve tanto o fabricante como a assistência técnica autorizada, também é motivo de dor de cabeça para os consumidores.</p><p>A CPI pode apontar caminhos, mas não vai resolver o problema da prestação de serviços inadequada. Diante de tantas reclamações, no Procon e na justiça, as empresas é que deveriam estar interessadas de sair desse ranking negativo e não o Legislativo. Até quando elas pretendem ter essa imagem?</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Aéreas apóiam acordos em aeroportos</title>

<pubDate>Qua, 08 Ago 2007 14:31:53 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070808_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-08  <p>Representantes da TAM e da Gol estiveram reunidos, nesta quarta-feira (8/8), com a presidente do Supremo Tribunal Federal, Ellen Gracie, que também comanda o Conselho Nacional de Justiça. O assunto da reunião foi a criação dos núcleos de conciliação nos principais aeroportos do país para resolver os casos de indenização para passageiros que tiveram problemas de overbooking, de atrasos e de cancelamentos de vôos.</p><p>Os três tipos de assuntos são tratados com freqüência na justiça, principalmente depois do caos aéreo que passou a fazer parte do cotidiano dos passageiros. Com os núcleos de conciliação, que devem ser criados nos aeroportos de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Brasília, o caminho do acordo deve frear um pouco esses tipos de processos no Poder Judiciário. A estimativa da ministra é que eles comecem a funcionar em um mês.</p><p>As empresas apóiam a idéia para tentar resolver os transtornos de passageiros. Eles foram agravados principalmente depois dos acidentes que envolveram as duas companhias e deixaram evidentes os problemas aéreos do país. Essa é apenas uma agulha no palheiro do caos. Mas já é uma agulha... </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Proteção contra maus pagadores</title>

<pubDate>Ter, 07 Ago 2007 18:24:45 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070807_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-07  <p>As empresas devem ganhar um resguardo contra os maus pagadores, caso vire lei um projeto que tramita na Câmara dos Deputados. Aprovada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, a proposta do deputado Bernardo Ariston (PMDB-RJ) prevê a inclusão dos bons pagadores em listas de serviços de proteção ao crédito. A idéia é que eles disponibilizem dois cadastros: um positivo dos adimplentes e um negativo dos inadimplentes.</p><p>Mas o cadastro não poderá fornecer informações sobre a origem social, etnia, estado de saúde, orientação sexual, convicções políticas e religiosas do consumidor. O que, naturalmente, era de se esperar.</p><p>Atualmente, muito se tem discutido na justiça sobre a lista dos maus pagadores. A maioria dos processos acontece porque as empresas incluem os nomes dos consumidores nessas listas indevidamente. Ou esquecem de retirá-los após o pagamento das dívidas. Nesses casos, as empresas são condenadas a pagar indenização por danos morais.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Prazo de pré-pagos na mira</title>

<pubDate>Seg, 06 Ago 2007 17:11:40 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070806_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-06  <p>As empresas de telefonia podem ser impedidas de fixar um prazo de validade para os cartões de celulares pré-pagos. Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei do deputado Lincoln Portela (PR-MG) para que as operadoras não imponham o tempo de validade. O deputado também quer que os celulares apenas sejam bloqueados para o recebimento de chamadas um ano depois do fim do último crédito.</p><p>A justificativa da proposta é que as empresas ferem o Código de Defesa do Consumidor quando fixam um prazo de validade para os créditos pagos antecipadamente. O deputado alega que o serviço de celular pré-pago é o mais usado no Brasil e, por isso, precisa de proteção da legislação.</p><p>Para virar lei, a proposta ainda terá de passar pelas comissões de Defesa do Consumidor, de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p><p>A justiça brasileira já decidiu, em alguns casos de consumidores que chegaram aos tribunais, que as empresas não podem impor um prazo para a validade dos créditos. Mas se for mesmo aprovada, a lei pode ser questionada pelas empresas.</p>]]></description>

</item>
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<title>Vale o que está no contrato</title>

<pubDate>Seg, 06 Ago 2007 10:30:13 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070806_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-06  <p>O Superior Tribunal de Justiça tomou uma decisão animadora para as empresas de planos de saúde. Os ministros dispensaram a Blue Life de pagar transplante para um dos seus associados como prevê o contrato. Para eles, a cláusula que exclui os transplantes de órgãos da cobertura não é abusiva.</p><p>O caso foi parar na justiça porque um grupo de associados da Blue Life queria derrubar a cláusula contratual. Para tanto, o grupo alegou que o contrato fere o Código de Defesa do Consumidor. Não adiantou. A Blue Life saiu vitoriosa da batalha.</p><p>Muitos consumidores têm argumentado na justiça que as cláusulas dos contratos das empresas de planos de saúde são abusivas. Muitas vezes, conseguem derrubá-las. Por isso, a decisão do STJ é importante para empresas de planos de saúde. Ela pode ser usada para embasar casos semelhantes de brigas com consumidores. </p>]]></description>

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<title>Saída para evitar ações contra aéreas</title>

<pubDate>Sex, 03 Ago 2007 13:20:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070803_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-03  <p>Uma saída emergencial pode ajudar a reduzir o número de processos na justiça contra empresas aéreas após a crise desencadeada no país, principalmente depois do acidente da TAM, que matou 199 pessoas. O site do Conselho Nacional de Justiça divulgou que, na próxima quarta-feira (8/8), às 11h, representantes do próprio CNJ, da Infraero, das companhias aéreas e os presidentes dos Tribunais de Justiça de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Distrito Federal irão se reunir para discutir a implantação de juizados especiais emergenciais nos aeroportos.</p><p>A intenção é tentar resolver rapidamente os problemas dos passageiros com atrasos e cancelamentos de vôos. Se houver o acordo entre empresas e passageiros, o caso não vai parar na justiça.</p><p>A proposta foi apresentada pelo presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto. A idéia é sensata. Se tivesse sido implantada logo após o acidente da Gol e do jato Legacy, em 2006, talvez o número de processos não tivesse crescido no Rio de Janeiro no último ano. Isso porque após o acidente da Gol, que matou 150 pessoas em Mato Grosso, a crise aérea no país ficou evidente. E, este ano, ganhou força com o acidente da TAM.</p><p>O TJ do Rio de Janeiro divulgou, semana passada, que aumentou o número de ações de indenização por danos morais movidas por consumidores contra as aéreas. Um dos maiores motivos foi justamente os atrasos nos vôos. Agora, é esperar para ver se a idéia dos juizados nos aeroportos vai mesmo sair do papel...</p>]]></description>

</item>
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<title>Empresas na campanha de vacinação</title>

<pubDate>Qui, 02 Ago 2007 13:06:31 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070802_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-02  <p>Era só o que faltava. O deputado Geraldo Resende (PPS-MS) quer obrigar as empresas de telefonia móvel a enviarem mensagens para seus assinantes sobre campanhas de vacinação do governo. Tudo isso sem nenhum custo para o poder público. Ele apresentou um projeto de lei sobre o assunto, na Câmara dos Deputados, recentemente.</p><p>A proposta ainda na fase de tramitação prevê que as empresas enviem aos seus assinantes, pelo menos, cinco mensagens de texto nos dez dias anteriores aos das campanhas. O deputado justifica, no projeto de lei, que as campanhas do governo já são reconhecidas até mesmo internacionalmente, mas que a divulgação é indispensável para aumentar o sucesso do resultado. Entretanto, afirma ele, há um elevado custo.</p><p>Como a telefonia móvel já ultrapassou os 100 milhões de aparelhos no Brasil, o parlamentar entende que as empresas podem desempenhar um papel importante nas comunicações de utilidade pública do governo. Para ele, essa é uma forma simples e muito eficaz de informar a população.</p><p>Na proposta, o deputado afirma ainda que o sistema proposto é pouco oneroso para as empresas prestadoras do serviço e deve ser encarado como uma retribuição à sociedade. E mais: ele lembra que as concessões, permissões ou autorizações para explorar serviços de telefonia móvel são delegadas pelo Estado, Assim, entende o parlamentar, é plausível que as empresas prestadoras desse serviço colaborem minimamente com as campanhas.</p><p>Ele tenta atribuir uma responsabilidade social para as empresas, mas essa questão somente caberia a elas decidir. Não deveria ser imposta por lei. Cada vez mais, o que se nota no Brasil é que deputados e até o governo tentam obrigar empresas a assumirem o papel do Estado. Mas será que as empresas devem se render a essas imposições? </p>]]></description>

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<title>Pendência se resolve na justiça</title>

<pubDate>Qua, 01 Ago 2007 11:18:15 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070801_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-08-01  <p>O leitor Kennedy de Medeiros Dantas levanta uma questão interessante no post sobre o Banco do Brasil. Ele diz que decisões que impedem bancos de descontarem dívidas dos salários de correntistas justificam em parte as altas taxas de juros. Isso, segundo ele, porque os maus pagadores não podem ser cobrados de forma simples e todos pagam por eles. E mais: dá a entender que o seu banco não age dessa forma porque ele cumpre as obrigações contratuais. Ótimo, mas atenção Kennedy: você pode estar cumprindo cláusulas abusivas.</p><p>Primeiro, vale deixar claro que os bancos que querem cobrar dívidas de clientes devem entrar na justiça. Pode não ser simples, mas o caminho juridicamente correto é esse. As instituições financeiras não podem simplesmente bloquear os salários para fazer os descontos dos débitos. Os tribunais do país entendem que essa forma de cobrança não é a adequada porque o salário serve para a sobrevivência da pessoa como dito no post abaixo.</p><p>E, mesmo nos casos em que há contratos com previsão desse tipo de atitude, eles podem ser considerados abusivos quando o caso vai parar no Judiciário. Conseqüência: ele é derrubado.</p><p>Segundo: correntistas também podem bater na porta da justiça para reclamar dos juros. Faz parte do jogo e isso tem acontecido. Há alguns anos, as altas taxas de juros têm sido alvos de processos judiciais. Em muitos casos, essas taxas são consideradas extorsivas e derrubadas por juízes. Esse também não é um caminho simples para o correntista, mas é o correto juridicamente.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Banco é punido por desconto indevido</title>

<pubDate>Ter, 31 Jul 2007 10:03:06 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070731_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-31  <p>O Banco do Brasil foi condenado a pagar cinco mil reais de indenização por danos morais para uma cliente. O motivo da punição financeira foi o desconto indevido feito no salário depositado na conta da correntista para saldar dívidas pendentes com o banco. </p><p>O juiz Yale Sabo Mendes, do Juizado Especial do Planalto, em Cuiabá, tomou uma decisão que não é inovadora no país, mas que coloca o banco no seu devido lugar. Além de fixar a indenização por danos morais, ele decidiu que o Banco do Brasil deve depositar a CPMF referente aos valores debitados irregularmente.</p><p>O banco tentou evitar a condenação. Alegou que o contrato prevê esse tipo de atitude. O juiz não aceitou o argumento. Em compensação, também não concedeu o valor da indenização pedida pela correntista: 7 mil reais. Preferiu arbitrar a quantia em cinco mil reais. </p><p>Tanto a cliente quanto o banco podem recorrer, mas a sentença do juiz deve ser mantida. O que pode mudar é o valor da indenização. Tribunais de todo o país têm decidido há anos, em casos como esse, que mesmo que um cliente tenha dívidas pendentes, os bancos não podem bloquear os valores para quitá-las. E tudo isso porque o salário tem o que juridicamente é conhecido por natureza alimentar. Ou seja: serve para a sobrevivência da pessoa. Assim, não pode ser bloqueado em hipótese alguma.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>HSBC deve indenizar empresas</title>

<pubDate>Seg, 30 Jul 2007 09:29:12 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070730_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-30  <p>O HSBC está obrigado a indenizar duas empresas de viagens no Rio Grande do Sul. Motivo: descontou um cheque entregue pela Pentalfas Viagens Turismo e Acetour antes do prazo combinado. O cheque era de uma pessoa do grupo de dez clientes que contratou um cruzeiro para a Europa. A conseqüência da atitude do banco foi que todos desistiram do passeio. </p><p>O Tribunal de Justiça gaúcho fixou a indenização em 30 mil reais por danos morais e 7,6 mil reais por danos materiais. Para o Tribunal de Justiça, a conduta do HSBC foi imprudente. Os desembargadores aplicaram ao caso o Código de Defesa do Consumidor, que trata da responsabilidade do fornecedor de serviços.</p><p>Além da indenização, as empresas pediram a revisão dos contratos de empréstimos com o banco. Usaram o argumento de que os encargos combinados são excessivos. A justiça reconheceu a ilegalidade da capitalização dos juros. O HSBC ainda pode recorrer para tentar reverter a punição financeira imposta no banco dos réus.</p>]]></description>

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<title>Gol lidera ranking de ações no Rio</title>

<pubDate>Sex, 27 Jul 2007 18:06:24 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070727_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-27  <p>O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro divulgou, nesta sexta-feira (27/7), o reflexo da crise na aviação vivida pelo país no último ano. Cresceu o número de ações de indenização por danos morais movidas por consumidores contra empresas aéreas. Para se ter uma idéia, em junho de 2006, foram ajuizadas 48 ações contra a Gol, 28 contra a TAM e 17 contra a Varig. No mesmo mês deste ano, o placar foi alterado: a Gol foi acionada 117 vezes, a TAM tomou 71 processos e a Varig, 37.</p><p>Nos Juizados Especiais Cíveis, que analisam causas de até 40 salários mínimos, o placar não é melhor. A Gol lidera o ranking com 1.002 ações. Elas foram ajuizadas de junho do ano passado ao mesmo mês deste ano. A TAM aparece com 878 processos e a Varig com 364, no mesmo período. </p><p>Os principais motivos dos pedidos por indenização são: atrasos nos vôos, extravios de bagagens e overbooking.</p>]]></description>

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<title>Banco é condenado por assédio sexual</title>

<pubDate>Sex, 27 Jul 2007 12:30:02 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070727_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-27  <p>O Bradesco está obrigado a pagar 70 mil reais de indenização para uma ex-empregada. Motivo: ela sofreu assédio sexual na agência bancária de Altamira, no Pará. O Tribunal Superior do Trabalho confirmou a condenação imposta pela justiça paraense. O banco não conseguiu reverter o caso, mas vai pagar menos do que a ex-funcionária queria.</p><p>Ela alegou que foi dispensada dois dias depois de comunicar sua gravidez ao banco e teve um aborto espontâneo. Argumentou, ainda, que o chefe fazia investidas com propostas de vantagens e promoções, além de ameaças em caso de recusa. Segundo a ex-funcionária, o assédio e a demissão causaram o aborto. Ela pediu indenização de 400 mil reais, de acordo com informações do site do TST. Mas o valor final ficou em 70 mil reais.</p><p>O banco negou que a gravidez tenha sido comunicada e rebateu as acusações de assédio sexual. O Bradesco alegou que faltaram provas e que ela não registrou o caso na Polícia. A primeira instância fixou o valor da indenização em 50 mil reais. Foram levados em consideração os depoimentos das testemunhas, que confirmaram o interesse do chefe pela subordinada.</p><p>O Bradesco tentou derrubar a sentença. Para tanto, argumentou que uma simples paquera não é assédio sexual. Não adiantou. Para o  Tribunal Regional do Trabalho do Pará, a ex-empregada passou por constrangimentos no ambiente de trabalho por quase dois anos. E assim a justiça ampliou o valor da indenização para 70 mil reais. A quantia foi confirmada pelo TST. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Falta treinamento nas empresas</title>

<pubDate>Qui, 26 Jul 2007 14:22:14 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070726_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-26  <p>A Brasil Telecom e o Ponto Frio, duas empresas que dispensam apresentações, foram condenados esta semana por dois motivos que estão para lá de corriqueiros na justiça. E que já não deveriam mais ser casos levados ao Judiciário, se houvesse mais treinamento intensivo com funcionários. Sim, somente um intensivão poderia livrar as empresas desses pepinos que elas seguram na justiça por causa deles.</p><p>No primeiro caso, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso mandou a Brasil Telecom pagar 10 mil reais de indenização por danos morais a uma cliente que teve o nome mantido nas listas dos maus pagadores indevidamente. A consumidora já tinha quitado a fatura e, além de ter o nome sujo, o serviço de telefonia permaneceu interrompido.  No segundo caso, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal determinou que o Ponto Frio indenize uma cliente em 6 mil reais. Ela foi abordada por seguranças de forma grosseira na saída da loja porque houve suspeita de furto. A justiça concluiu que a consumidora passou constrangimento.</p><p>Nos dois casos, as empresas podem recorrer. O resultado mais provável é que a condenação seja mantida. Mas o que está em jogo não é apenas uma briga judicial corriqueira e sim a imagem das empresas. E não são só essas duas empresas mencionadas que foram condenadas por esses motivos, nos últimos anos. O Carrefour, por exemplo, também já foi punido por acusação indevida de furto.</p><p>Todas têm nome e imagem a zelar. E essa carga é carregada principalmente pelos funcionários desde o atendimento. A ação judicial movida por clientes é apenas o resultado da falta de um treinamento intensivo para eles. Os departamentos jurídicos poderiam orientar melhor as empresas a se prevenirem desses tipos de processos, que somente se multiplicam por causa das atitudes de funcionários despreparados.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Contratos podem ser limitados</title>

<pubDate>Qua, 25 Jul 2007 16:24:32 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070725_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-25  <p>O poder público pode ser proibido de contratar ou fazer convênios com empresas que tenham como sócios parlamentares ou ocupantes de cargos em comissão. É o que prevê um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados. A idéia é garantir transparência e moralidade às contratações de bens e serviços pela administração pública.</p><p>O projeto prevê punição para quem descumprir a proibição. Ele foi apresentado pelo deputado licenciado Izalci (DEM-DF) e ainda deve passar pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Devem crescer ações contra aéreas</title>

<pubDate>Ter, 24 Jul 2007 15:00:07 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070724_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-24  <p>Vira e mexe a justiça brasileira têm condenado empresas aéreas por atrasos em vôos, desvio de bagagens e cancelamentos de viagens. Consumidores têm derrotado, freqüentemente, as aéreas nessas disputas. E o cenário jurídico tende a piorar para as companhias com a crise que tomou conta de Congonhas desde o acidente da TAM, este mês, quando morreram mais de 190 pessoas.</p><p>Um relatório da Infraero mostrou que 43,6% dos vôos programados para segunda-feira (23/7) nos aeroportos do país, por exemplo, tiveram atrasos de mais de uma hora ou foram cancelados. Os atrasos, cancelamentos ou extravio de bagagens são motivos suficientes para passageiros pedirem indenizações na justiça por danos morais e materiais.</p><p>Por isso, a tendência é que aumente o número de processos de consumidores contra empresas aéreas com o caos de Congonhas, segundo o advogado Ricardo Cardoso, especialista em direito do consumidor do Tostes e Associados Advogados. E as chances de vitória são grandes. A justiça já entendeu, várias vezes, que as companhias são responsáveis pelos transtornos causados aos passageiros. E a consequência é o pagamento de indenização por danos morais e materiais quando comprovados.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Prevenção de doença nas empresas</title>

<pubDate>Seg, 23 Jul 2007 11:38:01 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070723_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-23  <p>O deputado Fábio Souto (DEM-BA) quer obrigar as empresas a implantarem programas de ginástica laboral para seus funcionários. A intenção é evitar que eles tenham LER (Lesão por Esforços Repetitivos), hoje conhecido como Dort (Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho). A justificativa da proposta é que o afastamento constante de empregados por doença profissional causa um custo alto para as empresas e para a Previdência Social.</p><p>Além da justificativa do deputado, é cada vez mais comum a justiça condenar empresas e bancos, por danos morais, depois que ex-funcionários têm a doença profissional. Somente em julho, por exemplo, dois bancos foram punidos por este motivo. O Tribunal Superior do Trabalho mandou a Caixa Econômica Federal pagar 240 mil reais para uma bancária aposentada por invalidez após adquirir LER. O Santander também foi condenado pelo mesmo tribunal a pagar 80 mil reais de indenização para uma ex-funcionária que teve tendinite.</p><p>Apesar de todos esses motivos, fica a dúvida se uma empresa deve ser obrigada a adotar essa medida ou se ela seria uma conseqüência natural de gestão. A proposta passará pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Ela tramita juntamente com os projetos do deputado Fernando de Fabinho (DEM-BA) e do deputado Walter Pinheiro (PT-BA), sobre o mesmo tema.</p>]]></description>

</item>
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<title>A cruzada do Idec contra Congonhas</title>

<pubDate>Sex, 20 Jul 2007 11:51:35 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070720_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-20  <p>Não é só o Ministério Público Federal que promete uma cruzada para tentar fechar o aeroporto de Congonhas, após o acidente da TAM que deixou mais de 190 pessoas mortas esta semana. O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) lança, nesta sexta-feira (20/7), um abaixo-assinado para pedir o fechamento do aeroporto por falta de segurança.</p><p>E mais: a entidade tem recebido reclamações de passageiros que não querem mais pousar ou decolar do aeroporto de Congonhas. Esses passageiros têm sido obrigados a pagar diferenças tarifárias quando pedem a mudança de aeroporto, o que fere o Código de Defesa do Consumidor. O Idec alerta que eles podem entrar na justiça e pedir o ressarcimento em dobro do valor cobrado indevidamente. Afinal, pousar ou decolar em Congonhas virou um risco. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Obrigação para empresas</title>

<pubDate>Qui, 19 Jul 2007 15:42:45 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070719_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-19  <p>As empresas podem ser obrigadas a ter de informar os consumidores, de forma clara, que eles têm o direito de desistir de uma compra feita por telefone ou pela internet em sete dias. Além disso, ter o dinheiro devolvido. Isso se virar lei um projeto apresentado pela senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO). O Código de Defesa do Consumidor prevê que: o consumidor pode desistir do contrato, no prazo de sete dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.</p><p>De acordo com a justificativa da proposta, as empresas devem informar esse direito de desistência na conclusão do negócio. E ainda: divulgar o endereço físico ou eletrônico do estabelecimento comercial para onde os consumidores devem encaminhar a notificação de que não querem mais o produto comprado.</p><p>A senadora afirmou, na justificativa do projeto, que faltam campanhas de esclarecimento por parte do poder público sobre o assunto. E por outro lado, segundo ela, as empresas não têm interesse em revelar esse direito ou facilitar sua divulgação por razões óbvias.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>TAM pode acionar a Infraero</title>

<pubDate>Qua, 18 Jul 2007 11:27:26 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070718_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-18  <p>A TAM pode processar a Infraero pelo acidente aéreo que matou mais de 100 pessoas, na terça-feira (17/7), no aeroporto de Congonhas. Eu conversei, na manhã desta quarta-feira (18/7), com o advogado especialista em direito aeronáutico, Sérgio Alonso, que já atuou em vários acidentes aéreos, inclusive no da TAM de 1996. Sempre ao lado de familiares das vítimas.</p><p>Ele me disse que a empresa aérea pode fazer acordo com os familiares dos passageiros e depois acionar a Infraero pelos prejuízos causados. Ou ainda: se for processada na justiça, deve entrar com uma ação de regresso após ser condenada a pagar indenização por danos morais. Assim, é possível recuperar os valores pagos aos parentes das vítimas.</p><p>O motivo é simples. A Infraero liberou a pista sem o <em>grooving</em>, as ranhuras que dão mais aderência e facilitam o escoamento da água. Segundo o advogado, independentemente de ter havido ou não problema operacional, a Infraero é responsável porque não interditou a pista mesmo com a chuva. Ou seja: assumiu o risco pelo que poderia acontecer.</p><p>Para os parentes das vítimas, o melhor caminho é processar a TAM ou fazer acordo, segundo ele. E a TAM tem de correr atrás dos prejuízos em uma batalha contra a Infraero.</p><p>As conseqüências judiciais são apenas reflexos do caos aéreo que vive o país desde o acidente da Gol, que se chocou com o jato Legacy em Mato Grosso e matou 154 pessoas, no ano passado. O sistema aéreo brasileiro perdeu a credibilidade. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Fatura telefônica em detalhes</title>

<pubDate>Ter, 17 Jul 2007 17:13:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070717_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-17  <p>As empresas de telefonia terão de detalhar as despesas de consumidores nas contas mensais depois que terminar de ser implementada a tarifação por minuto, que deve acontecer até o dia 31 de julho. Mas uma proposta de lei aprovada, na Comissão de Defesa do Consumidor, reforça essa necessidade. Ela prevê punição em caso de descumprimento pelas empresas.</p><p>O substitutivo do deputado Vinicius Carvalho (PTdoB-RJ) ao projeto de lei 191/07, do deputado Sandes Júnior (PP-GO), foi aprovado este mês. Ainda será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se virar mesmo lei, em caso de descumprimento da regra imposta, as empresas podem ser punidas com multas por abuso do poder econômico. </p><p>Os dados mensais deverão estar nas contas telefônicas gratuitamente. Mas desde que o consumidor solicite o detalhamento. Caso contrário, as empresas não estão obrigadas a repassar as informações. Tudo isso, a partir do próximo mês, quando o plano de minutos for totalmente implantado.</p><p>Na justiça, esse assunto começou a ser discutido há alguns anos. Consumidores pediram o detalhamento de contas em processos movidos contra empresas como Telesc e Brasil Telecom. Os tribunais já decidiram nos dois sentidos: a favor das empresas e a favor dos consumidores. Agora, com o plano de minutos e a proposta que reforça a obrigação, a novela sobre o tema pode ter um fim.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Devedoras não podem distribuir lucros</title>

<pubDate>Seg, 16 Jul 2007 19:16:35 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070716_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-16  <p>As empresas com dívidas tributárias ou previdenciárias tiveram uma derrota na Câmara dos Deputados. Foi vetado o projeto de lei que<br />autoriza a distribuição de bônus ou participação nos lucros por empresas devedoras da União ou da Previdência Social. A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio rejeitou a proposta do deputado Carlos Souza (PP-AM).</p><p>A intenção da proposta é alterar a Lei 4357/64. Pela legislação, empresas que não recolheram impostos, taxas ou contribuições, não podem fazer a distribuição das bonificações.</p><p>O projeto será analisado ainda pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. É esperar para ver se o projeto vai mesmo virar lei...</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Quebra de contrato gera indenização</title>

