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    <title><![CDATA[Blog da PME  - Portal EXAME]]></title>
    <description>Blogs - Portal EXAME</description>
    <link>http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/pme/listar1.shtml</link>
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      <title>Portal EXAME - Blogs</title>
      <url>http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/tit_blog.jpg</url>
      <link>http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/</link>
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    <generator>portalexame.abril.com.br</generator>
	<copyright><![CDATA[Copyright © 2008, Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados. All rights reserved.]]></copyright>


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<title><![CDATA[Sua principal meta para 2010 em meio minuto]]></title>

<pubDate>Qui, 12 Nov 2009 16:16:52 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20091112_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Arial" size="2">Diga o que você pretende <em>Botar para Fazer</em> em 2010 (e venha visitar a gente) O que você está esperando para fazer a sua parte na Semana Global do Empreendedorismo? É só gravar um vídeo de até meio minuto, dizendo qual é a sua principal meta para 2010 e colocar na rede social da Exame PME -- como já fizeram vários empreendedores. Quem fizer um vídeo desses está automaticamente convidado para conhecer a redação da Exame PME, num almoço ou num café da manhã. O prazo para postar os vídeos termina no dia 22 de novembro. Após essa data, vamos fazer uma votação na rede para eleger o vídeo mais legal. Quem ganhar vai poder conhecer pessoalmente um empreendedor que já tenha saído na revista.</font></p><p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Arial" size="2">A Semana Global do Empreendedorismo acontece em mais de 90 países e tem como objetivo fortalecer a cultura empreendedora ao redor do mundo, incentivando jovens e organizações a tirarem suas ideias do papel. Exame PME é parceira da Endeavor nessa iniciativa.</font></p><p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Arial" size="2">Clique <a href="http://revistapme.ning.com/">AQUI</a> para participar da rede Exame PME e saber como produzir e postar o vídeo.</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Você não participaria deste grupo por causa do nome?]]></title>

<pubDate>Sex, 30 Out 2009 15:24:56 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20091030_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[Está em andamento uma discussão curiosa envolvendo o grupo Doações para PMEs, na nossa rede social, formado para que empreendedores coloquem à disposição de outros empreendedores um objeto ou um serviço. Pode ser uma impressora que não se usa mais, uma assinatura de revista, vagas para um curso ou horas de consultoria, apenas para citar alguns exemplos reais. É um dos grupos mais numerosos e ativos da rede. Outro dia, li um comentário de uma pessoa que não gosta do nome do grupo. Ela diz que palavras como grátis, de graça e doação tiram o valor das coisas. Nas palavras dele: &quot;Eu não frequento o grupo, pois para mim o nome Doação o desvaloriza. A probalidade é que muitos que nem entraram neste grupo concordem comigo e por isto não frequentem o grupo.&quot; O único jeito de saber se isso está acontecendo é trazer essa pergunta para fora do grupo: Você que não entrou no grupo &quot;Doações para PMEs&quot;, pode dizer se foi por causa disso?<br />Se foi, gostaríamos de saber a sua opinião na discussão, clicando <a href="http://revistapme.ning.com/forum/topics/quem-nao-entrou-no-grupo">aqui </a>Quem ainda não pertence e quer participar, também deve clicar no mesmo link). Vou encerrar esta discussão na rede no dia 4 de novembro.]]></description>

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<title><![CDATA[Doação é um termo pejorativo?]]></title>

<pubDate>Qua, 28 Out 2009 09:58:54 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20091028_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[Um dos grupos mais ativos na rede social da Exame PME é o que reúne membros que têm alguma coisa para dar para outras pequenas e médias empresas. Tudo começou numa tarde de domingo. A rede tinha poucas semanas de vida, eu limpava minha estante e achei que alguma escola poderia se interessar pelos livros que eu não queria mais. Havia poucos grupos ainda e me pareceu uma boa idéia criar um para que os membros pudessem dar qualquer coisa. Uma escola se interessou pelos livros. Depois, alguém que havia migrado para o sistema da nota fiscal eletrônica colocou uma impressora usada na roda. Hoje é um dos grupos mais movimentados da rede. Teve gente que já ganhou assinaturas de revistas, vaga para cursos e até consultoria. <br />Ontem, li um comentário, num outro grupo, de um membro que DETESTA o nome do grupo de Doações. Ele disse que parece que os pequenos e médios empresários são indigentes e que doação é coisa de beneficência. <br />Confesso que isso nunca tinha me passado pela cabeça. Coloquei o nome do grupo em discussão. O que você acha? Para dar sua opinião (e participar da rede) clique <a style="FONT-WEIGHT: bold" href="http://revistapme.ning.com/group/doaesparapmes/forum/topics/devemos-mudar-o-nome-deste">AQUI</a><br />]]></description>

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<title><![CDATA[Desafio para designers ]]></title>

<pubDate>Sex, 23 Out 2009 11:24:06 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20091023_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p /><p>Uma missão especial para designers e afins -- criar um logo para o clube de leitura fundado pelo Ricardo Soares, membro da rede social da Exame PME. Batizado de Cloud Book, o site é um espaço em que os empreendedores da rede podem compartilhar livros sobre negócios. Envie sua proposta de logo até o dia 06/11, clicando <a href="http://revistapme.ning.com/forum/topics/logo-do-clube-de-leitura-rede" target="_blank">AQUI</a>. (Por enquanto existe um, que é esse aqui em cima, um tanto quanto inspirado no Google.) Depois colocaremos as propostas em votação. Ainda não conhece o Cloud Book? Então clique <a href="http://revistapme.ning.com/group/livrosdenegocios/forum/topics/cloud-book-clube-de-leitura" target="_blank">AQUI</a>.<br /></p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Livros de graça para empreendedores ]]></title>

<pubDate>Qui, 22 Out 2009 09:43:02 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20091022_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
Para quem ainda tem dúvidas da força do conceito &quot;colaboração&quot; nos dias de hoje: <br />Um empreendedor da rede social da Exame PME sugeriu que fosse criado um sistema de empréstimo de livros entre os membros. Você empresta o livro para outro membro, que passa a ser o guardião daquele título, até que ele seja requisitado por outra pessoa. O acervo e quem está com qual livro estão registrados num software que o próprio Ricardo Soares, o autor da idéia, criou. <br /><br />Veja como tudo isso funciona e participe também, clicando <a href="http://revistapme.ning.com/group/livrosdenegocios/forum/topics/cloud-book-clube-de-leitura">AQUI</a><br /><br />PS: Temos um monte de livros legais aqui na redação, mas não temos tempo de cadastrar tudo no sistema. Se algum voluntário quiser ajudar, agradecemos muito. Tem direito a almoço grátis. <br />
]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Uma assinatura da Harvard Business Review de graça ]]></title>

<pubDate>Dom, 18 Out 2009 13:13:43 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20091018_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[Claudio Ventorim (foto), membro da rede social da Exame PME, está doando uma assinatura da revista Harvard Business Review para um empreendedor que faça parte do grupo. Já há muitos candidatos. Ele fará a escolha no dia 21 de outubro. Portanto, quem tem interesse, apresse-se! <br />Para participar da escolha, clique <a href="http://revistapme.ning.com/group/doaesparapmes/forum/topics/doacao-de-uma-assinatura"><span style="TEXT-DECORATION: underline">AQUI </span></a><br />]]></description>

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<title><![CDATA[Como você resolveria o impasse nesta empresa?]]></title>

<pubDate>Dom, 20 Set 2009 19:39:04 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090920_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<div class="description"><div class="adminbox xg_module xg_span-4 adminbox-right"><div class="xg_module_head">Conhecemos há algum tempo, fazendo reportagens para a Exame PME, uma empresa com uma história familiar muito interessante. Trata-se da fabricante de móveis Líder Interiores. A Carla Aranha, repórter que está aqui na rede, levantou a história completa deles. Vejam:<br /><i>Ao fim da Segunda Guerra Mundial, o lavrador mineiro João da Mata Nogueira, hoje com 82 anos, achou que era na hora de mudar de vida. Largou a enxada e foi morar na cidade mais próxima, a pequena Carmo do Cajuru, em Minas, em busca de melhores oportunidades. Como sabia lustrar bem móveis, saiu batendo de porta em porta oferecendo seus serviços. As encomendas cresceram, e de lustrador João passou a marceneiro, como autodidata. A atividade ia tão bem, que ele decidiu construir um galpão, contratar alguns ajudantes e abrir uma empresa de móveis.<br />Em 1950, João criou a Líder Interiores, que no ano passado faturou 80 milhões de reais. O empresário casou, teve filhos (cinco), e, como pai zeloso, acreditou que seria importante criar uma fábrica para cada filho, a fim de garantir o futuro da prole. Em 1978, criou uma unidade especializada na fabricação de móveis para dormitórios, que ficou sob responsabilidade da filha Augusta. Nos anos seguintes, vieram a fábrica de sofás, a de racks e estantes e a de colchões.<br />A família estava feliz, mas os clientes começaram a reclamar. No ímpeto de garantir o futuro dos filhos, João acabou desmembrando a empresa. Cada unidade tinha até CNPJ próprio. Todo o restante também era separado, desde a logística até o design dos móveis, o marketing e o RH. Era uma cooperativa de cinco fábricas que rateavam as despesas, resume Aurélio Nogueira (foto), de 43 anos, filho do fundador, diretor-executivo.<br />Os primeiros sinais de que algo ia mal vieram dos próprios clientes finais. Eles começaram a reclamar que as entregas eram feitas em dias diferentes. Se alguém comprava móveis para a casa toda ia receber cada um num dia diferente, o que é muito ruim mesmo, diz Aurélio. A empresa também estava perdendo dinheiro com a descentralização. Como na prática as fábricas vendiam para as lojas da Líder, a empresa tinha de arcar com uma cascata de impostos.<br />Antes que a bomba estourasse, os herdeiros tomaram uma decisão. Reuniram-se com o pai, ainda presidente da empresa, e resolveram reverter todo o processo. Cada um dos filhos ficou com um cargo administrativo, e as fábricas deixaram de ser independentes. Foi preciso reestruturar a empresa. Isso aconteceu a partir de 1998, quando Aurélio assumiu a direção da Líder. Era necessário unificar os departamentos de logística, marketing e design. Para simplificar a entrega de móveis, e poupar custos com combustível, a empresa construiu um galpão de 15 mil metros quadrados, em Carmo do Cajuru, de onde saem todos os caminhões. Antes, cada fábrica tinha a sua própria frota, que não dialogava com as outras unidades do grupo.<br />O desenho de novos móveis também passou a ser feito na sede, em vez de ficarem a cargo de cada fábrica, que passaram só a produzir. A partir daí, foi possível criar uma política de marketing, algo que antes da reestruturação não existia. A empresa estruturou uma estratégia de relacionamento com arquitetos e decoradores, que são convidados a conhecer a sede da Líder periodicamente. Além disso, sempre que os designers da empresa criam um novo móvel, esses profissionais também são chamados a opinar, antes que os novos produtos sejam colocados no mercado. É feita uma votação, da qual também participam os funcionários da empresa, segundo critérios como funcionalidade, estética e valor de mercado. Se o móvel não é aprovado, ele não é fabricado. Isso evita ciúmes do familiar que apostava naquela criação, comenta Aurélio. As vendas para decoradores e arquitetos aumentaram 38% nos últimos três anos.<br />Outra providência foi criar um conselho do qual participam o fundador e seus cinco filhos. O objetivo é que as decisões mais importantes sejam votadas, democraticamente, a exemplo do que acontece com os novos móveis. A gestão se tornou mais centralizada, e, graças às reuniões do conselho, mais transparentes. Essas políticas fizeram com que nos últimos cinco anos a Líder começasse a crescer mais, cerca de 30% ao ano, abrindo duas lojas em Brasília, uma no Rio, uma em São Paulo e duas em Minas. Hoje, são 17 lojas, no sudeste e centro-oeste. A empresa também conseguiu separar 38 milhões de reais para reinvestir no negócio. </i></div><div class="xg_module_head"><em></em> </div><div class="xg_module_head"><em>Você acha que teria outra forma de resolver o impasse? Dê a sua opinião na rede social da Exame PME, clicando <a href="http://revistapme.ning.com/group/famlianegcios/forum/topics/haveria-outra-forma-de">aqui </a></em></div></div></div>]]></description>

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<title><![CDATA[Este jovem está começando perigosamente?]]></title>

<pubDate>Sex, 11 Set 2009 09:26:24 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090911_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Apareceu um jovem na rede social da Exame PME que diz o seguinte: </p><p><em>Estou iniciando uma confecção voltada para o publico skatista. Acho que a qualidade das camisetas são boas, o produto tem uma modelagem legal... Gostaria de sugestões e opiniões que possam me ajudar na abertura do mercado lojista. Hoje sou vendedor de materiais para rede de computadores e não conheço a área que estou iniciando</em></p><p>Entrei na página dele da rede e vi que a confecção tem um nome bonitinho (Cubo Skateboards), que ele é proprietário e que tem um funcionário. Desculpem se parece mau agouro, mas lembrei logo daquelas estatísticas que falam do perigo de uma empresa quebrar logo no começo. Fiquei preocupada com esse garoto. Ele diz que não conhece a área e isso me pareceu super-perigoso. Será que todos vocês, empreendedores que lêem este blog, assim como os membros da rede, não podem ajudá-lo a evitar aqueles velhos erros tão conhecidos? </p><p>Dê a sua contribuição clicando <a href="http://revistapme.ning.com/forum/topics/inicio-de-empresa">AQUI </a></p><p /><p /><p><br /><br /></p>]]></description>

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<title><![CDATA[É hora de fazer perguntas para um dos donos da Natura]]></title>

<pubDate>Ter, 01 Set 2009 20:23:21 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090901_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<div class="texto_blog"><font size="2"><p>Minha amiga Cris Correa ficou super-feliz com as perguntas que vocês mandaram para o cara do Google. Ela mandou avisar que a entrevista com o Alex Dias já foi gravada e estará disponível no site da EXAME na próxima sexta-feira, 4 de setembro. O próximo entrevistado da série &quot;Grandes Líderes&quot; é o Pedro Passos, um dos controladores da Natura, ao lado de Guilherme Leal e de Antonio Luiz Seabra. Ele entrou na Natura em 1983, como gerente-geral de uma das empresas do grupo. Em 1988 tornou-se diretor-superintendente da Natura, assumindo em seguida a presidência executiva, cargo que deixou em março de 2005. Vocês devem mandar suas perguntas o email <a href="mailto:grandeslideres@abril.com.br">grandeslideres@abril.com.br</a> até a manhã da quinta-feira, 3 de setembro. A entrevista será gravada no mesmo dia. </p></font><font face="Times New Roman" size="2"><font face="Times New Roman" size="2"> </font></font><font size="2"> <p> </p></font></div>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Com dúvidas sobre o Google? Por que não pergunta para o cara deles?]]></title>

<pubDate>Qua, 26 Ago 2009 15:23:26 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090826_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Minha colega Cristiane Correa, do blog Por Dentro das Empresas, vai entrevistar o executivo do Google no Brasil, a partir de perguntas dos leitores. Está aí uma EXCELENTE oportunidade para vocês -- sobretudo os que estão na rede em grupos relacionados a fazer negócios na internet -- tirarem suas dúvidas com quem sabe responder. Talvez vocês não saibam que a subsidiária brasileira é a que mais cresce no mundo. Por quê? Pergunte a Alexandre Dias, principal executivo do Google no Brasil e o próximo entrevistado da série &quot;Grandes Líderes&quot;. Dias vai falar sobre o crescimento da empresa, sobre as ameaças do futuro e sobre como é trabalhar numa companhia tão informal quanto o Google. Aproveite a chance para mandar suas perguntas. Envie um email para <a href="mailto:grandeslideres@abril.com.br">grandeslideres@abril.com.br</a> até segunda, 31 de agosto, às 9h. A entrevista com ele será gravada no mesmo dia.</p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[É possível crescer vendendo para a classe C pela internet?]]></title>

<pubDate>Ter, 25 Ago 2009 09:47:01 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090825_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[Surgiu uma interessante discussão na rede social da Exame PME: até que ponto é possível uma pequena ou média empresa alavancar seu crescimento com a Classe C -- pela internet. O Flavio Steffens (foto), que propôs a discussão, está pensando nisso porque leu uma informação sobre o crescimento da participação da Classe C na internet. Alguns dos membros da rede acham que o caminho é esse mesmo. Outros acreditam que é necessário cautela, pois consideram que o próprio comércio online ainda não está muito desenvolvido. <br /><br />Para dar a sua opinião, clique <a href="http://revistapme.ning.com/group/negociosnaweb/forum/topics/classes-c-e-e?page=1&commentId=3044262%3AComment%3A38912&x=1#3044262Comment38912">aqui.</a><br />Para fazer parte da rede social da Exame PME, clique <a href="http://revistapme.ning.com/">aqui </a>e faça seu cadastro gratuitamente <br /><br />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Conheça o portal do empreendedor]]></title>

<pubDate>Qui, 13 Ago 2009 21:21:21 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090813_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Ainda não tinha dado tempo de contar. No dia do almoço com o Wilson Giglio, ele contou que mantém um portal com uma porção de dicas de empreendedorismo. Arrumei um tempo para entrar. Gostei. Há ebooks, planilha, manuais e artigos, tudo arrumadinho. Acho que ele levou anos colecionando todo aquele material. Parabéns, Wilson. </p><p>Quem quiser conferir deve entrar no link <span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: "Arial","sans-serif"; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'"><a href="http://www.empreenderparatodos.com.br"><font color="#800080">www.empreenderparatodos.com.br</font></a></span></p><p><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: "Arial","sans-serif"; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'">Depois o Wilson vai gostar de saber a sua opinião. Quem estiver na rede social da Exame PME vai encontrar o Wilson no... bom, todo mundo da rede já conhece o Wilson. Ele é um dos membros mais ativos. E quem ainda não está, não sabe o que está perdendo. Para participar da rede social da Exame PME  basta clicar <em><u><strong><a href="http://revistapme.ning.com/">aqui</a></strong></u></em></span></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Muito obrigada, rede social!]]></title>

<pubDate>Ter, 11 Ago 2009 19:40:39 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090811_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A vida é mesmo feita de pequenas surpresas. Sábado à noite era dia do meu aniversário. Com a competição com o dia dos pais no domingo e porque eu queria trabalhar no dia seguinte, acabei ficando em casa. Então me deu na veneta usar um tópico de discussão para dar uma festa virtual. Era uma brincadeirinha, mas sabem que fiquei contente de verdade? Gostaria de agradecer aos empreendedores que usaram aquele espaço para me desejar os parabéns. São eles:</p><p>Wilson Giglio, que cantou ratimbum, levou salgadinhos e colocou músicas em MP3</p><p>Wesley Aguiar, que me desejou amor e aventuras (?!)</p><p>Alice Fonseca, que desejou conquistas</p><p>José Americo Cartuchi, que desejou alegria </p><p>Rogério Alan Cruz, que me mandou um =)</p><p>Paulo Simões Diniz, que postou um vídeo de presente, em que um grupo finge tocar sem instrumentos (adequado para o estilo da festa)</p><p>Armando CP, que não só disse que eu devia ter uns trinta anos como agendou a data na agenda da rede, para 2010</p><p>Alexandre Gumiere, que me desejou sabedoria e inteligência</p><p>Roberto Carvalho Dias, que me desejou dinheiro, mas não mandou</p><p>Ricardo Garcia, que ficou triste por chegar atrasado, mas desejou equilíbrio</p><p>Paulo Leonardo, que desejou sorte</p><p>José Roberto Pinheiro Martins, que ficou feliz por imaginar a festa com os salgados, músicas e todos os amigos que estamos formando na nossa rede social</p><p>Hermano José de Souza e Silva, que disse que FAZ ANIVERSÁRIO DIA 15 DE AGOSTO</p><p>Augusto Rafael, que achou melhor já dar os cumprimentos de 2010</p><p>Paulo Sergio, que mandou um poema: </p><p><strong>P</strong>aara tudo<br /><b>A</b>gora é minha hora<br /><b>R</b>ogo...<br /><b>A</b>gora é minha vêz<br /><b>B</b>om isso...lembrar o dia em que nasci<br /><b>É</b>h,não foi fácil, no mole<br /><b>N</b>ãaaaao..tsc,tsc.<br /><b>S</b>angue,suor e lágrimas?Claro_Afinal, é pra que estou viva e pronta para outra!</p><p>OBRIGADA!!!!!!!!!!!!!</p><p />]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Você já telefonou para a sua própria empresa sem que eles saibam que é você?]]></title>

<pubDate>Dom, 09 Ago 2009 18:38:59 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090809_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<p>O empreendedor <span class="fn"><a href="http://revistapme.ning.com/profile/MarceloThalenberg">Marcelo Thalenberg</a> (ao lado, o desenho que ele usa para se identificar na Rede da EXAME PME) contou na rede o caso de uma empresa que tinha um alto índice de reclamações no &quot;caos&quot; center. Dezenas de </span>ligações gravadas foram ouvidas. Descobriu-se que os atendentes não estavam falando coisas como &quot;Desculpe, eu entendo o seu problema e quero ajudar a resolver.&quot; Ao tentar resolver isso, a equipe de treinamento ouviu de um dos atendentes o seguinte: &quot;Nós não somos culpados, por que devemos pedir desculpas?&quot; Bem, um treinamento explicou melhor o script de atendimento e a situação melhorou muito. <br /></p><p>Daí o Marcelo deu a seguinte idéia: &quot;Já ligou para sua empresa e tentou ser atendido, o que acontece? Experimente. O que pode ser melhorado?&quot; </p><p>Você já fez isso ou conhece quem fez? O que aconteceu? PARA PARTICIPAR DA REDE SOCIAL DA EXAME PME, CLIQUE <a href="http://revistapme.ning.com/">AQUI</a></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O custo do pão dormido]]></title>

<pubDate>Ter, 04 Ago 2009 07:42:19 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090804_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Almocei com o <a href="http://revistapme.ning.com/profile/WILSONGIGLIO" target="_blank"><font color="#990000"><strong>Wilson Giglio</strong></font></a><strong>,</strong> consultor que ajuda pequenos e médios empresários a lidar com os desafios da gestão -- e que também está na rede social da Exame PME. Durante a conversa surgiram diversos assuntos bacanas. Olhem só um exemplo:<br />-- Uma padaria que, ao fim do dia, joga fora os frios e pães que não foram vendidos deve computar o desperdício nos custos? </p><p>A pergunta gerou um debate na rede social da Exame PME. Alguns acham que é custo. Outros acham que é perda. E outros acham que não é nem uma coisa nem outra, pois o pão vai virar farinha de rosca! </p><p>O interessante é que, conforme você muda o ponto de vista, encontra uma oportunidade para diminuir o problema. Quanta coisa mais numa pme pode ser tratada dessa forma, não? Empreendedores que ainda não estão na rede devem clicar <em><a href="http://revistapme.ning.com/">aqui </a></em>para participar</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Será que este empreendedor não está atacando o problema errado? ]]></title>

<pubDate>Dom, 02 Ago 2009 19:12:35 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090802_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>&quot;Quais são as preocupações, precauções e riscos para pequenas empresas que criarem Redes Sociais Privadas e incentivarem uso de redes abertas?&quot; Foi essa a discussão, proposta por um empreendedor de Goiás, o Carlos Antonio Barbosa, que mobilizou a rede social da Exame PME no domingo. Ele disse que quer criar uma rede no Ning para melhorar a comunicação e o relacionamento entre as pessoas. Ele também quer captar as idéias que costumam surgir nos corredores e encontros para cafezinho. Muita gente deu sugestão de como fazer isso, mas a certa altura, o Carlos explicou que a empresa dele tem &quot;muitos colaboradores jovens (geração Y) acostumados a usar messenger e orkut. Mas, o acesso a essas duas ferramentas é proibido.&quot;</p><p>Eu fiquei surpresa, até porque a empresa dele é do setor de TI. Fiquei pensando se ele não está atacando o problema errado. Será que não é melhor estipular as metas e cobrar os resultados -- e deixar a moçada mais à vontade? Já está tão difícil manter talentos, sobretudo nessa área. Eu acho que se eu fosse programadora não ia querer trabalhar numa empresa que não deixa usar msn. Depois ele me contou que o Skype é permitido. Mas acho que a pergunta fica no ar. Muitas vezes, acredito, estamos atacando o problema errado. </p><p>Quem ainda não está na rede e quer participar deve clicar <a href="http://revistapme.ning.com/">aqui</a></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Já se cadastrou para participar do debate na rede da EXAME PME?]]></title>

<pubDate>Qui, 30 Jul 2009 17:01:34 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090730_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>No último post, eu chamei a atenção para a bem sucedida Curriculum, do Marcelo Abrileri, um site de pesquisa de vagas de emprego fundado por ele e mais quatro sócios. Na rede da Exame PME, essa empresa chamou a atenção -- não só pelo que ela faz, em si, mas por sua semelhança com o modelo de negócios do Google e, segundo meu colega Sergio Teixeira, com o Linkedin também. </p><p>Falei com o Marcelo hoje e ele disse que amanhã, sexta, vai estar online para conversar com o pessoal na rede. Ele pode tirar dúvidas sobre de onde veio a idéia e como é adaptar um modelo que já dá certo noutro lugar. O Marcelo também está a fim de falar sobre sua área de especialidade -- recolocação e recrutamento online, por exemplo. Achei que seria interessante pra todos vocês, não? </p><p>O encontro virtual está acontecendo na Sala Bate Papo da rede social da Exame PME. Quem ainda não faz parte da rede e quiser participar desse debate tem que fazer a inscrição na rede o quanto antes, pois leva um tempo para aprovar os perfis (a aprovação rápida depende basicamente de vocês preencherem os campos pedidos) Clique <a href="http://revistapme.ning.com/profiles/members/">aqui </a>para participar na rede social da Exame PME, que já conta com mais de 2500 empreendedores. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O google dos currículos]]></title>

<pubDate>Ter, 28 Jul 2009 15:43:28 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090728_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div id="fonte_materia"><p>Olhem só que interessante adaptação de modelo de negócios feita por um membro da rede social da Exame PME, o Marcelo Abrileri. Ele se inspirou no Google para expandir a Curriculum, o site de pesquisa de vagas de emprego fundado por ele e mais quatro sócios. A prática comum entre os sites que divulgam vagas de emprego e currículos de profissionais à procura de trabalho é cobrar uma assinatura mensal pelo serviço de quem anuncia uma vaga ou de quem se oferece para trabalhar. No caso da Curriculum, boa parte dos serviços é grátis. Os profissionais em busca de emprego não pagam nada para deixar seus currículos online. Eles só põem a mão no bolso se quiserem aparecer com mais destaque nas pesquisas - lógica quase idêntica à de links patrocinados do Google.</p><p>Os executivos das empresas que acessam o site para recrutar candidatos a uma vaga podem fazer pesquisas de graça, até o máximo de 100 currículos por mês. Essas empresas pagam somente para obter serviços mais avançados, como dispor de uma base de dados personalizada. Além de ganhar dinheiro com a cobrança de serviços especiais, que respondem por cerca de 60% do faturamento, a Curriculum conta com uma receita suplementar vinda de publicidade online - algo que o Google não faz. As propagandas são pagas por empresas que expõem suas marcas à audiência do site, que gira em torno de 200 000 acessos por mês. Entre os anunciantes estão o site de comércio eletrônico Mercado Livre e a universidade Uninove, de São Paulo.</p><p>A rede social EXAME PME já tem mais de 2300 membros. Basta clicar <a href="http://revistapme.ning.com/"><strong>aqui</strong></a> e se conectar com outros empreendedores, como o Marcelo Abrileri, da Curriculum. </p></div>]]></description>

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<title><![CDATA[Última chamada: grupo de estudos sobre custos fixos na rede da Exame PME]]></title>

<pubDate>Sex, 24 Jul 2009 10:05:46 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090724_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Uma das discussões que pegou fogo na rede da Exame PME é sobre a forma certa de incluir custos fixos na formação de preços. Um grupo de empreendedores está vendo um jeito de se reunir ao vivo, possivelmente com a ajuda de teleconferência para quem mora longe. Da minha parte, fiquei de reunir todas as propostas (quem vai dar o curso, quem partipa, onde, custos, etc) neste final de semana e fazer um sugestão de organzação na segunda ou terça. Ainda dá tempo de você manifestar seu interesse. Quem não está na rede e quer participar deve fazer sua página clicando <a href="http://revistapme.ning.com/">AQUI </a>. (Passamos dos 2000 membros) </p><p>PS: Encerramos hoje, 28 de julho, os recebimentos de interessados no grupo de estudos. Vamos fazer uma proposta e divulgar pra vocês</p><p />]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[A mesa que não cabe no escritório]]></title>

<pubDate>Ter, 21 Jul 2009 19:11:57 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090721_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Estou em busca de idéias de como aproveitar melhor os recursos físicos de uma pequena ou média empresa. Pensei nisso ao constatar que a luminária que comprei para a sala de casa não ilumina como eu gostaria. Fiquei aborrecida. Mas, e se fosse para a minha empresa? Teria sido um investimento mal feito. Qual foi o maior erro que você já cometeu ao instalar sua empresa ou escritório? Já comprou uma mesa que nem cabia na sala de reuniões? </p><p>Aproveito para contar que a recém-nascida rede social EXAME PME já tem mais de 1900 membros. E que agora não é mais necessário convite para participar. Basta clicar <a href="http://revistapme.ning.com/"><strong>aqui</strong></a>. Investidores interessados em pequenos e médios negócios e consultores ligados a empreendedorismo também são bem-vindos.</p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Empreendedor não pode dormir de touca]]></title>

<pubDate>Sáb, 18 Jul 2009 19:46:47 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090718_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Eu tenho um princípio -- de trabalho e de vida: não se pode perder a oportunidade de fazer uma pergunta para uma pessoa inteligente. Ainda mais se você é empreendedor e se essa pessoa é o Marcel Telles. </p><p>Quem está lendo este comentário pela rede da Exame PME pode subir a página e clicar no link sobre o assunto, que tem a foto da Cris Correa. </p><p>E quem está lendo no portal da Exame, deve ir até o blog da Cris Correa, cujo link também coloco <a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/listar1.shtml">AQUI </a></p><p><em>Alguém conhece a expressão do título, &quot;dormir de touca&quot;? Acho que estou velha mesmo. Vou fazer 48 anos em agosto... </em></p>]]></description>

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<item>
<title><![CDATA[Prazo para a consultoria grátis]]></title>

<pubDate>Qui, 16 Jul 2009 16:48:23 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090716_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<p>O consultor Tetsuo Haga (foto) divulgou os seguintes critérios para a doação de consultoria. Vejam o que ele diz: </p><p><em>O prazo para novas candidaturas é 23/07, quando será escolhida a empresa 'vencedora', baseado nos seguintes critérios:<br />- esteja localizada na Grande São Paulo,<br />- tenha escolhido um dos temas sugeridos, e<br />- que tenha o maior valor agregado com a consultoria, avaliando-se a resposta à seguinte pergunta: por que a empresa se beneficiaria com a consultoria?<br />O resultado será publicado na rede social da Exame PME. </em></p><p>Você ainda não faz parte da rede da Exame PME? Quem quiser entrar e ainda não foi convidado, me escreva: <a href="mailto:mmendes@abril.com.br">mmendes@abril.com.br</a>. Ontem disparamos 34 convites, a pedido de leitores do blog. Obrigada!</p><p>PS: Dimas, o Lucas chega hoje sim. </p>]]></description>

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<title><![CDATA[AAAAAAAAAA!!! SOCORRO!!]]></title>

<pubDate>Qua, 15 Jul 2009 20:29:56 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090715_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Saí por duas horas e quando voltei tinha um monte de gente querendo receber convite para entrar na rede um advogado me perguntando se pode montar um grupo para dar consultas de graça para os participantes um empresário com uma indicação de uma amiga que montou um negócio de reciclagem e está crescendo e gente discutindo custo fixo nos preços e missão das PMEs e cobrando a logoteca e um monte de gente entrou na rede hoje e até minha mãe quer saber cadê os edredons dela emprestado e uma pessoa que não acha o video do urso polar acomodado coitado e por que o convite tá demorando e por que a CVC não vai pro exterior</p><p>AAAAAAA! </p><p>(tô cheia de coisa pra fazer -- ô problema bom!) </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Consultoria grátis na rede social da Exame PME]]></title>