<pubDate>Seg, 16 Jul 2007 10:31:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070716_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-16  <p>A MAM Babyartikel GMBH, que tem sede em Viena, na Áustria, e a Bebê Saúde, sua distribuidora no Brasil, estão obrigadas a pagar 819,5 mil de reais para a BabyCare Comercial Importadora e Exportadora. A empresa vencedora da batalha judicial é antiga distribuidora dos produtos MAM no país. Motivo da condenação: quebra de contrato.</p><p>Em julho de 1998, a empresa austríaca pediu o fim do contrato. O prazo dado para a BabyCare esvaziar seus estoques foi de 60 dias. A BabyCare considerou o prazo curto diante da quantidade de produtos que tinha vendido anteriormente no mercado. O caso correu na justiça do Rio de Janeiro e foi levado ao Superior Tribunal de Justiça, que negou recurso para suspender a condenação.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Fabricantes livres de recolher latas</title>

<pubDate>Sex, 13 Jul 2007 14:05:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070713_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-13  <p>Os setores de bebidas, alimentos, cosméticos e higiene obtiveram uma vitória, esta semana, no Congresso Nacional. A Comissão de Defesa do Consumidor rejeitou o projeto de lei, que queria responsabilizar produtores, importadores, distribuidores e comerciantes de mercadorias pelo recolhimento de embalagens usadas por consumidores.</p><p>A proposta previa que eles recolhessem todas as latas de alumínio e embalagens de aço, vidro e plástico. </p><p>Apesar de rejeitada, a proposta ainda será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. É pouco provável que o projeto vire lei. Uma proposta semelhante também já foi rejeitada.</p><p>O advogado Luiz Gustavo de Oliveira Ramos, sócio do Rayes, Fagundes e Oliveira Ramos, afirmou que a proposta peca por impor às empresas uma responsabilidade que não é delas nem tem como ser assumida. Segundo ele, empresas poderiam responder por danos pela simples dispersão das embalagens, no meio ambiente, por consumidores. Para ele, tal responsabilidade é absurda.</p>]]></description>

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<title>Cresce interesse por riscos ambientais</title>

<pubDate>Qui, 12 Jul 2007 16:03:33 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070712_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-12  <p>Na onda do politicamente correto e aperto da fiscalização, é cada vez mais comum empresários contratarem escritórios de advocacia para avaliar os riscos legais na área ambiental antes de fechar um negócio principalmente quando envolve agribusiness. O procedimento, conhecido como due diligence ambiental, tem ganhado ainda mais força com o crescimento das fusões e aquisições no Brasil.</p><p>Antes era mais comum a avaliação dos riscos legais apenas nas áreas tributária e trabalhista. Mas a investigação na área ambiental tem sido mais solicitada ultimamente.</p><p>Segundo a advogada Juliana Mattei, especialista em direito ambiental e sócia do Franco, Kelly, Mattei &amp; Advogados Associados, muitas vezes os gastos com os problemas ambientais superam o valor do negócio. E se os riscos legais não forem avaliados, os empresários podem até mesmo ter dificuldades para conseguir créditos em bancos. Motivo: além do compromisso com a imagem, bancos podem ser processados por danos morais se ficar comprovado acidente ou poluição na área do projeto financiado. </p><p>A advogada diz que é comum detectar problemas relacionados à extração de mata de áreas de preservação permanente. Pela legislação ambiental, a infração pode custar multa de 50 mil reais por hectare. Ela conta que já houve avaliação de casos em que a multa poderia chegar a 100 milhões de reais por uso indevido de área de preservação permanente.</p>]]></description>

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<title>Avisar Coaf, sim. Encerrar conta, não.</title>

<pubDate>Qua, 11 Jul 2007 16:38:24 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070711_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-11  <p>O leitor Daniel, que trabalha no setor bancário, diz que o banco deve prevenir a lavagem de dinheiro e monitorar contas suspeitas. E afirma, ainda, que o banco pode ser indiciado como cúmplice do cliente nesses casos. O comentário foi feito após a publicação da condenação do ABN Amro, que encerrou a conta de uma consumidora sem a sua autorização. O argumento usado foi o de que ela movimentava muito dinheiro. A justiça mandou o banco indenizar a ex-cliente em 12 mil reais por considerar que a situação causou constrangimento e humilhação.</p><p>O banco não pode ser condenado judicialmente como cúmplice. Mas pode sofrer penas administrativas impostas pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e pelo Banco Central, se deixar de informar operações atípicas como prevê a legislação e várias resoluções.</p><p>No caso do ABN Amro, os órgãos deveriam ser informados se a conta fosse suspeita, sem a ciência da cliente. Mas é abuso encerrar a conta unilateralmente porque não há previsão legal para tanto.</p>]]></description>

</item>
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<title>IPI de cigarro está mais caro</title>

<pubDate>Qua, 11 Jul 2007 12:30:13 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070711_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-11  <p>A partir desta quarta-feira (11/7), fabricantes de cigarros pagarão mais caro o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre o produto. O aumento, previsto na Instrução Normativa nº 753, foi publicado na edição de hoje no Diário Oficial da União. Os novos valores foram reajustados, em média, em 30%. A carga tributária sobre o cigarro ficou em cerca de 65%.</p><p>Os fabricantes de cigarros deverão encaminhar à Coordenação-Geral de Fiscalização (Cofis), até 31 de julho, a relação de marcas vendidas e preços de venda no varejo em vigor em 11 de julho. E ainda: a relação de distribuidores atacadistas e gráficas responsáveis pela impressão das embalagens.<br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Banco não tem o papel do Coaf</title>

<pubDate>Ter, 10 Jul 2007 10:37:28 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070710_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-10  <p>O ABN Amro foi condenado a indenizar uma consumidora porque encerrou sua conta sem autorização prévia. A descoberta do fato somente ocorreu depois que a cliente do banco tentou fazer compras e não conseguiu a autorização dos débitos. O juiz Yale Sabo Mendes, do Juizado Especial do Planalto, em Cuiabá, fixou a indenização por danos morais em 12 mil reais. Para o juiz, o encerramento da conta causou constrangimento e humilhação à consumidora. Ele afirmou que o ABN Amro deveria intimar pessoalmente a cliente, se quisesse encerrar a conta, e não agir como se nem devesse satisfação. O banco pode recorrer.</p><p>Esse poderia ser apenas mais um processo comum dos vários movidos contra instituições bancárias, mas um detalhe chama a atenção: o argumento usado pelo banco para encerrar a conta. O ABN Amro alegou na justiça que a consumidora estava movimentando muito dinheiro. E mais: não sabia que ela havia se mudado para os Estados Unidos. E, por isso, sua conta foi cancelada.</p><p>Se um cliente movimenta muito dinheiro, isso não é problema do banco. Aliás, causa estranheza que uma conta seja encerrada por estar no azul. No máximo, isso seria problema do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), que controla as movimentações bancárias. O banco não pode encerrar uma conta simplesmente por desconfiar de um cliente. Afinal, esse não é o seu papel. </p>]]></description>

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<title>Pena por crime ambiental é revertida</title>

<pubDate>Seg, 09 Jul 2007 20:07:19 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070709_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-09  <p>Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça pode trazer de volta a esperança de empresários que foram condenados definitivamente por crimes ambientais. Os ministros do STJ revogaram a prisão do ex-secretário de turismo de Itatiaia (RJ), Dirceu Araújo Vicente. Ele ficou preso durante dez meses. O ex-secretário foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região por derrubar árvores, provocar incêndios, escavações, desmonte de pedras e construção de muro, que causaram danos à Unidade de Conservação do Parque Nacional do Itatiaia. A justiça federal fixou a pena em 4 anos e 6 meses de prisão, além de multa. </p><p>Apesar de a decisão ser definitiva, o escritório Kozlowski Advogados Associados, que representou Araújo, resolveu apostar suas fichas e entrou com um pedido de habeas corpus no STJ. O advogado Marcelo Meyer-Kozlowski usou o argumento de que o ex-secretário foi condenado duas vezes pelo mesmo crime: cortar árvores e causar prejuízos ao meio ambiente. O argumento foi aceito.</p><p>Com a reabertura do caso, ele foi julgado apenas pelo crime de prejuízos ao meio ambiente. A pena fixada, então, foi de 2 anos e 9 meses. Pela legislação, só deve ser preso por crime ambiental quem recebe pena superior a 3 anos na justiça. Assim, o ex-secretário foi solto.</p><p>A decisão do STJ é de abril, mas serve para mostrar que mesmo em casos decididos definitivamente ainda há como virar o jogo. Isso desde que se tenha argumentos jurídicos plausíveis, claro.</p>]]></description>

</item>
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<title>Embalagem de celular com advertência</title>

<pubDate>Seg, 09 Jul 2007 11:31:06 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070709_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-09  <p>Fabricantes de celular poderão ser obrigados a trilhar o mesmo caminho que atingiu o mundo dos cigarros há anos, se virar lei um projeto que tramita no Congresso Nacional. A idéia é alertar os consumidores sobre os possíveis danos à saúde causados pelo uso dos aparelhos. O projeto de lei foi aprovado, semana passada, pela Comissão de Seguridade Social e Família, na Câmara dos Deputados e é de autoria do deputado João Paulo Cunha (PT-SP).</p><p>Pela proposta, as embalagens, manuais e cartazes sobre celulares deverão conter a seguinte advertência: O uso contínuo de aparelhos de telefonia celular pode causar danos à saúde. As propagandas sobre celulares também terão de ter o aviso.</p><p>Em caso de descumprimento, os infratores sofrerão as punições previstas no Código de Defesa do Consumidor. São elas: multa, suspensão de fornecimento do produto e cassação de licença do fabricante. O caso ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovado na Comissão, deverá também passar em Plenário.</p>]]></description>

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<title>Clodovil X fabricantes de brinquedos</title>

<pubDate>Sex, 06 Jul 2007 18:24:01 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070706_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-06  <p>Uma proposta que tramita na Câmara dos Deputados pode dar o que falar tanto pelo conteúdo quanto pela autoria. Está em análise na casa de fazer leis o projeto, do deputado e ex-apresentador Clodovil Hernandes (PTC-SP), que prevê a proibição da fabricação e da comercialização de produtos em formato de cigarros para o público infantil.</p><p>A intenção é punir fabricantes de brinquedos ou alimentos que passarem por cima da medida com penas de advertência, apreensão do produto e até multa. A justificativa do deputado é a de que a opção pelo tabagismo deve ocorrer na idade adulta e não ser uma indução subliminar ainda na infância.</p><p>A proposta original é da ex-deputada Vanessa Felippe. Com o fim do mandato, o projeto foi arquivado. Mas Clodovil reapresentou a idéia aos colegas da Câmara.</p><p />]]></description>

</item>
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<title>Colgate: apreensão na Espanha</title>

<pubDate>Sex, 06 Jul 2007 12:09:00 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070706_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-06  <p>Tubos do creme dental da marca Colgate foram retirados do mercado pela Polícia espanhola, informam os sites de notícias internacionais. Os cremes dentais entraram ilegalmente no país e parte deles têm uma substância tóxica. A maioria dos tubos tem etiqueta de fabricação da África do Sul. </p><p>A empresa divulgou nota para afirmar que não interessa à Espanha e a nenhum outro país da União Européia o creme dental fabricado na África. A Colgate também garantiu que está colaborando com a Polícia e autoridades espanholas nos casos detectados de importação ilegal com sua marca.</p><p>A Colgate assegurou, ainda, que a autêntica pasta de dentes produzida no mercado espanhol é segura para a saúde. E ainda colocou o telefone 00 800 321 321 32 para consumidores tirarem suas dúvidas.</p>]]></description>

</item>
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<title>Justiça suspende penhora em contas</title>

<pubDate>Qui, 05 Jul 2007 15:19:05 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070705_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-05  <p>As empresas que parcelam suas dívidas tributárias não podem ter o dinheiro penhorado em suas contas para o pagamento de tributos, segundo o Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais. O TRT mineiro mandou suspender a ordem de bloqueio de valores depositados nas contas de duas empresas que acionaram a União. E ainda determinou a liberação da quantia bloqueada na conta mantida por uma das empresas. Tudo isso porque a justiça considerou que, se a empresa prova que quer quitar suas obrigações em prestações, a penhora é ilegal.</p><p>O dinheiro serviria para pagar tributos em uma ação de execução fiscal. As empresas optaram pelo Parcelamento Especial de Tributos Federais (Paes), programa criado pela Lei nº 10.684/03 para facilitar o pagamento de dívidas à Receita Federal, à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e ao INSS. O programa permite que a dívida tributária seja paga em até 180 vezes.</p><p>As empresas argumentaram ao TRT mineiro que a própria União pediu a suspensão da ação de execução pelo prazo de um ano. A primeira instância determinou a suspensão da ação pelo tempo pedido, mas não barrou a ordem de bloqueio de créditos em contas das empresas nem a liberação da quantia já penhorada. Por isso, o caso foi parar no TRT de Minas Gerais, que deu razão para as empresas. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Claro e Motorola devem indenizar</title>

<pubDate>Qua, 04 Jul 2007 10:35:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070704_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-04  <p>A Claro e a Motorola foram condenadas a indenizar um consumidor por danos morais e materiais por causa de um aparelho com defeito. Até houve uma tentativa de resolver o problema. A placa principal do aparelho chegou a ser trocada. Mas isso não bastou.  Por isso, o consumidor recorreu ao Juizado Especial Cível do Planalto, em Cuiabá (MT). Queria receber pouco mais de cinco mil reais por danos morais e mil reais por danos materiais.</p><p>Na justiça, a Claro jogou a responsabilidade para a Motorola. Argumentou que o dever de indenizar, no caso, é da fabricante. E também ressaltou que o celular foi comprado na promoção. Dessa forma, os danos materiais seriam menores do que foi alegado pelo consumidor. A Motorola afirmou que o caso era complexo e não deveria ser analisado por um Juizado.</p><p>O juiz Yale Sabo Mendes rejeitou os argumentos das duas empresas. Sobre a compra do celular em promoção, o juiz fez questão de lembrar que as empresas só vendem os seus produtos fidelizados. Segundo ele, os descontos alegados servem para manter os clientes, irregularmente, atrelados à companhia telefônica. Assim, para o juiz, esse argumento é inválido.</p><p>Apesar de não dar razão para as empresas, atendeu apenas parcialmente o pedido do consumidor. Fixou a indenização por danos materiais em cerca de mil reais como foi pedido. Mas considerou que a indenização por danos morais deve ser de quase quatro mil reais e não de cerca de cinco mil reais como queria o consumidor.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Br Telecom pode cobrar assinatura</title>

<pubDate>Ter, 03 Jul 2007 18:05:38 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070703_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-03  <p>O Superior Tribunal de Justiça derrubou a decisão que proibiu a cobrança de assinatura mensal pela Brasil Telecom. Anteriormente, o Tribunal de Justiça gaúcho considerou ilegal a cobrança e concedeu liminar a consumidores que não queria pagar a taxa. A empresa recorreu. O presidente do STJ, ministro Raphael de Barros Monteiro, atendeu o pedido da Brasil Telecom.   </p><p>Para o ministro, o impedimento da cobrança pode gerar o desequilíbrio econômico-financeiro por causa do contrato firmado. Ele afirmou, ainda, que o sistema de telefonia não se sustenta apenas com o pagamento das ligações telefônicas feitas por consumidores.</p><p>O capítulo da novela da tarifa mensal de assinatura ainda não acabou. A Primeira Seção do STJ deve discutir um caso semelhante no segundo semestre.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Fisco português pressiona empresas</title>

<pubDate>Ter, 03 Jul 2007 13:45:53 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070703_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-03  <p>O Fisco de Portugal determinou cerca de 300 mil penhoras de bens, no primeiro semestre deste ano, para garantir o pagamento de impostos, segundo informações do jornal <em>Diário Econômico</em>. O número está próximo do total de 2006, quando houve 387.722 casos. </p><p>O sistema de penhoras automáticas entrou em funcionamento, em outubro de 2005. Desde essa época, o Fisco já determinou quase 750 mil penhoras e arrecadou 584 milhões de euros.</p><p>Em 2006, de acordo com o relatório da Direção-Geral dos Impostos, apenas 22% das penhoras foram confirmadas. Motivo: a maior parte de empresas e contribuintes resolveu pagar a dívida tributária logo após a notificação da penhora. O número mostra que o governo português encontrou uma forma de pressionar empresas e contribuintes a pagarem suas obrigações tributárias sem ter de ficar anos brigando na justiça.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>STJ dá mais prazo para empresas</title>

<pubDate>Seg, 02 Jul 2007 13:44:44 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070702_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-07-02  <p>A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça tomou uma decisão, recentemente, que pode beneficiar empresas. Durante anos, os ministros do STJ determinaram que o prazo para pedir restituição ou compensação de tributos pagos indevidamente era de 10 anos. Isso a partir do pagamento feito ao governo. Mas, em 2005, o Código Tributário Nacional foi alterado pela Lei Complementar 118. O prazo foi, então, reduzido para cinco anos.</p><p>Muitas empresas foram ao Judiciário. Queriam mais tempo para poder pedir a restituição ou a compensação. O argumento foi o de que esse prazo de cinco anos seria aplicável mesmo aos pedidos apresentados antes da alteração do Código Tributário Nacional.</p><p>Inicialmente, o STJ resolveu que o prazo passou a ser mesmo de cinco anos e só não seria aplicável aos pedidos que tivessem sido apresentados antes da mudança na lei. Agora, os ministros decidiram que o prazo é de 10 anos. E mais: deve ser aplicado para todos os pagamentos feitos antes de a regra entrar em vigor e cujos pedidos sejam apresentados até junho de 2010.</p><p>A decisão do STJ é benéfica, mas o caso deve ir parar no Supremo Tribunal Federal, segundo o advogado tributarista Mário Costa. Os ministros do STF darão a palavra final sobre o assunto.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Crimes contra o mercado de capitais</title>

<pubDate>Sex, 29 Jun 2007 10:05:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070629_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-29  <p>As investigações de crimes contra o mercado de capitais começaram a se tornar mais freqüentes em relação aos anos anteriores, de acordo com o escritório Reale e Moreira Porto. Nos últimos seis meses, por exemplo, de cada 10 casos do escritório pelo menos um trata dos crimes previstos na Lei 6.385/76. Os mais comuns são: uso indevido de informação privilegiada e manipulação do mercado.</p><p>O primeiro ocorre quando o empresário usa informação relevante, ainda não divulgada ao mercado, para conseguir vantagem indevida. A pena, neste caso, é de um a cinco anos de prisão e multa. O segundo acontece quando há operações simuladas ou manobras fraudulentas para alterar artificialmente o funcionamento dos mercados de valores mobiliários em bolsa de valores, por exemplo, para obter vantagem indevida. A pena é de um a oito anos de detenção e multa.</p><p>Segundo o advogado Eduardo Reale, a freqüência cada vez maior com que esses crimes têm sido investigados é reflexo da postura mais atuante da Comissão de Valores Mobiliários. A CVM tem encaminhado ao Ministério Público cópias dos processos administrativos em que são verificados indícios de crimes contra o mercado de capitais, diz ele. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>C&A deve se livrar de condenação</title>

<pubDate>Qui, 28 Jun 2007 16:00:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070628_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-28  <p>A C&amp;A tem grandes chances de reverter a condenação imposta pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo. A 9ª Turma proibiu a empresa de revistar bolsas e pertences de seus funcionários em todo o país. Também mandou a C&amp;A pagar 500 mil reais de indenização por danos morais coletivos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador. A empresa alegou que a revista a bolsas e pertences serve para evitar pequenos furtos. Não adiantou. O TRT paulista entendeu que a revista fere a dignidade do trabalhador. Mas o quadro pode ser revertido quando chegar ao Tribunal Superior do Trabalho.</p><p>Os ministros do TST têm decidido que as revistas feitas somente nas bolsas, sacolas ou mochilas dos empregados na frente dos colegas não geram nenhum tipo de constrangimento nem violam a intimidade. Tudo isso desde que não haja excessos, lembra o advogado trabalhista José Guilherme Mauger.</p><p>O TST, no entanto, tem sido implacável quando representantes das empresas mandam empregados tirarem a roupa para que a revista seja feita, no início e no fim da jornada. Os ministros entendem que, nesses casos, há ofensa aos trabalhadores e violação da intimidade.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>C&A no alvo da justiça</title>

<pubDate>Qua, 27 Jun 2007 16:13:17 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070627_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-27  <p>A C&amp;A Modas está proibida de revistar bolsas e pertences de seus funcionários em todo o país. E mais: tem de pagar 500 mil reais de indenização por danos morais coletivos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador. A determinação é da 9ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo. A empresa ainda pode recorrer da decisão na briga que começou em 2004.</p><p>A ação civil pública foi movida pelo Ministério Público do Trabalho de São Paulo contra a rede de lojas. O MPT argumentou que as bolsas poderiam conter medicamentos e outros objetos íntimos que os funcionários não desejam que sejam revelados aos colegas.</p><p>A C&amp;A alegou que a revista a bolsas e pertences serve para evitar pequenos furtos. O TRT paulista rebateu o argumento. Para os juízes da 9ª Turma, a mania obsessiva pela defesa do patrimônio levada ao extremo da desconfiança generalizada, como se os empregados fossem pessoas estranhas, é uma grande ofensa à dignidade do trabalhador.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Br Telecom e Terra são condenados</title>

<pubDate>Qua, 27 Jun 2007 09:48:03 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070627_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-27  <p>Empresas que prestam serviços sem qualidade devem pagar um preço. Foi o que entendeu o Tribunal de Justiça gaúcho, que mandou a Brasil Telecom e o provedor Terra indenizarem um consumidor. Tudo por causa do fornecimento de um modem com defeito que dificultou o acesso à internet. A etiqueta de preço colocada pelo TJ gaúcho no caso foi de 19 mil reais por danos morais e materiais.</p><p>Tanto a Brasil Telecom quanto o Terra queriam se eximir da responsabilidade. Não adiantou. Os desembargadores aplicaram o Código de Defesa do Consumidor no caso e condenaram as empresas, que ainda podem recorrer. </p><p>Quando as empresas resolvem o assunto logo que o consumidor reclama, dificilmente o caso vai parar na justiça. Mais uma vez, este não foi o caso.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Banco é punido por descontar dívida</title>

<pubDate>Ter, 26 Jun 2007 15:28:44 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070626_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-26  <p>O Banco do Brasil foi condenado a indenizar um cliente em 10 mil reais por danos morais e pouco mais de mil reais por danos materiais. O motivo da condenação foi o desconto, sem autorização, que o banco fez na conta de um correntista. Ele recebe mensalmente o auxílio-doença do INSS e teve uma quantia debitada de sua conta justo quando faria uma viagem para São Paulo. O cliente do banco faria um exame como parte de seu tratamento médico, o que não aconteceu após o desconto indevido.</p><p>O Banco do Brasil alegou que assinou um contrato de adesão de produtos e serviços com o correntista. Como ele pagou apenas algumas parcelas, o banco fez o desconto. Para a instituição financeira, não houve desconto indevido. Mas um Juizado Especial Cível, em Mato Grosso, decidiu que o banco não poderia agir dessa forma. Para a justiça, a atitude do Banco do Brasil foi ilícita e ilegal. O banco pode recorrer.</p><p>A justiça tem decidido que, mesmo em casos de clientes devedores, o banco não pode descontar qualquer quantia sem antes ter uma autorização para tanto.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresas são derrotadas no STF</title>

<pubDate>Seg, 25 Jun 2007 20:59:30 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070625_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-25  <p>As empresas perderam uma batalha no Supremo Tribunal Federal e o governo saiu vitorioso. Por dez votos a um, os ministros decidiram que o governo pode reaver o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) das empresas que compensaram tributos com créditos de matérias-primas em que incide alíquota zero ou naquelas não-tributadas. A cobrança poderá ser feita de empresas que não fizeram o pagamento nos últimos cinco anos.</p><p>O STF julgou os casos de duas empresas que perderam, em fevereiro, o direito de creditar o IPI. Na ocasião, os ministros decidiram que não há direito a crédito se não for pago imposto na compra das matérias-primas tributadas nos dois regimes. Apesar de serem casos específicos, eles abrem precedentes para que outras empresas sejam cobradas pelo governo.</p><p>O resultado do julgamento, na prática, é que o governo passará a arrecadar das empresas 20 bilhões de reais a mais por ano, de acordo com dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. O ministro Eros Grau, um dos que votaram contra as empresas, chegou a comentar durante o julgamento que permitir o não pagamento do IPI seria um negócio da China para elas. Empresários e advogados que esperavam uma decisão em sentido contrário ficaram decepcionados com o resultado.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Banco não pode impor serviço</title>

<pubDate>Seg, 25 Jun 2007 10:58:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070625_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-25  <p>O banco Finasa está obrigado a pagar indenização de 14 mil reais por danos morais a um consumidor. O motivo é o mesmo que tem levado diversas empresas e bancos à justiça: a entrega de cartão de crédito não solicitado. No processo, o consumidor alegou que recebeu um cartão de crédito sem pedi-lo e, depois de um tempo, seu nome foi parar no SPC e Serasa por dívidas que não tinha feito.</p><p>O banco rebateu a alegação. Argumentou que o irmão do consumidor usou o cartão de crédito e fez dívidas. Não adiantou. O juiz Yale Sabo Mendes, do Juizado Especial Cível de Planalto, em Cuiabá, decidiu a favor do consumidor porque não houve a solicitação prévia do cartão de crédito. Segundo o juiz, o banco não provou que o irmão do autor da ação usou o cartão. E, pela lógica jurídica, falar e não provar é mesmo que não falar, ressaltou o juiz.</p><p>Yale Sabo Mendes foi claro na sentença. Ele disse que somente o fato de o consumidor ser importunado em sua casa para contratar um serviço que não pediu é o suficiente para gerar indenização. O juiz entendeu que, nesses casos, o dano moral é causado pela violação da intimidade e da vontade do consumidor. O dever de indenizar também acontece, segundo ele, quando há cobrança de faturas, de anuidades, de taxas e até mesmo de valores de consumo nas hipóteses de furto, roubo e fraude. Para o juiz, não importa se o cartão está bloqueado ou não e se o consumidor já era cliente do banco. O fato é que não solicitou o cartão de crédito. Além de mandar o banco indenizar, ele exigiu que o nome do consumidor seja retirado das listas dos maus pagadores.</p><p>Os tribunais do país têm repudiado a atitude de empresas e de bancos que impõem o serviço aos consumidores e ainda negativam seus nomes de lambuja. O banco Finasa pode recorrer do caso em questão. Mas fica a lição para empresas que agem da mesma forma.</p>]]></description>

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<title>Segredos de empresas em risco</title>

<pubDate>Sex, 22 Jun 2007 14:25:19 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070622_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-22  <p>Um projeto de lei que tramita no Congresso Nacional promete causar polêmica. Se for aprovado, empresas podem ser obrigadas a publicar balanços com números de reclamações de consumidores, de ações trabalhistas que respondem na justiça assim como de indenizações fixadas, de investimentos gastos em preservação ambiental e até mesmo de acidentes de trabalho, entre outras exigências. Tudo isso para obter o <em>selo empresa responsável</em>. O selo será dado a empresas que divulgarem esse balanço social.</p><p>A proposta é da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO). De acordo com a justificativa do projeto apresentado no Senado, passou a ser uma questão estratégica vincular a imagem da empresa à noção de responsabilidade social. E, nesse contexto, a empresa poderá ser obrigada a detalhar suas intimidades.</p><p>A advogada Ana Claudia Ferreira Queiroz, do Maluly Jr. Advogados, considera o projeto interessante porque a empresa pode usar o selo para se destacar no mercado por sua atuação social. Entretanto, ela ressalva que as informações sobre ações trabalhistas, valores de indenizações e reclamações de consumidores não têm qualquer relação  com a responsabilidade social da empresa. São dados que só interessam à própria empresa, diz a advogada.</p>]]></description>

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<title>Numa hora dessas...</title>

<pubDate>Qui, 21 Jun 2007 18:22:13 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070621_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-21  <p>Essa é boa. A frase poderia ser dita por qualquer pessoa que presenciasse uma cena nada comum na justiça trabalhista. Um juiz de Cascavel, no Paraná, simplesmente resolveu cancelar uma audiência entre o ex-empregado e o representante da empresa Madeiras J. Bresolin porque ele calçava chinelos. Para justificar a atitude, o juiz disse que o calçado é incompatível com a dignidade do Poder Judiciário. Pior: registrou a decisão em ata com todas as formalidades possíveis. O assunto veio à tona com uma notícia publicada no site <em>Espaço Vital.</em></p><p>A imagem da justiça está literalmente no olho do furacão depois de tantas operações da Polícia Federal. É claro que todos os juízes acusados de vender sentenças são inocentes até decisão final da justiça. Eles têm direito à ampla defesa como garante a Constituição e não podem ser julgados antecipadamente pela sociedade. Mas, nas atuais circunstâncias, o Poder Judiciário deveria ter mais o que fazer do que se preocupar com detalhes insignificantes. </p>]]></description>

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<title>Procura-se</title>

<pubDate>Qua, 20 Jun 2007 15:45:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070620_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-20  <p>O advogado Eduardo Tess Filho saiu de uma reunião em Paris, este mês, com a tarefa de encontrar oportunidades de negócios no Brasil. Ele está incumbido de achar prédios comerciais para rede de varejo e galpões perto de portos e aeroportos, no país, interessantes para empresas estrangeiras. O pedido foi feito ao advogado brasileiro na reunião anual da Interlaw, uma associação de escritórios de advocacia que tem entre seus clientes grandes empresas.</p><p>Na reunião com convidados e cerca de 60 advogados, que representam grandes escritórios principalmente europeus, vários debates foram feitos. Um deles girou em torno das adversidades para se investir nos países emergentes. Não é segredo para ninguém do mundo jurídico que a morosidade da justiça é o calcanhar de Aquiles do Brasil. Casos de interesse empresarial podem demorar até 10 anos para serem julgados em primeira instância. E isso ficou mais uma vez comprovado durante a reunião.</p><p>Um representante da UBI France, órgão governamental que dá apoio a empresas estrangeiras que fazem negócios no exterior, mencionou um caso de falsificação de mercadoria que tramita há seis anos na primeira instância paulista. E pior: ainda não há previsão de quando a sentença será dada.</p><p>Eduardo Tess Filho me contou, nesta quarta-feira (20/6), que foi o único representante da América Latina na reunião. Ele disse que reconheceu a lentidão da justiça brasileira, mas reforçou aos colegas a eficácia da arbitragem. O advogado falou que o Brasil tem mostrado bons resultados, principalmente em transações internacionais, quando adota cláusulas de arbitragem nos contratos. Deixou claro que um processo de arbitragem bem conduzido pode acabar, em média, em seis meses.</p><p>Segundo ele, ainda não estava muito claro aos advogados que participaram da reunião se a arbitragem tem funcionado no Brasil. Mas agora ficou. Tanto que ele saiu da reunião com a tarefa de encontrar oportunidades de negócios no Brasil. </p>]]></description>

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<title>Imposto na pauta do Supremo</title>

<pubDate>Ter, 19 Jun 2007 14:01:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070619_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-19  <p>Empresários devem ficar atentos à pauta do Supremo Tribunal Federal, na próxima semana. Os ministros voltam a discutir um tema que desperta interesse no mundo dos negócios: o crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de matérias-primas e insumos com alíquota zero.</p><p>O Supremo definiu, no início do ano, que não há crédito presumido de IPI nos produtos fabricados com insumos que têm alíquota zero ou não são tributados. O resultado da partida é que o governo passará a arrecadar das empresas 20 bilhões de reais a mais por ano, de acordo com dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. </p><p>Mas agora vem a parte mais importante do jogo. Os ministros irão decidir se a decisão será aplicada em operações feitas até agora ou apenas no futuro. A resposta é aguardada com ansiedade por advogados de empresas. Se nenhum ministro pedir vista, o julgamento será encerrado na semana que vem. Caso contrário, as empresas terão de esperar o desfecho do assunto apenas no segundo semestre porque o Supremo entrará em recesso em julho.</p>]]></description>

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<title>Fila gera condenação do ABN Amro</title>

<pubDate>Seg, 18 Jun 2007 18:11:13 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070618_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-18  <p>O ABN Amro está obrigado a indenizar o estudante de direito Pablo Gimenez Garcia Bastos Torquato por deixá-lo 1 hora e 15 minutos na fila, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Pela lei municipal, a tolerância é de, no máximo, 15 minutos. Pablo escreveu ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> para contar que ganhou 3.500 reais de indenização por danos morais em primeira instância. O banco recorreu, mas a justiça manteve a indenização. Ainda cabe recurso.</p><p>O caso do leitor não é isolado. A justiça de todo o país não tem tolerado a espera de clientes em filas mais que o permitido pelas leis municipais. Este Blog já tocou nesse assunto algumas vezes, mas com a certeza de que ainda haverá outras condenações judiciais até os bancos resolverem tomar uma atitude concreta para o problema das filas.</p><p>O interessante no caso do leitor do Blog foi o puxão de orelha que o ABN Amro tomou na primeira instância. A justiça afirmou que o banco tem lucros garantidos, mas não destina parte deles para melhorar o atendimento de seus clientes independentemente de serem correntistas ou não. E mais: que os poucos felizardos que precisam comparecer pessoalmente às agências bancárias são surpreendidos com filas que assustam e desestimulam a permanência no local porque têm de esperar por tempo superior ao razoável.</p>]]></description>

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<title>Pão de Açúcar deve pagar estagiária</title>

<pubDate>Sex, 15 Jun 2007 16:52:46 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070615_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-15  <p>Contratar estagiário pode dar mais dor de cabeça do que satisfação se as regras legais do jogo não forem estritamente seguidas. É o que acaba de acontecer com o Pão de Açúcar. O grupo foi condenado a pagar verbas trabalhistas para uma operadora de caixa contratada como estagiária. A justiça trabalhista entendeu que ficou configurada a relação de emprego no caso e não de estágio.</p><p>Ela foi contratada em julho de 2000 para trabalhar até dezembro do mesmo ano no Barateiro Jundiaí, interior de São Paulo. Em agosto de 2001, oito meses após o fim do prazo acertado anteriormente, foi dispensada. Não deu outra. Entrou na justiça para pedir o reconhecimento de vínculo de emprego e as verbas trabalhistas. Para tanto, alegou que a função exercida era de subordinada, sem relação com a grade curricular de seu curso. A justiça do trabalho deu razão para a ex-empregada.</p><p>O advogado Marcelo Batuíra, doutor em direito do trabalho pela USP, lembra que o contrato de estagiário vale apenas se ele estiver regularmente matriculado, for por escrito e houver a anuência da entidade educacional. Caso contrário, a empresa pode ser obrigada a pagar direitos trabalhistas se for processada. O estagiário passa a ser considerado empregado como nesse caso do Pão de Açúcar. E pior: o custo é quase o dobro a mais do que se o estagiário estivesse no seu devido lugar. </p>]]></description>

</item>
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<title>Crescem ações contra planos de saúde</title>

<pubDate>Sex, 15 Jun 2007 15:20:59 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070615_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-15  <p>Cresceu o número de planos de saúde processados por consumidores das classes C e D, de acordo com um levantamento feito pelo escritório Vilhena Silva Advogados, de janeiro a maio deste ano. Enquanto nos primeiros meses do ano passado o escritório entrou com 50 ações contra planos de saúde em nome de consumidores, em 2007 o número subiu para 70.</p><p>Segundo a advogada Renata Vilhena Silva, faltam condições técnicas das operadoras para prestar o atendimento contratualmente acertado. Ela diz que o consumidor contrata o plano com o valor da mensalidade reduzido, mas geralmente não consegue utilizar os serviços quando precisa. O plano nega a autorização para tratamentos ou cirurgias, por exemplo. E, assim, vão se multiplicando os processos judiciais.<br /></p>]]></description>

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<title>Contrato da Claro é ilegal</title>

<pubDate>Qui, 14 Jun 2007 14:08:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070614_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-14  <p>As cláusulas de fidelização impostas por operadoras de celulares podem ser anuladas, se consumidores entrarem na justiça. Esta semana, por exemplo, a Claro teve suas regras de fidelização derrubadas pelo juiz Yale Sabo Mendes, de Mato Grosso. Ele suspendeu, ainda, a multa por rescisão contratual na ação movida por uma consumidora. Ela alegou no Juizado Especial que comprou três celulares e um deles apresentou defeito. Por isso, quis quebrar o contrato. Foi à justiça pedir para não pagar a multa contratual. </p><p>A empresa tentou argumentar que era preciso provar o defeito no aparelho. O juiz rejeitou o argumento porque entendeu que, no caso em questão, a discussão era referente apenas ao contrato. Ele afirmou que o documento é fundamental para agilização de negócios, mas desde que não sirva de sinônimo de desrespeito aos direitos do consumidor.</p><p>O juiz decidiu que as cláusulas que estabelecem as normas de fidelização nos contratos de prestação de serviços telefônicos são ilegais porque ferem o Código de Defesa do Consumidor. E mais: restringe a concorrência. No caso, a empresa ainda pode recorrer. Mas as operadoras com planos de fidelização que se cuidem porque consumidores que fizerem pedidos semelhantes na justiça podem obter a mesma resposta.<br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Banco do Brasil se livra de punição</title>

<pubDate>Qui, 14 Jun 2007 10:01:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070614_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-14  <p>O Tribunal Superior do Trabalho livrou o Banco do Brasil de pagar indenização de 100 mil reais para uma ex-funcionária por danos morais. A advogada, admitida como escriturária após concurso público, entrou na justiça em 2001. Alegou que era perseguida pela chefia por causa de várias licenças médicas que apresentou após ter Lesão por Esforços Repetitivos (LER). Segundo ela, a relação com a chefia ficou tão conturbada que chegou a haver agressões no ambiente de trabalho. Por isso, a ex-empregada pediu indenização de 700 mil reais. </p><p>A primeira e segunda instâncias concederam 100 mil reais de indenização pelos transtornos alegados. Mas o cenário foi alterado no TST. Os ministros entenderam que não houve humilhações, mas apenas meras divergências entre a chefia e a subordinada. Assim, o banco não precisa indenizar a ex-empregada.</p><p>A decisão é relevante porque impõe limite nos pedidos de indenização por danos morais feitos constantemente em ações trabalhistas movidas por ex-empregados. O TST deu um passo importante na questão. Tricas e futricas no trabalho não dão direito à indenização. Ponto.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Lei de falências pegou</title>

<pubDate>Qua, 13 Jun 2007 17:43:12 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070613_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-13  <p>A lei de falências tem dado cada vez mais sinais de que pegou no Brasil, onde há leis que não pegam. E não são apenas nos casos super conhecidos como o da Varig. Nesta quarta-feira (13/6), por exemplo, a legislação beneficiou a empresa TUT Transportes, que está no mercado há mais de 30 anos e atua em Mato Grosso, São Paulo e Rondônia. A empresa, que tem uma dívida de 21 milhões de reais, teve seu plano de recuperação judicial homologado pelo juiz Marcos Aurélio dos Reis Ferreira, da Vara Especializada de Falência e Concordata de Cuiabá (MT). Agora, a dívida será paga com a venda de imóveis urbanos e rurais da empresa, conforme ficou decidido em assembléia com credores e fornecedores. O caso, que antes levaria anos na justiça, foi resolvido em pouco mais de dois meses. A TUT Transportes, representada pelo advogado Euclides Ribeiro Júnior no caso, passará a ter a gestão terceirizada.</p>]]></description>

</item>
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<title>Cobrança feita pela Telemar é legal</title>

<pubDate>Qua, 13 Jun 2007 14:00:12 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070613_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-13  <p>A disputa entre empresas de telefonia fixa e consumidores por causa da cobrança de assinatura básica ganhou um novo capítulo. Desta vez, com um gol da Telemar. O Tribunal de Justiça do Ceará considerou que a cobrança feita pela empresa tem respaldo legal. Antes, a primeira instância deu razão para a consumidora que move o processo contra a companhia. Assim, suspendeu a cobrança da tarifa e mandou a Telemar devolver os valores pagos. A empresa recorreu e saiu vitoriosa na segunda instância. A desembargadora Gizela Nunes da Costa decidiu que há previsão da cobrança tanto na lei quanto no contrato de concessão dos serviços de telefonia. Outras ações semelhantes tramitam nos tribunais do país. No caso da Telemar, a consumidora ainda pode recorrer. Mas, como em todos os outros processos, são grandes as chances da empresa de telefonia levar a melhor.</p>]]></description>

</item>
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<title>Bancos são os mais acionados no Rio</title>

<pubDate>Ter, 12 Jun 2007 17:31:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070612_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-12  <p>O Itaú liderou o ranking das empresas mais processadas nos Juizados Especiais do Rio de Janeiro, em maio. O Tribunal de Justiça fluminense divulgou a lista das empresas mais acionadas, nesta terça-feira (12/6). Pela primeira vez, desde 2004, a Telemar saiu do topo da lista nada confortável. O banco foi alvo de 4.873 ações. No mesmo período, a empresa de telefonia teve 4.250 processos. Em terceiro lugar aparece o Bradesco com 2.854 ações. Entre os dez mais levados à justiça, estão seis bancos. Especialistas acreditam que os bancos foram mais acionados porque, em maio, venceu o prazo para consumidores reivindicarem judicialmente as perdas provocadas pelo Plano Bresser nas poupanças. O cenário deve ser alterado em breve. Conheça quais foram as dez empresas mais processadas:</p><p>Itaú: 4.873<br />Telemar: 4.250<br />Bradesco: 2.854<br />Ampla: 2.724<br />Banco do Brasil: 2.245 <br />Vivo: 2.241 <br />Unibanco: 2.178<br />Light: 2.119<br />ABN Amro Bank: 1477<br />HSBC: 969</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresários devem aguardar mais</title>

<pubDate>Seg, 11 Jun 2007 19:19:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070611_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-11  <p>Não foi desta vez. O Supremo Tribunal Federal resolveu adiar a resposta sobre o poder de investigação do Ministério Público. O julgamento foi suspenso com um voto contra e outro a favor dos promotores depois que o ministro Cezar Peluso pediu vista. A discussão voltou à tona no pedido de habeas corpus do empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra. Ele é acusado de mandar matar o prefeito de Santo André, Celso Daniel. A resposta do STF, que pode sair na próxima semana, é aguardada com expectativa por advogados de empresários processados com base em investigações conduzidas pelo Ministério Público. Eles poderão pedir judicialmente a anulação das ações, se o MP for derrotado no STF.</p><p>Na semana passada, a Corte retirou de pauta outro assunto importante para empresários: uma disputa com o Fisco. Os ministros decidiram em casos específicos, anteriormente, que empresas não têm direito ao crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de matérias-primas e insumos com alíquota zero. Na semana passada, eles deveriam discutir se a decisão seria aplicada em operações feitas até agora ou apenas no futuro. Mas o julgamento também foi adiado.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Cobrança de imposto na contramão</title>

<pubDate>Seg, 11 Jun 2007 16:32:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070611_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-11  <p>Uma proposta de emenda constitucional que tramita no Congresso Nacional promete gerar muita polêmica. A proposta prevê a cobrança de 5% de ISS (Imposto Sobre Serviços) quando uma empresa alugar bens móveis como carros ou guindastes, por exemplo. O detalhe é que o Supremo Tribunal Federal já decidiu que o ISS não deve ser cobrado nesses casos. A emenda pode ser questionada na justiça por empresas caso seja aprovada, diz a advogada tributarista Ana Cláudia Queiroz, do Maluly Jr. Advogados.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>STF analisa poder do Ministério Público</title>

<pubDate>Seg, 11 Jun 2007 12:45:01 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070611_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-11  <p>O Supremo Tribunal Federal volta a discutir, nesta segunda-feira (11/5), o poder de investigação do Ministério Público. Na prática, os ministros analisarão um pedido de habeas corpus do empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, que é acusado pela morte do prefeito de Santo André, Celso Daniel. Um dos argumentos usados é o de que a ação penal foi embasada em investigação feita pelo Ministério Público e não pela Polícia. E, assim, não seria válida. Hoje, existe uma discussão jurídica em torno do assunto. A questão é saber se o Ministério Público pode investigar ou se esse papel é exclusivo da Polícia. </p><p>Os ministros devem responder essa pergunta se não houver pedido de vista para adiar o julgamento. Apesar de o caso ser específico, a decisão do Supremo pode abrir precedente e beneficiar empresários processados com base em investigações conduzidas pelo Ministério Público. Eles poderão pedir judicialmente a anulação das ações, se o MP for derrotado nessa batalha. O argumento, nesse caso, será que somente a Polícia pode investigar.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresas que preferem acordos</title>

<pubDate>Sex, 08 Jun 2007 16:49:14 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070608_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-08  O resultado da parceria de um grupo de empresas com o Tribunal de Justiça de São Paulo tem dado certo. Esta semana, por exemplo, o TJ paulista divulgou o número de acordos entre consumidores e a Telefônica, que faz parte desse grupo. Em um mutirão do Juizado Especial Digital houve 43 acordos em 72 audiências. Apenas 11 consumidores que tiveram algum tipo de problema com a empresa, resolveram não fazer acordo e tocar o caso adiante. O restante dos consumidores faltou ou não chegou a debater o tema por outros motivos. <br />O Juizado Digital é um posto de atendimento rápido para reclamações de consumidores. Os atendimentos são feitos para consumidores insatisfeitos com as empresas parceiras, que são a Eletropaulo, a Embratel, a Sabesp, a Telefônica e o Unibanco. A parceria foi feita para tentar evitar que clientes entrem direto na justiça sem antes tentar um acordo. Assim, sempre que um consumidor reclama da empresa, é marcada uma audiência de conciliação e o problema pode ser resolvido extrajudicialmente. Caso contrário, vira processo judicial. Qualquer empresa pode fazer a mesma parceria com o TJ paulista.<br /><br />
]]></description>

</item>
<item>
<title>Br Telecom derrota Claro em round</title>

<pubDate>Qui, 07 Jun 2007 16:31:58 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070607_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-07  
A Claro foi derrotada em um round da disputa judicial que começou a travar com a Brasil Telecom, em 2005, por causa de uma campanha publicitária. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal decidiu, recentemente, que uma propaganda veiculada pela Brasil Telecom não arranha a imagem da Claro. Tudo começou depois que a Claro fez uma propaganda com a promoção de venda de celular por um real para atrair a clientela. A Brasil Telecom colocou, em seguida, uma propaganda no ar em que havia a imagem de ratoeiras correndo atrás de celulares. A empresa usou as seguintes frases: tem operadora por aí querendo enganar vocês! Celulares a um real? Plano controle de verdade só a Brasil Telecom tem. A Claro alegou na Justiça que a concorrente a acusou de enganar o consumidor, além de fazer concorrência desleal. A Brasil Telecom afirmou que a campanha não teve qualquer ofensa e apenas chamou atenção do consumidor para checar o diferencial dos planos das duas empresas e optar pelo mais vantajoso. A primeira e a segunda instâncias entenderam que não houve ofensas. A batalha ainda não acabou. Cabe recurso. <br /><br />
]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresa não tem função de polícia</title>

<pubDate>Qua, 06 Jun 2007 11:11:35 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070606_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-06  <p>O Tribunal de Justiça gaúcho colocou algumas peças em seu devido lugar no julgamento de uma ação contra a Concessionária da Rodovia Osório-Porto Alegre S.A. (Concepa) . Os desembargadores livraram a empresa de indenizar um motorista em 14 mil reais por danos materiais e 10 mil reais por danos morais.</p><p>Ele entrou na justiça após ter sido assaltado no trecho concedido à empresa, na BR-290, a Free Way. O motorista parou na estrada quando ouviu um barulho na roda e foi surpreendido por três assaltantes, que deram um tiro em sua perna e roubaram o carro. O veículo foi encontrado na estrada capotado. Ele alegou que houve prejuízos morais e materiais, que deveriam ser pagos pela concessionária.</p><p>A desembargadora Iris Helena Medeiros Nogueira, relatora do caso, foi direto ao ponto: a segurança pública é dever indelegável do Estado e a concessionária não tem poder de polícia. Para o TJ gaúcho, a empresa tem apenas obrigações relacionadas à segurança do trânsito.</p><p>A decisão é importante porque tira a responsabilidade que é do poder público de cima das costas da empresa. A mesma responsabilidade que pode ser atribuída a empresas de celular em breve. Está em trâmite, no Congresso Nacional, um projeto de lei que obriga operadoras de celular a instalarem bloqueadores de sinais em penitenciárias estaduais e federais. Isso para evitar que presos se comuniquem com seus comparsas que estão soltos. Fica a pergunta que nunca se cala: é papel do Estado ou das empresas evitar que detentos usem o celular dentro das penitenciárias? </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Warner responde ação milionária</title>

<pubDate>Ter, 05 Jun 2007 09:39:07 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070605_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-05  <p>A editora musical Warner-Chappell, do grupo americano Warner, está sendo processada pelo compositor Renato Terra na justiça do Rio de Janeiro. Ele acusa a editora de violação de direitos autorais por ter autorizado a fábrica CD Mais, do Ceará, a prensar 200 mil CDs da banda nordestina Calcinha Preta com sua música chamada <em>Meu grande amor</em>, em 2006. Detalhe: sem a sua autorização. Renato Terra alega que autorizou apenas a prensagem e o lançamento de sete mil CDs, no ano 2000, e que a Warner-Chappell descumpriu o contrato de exclusividade. Agora, ele quer receber R$ 4,9 milhões pela venda do restante não autorizado. Os advogados do compositor, Nehemias Gueiros e Hélio Paulo Ferraz, calcularam a quantia milionária com base na venda dos CDs da banda e no número de processados no caso. O líder e fundador da banda, Gilton Andrade, e a fábrica CD Mais também são alvos do compositor na justiça na mesma ação. Os réus ainda não rebateram a acusação porque o caso está em fase de citação. Não há previsão da data do julgamento.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>A disputa entre Fisco e empresas</title>

<pubDate>Seg, 04 Jun 2007 10:15:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070604_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-04  
O Supremo Tribunal Federal irá analisar, na quarta-feira (6/6), o segundo capítulo de uma disputa entre o Fisco e as empresas. No primeiro capítulo, o governo levou a melhor. Os ministros decidiram em casos específicos, anteriormente, que empresas não têm direito ao crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de matérias-primas e insumos com alíquota zero. Esta semana, eles devem discutir se a decisão será aplicada em operações feitas até agora ou apenas no futuro. O julgamento é aguardo com expectativa pelas empresas. Elas esperam que a decisão não seja retroativa.]]></description>

</item>
<item>
<title>Isenção só vale se tiver no papel</title>

<pubDate>Sex, 01 Jun 2007 15:33:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070601_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-06-01  <p>Empresas que participam de licitações públicas devem tomar cuidado para o tiro não sair pela culatra quando são as vencedoras. O contrato é a peça fundamental da disputa. Embora isso pareça óbvio, não é. Até mesmo a isenção de ICMS deve estar expressa no documento. Caso contrário, a empresa se torna a responsável pelo pagamento do imposto. O Superior Tribunal de Justiça decidiu esta semana, por exemplo, manter a cobrança do imposto para a Engepasa (Engenharia do Pavimento), que moveu ação contra o governo. A empresa tentou se livrar do pagamento do ICMS após vencer uma licitação pública para a construção de CIACs (Centros Integrados de Apoio à Criança e ao Adolescente), na região sul do Brasil. Para tanto, alegou que a cobrança não estava prevista no contrato. Não adiantou. O STJ afirmou que o governo não isentou expressamente a Engepasa da obrigação fiscal. Assim, quem vai levar a bocada do Leão é a empresa. O advogado Fábio Lotti, especialista em licitação que participou de mais de três mil concorrências, diz que a empresa vencedora em casos como esse pode até ter prejuízo com o pagamento do ICMS não previsto, se o lance dado tiver sido baixo.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>TAM se livra de pagar ICMS em leasing</title>