<pubDate>Qua, 15 Jul 2009 09:33:04 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090715_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Entrei agora na rede social da Exame PME e vi que o consultor Tetsuo Haga (foto) está doando lá um trabalho de consultoria para uma pequena ou média empresa. Às vezes ficamos felizes com algo que a gente faz. É como me sinto em relação à criação da rede social da Exame PME. Tudo começou com este blog, onde comecei escrevendo uns pensamentos simples. A participação aumentou e logo senti falta de ferramentas para que os leitores pudessem conversar uns com os outros e formar grupos de discussão conforme seus interesses, que não dependessem da minha mediação. Resultado: criada há quase três meses, a rede tem uns 1700 membros e as trocas de idéias sobre empreendedorismo pegaram fogo. Há grupos de vários assuntos: como cortar custos, controladoria, comércio eletrônico. A doação a que me referi está acontecendo num grupo que formei, que tinha o simples objetivo de doar coisas usadas para empresas -- no meu caso, eu queria doar livros e imaginei que algum dono de escola presente na rede se interessasse. O grupo cresceu e as pessoas estão se ajudando não só com objetos, mas com troca de experiências, o que é ainda mais valioso. </p><p>Estou feliz. </p><p>Aproveito para contar àqueles que se acostumaram a receber meus avisos de novos posts pelo Plaxo, que fechei meu perfil lá. Eu me suicidei no Plaxo porque não dá para tomar conta de tantas redes ao mesmo tempo. Agora é hora da rede social da Exame PME. Quem quiser entrar e ainda não foi convidado, me escreva: <a href="mailto:mmendes@abril.com.br">mmendes@abril.com.br</a>.</p>]]></description>

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<title><![CDATA[O site de currículos inspirado no Google]]></title>

<pubDate>Sex, 10 Jul 2009 10:59:34 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090710_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Um empreendedor da rede social da Exame PME (que já conta com quase 1700 membros) quer saber como funciona o sistema de anúncios no Google, e como isso pode ajudar a empresa dele, um restaurante, a vender mais. Na revista já fizemos diversas matérias sobre comércio eletrônico -- e é difícil tocar nesse assunto sem falar do Google. Isso me fez lembrar um outro case da última edição, sobre uma empresa de currículos na internet, que se baseou no modelo de negócios do Google. Vejam só que adaptação interessante que este empresário fez, clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0019/google-curriculos-477766.html">aqui.</a></p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Na sua empresa há hora certa para ir ao banheiro?]]></title>

<pubDate>Sáb, 04 Jul 2009 16:06:53 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090704_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[É direito do empregador monitorar a ida de seus funcionários ao banheiro, criando uma tabela de horários e fiscalizando seu cumprimento? O Tribunal Superior do Trabalho entendeu que, em certas atividades, sim. A discussão veio à tona quando um funcionário da central de atendimento telefônico da operadora de celulares Vivo pediu indenização por danos morais, por achar que as limitações no uso do banheiro da empresa violavam, nas suas palavras, sua &quot;honra, imagem e integridade física e psíquica&quot;. O pedido não foi acatado. Os ministros entenderam que, nesse caso, as restrições são necessárias. &quot;A lei determina que os clientes sejam atendidos em até 30 segundos&quot;, diz o advogado trabalhista Haroldo Almendro. &quot;Sem o controle do banheiro, pode não ser possível cumprir esse limite.&quot; Em outras atividades, porém, esse tipo de controle continua proibido. Recentemente, por exemplo, o TST condenou uma fábrica da Azaleia em Sergipe. A empresa, além de restringir o uso do banheiro pelos funcionários a somente duas ou três vezes por dia, controlava as idas ao bebedouro. Os funcionários, para obedecer a medida, até passaram a tomar pouco líquido para não ter de ir ao banheiro.<!-- texto --><!-- box lateral --> <div id="menu_lateral_materia"><div class="lateral_box_materia"><!-- veja também --><div class="noticias_materia"><div class="titulo_vejatb"></div><div class="chamada_vejatb"></div><div class="chamada_vejatb">Vocês acham que é correto monitorar as idas do funcionário ao banheiro? Quantas vezes por dia ele seria autorizado a ir? Durante quanto tempo? E como fiscalizar?</div><!--fim relacionado--></div><!-- veja também --></div></div><script type="text/javascript"></script><!-- box lateral --><!-- ferramentas -->]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Estrear no varejo sozinho ou com representantes? (e se vc fosse esse cara?)]]></title>

<pubDate>Ter, 30 Jun 2009 22:33:27 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090630_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div class="texto_materia"><!-- box imagem --><div><!-- foto --><div><div>Este dilema é tão importante que vou reproduzi-lo na íntegra aqui:</div><div></div><div>A partir de experimentos caseiros na batedeira da sogra, o paulista Lito Rodriguez, de 41 anos, construiu um negócio inovador num setor em que parecia haver pouco o que inventar - o de lava-carros. Sua empresa, a Dry Wash, cresce com um processo que dispensa o uso de água durante a limpeza dos veículos. No ano passado, a Dry Wash, que já conta com uma rede de 60 franquias, faturou 35 milhões de reais - 30% mais que em 2007.</div></div></div><div id="fonte_materia"><p>Rodriguez desenvolveu uma série de produtos para fazer da lavagem a seco de carros uma realidade - de polidores de vidro a removedores de manchas em carpetes. Ao todo, são 40 itens que, além de utilizados pelas franquias, são vendidos a profissionais do setor, como donos de concessionárias e de oficinas mecânicas. Os produtos são responsáveis por mais de metade do faturamento. Agora, Rodriguez quer vendê-los também no varejo, ao consumidor final. &quot;O varejo poderá trazer um crescimento de 10% em receitas ainda neste ano&quot;, diz ele, que já desenvolveu o primeiro produto a ser lançado no mercado - um lenço umedecido para limpar carros.</p><p>Ao longo dos 15 anos de vida da Dry Wash, a lavagem a seco permitiu a Rodriguez diferenciar sua rede da concorrência e fugir de custos típicos desse mercado - as máquinas de bombear água dos lava-rápidos comuns requerem espaços amplos, caros e difíceis de encontrar em boa parte das capitais. O sistema revelou-se também apropriado ao momento de preocupação com os recursos naturais - a água deverá se tornar uma matéria-prima nobre demais para ser desperdiçada. Rodriguez acredita que, agora que a marca Dry Wash se tornou mais conhecida, seja possível avançar nas prateleiras dos supermercados. &quot;O negócio está suficientemente maduro para dar mais esse passo&quot;, diz.</p><p>Antes de pôr seu plano em prática, porém, Rodriguez tem de resolver um impasse que, volta e meia, aparece no caminho de muitos empreendedores que precisam se relacionar com o varejo - é melhor distribuir os produtos com uma equipe própria ou recorrer a representantes especializados?</p><p>Uma vantagem dos representantes é compensar a falta de experiência de Rodriguez com o varejo - antes de fundar a Dry Wash, em 1994, ele era sócio de uma fundição de estanho. Além disso, trazer essa tarefa para dentro de casa significa investir em logística e equipes próprias, que podem se tornar grandes demais para dar conta de um setor tão pulverizado como o comércio. Por outro lado, Rodriguez acha que pode ser estratégico ter total controle do processo neste momento de estreia. &quot;Posso ver de perto se os vendedores estão fazendo realmente de tudo para obter bons espaços nas prateleiras&quot;, diz ele. Seu receio é aquele que também aflige outros empreendedores que usam os mesmos representantes de grandes empresas - será que eles não preferem dirigir seus esforços para marcas já conhecidas e mais fáceis de vender? Para ajudar Rodriguez a decidir o que é melhor agora, EXAME PME ouviu os consultores Roberto de Lacerda, da Terco Grant Thornton, e Alexandre Nunes, da DealMaker, especializados em pequenas e médias empresas, além de Milton Souza, diretor da marca italiana de produtos esportivos Fila no Brasil, que já lidou com esse tipo de dilema. Leia, a seguir, o que cada um recomenda.</p><p><strong>O DILEMA<br />1. Assumir a distribuição</strong><br /><strong>Vantagem:</strong> Ter certeza de que os vendedores estão de fato lutando por um bom lugar na prateleira<br /><strong>Desvantagem:</strong> A falta de conhecimento sobre o varejo aumenta o risco de priorizar pontos pouco importantes<br /><br /><strong>2. Contratar distribuidores <br />Vantagem:</strong> Alcançar grande abrangência logo no início das operações mesmo com um produto desconhecido<br /><strong>Desvantagem:</strong> Dividir uma parte dos ganhos com os representantes e ainda correr o risco de que eles priorizem a venda de produtos dos concorrentes</p><p> E AGORA?? O QUE FAZER?</p></div></div>]]></description>

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<title><![CDATA[O empreendedor que fala na língua do porco]]></title>

<pubDate>Qui, 25 Jun 2009 17:11:06 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090625_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" /><p><font face="georgia,times new roman,times,serif">Na última edição há um caso divertido e bastante didático. O empreendedor catarinense Everton Gubert (foto) morou durante 50 dias numa casinha ao lado de uma granja de porcos. Ele queria conhecer o dia-a-dia dos criadores antes de fundar a Agriness, que desenvolve softwares de gestão para suinocultura. Mesmo assim, ele enfrentou um desafio comum a muitos pequenos e médios empresários - não desperdiçar tanta energia em negociações. &quot;Os donos das granjas adoravam o software, mas diziam que era caro demais&quot;, diz Gubert. &quot;Era preciso falar a língua deles.&quot; Falar o mesmo idioma, no caso, significava usar um símbolo bem intuitivo para os granjeiros - o próprio porco. Há cinco anos, o preço do software da Agriness foi atrelado à cotação do quilo de porco. Em vez de oferecer o programa por uma mensalidade de, digamos, 80 reais, Gubert passou a dizer que custaria 50 quilos de porco por mês. &quot;É o equivalente a dois leitões&quot;, diz ele.</font></p><p><font face="georgia,times new roman,times,serif">Resultados: Desde então, a Agriness conquistou quase 1 000 clientes, responsáveis por 70% das receitas. </font></p><p><br /><font face="georgia,times new roman,times,serif">Já aconteceu algo assim numa negociação de vocês? Ou com um pequeno ou médio empresário que vocês conheçam?</font></p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O Luciano não é o Ricardo]]></title>

<pubDate>Ter, 23 Jun 2009 16:45:59 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090623_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Tenho encontrado muita gente que comprou a última EXAME PME, que traz histórias reais de empreendedores que encontraram caminhos para tornar suas empresas mais eficientes. Todo mundo elogia. Eu deveria estar feliz, mas confesso que estou chateada. É que, apesar de todos os cuidados que tomamos, conferindo, checando e procurando pelo em ovo, duas fotos saíram trocadas... O sujeito de terno azul, que aparece junto do case da Sênior Solution, é, na verdade, o Ricardo Giudice, da Softcorp. E o que está junto com uma persiana é o Luciano Camargo, da Sênior Solution. Entenderam? Os textos estão corretos. Pedimos muitas desculpas aos dois e aos leitores também. Quando passar a vergonha quero conhecê-los pessoalmente. </p><p> </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Quais os principais erros na hora de negociar?]]></title>

<pubDate>Seg, 22 Jun 2009 15:11:19 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090622_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A rede social da Exame PME não pára de crescer. Já são mais de 1000 pessoas trocando diariamente contatos e idéias sobre diversos assuntos importantes para o crescimento das pequenas e médias empresas. Formamos vários grupos. O que mais tem gente é o que trata de vendas e negociações. O Renato Romeo, fundador do grupo, colocou em discussão um tema tão interessante que resolvi trazer aqui para o blog: erros em negociações.</p><p>Na opinião de vocês, quais são os principais erros cometidos na hora de fazer uma negociação? </p><p>PS1: Não esqueci dos logos. Assim que der, faremos a nossa logoteca na rede. Logos que não apareceram aqui irão aparecer lá</p><p>PS2: Por enquanto, para entrar na rede é necessário um convite. Para recebê-lo, mande seu nome, nome da empresa e setor para <a href="mailto:exame.pme@abril.com.br">exame.pme@abril.com.br</a> </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Como fazer um brainstorm?]]></title>

<pubDate>Qua, 17 Jun 2009 11:24:15 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090617_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[Como vocês, empreendedores, que precisam ter novas idéias a toda hora, fazem para tornar um brainstorm mais produtivo? Estou envolvida num time na empresa e participando de vários brainstorms. Sinto que essas reuniões poderiam render mais, mas não sei como.   ]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O que fazer com as coisas velhas da sua empresa?]]></title>

<pubDate>Sáb, 13 Jun 2009 18:10:34 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090613_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[Será que um de vocês tem uma idéia realmente boa sobre que destino dar para coisas usadas numa pequena ou média empresa? O que fazer, por exemplo, quando você vai comprar uma mesa nova? Vender a velha? Dar? Jogar fora? Descobri que as três coisas podem dar muito trabalho. Quem vai comprar a mesa? Quem quer a mesa de presente? E é proibido jogar na calçada.<br />Como minha família ainda tem coisas dos presentes de casamento da minha avó, tenho, por exemplo, uns quatro bules de porcelana -- sendo que não uso nenhum. Então, num dia em que me animei, levei copos dos anos 50 na feira do Masp para saber quanto valiam. Me ofereceram por eles menos do que o suficiente para eu comprar copos quaisquer no supermercado. Coloquei-os no uso, portanto. A solução foi fácil, mas fiquei pensando como se faz com objetos da empresa, já que são patrimônio. Como vocês se livram de coisas antigas, mas que podem ainda ter algum valor -- na empresa ou em casa? ]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Não durmam no ponto!!]]></title>

<pubDate>Qua, 03 Jun 2009 08:31:16 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090603_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Sei que estou insistindo, mas é proposital: nesta sexta, dia 5 termina o prazo para as inscrições para o estudo sobre as pequenas e médias empresas que mais crescem, promovido pela Exame PME em parceria com a consultoria Deloitte. Não deixem de participar da pesquisa, que já está indo para o seu quarto ano. </p><p>As informações estão todas <a href="http://portalexame.abril.com.br/pme/inscricoes-pesquisa-200-pequenas-medias-empresas-mais-crescem-vao-5-junho-468521.html">AQUI</a></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Como vocês conseguem tirar férias?]]></title>

<pubDate>Dom, 31 Mai 2009 17:17:35 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090531_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[Voltei!!!! Na verdade, cheguei na terça, mas não parei até agora. Francamente, não sei como vocês, empreendedores, conseguem tirar férias. Eu me ausentei por apenas duas semanas, a equipe ficou aqui trabalhando e, mesmo asim, tem um saco de coisas para fazer. No ano passado, fiquei fora por três semanas e quase fiquei louca. Como é que vocês fazem para passear? ]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Vou, mas volto]]></title>

<pubDate>Sex, 08 Mai 2009 21:02:41 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090508_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Gente boa, não contei pra vocês, mas a minha viagem tinha gorado. Só agora é que vou poder viajar por duas semanas. Agradeço a todo mundo que perguntou de mim e do meu passeio que ainda não aconteceu... Mas eu volto no fim do mês!!!!</p><p>Nos últimos dias, estive bastante empenhada em incrementar a nossa rede. Estamos fazendo convites aos poucos... e muita gente ainda não recebeu. Muitos receberam, mas o convite expirou. Ainda estamos xeretando as ferramentas e acho que encontramos uma forma de deixar os convites válidos por mais tempo. </p><p>Por isso, muitos de vocês vão receber uma duplicata do convite, ok? Quem receber duas vezes e não quer participar mesmo não fica bravo...</p><p>Já juntamos uns 250 empreendedores. Muitos grupos se formaram e as discussões estão esquentando.  </p><p>Quem quer receber o convite e não recebeu pode enviar um email para <a href="mailto:exame.pme@abril.com.br">exame.pme@abril.com.br</a>, dizendo qual é a sua empresa </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Afinal, que tipo de informação colocar no seu site? ]]></title>

<pubDate>Qua, 06 Mai 2009 07:27:17 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090506_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="sep">Ter uma política clara para trocas e devoluções, de fácil localização no site, que informe os direitos e deveres de cada uma das partes e que siga, no mínimo, as exigências do Código de Defesa do Consumidor, é essencial no comércio eletrônico. Além disso, iniciativas que beneficiem o comprador, como a concessão de prazos para trocas, são bem vindas para conquistar a simpatia e a confiança do cliente, ponto importante quando se disputa mercado com grandes lojas. Veja quais são as sugestões de especialistas em Direito do Consumidor sobre os itens que não podem faltar para que a política de troca atenda as exigências legais., clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/pme/comercio-eletronico-451680.html">aqui<br /></a></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Um negócio que se alimenta]]></title>

<pubDate>Ter, 05 Mai 2009 10:45:29 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090505_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[Tem uma matéria na última edição da Exame PME sobre uma empresa mineira que promove eventos de degustação de petiscos de bar. Parece uma coisa trivial? Não do meu ponto de vista. A empresa foi criada numa mesa de bar por Eduardo Maya (de azul) e Maria Eulália Araújo (de preto) e já tem mais dois sócios, Ronaldo Perri e Flávia Rocha, e é ainda bem pequena.  Mas foi objeto de interesse da revista pela forma como o negócio está organizado -- a partir de uma estratégia que ajuda os donos de bares a melhorar a sua gestão. Nem sempre encontro essa mentalidade nos empreendedores que encontro. Não se trata de uma boa ação -- trata-se de desenvolver o próprio mercado. Leiam a reportagem, clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0018/negocio-botequim-451448.html">aqui</a>. Depois eu gostaria de saber o que a sua empresa faz nesse sentido. E, se não faz nada, o que poderia fazer? ]]></description>

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<title><![CDATA[Um email de quem está empreendendo neste minuto]]></title>

<pubDate>Sex, 01 Mai 2009 16:33:34 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090501_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Recebi há pouco uma mensagem de um jovem empreendedor. Ele participou de um concurso de planos de negócios do qual fui jurada. Será que isso não lembra os tempos em que vocês também estavam iniciando seus negócios? </p><p>Fiquei realmente feliz pelo convite para participar da rede social PME. Acredito que será de grande importância para mim e para meu projeto, além de ser mais uma forma de contato com pessoas e com você que conhece as dificuldades das pequenas e médias empresas. <br />Gostaria de agradecer pela atenção e pelos conselhos dados por você no dia da banca e adoraria conversar sobre meu projeto, pois muita coisa mudou nesses 4 meses de prática de mercado. Erros e dúvidas surgem a cada dia, acertos e vitórias também. Mas, já estou realmente feliz pelo progresso e as dimensões que meu projeto está ganhando. Estou a poucos meses de iniciar as atividades comerciais e os produtos da coleção inicial. Posso lhe garantir que estão maravilhosos e estão sendo testados e aprovados por aventureiros profissionais e por entusiastas. Provando que esses quatro meses de investimento em Pesquisa e Desenvolvimento, quatro funcionários e o dinheiro investido até agora estão transformando meu sonho em realidade, pois estou conseguindo desenvolver produtos inéditos no Brasil. Farei um desfile de inauguração em Socorro no Parque dos Sonhos. O objetivo é um evento destinado a lojistas, mas gostaria muito de contar com sua presença. Assim que tiver uma data definida eu aviso. <br />Atenciosamente, Thiago Fernandes <br />contato@hardadventure.com.br<br /></p>]]></description>

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<title><![CDATA[A verdade sobre a Nota Fiscal Eletrônica]]></title>

<pubDate>Qua, 29 Abr 2009 15:30:42 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090429_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Infelizmente, saiu uma informação errada na última edição impressa, no texto intitulado Perguntas Básicas -- Nota Fiscal Eletrônica. </p><p>Diferentemente do que está escrito lá, as micro e pequenas empresas adeptas do Simples SERÃO, SIM, obrigadas a emitir a nota eletrônica. </p><p>Por favor, desculpem o erro. A versão que está no site já está corrigida e pode ser vista <a href="http://portalexame.abril.com.br/pme/nota-fiscal-eletronica-467167.html"><strong>aqui</strong></a>. Agradeço ao leitor Gerson Mattiuzzo (<span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: "><a href="http://www.telasmm.com.br/">www.telasmm.com.br</a></span>), que nos chamou a atenção para o erro.  </p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Informações num só lugar ]]></title>

<pubDate>Qua, 29 Abr 2009 10:28:25 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090429_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><font color="#000000">Recebi agora há pouco um email de um leitor que diz o seguinte: </font></p><font color="#000000"><p><br />&quot;Achei muito interessante essa matéria referente a centralização de informações (Ele se refere à reportagem sobre a tecnologia wiki aplicada a pequenas e médias empresas da última edição). Os processos na minha empresa têm crescido muito rápido e estou tendo muitas dificuldades de controle e acompanhamento das atividades desenvolvidas pela equipe e de informações passadas ao cliente. Essa matéria veio no momento certo, no tempo em que estava buscando alguma ferramenta para melhorar a comunicação e controle dos processos.&quot; </p><p><br />Isso só reforça o que eu já achava: processo é uma das maiores dores de cabeça nas PMEs, talvez até mais que imposto! Estou certa? </p><p><br />Leiam a matéria, clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0018/informacoes-num-so-lugar-451516.html"><strong>aqui</strong></a></p></font><font face="arial,helvetica,sans-serif"></font>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[É possível crescer vendendo para si mesmo? ]]></title>

<pubDate>Seg, 27 Abr 2009 17:44:42 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090427_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Eu exagerei um pouco, mas é quase isso o que fez o empreendedor gaúcho Cesar Folle. A história dele é fantástica. O Cesar Folle começou muito humildemente, como caseiro. De tanto olhar para as casas, ele percebeu que havia uma grande oportunidade para fazer uma empresa dedicada a manutenção. Alguns anos depois, ele vendeu a empresa para -- nada mais, nada menos -- que o poderoso GP. Uma parte do dinheiro da venda foi usada para montar uma nova empresa -- que tem como cliente a empresa que ele vendeu para o GP. Entendeu? Bom, tem que ler a matéria para entender direito, clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0018/ele-esta-sempre-alerta-451505.html">aqui </a></p>]]></description>

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<title><![CDATA[A Classe C vai turbinar as pequenas e médias empresas? ]]></title>

<pubDate>Sáb, 25 Abr 2009 18:51:16 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090425_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Na última edição trouxemos uma reportagem sobre três redes de franquia que não suspenderam seus planos de expansão para 2009, apesar das incertezas deste ano -- como a Megamatte, de Júlio Dias e Fátima Rocha. São negócios que vêm crescendo muito por causa do maior acesso das classes populares a diversos produtos -- no caso deles, comida fast food. </p><p>A pergunta que eu faço é: quais são as grandes oportunidades de negócios e produtos para a classe C que as grandes empresas não estão conseguindo agarrar rapidamente? Por quê? (E comentem a matéria, tá?) </p><p>Aqui está o link: <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0018/classe-c-comida-franquias-expansao-451513.html">http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0018/classe-c-comida-franquias-expansao-451513.html</a></p>]]></description>

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<title><![CDATA[O crédito está mesmo difícil?]]></title>

<pubDate>Qui, 23 Abr 2009 08:26:14 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090423_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Pode parecer muito estranha essa pergunta nos dias de hoje. Mas estou me sentindo como uma americana antes do sub-prime. Meu banco me mandou pelo correio uma mensagem num cartão muito bonito dizendo que eu tenho acesso a um crédito que, juro, se eu aceitar, vou levar mais de 15 anos para pagar --  a depender só do salário (e eu não tenho outra renda) e se eu não receber aumento (não está com cara de que isso vá acontecer nos próximos 200 anos). </p><p>Eu não entendo isso. Para vocês, empreendedores, o crédito está dificílimo. O banco ofereceu dinheiro para eu comprar casa, dinheiro pro cheque especial, cartão de crédito e carro. Eu até agradeço, mas não estou pensando em fazer dívida com nada disso. (Talvez um imóvel, mas só se for com o FGTS, ou seja, sem dívida). </p><p>Acho que é a segunda ou terceira vez depois da crise que eu recebo algum tipo de convite para me endividar. Ou estão com o meu perfil errado ou muito mais coisa do que a gente pensa não faz sentido. </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Palestra grátis sobre como se comunicar melhor]]></title>

<pubDate>Ter, 21 Abr 2009 09:48:34 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090421_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Olha eu aqui de novo! Pessoal, esse título aí em cima é meio exagerado. A Alice Fonseca, que está sempre fazendo comentários aqui no blog, vai vir do Rio de Janeiro até São Paulo para fazer um bate papo bem informal e chegado com leitores do blog sobre algo útil para qualquer empreendedor: como se comportar numa negociação com alguém com uma cultura diferente da sua? O que é que você nem imagina que pode azedar um negócio? </p><p>A conversa vai ser aqui na Abril. Reservamos uma sala normalmete utilizada  para treinamentos internos para receber vocês. Vai ser no dia 6 de maio, às 9 horas. Como não cabe muita gente, é preciso confirmar a presença, aqui mesmo no blog, dando nome e um email de contato</p><p>Para saber mais sobre a palestra também é possível falar com a própria Alice. O email da Alice é <a href="mailto:alice@sgbusiness.com.br">alice@sgbusiness.com.br</a>. Vejam também o site da empresa dela: <a href="redir.aspx?C=cd6d04a2ba244e47be48155065a281e1&URL=http%3a%2f%2fwww.sgbusiness.com.br" target="_blank">www.sgbusiness.com.br</a> </p>]]></description>

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<title><![CDATA[O 'Y' deixou a marca mais forte?]]></title>

<pubDate>Sex, 10 Abr 2009 22:14:42 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090410_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<p>Desde que a série &quot;mande seu logo para a PME&quot; começou, há mais de dois meses, doze logotipos já foram discutidos por vocês aqui no blog. Há, ainda, vários outros para postar. Vamos, então, a mais um. Agora, quem quer saber a opinião de vocês é o empreendedor Daniel Machado, da Aurys. Abaixo, ele conta um pouco sobre a empresa e a logomarca:</p><p><em>&quot;Prezada Maria Luisa,<br /><br />Acabei de ler pela primeira vez o seu blog no Portal Exame. Não o conhecia e achei muito interessante a discussão sobre logos.<br /><br />Para a discussão gostaria de trazer o logo da minha empresa, a Aurys. A empresa é representante exclusiva para a venda de aparelhos auditivos da marca Siemens no interior de SP, com sede em Bauru-SP. Começamos os nossos trabalhos no ano passado e criamos a marca a partir do nome em latim para &quot;orelha, audição&quot; que é &quot;Auris&quot;. Encontramos empresas com esse nome e achamos que colocando a letra &quot;Y&quot; deixaria a marca mais forte. Em seguida entramos em contato com uma equipe de designers especializados que nos orientaram na escolha do melhor logo para as nossas necessidades.&quot;</em></p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[E o logotipo da Midas?]]></title>

<pubDate>Ter, 07 Abr 2009 23:26:11 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090407_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Pessoal, hoje vamos analisar o logotipo da Midas. Quem enviou foi o Wilson Matos, junto a uma breve descrição do negócio. Vejam o que ele diz:</p><p><em>Minha empresa trabalha com metalização de materiais não-condutores (madeira, gesso, resina, couro e tecidos) e folheação de metais em geral com ouro, prata, cobre, níquel e latão, envelhecidos ou não, além da recuperação de peças desgastadas e sem brilho. É um trabalho de qualidade e que prima pela excelência e bom gosto.<br /> <br />O logotipo tenta mostrar esse bom gosto e refinamento, de modo que os possíveis clientes entendam o recado ao vê-lo.</em></p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Optei por um meio termo]]></title>

<pubDate>Qui, 02 Abr 2009 20:57:25 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090402_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>No post anterior, o Hugo estava todo feliz. Agora ele está que nem nessa foto aí ao lado porque metade do pessoal foi terminantemente contra outra pessoa que não seja eu pilotar o blog temporariamente. </p><p>Eu vou aceitar a sugestão do André Santos, da Tecsym: vou deixar alguns posts prontos e o Hugo coloca no ar pra mim. Vou deixar separados os que não dependem da minha opinião, como discussão sobre logos, dificuldades de alguém em específico, etc. O Hugo fica encarregado apenas de monitorar os comentários e verificar se as ferramentas estão funcionando direito, etc. Tá bom assim?</p><p>E, se der, faço algum post de longe, sim. Só não quero prometer e depois não poder cumprir. </p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Blogueira em viagem deve deixar substituto?]]></title>

<pubDate>Qua, 01 Abr 2009 14:12:13 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090401_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Pessoal, estou aqui numa super-dúvida. Estou me organizando para uma viagem de duas semanas. Nesse período, vou ficar desconectada e, portanto, sem fazer posts no blog. Mas não sei se vocês vão gostar de ficar tanto tempo sem encontrar novidades aqui. </p><p>O que vocês preferem? Esperar a minha volta? Ou o Hugo, meu repórter (foto), faz os posts nesse período em meu lugar? Alguns de vocês, como o Vilso e o Guilherme, até conhecem o Hugo pessoalmente. </p><p>O que é melhor?</p><p> </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Como formar uma rede de representantes e vendedores que realmente funcione?]]></title>

<pubDate>Sex, 27 Mar 2009 09:15:02 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090327_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>O Flavio Guerra propôs um assunto que achei ótimo: como formar uma rede eficiente de representantes e vendedores. Ele tem um produto, o T-log Energia de Emergencia para Celulares, e encontra dificuldades em difundi-lo para mais pessoas e empresas. Claro que isso não é um problema só dele. Pelo contrário, acredito que é um desafio diário para a maioria dos donos de pequenas e médias empresas. Visitei o site da T-log (<a href="http://www.tlog.com.br/">www.tlog.com.br</a>). Eu achei bacana. Uma vez fiquei sem bateria no celular durante um trekking de vários dias e não tinha como recarregar ali onde eu estava. Esse produto teria sido uma solução. Como divulgar o produto para atrair mais representantes e vendedores? Está aí um assunto bem prático para discussão. Vamos lá. </p><p>Ah, achei engraçado o super-herói T-log, um pedaço de raiozinho...</p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Discordar é normal!]]></title>

<pubDate>Qua, 25 Mar 2009 17:50:36 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090325_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Achei muito oportunos os comentários no post anterior, dos leitores que estão cansados da discussão sobre logotipos. Quando tive a idéia de colocar os logotipos das pequenas e médias empresas em discussão nesse espaço fiquei (positivamente) surpresa com a grande quantidade de logos que recebi. Foram muitos mesmo. E conforme rolaram as discussões sobre as marcas, chegaram mais logotipos ainda. Com o tempo algumas coisas ficaram claras:</p><p>1) Que não poderíamos discutir logotipos para sempre nesse espaço, pois mais cedo ou mais tarde isso cansaria uma parte da audiência.Ou então eu teria de fazer um blog só para isso</p><p>2) Que eu também não poderia deixar na mão os empreendedores que não tinham visto seus logos serem discutidos. Conforme prometi vou colocar TODOS em discussão, nem que leve um ano... (por isso estou intercalando com outros assuntos) </p><p>3) Que é IMPOSSÍVEL agradar a todos -- e isso é super-normal. </p><p>4) Que esse espaço se tornou pequeno demais para tudo o que precisamos conversar -- daí a necessidade, cada vez mais real, de ter uma rede social da PME. </p><p>Por que uma rede? Porque na rede isso seria facilmente resolvido. A boa notícia: será!!! Em primeira mão: quando a próxima edição da revista estiver nas bancas, se Deus quiser teremos nossa própria rede funcionando (aguardem detalhes). E um dos espaços previstos é justamente uma logoteca. Assim, todos os que quiserem trocar idéias sobre isso terão um &quot;sub-espaço&quot; ali. Quem não quiser, é só não entrar lá. Ah, o blog continuará a existir. </p><p>Muitas redes sociais estão surgindo hoje em dia. É a bola da vez. E acho que muitas não irão para a frente, pois nem todas nascem a partir de uma necessidade comprovada. Não será o caso da nossa. </p><p>PS: às vezes, eu fico meio triste porque, geralmente, as pessoas que reclamam dos assuntos não propõem nenhum outro...  eu fico sem saber sobre o que elas gostariam de falar (<font size="1">Granma take me home</font>)</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Olhem o logotipo da Doc-dog]]></title>