<pubDate>Qui, 31 Mai 2007 07:48:10 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070531_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-31  <p>O Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, decidiu que não deve ser pago ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) na importação de um bem pelo sistema de leasing. A decisão específica do STF beneficiou a TAM, que agora tem a isenção garantida nesse caso. E também abriu precedente para outras empresas do setor aéreo reivindicarem o mesmo direito na justiça. Anteriormente, o Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que é dispensável a cobrança de ICMS na entrada de aeronave importada no Brasil quando há arrendamento mercantil (leasing). O Ministério Público Federal se manifestou pela dispensa da cobrança. Os ministros decidiram a favor da empresa na noite de quarta-feira (30/5). Apenas os ministros Sepúlveda Pertence e Ellen Gracie não participaram do julgamento.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresas se livram de multas</title>

<pubDate>Qua, 30 Mai 2007 16:14:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070530_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-30  <p>Empresas que recorrem apenas para adiar o pagamento de direitos trabalhistas, em ações movidas por ex-funcionários, têm levado a melhor na Seção de Dissídios Individuais (SDI-1), do Tribunal Superior do Trabalho. Geralmente, as empresas são multadas pelas Turmas do TST quando ajuízam recursos infundados apenas para ganhar tempo na justiça. No entanto, os ministros da Seção têm derrubado essas punições financeiras. O argumento é o de que as empresas têm direito à ampla defesa e, por isso, podem recorrer inúmeras vezes. Nos últimos três meses, por exemplo, foram cassadas cinco multas, em média, por semana. Todas aplicadas a empresas que recorreram apenas para protelar o cumprimento de uma decisão judicial. A posição mais liberal da SDI-1 pode incentivar empresas a recorrer mesmo quando não há mais argumentos plausíveis com a certeza de que não serão multadas como prevê a legislação nesses casos. E ainda: pode aumentar o número de recursos e entupir ainda mais o TST.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Defeito em Pálio não dá indenização</title>

<pubDate>Qua, 30 Mai 2007 10:17:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070530_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-30  <p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que os defeitos em um Pálio Weekend Stile não são suficientes para gerar indenização por danos morais a uma consumidora. Para os ministros, há apenas a obrigação de a concessionária entregar outro carro zero. O caso foi parar na justiça do Espírito Santo depois que a consumidora levou o carro, que comprou em 1997, mais de 10 vezes para o conserto. Cansada da situação, resolveu pedir judicialmente indenização por danos morais e materiais. O Tribunal de Justiça do Espírito Santo mandou a concessionária entregar outro carro zero para a consumidora e indenizá-la em cem salários mínimos. A concessionária recorreu ao STJ. Alegou que cumpriu seu dever de consertar o carro todas as vezes que a consumidora reclamou. O STJ resolveu que a concessionária até tem o dever de entregar outro veículo zero, mas não de pagar indenização. Para o STJ, houve um mero aborrecimento e não vexame, constrangimento ou humilhação a ponto de gerar indenização por danos morais.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Contrato de empresa é anulado</title>

<pubDate>Ter, 29 Mai 2007 15:02:08 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070529_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-29  Uma nova empresa deverá ser escolhida para cuidar dos serviços de transporte público coletivo da cidade de Videira, em Santa Catarina. O juiz Luiz Henrique Bonatelli atendeu o pedido do Ministério Público e deu um prazo de 120 dias para a prefeitura começar um processo licitatório. O MP alegou que houve dupla prorrogação do contrato original com a empresa Santa Terezinha Transportes e Turismo, mesmo sem licitação. O juiz, então, anulou o contrato firmado em 1999. E ainda mandou a empresa devolver aos cofres públicos a quantia registrada como lucro líquido pela operação do sistema desde aquele ano. Os valores ainda serão apurados. A empresa pode recorrer da decisão.<br />]]></description>

</item>
<item>
<title>STF julga cobrança de ICMS em leasing</title>

<pubDate>Seg, 28 Mai 2007 12:16:08 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070528_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-28  <p>O Supremo Tribunal Federal deve decidir, na quarta-feira (30/5), um tema que interessa principalmente ao setor aéreo. Os ministros vão discutir se o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) deve ser pago na importação de um bem pelo sistema de leasing. Eles analisarão um recurso ajuizado contra decisão do Tribunal de Justiça paulista. Anteriormente, o TJ de São Paulo entendeu que é dispensável a cobrança de ICMS na entrada de aeronave importada no Brasil quando há arrendamento mercantil (leasing). O Ministério Público Federal se manifestou pela dispensa da cobrança. Agora, falta a palavra da corte.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>A justa causa nas empresas</title>

<pubDate>Sex, 25 Mai 2007 16:46:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070525_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-25  <p>Os casos de funcionários demitidos de empresas por justa causa podem passar a ter prioridade na justiça trabalhista. A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, da Câmara dos Deputados, aprovou uma proposta nesse sentido, mas ainda falta a votação em Plenário. A idéia é que a primeira audiência de conciliação ocorra dentro de 30 dias úteis. E mais: o julgamento do processo deverá ser feito em, no máximo, 120 dias. Os prazos hoje são mais que o dobro nos dois casos. Mas a proposta, se aprovada, corre o risco de ir por água abaixo. Segundo o advogado trabalhista Marcel Cordeiro, professor da PUC de São Paulo, o ajuizamento de inúmeros recursos em ações trabalhistas e a falta de mão-de-obra de servidores dificultarão a implementação da agilidade que se pretende.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Ranking da pirataria em empresas</title>

<pubDate>Qui, 24 Mai 2007 16:36:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070524_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-24  <p>O crime da pirataria de software não é o vilão nas grandes empresas em Portugal. A taxa de pirataria é reduzida ou inexistente nas companhias maiores. Entretanto, foi de 53% nas pequenas e médias empresas no país, em 2006, segundo a Assoft (Associação Portuguesa de Software). O percentual gerou uma perda de receitas de 112 milhões de euros. Os dados divulgados no Diário Digital, nesta quinta-feira (24/5), mostram ainda que a pirataria nessas empresas é menor nos Estados Unidos (21%), Nova Zelândia (22%), Japão e Dinamarca (25%) e Áustria, Suíça e Suécia (26%). Em compensação, passa dos 90% na Arménia, Moldávia, Azerbeijão e Zimbabué. O estudo foi feito pela IDC e BSA (Business Software Alliance), uma associação internacional que reúne fabricantes de software.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Assinatura telefônica em jogo</title>

<pubDate>Qua, 23 Mai 2007 17:19:51 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070523_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-23  <p>O Superior Tribunal de Justiça suspendeu o julgamento, nesta quarta-feira (23/5), da legalidade da cobrança de assinatura básica mensal para telefones fixos. Pela primeira vez, a Primeira Seção do STJ começou a debater o tema que provoca polêmicas. O recurso em questão é da Brasil Telecom. A empresa tenta reverter decisão favorável a uma consumidora do Rio Grande do Sul. Com o pedido de vista do ministro Herman Benjamin, a análise do caso foi adiada. Se o STJ tiver o mesmo entendimento da maioria dos casos julgados nos tribunais do país até agora, a empresa deve levar a melhor. Segundo o advogado Rodrigo de Mesquita Pereira, do MPMAE Advogados, das 36 câmaras do Tribunal de Justiça paulista, por exemplo, apenas três têm sido favoráveis ao consumidor em ações que pedem a suspensão da cobrança de assinatura básica. O restante tem dado razão à Telefônica nessa batalha.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Agronegócio usa recuperação judicial</title>

<pubDate>Ter, 22 Mai 2007 16:49:27 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070522_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-22  <p>A Justiça de Primavera do Leste, interior de Mato Grosso, homologou o plano de recuperação judicial da Agroleste Indústria e Comércio de Cereais, que tem uma dívida de 9 milhões de reais com cerca de 150 credores. É o primeiro caso de recuperação judicial do país de uma empresa ligada ao agronegócio. O assunto foi resolvido, com base na Lei de Falências, em 174 dias. A empresa, representada pelo advogado tributarista Euclides Ribeiro, especialista em recuperação de empresas, deve pagar 2 milhões de reais em um prazo de 20 anos para fornecedores e trabalhadores. Segundo o advogado, a dívida de 4 milhões com bancos e factorings será compensada com juros indevidos pagos nos últimos 10 anos. O outros 3 milhões de reais serão pagos com imóveis a fornecedores. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Briga com Fisco ganha reforço</title>

<pubDate>Seg, 21 Mai 2007 14:46:18 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070521_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-21  <p>A justiça mineira derrubou a cobrança de 3,9 milhões de reais feita pelo Fisco a uma empresa. A quantia é referente a 30% do depósito prévio exigido pelo Fisco para que empresas possam recorrer administrativamente em caso de dívidas tributárias. Esta é uma das primeiras decisões da justiça estadual após o Supremo Tribunal Federal ter derrubado a cobrança. A empresa de Minas Gerais discute com o Fisco uma dívida tributária de 13 milhões de reais. Como não fez o depósito dos 30%, o Fisco entrou com uma ação de execução fiscal. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais decidiu a favor da empresa, ao contrário do que aconteceu em primeira instância, e suspendeu a execução fiscal. Agora, ela terá seu caso analisado pelo Conselho de Contribuintes de Minas Gerais sem a necessidade de fazer o depósito milionário. A empresa, representada pelo escritório Dalmar Pimenta Advogados Associados, alegou ao TJ mineiro que a exigência do depósito é inconstitucional porque fere o direito da ampla defesa. O argumento foi aceito para a garantia da segurança jurídica.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Bayer vence produtores de soja</title>

<pubDate>Sex, 18 Mai 2007 10:32:39 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070518_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-18  <p>A Bayer saiu vitoriosa de uma batalha na ação milionária movida por quatro produtores rurais, em Cuiabá (MT). A juíza da 9ª Vara Cível, Gleide Bispo Santos, rejeitou o pedido de indenização de 40 milhões de reais. Os produtores alegaram na justiça que os produtos usados no combate à ferrugem asiática da soja foram ineficazes, um dos motivos para os prejuízos na safra 2003/2004. Os proprietários e arrendatários de 11.439,04 hectares de terras destinadas à produção de soja argumentaram que os produtos foram aplicados de forma correta, mas não combateu a praga. A Bayer rebateu a alegação. Afirmou que seus produtos são eficazes e recomendados pela Embrapa. Além disso, segundo a empresa, os produtos foram aplicados tardiamente, o que contraria as regras de uso. A Bayer ressaltou, ainda, que eles não poderiam entrar na justiça porque seus nomes não constam nas notas fiscais de compra dos produtos. Os argumentos foram suficientes. A juíza resolveu negar o pedido milionário de indenização por entender que faltou provas para embasar o processo. Ela disse também que a perda de parte da safra faz parte do risco do negócio, principalmente na agricultura. Os produtores ainda podem recorrer.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Extra deve indenizar cliente</title>

<pubDate>Sex, 18 Mai 2007 09:47:44 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070518_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-18  <p>O Extra está obrigado a indenizar um cliente que caiu dentro do hipermercado, no Distrito Federal. Ele fraturou o osso da coxa após escorregar em iogurte espalhado no chão. A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal. O Extra ainda pode recorrer para tentar reduzir o pagamento fixado em 20 mil reais por danos morais e seis mil reais por danos materiais. Dificilmente, conseguirá derrubar a condenação. No máximo, ela pode ser reduzida. Não é a primeira vez que um cliente processa um hipermercado por esse motivo. Até mesmo o Masp (Museu de Arte de São Paulo) já foi acionado por causa de um tombo em sua escada. Mas o interessante no caso do Extra foi o argumento usado para tentar se livrar da condenação. O hipermercado alegou que o cliente se desequilibrou porque usava prótese e muletas na ocasião. A perícia comprovou que isso não causava a instabilidade para andar. Para a justiça, houve conduta omissiva do Extra com relação à limpeza do piso. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>O cuidado na demissão em massa</title>

<pubDate>Qui, 17 Mai 2007 09:27:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070517_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-17  <p>Diretores de empresas devem ficar atentos com as declarações à imprensa sobre seus funcionários quando há demissão em massa para a reestruturação econômica. Caso contrário, a empresa pode ser condenada a pagar indenização por danos morais como aconteceu com o Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes). O Tribunal Superior do Trabalho mandou o banco indenizar uma ex-empregada em 200 salários mínimos. Ela foi demitida injustificadamente, em 1996. Na ocasião, um dos dirigentes afirmou que a dispensa de 700 empregados seguiu critérios como baixo desempenho e problemas disciplinares. A ex-empregada alegou que se sentiu ofendida e entrou na justiça trabalhista com pedido de indenização por danos morais. Ganhou e perdeu, mas no fim saiu vitoriosa. A primeira instância concedeu a indenização. A segunda instância decidiu o contrário porque os nomes dos empregados não foram divulgados pela imprensa. Por esse motivo, não haveria danos morais. O TST, que deu a última palavra, resolveu manter a indenização por entender que o fato repercutiu no círculo profissional, familiar e de amigos da ex-empregada causando-lhe sofrimento. Além disso, a impossibilidade de um novo emprego. O caso analisado aconteceu em um banco público, mas a decisão do TST pode embasar ações judiciais semelhantes movidas contra empresas privadas.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Ponto para operadoras de celular</title>

<pubDate>Qua, 16 Mai 2007 19:33:33 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070516_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-16  <p>O Senado retirou de pauta o projeto de lei que obriga operadoras de celular a instalarem bloqueadores de sinais em penitenciárias estaduais e federais. O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) alegou que o assunto está sendo discutido por uma comissão do Ministério da Justiça. Essa comissão será convidada a participar de uma audiência publica sobre o tema. A audiência acontecerá no dia 20 de junho e o projeto de lei pode ser analisado no mesmo mês. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Kaiser é condenada por plágio</title>

<pubDate>Qua, 16 Mai 2007 09:49:04 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070516_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-16  <p>A Kaiser e a agência publicitária Newcomm Bates foram condenadas a pagar 38 mil reais de indenização por danos morais para o publicitário Luiz Eduardo Régnier Rodrigues. A decisão foi tomada pelo Superior Tribunal de Justiça após o publicitário alegar que a Kaiser veiculou na mídia uma campanha semelhante a sua, criada e registrada em 1996. As empresas argumentaram na justiça que houve mera coincidência criativa. Não adiantou. Os ministros do STJ entenderam que a campanha original merece a proteção do direito autoral, ainda que não tenha sido usada integralmente três anos depois de registrada pelo publicitário. A Kaiser e a Newcomm devem pagar também indenização por danos materiais. Os valores ainda serão apurados.</p><p>O advogado Nehemias Gueiros, especialista em direito autoral e show business, diz que o mercado da propaganda é um dos que mais copia e literalmente apropria-se do trabalho alheio em campanhas publicitárias. Segundo ele, há inúmeras ações na justiça para contestar até o uso de campanhas inteiras, sem qualquer pedido de autorização ou compensação financeira. Gueiros sempre orienta seus clientes a registrar o projeto na Biblioteca Nacional ou em cartório e, em alguns casos, até no INPI antes de mostrá-lo a agências de publicidade, produtoras e gravadoras. Assim, terão provas para tentar buscar na justiça uma compensação financeira se houver violação de direitos autorais.</p><p /><p> <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Cade quer o fim de dúvidas</title>

<pubDate>Ter, 15 Mai 2007 17:07:12 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070515_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-15  <p>O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) deve acabar de vez com duas dúvidas de empresas nos negócios, se forem editadas novas súmulas. Estão em consulta pública, até o dia 24 de maio, duas propostas de súmulas que trarão segurança jurídica para empresas, segundo o advogado Eduardo Caminati, especialista em direito econômico. A primeira é sobre a aquisição de participação minoritária pelo sócio majoritário. O Cade aponta regras para a transação. A segunda trata do momento em que o órgão deve ser avisado quando uma empresa vence um edital de licitação. A proposta é que a notificação seja feita após 15 dias úteis, a partir da assinatura do contrato. Se as novas súmulas forem editadas, cada vez que empresas fizerem uma dessas transações basta seguí-las para evitar multas. O advogado diz que os assuntos já geraram várias dúvidas às empresas e, por isso, é importante que o Conselho tenha um posicionamento definido para sanar de vez qualquer controvérsia. Atualmente, o Cade tem uma única súmula que trata de faturamento. A consulta pública está no site <a href="http://www.cade.gov.br/">www.cade.gov.br</a>. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>TAM é condenada por crise aérea</title>

<pubDate>Seg, 14 Mai 2007 14:51:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070514_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-14  <p>A justiça do Rio de Janeiro condenou a TAM a indenizar um passageiro por causa do caos aéreo que tomou conta do país no fim de 2006. O passageiro, defendido pelo advogado Renato César de Araújo Porto, alegou que seu vôo teve atraso de 13 horas no dia 22 de dezembro do ano passado. Ele argumentou também que teve a bagagem extraviada e desembarcou no aeroporto do Galeão e não no Santos Dumont conforme estava previsto. A TAM usou vários argumentos para tentar evitar a condenação. De acordo com a empresa, no feriado de natal, houve um imprevisto operacional por causa da manutenção não programada de seis aeronaves, fortes chuvas em São Paulo e problemas na malha aérea por causa da greve dos controladores de vôo. A justiça rejeitou as alegações por entender que os fatos não isentam a empresa aérea da responsabilidade com o consumidor. Agora, a TAM está obrigada a pagar 2 mil reais de indenização. A empresa ainda pode recorrer.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Herança do governo para empresas</title>

<pubDate>Sex, 11 Mai 2007 17:13:46 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070511_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-11  <p>O Senado deve decidir, na quarta-feira (16/5), se transfere uma responsabilidade do governo para empresas. A Comissão de Serviços de Infra-estrutura vai debater o projeto de lei que obriga operadoras de celular a instalarem bloqueadores de sinais em penitenciárias estaduais e federais. Tudo isso para evitar que presos usem celulares dentro das penitenciárias para articular vários tipos de crimes com seus comparsas que estão livres. O poder público deveria ter competência para evitar a entrada de celulares em presídios. Não tem. E agora está prestes a ser aprovado um projeto que obriga as empresas a fazerem o papel do Estado. Segundo o advogado empresarial Rodrigo de Mesquita Pereira, do MPMAE Advogados, se o projeto virar lei, haverá transferência indevida à iniciativa privada de mais um dever que deixa de ser cumprido pelo poder público. Para o advogado, a solução encontrada é simplista e inadequada para um problema complexo.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Tudo começa no call center</title>

<pubDate>Sex, 11 Mai 2007 10:58:04 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070511_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-11  <p>O primeiro passo para uma empresa evitar processos judiciais é ter um call center decente. Há setores de atendimento de grandes empresas, no Brasil, que mais lembram quadros humorísticos que criticam o serviço público quando alguém precisa de qualquer informação. A professora da PUC de São Paulo, Maria Stella Gregori, consultora de empresas para assuntos do consumidor, diz que a maioria dos clientes tenta resolver o problema na companhia antes de ir à justiça. Apenas uma pequena parcela não quer nem papo e bate direto na porta do Judiciário. Segundo Maria Stella, as empresas se conscientizaram da necessidade do call center a partir da entrada em vigor do Código de Defesa do Consumidor, na década de 90. Entretanto, muitos setores de atendimento ainda não conseguem dar vazão ao número de reclamações que lhes chegam. E, por isso, os casos vão parar nos tribunais. Um dos setores mais processados hoje é o de telefonia. Eu me lembro que, em uma ocasião, cheguei a ligar mais de 20 vezes durante um ano para uma empresa resolver problemas de internet até que decidi trocar o serviço pelo da concorrente. Cansei de gastar mais de 30 minutos no telefone cada vez que ligava para resolver esses pepinos. Desisti. Pedi o cancelamento do serviço. Nesse dia, o call center funcionou e chegou a oferecer inclusive isenção de pagamento de taxa por um mês, entre outras vantagens. Tarde demais. Não fui à justiça, mas preferi abandonar a empresa e não me irritar mais. Foi uma boa idéia.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Bancos não têm cuidados básicos</title>

<pubDate>Qui, 10 Mai 2007 15:20:57 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070510_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-10  <p>Os bancos precisam de um sistema eficaz de controle na hora de fazer financiamentos. Vira e mexe são condenados por permitirem a abertura de financiamentos com base em documentos falsos. Esta semana, por exemplo, a 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso mandou o Itaú pagar indenização de 17 mil reais por danos morais. O banco mandou o nome de um consumidor indevidamente para o cadastro de inadimplentes. Para tanto, alegou que ele deixou de pagar a fatura de financiamento de um carro. O consumidor alegou que nunca fez o tal financiamento. O Itaú ainda tentou convencer a justiça de que foi induzido a erro pela apresentação de documentos falsificados na abertura do financiamento. Não adiantou usar esse argumento. O TJ de Mato Grosso deu razão ao consumidor. Mas o banco ainda pode recorrer.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Dell ganha briga judicial</title>

<pubDate>Qua, 09 Mai 2007 11:21:32 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070509_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-09  <p>A Dell Computadores do Brasil obteve uma vitória na justiça gaúcha. A empresa divulgou o preço errado de um notebook em seu site e um consumidor fez a compra em seis vezes. Chegou a pagar uma parcela no cartão de crédito. Após o débito da primeira parcela, ele foi informado que o negócio seria desfeito. O dinheiro foi devolvido. Motivo: o preço real era 60% superior ao ofertado no site. O consumidor entrou na justiça e insistiu em manter o negócio. O interessante é que a justiça gaúcha, nesse caso, não levou em consideração artigos do Código de Defesa do Consumidor que tratam da obrigatoriedade da oferta feita pelo fornecedor. Preferiu aplicar os princípios da boa-fé, equilíbrio e vedação ao enriquecimento sem causa. A justiça concluiu que houve apenas um erro da empresa e não propaganda enganosa ou prática abusiva. Sorte da Dell. O consumidor ainda pode recorrer.</p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title>Collor contra a Chrysler</title>

<pubDate>Ter, 08 Mai 2007 16:18:07 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070508_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-08  <p>O site <em>Espaço Vital</em> trouxe à tona, nesta terça-feira (8/5), uma ação movida pelo senador Fernando Collor de Mello contra uma revendedora da Chrysler. O processo não é novo. Começou em 1999 e ainda não foi julgado na 16ª Vara Cível de Porto Alegre. Mas o que chama atenção é o motivo que ele entrou na justiça e os argumentos sobre o confisco da poupança. Collor não gostou de uma propaganda da revendedora que tinha as seguintes mensagens: Algumas pessoas fazem qualquer coisa para comprar um Chrysler 300M; depois de conhecer as condições especiais do Franklin [Franklin Distribuidora de Veículos], você vai ver que não precisa confiscar a poupança de ninguém para comprar um Chrysler. Collor aparecia na foto do comercial. No processo, o advogado de Collor alegou que houve uso indevido de imagem. E para explicar o confisco da poupança, afirmou: tornado presidente de um país falido, com os bens públicos e particulares, no exterior, sendo aprisionados, como ocorreu com navios e aeronaves; com milhares de estudantes impossibilitados de receberem recursos ou qualquer remessa de numerários, uma das medidas que se ofereceu, foi o congelamento da poupança. Para o advogado, o fato foi usado tendenciosamente no anúncio. Apesar de o caso tramitar há mais de cinco anos na justiça, não há previsão de julgamento.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>A cruzada da Insulfilm </title>

<pubDate>Seg, 07 Mai 2007 20:58:49 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070507_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-07  <p>A empresa Insulfilm do Brasil resolveu travar uma luta contra concessionárias, revendedoras e lojas concorrentes que usam o seu nome para vender películas de vidros de carro. Foram enviadas 300 notificações para que elas parem de comercializar produtos com o seu nome. A empresa entrou, por enquanto, com oito ações na Justiça e obteve cinco liminares favoráveis para busca e apreensão de películas, banners e materiais publicitários. Nos próximos três meses, devem ser ajuizadas outras ações. As liminares favoráveis foram conseguidas em Porto Alegre, Vitória, Campo Grande e São Paulo. <br /></p>]]></description>

</item>
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<title>Lei que reduz ICMS está em jogo</title>

<pubDate>Seg, 07 Mai 2007 16:46:56 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070507_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-07  A lei estadual do Paraná, que reduziu de 18% para 12% a alíquota do ICMS para comercialização de máquinas e equipamentos de terraplanagem, pode ser derrubada no Supremo Tribunal Federal. O caso está nas mãos do ministro Carlos Ayres Britto, relator da ação direta de inconstitucionalidade proposta pelo governador do estado do Paraná, Roberto Requião. O governador quer a suspensão da lei da Assembléia Legislativa. Para tanto, alega que a regra fere a Lei de Responsabilidade Fiscal por não prever compensação financeira para a perda de receitas do estado. A legislação, no entanto, ganhou um reforço. Em um novo capítulo da batalha, o procurador-geral da República, Antônio Fernando Souza, opinou pela constitucionalidade da lei. O parecer foi enviado ao STF. ]]></description>

</item>
<item>
<title>Banco é proibido de cobrar tarifa</title>

<pubDate>Sex, 04 Mai 2007 17:12:21 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070504_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-04  <p>O Banco General Motors está proibido de cobrar de consumidores a tarifa de emissão do boleto nos contratos de abertura de crédito e arrendamento mercantil. A proibição foi feita pela 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O Ministério Público alegou, na justiça, que o banco condiciona o financiamento de bens e produtos ao pagamento de tarifa bancária por folha de carnê emitida. Ela é conhecida como tarifa de manuseio. A relatora do caso no TJ fluminense, desembargadora Marilene Melo Alves, considerou a cobrança ilegal. O banco tem prazo de 90 dias para cumprir a determinação, mas ainda pode recorrer.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>GE deve indenizar Transbrasil</title>

<pubDate>Qui, 03 Mai 2007 14:40:34 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070503_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-03  <p>A justiça paulista tardou. Depois de cinco anos, decidiu que a dívida de 2,7 milhões de dólares, alegada pela General Electric para tirar a Transbrasil do ar, já havia sido paga. Agora, a GE está obrigada a indenizar a empresa aérea pelos prejuízos causados com a falência por conta de uma dívida que já estava paga. O juiz Mário Chiuvite Júnior, da 22ª Vara Cível de São Paulo, afirmou que a Transbrasil pagou seis notas promissórias cobradas pela GE. Para ele, ficou provado que a empresa pagou 21,9 milhões de dólares para saldar uma dívida total de 19,6 milhões de dólares. Ou seja: pagou mais do que devia. O escritório que representa a Transbrasil, Teixeira, Martins e Advogados, vai encaminhar a determinação de primeira instância ao Tribunal de Justiça paulista, ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal. Os tribunais estão analisando outros aspectos da mesma questão. A GE ainda pode recorrer.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Processar empresa pode ser furada</title>