<pubDate>Ter, 24 Mar 2009 14:36:01 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090324_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Conforme prometido, vamos à análise de mais um logotipo. O email do Luis Fernando Oliveira veio tão bem escritinho que é só reproduzir: </p><p><em>Olá, Luisa. Como vai?<br /><br />A minha empresa (DOC-DOG Preparação de Animais para Viagens Internacionais) ajuda pessoas que precisam viajar ao exterior e querem levar seus animaizinhos de estimação junto. O processo de preparação é difícil, longo e chato, e nós ajudamos a realizar todos os exames e a conseguir todas as documentações necessárias para a viagem. Agora que eu falei isso, acho que fica bem óbvia a idéia do logo.<br /><br />Parabéns pelo blog, está cada vez melhor!<br /><br />--<br />Luis Fernando Oliveira<br />DOC-DOG - Preparação de Animais para Viagens Internacionais <a href="http://doc-dog.com/">http://doc-dog.com/</a><br />Tel: (11) 3013-2648 / 8506-4850  skype: luis.imperator </em></p><p><strong>Eu e a Paperina achamos essa marca uma graça. E vocês?</strong></p><p><em></em></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Cobrar por unidade ou por usuário?]]></title>

<pubDate>Sex, 20 Mar 2009 11:45:04 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090320_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Encontrar o melhor método de dar preço para um produto ou serviço é um dos desafios mais sérios de qualquer pequeno ou médio empresário. Deve-se somar todos os custos e simplesmente aplicar uma margem de lucro? Não necessariamente, pois se os custos forem altos o preço vai ficar fora da realidade do mercado. Ou, se os consumidores tiverem uma percepção de que aquele produto vale muito mais que aquilo, perde-se a oportunidade de rentabilizar o negócio. Esse é um exemplo de equívoco que se pode cometer. Outro é copiar o preço da concorrência, sem olhar para a própria estrutura de custos. </p><p>Fora problemas básicos como esses, existem os dilemas que não têm resposta simples. Um comum a quem trabalha com serviços é: cobrar por unidade ou por usuário? É essa reflexão que está na seção Grandes Decisões da última edição. A Visual Mídia colocou seus softwares de ensino em cerca de 500 escolas, vendendo pacotes completos de serviços. Será que ela deveria cobrar por software instalado ou por número de usuários? Eu queria muito saber a opinião de vocês. </p><p>Leia sobre o dilema, clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0017/cobrar-unidade-ou-usuario-423300.html">AQUI</a>  </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Olha lá o novo logotipo do Blog]]></title>

<pubDate>Qua, 18 Mar 2009 16:08:21 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090318_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Pessoal, como a sugestão de logotipo feita pelo designer Jorge Aguiar foi muito bem recebida pela maioria de vocês (aqui na redação também agradou), fizemos a troca. </p><p>O Jorge gentilmente nos deu o logo. Adoramos o presente. Muito obrigada, Jorge. O mais importante é que ele é fruto da interação com vocês. Tenho certeza de que vamos fazer muito mais coisas legais juntos. (Uma delas, a rede social, está em estudos por aqui. Quando tiver novidades concretas eu conto). </p><p>Como tudo o que envolve a internet, o resultado atual pode ser melhorado. Por enquanto fizemos a substituição obedecendo o layout já existente. Detalhes de acabamento, risquinhos, etc, podem ser colocados em seu devido tempo. Nem pude ainda mudar a apresentação na home da Exame PME... </p><p>Quero agradecer a todos os que contribuíram, enviando sugestões. Algumas não chegaram a ser colocadas no ar, pois chegaram depois que as pessoas já tinham convergido para o logo do Jorge. Depois vou colocar todo o material recebido num link para quem quiser ver. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Sabedoria seljúcida]]></title>

<pubDate>Ter, 17 Mar 2009 12:15:51 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090317_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>O líder seljúcida Alp Arslan (figura) tinha apenas 33 anos quando assumiu o comando de seu exército, em 1063. Dizem que tinha bigodes tão longos que tinha de amarrá-los atrás do gorro persa para não atrapalhar o manejo do arco. </p><p>Por que estou falando dele? Porque ele disse algo que eu acho que pode fazer muito sentido para vários pequenos e médios empresários. Uma vez, seu vizir quis saber por que Arslan não mantinha um informante na corte. Vejam só o que ele respondeu:</p><p>&quot;Se eu designar um informante, os que são meus amigos sinceros e gozam da minha intimidade não darão atenção a ele nem o subornarão, confiando em suas fidelidades, amizades e intimidades. Por outro lado, meus adversários e inimigos farão amizade com ele e lhe darão dinheiro: está claro que o informante me trará constantemente maus relatórios sobre meus amigos e bons relatórios sobre meus inimigos. Palavras boas e más são como flechas: se várias são disparadas, pelo menos uma atinge o alvo: a cada dia, minha simpatia por meus amigos diminuirá e aumentará minha simpatia por meus inimigos. Em pouco tempo, meus inimigos estarão mais perto de mim do que meus amigos e, finalmente, tomarão o lugar deles.&quot;</p><p>Transporte essa lógica para o mundo dos negócios. Você concorda com isso?  </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Como fazer um orçamento]]></title>

<pubDate>Seg, 16 Mar 2009 09:48:07 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090316_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Não muito tempo atrás eu coloquei aqui um material que me foi enviado pelo Nori, da Brandme, uma consultoria especializada em planejamento para pequenas e médias empresas. Desta vez, o Nori deu para os leitores deste blog um material muito prático, sobre como fazer orçamento. </p><p>Acredito que vocês vão achar bastante útil. Basta clicar <a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_0017/10etapas.pdf">aqui </a>para fazer o downloading. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Azul transmite seriedade? Ué, por quê?]]></title>

<pubDate>Qui, 12 Mar 2009 19:59:10 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090312_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Arial" size="2">Às vezes não sei o que fazer primeiro: comentar as notícias, falar dos assuntos da nossa revista, o logo do blog... e estou em dívida com um monte de gente que me mandou logomarca para colocar em discussão aqui. E não pára de chegar mais!</font></p><p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Arial" size="2">Ainda bem. Pelo menos não faltará assunto. </font></p><p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Arial" size="2">Hoje é a vez do André, de uma empresa da área de tecnologia. </font></p><p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Arial" size="2">Fala, André!</font></p><p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="Arial" size="2"></font> </p><p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font color="#000099"><font face="Arial" size="2">Temos<span style="mso-spacerun: yes">  </span>uma empresa de consultoria na área de TI, a A&amp;A - In Any Place, que atua no mercado de TI há cerca de 4 anos. </font><font face="Arial" size="2">A escolha da logomarca valeu-se de um visual moderno, com aparência tecnológica. </font><font face="Arial" size="2">A cor azul transmite confiabilidade, segurança e seriedade.</font><font face="Arial" size="2">As letras &quot;A´s&quot; representam os nomes do principais acionistas (Ana e André). Além de uma alusão ao termo Assertivo<span style="mso-spacerun: yes"> </span>- o que não enrola, não inventa, não distorce e não diz uma vírgula além do necessário. Outro aspecto subentendido é o de ser a primeira letra do alfabeto e posicionar-se bem em listas alfabéticas.</font></font></p><p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" /><p><font face="Arial" size="2"> </font></p><p /><p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" /><p><font face="Arial" size="2">Eu achei simpática, embora não tenha entendido por que o azul transmite confiabilidade, segurança e seriedade. Achei também que parece companhia aérea, o que não é necessariamente nocivo. </font></p><p /><p class="MsoPlainText" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" /><p><font face="Arial" size="2"></font></p> <p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Um logotipo pra chamar de nosso e a inauguração do cantinho para cortar custos ]]></title>

<pubDate>Qua, 11 Mar 2009 08:13:25 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090311_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Moçada, vários assuntos hoje:</p><p>1) <strong><font color="#000099">Logo pra chamar de nosso</font> </strong></p><p>Recebi outra proposta de logo. O designer, muito simpático, mandou variações, mudando as cores de lugar. Vejam neste link: <a href="http://www.jaguiar.com.br/blogpme" target="_blank">www.jaguiar.com.br/blogpme</a>. ATENÇÃO: Não deixem de clicar, pois, depois que postei, achei que a reprodução aqui no blog, miudinha, não reflete direito a idéia. No link está muito mais legal. (Estou curiosa para saber o que vocês vão falar dessa idéia!)</p><p>2) On going...</p><p>O empreendedor dos carimbos está muito feliz com todos os comentários de vocês. Vejam o que ele me escreveu:  </p><p>???????........ raul seixas.... ESPAÇO RESERVADO PARA A MENSAGEM DO CARIMBADOR  (Puxa, que coisa, não acho a mensagem que recebi pelo Plaxo. Aquele site é meio bagunçado. Mas dizia que ele vai estudar todas as sugestões e agradecia. Alexandre, coloca a mensagem aqui e depois faço a transferência. Enquanto isso, fica o espaço reservado)</p><p><em><u>PS: Às 10 horas de hoje, depois de ter feito esse post, achei este comentário &quot;escondido&quot; num post sobre outro assunto. Achei bem importante: </u></em></p><p><em><strong>Wilson Matos</strong> 10/3/2009 - 22:0<br />wilsonffmatos@hotmail.com<br /></em></p><p><em>No caso do carimbo acho que sei o motivo de não crescer como ele quer. Acabei de fazer um carimbo tradicional de 2x7 a R$ 10,00, perto de onde moro. No site esse carimbo sai por 20,80 fora o frete.  </em></p><p>3) <font color="#0000cc"><strong>Cantinho para cortar custos</strong></font></p><p>Ontem à noite abrimos um espaço no site da Exame PME para vocês trocarem idéias e sugestões sobre como cortar custos com inteligência, sem comprometer o crescimento. Mas é melhor eu mostrar onde fica. Fica aqui ó: <a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/comentarios_pme/comentario_0003.html">http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/comentarios_pme/comentario_0003.html</a></p><p>Vamos combinar assim: para comentar sobre a proposta de logo, cliquem abaixo, em comentários. E para trocar experiências sobre cortes de custos é para ir no cantinho de cortar custos.</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Carimbo pode ser competitivo? ]]></title>

<pubDate>Ter, 10 Mar 2009 07:28:20 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090310_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Recebi ontem um email a respeito do post anterior. Vejam alguns trechos: </p><p><font color="#000099">Já fiz de tudo nessa vida de proprietário de site: tentei brindes, tentei ações regionais, tentei promoções dentro de grandes centros comerciais, parcerias, Google adwords por conta própria, google adwords através de uma empresa especializada, email mkt por conta própria, email mkt por meio de empresa especializada, representantes comerciais, assessoria de imprensa, balas decoradas e tudo o que alguém um dia pudesse ter sugerido de brincadeira ou não. Ainda não perdi minha fé. Sei que meu site vai crescer, se tornar referência no setor. </font></p><p><font color="#000099">Todo mundo que tem site e aparece nas reportagens fatura pelo menos 1 milhão por ano! Minha empresa fatura mal e mal uns 300mil. Todo mundo usa meu produto. Toda pessoa economicamente ativa precisa do meu produto, toda pessoa jurídica ao abrir, trabalhar e ao encerrar suas atividades precisa do meu produto, todo órgão governamental, todo profissional liberal, toda escola, hospital, banca de jornal e empresa de Internet. Meu produto tem mais de 1000 anos de existência e na Europa vendeu em 2005 mais de 30 milhões de euros com perspectiva de crescimento de 8% ao ano.<br />            </font></p><p><font color="#000099">Meu produto é o CARIMBO.<br />            </font></p><p><font color="#000099">Desenvolvemos um novo canal de vendas pela Internet nos tornando o primeiro site brasileiro de venda on-line, onde o cliente cria seu texto pela Internet e recebe em casa, e a entrega é feita pelos correios. Vendemos no Brasil a linha de produtos Green Line, feita com pelo menos 80% de material reciclado. O mercado de carimbos no Brasil é estimado em 200 milhões ao ano. O que me falta? Será aparecer? Após ler seu blog renovei minhas esperanças e minha fé. </font></p><p><strong>O empreendedor Alexandre Bermudez está há dez anos no ramo. Por que vocês acham que ele ainda não atingiu 1 milhão de reais por ano de faturamento? Para analisar melhor o case, vejam o site dele clicando <a href="http://www.carimboexpress.com.br/canais/loja/index.asp">AQUI</a> </strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Não fique escondido na internet]]></title>

<pubDate>Seg, 09 Mar 2009 08:34:15 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090309_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<div>Quem assistiu ao filme Marley e Eu, que conta as muitas confusões reais causadas por um labrador bagunceiro, deve se lembrar da cena em que Marley pula do banco traseiro do carro em movimento para o colo do dono e, dali, escorrega pela janela do passageiro. Suponha que um dono desesperado de algum desses Marleys tenha saído do cinema e, ao chegar em casa, procure uma solução para o problema na internet - afinal, há de tudo na rede. Uma forma óbvia de pesquisa seria digitar, por exemplo, &quot;cão agitado no carro&quot; no Google. Nesse caso, o primeiro link sugerido seria o da BitCão, uma pequena pet shop localizada no Rio de Janeiro, de Wilson Celeste e Cláudia Pizzolato (foto). Como pode um negócio tão pequeno como a BitCão, que neste ano deve faturar pouco mais de 1 milhão de reais, aparecer à frente de empresas muito maiores no setor, como Cobasi e Pet Center Marginal? </div><div> </div><div>Essa pergunta nos levou a escrever a reportagem especial desta edição. O que uma pequena ou média empresa deve fazer para aparecer na internet? Não é uma lista de dicas fáceis, como vocês já devem ter visto por aí. É uma matéria que ajuda a refletir sobre como encontrar pistas, dentro da própria lógica do seu negócio, do que deve ser valorizado para bolar um jeito de se destacar no meio da internet. Leia a reportagem clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0017/apareca-423333.html">AQUI</a></div><div> </div><div><strong>E você? O que a sua empresa está fazendo para aparecer na internet? </strong></div>]]></description>

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<title><![CDATA[Um desafio para a imaginação de vocês]]></title>

<pubDate>Sex, 06 Mar 2009 17:46:24 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090306_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: ">Recebi uma outra proposta de logotipo para o nosso blog e agora estou em busca de opiniões. A proposta veio &quot;falada&quot; e não desenhada, mas acredito que basta um exercício de imaginação: </span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: "></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: "><em>Prezada Luisa, Antes de tudo, gostaria que vc visitasse nosso website, veja o logo, analise, muitos vão achar parecido com o do UNIBANCO - Em verdade, são tres espadas árabes, sem fim, (pai - filho- neto) num circulo profundo de união. Para muitos nada representa, para mim que o criei, tem a história de uma vida. </em></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: "><em></em></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: "><em><font color="#0000ff">Pois bem, no seu caso, vai além, muitos participantes, aberto ao grande publico, numa revista que faz gosto e profusão socio politica. Idéia:- Que tal um globo transparente (girando continuamente e suavemente), com cor verde esfumaçada, no centro um estetoscópio, em cima do simbolo &quot;$&quot; postado sobre a bandeira do Brasil...? cujas cores em tom pastel</font></em></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: "><em><font color="#0000ff"></font></em></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: "><strong><font color="#000000">Estou imaginando. </font></strong></span></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Encontraram o melhor amigo do homem ]]></title>

<pubDate>Sex, 06 Mar 2009 13:56:08 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090306_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Alguns de vocês devem se lembrar de um post recente, em que eu falava do sumiço do Nesto, um border collie que se perdeu após um acidente de carro com um amigo da sócia da Turismo 4 Patas, agência que organiza passeios para pessoas com cachorros. </p><p>Então... ele foi achado. Um pouco machucado, é verdade, mas agora pelo menos está junto de seus donos -- e vice-versa. </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Eu gostei ]]></title>

<pubDate>Qui, 05 Mar 2009 20:55:19 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090305_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Puxa, a galera não gostou do logo proposto no post anterior. </p><p>Mas eu sei por quê -- o grande problema é o verde e amarelo. No mais eu tinha achado bem bacaninha. </p><p>Para falar a verdade, o que eu gostei mesmo-mesmo foi da atitude desse designer. Enquanto muito empreendedor por aí afora fica chorando as pitangas e pondo a culpa na legislação, esse colocou a mão na massa e mostrou serviço. </p><p>Mario, venha almoçar comigo aqui no Edifício Abril. Vou levar o Ric, nosso diretor de Arte, responsável pelo projeto inteiro do visual da Exame PME e publicações especiais da Exame. Temos um restaurante exclusivo para convidados, com uma vista imperdível para a cidade. E aí você me conta mais sobre a sua empresa. </p><p><strong>Atualização feita em 6 de março, 13:40: coloquei aqui o logotipo da empresa do Mario, caso vocês queiram dar opiniões. (É uma situação engraçada essa -- sugestões para o logo do profissional que faz logos...)</strong></p><p><strong></strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Uma nova proposta para vocês avaliarem]]></title>

<pubDate>Qui, 05 Mar 2009 12:28:31 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090305_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Recebi mais uma idéia para renovar o logo do blog. Quem a mandou foi o Mario Barros, um designer (<a href="http://www.logofactory.com.br/" target="_blank">www.logofactory.com.br</a>). Aqui, a &quot;defesa&quot; dele: </p><p><em><font color="#0000cc">Pensei em representar um espaço aberto. Por isso, a forma externa do box não se fecha. Pensei em um espaço neutro para as discussões. Por isso, o fundo cinza. Os empresários brasileiros estão representados pelas cores verde e amarelo. O tipo de letra da palavra blog remete à escrita, ou seja, as contribuições do internauta. O tipo de letra da palavra PME tem fácil leitura e mais peso. </font></em></p><p>O Mario diz também uma coisa que não entendi: </p><p><em><font color="#0000cc">As letras estão em out line para serem preenchidas com as colaborações feitas no blog</font></em></p><p>(????)<br /><em> </em></p><p><strong>O que vocês acharam?</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Assuntos sofisticados e arrumação da mesa]]></title>

<pubDate>Qua, 04 Mar 2009 08:28:11 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090304_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Há pouco tempo alguém comentou que a Exame PME dedica espaço demais para assuntos como abertura de capital, sustentabilidade e fundos de venture capital para pequenas e médias empresas. E que deveríamos nos preocupar com coisas mais práticas, como, por exemplo, administração do caixa. </p><p>Essa pessoa tinha razão -- e ao mesmo tempo não tinha. </p><p>Por que tinha: porque entre as grandes preocupações que afligem o pequeno ou médio empresário estão justamente aquelas do dia-a-dia -- manter os custos sob controle, não se perder na burocracia, como escolher um software. Certamente, em seus poucos anos de vida, Exame PME não abordou nem uma pequena fração dessa lista enorme. E podemos, sim, investir bastante nisso -- não só em matérias, mas em cursos, palestras, livrinhos, mil coisas. </p><p>Por que não tinha: não é verdade que nos dedicamos MAIS aos &quot;grandes&quot; assuntos do que aos &quot;pequenos&quot;. Damos atenção às duas coisas. É nosso dever estar sempre à frente dos acontecimentos. Assim, embora a maior parte dos pequenos e médios empresários acredite que não tem problemas com sustentabilidade, é nosso dever tirar as vendas dos olhos deles e mostrar por que isso poderá ser vital para eles num futuro próximo. Senão, que revista é essa que não fala do novo?</p><p>Foi assim que pensamos quando colocamos a Sustentabilidade numa reportagem de capa, ou quando demos uma grande matéria sobre como um conjunto de empresas do porte das de vocês estavam conseguindo atrair fundos de capital de risco.      </p><p>Acho normal não agradar a todos. Se a gente não trouxesse tendências, não seríamos acusados de &quot;essa revista só fala do que a gente já sabe&quot;? Pensando bem, seria pior -- os que estão em busca de novidades ignorariam essa publicação e nem perderiam tempo reclamando. </p><p>Dar atenção às críticas é parte do meu trabalho. E por isso, fico contente quando as ouço aqui. E gosto de convidar para almoçar os que chamo de &quot;decepcionados do blog&quot;. Eles sempre me mostram alguma coisa que não estou enxergando ou me ajudam a ver melhor algo que estou apenas vendo de longe. </p><p>Ver diferente é o que procuro fazer seja num assunto &quot;grande&quot; ou num &quot;pequeno&quot; (em aspas, porque acho que essa diferença não existe). Numa nota no último número, escrevemos algo diário e infernal -- arrumação da mesa. Fomos ouvir especialistas em organização (sim, isso existe) para saber se há um jeito melhor de arrumar o escritório numa pequena ou média empresa, onde na maioria das vezes não há secretárias e o empreendedor faz de tudo. </p><p>Fizemos uma pergunta: é melhor manter a papelada dos clientes em pastas por empresa dispostas em ordem alfabética ou em pastas organizadas por tipo de papel? Resposta: por empresa, mas não em ordem alfabética, simplesmente. É para colocar as dos clientes mais frequentes em locais mais acessíveis. Transportei a lógica para a minha casa e mudei o jeito de guardar os CDs (tenho demais), que estavam organizados por compositor (música clássica) ou banda (rock), em ordem alfabética. Coloquei na prateleira da frente os que gosto mais e nas de trás os que ouço pouco, sem me preocupar demais com a ordem. Melhorou 100%! Agora parece óbvio, mas não era, para mim, antes da nota. </p><p>É assim que Exame PME gosta de tratar os assuntos do dia a dia -- é preciso ter alguma informação capaz de surpreender.  </p><p>Cliquem <a href="http://portalexame.abril.com.br/pme/perguntas-basicas-424916.html">AQUI </a>para ler a materinha sobre a organização de mesas e vamos conversar sobre um pouco de tudo: que dicas de organização você tem para passar? Que outros assuntos óbvios deveríamos abordar? (Será que existe assunto óbvio? Eu acho que se for mesmo óbvio nem é um assunto... )</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Você está preparado para o pior?]]></title>

<pubDate>Ter, 03 Mar 2009 09:12:44 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090303_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Vocês já pensaram nas muitas coisas ruins que podem acontecer durante o funcionamento de uma pequena ou média empresa? Vejamos... Existem os riscos de empreender (retorno do investimento, prejuízo, etc), existem os riscos de acidentes (incêndios, roubos, enchentes, raio, etc), existem os riscos da economia (crises, recessão, etc). E existem os riscos intrínsecos ao negócio. Por exemplo: o que fazer se uma criança se machucar com um brinquedo fabricado por uma empresa de vocês? É claro que um acidente desse tipo pode não ter nada a ver com a empresa -- mas e se faltava alguma explicação no manual? O que quero dizer é que, na maioria das vezes, basta uma suspeita para fazer um dano enorme à imagem da empresa. Está aí um risco que afeta, de modos diferentes, a todos vocês. Como se preparar para isso? E o que fazer se o pior acontecer?</p><p>É por isso que eu acho fundamental a leitura da matéria que nós fizemos sobre o caso da Forma Turismo, cujos sócios vocês vêem nesta foto feita muito tempo atrás. No final do ano, uma jovem morreu num dos cruzeiros organizados pela Forma e um inquérito policial ainda está apurando o que aconteceu exatamente. Até agora não surgiu nenhuma evidência de que a Forma teria alguma culpa. Mas o problema é que o principal negócio da empresa é turismo para jovens. E se os pais que já não têm muita vontade de deixar os filhos irem nessas baladas acharam que a coisa é perigosa? </p><p>Depois da leitura, cujo link está <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0017/quando-pior-acontece-423353.html">aqui</a>, quero saber: você está preparado para o pior? O que você vai fazer se uma crise dessa natureza acontecer na sua empresa? É possível estar coberto contra todos os riscos?  </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Uma empresa eletrizada]]></title>

<pubDate>Seg, 02 Mar 2009 11:09:35 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090302_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Hoje coloco no ar o logotipo da Traffos, enviado pelo André Benatti. Vamos ver a opinião de vocês. Eis uma breve descrição da empresa, pelo próprio André: </p><p><em>Minha empresa, TRAFFOS, trabalha com implantação do Prontuário das Instalações Elétricas nas empresas, onde realizamos uma auditoria em todo o sistema elétrico apontando as não-conformidades com as Normas ABNT e de Segurança em Instalações Elétricas.<br />Finalizado o trabalho de auditoria e levantamento das informações, criamos um cronograma físico-financeiro, e oferecemos para o cliente a adequação das suas instalações elétricas. </em></p><p>(Eu, pessoalmente, não gosto dessa cor de burro-quando-foge. Mas do desenho do logo eu gostei)</p><p> </p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Os 7 erros na hora de cortar custos]]></title>

<pubDate>Sex, 27 Fev 2009 17:21:37 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090227_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Pronto. A revista está na internet. Aos poucos, farei chamadas para as diversas matérias. </p><p>Como o assunto &quot;corte de custos&quot; está na capa e parece ter chamado muita atenção em um post recente, vou voltar ao tema. Para quem for ler essa reportagem em busca de receitas fáceis, aviso logo: não tem isso lá. E não tem por uma razão simples: não há receitas de verdade para isso.</p><p>Qualquer pessoa é capaz de cortar custos. Basta podar vários gastos aqui, uns investimentos ali e mandar demitir uns sujeitos. Mas esse é o que a gente chama de corte burro -- e ninguém precisa ler reportagem nenhuma para fazer um corte desses. </p><p>Gostaria que vocês olhassem com atenção para os quadros que fazem parte da matéria. Um deles é o que traz os principais erros na hora de cortar custos. Ninguém precisa se sentir mal por tê-los cometido alguma vez. Basta ficar atento para não repeti-los daqui por diante. Um dos problemas desses erros é que os funcionários logo aprendem a &quot;enganar&quot; a empresa. Funcionário não é burro. Veja quais são os erros e como a coisa acaba por se voltar contra você mesmo clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/arquivos/img_pme_0017/tab3_capagestao.jpg">aqui:</a>  </p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Hoje acordei muito feliz]]></title>

<pubDate>Sex, 27 Fev 2009 15:30:27 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090227_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Hoje eu acordei sentindo uma imensa alegria no coração. Por que seria? Não havia motivo palpável. Então lembrei: ah, hoje é o dia em que o conteúdo da nova PME vai para o site. </p><p>Estamos no meio da tarde e isso está para acontecer a qualquer momento. Basta que um problemazinho da ferramenta seja resolvido. </p><p>Não vejo a hora de discutir com vocês os assuntos da última edição da revista. </p><p>Estou feliz, muito feliz. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Que tal o logotipo da Acertaki?]]></title>

<pubDate>Qui, 26 Fev 2009 08:22:14 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090226_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Em breve teremos o conteúdo da nova PME para discutir aqui. Enquanto isso, coloco mais um logotipo. Desta vez, a palavra está com o Gilmar: <br /><em>O ramo de atividade da empresa  é no setor de informática. Estamos apostando no mundo virtual para ganhar mercado e poder competir com as grandes empresas sem precisar de galpões enormes ou alto valor de alugueis. Temos um custo reduzido e faz pouco tempo<br />que estamos no mercado. O mais difícil é investir em marketing. Procuramos uma maneira especial para atrair nosso público mas no entanto não achamos. O nome Acertaki foi escolhido para ficar gravado na cabeça das pessoas. Não tem como esquecer. Fizemos algumas pesquisas e vimos que o nome foi bem aceito</em>.</p><p>Olhei o site deles e vi que é uma loja virtual de produtos para informática. É possível chamar a atenção do público num mercado já tão competitivo com este logotipo?<br /></p><p><br /> </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Mistérios do mundo dos negócios]]></title>

<pubDate>Ter, 24 Fev 2009 19:29:05 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090224_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Antes de voltarmos aos logotipos (ainda tenho vários para mostrar) quero fazer um comentário sobre coisas que não dá para entender no mundo dos negócios:</p><p>1) Por que tantos bares, restaurantes e cabeleireiros colocam a TV ligada sem som? Para que serve? É para ser uma espécie de quadro mutante? Outro dia estive num cabeleireiro que tinha uma TV na qual passava uma novela. Mas não tinha som nenhum. </p><p>2) Nesses lugares é frequente também estar uma FM ligada bem baixinho. Fica aquela música que não se distingue bem o que é e um locutor falando lá longe. Incomoda um bocado.</p><p>3) O mais esquisito é ter as duas coisas juntas. Fui num restaurante que tinha uma dessas TVs mudas + FM quase muda. Logo num restaurante, que não precisa de nenhuma das duas coisas. </p><p>A pergunta é: alguém sabe a razão disso? Me parece o tipo da coisa que só aumenta custos e espanta os clientes.</p><p>Eu não entendo.</p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Não aguento mais esperar...]]></title>

<pubDate>Sex, 20 Fev 2009 18:28:58 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090220_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Não vou conseguir guardar esta informação até a próxima semana, quando a revista chegará às bancas. Preciso contar para alguém: a capa da próxima edição da Exame PME é sobre como cortar custos com inteligência, sem sacrificar oportunidades de crescimento para uma pequena ou média empresa. </p><p>Pronto, contei. </p><p>E esta imagem aí do lado também era para ser vista só na banca. </p><p>Pronto, mostrei. </p><p>Sinto-me muito mais aliviada agora. </p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[A mãe da Luciana Gimenez e os pequenos e médios empresários]]></title>

<pubDate>Sex, 20 Fev 2009 09:30:49 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090220_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Depois do carnaval voltaremos às discussões dos logotipos das empresas de vocês e do blog da PME. Quero aproveitar agora para dizer que estou muito contente em ter aberto esse espaço de discussão aqui. Que bom que vocês estão aproveitando para trocar idéias. Parece que esse é o caminho mesmo. Algumas informações e curiosidades relacionadas a interação na internet:</p><p>1) Rede PME -- estou estudando qual é a melhor forma de viabilizar. Aguardem novidades</p><p>2) Feed -- enquanto não existe uma ferramenta para informar aqueles que querem ser avisados sempre que eu fizer um novo post, é possível se filiar à rede Plaxo (<a href="http://www.plaxo.com/">www.plaxo.com</a>), procurar meu perfil lá e se conectar comigo. Tenho usado aquela rede para avisar sobre novos posts e está dando certo. </p><p>3) Vera Gimenez -- outro dia recebi no Plaxo a conexão da Vera Gimenez (foto), mãe da Luciana Gimenez -- ou seria alguém se passando por ela? Um empreendedor que era meu contato a sugeriu e aceitei. Agora a Vera também está recebendo informações sobre empreendorismo. A internet é mesmo um fenômeno. </p><p>4) Negócios na rede -- A Alice Fonseca, da empresa que tinha o globo no logotipo (a primeira a ser analisada, lembram?) me contou que se conectou com outra atriz, a Claudia Alencar. As duas agora estão fazendo negócios juntas -- a Alice está promovendo palestras sobre qualidade de vida feitas pela Claudia (para quem não sabe, a Claudia Alencar é cinquentona super-hiper-conservada) em empresas. Parece que as palestras são muito boas.  </p><p> 5) Investidora de fundo procura empregada para dormir em casa -- parece que isso é mais difícil que achar empresa de pequeno porte com potencial de crescimento. </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Olhem a caixa da Ecobox ]]></title>

<pubDate>Qui, 19 Fev 2009 15:34:29 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090219_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="x_MsoNormal"><span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 14pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'"><font face="georgia,times new roman,times,serif" size="2">Parece que a proposta anterior de logo para o nosso blog não agradou tanto. Mas eu agradeço muito ao seu autor -- o único que mandou um desenhado. Recebi ainda um &quot;falado&quot;, mas não estou conseguindo encontrar agora. <br />Enquanto isso, vamos analisar o enviado pelo Antonio Carlos, da Ecobox. Sua vez:<br /><em>&quot;Segue o logo da EcoBox, focada na gestão de resíduos, compostagem e produção de artigos que utilizam-se de matéria prima 100% reciclada. Na EcoBox, adotamos processos sustentáveis e ecologicamente corretos na nossa linha de produção e na execução de serviços ambientais. No nosso logo estão representados os ciclos da reciclagem de materiais e a caixa estilizada representa, além dos nossos produtos, sua inserção no meio ambiente&quot;</em></font></span></p><p class="x_MsoNormal"><span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 14pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'"><font face="Times New Roman" size="3"></font></span></p><p class="x_MsoNormal"><span lang="PT-BR" style="FONT-SIZE: 14pt; FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'"></span></p>]]></description>

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<title><![CDATA[O que acham deste logotipo para o blog da PME?]]></title>

<pubDate>Qua, 18 Fev 2009 09:40:21 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090218_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Um parceiro das nossas conversas aqui no blog me mandou esta sugestão para o novo logotipo do blog da PME. Eu não vou dizer quem foi (pelo menos não ainda) e nem a minha opinião, para não influenciar a de vocês. </p><p>Que tal? </p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Quem pode ajudar o pessoal da Turismo 4 Patas?]]></title>