<pubDate>Qui, 03 Mai 2007 10:15:04 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070503_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-03  <p>As operadoras de telefonia, os bancos e os planos de saúde são os alvos preferenciais de consumidores que entram na justiça. Mas, muitas vezes, eles somente entram na briga para perder tempo, dinheiro e paciência. Quando os tribunais passam a decidir reiteradamente a favor das empresas em certos assuntos, insistir na batalha não é uma boa idéia. Segundo a advogada Roberta Costas, do Tess Advogados, nesses casos consumidores apenas vão enfrentar a burocracia e a lentidão da justiça, gastar dinheiro e depois perder a causa. Ela menciona, por exemplo, a enxurrada de ações ajuizadas contra a cobrança de assinatura básica mensal de telefone. As empresas levaram a melhor, na maioria das vezes, na justiça.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Aéreas têm prejuízos com fraudes</title>

<pubDate>Qua, 02 Mai 2007 09:48:15 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070502_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-05-02  <p>As empresas aéreas têm prejuízos de 600 milhões de dólares, anualmente, com fraudes. O valor foi apontado em um estudo feito pela Deloitte e Associação Internacional de Auditores Internos de Transportadoras Aéreas e divulgado pelo Jornal de Negócios, de Portugal. Pior: as fraudes aumentaram cinco vezes desde a última pesquisa feita há seis anos. O estudo mostrou que 79% das empresas aéreas foram vítimas de fraudes no último ano. A maior parte dos prejuízos vem da fraude com cartão de crédito. Outros delitos apontados foram: falsificação ou roubo de bilhetes, falsas reclamações sobre bagagens e cheques sem fundo. O estudo, feito no fim do ano passado, foi embasado nas respostas fornecidas por 180 companhias aéreas.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Banco deve devolver dinheiro</title>

<pubDate>Seg, 30 Abr 2007 10:12:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070430_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-30  <p>A Suprema Corte de Justiça argentina mandou o Banco de la Provincia, de Buenos Aires, devolver o dinheiro de quase dois milhões de clientes, de acordo com informações do site <a href="http://www.clarin.com/">www.clarin.com</a>, desta segunda-feira (30/4). O banco debitou em contas de clientes, sem autorização, um seguro por roubo em caixas eletrônicos. Durante dois anos, foi descontado um peso mensalmente. O caso foi levado à justiça por uma associação de consumidores. Agora, o banco terá de depositar nas contas dos usuários as quantias cobradas indevidamente. De acordo com cálculos do perito judicial, os valores chegam a 60.000.000 pesos. No Brasil, descontos indevidos feitos por bancos também têm sido discutidos nos tribunais. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>ABN Amro é punido por causa de fila</title>

<pubDate>Sex, 27 Abr 2007 20:18:47 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070427_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-27  As leis que punem bancos, por causa de espera de clientes em filas, estão pegando mesmo em todo o país. Em uma nova decisão judicial, desta vez do Rio de Janeiro, o ABN Amro foi condenado a pagar indenização de mais de mil reais para um consumidor. Ele esteve três vezes em uma agência de Petrópolis e, para ser atendido, esperou por quase uma hora. Inicialmente, o consumidor entrou com três ações diferentes contra o banco. Todas foram rejeitadas. A justiça entendeu que houve má-fé e que ele pretendia enriquecer com a causa. O consumidor, então, ajuizou três recursos. Dois foram julgados a seu favor e outro ainda será analisado. Em um dos recursos, a justiça afirmou que houve violação da Lei estadual 4.223/2003, que fixa o limite de 20 minutos de espera na fila. <br />]]></description>

</item>
<item>
<title>Pão de Açúcar é condenado</title>

<pubDate>Sex, 27 Abr 2007 12:14:42 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070427_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-27  A justiça trabalhista decidiu que o Grupo Pão de Açúcar deve pagar 30 mil reais de indenização para uma ex-empregada chamada de ladra. O site do Tribunal Superior do Trabalho informa, nesta sexta-feira (27/4), que a funcionária foi contratada para trabalhar no Extra, onde houve a confusão. Por causa de um engano na apuração dos valores depositados nos malotes, dois chefes interrogaram e humilharam a então empregada. O caso se espalhou entre os funcionários e foi parar na justiça. A ex-empregada levou a melhor. Ao contrário de antigamente em que empregados apenas reivindicavam direitos trabalhistas na justiça, hoje a maior parte deles pede também indenização por danos morais quando há humilhação no ambiente de trabalho. Empresas precisam ficar atentas ao fato de que não basta mais apenas pagar todos os direitos trabalhistas, é preciso treinar chefes para que tratem os subordinados com cordialidade. Em casos de suspeitas de furtos, atitudes precipitadas somente complicam o meio de campo quando ex-funcionários resolvem partir para o ataque judicial.<br />]]></description>

</item>
<item>
<title>Organizadora do RBD desafia justiça</title>

<pubDate>Qui, 26 Abr 2007 15:51:13 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070426_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-26  
<p>As empresas patrocinadoras da turnê do grupo mexicano RBD, no Brasil, precisam ficar atentas a um impasse judicial. O juiz João Luís Fischer Dias, da 9ª Vara Cível de Brasília, proibiu todos os shows do grupo mexicano no país esta semana. O pedido de liminar foi feito à justiça pelo Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais) para garantir o pagamento de direitos autorais para a Sociedad de Autores y Compositores de Musica, instituição que arrecada os direitos autorais de execução pública no México. Como o primeiro show já aconteceu na quarta-feira (25/4), após a proibição judicial, a RR Produções, organizadora da turnê brasileira, está obrigada a pagar multa de 200 mil reais. O Ecad pediu, anteriormente, para a empresa fazer um depósito prévio de 60% da receita estimada para a lotação de cada espaço. Como o depósito não foi feito, o caso foi parar na justiça. Agora, a RR Produções terá de pagar multa a cada show realizado após a proibição. A questão ainda pode ser revertida favoravelmente para a empresa. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresas podem parcelar dívidas</title>

<pubDate>Qui, 26 Abr 2007 10:49:31 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070426_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-26  <p>Acaba de surgir outra nova chance para empresas de alguns estados brasileiros parcelarem débitos de ICMS em até 180 meses. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou a iniciativa, este mês, para o alívio das devedoras. Segundo a advogada tributarista Ana Cláudia Queiroz, do escritório Maluly Jr., o parcelamento era esperado por empresas que querem quitar os débitos contraídos até o fim de 2006. Além do prazo, estão previstas as reduções de multas e juros. Outras vantagens: empresas que fizerem o parcelamento irão obter certidões negativas de débitos para participar de licitações e sócios processados por sonegação podem pedir a suspensão da ação penal na justiça. A regra vale para São Paulo, Acre, Alagoas, Amapá, Paraíba, Paraná, Rondônia e Roraima. As empresas dessas regiões têm até o fim de setembro para optarem pelo parcelamento.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Governo tem de indenizar Varig</title>

<pubDate>Qua, 25 Abr 2007 18:40:32 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070425_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-25  O Superior Tribunal de Justiça decidiu, nesta quarta-feira (25/4), que a antiga Varig deve receber indenização do governo por quebra do equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão. A Varig, representada pelo Wald Advogados Associados, alegou que o congelamento de tarifas prejudicou sua saúde financeira. Agora, estima-se que o valor devido pelo governo seja de 3 bilhões de reais. O julgamento no STJ teve 7 votos favoráveis para a empresa e apenas um contrário. O governo ainda pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal para barrar a indenização. Em outro julgamento, também nesta quarta, os ministros decidiram que apenas a 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro pode resolver qualquer assunto sobre a venda da antiga Varig para a nova Varig, que hoje é representada pelo advogado Cristiano Zanin Martins. O caso é anterior à venda da Varig para a Gol. ]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresas que insistem no erro</title>

<pubDate>Qua, 25 Abr 2007 10:17:30 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070425_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-25  <p>As empresas não podem registrar na carteira de trabalho de seus empregados nada que os impeça de arranjar outro emprego posteriormente. Apesar da proibição constar na legislação trabalhista, ainda há as que insistem na prática. Esta semana, por exemplo, o Tribunal Superior do Trabalho condenou uma empresa a pagar indenização de 10 mil reais a um ex-empregado por danos morais. Motivo: a empresa anotou em sua carteira de trabalho informação sobre uma ação trabalhista movida por ele. Fez questão de registrar no documento que o acerto final ocorreu por determinação judicial. O empregado alegou na justiça que ficou dois anos sem conseguir emprego por causa disso. Segundo o advogado Marcel Cordeiro, professor da PUC de São Paulo, ainda há muita desinformação de alguns setores de Recursos Humanos sobre a lei. O professor diz que uma das anotações mais comuns feitas é a de que a demissão foi por justa causa. Outro motivo para empresas irem parar no banco dos réus.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Vitória da Cargill na justiça</title>

<pubDate>Ter, 24 Abr 2007 14:39:20 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070424_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-24  <p>A Cargill pode manter suas atividades comerciais no terminal do Porto de Santarém, no Pará. A 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região confirmou uma sentença anterior no mesmo sentido. Agora, não haverá a interrupção do funcionamento do terminal, mas a empresa está obrigada a apresentar o Estudo de Impacto Ambiental. E mais: recompor os danos ambientais decorrentes das operações de instalação e funcionamento do Terminal Graneleiro. O estudo terá a fiscalização do Ibama. </p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title>O cerco contra os bancos</title>

<pubDate>Seg, 23 Abr 2007 16:24:27 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070423_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-23  <p>Mais um banco levou a pior na briga com consumidores. Agora, foi a vez do Santander. O juiz Carlos Henrique Abrão atendeu o pedido da Associação Nacional de Defesa da Cidadania e do Consumidor (Anadec) e proibiu o banco de cobrar tarifa de correntistas que emitirem cheques acima de 5 mil reais. E mais: terá de devolver a quantia cobrada de clientes nos últimos dois anos. Anteriormente, o Itaú também foi proibido de cobrar a tarifa. Mas apenas de agora para frente sem a necessidade da devolução. Nos dois casos, os bancos podem questionar as determinações judiciais que valem para todo o Brasil. A multa diária fixada pela justiça, se o Santander descumprir a ordem, é de 100 mil reais. A Anadec move, ainda, processos contra o Unibanco, Banco do Brasil, Nossa Caixa, Bradesco, Citibank e HSBC. A tendência é que essas outras instituições financeiras também sejam derrotadas na batalha.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Dicas do Leão para as empresas</title>

<pubDate>Sex, 20 Abr 2007 08:35:56 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070420_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-20  <p>O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda de empresas começa em maio e vai até 29 de junho. Para evitar problemas com o fisco, é importante que as empresas sigam algumas orientações. O mais complicado é cruzar informações das empresas e suas filiais ou prestadoras de serviços. A Receita pode constatar irregularidades, ainda que não sejam intencionais, e autuá-las por crime tributário. Apesar da dor de cabeça, tudo tem saída. Nestes casos, empresas podem pagar as dívidas depois de notificadas e evitar um processo penal na Justiça. Segundo o tributarista Luiz Felipe Marzagão, há muitos detalhes porque a declaração é complexa e precisa ser feita com base no ramo de atividade e no nível de organização interna. Por isso, todo cuidado é pouco. Veja algumas dicas dadas pelo tributarista:</p><p>A contabilidade deve estar em ordem e servir como base para a apuração do imposto. A empresa não pode cada hora se basear em um demonstrativo de origem diferente.</p><p>Deve-se ter a escrituração de todos os pagamentos efetuados. </p><p>É preciso também prestar atenção no cruzamento de informações. É comum haver o desencontro de dados lançados em fichas diferentes da declaração. Muitos problemas aparecem a partir do cruzamento eletrônico de informações prestadas pela empresa e outras que ela se relaciona.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Contrato da Sul América é anulado</title>

<pubDate>Qui, 19 Abr 2007 18:09:30 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070419_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-19  <p>O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul anulou a cláusula do contrato de um idoso com a Sul América Seguro de Vida e Previdência. Motivo: reajuste de preço por mudança da faixa etária. Os desembargadores consideraram abusiva a conduta da seguradora porque o acordo não previa o reajuste. A Sul América ainda pode recorrer. Apesar de o Código de Defesa do Consumidor proibir que o contrato de empresas seja modificado sem a anuência do cliente, elas insistem na prática. A tentativa costuma ser questionada na justiça e o cliente acaba com a razão.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Credicard deve indenizar cliente</title>

<pubDate>Qui, 19 Abr 2007 11:24:07 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070419_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-19  <p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="mso-bidi-font-size: 14.0pt">O cartão de crédito não pode ser passaporte para a angústia e sim para o alívio. Ele serve para facilitar a vida dos consumidores. O problema é que, em algumas situações, o cartão de crédito só serve para complicar o meio de campo. E quando complica, geralmente, o assunto vira caso de justiça. No Distrito Federal, por exemplo, a Credicard foi condenada pelo Tribunal de Justiça a pagar 5 mil reais de indenização por danos morais para uma servidora pública. Ela foi impedida de fazer uma compra no supermercado porque seu cartão estava bloqueado. O cartão foi recusado quando a servidora tentava pagar as compras, apesar de estar com a fatura paga. A justiça entendeu que a Credicard agiu sem o cuidado devido porque suspendeu o cartão sem comunicar o fato para a cliente. Ainda cabe recurso, mas essa não é a primeira vez que a Credicard é condenada por bloquear cartão de crédito indevidamente.<p /></span></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Azaléia tem de pagar horas extras</title>

<pubDate>Qua, 18 Abr 2007 14:13:45 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070418_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-18  <p>A Azaléia, empresa de calçados, está obrigada a pagar horas extras para uma ex-empregada por reduzir o tempo de horário de almoço e descanso. O caso da ex-empregada foi analisado pelo Tribunal Superior do Trabalho, que manteve a mesma decisão da segunda instância do Rio Grande do Sul. Os ministros derrubaram o combinado em um acordo coletivo que reduziu o tempo para o almoço. Os ministros decidiram que este tipo de regra não pode se sobrepor ao que está previsto na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Pela legislação trabalhista, empregados devem ter uma hora de almoço, caso a jornada de trabalho seja de oito horas. Ministros do TST até admitem a flexibilização de direitos em alguns acordos coletivos, mas geralmente derrubam aqueles em que consideram que a saúde dos trabalhadores é colocada em risco.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Aéreas conseguem reduzir comissões</title>

<pubDate>Qua, 18 Abr 2007 08:55:35 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070418_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-18  <p>As empresas aéreas marcaram um gol na justiça gaúcha em uma ação que discute a redução do valor das comissões repassadas às agências de viagens por venda de passagens. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul permitiu a redução da comissão de 10% para 7% na venda de bilhetes domésticos e de 9% para 6% na comercialização de passagens internacionais. Para o TJ gaúcho, a diminuição do valor da comissão não configura enriquecimento ilícito das empresas.</p><p>O processo, que tramita na justiça desde 2000, é movido pela Associação Brasileira de Agências de Viagens do estado contra empresas aéreas como Varig, TAM, United Airlines, Nordeste Linhas Aéreas Regionais, Continental Airlines e American Airlines, entre outras. A associação ainda pode recorrer da decisão.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Indenização para clientes humilhados</title>

<pubDate>Ter, 17 Abr 2007 15:41:33 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070417_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-17  <p>Na hora de contratar seguranças, hipermercados e supermercados precisam ficar atentos. É comum que seguranças abordem clientes suspeitos de furto de forma constrangedora, o que pode resultar numa ação de indenização por danos morais. Redes de hipermercados como Carrefour e Wal-Mart já foram condenadas em ações judiciais por suspeitas infundadas de seguranças, que agiram de forma inadequada. Recentemente, a rede de supermercados Angeloni, de Santa Catarina, também foi condenada. A justiça mandou a rede pagar 3 mil reais para uma cliente, acusada injustamente de ter furtado um pacote de meia-calça. Ela foi abordada por um dos seguranças da loja, que falava alto, o que despertou a atenção das outros consumidores que faziam compras. A suspeita não passou de um mal entendido e o caso foi parar na justiça.</p><p>Para evitar dor de cabeça, é preciso certificar que os seguranças contratados sabem agir de maneira discreta e educada para não constranger clientes suspeitos. Outra recomendação é que se registre por meio de câmeras de circuito interno o monitoramento tanto dos seguranças quanto dos clientes. Desta forma, a empresa poderá ter provas se a suspeita de furto teve fundamento ou não e se a conduta dos seguranças foi adequada para a situação, segundo o advogado Paulo Roberto Esteves, do Mesquita Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados Associados.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>C&A explica condenação judicial</title>

<pubDate>Ter, 17 Abr 2007 13:07:28 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070417_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-17  <p>A C&amp;A Modas mandou uma nota para o Blog Leis &amp; Negócios para justificar sua recente condenação pelo Tribunal Superior do Trabalho. Os ministros do TST mandaram a C&amp;A pagar indenização para uma vendedora porque o gerente da loja do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre (RS), instalou câmera de vídeo no banheiro feminino para monitorar as empregadas com a intenção de evitar furtos. A rede de lojas afirma que o funcionário, que determinou a instalação por conta própria, foi demitido quando houve apuração interna do caso no começo do processo.</p><p><em>Leia a nota da C&amp;A:</em></p><p>Em relação à decisão do TST - Tribunal Superior do Trabalho sobre o pagamento de indenização a uma ex-funcionária da companhia que relatou a instalação de uma câmera de vídeo para monitorar o vestiário feminino de uma loja no Rio grande do sul, a C&amp;A informa que vem tomando todas as providencias cabíveis para que o episódio seja esclarecido e resolvido da melhor forma possível.</p><p>Conforme a companhia informou no processo em andamento, a C&amp;A, assim que tomou conhecimento do fato, há cerca de três anos, instaurou imediatamente um processo interno. Tão logo identificado, o funcionário que assumiu a responsabilidade por ter instalado a câmera por conta e recursos próprios foi imediatamente desligado. A C&amp;A condena qualquer conduta que desrespeite os direitos de seus funcionários e que contradiga a história de integridade e ética com que sempre conduziu os seus negócios.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>TIM tem de devolver créditos</title>

<pubDate>Seg, 16 Abr 2007 21:18:09 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070416_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-16  <p>A justiça do Paraná mandou a operadora de celular TIM Sul e a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) implantarem, em 60 dias, serviço de devolução de créditos não usados por donos de celulares pré-pagos. A decisão, que vale apenas para consumidores do Paraná, também anulou o limite de prazo de validade para os créditos inseridos até que entre em vigor o novo serviço. A ação foi proposta pela  Defensoria Pública da União porque a TIM e a Anatel não cumpriam o prazo mínimo de validade dos cartões. Por lei, os cartões de 10 reais, por exemplo, têm de ter validade de 90 dias. A TIM, entretanto, limita o tempo de uso para 30 dias. As duas podem ainda recorrer e reverter a situação para levar a melhor. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já sinalizou que operadora de celular pode impor prazo de validade para a utilização dos créditos.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>A Lei do Aprendiz nas empresas</title>

<pubDate>Seg, 16 Abr 2007 14:37:39 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070416_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-16  <p>Apesar das vantagens da Lei do Aprendiz, ainda há empresas que resistem em se adaptar a essa realidade. E, quando o caso vai parar na justiça, são condenadas a pagar multas. Foi o que aconteceu com a rede e drogarias Araújo, de Minas Gerais. O Tribunal Superior do Trabalho condenou as 38 lojas da rede a pagar multa por não contratar o número de aprendizes suficientes previsto na legislação. O cumprimento da lei é obrigatório para empresas com mais de 100 funcionários, que devem ter de 5% a 15% de aprendizes de 14 a 24 anos. As principais vantagens para empresas que cumprem a lei são: o recolhimento mensal de FGTS de 8% passa para 2% para aprendizes, eles não têm direito à estabilidade em caso de doença e não há multa rescisória, aviso prévio nem indenização trabalhista. Além disso, o contrato vale por dois anos.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>C&A invade privacidade e é punida</title>

<pubDate>Sex, 13 Abr 2007 16:50:56 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070413_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-13  <p>A C&amp;A Moda foi condenada a pagar 45 mil reais de indenização por danos morais para uma vendedora. Motivo: o gerente da loja do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre (RS), instalou câmera de vídeo no banheiro feminino para monitorar as empregadas com a intenção de evitar furtos. Os superiores chegavam a comentar as roupas íntimas e as condições físicas das funcionárias no ambiente de trabalho. O Tribunal Superior do Trabalho considerou que houve invasão de privacidade e condenou a empresa. Tribunais têm decidido, constantemente, que esse tipo de atitude viola a privacidade e obrigado empresas a indenizarem.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Consumidores levam a melhor</title>

<pubDate>Qui, 12 Abr 2007 18:26:02 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070412_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-12  <p>As cláusulas de contratos de empresas são interpretadas de forma mais favorável para consumidores na maioria das vezes em que uma encrenca vai parar na justiça. Tribunais tendem a derrubar os contratos assinados e os consumidores geralmente levam a melhor nas batalhas. A justiça tem anulado acordos que deixam consumidores em desvantagem excessiva. O ideal é que empresas façam contratos claros e objetivos em que todos os lados têm vantagens e garantias. Vira e mexe, empresas de cartão de crédito, planos e saúde e seguros de vida são condenados por não observarem esses requisitos. Esta semana, por exemplo, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina condenou a Caixa Econômica Federal a pagar 20 mil reais a um cliente que tinha contratado o seguro de vida oferecido pelo banco. Ele ficou inválido por causa de uma doença grave. O banco se recusou a pagar o prêmio. Alegou que a doença não tinha cobertura. A justiça afirmou que o contrato estava confuso e, por isso, seria interpretado como determina o Código de Defesa do Consumidor: da forma mais favorável ao cliente. A Caixa pode recorrer. Mas a tendência é que a decisão não seja alterada.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Avião e barco sem IPVA</title>

<pubDate>Qui, 12 Abr 2007 14:12:16 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070412_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-12  <p>Quase 20 mil proprietários de aeronaves particulares podem ficar livres de pagar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) no Brasil, se questionarem o pagamento judicialmente. O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta semana que donos de embarcações e aeronaves não devem pagar o imposto. O tribunal julgou o caso de um contribuinte do Rio de Janeiro, dono de uma aeronave. A justiça fluminense decidiu anteriormente que o dono da aeronave deveria pagar o IPVA previsto em uma lei estadual e, por isso, o caso foi parar no STF. Os ministros derrubaram a decisão. O STF já decidiu da mesma forma em outros casos. Segundo o advogado Eduardo Diamantino, do Diamantino Advogados Associados, o número de contribuintes alcançados com a determinação do STF poderia ser maior se todos os estados cobrassem o imposto. Como nem todos os estados fazem a cobrança, muitos proprietários transferem documentos da aeronave de local para se livrar do ônus.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>AmBev é condenada por humilhar</title>

<pubDate>Qua, 11 Abr 2007 11:16:34 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070411_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-11  <p>As brincadeiras feitas em empresas para melhorar o ambiente de trabalho e incentivar os vendedores a atingirem metas geralmente são consideradas humilhantes pela justiça. Foi o que aconteceu recentemente com a AmBev (Companhia Brasileira de Bebidas). O Tribunal Superior do Trabalho condenou a fabricante de refrigerantes e cervejas a pagar 50 mil reais de indenização por danos morais a um supervisor de vendas. Motivo: ele era obrigado a fazer flexões de braço todas as vezes que não alcançava os objetivos traçados pela empresa. O TST aceitou o argumento do ex-empregado de que a atitude o submetia a humilhação e o deixava numa situação extremamente vexatória. A justiça trabalhista tem assegurado em casos como esse o direito de indenização por assédio moral.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Contrato da Credicard é anulado</title>

<pubDate>Qua, 11 Abr 2007 09:08:41 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070411_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-11  <p>A Credicard deve anular uma cláusula contratual prevista no contrato de três consumidoras. O dispositivo prevê que o cliente deve pagar pelas compras feitas após o furto do cartão de crédito. A decisão partiu da Justiça de Goiás e beneficia apenas as três clientes da operadora, que reclamaram da exigência. Elas tiveram seus cartões furtados e receberam a fatura de gastos que não eram delas. O desembargador Leobino Valente Chaves considerou que o contrato colocava as clientes em desvantagem excessiva, além de ferir o Código de Defesa do Consumidor. Valente Chaves afirmou, ainda, que não é possível excluir a responsabilidade da administradora. Tribunais têm entendido constantemente que cláusulas abusivas merecem ser anuladas por ofender a lei que protege o consumidor. Ainda cabe recurso no caso.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>HSBC é punido por espera em fila</title>

<pubDate>Ter, 10 Abr 2007 16:40:16 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070410_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-10  <p>Esperar muito tempo em fila de banco para ser atendido pode se tornar um bom negócio para os clientes e um péssimo negócio para a instituição financeira. Exemplo disso é a decisão que foi dada pelo juiz Yale Sabo Mendes em ação movida contra o HSBC, em Cuiabá (MT). Ele mandou o banco pagar 4 mil reais de indenização por danos morais para um cliente que passou 46 minutos na fila. Ele queria apenas pagar suas contas. Mendes aplicou ao caso a lei municipal que determina atendimento no prazo máximo de 15 minutos contados a partir do momento em que o cliente entra na fila. O juiz afirmou que os bancos se recusam a cumprir leis municipais por acreditarem que estão acima das normas. O banco ainda pode contestar a determinação. Consumidores têm direito de serem atendidos rapidamente, mas isso ainda é uma pedra no sapato dos bancos. Muitos ainda não conseguem a agilidade necessária. O direito de os municípios criarem leis sobre espera na fila de banco já foi reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal. Assim, cada cidade pode estabelecer o tempo máximo de espera. Se o banco não cumprir a ordem, pode pagar multa fixada pelo município em lei e ainda ser condenado judicialmente a pagar indenização.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>O uso de ICMS por empresas</title>

<pubDate>Ter, 10 Abr 2007 12:52:59 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070410_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-10  <p>As empresas de São Paulo ganharam um argumento na justiça para tentar usar créditos de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) dos meses de janeiro, fevereiro e março para abater o próprio imposto. Os créditos são referentes às operações de uso e consumo, energia elétrica e telecomunicações. Recentemente, o juiz Ronaldo Frigini autorizou uma distribuidora de produtos químicos e suas filiais no estado a usar os créditos. Pela Lei Complementar 122, de 2006, somente em 2011 os créditos poderiam ser utilizados. O juiz entendeu que houve um aumento disfarçado de tributo. A decisão beneficia apenas a distribuidora e suas filiais representadas pelos advogados Nelson Monteiro Júnior e Rodrigo Helfstein do escritório Monteiro, Neves e Fleury, mas pode ser usada em processos para embasar outros casos semelhantes.<br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Chrysler é obrigada a pagar imposto</title>

<pubDate>Seg, 09 Abr 2007 21:11:30 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070409_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-09  <p>A DaimlerChrysler Leasing Arrendamento Mercantil, braço financeiro da montadora de automóveis Chrysler, não conseguiu se livrar da obrigação de pagar ISS (Imposto Sobre Serviço) ao município de Itajaí, em Santa Catarina. O pedido da empresa foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça. Esta é a terceira vez que a Chrysler tenta reverter a decisão judicial. O STJ tem decidido em diversas ocasiões que esse imposto deve ser pago em casos de leasing. O advogado Gerson Gimenes, do Maluly Jr. Advogados, explica que está cada vez mais difícil para empresas dedicadas exclusivamente à atividade de leasing ou bancos contestar a incidência do ISS porque o STJ já editou súmula sobre o tema. Para a justiça, está claro a incidência do imposto.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Aéreas e a velha prática que irrita</title>

<pubDate>Seg, 09 Abr 2007 08:51:29 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070409_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-09  <p><span style="FONT-SIZE: 14pt; FONT-FAMILY: Arial"><font size="3">As empresas aéreas tomaram um puxão de orelha da justiça gaúcha por tabela em um processo movido contra a TAM pela prática de overbooking. O desembargador Bayard Ney de Freitas Barcellos, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, analisou o pedido de indenização de dois passageiros impedidos de embarcar pela TAM apesar de terem comprado os bilhetes aéreos com um mês de antecedência. Ele reconheceu que houve danos morais para os passageiros e mandou a empresa pagar uma indenização de 20 salários mínimos. Barcellos disse que, infelizmente, o overbooking já se tornou uma prática corriqueira das companhias aéreas. E mais: não é possível afastar a responsabilidade delas pela prestação defeituosa do serviço. Não é a primeira vez que a justiça decide condenar uma empresa aérea por esse motivo. Freqüentemente, as companhias levam a pior em ações movidas por passageiros que não conseguem embarcar. Elas até poderiam evitar as punições financeiras se o overbooking fosse permitido pela legislação. O problema é que o Código Aéreo e o Código de Defesa do Consumidor não permitem a prática. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) pode aplicar multas de até 4 mil por passageiro que não conseguir embarcar. O Código Aéreo prevê o direito de ressarcimento nesses casos assim como o Código de Defesa do Consumidor.</font></span></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Os motivos para processar empresas</title>

<pubDate>Qui, 05 Abr 2007 09:12:30 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070405_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-05  <p>A falta de pagamento de horas extras é a maior justificativa para funcionários levarem empresas para o banco dos réus na justiça do trabalho. Pelo menos é o que mostra um levantamento feito pelo advogado trabalhista José Guilherme Mauger, do escritório Pompeu, Longo, Kignel &amp; Cipullo. O advogado analisou 2 mil processos trabalhistas movidos por ex-funcionários contra empresas. Cada ação trabalhista sempre tem mais de um pedido. Por isso, ele quantificou o percentual de cada reivindicação. Apesar de o pedido de indenização por dano moral estar em alta em casos trabalhistas, ele ainda não é uma das primeiras razões para se acionar empresas.  Veja quais são os cinco motivos mais comuns apontados por ex-empregados nos tribunais:</p><p>1º - Falta de pagamento de horas extras (32%)<br />2º - Falta de pagamento de férias (25%)<br />3º - Falta de depósito de FGTS (24%)<br />4º - Falta de aviso prévio (23%)<br />5º - Equiparação salarial (13%)</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>O peso dos impostos em produtos</title>

<pubDate>Qua, 04 Abr 2007 09:31:07 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070404_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-04  <p>Você já teve curiosidade para saber quanto paga em impostos quando compra um produto? Se sim, em breve talvez isso seja possível. Tramita no Senado um projeto de lei que prevê a obrigação. Se a proposta virar lei, todas as notas fiscais de empresas deverão especificar os valores dos tributos pagos em qualquer compra. A Comissão de Defesa do Consumidor, do Senado, vai discutir o assunto na terça-feira (10/4) em uma reunião. Segundo o advogado tributarista Paulo Carnaúba, consumidores brasileiros não têm noção dos valores dos impostos e do peso da carga tributária que incidem diretamente sobre serviços e produtos consumidos. Para ele, o brasileiro precisa desenvolver uma consciência fiscal. O tributarista lembra que, nos Estados Unidos e na Europa, os tributos pagos no consumo de produtos e serviços são destacados nas notas fiscais há décadas. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Apple se defende de acusação</title>

<pubDate>Ter, 03 Abr 2007 14:12:59 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070403_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-03  <p>A Apple divulgou um comunicado, nesta terça-feira (3/4), para afirmar que a política de vendas da loja virtual iTunes não viola as leis da concorrência na Europa. A empresa e gravadoras são acusadas de impor restrições para a aquisição de músicas on-line, de acordo com informações do site Portugal Diário.</p><p>A Comissão Européia, que investiga práticas anti-concorrenciais, já enviou um comunicado para a Apple e para as gravadoras. O envio é um passo formal nas investigações. As empresas têm, agora, dois meses para apresentar a defesa por escrito. Se concluir que houve violação das leis, a Comissão Européia pode aplicar multa de até 10% do faturamento anual da empresa. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Prévia do STF é favorável a empresário</title>

<pubDate>Seg, 02 Abr 2007 19:12:33 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070402_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-02  <p>Acusados de sonegação fiscal têm motivos para comemorar uma decisão do Supremo Tribunal Federal. Nesta segunda-feira (2/4), os ministros decidiram encerrar um inquérito contra o deputado federal Ciro Nogueira (PP-PI), ex-dirigente do River Atlético Clube, do Piauí. Ele quitou uma dívida com o INSS antes da abertura do inquérito, que agora deve ser extinto por ordem do Supremo. Apesar de a justiça já ter várias decisões favoráveis a empresários nesses casos, o julgamento é uma prévia da ação direta de inconstitucionalidade que será analisada pelo STF em breve. Na ação, a Procuradoria-Geral da República contesta o artigo 9º da Lei 10.684 de 2003. Ele prevê o fim da ação penal quando os débitos tributários são parcelados ou quitados. A tendência é que os ministros mantenham o posicionamento favorável a empresários acusados de não pagar tributos.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Itaú é proibido de cobrar tarifa</title>

<pubDate>Seg, 02 Abr 2007 10:13:04 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070402_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-04-02  <p>A Justiça de São Paulo proibiu o banco Itaú de cobrar tarifa de correntistas que emitirem cheques acima de 5 mil reais. O banco costuma cobrar uma taxa de 16 reais nesses casos. Se não cumprir a determinação, o Itaú poderá pagar multa de 100 mil reais por dia. A determinação é do mês de março e ainda cabe recurso. A tarifa foi questionada judicialmente pela Associação Nacional de Defesa da Cidadania e do Consumidor (Anadec). Outros bancos que se cuidem. A Anadec investiu também contra o Unibanco, Banco do Brasil, Nossa Caixa, Bradesco, Citibank, Santander, Safra, Sudameris e HSBC, entre outros. Ainda não há resultado em ações movidas contra esses outros bancos, mas a justiça pode levar em conta a decisão que faz a proibição ao Itaú.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Sonegação fiscal na pauta do STF</title>

<pubDate>Sex, 30 Mar 2007 17:07:22 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070330_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-30  <p>Empresários acusados de sonegação fiscal devem ter o processo criminal encerrado, se pagam a dívida tributária? A pergunta deve voltar a ser respondida pelo Supremo Tribunal Federal, em breve, em uma ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pela Procuradoria-Geral da República. A justiça tem decidido que o pagamento da dívida tributária é motivo suficiente para se colocar um ponto final na história. O caso voltará ao debate justamente por causa dessa ação, que ainda não tem data definida para julgamento. Mas, na segunda-feira (2/4), ministros se reunirão para resolver um caso específico semelhante. O julgamento pode ser uma prévia dos ministros para o julgamento da ação. O advogado criminalista Rodrigo Dall Acqua, do escritório Oliveira Lima, Hungria, Dall Acqua &amp; Furrier, diz que haverá um retrocesso para empresários se o Supremo mudar o posicionamento adotado até hoje. Agora, só resta esperar a prévia de segunda-feira. Se nenhum ministro pedir adiamento do julgamento, a questão será respondida para reduzir ou aumentar a angústia de empresários.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Vitória em dose dupla</title>

<pubDate>Sex, 30 Mar 2007 12:06:39 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070330_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-30  <p>Passou despercebida uma vitória que empresas conquistaram esta semana no Supremo Tribunal Federal. Os ministros decidiram que elas estão dispensadas de oferecer bens como garantia à Receita Federal quando deixam de depositar 30% do valor da dívida tributária discutida para recorrer administrativamente. Divulgou-se amplamente apenas que a cobrança foi derrubada. Mas a garantia de bens em vez de o depósito do percentual também era uma pedra no sapato das empresas. O advogado tributarista Mário Costa explica que o mero oferecimento dos bens nunca os tornou indisponíveis e sempre foi melhor que depositar os 30% exigidos pela Receita. Mas a alternativa também gerava incômodo. No caso de se oferecer imóvel, por exemplo, a informação passa a constar na sua matrícula e há muita burocracia para o cancelamento quando é vendido. Agora, empresas podem comemorar a dupla vitória. <br /></p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Bradesco deve mudar contratos</title>

<pubDate>Qui, 29 Mar 2007 15:26:55 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070329_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-29  <p>O Tribunal de Justiça do Distrito Federal decidiu como o banco Bradesco deve elaborar seus contratos de empréstimos para aposentados e pensionistas do INSS. Eles deverão ter letras em tamanho 12 e espaço duplo entre as linhas. As informações referentes aos riscos do negócio terão de ser escritas em corpo 14 em negrito. E os juros explicados em linguagem direta. Todas as exigências foram tomadas pela justiça após uma ação civil pública ajuizada pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público. Os procuradores alegaram que as mudanças são necessárias porque, diante da oferta de crédito fácil, muitos aposentados e pensionistas fazem empréstimos mesmo sem condições de pagá-los. A justiça afirmou que as modificações são fundamentais para tornar mais claras as obrigações assumidas pelos clientes. O Bradesco, que tem 60 dias para alterar os contratos, pode recorrer da determinação.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Presidente fica fora na venda da Varig</title>

<pubDate>Qua, 28 Mar 2007 20:21:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070328_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-28  <p><font>O presidente da Varig, Guilherme Laager, foi mantido à margem das negociações 
na compra da Varig pela Gol. Motivo: ele colocou a operação em risco desafiando 
as normas que vedam a divulgação de notícias que possam interferir no valor das 
ações das empresas no Brasil e no exterior. Há fortes suspeitas de que o 
presidente da Varig tenha vazado informações para a imprensa sobre a operação 
antes da hora. <a target="_blank" href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/m0125597.html"><b>A Gol anunciou</b></a>, nesta quarta-feira (28/3), a compra da 
Varig por US$ 275 milhões. </font></p>
]]></description>

</item>
<item>
<title>STF derruba cobrança para empresas</title>

<pubDate>Qua, 28 Mar 2007 20:19:22 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070328_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-28  <font>O Supremo Tribunal Federal colocou um ponto final na cobrança feita pela Receita 
e pelo INSS às empresas. Por 9 votos a 1, os ministros decidiram que é 
inconstitucional a exigência da cobrança de 30% do valor da dívida em questão 
para que as empresas possam recorrer administrativamente. Elas aguardavam o 
desfecho do caso com ansiedade. O depósito é feito sem que haja provas 
suficientes de que a dívida realmente existe, o que é um absurdo, na opinião do 
advogado Igor Mauler Santiago, do escritório Sacha Calmon. Apesar de o caso 
julgado ter sido específico, agora abre precedentes para todas as empresas 
deixarem de cumprir a obrigação ou tentarem reaver quantias já depositadas. 
Segundo a advogada tributarista, Ana Cláudia Queiroz, do Maluly Jr, as empresas 
devem ir à justiça e pedir a devolução dos depósitos feitos nos últimos 10 anos. 
</font>
]]></description>

</item>
<item>
<title>Concorrência entre bancos no Senado</title>

<pubDate>Qua, 28 Mar 2007 12:18:06 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070328_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-28  <p>O Senado deve votar esta semana o projeto de lei que transfere ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) o papel de fiscalizar a concorrência entre bancos. A idéia é que o órgão possa abrir investigação contra bancos quando houver indícios de combinação nos valores das tarifas, por exemplo, entre outras práticas irregulares. Hoje, cabe ao Banco Central evitar as práticas abusivas. Para o advogado Rafael Adler, do Azevedo Sette, a proposta tem seus méritos. Ela protege o consumidor e corrige uma antiga distorção. O Banco Central, apesar de ter vasto conhecimento técnico relacionado às operações das instituições financeiras, historicamente não vem aplicando sanções concorrenciais, observa o advogado.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Microsoft ganha round contra pirataria</title>

<pubDate>Ter, 27 Mar 2007 15:30:50 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070327_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-27  <p>Mais uma empresa brasileira foi condenada a pagar indenização para a Microsoft por uso de cópias piratas de seus programas. Desta vez, o caso aconteceu em Brasília. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal confirmou a condenação imposta pela primeira instância para a Encom Engenharia. A justiça mandou a empresa parar de usar os programas, destruir as cópias piratas e pagar o valor da indenização que ainda deve ser apurado. A empresa pode recorrer quando a decisão for publicada, mas a condenação tende a ser mantida com base na lei dos softwares, de 1998. O advogado especialista em tecnologia da informação, Daniel Arbix, do escritório Felsberg, diz que as indenizações geralmente variam de três a dez vezes os valores das licenças nesses casos. Empresas titulares de programas de computadores têm movido ações no Brasil, especialmente em Minas Gerais, em São Paulo e no Rio de Janeiro. As alternativas para empresas, segundo o advogado, são: comprar as licenças dos programas, principalmente os usados na linha de produção, ou adquirir softwares livres gratuitos ou com custos mais baixos. Assim, as empresas evitam a dor de cabeça de serem processadas e até mesmo paralisar as atividades por um período se suas instalações tiverem de passar por perícias judiciais.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Petrobras deve seguir regras</title>

<pubDate>Ter, 27 Mar 2007 10:08:06 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070327_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-27  <p>A Petrobras está obrigada a cumprir medidas de saúde e de segurança para trabalhadores nas unidades de Canoas e de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O Tribunal Superior do Trabalho confirmou decisão da justiça gaúcha que obrigou a empresa a seguir as obrigações. A ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho da 4ª Região depois que o Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo afirmou que os empregados corriam o risco decontaminação por produtos cancerígenos e tóxicos. Agora, a Petrobras deve implementar programas de controle da exposição a produtos químicos, de proteção respiratória, de uso de equipamentos de proteção individual, de prevenção de perdas auditivas ocupacionais e de prevenção de acidentes do trabalho assim como controle médico da saúde dos trabalhadores. A multa diária, em caso de descumprimento das imposições, é de 100 mil reais.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Justiça mantém restrição para a Vale</title>

<pubDate>Seg, 26 Mar 2007 19:22:46 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070326_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-26  A restrição imposta pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para a Companhia Vale do Rio Doce foi mantida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. O Conselho determinou, em 2005, que a Vale vendesse a mineradora Ferteco ou abrisse mão do direito de preferência sobre a produção da Mina Casa de Pedra, da CSN. O motivo da restrição foi que a Vale comprou cinco mineradoras e passou a deter a maior parte da capacidade produtiva de minério de ferro do Brasil. Como o Cade impôs a condição, a Vale foi à justiça. A decisão de primeira instância foi desfavorável para a CVRD e, por isso, ela recorreu. O TRF da 1ª Região manteve o posicionamento anterior. As informações estão no site do Cade (<a href="http://www.cade.gov.br/">www.cade.gov.br</a>). Agora, é esperar para ver o fim dessa novela na justiça porque ainda cabe recurso. ]]></description>

</item>
<item>
<title>STF discute exigência para empresa</title>

<pubDate>Seg, 26 Mar 2007 17:32:40 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070326_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-26  <p>Empresas devem ficar de olho na pauta do Supremo Tribunal Federal, na quarta-feira (28/3). Os ministros voltam a discutir se a Receita Federal ou o INSS podem exigir que empresas depositem 30% da dívida em questão para recorrerem administrativamente. Para o advogado Rodrigo Lázaro, especialista em direito administrativo, a exigência é inconstitucional porque viola o direito da ampla defesa em processos. O advogado explica que as decisões de segunda instância têm sido favoráveis para empresas. Segundo o advogado, há uma tendência de que o Supremo derrube a exigência que tem causado rombo para empresas até mesmo em casos de autuações indevidas. O caso será levado à pauta pelo ministro Cezar Peluso. </p>]]></description>

</item>
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<title>Empresa sem chance de defesa</title>

<pubDate>Sex, 23 Mar 2007 19:05:07 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070323_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-23  <p>O Superior Tribunal de Justiça tomou uma decisão que abre precedente perigoso para empresas: se o governo comprova que os preços praticados estão totalmente abaixo do mercado, é dispensável a abertura do processo administrativo para apurar se houve dumping. Os ministros negaram recurso da OVD Importadora e Distribuidora, do Rio Grande do Sul. A empresa entrou na justiça após o Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) negar o pedido de licença para importação de cabos de aço. A primeira instância concedeu a liminar para autorizar a licença. Houve recurso. O caso foi parar no Tribunal Regional Federal da 4ª Região. De acordo com os desembargadores federais, a proibição poderia ser feita porque os preços estavam mesmo bem abaixo do mercado. A empresa, então, levou o assunto ao STJ. Argumentou que deveria ter um processo administrativo antes da proibição. Não adiantou. Os ministros entenderam que as tabelas apresentadas pelo governo foram suficientes para provar que houve dumping. O advogado especialista em direito comercial e administrativo, Antônio de Almeida e Silva, do Mesquita Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves, discorda do posicionamento. Diz que o processo administrativo garantiria o direito constitucional de defesa da empresa. E, se ficasse comprovada a acusação, o caso deveria ir para os tribunais. Para ele, houve julgamento prévio do Decex. Na maioria das vezes, o Judiciário brasileiro tem entendido que é necessária a instauração do processo administrativo para dar chance de a empresa se defender. Não foi assim desta vez.</p>]]></description>

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<title>Falta de pontualidade prejudica banco</title>

<pubDate>Sex, 23 Mar 2007 09:52:28 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070323_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-23  <p>A pontualidade britânica nunca foi uma qualidade da população brasileira. É comum e tolerável sempre aquele atraso de 10 ou 15 minutos em qualquer situação. Mas para a justiça trabalhista esse tempinho aceitável socialmente é imperdoável. Tanto que a Caixa Econômica Federal foi condenada à revelia porque seu representante chegou atrasado nove minutos em uma audiência trabalhista. No processo movido por um ex-funcionário que se aposentou, em Porto Alegre, a CEF foi condenada a pagar as horas extras reivindicadas sem poder se defender por causa do atraso. A justiça trabalhista entendeu que ela confessou que devia as verbas apenas porque seu representante não chegou no horário. O advogado do banco até estava presente quando a audiência começou. Depois da condenação em primeira instância, ainda tentou alegar que a defesa foi prejudicada. Não adiantou. O Tribunal Superior do Trabalho manteve a decisão da segunda instância do Rio Grande do Sul. Para o TST, o advogado não fez o protesto contra a aplicação da punição durante a audiência no momento oportuno. Perdeu a chance de se defender. Outras empresas que se cuidem e fiquem de olho no relógio...</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Bancos: reféns da falta de segurança</title>

<pubDate>Qui, 22 Mar 2007 10:20:33 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070322_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-22  <p>Vira e mexe bancos são atacados por vândalos ou assaltados e sofrem prejuízos financeiros e na imagem, mas geralmente não processam o poder público. Esta semana, por exemplo, São Paulo registrou quatro ataques a bancos em apenas sete horas. Em dois casos, houve assalto. Os reféns da falta de segurança pública foram o HSBC, o Banco do Brasil, o Bradesco e o Itaú. Os advogados Ricardo Azevedo Sette e Eduardo de Oliveira Gouvêa dizem que as instituições financeiras podem processar o estado e pedir indenização com o argumento de que ele tem o dever de garantir a segurança. Entretanto, Sette ressalva que é difícil ganhar uma causa como essa. O caminho para o banco conquistar uma indenização é o de provar que havia alertado a Polícia sobre possíveis assaltos ou ataques. O banco precisa demonstrar, explica ele, que houve culpa, omissão ou negligência da Polícia. Pior: se conseguir provar tudo e mostrar que os ataques ou assaltos abalaram a sua imagem, a justiça tende a conceder um valor abaixo do que se espera em um caso como esse. Sette avalia que, no máximo, 200 salários mínimos. Vale ir à justiça?</p>]]></description>

</item>
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<title>Prova contra empresa em jogo</title>

<pubDate>Qua, 21 Mar 2007 10:23:56 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070321_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-21  <p>O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo começou a julgar um caso interessante sobre doação empresarial para campanha. A empresa em questão doou para a campanha do atual deputado estadual Alex Spinelli Manente (PPS), em 2006, um valor superior a 2% do faturamento bruto do ano anterior à eleição, o que é vedado pela legislação. Mas o curioso é que o Ministério Público Eleitoral conseguiu os dados referentes ao faturamento da empresa diretamente com a Receita Federal sem autorização judicial. A legalidade da prova agora está em jogo. O caso é analisado por três juízes. Um entendeu que houve quebra de sigilo. Outro afirmou que o interesse público deve prevalecer e, por isso, considerou legal a prova. O terceiro juiz que analisa se a empresa deve ou não ser punida pediu adiamento do julgamento. O advogado tributarista Mário Costa, do escritório Dias de Souza, diz que a Receita não pode fornecer ao Ministério Público qualquer informação de empresas sem ordem judicial. Ele conta que não é comum o MP conseguir esse tipo de informação sem autorização da justiça. Mas se isso acontecer, a prova deve ser desconsiderada por ter sido obtida de forma ilegal. Agora, é esperar para ver como vai entender a justiça eleitoral paulista e como o caso será interpretado no Tribunal Superior Eleitoral. Será que a empresa vai levar a melhor?</p>]]></description>

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<title>Itaú pode debitar empréstimo</title>

<pubDate>Ter, 20 Mar 2007 17:11:41 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070320_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-20  <p>O banco Itaú conseguiu uma sentença animadora para outras instituições financeiras: o direito de continuar o desconto mensal de uma dívida na conta corrente de uma cliente mesmo contra a sua vontade. O caso aconteceu no Rio de Janeiro. A correntista, que é pensionista do INSS, alegou na justiça que o Itaú fez o débito sem o seu consentimento. Também argumentou que a cobrança poderia colocar em risco sua sobrevivência. Pediu a suspensão do desconto de 27% por mês da dívida que gira em torno de 40 mil reais. O advogado que representou o banco, Renato Ayres Martins de Oliveira, do escritório C. Martins &amp; Advogados Associados, diz que geralmente correntistas aceitam o débito em conta como prevê o contrato de empréstimo consignado e depois recorrem ao Judiciário para reclamar. Para ganhar essa batalha, ele alegou que a Lei nº 10.820 permite desconto na conta de até 30% da remuneração do correntista. E o desconto feito pelo Itaú estava dentro da regra. Além disso, argumentou que os juros nesses casos são menores que os pagos quando há emissão de boletos. A 11ª Vara Cível do Rio entendeu que a pensionista deu a autorização para o débito em conta e negou o seu pedido. Para a justiça fluminense, não se pode recorrer ao Judiciário para deixar de cumprir obrigações financeiras. A correntista, que tem mais de 10 empréstimos com outros bancos e financeiras, pode recorrer da sentença de primeira instância. Mas vale dizer que ela é inovadora. Em casos semelhantes, na maioria das vezes, juízes têm decidido que os descontos não podem ser feitos porque significam penhora de salário, o que é proibido pelo Código de Processo Civil.</p>]]></description>

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<item>
<title>Os bastidores da compra da Ipiranga</title>

<pubDate>Seg, 19 Mar 2007 20:39:53 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070319_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-19  <p>A compra dos negócios da Ipiranga pela Petrobras, Braskem e grupo Ultra movimentou escritórios de advocacia especialmente na última semana. Advogados do Machado, Meyer, Barbosa, Müssnich &amp; Aragão e Motta, Fernandes Rocha, que representaram as empresas compradoras, mal dormiram desde quinta-feira (15/3) para acertar os últimos detalhes do negócio bilionário. A rotina de reuniões entre advogados durante o dia todo começou mais ou menos há 10 dias no Machado, Meyer e foi intensificada. Desde quinta-feira, advogados quase não pregaram os olhos porque varavam a madrugada discutindo a questão. A intenção era concluir o mais rápido possível a transação para evitar vazamento de informações e causar insegurança no mercado, além do risco de não finalizá-la. O receio do vazamento era tão grande que um advogado chegou a marcar reuniões fora de São Paulo com clientes em pleno vapor das negociações. Tudo para mostrar até mesmo para colegas do escritório que não estava envolvido numa operação desse porte. Geralmente, poucos profissionais dentro das próprias bancas envolvidas têm informações sobre a operação. Mas há fortes indícios de que houve o vazamento e que investidores usaram informação privilegiada para lucrar com operações na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). O negócio foi anunciado na segunda-feira (19/3). O contrato assinado entre as compradoras e as famílias da Ipiranga ficou com cerca de 20 páginas. Mas o contrato entre as compradoras, para fazer o acordo que resultaria na proposta final, tem aproximadamente 200 páginas. A maior parte dos documentos foi redigida nos últimos dias. </p>]]></description>