<pubDate>Ter, 17 Fev 2009 16:25:29 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090217_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Este é um post que não tem o objetivo de discutir nenhuma melhoria na pequena ou média empresa de ninguém. Por isso, me desculpe quem achar que o assunto não é conveniente para o nosso blog. </p><p>Eu acho que não custa ajudar. </p><p>A Larissa, da Turismo 4 Patas, uma agência de turismo com foco em passeios para donos de cachorros e seus animais, me mandou o seguinte pedido: </p><p><em>Ontem, por volta das 18 hs, um amigo sofreu um acidente na altura do Km 545 da Regis Bittencourt. O carro capotou perto da entrada da Barra do Turvo. Ele levava dois cachorros. Um faleceu e o outro sumiu. Ele é um border collie marrom e branco de aproximadamente 3 anos e atende pelo nome de Nésto (vejam a foto dele). Quem tiver alguma informação, por favor ligue para 41-9691 9331 (Fernanda) e 41-9972 9297 (Marco)</em></p><p>Não é preciso dizer que o dono está muito triste -- além do acidente e da morte de um amigo, ainda some outro... Quem sabe um de vocês conhece alguém na região que possa ajudar. </p><p>Aliás, a Turismo 4 Patas é de empreendedores que têm uma proposta interessante. Eles organizam passeios ecológicos para pessoas com cachorros. Dá para fazer rafting, tirolesa, trilha no mato e acampamento com outras pessoas que também têm cachorros. Deve ser muito divertido! Quem quiser pode ver as fotos dos cães e seus &quot;pais&quot; se divertindo muito neste link: <a href="http://www.turismoquatropatas.com.br/">http://www.turismoquatropatas.com.br/</a></p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[O empreendedor aceitou as sugestões de vocês]]></title>

<pubDate>Seg, 16 Fev 2009 18:55:41 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090216_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<div class="texto_blog">Quero pedir um minuto de sua atenção. Não sei se todos viram, mas o Sergio, dono da 3D Garage (olha só a foto dele!), agradeceu todos os comentários e explica as sugestões que serão acatadas. Reproduzo parte da mensagem dele aqui:<br /> <br /><em>Vi os vários comentários e gostei muito da interação (...) Vamos, a partir de um estudo, retirar o e-solutions da marca, e fazer este ano de 2009 um forte trabalho sobre nossos produtos e serviços. abraços a todos</em><br /> <br />Também agradeço a colaboração de todos. Eu fiquei muito satisfeita por ter ajudado a promover essa troca de idéias. Vamos trabalhar para que aconteça mais vezes. </div><div class="texto_blog"><br />Aliás, pensando nisso agora... vocês não acham que deveria existir uma rede social, num sistema parecido com o do Linkedin ou Orkut, voltada apenas para pequenos e médios empresários como vocês? Muita coisa poderia ser discutida. Acho que poderia ser produtivo e muitos contatos seriam trocados. </div>]]></description>

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<title><![CDATA[E o logo do nosso blog?]]></title>

<pubDate>Sex, 13 Fev 2009 12:04:13 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090213_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Fiquei super-contente nesta madrugada, quando vi a nova página inicial do site da Exame. Ficou muito bom, eu achei. O site sempre teve muitos conteúdos e o formato anterior não deixava mostrar isso. Não vejo a hora de o site da Exame PME também ser repaginado. </p><p>Então achei oportuno perguntar a vocês o que fazer com o logotipo do blog. O que vocês acham? Eu não gosto muito dessa cor laranja e nem da sombrinha -- mas quero saber se vocês acham que vale a pena mudar ou se as pessoas já estão acostumadas com ele. </p><p>Uma idéia que pode ser legal é os que sabem desenhar logotipos mandarem propostas para mim. Quem sabe a gente pode resolver isso junto e fazer uma mudança com a participação de todos? O meu email é <a href="mailto:mmendes@abril.com.br">mmendes@abril.com.br</a>.</p><p>Tchau por hoje, que estou indo cortar custos.</p><p> </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Um logo precisa dizer tudo?]]></title>

<pubDate>Ter, 10 Fev 2009 08:00:37 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090210_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Muitas empresas de muito sucesso têm um nome que pouca relação guarda com o seu significado. É o caso, por exemplo, da McKinsey, aquela consultoria gigantesca que não tem nenhuma pessoa chamada McKinsey no conselho ou com participação no capital. Pelo que eu me lembre, esse era o sobrenome do sujeito que fundou o que já foi um pequeno escritório, mais tarde vendido, mas o nome ficou. Com o McDonald's ocorreu algo assim também. É mais ou menos esse o caso da 3dgarage.  Fundada em 2002, a empresa começou, como o nome sugere, numa garagem. Um dos sócios era expert em 3D. Atualmente, sob a direção do empresário Sergio Albuquerque, que me mandou o logo, a empresa é especializada em e-solutions.</p><p>O que vocês acharam desse logo? Eu acho que esse &quot;e-solutions&quot; que foi colocado embaixo do logo deixou a coisa muito carregada. Sozinho, o nome da empresa já é grande. E &quot;e-solutions&quot;, cá entre nós, é tanta coisa que acaba não esclarecendo muito. Por que não deixar apenas 3dgarage e pronto? Nem sempre o logo precisa dizer &quot;tudo&quot;. Afinal, uma das marcas de maior sucesso do mundo é o Google, que não dá a menor pista do que se trata. </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Por que será que o verde é associado a medicina e saúde?]]></title>

<pubDate>Sex, 06 Fev 2009 12:01:53 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090206_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: "Arial","sans-serif"">O pessoal quer mesmo é discutir logotipos. Então vamos a mais um. Desta vez trata-se da </span><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: "Arial","sans-serif"">4BIO Medicamentos Especiais, uma empresa que comercializa medicamentos de biotecnologia. &quot;</span><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: "Arial","sans-serif"">A idéia é transmitir alta tecnologia. O que vc achou?&quot;, me escreveu o André Kina, proprietário da 4BIO. O site é <a href="http://www.4bio.com.br">WWW.4bio.com.br</a></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: "Arial","sans-serif""></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: "Arial","sans-serif"">O que eu achei? Hum.... Eu gostei. Achei simples e bom. Mas fiquei com a impressão de &quot;já vi algo parecido em algum outro lugar&quot;. Não sei se é porque é verde (e muitas empresas da área de saúde usam verde e branco, por que será) ou por causa da hélice do DNA, uma imagem muito usada nos últimos tempos. De qualquer forma, acredito que não se trate de uma empresa voltada para o consumidor final e sim de uma B2B. Imagino que os executivos do setor sabem identificar que empresa faz o que. Se é assim, então o logo cumpriria a sua função. </span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: "Arial","sans-serif""></span></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: "Arial","sans-serif"">O que vocês acham? </span></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Controle as máquinas ou elas vão controlar a sua empresa (se é que já não está acontecendo)]]></title>

<pubDate>Qua, 04 Fev 2009 08:03:03 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090204_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Uma das matérias mais importantes da última edição é a que explica os cuidados que uma pequena ou média empresa deve ter em relação a seus computadores. Uma gestão ruim dessas máquinas pode significar sua subutilização ou investimentos desnecessários, sem falar nos problemas com segurança. Muitas pequenas e médias empresas descuidam desse aspecto -- cada vez mais importante, já que tudo está passando por computadores hoje em dia. Durante a execução dessa matéria eu descobri que esse deveria ser um dos primeiros itens da agenda de um pequeno ou médio empresário? Já pensou? A bagunça pode levar a investimentos totalmente desnecessários justamente agora, que é hora de economizar. </p><p><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0016/maquinas-controle-404341.html">Clique aqui para saber quais são os erros mais frequentes (que provavelmente sua empresa já está cometendo e perdendo dinheiro!) e o que deve ser feito</a></p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Logotipo feito de aço]]></title>

<pubDate>Ter, 03 Fev 2009 08:45:27 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090203_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<div><p class="x_MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'">Recebi muitos logotipos de vocês nos últimos dias. Muito obrigada. Vou publicar, mas não todos os dias. Vamos combinar assim: eu intercalo a logotipaiada com outros assuntos. Assim, quem não quer falar de logotipos não desiste do meu blog. Hoje ainda publico mais um, com o que disse o Bruno Gigliotti: </span><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'"></span></p><p class="x_MsoNormal"><em><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'">A Acciaio é uma empresa de contruções metálicas localizada em Itu-SP e está completando 15 anos em 2009. É </span><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'">um logo simples, mas que reflete a personalidade da empresa. </span><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'">Visite o site <a href="redir.aspx?C=a90e4dafd22146a6b3db6b15249b1504&URL=http%3a%2f%2fwww.acciaio.com.br" target="_blank">www.acciaio.com.br</a> e poderá conhecer mais da empresa.</span></em></p><p class="x_MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'">O Bruno disse que quer saber a opinião de quem entende do assunto. Bruno, acredito que você não se refira a mim, pois eu não entendo nada disso, nada mesmo. Minhas opiniões sobre os logos são como consumidora. Quem entende disso são os leitores que têm colocado comentários aqui (veja os posts anteriores). Alguns trabalham com isso.</span></p><p class="x_MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'">Eu gostei bastante desse logo. Dá para ver claramente que é &quot;feito&quot; de aço escovado. E o destaque para a letra &quot;i&quot; passa a idéia de uma viga. </span></p><p class="x_MsoNormal"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'"><strong>Com a palavra, vocês</strong></span></p></div>]]></description>

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<title><![CDATA[Este logo atinge o alvo?]]></title>

<pubDate>Dom, 01 Fev 2009 08:26:56 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090201_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>O segundo logotipo da série &quot;Mande seu logo para a PME&quot; é da transportadora OBS Brasil. A Alessandra Fonseca, que o enviou, explica que &quot;num mercado tão competitivo e sensível a prazo como o de transporte, o logo foi criado para traduzir o significado de atingir o<br />alvo, com uma seta&quot;. </p><p>Eu tenho de ser sincera. Desse logo não gostei muito. Achei que a seta mais parece uma chave... E a seta é composta de uns triângulos, que apontam para várias direções, e não para um alvo. <br /><br /><strong>O que vocês acharam? Vamos ajudar a Alessandra?</strong> </p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Seu logotipo na PME ]]></title>

<pubDate>Sex, 30 Jan 2009 08:18:01 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090130_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Conforme disse ontem, eu publicaria os logos das empresas de vocês. O primeiro que chegou foi da SG Business. Com a palavra, Alice Fonseca, sócia-diretora: </p><p><em>Este é o logotipo da minha empresa. A SG presta serviços de treinamento em comunicação internacional (treinamento de idiomas e intercultural) e comportamentais para desenvolver o melhor desempenho de executivos no ambiente de negócios global. A idéia do globo incluído no G de SG Business é:<br />1. A empresa tem foco em globalização 2. O G &quot;abraça&quot; o mundo, porque a empresa abraça a diversidade de culturas e raças 3. A perninha atua como um sorriso (transmite confiança, sucesso, sentimentos positivos)<br /></em></p><p>Achei o resultado bem agradável. Talvez eu usasse outras cores, mas isso é um detalhe. <strong>O que vocês acham? Pode ser melhorado? Críticas? </strong></p><p> </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O logo da sua empresa é expressivo?]]></title>

<pubDate>Qui, 29 Jan 2009 08:39:26 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090129_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<div dir="ltr"><font face="Tahoma" color="#000000" size="2">Há algum tempo fiz um comentário sobre uma rede especializada em empadas cujo logo mostrava uma empada humana prestes a comer uma empadinha. Era um tanto bizarro, mas tão engraçado e simples que me lembro disso até hoje. Tenho prestado atenção em muitos símbolos de empresas. Alguns são até bonitos, mas se perdem em meio a outros. E alguns são muito complicados, cujo significado possivelmente nem os funcionários conhecem. </font></div><div dir="ltr"><font face="Tahoma" color="#000000" size="2">Vejam por exemplo, a figura que ilustra este post, no logotipo da empresa italiana ENI, distribuidora de combustíveis que tem uma grande rede de postos na Itália. Segundo a própria empresa, as seis patas simbolizam as quatro rodas do automóvel e as duas pernas do motorista. A figura teria sido originada na mitologia africana. Parece que, para reforçar o conceito de potência, alguns animais, como leões ou leopardos, eram desenhados com seis patas. </font></div><div dir="ltr"><font face="Tahoma" size="2">Verdade ou não, o fato é que a figura é super-conhecida por lá e seu objetivo se cumpre: vê-se de longe que naquele lugar há um posto da ENI.</font></div><div dir="ltr"><font face="Tahoma" size="2"> </font></div><div dir="ltr"><font face="Tahoma" size="2"><strong>Que tal vocês me mandarem os logos das empresas de vocês, com uma breve explicação do significado? Eu posso colocar aqui para a gente discutir. Mandem a figura para o meu email </strong><a href="mailto:mmendes@abril.com.br"><strong>(mmendes@abril.com.br</strong></a>)</font></div><div dir="ltr"><font face="Tahoma" size="2"><strong></strong></font></div><div dir="ltr"><font face="Tahoma" size="2"><strong>E alguém aí conhece um caso bacana? </strong></font></div>]]></description>

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<title><![CDATA[A insustentável leveza dos narigones]]></title>

<pubDate>Ter, 27 Jan 2009 16:33:59 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090127_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Estava lendo agora há pouco um comentário que o Adriano Silva, um dos blogueiros do portal da Exame, colocou no blog dele, que fala sobre ansiedade e angústias em geral do ser humano. Hoje, ele falou um pouco sobre seus sentimentos como empreendedor à frente de algo novo e diante da imensidão do desconhecido.</p><p>Muita gente se sente nervosa, ainda mais hoje em dia, em que há muito pessimismo por aí. Pequenos e médios empresários como vocês têm a tarefa extra de não se deixar contaminar.</p><p>Para combater esse estresse, é bom o básico: não fumar, fazer exercícios, comer direito. Ter um interesse fora do trabalho, dizem, é fundamental. E eu acrescentaria aqui alguma coisa bem leve, mas bem leve mesmo -- de preferência, ridícula. Eu, por exemplo, ganhei no final do ano um álbum dos Narigones (uma idéia empreendedora incrível, por sinal) e alguns envelopes com figurinhas para colar. Agora, sempre que estou numa ligação telefônica muito chata, fico colando as fotos (cachorrinhos e gatinhos com o focinho beeeeem grande). E passa muito mais rápido.</p><p>E você, o que faz para se distrair?</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O post-it e a necessidade de simplificação]]></title>

<pubDate>Seg, 26 Jan 2009 09:17:44 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090126_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Seus funcionários (e você também) continuam colando Post-its com lembretes apesar de todo o investimento em tecnologia que você fez na empresa? Não são só vocês. Um estudo do MIT mostrou por que os Post-its continuam sendo amplamente utilizados apesar de toda a parafenália tecnológica oferecer ferramentas de sobra para substituí-los. Uma razão é óbvia: os post-its estão sempre acessíveis e são fáceis de usar. A outra: eles pegam carona na maior facilidade do cérebro de lembrar objetos localizados no mundo tri-dimensional. Os pesquisadores coletaram mais de 500 desses bilhetinhos com mais de 20 empregados. A maior parte era constituída de pequenas listas de tarefas, lembretes de reuniões, números de telefones e log-ins e senhas (o que me fez lembrar aquela piada da pessoa que instalou um cofre e colou a combinação na parede). Uma parte menor continha todo tipo de informação: valores em dinheiro, palavras, letras de música.</p><p>Uma das constatações da pesquisa é a necessidade de aumentar a facilidade de utilização de todas as ferramentas tecnológicas até o dia em que elas sejam tão simples de usar quanto um post-it. Acho que isso vale para tudo -- computadores, celulares com mil programinhas, carros. Me parece que há um grande campo de inovação na busca por simplificação. O que pode ser simplificado no seu produto ou serviço? O que pode ser simplificado na sua empresa? </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Verba de marketing tem de ser um percentual das vendas?]]></title>

<pubDate>Qui, 22 Jan 2009 08:36:55 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090122_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Sempre ouvi dizer que a verba de marketing é um percentual sobre as vendas. Nunca precisei entrar em detalhes nisso, mas fiquei intrigada outro dia ao ler numa revista que as verbas de marketing diminuiriam se as vendas diminuíssem -- nada mais lógico, portanto. Mas parei para pensar por que funciona assim e não encontrei uma resposta satisfatória. Me ajudem:</p><p>1) Marketing é parte do custo do produto, certo? Assim é também com, por exemplo, a matéria prima. Se o preço da matéria-prima cai no mercado, o peso da composição dela no custo (assumindo, para simplificar, que os demais custos não variem) cai também. O oposto também vale -- se a matéria-prima sobe, pesa mais.</p><p>2) Como o mercado é dinâmico, os pesos dos custos no produto vivem variando. O trabalho do empresário e sua equipe é equilibrar esses pratos todos, de forma que a pilha toda sempre possa ser carregada, certo?</p><p>3) Logo, uma política de custos que simplesmente fixasse percentuais sobre as vendas -- xis por cento para insumos, xis por cento para salários, etc e tal, seria um lixo, pois não se pode mandar no mercado. </p><p>4) Por que, então, os custos de marketing são um percentual???</p><p>5) No caso dos outros custos, faz-se de tudo para que todos eles sejam os menores possíveis e se solta mais a rédea num ou outro item conforme a necessidade. Por exemplo: aceita-se pagar mais salário por um funcionário melhor ou se escolhe um fornecedor que vende uma matéria prima de melhor qualidade e se procura um outro custo para cortar -- por exemplo, muda-se para um endereço mais barato ou troca-se o fecho da embalagem por outro de menor custo se isso não for tão importante para o consumidor. Pode ser qualquer outro corte. O importante é que o corte pode se dar <em>em qualquer lugar</em> da composição de custos. Não precisa necessariamente ser <em>no mesmo item</em> que subiu. </p><p>6) Por que, então, com os custos de marketing deveria ser diferente???</p><p>7) Por que não se faz com o marketing o mesmo? Deveria se parar para pensar e analisar o quanto aquele produto vai precisar de marketing <em>neste momento</em>. É hora de atacar o concorrente? É estratégico que seja feito já, mesmo que as vendas tenham diminuído? E, para as ações necessárias, o custo do marketing vai subir? (Para simplificar o raciocínio não estou falando aqui sobre renegociar com os fornecedores do marketing, usar as verbas de forma inteligente, etc)</p><p>8) Bom, de acordo com isso, os custos de marketing seriam sempre flexíveis, como os demais, com seu peso sobre as vendas subindo ou descendo <em>conforme a estratégia da empresa</em> -- e não como uma decorrência <em>reativa da temperatura do mercado</em></p><p>Ao formular a teoria da relatividade, Einstein considerou a possibilidade de o tempo ser elástico. Se até o tempo pode ser relativo, por que o marketing tem de ser como sempre foi? </p><p>Daí a pergunta que faço a vocês: por que as verbas de marketing são calculadas dessa forma fixa preguiçosa? Não está mais do que na hora de repensar o assunto? Ou onde o meu raciocínio está errado?</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Planeje na crise, faça na retomada]]></title>

<pubDate>Qua, 21 Jan 2009 09:39:55 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090121_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>&quot;Planeje uma companhia aérea durante uma recessão, voe durante a retomada&quot;</em></p><p>Eu não sei quem disse isso porque a reportagem em que li não diz, mas foi um banqueiro quem falou para o empreendedor John Weikle, fundador da low cost Skybus. </p><p>Isso me fez lembrar os pequenos e médios empresários que tinham planos de abrir capital. Muitos não desistiram. Eles estão aproveitando o momento desfavorável para fazer toda aquela lição de casa que o mercado pede: ter instrumentos confiáveis de prestação de contas, conselho de administração, transparência, governança, etc. Providenciar tudo isso e colocar para funcionar pode levar tempo. E se o mercado demorar para reaquecer, foi tempo perdido? Não! Arrumar a casa para abrir o capital é um excelente exercício de competitividade -- se a sua empresa está preparada para enfrentar o mercado acionário ela está preparada para outras exigências também. (Leia reportagem &quot;Sua Empresa Como Ela É <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0015/m0167161.html">http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0015/m0167161.html</a>)</p><p>Mas esse é apenas um entre muitos exemplos. <strong>O que você está fazendo agora para fortalecer seus negócios para quando a economia reengrenar? </strong></p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Desonestidade, burrice ou o quê?]]></title>

<pubDate>Ter, 20 Jan 2009 09:58:41 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090120_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Li outro dia que foram encontradas irregularidades em produtos de uso escolar. Alguns exemplos do que foi achado: 1) fita corretiva com comprimento abaixo do declarado na embalagem -- num caso, faltavam 40 centímetros de fita numa embalagem de 5 metros 2) um caderno que tinha 0,1 centímetro de largura abaixo do indicado. Dependendo do julgamento do caso, os fabricantes podem ter de pagar até R$ 50 mil de multa. </p><p>Como é que isso pode acontecer numa empresa? Não me parece que, com as tecnologias existentes, haja muita desculpa para faltar 40 centímetros em algo que deveria ter 5 metros, mesmo com toda a margem de erro que possa estar em jogo. E ainda por cima existem mecanismos de controle de qualidade para evitar isso. Por outro lado, é difícil acreditar que, hoje em dia, algum empresário ainda ache que pode aumentar a rentabilidade dessa forma. Me parece uma coisa muito burra, sob qualquer ponto de vista! Daí a minha pergunta: por que coisas assim acontecem?</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Inovação não precisa ser uma coisa nova, não]]></title>

<pubDate>Seg, 19 Jan 2009 10:16:55 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090119_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Eis aqui um exemplo de que &quot;inovação&quot; não é sinômino de &quot;inédito&quot;, uma coisa totalmente nova vinda de uma mente iluminada. Está fazendo sucesso uma câmera fotográfica que usa filme de 35 mm e ainda por cima produz imagens de cores saturadas e enquadramento incerto. São as câmeras russas Lomo, criadas nos anos 80 da antiga União Soviética. Nos anos 90 um grupo de jovens austríacos que viajava por lá descobriu a máquina e curtiu seu design retrô e as cores distorcidas. Eles passaram a produzir a câmera na China uma versão da Lomo feita de plástico, vendida a 40 dólares. </p><p>Isso é inovação? Eu acho que é. O novo, aqui, está no olhar. Alguém percebeu que havia um potencial de mercado entre consumidores interessados em máquinas low-tech -- assim como existe gente que gosta de carro antigo ou disco de vinil. </p><p>Que inovação você vai fazer na sua empresa hoje?</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Crise é oportunidade?]]></title>

<pubDate>Sex, 16 Jan 2009 18:55:35 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090116_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Estava aqui pensando nesse clichê de que &quot;crise é oportunidade&quot;. Não é porque é clichê que necessariamente está errado. O problema dos clichês é que a gente os vai repetindo, sem pensar no que eles significam. Até onde consigo lembrar, a primeira vez que ouvi esse negócio, o Brasil estava em crise -- se não me engano foi no tempo do sequestro de dinheiro do governo Collor. Na minha visão, aquela crise foi pior para nós do que a que estamos atravessando agora, assim como acho que inflação mensal a dois dígitos, como chegamos a viver, também era ainda mais nefasto do que restrição de crédito. Mas mesmo naqueles tempos havia pequenos e médios empresários capazes de enxergar uma saída para seus negócios, e alguns levaram realmente suas empresas ao crescimento nos anos seguintes. Então, de acordo com a minha lógica, por que não deveria ser assim desta vez?  </p><p>Queria saber a opinião de vocês: crise é mesmo oportunidade? Vocês têm um exemplo pessoal? </p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Pequenos e médios empresários pasteurizados?]]></title>

<pubDate>Qui, 15 Jan 2009 19:08:07 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090115_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Minha colega Cris Correa, que também tem um blog no Portal Exame postou um comentário que vou copiar um trecho aqui:</p><p><em>Entrevisto executivos há praticamente uma década. Recentemente, comecei a notar que parte dessas entrevistas começaram a ficar um tanto quanto monótonas. Antes que algum apressado imagine que cansei do meu trabalho já digo que não é esse o problema. Adoro falar sobre negócios, conhecer empresas, visitar fábricas (meu marido diz que uma das minhas maiores esquisitices é ficar empolgada com centros de distribuição). Conversando com alguns colegas aqui da redação, acho que descobri o que está acontecendo. Os executivos estão ficando previsíveis, pasteurizados. Não sei se a culpa é dos media trainings a que muitos deles são submetidos para aprender a lidar com a imprensa. Mas numa entrevista com um executivo &quot;pré-fabricado&quot; é possível saber exatamente quais serão suas respostas. Esses sujeitos sempre dizem que o importante são as pessoas, que o mundo dos negócios está cada vez mais dinâmico e competitivo, e que respeitam muito seus concorrentes, mas estão sempre analisando possibilidades de aquisições. São clichês sem fim, temperados por frases e exemplos que eles ouviram em seus cursos de MBA. Não há revelações pessoais. Não há momentos em que eles saem do script. Não há surpresas. </em></p><p><em>Obviamente esse estilo contido e burocrático deve ser apreciado por muita gente -- caso contrário esses executivos não conseguiram crescer nas corporações (e eles conseguem, como você e eu sabemos). Mas tenho dificuldade em enxergar essas pessoas como líderes inspiradores, capazes de mobilizar de verdade seu pessoal e promover grandes transformações. Para isso é preciso assumir riscos -- algo que os pré-fabricados decididamente não fazem. </em></p><p>Como ela, eu também trabalhei na Exame, mãe de Exame PME, por muito tempo. E também topei com frequência com esse tipo de executivo. Mas, aqui, na Exame PME, eu não me lembro de ter visto um &quot;empreendedor pré-fabricado&quot;. Alguns, é verdade, eram menos interessantes que outros -- mas cada um a seu modo. </p><p><strong>Queria muito saber a opinião de vocês sobre essa diferença tão grande. Por que há tantos executivos pasteurizados nas grandes empresas enquanto os pequenos e médios empresários parecem ter mais personalidade? Eu não acho que seja apenas porque eles são donos do negócio, pois sei que muitos executivos tiram de salário muito mais do que empreendedores tiram de pró-labore. </strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Construa um plano de Marketing eficaz ]]></title>

<pubDate>Ter, 13 Jan 2009 09:00:02 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090113_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Há alguns dias postei um comentário sobre a dificuldade que muitos pequenos e médios empresários sentem ao se comunicar e ao promover suas empresas. Foi um post que gerou muito interesse e, inclusive, recebi mensagens no meu email pessoal sobre isso. Ao mesmo tempo, o Norival (mais conhecido como Nori), um especialista nesse assunto (ele cuidou do marketing da Microsoft no Brasil por muitos anos, com grande sucesso) me enviou um rico material (grátis) exatamente sobre esse tema. Hoje em dia o Norival é dono da BrandMe, uma empresa especializada em planejamento estratégico para pequenas e médias empresas como a de vocês. Comunicação e marketing devem ser contemplados num plano estratégico maior -- você vai comunicar o que para atingir exatamente o quê? </p><p>Nesse material, o Nori fala de muitos tópicos. Quando anunciar na TV? Que tipo de eventos promovem uma marca? Email marketing funciona? Como deve ser o site? Cliquem <a href="http://www.brandme.com.br/planomarketingeficaz/">aqui</a> para ver tudo. Tenho certeza de que vocês vão gostar. Ao entrar neste link têm-se acesso ao site da BrandMe, que oferece textos para downloading e assinatura de boletins.</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Tempo é mesmo dinheiro: nós fizemos as contas]]></title>

<pubDate>Sáb, 10 Jan 2009 20:44:15 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090110_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A experiência mostra que, quanto maior o atraso de alguém que está nos devendo, mais distante fica a possibilidade de ver a cor do dinheiro. Pedimos à Serasa para calcular a probalilidade de uma pequena ou média empresa receber um dinheiro atrasado ao longo do tempo. Resposta: a chance é de 57% nos primeiros 30 dias. Com dois anos de atraso, apenas 32% das contas serão pagas. Receber logo, portanto, é duplamente estratégico, ainda mais agora, que ter dinheiro é mais do que importante -- é vital. </p><p>Clique <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0016/tempo-mesmo-dinheiro-404338.html">aqui </a>para ler a matéria que explica o que fazer para receber um pagamento atrasado -- e nos diga o que achou. </p><p><strong>Você está tomando alguma providência para evitar levar o cano? Já levou cano alguma vez? </strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[O que aprender com a Wikipedia]]></title>

<pubDate>Sex, 09 Jan 2009 10:35:54 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090109_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Não sei vocês costumam consultar a Wikipedia, aquela enciclopédia colaborativa gigante que existe na internet. Eu costumo (e até cheguei a atualizar a informação em um verbete). Seu fundador, o Jimmy Wales (foto) lançou uma campanha com o objetivo de arrecadar 6 milhões de dólares para custear as despesas da Wikipedia. Recentemente, com o cumprimento dessa meta, ele postou um agradecimento no site da enciclopédia. Desde Julho, mais de 125 000 usuários doaram 4 milhões de dólares. Outros 2 milhões vieram de outras fontes. O dinheiro vai cobrir despesas operacionais até Junho deste ano: servidores, hospedagem, banda larga, 23 (apenas) funcionários, desenvolvimento e melhorias do software e eventos. Como as pessoas continuam fazendo doações, o que exceder os 6 milhões vão para um fundo de reserva. Diz ele: &quot;Vocês demonstraram que a Wikipedia tem importância pra vocês e que apóiam a nossa missão: trazer conhecimento grátis para todo o planeta e sem depender de propaganda&quot;. Apesar de não ser uma empresa que visa lucro, acho que Walles e a Wikipedia têm muito o que ensinar a todos os pequenos e médios empresários: </p><p>1) Quando uma empresa tem valor para seus clientes, eles próprios são capazes de se mobilizar para a sua continuade e crescimento. O contrário também vale: sem isso, não há modelo de negócios que resista</p><p>2) Empresas com essas características superam as crises -- as doações apareceram em tempos em que nem mesmo empréstimo está fácil de conseguir</p><p>3) Transparência e simplicidade -- a nota de agradecimento, que explica o funcionamento da Wikipedia e o destino do dinheiro, é praticamente do tamanho deste post.  </p><p>Sua empresa tem algo dessa força? </p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Paz e saúde em 2001]]></title>

<pubDate>Qui, 08 Jan 2009 10:10:32 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090108_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Vocês também estão recebendo votos de feliz ano novo até agora? Eu estou, principalmente de pessoas que nunca vi antes: o empacotador do supermercado, o manobrista do estacionamento, o caixa do banco. Como eles não me conhecem, é de se perguntar se os votos de bom agouro são sinceros ou se são norma da etiqueta. Isso fez parte da conversa que tive com um pequeno empresário ontem: até que dia é permitido dizer feliz ano novo? Ele disse duas coisas: 1) podemos desejar coisas boas a quem quisermos a hora que der na veneta.  2) que como o Brasil só começa a funcionar depois do carnaval, a lógica empresarial diz que devemos ficar repetindo &quot;feliz ano novo&quot; até lá. </p><p>Fiquei pensando se o motivo 2 é verdade. Eu acho que não. Esse negócio de que brasileiro trabalha pouco é um mito. As pessoas que conheço trabalham bastante. Meus entrevistados trabalham como loucos. Conheço muitos pequenos e médios empresários que não descansam nem nos finais de semana. E acho que não é possível levar uma empresa para o caminho dos 5%, 10% de crescimento ao ano sentando no pudim.</p><p>Bom... fico no aguardo dos seus comentários. E para quem eu ainda não falei, um ótimo 2001 nesta virada de século! (nunca é tarde, né...)</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Socorro, tenho clientes demais!]]></title>

<pubDate>Qua, 07 Jan 2009 08:50:46 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090107_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Uma das seções de que mais gosto na revista é Grandes Decisões, que aborda uma pequena ou média empresa cujo dono está dividido entre tomar uma ou outra medida estratégica para o crescimento. Na última edição falamos sobre a Tofutura, uma empresa do Paraná (curiosamente, fundada por um alemão, o Gerhard Dannapel, na foto) que vem crescendo rapidamente com a venda de tofu e derivados. Os produtos estão em redes cobiçadíssimas por muitos de vocês, como o Pão de Açúcar. A Tofutura deu tão certo que atraiu a atenção de clientes inesperados, como empresas de refeições industriais. Acontece que há muito o que crescer ainda no próprio varejo. Ao mesmo tempo, não se deve perder oportunidades, ou outros as agarrarão. Três especialistas dão boas sugestões de como resolver isso.</p><p><strong>O dilema é característico de muitas empresas em crescimento. Para entender melhor, clique </strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0016/continuar-so-varejo-ou-aceitar-novos-clientes-404189.html"><strong>aqui</strong></a><strong> e leia a reportagem. Depois volte e diga o que você faria se estivesse no comando da Tofutura. (Quem tiver um dilema, aproveita e manda para nós.)</strong></p><p>PS: sobre o post abaixo... soube que meu amigo recebeu cartões de agradecimento à sua mensagem de final de ano -- e destinadas ao próprio Lucio Seneca</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Filosofia para tempos difíceis]]></title>