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<title>Brincadeiras têm limites</title>

<pubDate>Seg, 19 Mar 2007 10:06:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070319_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-19  <p>Apelidar colegas no ambiente de trabalho se tornou perigoso. Se antigamente os apelidos apenas arrancavam gargalhadas, agora dá condenações judiciais. E se for conseqüência da atitude de um chefe, pior ainda. A Justiça do Trabalho não tem tolerado brincadeiras que humilham funcionários. Este ano, por exemplo, o Tribunal Superior do Trabalho mandou a Ferroban (Ferrovias Bandeirantes) pagar indenização de 84 mil reais por danos morais a um ex-empregado apelidado de Javali. A explicação para o apelido era que ele já tinha valido alguma coisa para a empresa. O empregado foi forçado a aderir a um plano de demissão voluntária após a sucessão da Fepasa (Ferrovia Paulista) pela Ferroban. No ano passado, o Bradesco foi condenado na segunda instância paulista a indenizar uma bancária que trabalhou no porão da empresa por quase um ano. O local era sujo, mal iluminado e isolado. Ela foi apelidada pela gerência de ratazana, gata borralheira e Cinderela. A indenização fixada, na ocasião, foi de 60 mil reais. Em um outro caso, o TST manteve a indenização de 30 mil reais imposta para a ABB Lumus por causa do acidente de trabalho com um de seus funcionários. Ele teve de ser internado várias vezes e ficou conhecido como pé na cova quando retornou ao batente. A Justiça do Trabalho também puniu empresas, nos últimos anos, por apelidos como gordinha e Magda em alusão à ex-personagem interpretada por Marisa Orth no programa humorístico <em>Sai de Baixo</em>, da TV Globo. </p>]]></description>

</item>
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<title>Faltam bancas do Brasil no Second Life</title>

<pubDate>Sex, 16 Mar 2007 18:02:45 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070316_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-16  <p>O mundo do Second Life ainda não é habitado por grandes escritórios de advocacia brasileiros que assessoram negócios milionários de empresas. Mas deveria ser porque uma palinha dada pela banca brasileira Opice Blum sinaliza que este pode ser um bom negócio quando se tornar mais popular. O jogo, com mais de 3 milhões de participantes que interagem e podem fazer negócios, já teve a adesão de empresas como BMW, Mercedes-Benz e Adidas. O advogado Renato Opice Blum montou o primeiro escritório virtual brasileiro, em janeiro deste ano, no Second Life e já teve 800 acessos. Ele diz que não houve nenhum negócio fechado por conta das visitas virtuais que recebeu, mas reconhece que a instalação do escritório no jogo foi fundamental para consolidar a imagem institucional do escritório que atua no ramo de tecnologia. Opice já conversou com internautas sobre crimes eletrônicos e tirou dúvidas acadêmicas desde que montou o escritório virtual. O jogo promissor é definido por ele como uma nova mídia. As grandes bancas deveriam seguir os mesmos passos...</p>]]></description>

</item>
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<title>Souza Cruz e empresas são punidas</title>

<pubDate>Sex, 16 Mar 2007 12:19:05 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070316_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-16  Uma propaganda do cigarro da marca Free, da Souza Cruz, que nem passa mais na televisão promete muito pano para manga nos tribunais. A Souza Cruz, a agência de publicidade Standard Ogilvy &amp; Mather e a empresa de comunicação Conspiração Filmes Entretenimento foram condenadas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal a pagar 4 milhões de reais por dano moral coletivo por causa da propaganda do cigarro. O processo é movido pelo Ministério Público em favor de consumidores que assistiram o comercial veiculado em 2000, antes da edição da lei que proibiu publicidade deste tipo. Os desembargadores consideraram enganosa e abusiva a propaganda que tem frases como: Certo ou errado, só vou saber depois que fiz...Não vou passar pela vida sem um arranhão. Eu vou deixar a minha marca. O advogado da Souza Cruz, Mário Oscar Chaves de Oliveira, disse ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> que as empresas vão recorrer. Ele lembra que a propaganda era legalmente liberada na época e, por isso, não há motivo para punição. Apesar da condenação, o advogado considera que houve uma vitória parcial no Tribunal de Justiça porque a indenização fixada em primeira instância era de 14 milhões de reais e, agora, foi reduzida. Além disso, as empresas se livraram de custear uma propaganda politicamente correta sobre o cigarro que deveria ser feita pelo Ministério da Saúde como pediu o Ministério Público. O caso deve ir para o Superior Tribunal de Justiça. O valor da condenação, se mantido no STJ, será revertido para um fundo de defesa do consumidor. ]]></description>

</item>
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<title>Cinemas do Iguatemi ganham liminar</title>

<pubDate>Qui, 15 Mar 2007 18:40:03 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070315_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-15  <p>Os 12 cinemas do Shopping Iguatemi de Salvador podem voltar a exibir seus filmes. O Tribunal de Justiça da Bahia concedeu liminar para a UCI Orient, operadora dos cinemas, nesta quinta-feira (15/3). As sessões dos cinemas estavam suspensas desde o dia 9 de março por causa de uma disputa judicial entre a empresa e o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais (Ecad). A primeira instância proibiu os cinemas de exibirem os filmes pela falta de pagamento de direitos autorais aos compositores das trilhas sonoras. Segundo o Ecad, o valor da dívida chega a 3 milhões de reais. O advogado Marcos Bitelli, que defende a UCI Orient, diz que a quantia apontada é mera especulação e ainda será apurada durante o processo. Bitelli alegou ao TJ baiano que a proibição não poderia ser feita antes do capítulo final da disputa. O argumento foi aceito e os cinemas ganharam autorização para voltar a funcionar.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Plano de saúde na mira do consumidor</title>

<pubDate>Qui, 15 Mar 2007 14:36:37 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070315_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-15  <p>Os planos de saúde foram os campeões de reclamações no Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) pela sétima vez consecutiva. O levantamento foi feito por conta do dia do consumidor, que é comemorado nesta quinta-feira (15/3). Dados de 2006 apontam que 23,2% das reclamações de consumidores foram referentes a planos de saúde. O segundo lugar ficou para os bancos com 15,7% das queixas. Na justiça, bancos e empresas de planos saúde são condenados constantemente na briga com consumidores. As condenações mais freqüentes contra planos ocorrem porque eles deixam de cobrir tratamentos médicos. Tribunais têm derrubado até mesmo cláusulas de contratos que excluem certos tipos de coberturas por considerá-las abusivas. Os bancos são condenados normalmente por causa de saques indevidos e devolução de cheques mesmo quando há dinheiro na conta corrente do cliente, entre outros motivos.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresas no papel do Estado</title>

<pubDate>Qua, 14 Mar 2007 15:32:45 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070314_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-14  <p>As operadoras de telefone celular começaram a protagonizar papéis de vilãs na justiça brasileira em casos de golpe do falso seqüestro. Nessas ocasiões, bandidos ligam para a vítima e fingem que estão com alguém de sua família. Exigem a compra de cartões de celulares pré-pagos e os códigos para se fazer os créditos nos aparelhos. O problema é de segurança pública, mas tem sido encarado de outra forma. A justiça de Santos, por exemplo, proibiu a TIM e a Claro de cobrar os valores da extorsão em um caso específico. A decisão ainda não é definitiva, mas já mostra a tendência de se transferir para as empresas o papel que é do estado. Esse tipo de processo deveria ser ajuizado diretamente contra o poder público, que tem o dever constitucional de garantir a segurança aos cidadãos, e não contra empresas que apenas vendem serviços. Forçar as empresas a arcarem com os prejuízos é o mesmo que condenar fabricantes de armas por assassinatos, diz o advogado Celso Vilardi, coordenador do curso de Direito Penal e Econômico da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGVlaw). </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Punição imposta ao Google deve cair</title>

<pubDate>Ter, 13 Mar 2007 21:03:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070313_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-13  <p>A justiça de Porto Alegre condenou o Google a pagar 4,3 milhões de reais a uma advogada que teve seu nome associado ao blog da ex-garota de programa Bruna Surfistinha nas ferramentas de busca na internet. Mas o valor certamente será derrubado no Superior Tribunal de Justiça. A advogada alegou que se sentiu ofendida com a ligação feita entre as duas e chegou a pedir, em dezembro de 2005, que a justiça determinasse a criação de um filtro para corrigir o erro. A liminar foi concedida e cumprida pelo Google em 24 horas. Na semana passada, foi julgado o pedido de dano moral. Para fixar o valor da indenização, o juiz Mauro Caum Gonçalves levou em consideração o poder econômico da empresa que tem lucros em todo o mundo. Mas o entendimento do juiz não tem sido suficiente para o STJ manter valores altos em ações contra outras empresas. Os ministros geralmente entendem que quantias exorbitantes causam enriquecimento ilícito. Assim, essa indenização será mais uma reduzida para o alívio do caixa da empresa.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Volvo dá exemplo em acordo coletivo</title>

<pubDate>Ter, 13 Mar 2007 15:16:16 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070313_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-13  <p>A Volvo do Brasil deu uma demonstração de como é possível evitar um puxão de orelha da justiça trabalhista. O site do Tribunal Superior do Trabalho divulgou esta semana que a empresa se livrou de pagar a um ex-funcionário o benefício conhecido como prêmio-produção. Na prática, a empresa substituiu esse benefício por participação nos lucros e os ministros do TST entenderam que o acordo deveria ser respeitado. Hoje, é cada vez mais comum empregados aceitarem acordos e depois voltarem atrás para reclamar do combinado na justiça. Mas empresas podem se livrar de condenações judiciais se seguirem o exemplo da Volvo quando flexibilizarem direitos em acordos coletivos. Se houver uma troca de benefícios em vez de supressão de um deles, fica mais difícil o ex-empregado ganhar uma batalha trabalhista. O advogado Rui Meier, do Tostes e Associados Advogados, diz que é fundamental oferecer uma contrapartida sempre. Caso contrário, é grande a chance do acordo ser derrubado e a empresa condenada a pagar todos os direitos. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresas podem pagar menos juros</title>

<pubDate>Seg, 12 Mar 2007 12:21:36 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070312_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-12  <p>Empresas devedoras de tributos ganharam um argumento na justiça para pagar menos juros. O Supremo Tribunal Federal decidiu, recentemente, que o governo deve pagar juros de 6% ao ano quando atrasa verbas previdenciárias de servidores. O caso era específico de uma servidora, mas a decisão deve ser aplicada em cinco mil processos. O governo, ao reivindicar esse direito no Supremo, se encaixou perfeitamente naquele ditado que diz: Faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço. Afinal, ele cobra juros de 12% anualmente das empresas quando elas devem tributos. O advogado Raphael Manhães, do escritório Bastos-Tigre, disse ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> que as empresas podem alegar judicialmente a ilegalidade da cobrança de juros de 12% por violar o princípio da isonomia, que garante o tratamento igual para todos. Segundo ele, os tribunais têm decidido que o governo também deve pagar 12% sobre o atraso de dívidas previdenciárias a servidores para ter o mesmo tratamento que oferece às empresas. No caso da servidora, o STF decidiu que o princípio não foi violado. Para os ministros, houve tratamento igual ao mesmo grupo de servidores e, por isso, foi fixada a menor taxa de juros. Agora, as empresas em atraso com o fisco, que arregaçarem as mangas e lutarem pelo mesmo direito do governo quando deve, podem ter chances de pagar apenas 6% de juros ao ano e não mais 12% como ocorre hoje. É pagar para ver...</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Passou do tempo de cobrar tributos</title>

<pubDate>Sex, 09 Mar 2007 19:42:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070309_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-09  <p>Dois sócios de uma empresa ganharam uma batalha na ação movida pelo Fisco de São Paulo. O Tribunal de Justiça paulista livrou os dois da apreensão de seus bens no valor de 20 mil reais. O pedido foi feito pelo Fisco para garantir o pagamento de dívidas tributárias da empresa. Os desembargadores entenderam que o caso prescreveu porque se passaram cinco anos desde a data da notificação à empresa. A advogada tributarista Ana Cláudia Queiroz, do Maluly Jr, diz que a decisão é relevante porque diversos empresários estão com seus bens pessoais ameaçados por conta de execuções fiscais e devem observar se seus casos também prescreveram. O argumento de prescrição pode fazer com que outros pedidos sejam derrubados. O assunto é polêmico e a justiça tem determinado apreensões de bens de sócios em casos de dívidas tributárias das companhias.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Isenção em importação</title>

<pubDate>Sex, 09 Mar 2007 11:12:19 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070309_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-09  <p>Empresas de todos os tamanhos que importam programas de computadores serão beneficiadas pela Lei nº 11.452, do fim de fevereiro. A legislação, que prevê isenção de 10% da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre a operação, promete causar boas discussões nos tribunais do país. A regra é retroativa a 1º de janeiro de 2006. Mas o advogado Hélio Ferreira Moraes, do escritório Pinhão e Koiffman, disse ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> que a legislação abre brecha para que empresas peçam de volta na justiça os valores pagos nessas operações desde 2001.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Empresa condenada por enviar spam</title>

<pubDate>Qui, 08 Mar 2007 20:40:14 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070308_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-08  <p>O tiro saiu pela culatra para uma empresa sueca que enviou spam, mensagem não solicitada, para um internauta. A justiça condenou a empresa a indenizá-lo em 1.445 dólares por danos e a pagar 1.190 dólares de custos judiciais, de acordo com informações do site <em>Wired News</em>. Para evitar a condenação, o advogado da empresa ainda tentou argumentar que não houve prejuízos financeiros no caso. Não adiantou. O argumento foi rejeitado. No Brasil, não existe lei específica sobre o assunto. Tramitam no Congresso Nacional mais de cinco projetos de leis que prevêem punições como multas e até detenção para quem enviar mensagens indevidamente, mas todos sem previsão de votação. E o número de casos judiciais ainda não reflete a insatisfação demonstrada por internautas em fóruns de discussões em que empresas são criticas pela prática.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Mudança em fusões e aquisições</title>

<pubDate>Qui, 08 Mar 2007 16:11:43 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070308_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-08  <p>O novo formulário do pedido de aprovação de fusões e aquisições de empresas no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) está dando o que falar. O Cade colocou a proposta de mudança em consulta pública até o dia 21 de março. A intenção é dar maior agilidade nos pedidos de fusões e aquisições, que deverão ser preenchidos eletronicamente. Mas o receio de empresas é que haja um aumento no número de informações solicitadas pelo órgão. O advogado especializado em direito econômico, Eduardo Caminati, diz que na simulação do formulário eletrônico é possível constatar a exigência excessiva de informações detalhadas e desnecessárias em relação ao atual documento. É pedido, por exemplo, cópia dos balanços patrimoniais dos últimos três anos, em vez de apenas o do último ano como ocorre hoje. O mesmo acontece em relação ao faturamento das empresas. Também há pedidos de informações detalhadas sobre linha de produtos, preços e dados de importações. A expectativa do mercado é que o formulário seja aperfeiçoado antes de sua aprovação para que o processo realmente se torne mais ágil.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Google, Microsoft e Yahoo! dizem não</title>

<pubDate>Qua, 07 Mar 2007 19:52:19 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070307_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-07  <p>A justiça americana decidiu que o Google, a Microsoft e o Yahoo! têm o direito de rejeitar anúncios. A informação foi divulgada, esta semana, no site <em>Findlaw</em>. O interessante da questão é que a emenda da Constituição, que trata da liberdade de expressão, serviu para embasar a decisão. Neste caso, foi reconhecido o direito de não se expressar. Um internauta queria que os sites publicassem críticas aos governos da Carolina do Norte e da China. Ele argumentou que o seu direito à liberdade de expressão foi negado com a censura dos anúncios. E ainda: que os sites, apesar de privados, são fóruns públicos comparáveis a praças e shoppings. A justiça dos Estados Unidos não aceitou o argumento.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Sócios que pagam o pato</title>

<pubDate>Qua, 07 Mar 2007 12:08:31 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070307_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-07  <p>A apreensão de bens de empresários pela justiça para pagamento de dívidas de empresas é mais comum no Brasil que nos Estados Unidos. A conclusão é do advogado Márcio Tadeu Guimarães Nunes, sócio do Veirano, que fez um levantamento sobre o tema. A justiça americana leva em consideração o tamanho da empresa ao contrário do judiciário brasileiro. Segundo ele, quando há um sócio os bens são aprendidos em quase 50% dos casos levados à justiça americana. Quando há três sócios, os bens são apreendidos em 46% das vezes. E no caso de mais de três sócios, a retenção ocorre em quase 35% dos processos. Nas Sociedades Anônimas, a regra nunca é aplicada, disse o advogado ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em>. No Brasil, apesar de não haver dados específicos, a apreensão é feita na maior parte das vezes. Juízes não consideram o número de sócios e aplicam indiscriminadamente a regra, de acordo com Nunes. E pior: quase sempre há apreensão de bens de sócios em casos de Sociedades Anônimas, que geralmente são grandes empresas. O estudo detalhado do assunto está no livro que o advogado lança, nesta quarta-feira (7/3), na Bovespa.</p>]]></description>

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<title>Razões banais para acionar bancos</title>

<pubDate>Ter, 06 Mar 2007 09:43:56 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070306_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-06  <p>Alguns dos motivos que têm levado clientes a entrar na justiça contra bancos por causa de portas giratórias, no Brasil, são comparáveis aos das piadinhas sobre o exagero dos americanos em processar tudo e todos. O escritório Gondim e Advogados fez um levantamento sobre o assunto no Rio de Janeiro. Houve o caso de uma senhora que quis entrar no banco com seu cachorro. Não conseguiu passar pela porta giratória e acionou a instituição financeira por danos morais. Pediu indenização de sete mil reais. Em outro episódio, um consumidor foi obrigado a tirar o casaco. Ele não gostou de ser barrado e alegou na justiça que teve de fazer striptease para entrar no local. Pediu 14 mil reais de indenização. Outro cliente levou a instituição financeira para o banco dos réus por um motivo inusitado: tentou passar pela porta giratória com um estilete. Foi impedido de entrar e também pediu 14 mil reais por danos. É claro que há casos em que as exigências dos bancos são exageradas. O Judiciário já condenou um banco, por exemplo, que impediu a entrada de deficiente físico com muletas. E também houve uma cena em que o cliente teve de tirar as botas e o cinto por causa dos metais para passar pela entrada. Mas é preciso ter senso na hora de processar. Um mero dissabor não causa danos morais, sem falar que não é motivo para entupir a justiça. Segundo o escritório que fez o levantamento, juízes do Rio de Janeiro têm entendido que os bancos prezam pela segurança e, por isso, há vezes em que a entrada é vetada momentaneamente. Quem já foi barrado, que atire a primeira pedra...</p>]]></description>

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<title>Acidente da Gol</title>

<pubDate>Seg, 05 Mar 2007 11:59:58 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070305_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-05  <p>Os familiares das vítimas do acidente da Gol divulgaram uma carta aberta em que criticam a condução das investigações. A divulgação do comunicado acontece às vésperas da reunião que terão, na quinta-feira (8/3), na sede da Aeronáutica. Até hoje há uma polêmica em torno das investigações pela Aeronáutica do acidente aéreo em que morreram 154 pessoas. Pela Convenção de Chicago, da qual o Brasil é signatário, apenas fabricantes das aeronaves, fornecedores de motores e peças, empresas aéreas e países envolvidos podem acompanhar a apuração. Mas o advogado Sérgio Alonso, especialista em direito aeronáutico, considera que familiares devem ter o mesmo direito. A base jurídica para tanto, disse ele ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em>, é uma decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal. O ministro já entendeu que a Constituição Federal é superior a acordos e tratados internacionais. Ela prevê o direito à livre informação. Assim, os familiares podem entrar na justiça com mandado de segurança para pedir informações sobre o caso, segundo ele. O resultado, no entanto, vai depender da interpretação do Judiciário. Em janeiro, por exemplo, o Superior Tribunal de Justiça negou o pedido da viúva de um dos passageiros para ter acesso às investigações. A viúva argumentou que tinha direito de receber dos órgãos públicos informações de seu interesse. Não adiantou. O ministro Raphael de Barros Monteiro Filho resolveu que a apuração deve ser sigilosa. Se a investigação fosse pública haveria prejuízos?  </p>]]></description>

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<title>Consumidora devolve dinheiro a plano</title>

<pubDate>Sex, 02 Mar 2007 17:36:40 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070302_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-02  <p>Planos de Saúde estão acostumados a levar a pior na briga com consumidores. Mas desta vez, foi ao contrário. A Master Saúde conseguiu marcar um gol. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mandou uma consumidora devolver o dinheiro do tratamento para a empresa. Motivo: ela não informou na assinatura do contrato que tinha câncer de mama e o plano de saúde pagou o tratamento de quase dois mil reais. Após uma auditoria, ficou constatada a irregularidade. A empresa, representada pelo advogado Alexandre Araújo, reclamou na ANS do episódio. Levou a melhor. A consumidora já pagou os gastos e o caso por pouco não foi parar na justiça. Apesar de os valores serem baixos no caso da Master Saúde, o advogado conta que há aqueles que chegam a mais de cem mil reais dependendo da doença.</p>]]></description>

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<title>Venda casada no Cinemark</title>

<pubDate>Sex, 02 Mar 2007 09:31:09 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070302_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-02  <p>O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o Cinemark não pode proibir consumidores de entrarem no cinema com alimentos de outros locais. O relator do caso no STJ, ministro Luiz Fux, manteve a multa imposta por fiscais do Procon do Rio de Janeiro ao Cinemark por entender que há prática de venda casada, o que é proibido pelo artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor. A rede de cinemas tentou anular a multa. Alegou que não condiciona a venda de ingressos à aquisição de seus alimentos e que o consumidor pode apenas assistir o filme sem nada consumir. O argumento não foi aceito pela 1ª Turma do STJ. </p>]]></description>

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<title>Alívio no caixa da Credicard</title>

<pubDate>Qui, 01 Mar 2007 16:26:50 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070301_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-01  <p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0in 0in 0pt"><span style="FONT-SIZE: 12pt; FONT-FAMILY: ">A Credicard obteve uma vitória no Supremo Tribunal Federal na ação movida por uma consumidora que não conseguiu fazer compras com seu cartão de crédito. Ela pediu à justiça para ser indenizada por danos morais. O Juizado Especial Cível da Paraíba mandou a empresa pagar 4 mil reais de indenização e apresentar o original do Darf (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) para comprovar o pagamento de impostos sobre a quantia. Como a Credicard apresentou apenas cópia autenticada do documento, o Juizado aplicou uma multa que atingiu mais de 400 mil reais que deveriam ser pagos à consumidora. O depósito judicial da multa foi feito e a empresa recorreu. Enquanto o recurso estava tramitando no STF, o Juizado mandou arquivar o processo e liberou o pagamento de todo o dinheiro para o desespero da Credicard. O ministro Sepúlveda Pertence, no entanto, aceitou o pedido da empresa, representada pelo advogado Rodrigo Badaró, sócio do escritório Azevedo Sette, para analisar o caso. E também mandou a consumidora devolver o valor ou dar alguma garantia até o julgamento final do recurso. Como diria a Mastercard sobre a vitória da Credicard: não tem preço...</span></p>]]></description>

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<title>A cilada das cooperativas</title>

<pubDate>Qui, 01 Mar 2007 11:31:54 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070301_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-03-01  <p>Empresas que contam com serviços de motoboys de cooperativas precisam tomar cuidado para evitar encrencas jurídicas. A justiça trabalhista tem condenado, cada vez mais, empresas por entenderem que há vínculo de emprego com os motoboys. Há muitos casos em que juízes consideram que os motoboys são empregados das empresas e não das cooperativas. Recentemente, por exemplo, a rede de farmácias Ultrafarma foi condenada pelo Tribunal Regional do Trabalho paulista a pagar direitos trabalhistas de um motoboy. Ele prestava serviços à Ultrafarma por meio da Farmacoop. Ficou comprovado que o motoboy trabalhava exclusivamente para a Ultrafarma e a cooperativa era apenas uma intermediadora. A rede de farmácias ainda pode recorrer. Outras empresas de diversos ramos também têm sido punidas pelo mesmo motivo. O advogado José Guilherme Mauger disse ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> que o segredo para evitar condenações é pedir para as cooperativas mandarem motoboys alternados para não ficar caracterizado o vínculo trabalhista. Outra dica: as ordens aos motoboys devem partir das cooperativas e não das empresas que a contratam para evitar subordinação.</p>]]></description>

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<title>Rose Benedetti derruba penhora</title>

<pubDate>Qua, 28 Fev 2007 17:48:39 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070228_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-28  A grife Rose Benedetti fez um gol na justiça. Conseguiu derrubar a penhora de sua marca no Tribunal de Justiça de São Paulo. O pedido foi feito pelo Fisco paulista por causa de dívidas tributárias da empresa. O advogado Gerson Gimenes, do Maluly Jr. Advogados, representante da empresa, alegou que a penhora sobre a marca iria comprometer o pagamento de tributos, de salários e de fornecedores. O desembargador Ivan Sartori disse que a penhora da marca inviabilizaria a atividade empresarial e negou o pedido do Fisco. O acórdão foi publicado esta semana. Ainda cabe recurso. Geralmente, em casos de dívidas tributárias e trabalhistas, credores têm optado por pedir a penhora do faturamento das empresas. Mas, assim como no caso da grife, a justiça tem entendido que a penhora de faturamento somente deve ocorrer em casos excepcionais. ]]></description>

</item>
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<title>Sessão pipoca no STJ</title>

<pubDate>Qua, 28 Fev 2007 10:01:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070228_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-28  <p>O mar não está para peixe para os cinemas. Primeiro, cobraram os bilhetes de segunda-feira e terça-feira de Carnaval com valores de feriado quando na verdade são dias úteis e acabaram irritando quem conhecia a lei. Agora, uma batalha no Superior Tribunal de Justiça promete abrir precedentes. Cinco ministros da 1ª Turma do STJ irão decidir, na quinta-feira (1º/2), se o Cinemark faz venda casada quando proíbe consumidores de entrarem no local comendo pipoca de outros locais. O Código de Defesa do Consumidor proíbe a venda casada. Luiz Fux é o ministro relator da ação do estado do Rio de Janeiro contra o Cinemark. Apesar de o caso ser específico, a decisão deve servir de orientação para outros cinemas que agem da mesma forma.</p>]]></description>