<pubDate>Ter, 06 Jan 2009 12:42:41 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090106_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Gostaria de usar este espaço para agradecer um cartão de natal que recebi. Em vez dos tradicionais &quot;boas festas&quot;, a mensagem é:</p><p>&quot;<em>Não desejo que tu te tornes maior ou melhor que tens procurado ser. Tens bons e sólidos fundamentos: faze tudo o que desejas e põe em ordem os teus projetos.&quot; </em></p><p>O cartão diz que é uma citação do filósofo Lucio Seneca (para saber mais, clique <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9neca">aqui</a> e veja tanto a imagem do Seneca como a do pseudo-Seneca). </p><p>Achei pertinente dividir a mensagem com vocês. Me parece bem adequada para o momento. </p><p>Obrigada, Marco</p><p> </p>]]></description>

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<title><![CDATA[O incrível sorvete que não pode ir para o frio]]></title>

<pubDate>Seg, 05 Jan 2009 15:05:26 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090105_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Os empresários usam os produtos que eles vendem? Frequentemente, me parece que a resposta para essa pergunta é &quot;não&quot;. Tive essa sensação ontem, ao fazer creme de papaya em casa. Comprei dois potes de sorvete de creme Taeq e coloquei no congelador. Na hora de abrir, o coisinho que veda a tampa quebrou na minha mão. Peguei o outro. Também quebrou. Tive de abrir com uma faca e deu um trabalhão. Tenho certeza de que não fiz nada errado. Acredito que a explicação está na física: o coisinho de plástico, ao ser congelado, perde a flexibilidade e se rompe. Mas sorvete não é pra pôr no freezer?</p><p>Coisas assim acontecem com frequência. Tenho um pote para colocar escovas de dente cujos furos não deixam passar o cabo delas. Coloco-as no lugar reservado à pasta -- até porque a pasta não cabe ali. E tenho certeza de que vocês podem contar muitos outros casos do gênero.</p><p>Como consumidora, fico admirada que coisas assim aconteçam. Do meu ponto de vista, basta o fabricante do pote ou um gerente da marca Taeq usar o próprio produto para constatar que há problemas. Vocês que são empresários podem me explicar por que isso acontece?  </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Você aceitaria o seu próprio pedido de demissão?]]></title>

<pubDate>Sex, 02 Jan 2009 11:03:36 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20090102_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>É o que me pergunto sempre que leio sobre os problemas da GM. Em oito anos à frente da montadora, Richard Wagoner (foto) viu os preços das ações caírem de 75 para 3 dólares (em novembro) e as perdas ultrapassarem 75 bilhões de dólares. E protagonizou uma das mais humilhantes cenas da história dos executivos, indo a Washington implorar por dinheiro emprestado. </p><p>É uma gestão marcada por destruição de valor -- tudo o que os acionistas não querem de um executivo. Por muito menos que isso, cabeças já rolaram em Wall Street. Mas Wagoner continua lá. Ao menos duas destas hipóteses são possíveis: 1) as perdas seriam ainda maiores sem ele e 2) ninguém quer esse abacaxi. E substituí-lo por quem? Para fazer que coisa que ele não faria? </p><p>Todos nós, assalariados, temos aqueles momentos em que achamos que os problemas de chefes chatos e outros chatos não existiriam se tivéssemos o próprio negócio. Acredito que empreendedores também tenham, de vez em quando, a fantasia de ser apenas empregados em determinados dias. Afinal, em último caso, Wagoner sempre pode pedir as contas e ir embora. Mas você aceitaria o seu próprio pedido de demissão?</p><p>A vida não é fácil para ninguém que a leve a sério -- e esses pensamentos não servem para muita coisa: 2009 está aí.</p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Somos todos vendedores ]]></title>

<pubDate>Qua, 31 Dez 2008 10:36:15 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081231_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Ontem fui andar com a Paperina na avenida Paulista. Ela parou para cheirar dois outros cães, que passeavam com um sujeito. Do nada, ele me disse, em tom de confidência: &quot;Minha mulher dava aulas de direito, mas agora está impossibilitada. Por isso estamos vendendo Eterna. Quer ver?&quot; Na mão dele de fato tinha uma sacola com o logo da tal Eterna. Mas eu não quis ver não! Fiquei é com medo. </p><p>Essa talvez tenha sido a pior abordagem de vendas dos últimos tempos. O que é Eterna? Cosmético? Roupa? Drogas? E será que ele não sabe que quando a gente passeia com cachorro normalmente não se leva dinheiro?  </p><p>Pena que na hora eu não tinha um exemplar do livro &quot;Somos Todos Vendedores&quot; do Marcelo Cherto, consultor especializado no que ele define como &quot;ocupação de mercado&quot; -- ajudar empresas (sobretudo pequenas e médias) a encontrar estratégias para crescer mais depressa. </p><p>O Cherto reuniu no livro uma porção de histórias -- verdadeiras -- de vendas. Cada uma traz uma lição que pode ser aplicada nos seus negócios. Gostamos tanto que fizemos alguns vídeos com o Cherto, em que ele mesmo conta alguns dos cases. </p><p>Recomendo um deles, que conta um caso de estudantes que tinham uma tarefa aparentemente insolúvel -- com apenas 5 dólares eles tinham de multiplicar aquele dinheiro. Eles conseguiram voltar com mais de 500 dólares, vendendo... bem, não vou contar. Melhor assistir, clicando <a href="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/webtvconsole.php?console=30&canal=23&video=3974">AQUI</a><strong>.</strong></p><p><strong>Você tem alguma história de vendas para contar? E boas vendas em 2009. </strong></p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Cuidado com o que você sugere ao seu consumidor]]></title>

<pubDate>Ter, 30 Dez 2008 09:37:29 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081230_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Saber um pouco sobre o que outras empresas estão fazendo, como vocês fazem ao comprar uma Exame PME, pode ser didático (entender a vida dos outros às vezes ajuda a entender um pouco da nossa), esclarecedor (quantas vezes você não teve uma idéia ou adaptou uma idéia alheia ao ler um caso de outra empresa?) e divertido (às vezes não aprendemos nada ou não usamos aquela informação de imediato, mas simplesmente nos entretemos com a leitura, o que hoje em dia já é uma grande coisa). </p><p>Por isso vou comentar aqui sobre um pequeno texto que li na Economist (sim, eu adoro essa publicação) sobre um estudo que psicólogos americanos fizeram sobre faturas de cartão de crédito. Sabe aquele valor mínimo que você tem de pagar de qualquer jeito? Os pesquisadores queriam saber que decisão tomaria uma pessoa que não pode pagar a fatura toda, mas estaria disposta a pagar, digamos 1000 reais, se visse que o valor mínimo exigido é 500. Ela pagaria os 1000? Baixaria para 500? Algo entre os dois?</p><p>Estudos anteriores já tinham mostrado o poder dos números sobre os consumidores. Talvez o mais conhecido efeito seja o do 0,99 real em vez de 1 real (o Habib's usa isso com ótimos resultados). E quem já não ficou tentado a comprar algo que hoje está sendo vendido com &quot;80%&quot; de desconto, mesmo que seja uma simples caneta que, agora, baixou para 5599 reais? Lendo a Economist descobri um bem legal: pessoas que vão num bar chamado Café 97 tendem a gastar mais do que as que vão num que se chame Café 17.</p><p>Voltando às faturas, eles descobriram que para quem paga o total da fatura, como eu, o valor mínimo sugerido não altera a decisão. As demais pessoas do estudo pagavam menos do que estavam inicialmente dispostas, diante de um valor mínimo sugerido mais baixo do que suas intenções -- mesmo sabendo que arcariam depois com um juro muito alto pela parte não paga. </p><p>Lição para todos os empreendedores: cuidado com o que você induz o seu cliente a fazer -- são boas as chances de que realmente ele vá acatar sua sugestão.  </p><p><strong>Agora seja induzido por mim a contar uma situação em que você tentou induzir seus clientes a consumirem mais -- e outra em que você estava do outro lado</strong></p><p>   </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem quiser que compre seu próprio jornal]]></title>

<pubDate>Seg, 29 Dez 2008 10:12:05 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081229_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Estava lendo um dia desses sobre como é complicado gerenciar uma corporação grande demais, como o Citigroup. Vocês sabiam que, de acordo com uma reportagem da Economist de novembro, o Citi mantém mais desenvolvedores de software do que a Microsoft? Agora, com a crise, estão cortando custos por lá e, segundo essa mesma matéria, um diretor disse que passou a comprar seus próprios jornais. Que economia grande essa para o Citi, não? Isso me fez lembrar as pequenas e médias empresas para as quais escrevo.</p><p>Os jornais são pagos pelas empresas de vocês ou cada um que compre o seu? E, se pagam, gostaria de saber por quê -- já não tem bastante informação de graça na internet?  </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Você conhece os riscos da sua empresa?]]></title>

<pubDate>Qui, 25 Dez 2008 15:11:47 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081225_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Vocês devem ter sabido sobre o trágico cruzeiro-festa, promovido pela Forma Turismo, que terminou com a morte de uma jovem estudante. Até agora não se sabe exatamente como ela morreu, após uma parada cardíaca. Isso me fez lembrar que, há algum tempo, demos uma matéria sobre essa empresa e seu modelo de negócios, que pode ser lida, clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0875/pme/m0101387.html">aqui</a>. A Forma vinha crescendo justamente porque conseguia agradar pais e filhos com um sistema que dava liberdade para os jovens e controle para os pais. </p><p>Com a morte da moça, esse sistema foi colocado em xeque. </p><p>A Forma diz que foi uma fatalidade. Bom, sabemos que há risco em todo lugar. Mas será que os pais vão entender isso? Seria normal, depois dos depoimentos em que testemunhas teriam dito que havia sexo e drogas nos corredores, que os pais tenham medo de embarcar seus filhos nos próximos programas da Forma. </p><p>O que aconteceu exatamente cabe à polícia descobrir. Se houver culpados, eles devem pagar. <strong>O que um empresário deve fazer numa situação dessas? O que você faria? O que você faz para proteger sua empresa de riscos assim graves?</strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Isso sim é que é crise]]></title>

<pubDate>Qua, 24 Dez 2008 10:09:55 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081224_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Incomodado com atrasos nos aeroportos e com medo da crise? Veja o que está acontecendo com um pequeno (ou médio?) empresário europeu com quem fiquei de jantar ontem. </p><p>M. R. é um empreendedor italiano, conhecido de família, que tem uma casa em Porto Seguro. Ele trabalha muito, e se planejou com muita antecedência para passar o feriado na Bahia. Comprou passagem para sair de Milão na terça cedo, chegar à noite no mesmo dia, voar para Porto Seguro na manhã de hoje (quarta) e, depois de baldeações e carro alugado, estar em sua casa de veraneio para a ceia de natal. Uma tremenda nevasca em Paris, onde haveria uma conexão, atrapalhou tudo. Ele só vai chegar em São Paulo na madrugada de hoje -- o coitado vai comer ceia de natal de avião. Pior: ele não sabe quando embarca para Porto Seguro, pois, com essa confusão, ficou para a lista de espera do vôo de quinta. Se não embarcar, vai na sexta, quem sabe. E dia 1 ele já tem de estar em Milão de novo. Quando ele voltar, vai terminar de demitir uma boa parte dos funcionários, que não teve coragem de mandar embora às vésperas do natal, pois ele não pode manter todos por causa da crise por aí e da recessão brava na Itália. </p><p><strong>Você já entrou numa roubada assim no Natal? Ou em outra ocasião? </strong></p><p><strong><em>PS de última hora: soube há pouco (20:59) que, depois de 24 horas no aeroporto de Paris tentando embarcar para São Paulo, ele voltou para Milão, a tempo de cear com a família. O que será que eles comeram?</em></strong></p><p><strong></strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Meu número é tredozerococin]]></title>

<pubDate>Ter, 23 Dez 2008 10:23:35 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081223_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Depois do post sobre a pobreza, vou falar de algo mais leve, mas útil -- comunicação. Na minha profissão encontro uma quantidade assustadora de pequenos e médios empresários muito inteligentes, criativos e inovadores lutando muito para viabilizar suas idéias. Mas nem sempre é simples entender o que eles dizem. Muitas vezes, eles respondem com discursos enormes e complexos a perguntas como &quot;o que sua empresa faz?&quot;, &quot;o que o cliente ganha se contratar a sua empresa?&quot;, &quot;por que alguém deveria investir na sua idéia?&quot; Entendo que, sobretudo para quem está dentro do problema, explicar TUDO não é simples mesmo. Mas não deixo de pensar como seria, se em vez de um jornalista, do outro lado estivesse um potencial cliente ou investidor. Investidores querem saber logo coisas práticas como qual será o retorno deles e em quanto tempo. E clientes precisam saber como o produto ou serviço vai aumentar a rentabilidade. Trata-se, então, de praticar um discurso sucinto e voltado para o que o interlocutor precisa. Será que o que você está espalhando não é um discurso interior igual para todo mundo? Alguns exemplos do que ouço com frequência:</p><p>-- Minha empresa provê soluções para problemas complexos de forma a melhorar os processos</p><p>-- Minha empresa faz produtos de alta qualidade</p><p>-- Minha empresa é competitiva no seu segmento</p><p>Clareza é fundamental. Sempre. Vivo recebendo recados na secretária eletrônica assim: &quot;Sou Fulano de Tal, da empresa Tal, de soluções tal, quero falar com você sobre blablablabla...&quot; Muitas vezes eu me interesso, mas aí escuto: &quot;Se tiver interesse, meu número é tredozerococin&quot; Quê??? Repito o recado mil vezes e desisto. <strong>Por que a pessoa fala tudo devagar e na hora de dar o número, que é o principal, ela fala correndo ???</strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Desculpem voltar a falar do plástico...]]></title>

<pubDate>Sex, 19 Dez 2008 19:35:48 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081219_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>... mas os leitores continuam interessados no assunto e não posso ignorá-los. Serei brevíssima, porém. O Sidney Santos, vencedor do prêmio Endeavor&amp;Exame PME de Empreendedorismo, me mandou esta foto ao lado e pediu para eu publicá-la aqui (a ferramenta do blog não permite fazer isso via coméntários), com a seguinte mensagem: &quot;<em>Luis, uma imagem diz mais que mil palavras!!!&quot;</em></p><p>Aproveito para postar aqui também um oponente das sacolas de plástico, o Fabio Morais, que escreveu para meu email pessoal o seguinte: <em>&quot;Fiquei preocupado com o post sobre as sacolas de plástico e quero tomar a liberdade de discordar do seu ponto de vista em relação aos malefícios causados por uma simples sacolinha plástica. Por isso segue uma apresentação captada na internet e utilizada por meu grupo no curso de pós graduação da FGV em Gestão Industrial no desenvolvimento de um produto que vise à substituição das sacolas de plástico&quot;.</em> Quem quiser ver deve clicar <a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_complemento/Plastic_bags.pps"><strong>aqui</strong></a>. </p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><span style="mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'"> </span></p><p /><p /><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O empreendedorismo e a pobreza que não acaba nunca ]]></title>

<pubDate>Sex, 19 Dez 2008 17:56:52 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081219_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Alguns de vocês já estão se despedindo embora faltem ainda duas semanas para 2008 acabar. (Eu achava que, com a crise, muita gente iria trabalhar) Então vou antecipar um post que eu tinha pensado em fazer no encerramento deste ano, sobre como o empreendedorismo pode reduzir a pobreza. </p><p>Na verdade, quero recomendar a leitura de um artigo que recebi outro dia, do Ronald Jean Degen, um engenheiro formado pela Mauá, com pós graduação na Suíça, MBA em Michigan e cursos de extensão no IMD, MIT (o mesmo de Quebrando a Banca) e Harvard. Em seu paper, Degen reflete sobre os motivos que, em 1980, o fizeram introduzir o ensino de empreendedorismo no Brasil e, em 1989, a escrever o livro O Empreendedor: Fundamentos da Iniciativa Empresarial (esg.) e o que aconteceu nos últimos 30 anos. Mais: por que os seus objetivos não se realizaram. Ou seja, a pobreza não acabou, apesar do empreendedorismo ter avançado.</p><p>É um paradoxo que faz pensar: Por quê? E de onde, então, vem a riqueza? Mas quero que vocês mesmos raciocinem, lendo a íntegra.(Para ler a versão, em PDF, clique <a href="http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/adm/article/viewFile/7869/7228">aqui</a>)   </p><p><strong>Por que há tanta pobreza no mundo? Como a pequena e média empresa pode combater este mal? Fica aqui como reflexão até 2009. </strong></p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Luis Imperator, sobre o que você quer falar?]]></title>

<pubDate>Sex, 19 Dez 2008 13:01:58 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081219_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Amigos, vamos acabar com  essa discussão imediatamente, pois o leitor Luis Imperatore está decepcionado com o que eu e vocês estamos dizendo aqui. Vejam o que ele nos escreveu: <em>&quot;Sinceramente, este não é o tipo de discussão que se espera de um blog da Exame. Não é batepapo com o leitor sobre o cotidiano. Teria que ser diferente. Sem querer ser chato ou desmerecer o trabalho de ninguem, mas sugiro que comecem a ler um pouco mais de outros blogs, pra ter uma idéia de como melhorar. http://sethgodin.typepad.com/ www.startupnation.com/blogs http:// blog.guykawasaki.com/ http://www.ducttapemarketing.com/blog/ ah, e também o blog do Pedro Mello. e muitos outros. até!&quot;</em></p><p>Antes de mais nada, quero agradecer a ele pela participação. Mas, Luis, permita-me discordar de você. O nosso blog tem de ter uma identidade própria, por isso não vou seguir receitas prontas nos blogs que você apontou. (Aliás, o Pedro Mello conta no blog que ele virou síndico do prédio. Isso não é cotidiano?). </p><p>O mais importante é que não sou eu quem faz o blog -- NÓS todos fazemos o blog. Se as pessoas estão participando é porque elas estão achando relevante, não é? Quando eu introduzo um assunto que não gera comentários -- como o da propina e crime virtual em empresas (que está longe de ser assunto do cotidiano, eu acho) -- eu compreendo que o recado dos leitores é:  &quot;Não queremos saber nada disso, fale de outra coisa&quot;. </p><p>Quando eu falei das sacolas retornáveis (que faz parte de uma discussão altamente relevante para o planeta e, portanto, para a sustentabilidade das empresas) e isso gerou discussão, eu continuei. É porque eu goste de falar sobre o lixo da minha casa? Não! É por respeito às manifestações dos nossos leitores. Será que eu deveria assumir uma atitude autoritária e decidir, sozinha, o que pode e o que não pode entrar no blog? É isso que vocês gostariam que eu fizesse? Eu não acho que essa é a minha função aqui -- blog é interatividade. Se vocês não &quot;mandarem&quot; aqui, de que vale tudo isso? </p><p><strong>Por isso, agora que levamos uma bronca (e ele está corretíssimo em manifestar o seu desagrado), vou propor a vocês que mudem de assunto. E sugiro que o Imperator inicie uma nova discussão. Imperator, sobre o que você gostaria que a gente falasse hoje? </strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[As sacolas de plástico são mesmo vilãs?]]></title>

<pubDate>Qui, 18 Dez 2008 12:05:26 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081218_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Meu post anterior sobre as sacolas retornáveis provocou uma discussão interessante. Para quem não acompanhou vou fazer um resumo, que poderíamos chamar de &quot;O Retorno das Sacolas Retornáveis&quot;: um número grande de empresas está dando sacolas retornáveis como brinde de final de ano, o que levantou a questão de se as sacolas de plástico de supermercado são tão más assim para o meio ambiente. Até agora temos três posições claramente a favor da sacola de plástico, incluindo a minha (pode substituir o saco de lixo, que tem de ser utilizado de qualquer jeito, e um dos leitores sugeriu que a sacola de plástico degradável é mais eficiente que a retornável de tecido) e três a favor da retornável. </p><p><strong>Ajude a desempatar a questão. Será que o saco plástico é assim tão culpado?  </strong></p><p> </p><p> </p>]]></description>

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<title><![CDATA[A invasão das sacolas retornáveis ]]></title>

<pubDate>Ter, 16 Dez 2008 20:39:45 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081216_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Parece nome de filme barato, mas é o que está acontecendo neste final de ano. Eu e meu marido já recebemos cinco sacolas ecológicas de brinde, como essa da foto, que é do Wal-Mart. A tentativa das empresas de ajudar a não emporcalhar o ambiente é mais do que louvável. Mas algumas coisas me intrigam:</p><p>1) Por que tantas empresas tiveram a mesma idéia ao mesmo tempo? Não é falta de imaginação do marketing? As sacolas estão muito baratas?</p><p>2) Qual era o grande problema da sacola de plástico? Eu não as jogava fora no mato. Eu as usava como saco de lixo. Na falta delas, usarei outros sacos. Não dá no mesmo para o meio ambiente?</p><p>3) O que eu faço com tantas sacolas? Eu não uso sacola para compras. Eu uso carrinho. </p><p><strong>Alguém pode me ajudar?</strong>  </p><p> </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Então vamos falar de pepinos]]></title>

<pubDate>Ter, 16 Dez 2008 10:00:37 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081216_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Após meus posts sobre crime e corrupção nas empresas e NENHUM comentário de vocês até agora, concluí que ninguém quer falar de assuntos pesados nesta reta final do ano. Foi o que pensei outro dia, num de meus almoços de trabalho em busca de notícias com pequenos e médios empresários. A pessoa que almoçava comigo disse:</p><p>-- Eu acho que pepino e melão (verde) têm exatamente o mesmo gosto.</p><p> É algo que também sempre achei, mas nunca tive coragem de dizer. Achava que era eu quem tinha algum problema. </p><p><strong>E você, também acha que melão e pepino têm gosto igual? Discorda? Ou quer falar sobre os pepinos que está enfrentando no final de ano? </strong></p><p>  </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Onde a corrupção é normal]]></title>

<pubDate>Dom, 14 Dez 2008 13:30:15 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081214_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Vocês viram uma reportagem na Veja deste final de semana sobre corrupção no Brasil? Eu tinha separado uma reportagem recente da Economist sobre a Rússia para comentar aqui com vocês. Lá, a coisa é ainda pior. O pagamento de propinas é tão frequente que a corrupção é vista como algo normal -- pesquisas de opinião mostram que os russos não consideram propina um crime. E o idioma russo tem um vocábulo para definir uma &quot;recompensazinha&quot; para um funcionário tornar a sua vida mais fácil e um outro para quando o burocrata só dá aquilo a que você tinha direito mediante um pagamento por fora. Estima-se que 80% das empresas russas paguem propinas -- que estão aumentando a cada ano. Pequenas e médias empresas estão entre as que mais sofrem.</p><p><strong>Conte aqui se você ou um conhecido já foi &quot;convidado&quot; a dar propina para conseguir algo para a sua empresa e como foi a reação</strong></p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Crimes virtuais aumentam com a crise]]></title>

<pubDate>Sex, 12 Dez 2008 12:58:19 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081212_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A empresa america McAfee, uma das maiores fornecedoras de soluções de segurança do mundo, fez uma interessante pesquisa que relaciona o aumento do cybercrime com os momentos de crise de crédito, como o enfrentado agora em todo o mundo. Como as pessoas e empresários têm mais dificuldade de conseguir dinheiro emprestado, diz a pesquisa, elas tendem a cair mais facilmente em contos-do-vigário pela internet. Os mais comuns são variações do tipo &quot;fique rico rápido&quot;, em que o usuário é solicitado a fornecer códigos e senhas. Uma outra modalidade em crescimento afeta pessoas que procuram desesperadamente por emprego. Muitos, segundo a pesquisa, têm sido recrutados como &quot;mulas&quot; para lavagem de dinheiro. Imagino que pequenas e médias empresas em dificuldades também possam ser um alvo em potencial. Por isso, cuidado nunca é demais. O estudo completo pode ser visto aqui: <span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><a href="http://www.mcafee.com/fightcybercrime" target="_blank"><font face="Arial" size="3">www.mcafee.com/fightcybercrime</font></a> </span></span></p><p><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><strong><font face="times new roman,times,serif">Você conhece um pequeno ou médio empresário que já foi vítima de cybercriminosos? Como foi? </font></strong></span></span></p><p><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><font face="times new roman,times,serif"></font></span></span></p><p><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><span style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"></span></span></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Empreendedores de hoje e de ontem]]></title>

<pubDate>Qui, 11 Dez 2008 09:36:23 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081211_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Será que gravei vídeos demais? É o que me pergunto ao fazer este post. O prêmio Endeavor&amp;ExamePME de Empreendedorismo já acabou e eu ainda não terminei de comentar as entrevistas feitas em vídeo naquela ocasião. Enquanto isso, vocês vão me aguentando -- eu no blog, eu no vídeo, minha cara, minha voz e sempre a mesma roupa. </p><p>Desta vez o papo é com o Wilson Ferreira Junior (foto), presidente da CPFL. O Wilson foi nosso jurado em prêmios anteriores e notou uma mudança ao longo do tempo. Ele diz que as novas empresas estão cada vez mais deixando de buscar soluções para problemas pontuais e encontrando formas de multiplicar usos e ganhar escala para modelos já estruturados. Entendam melhor a idéia, ouvindo-o, <a href="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/webtvconsole.php?console=30&canal=23&video=3681">clicando aqui.</a> </p><p><strong>Vocês concordam com o ponto de vista do Wilson? </strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Seu produto não vai se vender sozinho, por melhor que seja]]></title>

<pubDate>Ter, 09 Dez 2008 17:46:23 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081209_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Poucos homens de negócios têm o discurso cristalino do Antonio Maciel Neto (foto), presidente da Suzano. Gravei uma entrevista no dia em que ele foi nosso jurado do prêmio Endeavor&amp;ExamePME de empreendedorismo. Vocês vão ver que eu faço apenas uma pergunta e ele toma conta. Algumas coisas que ele disse:</p><p>1) O produto não é a empresa -- O empreendedor sempre está muito entusiasmado com o produto ou serviço que ele criou e costuma confundir isso com a empresa. O produto não vai se vender sozinho, por mais genial que seja</p><p>2) Entusiasmo desmedido -- É bom que o empreendedor esteja entusiasmado, lógico. Mas cuidado para que isso não faça você enxergar apenas as oportunidades. É preciso enxergar os riscos também</p><p>3) Afinal, como isso vai dar dinheiro? -- Capital de giro, ter fôlego financeiro é decisivo. Não ter é causa de morte precoce de pequenas e médias empresas. Se todo mundo sabe disso, por que então tão poucos dão a devida atenção para algo tão crucial?</p><p>Mas nada substitui o próprio Maciel falando tudo isso. <a href="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/webtvconsole.php?console=30&canal=23&video=3685">Clique aqui para assistir</a></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Eu não recebo a nossa própria newsletter   ]]></title>

<pubDate>Seg, 08 Dez 2008 17:24:05 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081208_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>De uns tempos para cá deixei de receber as nossas próprias newsletters -- tanto a que resume as principais notícias do período (Notícias da Quinzena) como a que traz destaques da revista. Sinto-me frustradíssima, pois como sou eu quem administro isso, tenho certeza de que elas estão sendo produzidas. Então por que as newletters não chegam nem no meu email da Abril nem no meu email particular? Não sei. Pior: sei de outras pessoas que também deixaram de receber. E outras às vezes recebem, às vezes não. </p><p>Por favor, alguém aí está recebendo as nossas newsletters? E está recebendo regularmente? Quem recebe gosta? Elas são úteis?  </p><p><strong>Se a conclusão for que a maior parte se dissipa na webosfera talvez eu as suspenda e use esse dinheiro e tempo para entregar outro tipo de benefício. Por favor, me ajudem a decidir. </strong></p><p><strong></strong></p><p> </p><p />]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Quais são os planos de negócios mais bacanas? ]]></title>

<pubDate>Sáb, 06 Dez 2008 12:42:32 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081206_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Vocês lembram que dias atrás falei sobre o prêmio que a Facamp, de Campinas, e o fundo de private equity Masterminds estava dando para os melhores planos de negócios produzidos pelos alunos que estão se formando em Administração? Anteontem participei do juri que escolheu cinco planos de negócios que vão para a final. Aqui está a lista, com um link para o plano de cada um. Vocês deveriam dar uma olhada. O Juliano Graff, do Masterminds, disse que os planos estão bem mais bem feitos do que a maioria dos que ele costuma receber. É verdade que podem melhorar, mas considerem que estamos falando de gente muito jovem. Alguns nunca tiveram um emprego. Ou, seja, o pessoal tem muito potencial.  </p><p><a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_0016/pdf/BarPregao.pdf"><font color="#0000ff">Bar Pregão</font></a> (bar temático em que os preços das bebidas são formados de acordo com a oferta e a procura) </p><p><a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_0016/pdf/Econobloco.pdf"><font color="#0000ff">Econobloco</font></a> (blocos para construção reciclados a partir de sobras do setor) </p><p><a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_0016/pdf/FogoFacil.pdf"><font color="#0000ff">Fogo Fácil</font></a> (sistema que substitui o carvão em churrasqueiras)</p><p><a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_0016/pdf/HardAdventure.pdf"><font color="#0000ff">Hard Adventure</font> </a>(vestuário para esporte e turismo de aventura) </p><p><font color="#000099"><a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_0016/pdf/Pretenda.pdf"><font color="#0000ff">Pretenda</font></a> (</font>rede de academia de ginástica voltada para o público maduro)</p><p><strong>PS: Gostei do comentário do Guilherme. Os outros poderiam também escolher os planos de que mais gostarem, não?</strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu deveria fazer plástica? ]]></title>

<pubDate>Sex, 05 Dez 2008 09:55:34 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081205_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Estou devendo uma resposta para o leitor Paulo Rogério. Quando postei o reprise do vídeo com a entrevista do empreendedor palhaço Sidney Santos, eu comentei que coloquei a mão na orelha e que em seguida o Sidney coçou o olho. </p><p>O Paulo conferiu e me escreveu: <em>acabei não entendendo o que isso significa ou o que ele possa querer dizer com isso. Você pode me esclarecer?</em></p><p>Paulo, não sei como dizer isso, mas... olha, isso não significa nada... é que quando a gente (mulher) faz um vídeo é impossível não prestar atenção em coisas como &quot;meu cabelo está bom?&quot; &quot;eu fico bem nesse ângulo&quot; &quot;estou muito dura&quot; &quot;estou torta&quot; &quot;essa roupa não me caiu bem&quot; &quot;coloquei a mão na orelha&quot; e, no meu caso, &quot;estou ficando velha, será que eu deveria fazer uma plástica?&quot;</p><p>Gosto muito dos comentários de todos vocês, mas o Paulo mandou o mais lindo até agora: <em>Aproveitando para dizer também que você é muito simpática, adorei sua entrevista<br /></em> </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Para que tantas senhas?]]></title>

<pubDate>Qua, 03 Dez 2008 16:43:42 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081203_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Todos os funcionários da Abril são clientes de um grande banco, no qual são depositados os nossos salários. Tem a senha da conta, a senha alfabética da conta, a assinatura eletrônica -- e agora também uma tal de multisenha. Como eu não queria aquele aparelho que gera as multisenhas (uma espécie de sorteio eletrônico de números aleatórios), joguei-o no lixo. Já tenho senhas demais para lidar. Hoje descobri que a adesão à multisenha não era optativa. Quem não aderiu não pode utilizar o serviço de internet. Agora o banco vai me mandar outro aparelho. Já estou vendo tudo -- terei de andar com esse treco na bolsa e, provavelmente, o perderei. Se deixar na redação, certamente vou precisar do troço em casa -- e vice-versa. E quando a geringonça der problema, quanto vocês querem apostar que o sistema vai estar fora do ar, intermitente, intercorrente e aqueles outros nomes que esse pessoal fala? </p><p>Por que não inventam coisas que facilitem a vida dos clientes? Por que fazem o contrário com a gente? Ainda bem que as pequenas e médias empresas existem, para investir em inovações realmente interessantes </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Um prêmio para a Exame PME]]></title>

<pubDate>Ter, 02 Dez 2008 12:59:00 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081202_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Dias atrás os ganhadores do prêmio Endeavor&amp;Exame PME de empreendedorismo atraíram todas as atenções -- e eles mereceram. </p><p>Agora, um minutinho para falar de nós mesmos. Uma de nossas reportagens de capa de 2008 ganhou um prêmio da Bovespa (agora em parceria com a BM&amp;F) para as melhores matérias do ano.</p><p>O trabalho ganhador foi da nossa capa da edição 15 (foto), que mostra como uma pequena ou média empresa em crescimento deve escolher entre diversas fontes de recurso. Vale a pena ler de novo, clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0014/m0165425.html">aqui.</a>     </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Um crédito só pra mim]]></title>

<pubDate>Seg, 01 Dez 2008 10:32:40 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081201_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>O crédito não ficou escasso, sobretudo para as pequenas e médias empresas? Por isso chamou-me a atenção a correspondência que recebi que dizia no envelope: &quot;Comunicação Reservada. Só deve ser aberta por Maria Luisa Mendes blabla&quot;.  O remetente era mais misterioso ainda: SCC-BR, um certo Sistema de Concessão de Crédito-Seção Brasil. Havia ainda uma advertência: &quot;Informação de Interesse Pessoal e Exclusivo. Deve ser aberta imediatamente após o recebimento&quot;</p><p>Não sou de receber ordens de envelopes, e abri quando pude. </p><p>Dentro, uma carta que me chamava de &quot;Maria&quot;, ia direto ao assunto: &quot;Falando francamente, não é todo mundo que pode ter crédito. E você pode e merece ter todo o crédito do Cartão Credicard Citi. Mais que isso: merece conquistar seu cartão, um limite só seu e um grande desconto.&quot; </p><p>A carta, assinada por uma certa Adriana Cantoni Nassipe José, dizia que, para demonstrar como sou importante, o cartão Credicard Citi tinha um desconto EXCLUSIVO E SECRETO. E que para isso, eu deveria abrir um lacre -- na verdade uma colinha. Quando abri -- um desconto de 70%! Uma anuidade que deveria custar 60 reais estava sendo oferecida, aparentemente só para mim, por três parcelas de seis reais. Fora isso, mais dois cartões adicionais totalmente grátis durante um ano inteiro.</p><p>Fiquei curiosa quanto ao tal Sistema de Concessão de Crédito -- Seção Brasil. Procurei no Google e não achei nada. Não consegui saber se isso existe. É difícil acreditar que seja mesmo coisa do Credicard e do Citi, duas marcas tão potentes, né? Tudo muito esquisito... É melhor não ir em frente com isso. De repente, é uma pegadinha ou conto do vigário. </p><p><strong>Vocês receberam essa carta? Alguém aí conhece o Sistema de Concessão de Crédito Seção Brasil? Como o SCC me achou? Por que querem que eu tenha mais um cartão do Credicard? Por que tanto mistério?</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[O segredo da Fom]]></title>

<pubDate>Sex, 28 Nov 2008 19:55:58 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081128_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Uma das histórias que mais me chamou a atenção no prêmio Endeavor&amp;Exame PME de Empreendedorismo foi a dos donos da Fom. Eles desenvolveram uma matéria-prima inédita para inovar num terreno onde dificilmente alguém poderia enxergar um jeito novo de fazer as coisas -- hoje eles são donos de um negócio que já faturou mais de 2 milhões de reais no ano passado, com a produção de almofadas, pufes e outros objetos de design macio. O fundador Sidney Rabinovich contou que os pufes são montados de uma forma que até hoje não foi imitada (e vou contribuir com o segredo, não contando mais nada...). Resultado: produtos recomendados até por fisioterapeutas para pacientes com problemas de coluna -- logo eles, que costumam achar que tudo faz mal. </p><p>Clique <a href="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/webtvconsole.php?console=30&canal=23&video=3664">aqui</a> para ver o próprio Rabinovich explicando o segredo da Fom</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Sidney, sucesso absoluto de público]]></title>

<pubDate>Qui, 27 Nov 2008 15:10:18 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081127_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>O empreendedor-palhaço Sidney Santos é o maior sucesso. Seu discurso na cerimônia da entrega do prêmio Endeavor&amp;ExamePME de empreendedorismo foi um sucesso. A matéria que fizemos sobre ele é um sucesso (<a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0016/produto-certo-hora-certa-404097.html">clique aqui para ler sobre os três ganhadores</a>). O vídeo que gravei com ele é um sucesso. Até a carta que ele nos escreveu é um sucesso (ver posts anteriores). </p><p>Muitas pessoas não assistiram ao vídeo em que ele conta como a experiência no picadeiro foi decisiva para seu sucesso ao construir uma empresa que fatura mais de 50 milhões de reais por ano. Clique <a href="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/webtvconsole.php?console=30&canal=23&video=3652">aqui para ver o reprise </a> (notei que coloquei a mão na orelha e logo em seguida ele colocou o dedo no olho...)</p><p><strong>Você já passou por uma experiência de vida semelhante? Quer saber outras passagens da trajetória do Sidney?</strong></p><p> </p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Muita calma nessa hora!]]></title>

<pubDate>Qua, 26 Nov 2008 16:50:07 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081126_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Calma!</p><p>É o que eu tenho a dizer para as pessoas que não foram selecionadas ou não puderam comparecer nos encontros da Caravana PME. Haverá outras possibilidades de nos conhecer. Temos recebido alguns comentários que me deixaram preocupada quanto à expectativa desses encontros. Impossibilitada de ir até o local das entrevistas, por ter quebrado um dos membros inferiores, uma empreendedora do interior nos procurou, pedindo uma segunda chance. Ela chegou a chorar por não ter ido e seu médico ficou preocupado.</p><p>-- Por que isto é tão importante para você? -- perguntou-lhe o médico </p><p>Ela lhe disse que era um sonho -- entrar na revista e, de repente, permanecer. Anteriormente ela já havia nos escrito que chegava a sentir dores de tanta ansiedade por causa da caravana.</p><p>Muita calma nessa hora, gente. Quem tiver uma boa história para contar terá a sua chance -- afinal, essa é a nossa missão. (Vamos recebê-la para um almoço em separado.)  </p><p /><p />]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Quase 100 empresas na Caravana PME]]></title>

<pubDate>Ter, 25 Nov 2008 19:02:16 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081125_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt">Conforme prometido, aqui vai um balanço parcial dos resultados da Caravana PME. Durante uma semana nossos jornalistas estiveram em 11 cidades (Porto Alegre, Florianópolis, Joinville, Curitiba, São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Fortaleza). Foram recepcionados os empreendedores de quase 100 empresas de diversos setores, como tecnologia da informação, turismo, farmácia e transporte. Do total, pelo menos 40 têm potencial de serem protagonistas de futuras reportagens na Exame PME. Estamos muito satisfeitos. Agradeço a todos os que participaram e peço desculpas aos empreendedores que não puderam ser atendidos desta vez. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Obrigado, Sidney]]></title>

<pubDate>Sáb, 22 Nov 2008 09:58:45 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081122_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Recebi ontem esta linda carta do Sidney Santos, um dos vencedores do prêmio Endeavor&amp;ExamePME de Empreendedorismo. Reparto aqui com vocês:</p><p><font face="Times New Roman"><em>Preenchi o formulário pela web, mas não completei. Recebo um email no outro dia dizendo para que o completasse e enviasse logo, pois o prazo estava no limite. Volto ao formulário, preencho mais um pouco e paro. Mais um email cobrando, e não é que finalmente enviei a inscrição. Éramos ao todo mais de 150 inscritos, depois éramos somente 30 e no processo de seleção fui entrevistado por uma garota de nome Fernanda, 23 anos, linda e meiga. Foi engraçado eu sendo entrevistado por aquela menina. Quando voltava para a empresa percebi que eu ganharia o prêmio. Tive a certeza, aliás, entrei para ganhar o prêmio. Não foi por acaso. Fernanda me tratou tão bem e com tanto carinho que seria a minha fada madrinha dali em diante, mas como ela não era velhinha gordinha, nem tinha vara de condão então ela seria minha &quot;Sininho&quot;. Pessoas comuns têm fada eu não, eu tinha a Sininho! Um novo telefonema, Fernanda me parabenizando e dizendo que eu estava entre os 12 finalistas. Número mágico e ao mesmo tempo louco... Seriamos nós os 12 apóstolos do empreendedorismo? </em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Nosso primeiro encontro se deu em um cabaré em São Paulo... Calma, não se assustem. Estávamos lá com um objetivo claro e puro. Foi este o local escolhido pela desvairada e super profissional equipe do Germano e do Ricardo, sem esquecer da Vanessa, da Silvia, da Lia e do Tatuagem (não lembro nome, mas ele sabe quem é). Impressionante como naquela manhã todos estávamos tensos. Homens em sua maioria, mas também três mulheres tão e até mais brilhantes do que nós, meros moços. Então espera ai... Não éramos 12 éramos 15. Melhor assim. </em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Mulheres quando se juntam em pouco mais de três minutos estão todas conversando e descobrindo-se entre si. Homens não, homens pouco falam, se intimidam e como se fosse um vestiário de futebol eram poucos olhares, um oi como vai simples, um aperto de mão necessário. O tempo foi passando e após todos estarmos devidamente trajados de smoking, roupas de festa e nos sentindo um pouco ridículos a coisa foi relaxando. Eu relaxado que sou não agüentei... Comecei a falar. Chamei o sério Roberto de garçom, o Sr. Carlos de maitrê (falei baixinho para ele não ouvir) e então a situação antes incômoda se tornou agradável a todos. Em pouco tempo todos brincavam um com o outro e nos conhecemos melhor. Eu por nervoso ou insegurança, falava pelos cotovelos a ponto de deixar o Germano louco e como retaliação quase que ele me fez sair na foto bem na dobra da Revista. Quase, ele me poupou. Fui o primeiro a subir no palco e eu paranóico ao contrário, otimista e pretensioso ao extremo que sou achei que tanto o palco, o fato de eu subir primeiro, o fato de ficar no centro da foto, o fato de estarmos ali com uma cortina ao fundo (meu habitat, para quem como eu nasceu no picadeiro de um circo) tudo colaborava para minha vitória.</em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Na verdade quer queira quer não estávamos ali com um propósito claro de fazer a sessão fotográfica, mas antes disso ou acima disso sabíamos que todos nós éramos oponentes. Eu olhava cada um e pensava... Será que este é bom? Será que ela é ótima? Depois respondia a mim mesmo. Estão aqui entre os 15 ou 12 logo com certeza são. </em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>O dia passou e nos preparamos para o dia seguinte, o dia D, o dia das entrevistas com os jurados. De cara descubro que três dos meus seis jurados tinham mudado. Eu que antes tinha feito a lição de casa e estudado a fundo o perfil de cada um deles, vasculhado suas vidas e valores no São Google ao extremo, agora me via sem conhecer o meu entrevistador. Para piorar na minha primeira entrevista me achei péssimo e agora confesso, o Walter Longo assusta, me fez parecer que estava no programa Aprendiz, suas perguntas me pareciam ter três ou quatro sentidos e por trás parecia uma pegadinha. Hoje eu sei, o que ele queria era Nexo e se eu soubesse antes teria dado nexo para ele. Fazendo par com ele um cara jovem chamado Edson Rigonatti (gostei dele). Passei para a segunda sala e lá estavam ladeados Peter Graber (mais nome de cantor do que jurado) e José Ruy. Fui relaxando e a coisa fluiu melhor. Gostei do Peter, gostei do Graber, do Jose e do Ruy. Sim porque a esta altura eu já julgava que eles eram mais que um ser. Minha terceira entrevista foi com um Senhor que se pudesse escolheria para ser meu avô, não que ele fosse assim tão velhinho, mas ele tem cara de vovozinho, daqueles fofinhos que te colocam no colo e te ensinam mil coisas. Imaginem o que Mario Bethlem, ex-presidente da IBM poderia me ensinar... Junto com ele Stefano Bridelli, claramente racional, claramente pragmático, claramente sério, mas no final ele sorriu, e foi para mim. </em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Lá também conheci a Maria Luisa Mendes, editora da ExamePME a qual me entrevistou. Mulher rápida de raciocínio, rápida de respostas e ao mesmo tempo uma esponja disposta a sugar tudo e toda informação ao seu redor para assim enriquecer seu conhecimento do mercado. Em dado momento me senti especial, após o termino das entrevistas num coquetel rápido me deparo conversando de igual para igual com Alexandre Silva, Walter Torre e Fernando Gentil. Vou ao banheiro e encontro com Antonio Maciel Neto e descubro que ele também faz xixi, igual a mim. São todos mortais, são todos de verdade, que experiência brilhante. </em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Depois pelo telefone dou entrevista para uma moça de voz suave e que sempre começa a falar com um &quot;por favor&quot; e termina com um muito obrigado, algo simples, mas raro nos dias de hoje. Carla Aranha o nome dela. Gostei também dela.<span>  </span><span> </span></em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Semanas de tensão decorreram até que é chegado o grande dia, 18 de novembro de 2008, todos mais uma vez reunidos para um excelente coquetel no Hotel Unique em SP, uma palestra de quem? Walter Longo e enfim a premiação. </em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Um por um, todos os 15 ou 12 são chamados ao palco (olha ele ai de novo, o palco). Eu fui o último a subir e receber a linda placa de finalista do prêmio endeavor/examepme. Agora sim é chegada a hora, Karen Kannan, a linda e bem trajada by Daslu, Diretora de Marketing da Endeavor chama ao palco os vencedores do prêmio na categoria potencial de crescimento, os sócios Marcos e Daniel, em seguida chama ao palco os vencedores na categoria Inovação e sobem o casal Sidnei e Eliane Borges, discursos bem feitos, cheios de felicidade e emoção. Agora só falta um prêmio e bem o que eu queria ganhar. Fecho os olhos para perceber algo e vejo uma luz iluminar minha cabeça, abro os olhos e percebo que é somente um holofote. Karen então começa a falar... O próximo ganhador começou a trabalhar com três anos de idade... Sou eu, não consigo ouvir mais nada, levanto vou até o fundo da platéia, beijo minha amada mulher e pego o meu livro com minha mãe. Subo ao palco antes dela terminar de dizer meu nome e ela me apresenta como gosto de ser chamado e me atribui um novo título que para sempre merece ser lembrado. Sidney Santos  palhaço de circo, vendedor, empresário, empreendedor, escritor, palestrante e vencedor do prêmio endeavor/examepme. Abraço o Alexandre Caldini o qual me entrega o prêmio e ao invés de um me dá dois. O segundo são suas palavras ao pé do ouvido. &quot;Bom entregar este prêmio e principalmente para você com sua história tão linda&quot;. Abraço a Karen, dou um beijo estalado e também digo o quanto gostei dela com um eu te amo de amigo verdadeiro. Vou para o microfone, e olho mais uma vez a platéia... Aquele menino de 37 anos se vê mais uma vez em um ambiente tão comum a ele, o circo. Estamos em um terça-feira chuvosa, mas olhando a todos não vejo o bêbado que tanto ia ao circo sentado junto aos demais. Hoje ele não foi... Hoje não tinha ninguém que quisesse me atrapalhar, pelo contrário sinto o carinho e percebo amor e emoção nos olhos de cada um. Agradeço a quem devia agradecer e leio um trecho de meu livro onde falo um pouco dos meus 19 anos de empreendedor. Ouço risadas, gargalhadas e vejo também olhos marejados pelo meu discurso. Os meus não, os meus insistem mesmo em deixar rolar lágrimas. Lágrimas de alegria, de recompensa, de orgulho, de vitória. </em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Hoje estou insuportável. Hoje estou insuperável.</em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Até ontem eu era apenas um empreendedor hoje eu sou um empreendedor premiado.</em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Sou o vencedor do prêmio de empreendedorismo endeavor/examepme 2008.<span>   </span></em></font><font face="Times New Roman"><em> </em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Muito obrigado Endeavor.</em></font><font face="Times New Roman"><em> </em></font></p><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"><font face="Times New Roman"><em>Muito obrigado ExamePME.</em></font><font face="Times New Roman"><em> </em></font></p><div><font face="Arial"><em>Sidney Santos<br />Palhaço de circo, vendedor, empresário, empreendedor, escritor, palestrante, vencedor do prêmio endeavor/examepme   não necessariamente nesta ordem</em></font></div>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[O empreendedor negro e o ascensorista]]></title>

<pubDate>Qui, 20 Nov 2008 10:59:49 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081120_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Hoje é feriado em São Paulo e não vou para a redação. Isso quase sempre me custa o sossego, pois moro junto à Avenida Paulista, onde costumam comemorar tudo que é data, com música bem alta. O feriado é o Dia da Consciência Negra e agora mesmo tem uma batucada chatíssima. A Paperina (que é negra) não gostou, e está latindo, assim como outros cachorros do pedaço. </p><p>Mas a manifestação serviu para me lembrar que estamos, no momento, fazendo uma reportagem sobre um empreendedor negro bem sucedido  (não vou contar quem é para não estragar a surpresa). Ele nos contou algumas situações em que o preconceito se manifestou. Quase nunca há uma humilhação explícita. O que mais acontece é a suposição, totalmente involuntária, de que se ele é negro então não deve ser ninguém importante. Um dia, um cliente que não o conhecia em pessoa entrou no elevador em que ele também estava e disse: &quot;tal andar, por favor&quot;...</p><p>Você tem uma história de discriminação para contar (de negros ou não)?</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Acabou o mistério do prêmio Endeavor & Exame PME de Empreendedorismo]]></title>

<pubDate>Qua, 19 Nov 2008 11:27:27 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081119_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Foi ontem à noite a cerimônia da segunda edição do prêmio Endeavor &amp; Exame PME de Empreendedorismo, no Hotel Unique, em São Paulo. Os donos das 12 empresas finalistas receberam uma plaquinha por suas trajetórias de sucesso. Os vencedores nas três categorias foram:</p><p>Histórico de Realizações -- Sidney Santos, do Grupo Sid, de São Paulo, uma empresa que fornece equipamentos de impressão e materiais para comunicação visual</p><p>Inovação -- Sidnei Borges dos Santos e Eliane P. Borges dos Santos, da BS Construtora, de Sorriso, no Mato Grosso, que inventou um método de construção em série para habitações populares </p><p>Potencial de Crescimento -- Marcos Rochlitz e Daniel Turini, da Crivo, que desenvolveu um sistema de busca que recolhe dados de diversas fontes para fazer análise de crédito. </p><p>Conheça as histórias dos 12 finalistas, assistindo aos vídeos em que eu os entrevistei, clicando <a href="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/usuario/webtvconsole.php?console=30&canal=23&video=3652">aqui.</a> E não deixe de ler muito mais na revista, que está indo para as bancas. </p><p><strong>Depois, volte aqui. Quero saber sua opinião. Quais os negócios que vocês acharam mais interessantes? O prêmio nas três categorias principais foi merecido?</strong>   </p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Empresa difícil de explicar]]></title>

<pubDate>Seg, 17 Nov 2008 19:38:52 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081117_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Empreendedores à frente de negócios muito inovadores têm um desafio extra -- explicar o que, afinal, a empresa deles faz. É o caso, por exemplo, dos negócios verdes. Geralmente tem uma bactéria no meio e demora uns 15 minutos para o interlocutor entender o que é. </p><p>Os empreendedores irmãos Marcus e Alexandre Hadade (foto) estão vencendo esse desafio. Eles são donos da Arizona, que começou sendo uma gráfica e hoje é uma empresa que faz o que se poderia chamar de gestão de documentos. Imprimir é apenas uma parte do negócio. </p><p>A Arizona está concorrendo ao prêmio Caboré, justamente por ter produzido uma interessante campanha só para explicar o que é a empresa. Quem quiser conhecer mais sobre a Arizona, pode clicar <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0875/pme/m0101389.html">aqui</a> e ler uma reportagem que publicamos algum tempo atrás. Quem quiser saber mais sobre o prêmio e votar na Arizona, clique <a href="http://www.comoarizonafunciona.com.br/content/index.asp">aqui</a>.</p><p><strong>Agora quero saber se vocês já tiveram dificuldade de explicar o que a empresa de vocês faz. Como lidar com esse problema?</strong></p><p> </p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Prêmio de Empreendedorismo na Facamp]]></title>

<pubDate>Qui, 13 Nov 2008 22:13:26 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081113_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font face="Helvetica"><font face="Helvetica"><p align="left"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2">Não é por falta de idéias que o empreendedorismo brasileiro vai fenecer. Os alunos do curso de Administração da FACAMP promovem sua feira de negócios nestes dias. Os planos de negócios serão avaliados pelo fundo Master Minds, pelo São Paulo Anjos e pelo Fundo Criatec. Os trabalhos foram executados por alunos dos Cursos de Administração, Design e Publicidade e Propaganda. Dêem uma olhada: <strong>AROMMATY</strong> - acessórios aromatizados para o público feminino, <strong>BAR PREGÃO</strong> - bar temático, <strong>BIO-X</strong> - produção de biodiesel a partir de pinhão manso, <strong>CAFÉ SALUTE</strong> - café com formulação adjuvante adoçante natural, <strong>CLEAN STEP</strong> - dispositivo para higienização de calçados, <strong>CUPCAKE</strong> - mistura para bolos em porções individuais, <strong>DEEP WINE</strong> - nova mídia para divulgação de vinhos, <strong>DÉLAVÉ</strong> - linha de sapatos com saltos retráteis, <strong>EASYLOCK</strong> - sistema de segurança com acesso remoto automático, <strong>ECONOBLOCO</strong> - blocos para construção feitos de material reciclável, <strong>EZ WRITE</strong> - canetas com corretivo, <strong>FOGO FÁCIL</strong> - carvão de fácil combustão,  <strong>HARD ADVENTURE</strong> - vestuários técnicos para esportes e aventura, <strong>HIGIHELP </strong>- vending machine de produtos para higiene pessoal, <strong>ILUMINI</strong> - bolsas com iluminação, <strong>JAMBRA JUICE</strong> - sucos em pastilhas, <strong>LA FEMME POUIVRE</strong> - sapatos femininos com palmilhas e design especial, <strong>LILLY BEAUTY</strong> - maquiagem customizada, <strong>PRATZI </strong>- beleza e praticidade - produtos elétricos portáteis, <strong>PRETENDA </strong>healt club - academia de ginástica para o público senior, <strong>QUATTRO ESTAÇÕES</strong> - bronzeador para o dia-a-dia, <strong>TAP Asian Cuisine</strong> - comida asiática customizada  <br /> <br />Eu me interessei pela academia para o público senior (sim, já sou velhinha), bolsas com iluminação (não acho nada na minha) e vestuários para aventura. </font></p><p align="left"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><strong>E vocês? Quais desses negócios parecem mais legais?</strong></font></p></font></font>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Meu blog está muito ruim]]></title>

<pubDate>Qua, 12 Nov 2008 15:07:45 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081112_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Foi o que deduzi ao descobrir que a audiência aqui caiu um bocado em outubro, depois de um mês cheio de visitas. É verdade que fiz menos posts, e também a ferramenta não ajudou -- alguns comentários de vocês ficaram bagunçados e perdi uns textos (e depois eu ficava com raiva e não queria escrever de novo. Aliás, perdi um que falava justamente isso). Minha chefe e o leitor Vilso Ceroni reclamaram. </p><p>Que bom me ter de volta. </p><p>Nos últimos dias andamos ocupados com o fechamento da próxima edição, vai para as bancas na próxima semana. Não deixem de ler as histórias dos empreendedores que foram para a etapa final do Prêmio Endeavor &amp; Exame PME de Empreendedorismo. Também preparamos um mooooonte de páginas que devem ajudá-los a enfrentar a crise. </p><p>Com a confusão toda nos mercados mundiais, os donos das pequenas e médias empresas que conheço estão refazendo seus planejamentos para 2009. <strong>E vocês? Queria saber o que vocês estão modificando no plano estratégico do ano que vem por causa da crise. </strong></p><p><strong><font color="#0000ff">Escrevam, por favor, para melhorar a minha audiência</font></strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Isto é um teste]]></title>

<pubDate>Qua, 12 Nov 2008 14:56:18 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081112_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[Tomara que saia, pois já perdi vários posts na hora de salvar.]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Só Jesus Salva Empadinha Humana ]]></title>

<pubDate>Sex, 31 Out 2008 08:16:08 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081031_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Uma das grandes diferenças entre pequenas e médias empresas e as grandes está na criatividade e no bom humor. Como jornalista, passei a maior parte da minha carreira em contato com grandes grupos privados e internacionais. Naquele mundo eu não encontrava coisas como as seguintes:</p><p>1) empresa de informática especializada em recuperar HDs danificados e tidos como perdidos para sempre. O nome é HDJesus (suponho que o dono tenha Jesus no nome). O slogan é &quot;Só Jesus Salva&quot;</p><p>2) empresa especializada em depilação que se chama &quot;Pelo Menos&quot;</p><p>3) rede de franquias de empadas que se chama Empadinhas Barnabé. O gozado aqui está no logo, uma empada humana segurando uma empadinha menor (ela vai comer a filha?) Vejam <a href="http://www.empadinhasbarnabe.com.br/"><strong>aqui</strong></a></p><p><strong>Tenho certeza de que vocês vão me ajudar com outros exemplos, clicando no &quot;Comente&quot; abaixo</strong> -- apesar de a ferramenta do blog continuar um saco.</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[A ferramenta deste blog é muito ruim...]]></title>

<pubDate>Ter, 28 Out 2008 18:22:21 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081028_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>... e é preciso muita paciência com ela. Basta ver a bagunça que está nos comentários que vocês estão colocando no ar. Mas, como dissemos numa das matérias da Exame PME, não adianta perguntar por quê. Vamos em frente, enquanto alguém tenta consertar. </p><p>O post sobre a sucessão na fabricante de incubadoras Fanem continua gerando interesse. Ontem um leitor fez seu comentário, afirmando duas coisas: 1) que não viu nada negativo para a empresa 2) que recomenda à redação que sempre consulte o empreendedor antes de veicular a matéria para evitar constrangimento. </p><p>Está aí um comentário que merece outro post, de esclarecimento. Exame PME e outras revistas de qualidade não submetem o texto às fontes antes da publicação. É uma questão de garantia da liberdade de informação  -- num caso como esse, por exemplo, os leitores de Exame PME teriam sido prejudicados por não poder ler uma história que pode ser enriquecedora. É também uma questão prática: se cada entrevistado (normalmente há vários numa mesma matéria) quiser mexer no texto vai ficar uma porcaria, sem mencionar que provavelmente a revista jamais fechará a tempo de ir para a gráfica. </p><p>Sei que muitos não concordam com isso -- mas é assim que funciona na imprensa séria. Se houver erros eles serão corrigidos ou os autores responderão por isso nos meios cabíveis. Imaginem como seria o contrário: reportagens falando apenas coisas maravilhosas sobre tudo e todos, sem abordar as dificuldades? Mesmo quem acha que o empreendedor deve ter acesso à matéria primeiro, pergunte-se seriamente: você compraria uma revista assim?</p><p> </p><p> </p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[492 emails!]]></title>

<pubDate>Qua, 22 Out 2008 20:17:13 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081022_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em> </p><p>Fomos olhar os emails pra ver se havia mensagens de empreendedores querendo participar da Caravana Exame PME, que vai acontecer em novembro (leia abaixo). Levamos um susto. Tinha 492 emails! (que envolviam outros assuntos também). Acredito que muita gente que tentou se inscrever não conseguiu, pois a caixa postal estava cheia. Pois bem: limpamos tudo. Podem tentar de novo. </p><p>PS: João Homem, vamos fazer de tudo para incluir o seu nome, ok? (pode levar biscoitos no dia para o pessoal)</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Definidas as cidades da Caravana PME]]></title>

<pubDate>Qui, 16 Out 2008 15:56:51 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081016_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<em>Luisa Mendes<br /></em><br />Definimos as regiões que serão visitadas pelos jornalistas da Exame PME. Nosso objetivo é conhecer novos empreendedores que certamente existem por esse Brasil afora. Veja se sua empresa pode participar:<br /><br />1) Sua empresa tem um faturamento entre 2 e 100 milhões de reais por ano?<br /><br />2) Você ou um sócio podem estar numa das cidades relacionadas abaixo nas datas acertadas? (não vale mandar um gerente. Tem de ser um empreendedor de verdade)<br /><br />Em caso afirmativo, escreva um email para <a href="mailto:exame.pme@abril.com.br"><font color="#3333ff">exame.pme@abril.com.br</font></a> dizendo seu nome, telefone e site da empresa e responda a pergunta: por que a minha empresa é interessante e por que os leitores da Exame PME deveriam conhecer a minha trajetória?<br /><br />Aqui, as cidades:<br /><br /><strong>Dia 17/11 (segunda)<br /></strong>Recife, São Carlos, Campinas e São Paulo<br /><br /><strong>Dia 18/11 (terça)<br /></strong>Recife, Rio de Janeiro e São Paulo<br /><br /><strong>Dia 19/11 (quarta)</strong><br />Caxias do Sul, Fortaleza, Rio de Janeiro e Florianópolis<br /><br /><strong>Dia 20/11 (quinta)</strong><br />Joinville, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre<br /><br /><strong>Dia 21/11 (sexta)</strong><br />Curitiba, Belo horizonte, Salvador e Porto Alegre<br /><br />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Já estou no horário de verão]]></title>

<pubDate>Seg, 13 Out 2008 20:35:35 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081013_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Estava aqui pensando sobre quais destes dois assuntos eu deveria escrever -- sobre uma propaganda enganosa (pelo menos a mim enganou) de um anti-pulgas ou sobre eu já estar em horário de verão?</p><p>Troquei umas idéias com os colegas para decidir. O assunto da propaganda encerrava uma possível lição de marketing para pequenas e médias empresas. Venceu o horário de verão. </p><p>Pois bem, ontem acordei e, ao ligar o computador, vi que o horário marcado estava uma hora adiante dos demais relógios da casa. Fui checar no site do UOL. Ao olhar o reloginho do Itaú, constatei que o mesmo também estava adiantado.</p><p>Por causa disso, fiz tudo uma hora mais cedo. Almocei uma hora mais cedo. Tomei banho uma hora mais cedo. Levei a Paperina para passear uma hora mais cedo. À noite, meu marido me ligou e avisou que, no bairro onde ele estava, não era horário de verão. </p><p>Hoje me disseram que o reloginho do site do UOL é sincronizado com o que está na sua máquina. Será? Eu nem sabia que isso era tecnicamente possível. Mas parece ser essa a explicação. </p><p><strong>Agora, por favor, alguém  pode me explicar para que, então, serve o reloginho do Itaú?</strong>  </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Cofre é um bom investimento?]]></title>

<pubDate>Qui, 09 Out 2008 19:25:10 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081009_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Para uma tradicional pequena empresa americana, a Baumann, é. Neste ano, a Baumann vai registrar vendas 10% maiores do que no ano passado. Segundo os donos, sempre que o mercado financeiro dá sustos, como agora, ou os bancos vão mal, os americanos compram cofres para instalar em suas casas. (Clique <a href="http://www.businessweek.com/smallbiz/running_small_business/archives/2008/10/safer_than_a_ma.html">aqui </a>para ler o post da Business Week que diz isso)</p><p><strong>Será que a mesma lógica serve para o Brasil?</strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando o entrevistado não gosta da matéria ]]></title>

<pubDate>Ter, 07 Out 2008 15:44:47 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081007_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Uma das situações para a qual um jornalista precisa estar preparado é quando os entrevistados não gostam da matéria depois de publicada. Isso não é comum aqui na Exame PME, mas pode acontecer. Foi o caso da reportagem sobre a Fanem, fabricante de incubadoras para bebês prematuros. A Fanem é uma empresa muito bem sucedida. Seu faturamento, que deverá ficar na casa dos 70 milhões reais neste ano, mais que dobrou nos últimos seis anos, sobretudo por causa das exportações -- a marca abastece hospitais de mais de 90 países.</p><p>Nossa matéria conta essa trajetória de sucesso. E também aprofunda a questão da sucessão na empresa. Marlene Schmidt, neta do fundador, tem 67 anos e seu marido Djalma Luiz Rodrigues, que ocupa o cargo de diretor industrial, tem 68 (os dois estão na foto acima). Eles ainda estão decidindo como deverá ser a sucessão na Fanem -- se as filhas e os genros terão cargos e como se dará essa transição e em que momento. </p><p>Por que demos valor a esse assunto? Porque a continuidade dos negócios é uma das questões mais importantes na vida de uma pequena ou média empresa. A história desse casal é exemplar, pela coragem e determinação com que os dois estão transpondo barreiras -- geográficas e culturais, dentro e fora do círculo familiar. É uma história de sucesso, enfim. </p><p>Mas os dois não gostaram nem um pouco da reportagem. Recebemos uma carta, que vamos publicar na próxima edição, em que eles consideram que a matéria é prejudicial à imagem da Fanem. </p><p>Eu não penso assim. Acho que é bom, para a imagem da empresa, que o mercado saiba que seus gestores estão se importando com o futuro do negócio. O contrário é que seria um problema, não é mesmo? </p><p>Eu acho que retratamos o casal como duas pessoas corajosas e determinadas a superar os desafios que aparecem no caminho do crescimento. São, enfim, um exemplo para outros empreendedores -- e por isso mereceram a atenção da nossa revista.  </p><p>Será que estou enganada?? </p><p>Gostaria que vocês lessem essa matéria, <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0015/m0167050.html">clicando aqui</a>. E depois me digam se acham que a reportagem prejudica a imagem da Fanem.     </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Você já foi votar?]]></title>