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<title>A Cargill e os estudos ambientais</title>

<pubDate>Ter, 27 Fev 2007 20:52:35 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070227_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-27  <p>O Ministério Público Federal quer que os estudos de impacto ambiental do porto da Cargill, em Santarém (PA), sejam abrangentes. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis (Ibama) deve notificar com três dias de antecedência o Ministério Público Federal, no estado, para a operação de fiscalização. Essa operação vai paralisar as atividades do terminal graneleiro da Cargill, uma das maiores exportadoras de soja do país. O procurador da República, Felipe Fritz Braga, disse que o estudo precisa ser amplo por causa das conseqüências ambientais, sociais e econômicas do porto, segundo informações do site do MPF (<a href="http://www.pgr.gov.br">www.pgr.gov.br</a>).</p>]]></description>

</item>
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<title>Cinema no Carnaval</title>

<pubDate>Ter, 27 Fev 2007 08:35:14 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070227_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-27  <p>Um artigo interessante no site <em>Espaço Vital</em> mostra como a falta de informação jurídica pode arranhar a imagem de empresas. Apesar de a segunda-feira e terça-feira de Carnaval não serem legalmente feriados nacionais, houve cinemas que ignoraram o fato na bilheteria. Cobraram de consumidores o preço de feriado. A maioria pagou, claro, por desconhecer a Lei 662/49, mas sempre tem um bem informado que resolve reclamar. O advogado Cláudio Eduardo Zuccarelli Luzzi, que esteve no Cinemark na terça-feira de Carnaval, contou no artigo que uma gerente lhe informou que a empresa cobrava desta forma porque considerava o dia como feriado. Ele brigou e pagou o valor correto de dia útil. Apesar de os brasileiros considerarem os dias como feriados, eles não são. O advogado disse que houve publicidade enganosa e afirmou que espera uma posição do Ministério Público e do Procon para coibir práticas como essa. O Cinemark é apenas um exemplo de cinema que fez a cobrança de forma inadequada. O caso deve não dar em nada, mas só o fato de o advogado reclamar na hora e depois publicar artigo sobre o tema já são suficientes para que empresas observem melhor a legislação da próxima vez. Vale lembrar que os feriados nacionais previstos na legislação são: 1º de janeiro, 21 de abril, 1º de maio, 7 de setembro, 12 de outubro, 2 de novembro, 15 de novembro e 25 de dezembro. Além dessas datas, cada município pode decretar até quatro feriados religiosos por ano.</p>]]></description>

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<title>Ficou mais fácil cobrar empresas</title>

<pubDate>Seg, 26 Fev 2007 18:27:26 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070226_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-26  <p>Credores poderão cobrar dívidas de empresas de forma mais eficaz. Começou a valer, a partir desta segunda-feira (26/2), a penhora de faturamento para o pagamento de dívidas. Basta o credor pedir à justiça o bloqueio mensal de parte do faturamento para que o débito seja pago em parcelas. Se a justiça entender que os argumentos são suficientes e que não prejudicam a saúde financeira da empresa, o pedido do credor é aceito. A advogada Débora Ribeiro, do Demarest e Almeida, disse ao Blog Leis &amp; Negócios que é muito mais fácil para o credor pedir a penhora somente de uma parte do faturamento da empresa devedora até o saldo da dívida. Antes, a lei permitia apenas a possibilidade de penhora da empresa e, por causa da complexidade, não havia efeito prático. Agora houve alteração no Código de Processo Civil. Embora o bloqueio de faturamento de empresas não tivesse previsto na legislação, os tribunais estaduais e o Superior Tribunal de Justiça já vinham concedendo pedidos de credores nesse sentido. Mas agora é oficial.</p>]]></description>

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<title>Empresas terão de esperar mais...</title>

<pubDate>Seg, 26 Fev 2007 11:49:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070226_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-26  <p>Empresas estão ansiosas pela resposta do Supremo Tribunal Federal sobre uma exigência que consideram abusiva. Mas terão de aguardar mais um pouco. O julgamento sobre a exigência de depósito prévio para empresas apresentarem recursos administrativos contra o INSS ou a Receita Federal deve ser adiado. O ministro Marco Aurélio Mello, relator do caso no Supremo e também presidente do Tribunal Superior Eleitoral, irá participar de um congresso na África do Sul sobre eleições na próxima semana, quando o assunto estará na pauta do Plenário. Atualmente, a Receita e o INSS exigem que empresas depositem 30% da dívida discutida para recorrerem administrativamente. Em alguns casos esse percentual chega a atingir milhões. Empresas têm recorrido para suspender a obrigação. Ministros do Supremo Tribunal Federal já derrubaram o depósito prévio em alguns casos analisados. Agora, resta saber se esse posicionamento será mantido para o alívio do bolso das empresas...</p>]]></description>

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<title>Planos de saúde levam a pior</title>

<pubDate>Sex, 23 Fev 2007 17:50:37 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070223_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-23  <p>Os contratos com segurados têm dado dor de cabeça na justiça para empresas de planos de saúde. Elas são condenadas por danos morais, freqüentemente, por deixarem de pagar os gastos com alguns tipos de tratamentos médicos e internações. Tribunais brasileiros derrubam, na maioria das vezes, cláusulas de contratos que não prevêem cobertura de casos específicos por as considerarem abusivas. Recentemente, a Golden Cross foi condenada a indenizar um segurado em 20 mil reais por ter se recusado a pagar materiais para cirurgia de prótese. A empresa alegou que apenas seguiu o contrato. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal não aceitou o argumento. Manteve a sentença de primeira instância que considerou o contrato prejudicial para consumidores. O cenário jurídico demonstra que os contratos entre planos de saúde e consumidores são meramente figurativos.</p>]]></description>

</item>
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<title>Bancos odiados no Orkut</title>

<pubDate>Sex, 23 Fev 2007 10:00:52 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070223_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-23  <p>O Orkut, site de relacionamentos na internet, é um bom termômetro para bancos avaliarem seus serviços e até evitarem processos judiciais se tomarem algumas precauções com base nas informações publicadas. Nas comunidades intituladas Eu odeio, para criticar as instituições financeiras, há relatos de casos suficientes para embasar ações judiciais. Os internautas reclamam desde cartões engolidos pelas máquinas em agências bancárias e espera em filas até as tarifas de juros. Recentemente, a advogada Luciana Monteiro Portugal Gomes, do escritório Bastos e Monteiro, fez um levantamento sobre processos existentes no Superior Tribunal de Justiça contra bancos. Ela constatou que o STJ julgou mais de 100 vezes ações contra bancos, de 2001 a 2006. A reclamação mais freqüente de clientes é o percentual de juros em contratos de financiamento.</p>]]></description>

</item>
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<title>Empresários sem algemas</title>

<pubDate>Qui, 22 Fev 2007 11:16:37 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070222_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-22  Um projeto de lei sobre o uso de algemas, cheio de boas intenções, promete causar muita confusão se for aprovado no Congresso Nacional. E de quebra vai livrar empresários acusados de sonegação fiscal ou de crimes financeiros de serem algemados, se forem presos, mesmo quando ficar claro que querem fugir, por exemplo. Hoje, o perigo de fuga é suficiente para justificar o uso das argolas em qualquer situação. A idéia da proposta que tramita na Câmara dos Deputados é regulamentar a lei sobre o tema e evitar que a Polícia use esse método de forma abusiva. Mas o problema está na redação do projeto, disse o advogado criminalista Luiz Flávio Gomes ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em>. O texto prevê que policiais utilizem algemas nos casos de prisão em flagrante, ordem judicial, resistência à prisão, tentativa de fuga e transporte de réus, mas apenas se a acusação ou condenação for de crime hediondo ou violento. Assim, ficam de fora outros tipos de crimes como financeiros e  sonegação fiscal. Luiz Flávio Gomes, defensor do uso de algemas apenas em casos excepcionais, afirmou que o texto da proposta deveria ser mais específico para evitar problemas. ]]></description>

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<item>
<title>Mais uma tacada da Philip Morris</title>

<pubDate>Qua, 21 Fev 2007 11:09:44 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070221_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-21  <p>A indústria do tabaco conquistou uma nova vitória na batalha judicial com familiares de ex-fumantes, de acordo com uma notícia da <em>Reuters</em>. A Suprema Corte americana derrubou, esta semana, uma indenização de 79,5 milhões de dólares que deveria ser paga pela Philip Morris. Em votação apertada de 5 a 4, a Suprema Corte considerou que a quantia era inconstitucional. Motivo: além da indenização para a viúva de um fumante que morreu de câncer de pulmão, o valor milionário foi fixado para punir a empresa pelos danos causados também a outros fumantes que não faziam parte do processo. Pela decisão judicial anterior, a Philip Morris deveria indenizar os males causados a cada habitante do Oregon que fumou seus cigarros. A punição foi, então, suspensa. No Brasil, a Souza Cruz tem levado a melhor nas ações movidas por ex-fumantes e seus familiares. A Justiça tem entendido que eles sempre tiveram livre arbítrio para escolher fumar ou não. A alegação de que as propagandas de cigarro influenciaram fumantes, que tiveram doenças posteriormente, são derrubadas freqüentemente nos tribunais brasileiros. E, assim, a bocada em uma indenização por esse motivo é cada vez mais difícil.</p>]]></description>

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<title>Second Life promete guerra jurídica</title>

<pubDate>Seg, 19 Fev 2007 09:51:34 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070219_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-19  <p>O Second Life, programa do momento na internet em que mais de 3 milhões de participantes interagem e fazem até negócios virtuais, pode virar um campo para batalhas judiciais no futuro. Imagine uma empresa brasileira que negocia com uma americana ou européia dentro do mundo virtual e o contrato não é cumprido...Um caso como esse deve ser julgado em que país? Quais são as leis aplicáveis na discussão? As dúvidas passam até mesmo pela cabeça de advogados especialistas em internet. Em conversa com o Blog <em>Leis &amp; Negócios</em>, o advogado Renato Opice Blum levantou a possibilidade da gravação do ambiente de negócios para eventual prova na justiça, se necessário, além da identificação de usuários. Será que um dos caminhos para o programa que atrai empresas como IBM, Adidas e Reuters é a criação de câmaras virtuais de arbitragem para a solução de conflitos mais rapidamente que a justiça comum do mundo real?</p>]]></description>

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<title>Guerra contra spams ganha reforço</title>

<pubDate>Sex, 16 Fev 2007 18:06:38 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070216_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-16  <p>Chegou à Câmara dos Deputados esta semana mais um projeto de lei que prevê punição para empresas que enviam spams, mensagens não solicitadas, pela internet como estratégia de marketing. Desta vez, a proposta é punir o responsável com detenção de seis meses a dois anos e multa de 500 reais por mensagem enviada indevidamente. Agora, Câmara e Senado juntos já têm oito projetos sobre o tema. O advogado Omar Kaminski, especializado em internet, disse ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> que as empresas devem ser punidas porque o envio de spams invade a privacidade de quem as recebe e pode ser uma ponte de vírus para os computadores. Para ele, a estratégia de empresas que enviam spams é ineficaz. Seria como jogar 300 panfletos na rua na esperança de alguém ler algum deles, compara. No Brasil, não existe lei específica sobre o assunto e a prática se tornou comum. Será que as empresas que enviam spams mudarão essa cultura se os projetos virarem lei?</p>]]></description>

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<item>
<title>Empresas processam União por abusos</title>

<pubDate>Sex, 16 Fev 2007 10:57:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070216_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-16  Duas empresas de Recife resolveram processar a União porque tiveram cerca de 400 mil reais bloqueados em suas contas para o pagamento de tributos. Detalhe: a dívida já tinha sido quitada com a Receita e mesmo assim a Justiça Federal determinou os bloqueios. O advogado Bruno Suassuna, que representa as empresas, disse ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> que vai pedir indenização por danos morais e materiais para a União, responsável pelos atos da Justiça Federal. Segundo o advogado, houve transtornos com fornecedores e até com funcionários pela falta de dinheiro para quitar obrigações assumidas, sem falar no abalo da credibilidade no mercado. As contas apenas foram desbloqueadas após um pedido judicial do advogado. Ele ressaltou que não há troca de informações ajustadas entre a Receita, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e a Justiça e, por isso, ainda ocorrem esses abusos. O bloqueio em contas empresariais, conhecido como penhora online, é feito durante a tramitação de uma ação judicial para obrigar a empresa a quitar débitos tributários ou trabalhistas. A novela da penhora online não é nova, mas juízes têm decidido cada vez mais que ela somente deve ser feita em caráter excepcional para não atrapalhar a saúde financeira das empresas. ]]></description>

</item>
<item>
<title>Governo ganha batalha do IPI</title>

<pubDate>Qui, 15 Fev 2007 16:17:02 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070215_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-15  <p>O governo levou a melhor por enquanto em uma briga tributária contra empresas. Os ministros do Supremo Tribunal Federal decidiram, nesta quinta-feira (15/2), em casos específicos que empresas não têm direito ao crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de matérias-primas e insumos com alíquota zero. Os ministros Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Sepúlveda Pertence levantaram uma questão interessante durante o julgamento: se a decisão deve ser aplicada em operações feitas até agora ou apenas no futuro. O ministro Gilmar Mendes, no exercício da presidência no STF, decidiu adiar o julgamento dessa questão para que o plenário decida o assunto quando todos os ministros estiverem presentes. Nesta quinta-feira, Ellen Gracie e Eros Grau não estavam na sessão de julgamento. Em conversa com o Blog <em>Leis &amp; Negócios</em>, o advogado Arnoldo Wald disse que o mais importante agora é a segunda parte da decisão. As empresas esperam que ela não seja retroativa. Esse próximo capítulo deve ser resolvido em março.</p>]]></description>

</item>
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<title>Os torpedos e a traição corporativa</title>

<pubDate>Qui, 15 Fev 2007 09:27:12 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070215_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-15  <p>A febre dos torpedos enviados por celular começou a causar uma encrenca no mundo corporativo. Executivos que usam celulares das empresas ou até mesmo particulares encontraram na tecnologia um novo meio para violar segredos comerciais. O advogado Renato Opice Blum, especializado em direito eletrônico, contou ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> que começaram a surgir recentemente as primeiras ações judiciais de empresas contra executivos que vazam dados confidenciais por celulares. O ideal, diz ele, é que a própria empresa forneça o aparelho ao executivo e faça um contrato de uso para controlar as informações repassadas. Ela tem a opção inclusive de proibir que o funcionário entre no local com celular particular. Mas todas as regras devem estar no papel. A tendência agora é a volta da discussão na justiça sobre os limites do uso do celular corporativo por empregados assim como se debateu intensamente há alguns anos a utilização indevida de e-mails no trabalho.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title>Revistar empregados faz mal ao bolso</title>

<pubDate>Qua, 14 Fev 2007 15:17:41 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070214_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-14  <p>O site do Tribunal Superior do Trabalho noticiou, nesta quarta-feira (14/2), que mais uma empresa foi condenada a indenizar uma funcionária que se sentiu humilhada após ter passado por uma revista íntima. Desta vez, a punição foi imposta para a rede de lojas Marisa por conta da idéia de uma das gerentes de expor a empregada ao vexame para descobrir quem havia sujado o banheiro com absorvente. A Justiça tem punido, nos últimos anos, empresas que agem assim. Muitas até abandonaram esse tipo de atitude após as condenações judiciais. Mas ainda há aquelas que insistem nessa prática que gera humilhações e constrangimentos desnecessários diante dos colegas. A adoção da estratégia errada, muitas vezes, não é culpa das empresas e sim de gerentes e diretores que querem mostrar eficiência e metem os pés pelas mãos. Quando fazem isso acabam gerando prejuízos financeiros e arranhões para a imagem das empresas.</p>]]></description>

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<title>A Super-Receita e as empresas</title>

<pubDate>Ter, 13 Fev 2007 19:15:54 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070213_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-13  O projeto de lei aprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados, que cria a Secretaria da Receita Federal do Brasil conhecida como Super-Receita, é bom para empresas sérias e ruim para as sonegadoras. A avaliação é do advogado tributarista Igor Mauler Santiago, que foi questionado sobre o assunto pelo Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> no fim da tarde desta terça-feira (13/2). Para ele, o ponto positivo é que empresas passarão a se relacionar com um só fisco. Hoje, elas têm de tratar de assuntos tributários com a Receita Federal e a Receita Previdenciária. Agora, as regras poderão ser unificadas assim como prazos e exigências. A arrecadação tributária também será facilitada. E um mesmo fiscal poderá fazer as autuações. Atualmente, se um fiscal do INSS percebe uma irregularidade sobre Imposto de Renda, não pode fazer nada. No máximo, diz ele, comunica a Receita Federal para mandar outro fiscal à empresa com duplicação de despesas públicas. Pelas mesmas razões, a proposta é ruim para sonegadores. Ponto para o Congresso Nacional, afirma o tributarista. ]]></description>

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<title>Espionagem doméstica</title>

<pubDate>Ter, 13 Fev 2007 13:26:21 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070213_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-13  <p>O empresário Luís Roberto Demarco, que lutou para afastar o adversário Daniel Dantas do comando da Brasil Telecom, entrou com um pedido curioso na justiça paulista recentemente. Ele quer que a Brasil Telecom seja obrigada a divulgar dados e documentos da empresa. O interessante da história é que Demarco atua como assistente de acusação do Ministério Público Federal no processo em que se discute a divulgação dos dados encontrados no computador de Daniel Dantas, apreendido pela Polícia Federal nas investigações do caso Kroll. A justiça mandou o empresário detalhar quais os documentos que pretende ter acesso e comprovar a recusa da Brasil Telecom em fornecê-los. A advogada Rebecca Ribeiro Maduro, que representa Demarco, não foi encontrada pelo Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> para comentar o assunto. </p>]]></description>

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<title>Cobrança de taxa é derrubada</title>

<pubDate>Seg, 12 Fev 2007 21:15:25 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070212_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-12  <p>Empresas que querem evitar o pagamento da taxa negocial, cobrada por sindicatos de empregados para participar de negociações coletivas, podem se animar. O Tribunal Regional do Trabalho paulista manteve a proibição da cobrança para um hospital. O caso abre precedentes para outras empresas. A cobrança é estipulada em convenções coletivas entre sindicatos patronal e profissional. Ela varia geralmente de 3% a 9% sobre o salário mensal de cada empregado. O advogado Luiz Guilherme Gomes Primos, que defendeu o hospital, disse ao Blog <em>Leis &amp; Negócios</em> que a cobrança é ilegal e substitui as contribuições assistenciais e confederativas. Essas contribuições têm sido derrubadas também pela justiça. Segundo ele, empresas não devem pagar essa taxa e sim esperar os sindicatos fazerem a cobrança judicialmente porque é possível provar a sua ilegalidade.</p>]]></description>

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<title>Crédito de IPI volta ao debate</title>

<pubDate>Seg, 12 Fev 2007 10:37:23 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070212_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-12  <p>Empresas estão de olho na pauta do Supremo Tribunal Federal. Os ministros voltam a discutir, na quinta-feira (15/2), se empresas de setores como automobilístico, madeireiro e sucroalcooleiro têm direito ao crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de matérias-primas e insumos com alíquota zero. Os casos analisados no Supremo são específicos, mas podem abrir precedentes para várias empresas. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional alegou, em diversas ocasiões, que o governo pode deixar de arrecadar 20 bilhões de reais por ano, se as empresas saírem vencedoras na batalha jurídica. Em conversa com o Blog <em>Leis &amp; Negócios</em>, o advogado tributarista Raul Haidar diz que a cifra apontada é invenção do governo e mero exercício de adivinhação. O placar no STF, por enquanto, é favorável ao governo. Mas ministros que já votaram sobre o assunto podem mudar de opinião durante o julgamento. Se nenhum deles pedir vista, o caso deverá ser resolvido esta semana. Quem deve levar a melhor nessa guerra tributária?</p>]]></description>

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<title>Bacardi e Contini ainda querem Martini</title>

<pubDate>Sex, 09 Fev 2007 18:31:42 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070209_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-09  <p>A briga de anos entre a Bacardi e a Contini por causa da marca italiana de bebidas Martini ganhou um novo capítulo na justiça. O juiz federal Erik Gramstrup decidiu que a Bacardi, licenciada da Martini no Brasil, pode defender a marca ao contrário do que queria a Contini. A Bacardi acusa a Contini de imitar os nomes e os rótulos da Martini. A Contini já conseguiu alguns registros no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). A Bacardi não se conforma. Quer cassar esses registros e impedir novos. Alega que os consumidores podem se confundir quando forem comprar as bebidas. A solução do caso, porém, ainda está longe do fim. Apesar de a decisão ser do ano passado, apenas nesta sexta-feira (9/2) o processo foi encaminhado para a desembargadora Suzana Camargo se manifestar por escrito sobre o assunto. Quando o caso foi julgado ela entendeu que o Tribunal Regional Federal da 3ª Região poderia analisar outros pontos do processo sem mandá-lo para a primeira instância, o que causaria uma certa rapidez. Depois que ela se manifestar, as empresas podem recorrer e pedir que o caso seja julgado no próprio tribunal. Agora, é esperar para ver.</p>]]></description>

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<title>O preço da humilhação nas empresas</title>

<pubDate>Sex, 09 Fev 2007 14:59:40 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070209_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-09  <p><br />Um projeto de lei sobre assédio moral apresentado, esta semana, à Câmara dos Deputados prevê a obrigação de empresas indenizarem empregados humilhados no ambiente de trabalho. A indenização deverá ser o equivalente a 10 vezes a remuneração do funcionário, além do pagamento de despesas médicas, se o projeto virar lei. Ainda não há previsão de votação. Hoje, não existe lei específica sobre o assunto, mas empresas têm sido condenadas a indenizar diretores, gerentes e empregados que entram na justiça trabalhista com ação por assédio moral. A alegação geralmente é a de constrangimento, rebaixamento de cargo ou exigências injustificadas por parte dos chefes. Em conversa com o Blog <em>Leis &amp; Negócios</em>, o advogado José Guilherme Mauger, disse que empresas também precisam ficar atentas a outro fenômeno com a globalização. Em casos de transferências de chefias entre sede e filiais, costumes de chefes de um país desenvolvido podem ser considerados rígidos demais em outro por funcionários. Mais um motivo para levar empresas ao banco dos réus.</p>]]></description>

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<title>Empresas correram, mas faltou tempo.</title>

<pubDate>Qui, 08 Fev 2007 17:01:41 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070208_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-08  <p>Empresas ainda não engoliram as autuações feitas pela Previdência na véspera das festas do fim de ano. Em conversa com o Blog <em>Leis &amp; Negócios</em>, o advogado Fábio Medeiros conta que, dois dias antes do natal, uma empresa sofreu oito autuações que totalizaram cerca de 25 milhões de reais. O prazo para recorrer pela legislação é de 15 dias. Advogados reclamam que o tempo é curto e prejudica a defesa. Como o prazo contado é corrido e inclui finais de semana, advogados tiveram de suar a camisa para dar conta do recado. Mesmo assim houve casos de empresas que não conseguiram se defender a tempo. Agora, terão de brigar na justiça para se livrar das autuações. O que mais irrita advogados é o fato de a Previdência ter um prazo maior que o deles. São três meses, que podem ser prorrogados, para fiscalizar, apontar os débitos e autuar as empresas.<br /></p>]]></description>

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<title>É permitido rir de piada de seguro</title>

<pubDate>Qui, 08 Fev 2007 11:20:11 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070208_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-08  
<p>Uma propaganda de TV sobre seguros de vida roda a internet e arranca gargalhadas apesar de a cena se passar em um velório. Com o slogan <em>Sinaf Seguros - Transforma qualquer viúva em bom partido</em>, o caso foi parar no Ministério Público do Rio de Janeiro. Diante do caixão do marido, a viúva é paquerada até mesmo pelo padre por causa do seguro de vida. A Ouvidoria-Geral do Ministério Público recebeu uma reclamação de que a empresa ofendeu a religião, a moral, os sentimentos de pessoas em luto e a mulher de um modo geral. A Sinaf Seguros, representada pelo escritório Binenbojm, Gama &amp; Carvalho Britto, alegou que a propaganda não passou de uma piada, sem a intenção de ofender. O promotor Rodrigo Terra teve bom senso e arquivou o inquérito instaurado na 2ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor do Ministério Público do Rio de Janeiro. O caso mostra que empresas podem criar propaganda bem humorada, até mesmo para falar da morte, com base na livre manifestação do pensamento. Dá para considerar que houve ofensa no vídeo que está no site YouTube? -</p><embed width="350" height="350" src="http://www.youtube.com/v/ApobUwrcQ6s" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" />. <p />]]></description>

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<title>Ação na justiça, só após o leão decidir.</title>

<pubDate>Qua, 07 Fev 2007 17:11:39 </pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/leisenegocios/20070207_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[2007-02-07  <p>Empresários acusados de sonegação fiscal podem respirar aliviados. <br />Dentro de dois meses, quem estiver encrencado só vai poder ser acionado na justiça depois que tiver esgotada toda a discussão com a Receita Federal. Até agora a coisa era diferente. O Ministério Público adorava mover ação penal contra supostos sonegadores antes mesmo que o fisco dissesse se o acusado era culpado ou não. A mudança acontece porque o Supremo Tribunal Federal, que decidiu diversas vezes a favor dos empresários, resolveu fazer uma súmula, que obriga juízes de primeira e segunda instâncias a decidir da mesma forma que a corte, sobre o assunto.  Com essa medida, o STF vai estrear a súmula vinculante e evitar que temas já definidos continuem chegando infinitamente à corte. Em conversa com o blog <em>Leis &amp; Negócios</em>, o ministro Marco Aurélio Mello disse que não dá para ficar eternamente repetindo decisões sobre esse tema. Se o MP teimar ainda e a denúncia for aceita pela justiça, o caso vai direto para o Supremo em menos de um mês quando houver reclamação. Os ministros, então, determinarão que a súmula deve ser cumprida e fim de papo. </p>]]></description>

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