<pubDate>Dom, 05 Out 2008 11:54:41 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081005_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Acabei de votar agora. E me lembrei de uma nota que demos em nossa última edição, sobre como os pequenos e médios empresários devem lidar com funcionários &quot;militantes&quot;. Vejam:</p><p><strong>A empresa deve permitir que os funcionários usem camisetas, broches ou bonés de candidatos?</strong> <br />Depende da cultura. Se os funcionários podem trabalhar com a camisa de seus times de futebol na segunda-feira, não há lógica em proibir o uso de camisetas ou outros acessórios com referências ao candidato que escolheram. No caso de profissionais com funções que requeiram uniformes ou roupas mais formais, os adereços com motivos políticos podem ser proibidos.<br /><br /><strong>Distribuir propaganda dentro da empresa deve ser proibido?</strong> <br />Utilizar as horas de trabalho ou as ferramentas da empresa para dar apoio políticopartidário -- como enviar e-mails ou fazer telefonemas --não é uma atitude aceitável. Mas discussões civilizadas na hora do café ou nos corredores devem ser toleradas. Só faz sentido repreender os funcionários se manifestações acaloradas prejudicarem o clima de trabalho.<br /><br /><strong>E se um dos funcionários for candidato a algum cargo público?</strong> <br />Uma saída é oferecer um espaço na empresa e um tempo do trabalho dos demais funcionários para que ele possa apresentar a todos, de uma única vez, suas propostas de campanha. Isso ajuda a evitar que o funcionário peça voto a cada um dos colegas durante o horário de expediente.<br /><br /><strong>O dono da empresa deve manifestar suas preferências políticas aos funcionários?</strong> <br />Se o empreendedor ou a própria empresa estiverem engajados em alguma campanha -- inclusive por meio de doações financeiras --, ele deve, sim, informar isso a todos. É importante deixar bem claro que as preferências de cada funcionário serão respeitadas se não coincidirem com as da empresa.</p><p><font color="#000066">Na sua empresa há funcionários que participam de campanhas políticas?<br /></font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Tomem conta do blog]]></title>

<pubDate>Qui, 02 Out 2008 08:48:40 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20081002_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Vou ficar fora do blog até sábado ou domingo. Estarei na Bahia, numa convenção para franqueadores, promovida pela Associação Brasileira de Franchising. Vou dar uma palestra sobre crescimento em pequenas e médias empresas. </p><p>Nesse período, preciso que vocês me ajudem a tomar conta do blog -- afinal, este espaço é mais de vocês do que meu. </p><p>Não deixem ninguém fazer bagunça, coloquem assuntos interessantes, mantenham a discussão em andamento, elejam líderes para esse trabalho. </p><p>Não pode falar palavrão.</p><p>Enfim, organizem-se. </p><p>Trarei berimbau para quem se comportar direitinho. </p>]]></description>

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<title><![CDATA[(Não quero falar de crise...]]></title>

<pubDate>Ter, 30 Set 2008 19:16:20 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080930_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>... porque só se fala nisso.)</p><p>Vamos falar então de...</p><p>CONCORRÊNCIA PREDATÓRIA</p><p>(daí esses leões na foto). Almocei outro dia com um empreendedor que se queixava do que ele considerava &quot;falta de visão&quot; em seu setor. Ele é um veterinário que tinha um consultório e hoje ele tem um site de comércio eletrônico que vende tudo que é produto para animais. </p><p>Ao mesmo tempo, ele é importador de dispositivos de segurança para carregar cachorros no carro. Ele contou que foi oferecer os produtos para uma rede de lojas de produtos pet. Tudo ia indo muito bem e o executivo da rede parecia estar quase fazendo o pedido dos dispositivos quando entendeu que o sujeito era concorrente da rede. </p><p>A conversa se encerrou ali. Resultado: a rede deixou de oferecer um produto bacana e o empreendedor, de gerar receitas num negócio que não compete com o outro. E isso tudo num mercado onde há lugar para muitos</p><p><strong>O que vocês acham dessa história? Já aconteceu algo parecido com vocês? O que vocês fariam no lugar dele?</strong></p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Dinheiro para sua idéia em 12 minutos]]></title>

<pubDate>Sáb, 27 Set 2008 09:44:05 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080927_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>A crise restringiu o crédito de curto prazo para empresas de todos os tamanhos. Mas o dinheiro não acabou para boas idéias que podem ser realizadas num prazo mais longo. Uma das matérias mais úteis na nossa última edição é a que contém dicas de como apresentar uma boa idéia para conseguir fontes de financiamento em apenas 12 minutos. Por que tão pouco tempo? Porque quase nunca você terá uma oportunidade para, num primeiro contato com eles, falar mais do que isso. </p><p>Explicar de forma concisa a sua idéia ou o que sua empresa faz não é uma dificuldade só sua. Praticamente todo mundo sofre. Por isso, mesmo que você não esteja se preparando para um encontro com investidores, recomendo ler a matéria e, sempre que possível, ir praticando. </p><p>Seguindo as indicações da matéria, sugiro tentar explicar o que a empresa faz para amigos que você não vê há muito tempo, parentes, qualquer um que perguntar o que você faz. Serão suas platéias provisórias. Espero que em breve você possa conferir nossas sugestões numa situação real -- e conseguir o capital de que a empresa precisa para crescer. </p><p><strong>Clique </strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0015/m0167058.html"><strong>aqui</strong></a><strong> para ler a matéria e depois volte para dizer como pretende utilizar as orientações. Ou então para contar uma situação em que você teve de ser muito rápido para explicar uma idéia ou a proposta da sua empresa  </strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Pinguços deram origem à crise (entenda agora ou desista)]]></title>

<pubDate>Qui, 25 Set 2008 10:04:30 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080925_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Se você der um Google com a palavra carrapato, vai encontrar notícias como a de que a atriz Carolina Dieckman pegou um. E vai achar dezenas, mas dezenas de links que levam a uma explicação muito engraçada de por que está ocorrendo toda essa confusão no mercado financeiro. Acabo de recebê-la por email e, como todo mundo está reproduzindo, farei o mesmo aqui:</p><p><font color="#000066">O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça na caderneta aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.<br /><br />Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito). <br /><br />O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia. <br /><br />Uns seis zecutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO , CCD, CBF, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.<br /><br />Esses instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&amp;F,cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ). <br /><br />Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países. <br /><br />Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifu. <br /><br />Se todos os clientes caloteiros do Seu Biu resolvessem pagar suas dívidas, a soma total seria de R$ 470,32 , mas o Banco Central vai ter que injetar no mercado algo em torno de R$ 123.525.183,21 para salvar alguns fundos de investimenos que não possuem capital para honrar os seu compromissos referentes aos clientes caloteiros do Seu Biu, evitando assim uma grave crise sistêmica no mercado financeiro .<br /><br /></font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Como falar a linguagem da Tecnologia ]]></title>

<pubDate>Qua, 24 Set 2008 16:19:11 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080924_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Em minhas andanças em busca de pequenos e médios empresários de sucesso, costumo perguntar quais são seus principais desafios. Com frequência, eles incluem entre os obstáculos a dificuldade em se relacionar com o pessoal de Tecnologia da Informação. Eles dizem que a linguagem da TI é muito estranha e que não dá para saber se as pessoas estão falando a verdade quando algo dá errado. Como profissional de comunicações, eu me recuso a achar que isso não tem solução. Se é possível dizer &quot;senta&quot; para um cachorro e ele realmente sentar, como pode não haver diálogo entre empreendedores e profissionais de tecnologia?</p><p>Fomos investigar o problema. Constatamos que, de fato, muitas das queixas tinham procedência. Mas também chegamos à conclusão de que, na maioria dos casos, são os próprios empreendedores que complicam as coisas. </p><p><font color="#000099"><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0015/m0167059.html">Como os pequenos e médios empresários podem melhorar a comunicação com os profissionais de tecnologia? É bom ler, clicando aqui, pois eles serão cada vez mais importante para a expansão dos seus negócios. </a></font></p><p><strong>Depois, clique em Comente para contar suas dificuldades e soluções para se relacionar com o pessoal da tecnologia. Ou, se você é de TI, como faz para lidar com pequenos e médios empresários que não conhecem o assunto</strong>    </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Por que os pequenos e médios empresários desconfiam tanto de pesquisas?]]></title>

<pubDate>Seg, 22 Set 2008 19:21:51 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080922_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Acabo de receber um intrigante resultado de um estudo realizado pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Friedrich_Gauss"><strong>Gauss</strong></a><strong> </strong><a href="http://www.gaussconsulting.com.br/si/site"><strong>Consulting</strong></a>, uma empresa de consultoria que eu não conhecia, em conjunto com a Omni Marketing, que não conheço também. A pesquisa (da Gauss) tem o objetivo de medir a credibilidade das pesquisas (em geral). Os principais resultados, segundo o material enviado com exclusividade para a redação de Exame PME pela assessoria de imprensa:</p><p>. Apenas 50% das pessoas que utilizam pesquisas de mercado confiam nas conclusões e recomendações dos relatórios apresentados pelos institutos</p><p>. Cerca de 28% das pequenas e médias empresas ouvidas se baseiam na recomendação dos institutos </p><p>. Dessas, apenas 40% delas confiam nos resultados -- ou seja, o restante se baseia, embora não confie</p><p>Assim, fica explicado um dado também revelado pelo estudo: entre os entrevistados que declararam já terem tomado decisões baseadas em pesquisa, 30,5% deles disseram ter errado nas decisões -- não admira que hoje estejam tão desconfiados. </p><p>A conclusão do estudo é de uma transparência exemplar: é preciso melhorar os conteúdos das pesquisas e investir mais na sua compreensão. </p><p>Corri aqui para escrever logo esse post, antes que eu me distraia com alguma outra coisa. <strong>E você, está na metade que acredita ou na metade que não acredita em pesquisas? Se você estiver na metade que não acredita, você acha que essa pesquisa é confiável? </strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Pacote de TI GRÁTIS!]]></title>

<pubDate>Dom, 21 Set 2008 16:09:39 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080921_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p><em>Luisa Mendes</em></p>
<p>O Helio Bezerra, dono da empresa de tecnologia da informação <strong><a target="_blank" href="http://www.fator9.com/">Fator9</a></strong>, 
  está promovendo uma campanha que parece muito interessante para vocês. Ele está 
  em busca de uma pequena empresa que vai ganhar um pacote de gestão (Software, 
  Implantação e Consultoria) da Fator9. GRÁTIS!</p>
<p>Para merecer o presente é preciso ter entre 10 e 20 funcionários, área comercial 
  formada e atuante (com no mínimo 2 pessoas) e toda a parte de infra-estrutura 
  de hardware necessária (rede de computadores e equipamentos). Ele dá preferência 
  a empresas de São Paulo e Grande São Paulo (para poder fazer um acompanhamento 
  bem de perto dos trabalhos). O pacote engloba área comercial, financeira, estoque 
  e pós-venda -- não haverá soluções para chão de fábrica. </p>
<p>A empresa escolhida receberá software de gestão (licenças e projeto de implantação) 
  e consultoria em Organização e Gestão sem nenhum custo. <br />
  Quem estiver interessado deve mandar um email para <a href="mailto:fator9@fator9.com"><strong>fator9@fator9.com</strong></a>, 
  colocando no assunto da mensagem: &quot;Eu quero Fator9&quot;. No e-mail é importante 
  que o empresário fale um pouco sobre ele e a empresa.</p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Eu ODEIO quando a Exame PME erra]]></title>

<pubDate>Qua, 17 Set 2008 19:30:40 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080917_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Odeio mesmo! Tento não me chatear, mas não adianta. Sempre que publicamos uma informação errada (felizmente não acontece com frequência) eu fico inconformada porque a gente faz de tudo pra não errar -- checa, confere, lê de novo. Não tem desculpa para os nossos erros. </p><p>Mesmo assim, venho aqui pra pedir desculpas ao Chacon (foto), da Superbac, por termos invertido uma informação importante -- na revista está escrito que a empresa americana Bio Green adquiriu uma participação na Superbac. Mas foi justamente o contrário (a versão do site já está consertada).</p><p>Eu continuo chateada. Mas não deixem de ler a matéria por causa desse erro. A história do Chacon é uma das cinco que escolhemos para mostrar o grande potencial de um dos mercados mais interessantes para os empreendedores -- o dos negócios ambientais. </p><p>A Superbac usa bactérias para tratar resíduos. A empresa não conseguia se expandir para fora de São Paulo, pois as bactérias tinham um &quot;prazo de validade&quot;. A solução veio com a compra de uma participação na Bio Green, que fazia algo parecido e detinha uma tecnologia que permitiu à Superbac aumentar a longevidade do seu produto. Depois disso, a empresa conseguiu um contrato mundial decisivo para o seu crescimento.</p><p><strong>Clique </strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0015/m0167057.html"><strong>aqui</strong></a><strong> para ler as outras histórias. Há o caso de uma empresa que literalmente veio do lixo e de outra que faz combate a desastres ecológicos. Depois, clique em &quot;Comente&quot;, abaixo, para dar a sua opinião. Quem sabe os comentários de vocês (mesmo que seja para criticar a matéria) façam eu me sentir melhor...</strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Com qual das seguintes frases você concorda? ]]></title>

<pubDate>Seg, 15 Set 2008 20:54:19 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080915_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>&quot;A única coisa que está sob o seu controle são os custos&quot;, <em>Vicente Falconi, consultor</em></p><p>&quot;As vendas também. Se eu não acreditar nisso, como posso empreender?&quot;, <em>Luiza Helena, em resposta ao Falconi</em></p><p>&quot;Só há duas coisas sob meu controle: 1) definir um máximo que meus funcionários podem ganhar de salário e 2) demitir gente&quot;, <em>Aleksander Mandic, que não tem nada a ver com esse diálogo</em></p><p><strong>Clique em Comente, abaixo, para dizer qual delas você acha que melhor corresponde à realidade da sua empresa</strong></p><p /><p> </p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem quer a palestra da Luiza Helena aperte aqui]]></title>

<pubDate>Sex, 12 Set 2008 16:12:13 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080912_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Dias atrás coloquei aqui neste blog a planilha bruta com a lista completa das pequenas e médias empresas que mais cresceram entre 2005 e 2007. Achei que não fosse despertar assim tanto interesse, mas sabem que muitos leitores gostaram de ter os dados em Excel?  </p><p>Logo depois, a Luiza Helena, do Magazine Luiza, nos mandou os slides, em powerpoint, usados na palestra que ela fez para os 600 participantes do evento que divulgou a lista das 100 que mais crescem. Pode ser que vocês apreciem esse material. Clique <strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_0015/LuizaHelena.ppt">aqui</a></strong> para ver.</p><p><strong>Vocês querem mais informações desse tipo, em estado original? O que vocês fazem com elas? Clique em Comente para dizer  </strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Como dar o nome a uma empresa ]]></title>

<pubDate>Qui, 11 Set 2008 11:06:21 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080911_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Vários dias atrás eu disse que, depois que a última Exame PME ficasse pronta eu leria os artigos do blog do nosso leitor Thales Brandão (foto). Aqui estou cumprindo a promessa -- em parte, pois não consegui ler tudo. Ele tem um blog que fala de marketing e achei alguns textos interessantes para pequenos e médios empresários. Um deles é sobre a importância do nome de uma empresa ou produto, em que ele cita vários casos de sucesso, como o arroz Tio João ou a marca Tramontina. Clique <a href="http://cidademarketing.blogspot.com/2007/09/e-se-o-meu-nome-fosse-uma-marca.html">aqui</a> para ler. </p><p><strong>O Thales faz uma pergunta, que vou repetir aqui para vocês também. E se o seu nome fosse uma marca, como seria? Clique abaixo em Comente para responder </strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Afinal, o que é talento?]]></title>

<pubDate>Qua, 10 Set 2008 12:44:33 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080910_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Já faz quase uma semana que aconteceu o forum Exame PME sobre as 100 pequenas e médias empresas que mais crescem. Mas as discussões ali foram tão ricas que volto ao assunto. O Cosentino (de novo, ele), da Totvs, falou uma coisa muito importante. As pequenas e médias empresas precisam atrair e conservar funcionários talentosos. Mas será que você já parou para definir (para você mesmo e para os recrutadores da sua empresa) o que é um talento? Vejam a seguinte definição, maravilhosamente simples, que o Consentino deu. Para ele, um funcionário valioso para a empresa é alguém que tem quatro características:</p><p>1) É capaz de perceber</p><p>2) Ao perceber, tomar uma atitude</p><p>3) Ser percebido</p><p>4) Se relacionar com os outros</p><p>Por essa definição, a pessoa pode ser o técnico mais sabido do mundo, mas se não tiver essas qualidades pessoais não chega a ser um talento para a Totvs. Por quê? Fiquei pensando sobre isso. Um empreendedor precisa ter consigo outras pessoas que também tenham qualidades empreendedoras. Ela precisa perceber (qualidade 1) quando está diante de uma oportunidade de crescimento para o negócio. Depois, precisa ter a iniciativa de fazer alguma coisa para tranformá-la em uma estratégia (qualidade 2). É preciso que essa pessoa seja percebida como alguém que representa bem aquela empresa (percebida pelos clientes, fornecedores e por outros funcionários que seguirão sua liderança), a qualidade 3. E, para que tudo isso aconteça, é preciso saber se relacionar com os outros, saber ouvir o que o cliente quer, pescar no ar o que motiva mais os funcionários (qualidade 4). </p><p><strong>Agora, falem sinceramente: há gente assim trabalhando para vocês? E mais: você é assim? Ou tem que melhorar? Eu, por exemplo, acho que eu deveria melhorar em todos esses itens</strong>.   </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[As 235 PMEs que mais cresceram ]]></title>

<pubDate>Seg, 08 Set 2008 20:48:59 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080908_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>A edição que está nas bancas trouxe o ranking das 100 pequenas e médias empresas que mais cresceram entre 2005 e 2007. Mas das 508 companhias que se inscreveram, 253 obedeciam aos critérios estabelecidos. Dessas, 235 registraram crescimento no período analisado. Assim, além das 100 do ranking, existem mais 135 que, embora não cheguem a figurar na lista publicada pela revista, merecem ser registradas. </p><p><a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_0015/Ranking2008_qualificadas_101.xls"><font color="#000066">Clique aqui para conhecer as outras 135 pequenas e médias empresas que mais cresceram entre 2005 e 2007</font></a></p><p><strong>E você, pretende inscrever a empresa no estudo do próximo ano? Clique abaixo em &quot;Comente&quot; para dar a sua opinião </strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Sim ou não?]]></title>

<pubDate>Sáb, 06 Set 2008 20:33:28 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080906_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Apareci menos por aqui nessa semana. Mas foi por um bom motivo -- o forum PME sobre as 100 pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil me deixou ocupada. Senti muito por quem não pôde ir. Quem não foi perdeu uma ótima oportunidade de ver de perto como empreendedores bem sucedidos, como o Cosentino (foto), da Totvs, e a Luiza Helena, do Magazine Luiza, lidam com os desafios do crescimento. Vou comentar aqui uma coisa que o Cosentino falou na apresentação dele. Sabe quando você pergunta se determinada coisa foi feita e o funcionário, em vez de responder, começa a dar um monte de explicações? Quando acontece isso ele pergunta:</p><p>-- Mas a resposta é sim ou não?</p><p>Às vezes o sujeito insiste -- teve tráfego, choveu, minha mãe...</p><p>-- Sim ou não?</p><p>Acho isso ótimo e simples. Ajuda a ganhar tempo e ensina os funcionários a ser mais diretos. Nem sempre a gente vai ficar tão bravo assim se algo não foi feito. Em geral apenas queremos saber sim ou não para tomar alguma decisão. </p><p><strong>Como vocês fazem para obter informações mais diretas e evitar que o funcionário não venha com enrolação -- sem ter de atemorizá-lo? </strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Comprou ou não comprou?]]></title>

<pubDate>Qua, 03 Set 2008 00:30:52 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080903_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Vocês estão acompanhando a discussão em torno da aquisição da Tenda pela Gafisa? Li e reli a matéria no Portal Exame (<a href="http://portalexame.abril.com.br/financas/m0167084.html">clique aqui para ler também</a>). Resumindo muito eu entendi o seguinte: a Gafisa diz que não houve mudança de controle. Fizeram as coisas de um jeito que surgiu uma espécie de nova Tenda. Mas o novo sócio majoritário não é mais o antigo dono da Tenda, Henrique Alves Pinto (foto), -- e sim uma subsidiária da Gafisa. Questões advocatícias à parte, eu entendo o seguinte. Se hoje eu durmo numa casa que é 100% minha e amanhã acordo na mesma casa, mas 60% dela pertence ao vizinho, a casa passou a ser mais do vizinho do que minha, não? Então como é que não houve mudança de controle? </p><p><strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/financas/m0167084.html">Leiam a matéria</a> e depois me digam o que acham, clicando em Comente, abaixo. Se a Tenda fosse sua, você diria que o controle mudou ou não?  </strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem é o dono desse negócio?]]></title>

<pubDate>Seg, 01 Set 2008 09:17:30 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080901_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Almocei outro dia com o Mandic, aquele empreendedor que já foi sinônimo de internet no Brasil uns dez anos atrás. Quando recebi o cartão dele, chamou-me a atenção como ele se identifica: dono da empresa. Achei curioso. Já vi de tudo: presidente, sócio, sócio-presidente, diretor, sócio-diretor, fundador. Mas dono foi a primeira vez. Perguntei por que ele prefere usar essa denominação, em vez das outras, mais comuns. Ele respondeu: &quot;Ué, porque eu sou o dono...&quot; Também achei engraçado o slogan: a internet em pessoa.  Ah, sim, e o email dele? É dono@mandic.com.br</p><p><strong>E você, como identifica a sua posição na sua empresa? Por que não usa dono ou proprietário? Clique abaixo em Comente para dizer </strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Vem aí o forum da Exame PME]]></title>

<pubDate>Qua, 27 Ago 2008 20:05:30 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080827_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Espero que vocês tenham entendido que, em virtude de incêndios para apagar por aqui também, coloquei a placa &quot;Jornalistas Trabalhando&quot; enquanto isso. Mas, agora que a próxima edição foi para a gráfica, tenho condições de conversar um pouco. </p><p>A capa será sobre as 100 pequenas e médias empresas que mais cresceram nos últimos três anos. Como já contei, é o terceiro ano que fazemos essa pesquisa. Neste, fizemos perguntas específicas para saber como anda a governança das PMEs que crescem muito. Ninguém precisa ficar assustado com esse termo -- governança é um conjunto de práticas que permitem aos gestores enxergar melhor o que está acontecendo dentro da empresa e garantir para as partes interessadas (investores, funcionários, clientes, etc) formas de eles enxergarem também. Dá-se a isso o nome de transparência. A pesquisa revelou que ser transparente dá resultados para as PMEs. Não vou contar mais para não estragar a surpresa da reportagem. </p><p>No dia 3 de setembro, vamos fazer um evento muito interessante sobre como transparência e governança podem ajudar uma pequena ou média empresa a crescer mais rápido. Quem quiser se inscrever deve clicar <a href="http://portalexame.abril.com.br/pme/m0166451.html">aqui </a>para saber mais.  </p><p><strong>E você? O que você está fazendo para tornar a sua empresa mais transparente -- sobretudo para você mesmo? Clique abaixo em Comente para contar</strong></p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Jornalistas trabalhando]]></title>

<pubDate>Ter, 26 Ago 2008 21:39:10 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080826_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<font color="#ffffff">favor preencher o campo texto</font> ]]></description>

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<title><![CDATA[Incêndio é fogo!]]></title>

<pubDate>Sáb, 23 Ago 2008 23:14:19 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080823_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>São mais de 11 da noite de sábado e nós da Exame PME estamos firmes, trabalhando no fechamento da próxima edição. Mas vou fazer uma pausa para contar uma coisa gozada. Uns dois dias atrás, o Leonardo Franco, dono da Hurmez, empresa que fornece serviços de supply chain para grandes empresas, desmarcou na última hora uma foto agendada com ele, para uma nota que vamos publicar. O Leo disse que a foto teria de ficar para o dia seguinte, pois tinha aparecido &quot;um incêndio para apagar&quot;. Alguém aqui entendeu que era um incêndio mesmo -- e espalhou-se o boato de que o escritório da Hurmez tinha pegado fogo. No dia seguinte, a fotógrafa perguntou ao Leonardo sobre a suposta tragédia. Foi só então que se soube que o incêndio era, na verdade, uma ótima notícia. O Leo teve de revisar correndo uma proposta enviada para a Diageo (aquela potência dona das marcas Smirnoff, Johnnie Walker e J&amp;B), convocar o time para entregá-la a tempo de cumprir o prazo da seleção e estar preparado para começar os trabalhos no dia seguinte, caso a Hurmez fosse escolhida. E foi!</p><p class="MsoNormal"><span><strong>Com vocês já aconteceu de enfrentar um &quot;incêndio&quot; desses? E a correria também terminou com final feliz? Clique abaixo em &quot;Comente&quot; para contar, que eu vou ver se o Jack Bauer consegue conter os terroristas em Los Angeles de novo. </strong></span></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Este empreendedor precisa de carinho]]></title>

<pubDate>Qui, 21 Ago 2008 09:30:26 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080821_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>O Daniel Li (foto), dono da Pixel Labs, pequena empresa de tecnologia, está precisando de tudo -- engenheiros, matemáticos, arquitetos de informação e, sobretudo, profissionais de vendas. A Pixel desenvolve soluções para melhorar a experiência do consumidor de outras empresas, ajudando-as a vender mais. Exemplo: foi a Pixel que criou aquelas máquinas das lojas World Tennis que permitem ao consumidor descobrir qual é o calçado de corrida que melhor se adapta ao tipo de pisada (tem gente que pisa para dentro, outros mais para fora). A Pixel está crescendo num ritmo alucinado, inclusive no exterior -- daí a necessidade do Daniel de contratar profissionais de todos os tipos. Nem cachorro ou namorada ele tem...</p><p><strong>Você já passou por uma situação assim? Pode ajudar o Daniel? Conte abaixo, clicando em Comente.</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Perder para depois ganhar]]></title>

<pubDate>Ter, 19 Ago 2008 08:59:04 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080819_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Olhem só que interessante a experiência do Paulo César Chacur (foto), fundador da Escalena, que faz operações de comércio eletrônico. Ele perdeu o que poderia ter sido um grande cliente. Mas reverteu isso num aumento de competitividade. Como assim? Tempos atrás, a empresa foi procurada para estruturar as vendas pela internet da Oi, que pediu relatórios rigorosos sobre a venda de cada celular e suas linhas telefônicas. O Paulo não tinha essa ferramenta e pediu um tempo à Oi para desenvolvê-la. A Escalena, então, criou um tipo de fatura que mostra tudo o que acontece com cada produto vendido, da sua saída do estoque à entrega na casa do consumidor. Quando a ferramenta ficou pronta, Chacur procurou a Oi novamente. A parceria acabou não rolando, mas a fatura detalhada sobreviveu e o ajudou a conquistar três outras operadoras: primeiro a Claro e, depois, a Vivo e a Tim. Hoje, a Escalena utiliza o sistema em empresas de outros setores, como Arno e Nivea.  </p><p><strong>E você, tem uma história semelhante para contar, em que algo em que você se empenhou e que parecia ser tempo perdido depois se transformou numa preciosa ferramenta de trabalho? Conte, clicando em &quot;Comente&quot;</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Que difícil organizar a fila das férias!]]></title>

<pubDate>Seg, 18 Ago 2008 09:37:38 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080818_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Tirar férias num negócio muito enxuto, como devem ser as empresas de vocês (e como é a redação da Exame PME) dá muito trabalho. Eu me refiro a fazer o planejamento de quem da equipe tira férias quando. Todo mundo que tem filho em idade escolar só quer tirar em julho ou janeiro. Quem é casado precisa conciliar com as do parceiro. Ninguém quer Dezembro porque dá de graça para a empresa os dias que já seriam de descanso na época do Natal. No carnaval é a mesma coisa. Quem está há mais tempo sem tirar férias acha que tem precedência. Quem é mais velho pensa o mesmo. Quem está há mais tempo na empresa faz cara feia. E ainda tem os que mudam de idéia quando o cronograma está pronto. Cristo Redentor!</p><p><strong>Quem tiver um método de fazer isso, por favor me conte, clicando em &quot;Comente&quot;, abaixo</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Sua história na TV]]></title>

<pubDate>Sáb, 16 Ago 2008 13:12:43 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080816_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Você levou sua pequena ou média empresa ao caminho do crescimento? Gostaria de ver essa história contada na televisão? Isso é possível para quem se inscrever na promoção Eu Também Fiz do Zero, da TV Ideal, canal sobre carreira e negócios do Grupo Abril, que também edita EXAME PME. Para participar, deve-se preencher um formulário no site <a href="http://idealtv.com.br/participe/">http://idealtv.com.br/participe/</a>. As três melhores histórias serão transformadas em programas de 5 minutos cada um e veiculadas no site da emissora. Os internautas escolherão qual caso vai virar um episódio de 30 minutos no programa Fiz do Zero, apresentado na TV Ideal, nas noites de terça-feira, pelo empreendedor Pedro Mello, blogueiro de EXAME PME. As inscrições se encerram em 31 de agosto.</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Perca peso e ajude a alimentar quem tem fome]]></title>

<pubDate>Qui, 14 Ago 2008 20:03:27 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080814_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Já pensou se o mundo pudesse ser como no título acima? Todo mundo que pudesse se livrar do excesso de peso pudesse transferir os quilos perdidos para quem passa fome? O Marcos Nisti (foto), sócio do Projeto Terra (empresa que comercializa produtos feitos por cooperativas de artesanato) acha que dá para fazer alguma coisa para isso virar um pouquinho de realidade. Ele criou uma empresa, a Maria Farinha, que está organizando uma campanha para a rede de academias de ginástica Companhia Athletica que se parece muito com os projetos de crédito de carbono. Os alunos terão 100 dias para perder peso. No final do prazo, cada quilo a menos será convertido em 10 reais. O dinheiro será doado pela Companhia Athletica a entidades de combate à desnutrição infantil, que utilizarão a verba para comprar alimentos. As instituições poderão divulgar suas ações nas unidades da Companhia Athletica. A Maria Farinha poderá oferecer o mesmo serviço a outras empresas. &quot;Esperamos que essa campanha seja replicada&quot;, disse Nisti . &quot;Quanto mais gente copiar a idéia, que é muito simples, melhor.&quot; <br /></p><p><strong>Eu achei a idéia tão legal que demos uma nota sobre isso na seção Para Começar da última Exame PME. O que vocês acharam? Dá para implantar a mesma iniciativa nas suas empresas? <br /></strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Como contratar funcionários estratégicos ]]></title>

<pubDate>Qua, 13 Ago 2008 16:06:01 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080813_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Vocês devem ter a mesma dificuldade quando precisam contratar profissionais para postos estratégicos. Se houver de mais de um candidato com boas qualidades, como saber qual tem maior chance de dar certo? E não é coisa que o pessoal dos recursos humanos vai resolver. Se o cargo for importante é você mesmo que vai dar a palavra final. Haja tempo pra fazer tudo isso. Por isso, achamos que seria útil fazer um roteiro bem objetivo que pudesse ser usado por vocês nessas ocasiões.</p><p><font color="#000066">Para ler a matéria sobre o que perguntar a um candidato, clique <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0014/m0165534.html">aqui.</a></font><strong> E depois volte, por favor, dizendo se pretende usar o que a gente bolou -- (com a ajuda de especialistas em que a redação da Exame PME confia, claro)</strong></p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Os bancos que têm o que as pequenas e médias empresas querem ]]></title>

<pubDate>Ter, 12 Ago 2008 16:44:18 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080812_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Todos vocês já devem ter percebido que os bancos estão fazendo de tudo para conquistar pequenas e médias empresas como clientes. Eles estão emprestando mais dinheiro e oferecendo mais produtos específicos para elas do que no passado. Mas em quais bancos o empreendedor encontra o que realmente precisa para o crescimento? Quais cobram menos por empréstimos de capital de giro? Onde a análise de crédito é mais rápida? Quem oferece os produtos e serviços que os pequenos e médios empresários querem?</p><p>Nós não sabíamos. Então, fizemos um estudo para descobrir quais são os bancos que tratam melhor as pequenas e médias empresas. </p><p><font color="#000099">Para ver quais são os bancos que oferecem os produtos e serviços que as pequenas e médias empresas mais precisam para crescer clique</font><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0014/m0165536.html"><em><font color="#000099"> aqui</font></em></a><em><font color="#000099">.</font> </em><strong>E depois volte aqui no blog e clique abaixo em &quot;Comente&quot; para dizer o que achou da pesquisa. Você já tinha visto um estudo assim antes? E como poderíamos ampliá-la numa próxima ocasião?</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Este carro está sendo roubado agora]]></title>

<pubDate>Ter, 12 Ago 2008 16:09:59 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080812_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Este post não é bem um post. É só um misto de desabafo com indignação. São mais de quatro da tarde e desde de manhã tem um carro aqui do lado com o alarme disparado. É aquele alarme infame que diz &quot;ATENÇÃO, ESTE CARRO ESTÁ SENDO ROUBADO!&quot;. Quem inventou essa porcaria? Devia ser proibido inovar desse jeito.</p><p>E enquanto o carro era roubado, eu estava almoçando com o Luis Felipe, da Goomark (<a href="http://goomark.com.br/">http://goomark.com.br/</a>). A Goomark é uma empresa especializada em Propaganda no Google e em Marketing de Guerrilha. Conheci o Luis Felipe aqui no blog, quando ele fez um comentário em que dizia ter ficado decepcionado com os posts sobre a caça ao cliente da Locaweb. Pois ele é jovem (24 anos) e não é nem um pouco chato! Ele me contou uma porção de coisas super-interessantes que todo pequeno ou médio empresário deveria saber sobre o funcionamento dos sites de busca. Ainda contaremos para vocês. Aguardem. </p><p>Ah! Ele também achava que fui eu quem escreveu o comentário em nome da minha cachorrinha Paperina. Já disse que não fui eu.</p><p /><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Abrir o capital de uma pequena ou média empresa vale a pena?]]></title>

<pubDate>Sáb, 09 Ago 2008 19:14:48 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080809_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Perguntei isso outro dia durante um almoço para um executivo da Nutriplant-- a única empresa até agora a entrar no Bovespa Mais (na foto, o dia da estréia da Nutriplant na bolsa), o segmento da bolsa para emissões de menor valor. Ele disse que sim. </p><p>Leiam, agora, um trecho da reportagem de capa da nossa última edição:</p><p><font color="#000066">A operação da Nutriplant deu uma idéia concreta sobre o custo que espera as pequenas e médias empresas que pretendem abrir o capital. Somados os gastos com assessoria jurídica, elaboração de prospecto, comissões para os bancos coordenadores da oferta e road shows, a despesa chegou a 7,07% do valor captado. &quot;Foi um custo baixo se comparado ao de um empréstimo bancário&quot;, diz Marcio Iavelberg, consultor financeiro para pequenas e médias empresas. &quot;Seria quase impossível para uma empresa do tamanho da Nutriplant levantar mais de 20 milhões de reais em empréstimos.&quot; Ainda que conseguisse, a Nutriplant teria de reservar algo como o lucro dos próximos seis anos só para honrar a dívida.</font></p><p><font color="#000066">Para as pequenas e médias empresas que conseguirem transpor todos esses obstáculos , a bolsa pode valer a pena no longo prazo. &quot;Abrir o capital pode ajudar a trazer mais dinheiro a um bom custo, além do obtido no dia da captação&quot;, diz Oliveira, da Deloitte. &quot;A empresa que foi à bolsa passou pelo teste da transparência nas informações, o que significa redução de risco. Por sua vez, a percepção do risco mais baixo ajuda a diminuir o custo de novos financiamentos.&quot;</font></p><p><font color="#000066">Muitos especialistas acreditam que os pequenos e médios empresários que desejam colocar seus negócios na bolsa estão no caminho certo. &quot;À medida que mais pequenas e médias empresas abrirem o capital, os bancos e advogados responsáveis por coordenar e assessorar esses IPOs podem baratear os custos, cobrando menos e ganhando no volume de operações&quot;, diz Humberto Tupinambá, diretor do banco Modal. Foi o que aconteceu na última década, por exemplo, com o segmento da Bolsa de Valores de Londres voltado para as emissões de pequenas e médias empresas.</font></p><p><strong><font color="#000000">Vocês acham que abrir o capital na bolsa vale a pena, mesmo com todos os custos e necessidade de expor informações? E vocês acham que esses custos vão cair e a Bolsa brasileira pode se tornar uma grande porta para as pequenas e médias empresas buscarem recursos? Dê sua opinião, clicando abaixo em &quot;Comente&quot; </font></strong></p><p>Não deixe de ler nossa matéria sobre como escolher a melhor fonte de financiamento para a sua empresa, clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0014/m0165425.html">aqui</a> . E depois escreva a sua opinião</p>]]></description>

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<title><![CDATA[A revista já chegou pra vocês?]]></title>

<pubDate>Qui, 07 Ago 2008 18:12:37 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080807_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Parece estranho eu perguntar isso. Mas é que normalmente a Exame PME chega para nós, da redação, uns dias antes de ir para as casas de vocês ou para as bancas. Desta vez, recebemos hoje -- dia previsto para estar no mundo. </p><p>Chegou a de vocês ou vocês viram na banca? </p><p>Eu fico preocupada com essas coisas...</p>]]></description>

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<title><![CDATA[QUE RAIVA!!!]]></title>

<pubDate>Qua, 06 Ago 2008 18:53:23 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080806_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Fiz um post em que eu explicava uma idéia de um negócio que estou querendo fazer no site e pedia a opinião de vocês. Na hora de salvar a ferramenta deu pau. Perdi tudo!</p><p>Fiquei com raiva. Não vou escrever mais hoje. </p><p>Amanhã se der eu escrevo. </p><p>E não vou reler este post pra corrigir erro de digitação e português. </p><p>Ontem sumiu o comentário que o João fez dizendo que tinha gostado do hotsite de exportações. Que droga de ferramenta!  </p><p>Carol, põe aí uma imagem que você acha que serve. </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Procuramos esta Exame PME rara]]></title>

<pubDate>Sáb, 02 Ago 2008 15:46:55 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080802_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Se você tem um exemplar desta EXAME PME da foto e não a quer mais, nós queremos. As nossas dessa edição se extinguiram completamente. Só tem a minha e a do arquivo &quot;oficial&quot;. Nem os outros jornalistas daqui têm mais. </p><p>Dizem que a gente sabe se uma revista agrada ou não se ela some da mesa. É o caso da Playboy, por exemplo. Os jornalistas da redação não podem dormir no ponto, pois passa alguém e pega da mesa deles. A Exame PME também some (felizmente!).</p><p><strong>Quem quiser nos doar a sua diga onde posso buscar clicando em &quot;Comente&quot;</strong>. Pensando bem, agora fiquei numa situação difícil. Se muitos quiserem se desfazer da revista, vai pegar mal pra mim, né? Se ninguém quiser, vamos continuar sem revista.  </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Não percam a próxima EXAME PME]]></title>

<pubDate>Qui, 31 Jul 2008 16:50:23 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080731_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Muita gente, como a Regiane Monteiro (no comentário no post do Pica-pau) está querendo saber quando a próxima EXAME PME vai para a banca. Está quase chegando: dia 7 de agosto (eu não quero que chegue muito rápido, não, é um dia antes do meu aniversário). Os principais assuntos são:</p><p>1) Capa: Critérios para escolher a fonte mais adequada de financiamento, dependendo do estágio de crescimento da sua empresa (empréstimo bancário, fundo de capital de risco, outro sócio, bolsa), feita pelo Gladinston Silvestrini, com ajuda do Robson</p><p>2) Pesquisa exclusiva sobre quais bancos oferecem os produtos e serviços de que as pequenas e médias empresas em crescimento precisam</p><p>3) Perguntas que você não pode deixar de fazer para um candidato a uma vaga estratégica</p><p>4) Como melhorar o congestionamento do tráfego no site</p><p>Enquanto isso, estamos correndo para fazer a edição seguinte, que trará na capa as 100 pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil. </p>]]></description>

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<item>
<title><![CDATA[As lições do Pica-pau]]></title>

<pubDate>Ter, 29 Jul 2008 16:36:54 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080729_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Almocei outro dia com o Alberto Saraiva, fundador do Habib's e nosso colunista. Ele estava ligeiramente nervoso por causa do Pica-pau, aquele do desenho animado que faz &quot;hééé-ô!-hééé´-ô! hééééé!&quot;. Numa recente propaganda, o Habib's prometeu dar bonecos do Pica-pau para as crianças que consomem um determinado kit de lanche infantil. Normalmente são vendidos cerca de 200 mil desses lanches. Calculou-se que bonequinhos suficientes para 500 mil por mês seria o suficiente. Não foi. &quot;Estamos vendendo o triplo disso&quot;, disse Saraiva. </p><p>Vender mais é bom, mas não conseguir entregar o prometido é uma dor-de-cabeça tremenda, ainda mais se tiver criança no meio. Elas, claro, não aceitam argumentos como &quot;demanda maior do que a oferta&quot; ou &quot;fornecedores que não estão dando conta dos pedidos&quot;. Elas querem o brinquedo. Dependendo da decepção, podem gritar, chorar e enlouquecer os pais. Naquele dia, Saraiva estava fazendo de tudo para resolver o problema, e chegou a interromper a refeição para dar umas broncas numas pessoas em cuja pele eu não gostaria de estar. </p><p>Agora à pouco conversamos ao telefone. Parece que a situação melhorou. O Saraiva disse que se eu souber de crianças que ficaram sem Pica-pau, é para dar o endereço que ele mandará entregar. Sugeri a ele que, passado o sufoco, escreva uma coluna para nossos leitores sobre os aprendizados do episódio.</p><p><strong>Se você tem filhos que ficaram sem Pica-pau ou sabe de crianças nessa situação, clique em &quot;Comente&quot; para escrever o nome e o endereço delas, que eu passo para ele. </strong></p><p><font color="#0000cc">PS: não foram poucos os que acharam que o comentário postado em nome da minha cachorrinha Paperina foi feito por mim (a &quot;mãe&quot; dela). Esclareço que, apesar de parecer mesmo coisa minha, não fui eu que escrevi aquilo, não -- nem a Paperina, que estava comigo o tempo todo e não usou o computador naquele dia.</font></p><p /><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Oportunidades para exportar]]></title>

<pubDate>Seg, 28 Jul 2008 14:43:40 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080728_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Hoje vamos conversar sobre exportações. As exportações são uma forma de expansão para as pequenas e médias empresas. É verdade que o real está forte. Mas também é verdade que, em muitos casos, é melhor vender para o mundo do que apenas para o Brasil. É preciso estudar muito bem o mercado antes de exportar. Quem já exporta também precisa continuar estudando, a fim de detectar oportunidades novas. </p><p>Por isso, nós, da EXAME PME, preparamos um material exclusivo para ajudar pequenas e médias empresas a encontrar oportunidades de expansão para elas fora do Brasil. Há um mapa com os mercados mais propícios. Há também uma ferramenta que ajuda a detectar se a sua empresa está preparada para receber créditos especiais para exportação.Clique aqui no link para ver:  </p><div><font face="Arial" size="2"><a title="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/pme/exportacoes/" href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/pme/exportacoes/">http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/pme/exportacoes/</a></font></div><p><strong>Conte abaixo a sua opinião sobre as exportações como forma de crescimento para pequenas e médias empresas. É uma boa estratégia?</strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O cliente apareceu]]></title>

<pubDate>Dom, 27 Jul 2008 08:55:59 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080727_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p><font color="#000099">Para os que (ainda) estão acompanhando a novela</font>: o cliente apareceu (ver comentário dele no post anterior)</p><p><font color="#000099">Para os que estão achando esse papo chato:</font> mudarei de assunto no próximo post</p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[A busca continua]]></title>

<pubDate>Sex, 25 Jul 2008 10:18:38 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080725_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Para os que continuam interessados em saber quem é o misterioso cliente da Locaweb, eis as últimas notícias:</p><p><font color="#0000ff">1) Cachorra participa das escavações</font> -- Minha cachorrinha Paperina (foto) farejou o comentário na tela. Desde então, está envolvida num duro trabalho de escavações para tentar resgatar o cliente. Ela tem menos de três meses e é seu primeiro trabalho sério, além de mastigar patinhos de pelúcia.</p><p><font color="#0000ff">2) O dono da Locaweb também sumiu</font> -- Nos últimos dois dias o Gilberto não respondeu meus emails. Concluí que ele pegou a lista de todos os clientes e está visitando um por um, pois parece ser o único jeito de resolver o problema do cliente insatisfeito.</p><p><font color="#0000ff">3) Reportagem de Exame PME alerta </font>-- Toda a equipe está instruída a perguntar -- para quem encontrar pela frente -- o seguinte: Por acaso você é cliente da Locaweb? Foi você que fez o comentário anímico no blog? Até agora não deu nenhum resultado. Mas temos fé nesse método.</p><p><font color="#0000ff">4) Investigação virtual vai estar acontecendo </font>-- A equipe de TI da Abril está pesquisando o sistema em search de soluções que agreguem intel ao chamado em aberto. Mas há intermitências.</p><p><strong>Vou passar o final de semana inteiro tentando achar a tal pessoa. Nem me telefonem. Quem precisar falar comigo vai ter de postar um comentário abaixo</strong></p><p><strong></strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Procura-se o Cliente da Locaweb desesperadamente]]></title>

<pubDate>Qua, 23 Jul 2008 19:05:13 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080723_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes, previously, on Blog da PME</em></p><p>Um de nossos leitores aprontou uma molecagem no meu último post. Eu dizia que muita gente estava acessando os filminhos da webcampanha da Locaweb, que mostra situações engraçadas do dia-a-dia das pequenas e médias empresas e seus problemas com TI. Eu dizia ainda que iria convidar o fundador da Locaweb para almoçar comigo e saber sobre os resultados dessa campanha. E perguntava se vocês queriam que eu perguntasse algo para ele. </p><p>Um leitor, que se identificou como <span class="texto_blog">Cliente Locaweb, com o endereço <br /><a href="mailto:cliente@locaweb.com.br">cliente@locaweb.com.br</a>,<em> </em>disse: </span></p><p><span class="texto_blog"><font color="#000066">Pergunte ao cara da Locaweb se ele topa fazer um filminho destes retratando o estado anímico dos clientes da própria empresa dele a fim de tomar conhecimento pessoalmente (uma vez que ele é inacessível na empresa para clientes), dos problemas causados por um suporte medíocre, cobranças indevidas, etc. <br /></font></span></p><p><span class="texto_blog"><font color="#000000">Primeiro: eu não sei o que significa &quot;anímico&quot;. O que quer dizer isso? É um termo técnico?</font></span></p><p><span class="texto_blog">Segundo: diante da raiva do sujeito, achei melhor nem esperar o almoço. Comuniquei logo o problema para o Gilberto, que se prontificou a falar imediatamente com ele para saber o que estava ocorrendo. Foi aí que descobri que quem não é acessível é o tal &quot;Cliente Locaweb&quot;, já que ele não se identificou. Eu mesma tentei mandar um email para o endereço que ele deixou. Eu estava muito aflita, querendo avisar logo essa pessoa que o Gilberto quer falar com ela. Mas o email voltou, com uma mensagem dizendo que esse endereço não existe. </span></p><p><span class="texto_blog">Concluí que a pessoa fez a reclamação escondida. Mas por que isso? Como é possível resolver o problema de um cliente se não é possível saber quem ele é? Se a pessoa agiu assim nas vezes anteriores, não me admira que o Gilberto ou outro funcionário na Locaweb não tenha respondido. </span></p><p><span class="texto_blog">Alguém aí sabe quem é essa pessoa? Cliente Locaweb, por favor, apareça! Não estamos bravos com você.</span></p><p><span class="texto_blog"><strong>Você tem uma pista de quem seja o &quot;Cliente&quot;? Tem uma sugestão de como encontrá-lo? Vocês que entendem de TI sabem como rastrear o cookie dele? Por que alguém faz isso comigo? Ajudem-me, por favor, nem que seja para dar uma possível explicação para esse estranho comportamento ou dizer o que é &quot;anímico&quot; </strong></span></p><p><span class="texto_blog"><font color="#000066"></font></span></p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[O computador não funciona. O senhor já olhou se está na tomada?]]></title>

<pubDate>Sáb, 19 Jul 2008 12:16:53 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080719_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><font face="Arial" color="#000080" size="2"><span><font color="#000000"><em>Luisa Mendes</em></font></span></font></p><p class="MsoNormal"><font face="Arial" color="#000080" size="2"><span><font color="#000000">Vocês têm assistido à websérie </font></span></font><font face="Arial" color="#000080" size="2"><span><font color="#000000">da Locaweb &quot;O que que é isso?&quot;. </font></span></font><font face="Arial" color="#000080" size="2"><span><font color="#000000">A minissérie, primeira em alta definição produzida exclusivamente para internet, traz mini-episódios de tom humorístico e mostra como pode ser engraçadas as atividades rotineiras de trabalho em uma empresa em crescimento com o uso da web. Os diálogos são escritos por Adriana Falcão, roteirista de &quot;A Grande Família&quot;. <br /><br /></font><font color="#000000">Eu vi alguns dos websódios e achei engraçado. O Helio, da Fator 9, que está sempre escrevendo comentários aqui, me contou que a série é bem realista. Ele disse: &quot;</font></span></font><font color="#000000"><font face="Arial" size="2"><span>Aquela parte onde está tudo parado simplesmente porque o equipamento está fora da tomada<span class="GramE"><span> </span></span>é absurda, mas já vi acontecer&quot;. O Helio me disse também que muitos empreendedores acreditam, como na série, que o &quot;</span></font><font face="Arial" size="2"><span><span class="GramE">carinha</span> de TI&quot; vai resolver TODOS os problemas. </span></font></font></p><p class="MsoNormal"><font face="Arial" color="#000080" size="2"><span><font color="#000000">A minissérie pode ser assistida pelo site </font><a href="http://www.oquequeeisso.com.br/" target="_blank">http://www.oquequeeisso.com.br</a><font color="#000000">, ou pelo Youtube na página </font><a href="http://www.youtube.com/locaweb" target="_blank">http://www.youtube.com/locaweb</a><font color="#000000">. </font></span></font></p><p class="MsoNormal"><font face="Arial" color="#000080" size="2"><span><font color="#000000"><strong><font color="#000099">Depois quero saber se vocês também têm histórias como essas da websérie da Locaweb para contar. Vou perguntar para o Gilberto Mautner (foto), fundador da Locaweb, como ele teve a idéia de fazer essa divulgação e que resultados está trazendo. Vocês querem que eu pergunte algo mais para ele? Clique em &quot;comente&quot;, abaixo, para me dizer. <br /></font></strong><br /></font></span></font><font face="Arial" color="#000080" size="2"><span></span></font></p><p /><p class="MsoNormal"><font face="Verdana" size="2"><span> </span></font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Adiado o prazo para as 100 PMEs que mais crescem]]></title>

<pubDate>Qui, 17 Jul 2008 15:05:32 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080717_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Em plena idade da internet, a greve dos correios atrapalhou a nossa vida. Acreditam que, embora o formulário da pesquisa EXAME PME/Deloitte que aponta as 100 empresas que mais crescem no Brasil esteja disponível eletronicamente é enorme o número de empresas que prefere responder em papel? Por causa disso, com a greve dos Correios, recebemos um número menor de inscrições em relação aos anos anteriores até agora. Vamos adiar o prazo para 25 de julho. </p><p><strong>Por que, com todas as facilidades da internet, tantos pequenos e médios empresários preferem responder a pesquisa pelo Correio? Eu não entendo e gostaria de saber a sua opinião. Clique em Comente, abaixo, para responder</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Cozinhar é semelhante a empreender?]]></title>

<pubDate>Sáb, 12 Jul 2008 15:09:21 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080712_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Pessoal, conforme prometi, o Laercio Cosentino definiu quem serão os convidados do jantar, que vai ocorrer nesta semana. Os felizardos receberam o convite por email e já confirmaram. Nos veremos lá. Resolvi não divulgar a lista dos nomes aqui no blog, pois achei que os que não puderam ir ficariam tristes...</p><p>Mas não fiquem. Haverá outras iniciativas assim. E vocês sempre podem almoçar comigo! </p><p>No dia em que estive com o Laercio ele comentou que cozinhar é, de certa forma, empreender. &quot;Você tem de se virar com o que tiver à mão&quot;, disse ele. Às vezes falta algum tempero ou é necessário trocar um ingrediente de uma receita na última hora. Ele contou uma história muito engraçada, de um amigo que o convidou para jantar. O sujeito não sabia cozinhar e comprou camarão -- logo camarão! &quot;Como será feito o camarão?&quot; O amigo respondeu: &quot;Camarão, ora&quot;. Bom... No fim o Laercio foi para o balcão e improvisou um original camarão com alcaparras (acho) que ele encontrou na geladeira. </p><p><strong>Você também acha que cozinhar é semelhante a empreender?</strong> (Na minha casa meu marido cozinha e eu lavo os pratos. Sou prestadora de serviços) </p>]]></description>

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<title><![CDATA[O empreendedor da NetMovies faz de tudo para aparecer?]]></title>

<pubDate>Qui, 10 Jul 2008 19:12:16 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080710_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Como NINGUÉM até agora se interessou em comentar sobre a capacidade de inovação das pequenas e médias empresas no Brasil, resolvi mudar radicalmente de assunto. Então... outro dia alguém comentou que o Daniel Topel, da NetMovies, concordou em mostrar a língua para a nossa última matéria de capa só para aparecer. Fiquei pensando... mas mesmo que seja verdade, que mal há nisso?</p><p><strong>Se você acha que Daniel Topel mostrou a língua só para aparecer na capa da Exame PME e acha isso errado, clique abaixo em Comente para dar a sua opinião. Se discorda, também queremos saber por quê.  </strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Por que as PMEs brasileiras não inovam mais]]></title>

<pubDate>Qua, 09 Jul 2008 11:04:59 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080709_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Há poucos dias o pesquisador  <span class="newstexto1">Robert Sherwood</span> esteve numa palestra na Fapesp para falar sobre inovação. Ele disse, numa entrevista à Agência Fapesp, que a fraqueza do sistema de propriedade intelectual é o principal obstáculo para que a inovação brasileira ganhe espaço no mercado. &quot;Digamos que uma empresa brasileira tente fazer avançar uma tecnologia original, proveniente do conhecimento produzido na universidade&quot;, disse ele. &quot;É provável que sua capacidade para comercializar, que passa pelo desenvolvimento do produto ou do processo, exija o acesso a uma outra tecnologia estrangeira. Haverá situações em que o fornecedor dessa tecnologia intermediária se recusará a disponibilizá-la no Brasil, porque ela não será adequadamente protegida aqui.&quot;</p><p>Mesmo com dificuldades desse tipo, pequenas e médias empresas brasileiras vêm inovando cada vez mais. É o caso da Ci&amp;T, do empreendedor César Gon (foto), cujas inovações já renderam até uma empresa filhote (<a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0010/m0137486.html">leia reportagem aqui</a>) e um lugar de destaque num dos mais importantes rankings de inovação do mundo. </p><div><p class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="3"><span><strong>Até que ponto a legislação impede as pequenas e médias empresas brasileiras de inovar mais? Clique abaixo em Comente para dar a sua opinião</strong></span></font></p></div><p />]]></description>

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<title><![CDATA[As pequenas e médias empresas não precisam de banda larga??]]></title>

<pubDate>Sáb, 05 Jul 2008 11:32:42 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080705_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p /><p>Estou surpresa com o que acabo de ler no blog do meu colega Serginho, da Exame, sobre as <a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/listar1.shtml">explicações da Telefônica para a pane do Speedy dias atrás</a>. Vejam só: </p><p><em>&quot;Sobre a dimensão do problema, a Telefônica afirmou que foram afetados quatro grupos de clientes: governo (nos níveis municipal, estadual e federal -- inclusive 200 agências do INSS e mais de 1500 delegacias!!), grandes empresas, clientes residenciais e o grupo difuso, que não são necessariamente clientes da operadora, mas sofreram seus efeitos&quot; </em></p><p>E as pequenas e médias empresas, não foram afetadas? Ou elas estão no &quot;grupo difuso&quot;? Ou a Telefônica, que tem executivos dedicados a  pequenas e médias empresas não tem pequenas e médias empresas entre seus clientes de banda larga ?</p><p><strong>Para comentar sobre a exclusão das pequenas e médias empresas, clique abaixo em &quot;Comente&quot;</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[O efeito do apagão internético nas PMEs]]></title>

<pubDate>Sex, 04 Jul 2008 08:24:36 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080704_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Que caos ontem, heim? Finalmente descobriu-se que o verdadeiro bug do milênio não era aquela coisa do ano 2000 -- mas sim a descoberta de que a internet está mais presente em nossas vidas do que talvez pensássemos. Eu, por exemplo, deixei de acessar minha agenda de casa e acabei faltando num compromisso que não tinha na memória. Também não recebi alguns textos de reportagens que estamos preparando para a próxima edição. Soube de empresários que perderam prazos de contas importantes. Eles terão de pagar multa? Alguns não puderam emitir notas fiscais eletrônicas. Com isso, não receberam pagamentos vitais para pagar outras contas, gerando um efeito cascata que não se sabe até onde vai. </p><p><strong>Como a sua empresa foi prejudicada com o apagão na internet ontem? Clique abaixo em Comente para contar</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Crescer é fundamental?]]></title>

<pubDate>Ter, 01 Jul 2008 20:30:42 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080701_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Eu acho que é. Já pensou se eu ficasse pequena para sempre, como nesta foto, quando eu tinha seis meses de idade? Outro dia perguntei para um empreendedor que lê a nossa revista se um pequeno empresário deve se conformar em continuar sempre pequeno. Ele me disse &quot;Quem se conforma em ver a sua empresa sempre do mesmo tamanho não é um empreendedor. É uma pessoa que resolveu ser empregado de si mesmo.&quot;</p><p>Fiquei pensando nisso e acho que ele tem razão. Não há nada de errado em quem toma a decisão de ter um pequeno negócio e pronto. Mas isso, a rigor, não é empreender -- pelo menos não no sentido completo da palavra, que inclui tomar riscos e gerar riquezas a seu redor. </p><p>Pensei nisso agora, ao entrar aqui para lembrar a vocês que as inscrições para a nossa pesquisa que aponta as 100 pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil já começaram. Não deixe de inscrever a sua. Não faz mal se ela não ficar entre os primeiros lugares. Não é uma competição, nem há prêmios. O objetivo é entender o que as pequenas e médias empresas que crescem fazem em comum. Vou voltar a falar disso nos próximos posts. Por enquanto, façam a inscrição, clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/pme/m0162902.html"><font color="#000099">aqui.</font> </a></p><p><strong>Quero saber a sua opinião: por que crescer é fundamental para uma PME? Clique abaixo para responder</strong></p><p /><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Esta empresa é atraente para um fundo de Venture Capital?]]></title>

<pubDate>Sáb, 28 Jun 2008 20:13:14 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080628_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><span class="texto_blog"><em>Luisa Mendes</em></span></p><p><span class="texto_blog">O Nelson, de Minas Gerais, nos escreveu para contar que tem uma empresa de fundição que atua com compra e revenda de peças fundidas de terceiros. Ele diz que a carteira de pedidos vive cheia, que a fábrica foi feita com equipamentos modernos e ambientalmente adequados. Os recursos foram levantados por uma linha de longo prazo do BNDES. Seu sistema de informações, diz ele, é moderno, seguro e ágil. Os sócios têm mais de 15 anos de experiência de mercado e 2 deles já atuaram no setor em uma empresa que foi vendida para uma multinacional. Diz Nelson: &quot;</span><span class="texto_blog">Acredito que o somatório desses elementos torna esse negócio interessante para um fundo de investimentos.&quot;</span></p><p><span class="texto_blog"><strong><font color="#000099">E vocês, também acham que a empresa do Nelson é atraente para um fundo de venture capital? Se sim, por quê? E por que não? Clique abaixo para dar sua opinião </font></strong></span></p><p><span class="texto_blog">PS: o Nelson não sabe direito como funciona uma parceria desse tipo. Recomendamos que ele leia uma <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0011/m0144728.html"><font color="#0033ff">reportagem</font></a> que fizemos sobre isso.</span></p>]]></description>

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<title><![CDATA[É verdade que faltam bons empreendimentos para os investidores?]]></title>

<pubDate>Sex, 27 Jun 2008 09:15:19 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080627_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Sempre que converso com gestores de fundos de risco que investem em pequenas e médias empresas escuto a mesma coisa: não falta dinheiro para investir -- faltam empresas com projetos realmente bons. Outro dia, almocei com o leitor Hélio Bezerra, da Fator 9, que conheci aqui. Ele conhece muita gente desses fundos e me disse que é isso mesmo. Vejam que o que ele escreveu no blog: </p><p><font color="#000099">Há no mercado uma série de fundos dos mais variados tipos e com foco em todos os segmentos da economia. Eles têm recursos para investir, mas não têm encontrado bons projetos. </font></p><p>E propõe a seguinte questão: </p><p><font color="#0000cc">Na opinião de vocês, o que pode atrair a atenção de um sócio capitalista para o seu negócio? </font></p><p><font color="#0000cc"><strong>Clique abaixo, em comente, para dar a sua opinião<br /></strong></font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Novo tipo de empréstimo do BNDES pode ter como contrapartida a participação nos lucros]]></title>

<pubDate>Qua, 25 Jun 2008 17:56:20 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080625_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<div class="Section1"><p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 0cm"><font face="Times-Roman" color="#000000" size="2"><span style="FONT-SIZE: 10pt"><em>Luisa Mendes</em></span></font></p><p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 0cm"><font face="Times-Roman" color="#000000" size="2"><span style="FONT-SIZE: 10pt">O Hugo Vidotto, repórter que acaba de entrar para a equipe da EXAME PME, voltou agora da rua com a seguinte notícia: </span></font></p><p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 0cm"><font face="Times-Roman" color="#000000" size="2"><span style="FONT-SIZE: 10pt"></span></font><font face="Times-Roman" color="#0000cc" size="2"><span style="FONT-SIZE: 10pt">O Profarma, programa de apoio ao desenvolvimento da indústria de saúde no Brasil, criado pelo BNDES, foi reformulado há cerca de um mês. Com um novo orçamento, de 3 bilhões de reais válidos até julho de 2012, o programa ganhou uma nova modalidade para aporte de recursos, que também estará disponível às pequenas e médias empresas do setor. A iniciativa (que ainda está em desenvolvimento, mas que deve ser divulgada em breve) prevê a liberação de até 90% dos custos de pesquisa e desenvolvimento de qualquer produto da área de saúde que esteja em uma lista dos produtos considerados prioritários pelo governo. Se o projeto vingar, o BNDES tem participação nos resultados, que será definida por contrato. Se não, o empreendedor arca com os 10% que investiu e não precisa retornar o investimento. O prazo para utilização é de 15 anos.</span></font></p><p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 0cm"><font face="Times-Roman" color="#000000" size="2"><span style="FONT-SIZE: 10pt"><strong>É sempre bom saber de iniciativas que fomentam a inovação no país -- sobretudo se elas abrem portas para as pequenas e médias empresas. O que vocês acham? Clique abaixo em &quot;Comente&quot;</strong></span></font></p></div>]]></description>

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<title><![CDATA[Como proteger sua idéia?]]></title>

<pubDate>Seg, 23 Jun 2008 10:17:37 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080623_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><span class="texto_blog"><em>Luisa Mendes </em></span></p><p><span class="texto_blog">O post &quot;Existem boas idéias sem dinheiro?&quot;, que fiz algumas semanas atrás, foi um dos que mais motivou discussões até agora. Um comentário muito interessante foi feito pela leitora Vera Souza:</span></p><p><span class="texto_blog"><font color="#000099">Sim, existem! Mas existe um forma de proteger uma idéia? Não se trata de marca, patente, ou copy right. Vou dar um exemplo: no comércio de flores, onde as empresas são criativas e a todo momento estão inventando kits diferentes. Se uma delas tem uma idéia de um kit nunca antes comercializado, assim que ela expôr na loja ou na internet os concorrentes irão copiar e ganhar dinheiro com a idéia alheia. E se a empresa que teve a idéia é pequena e a concorrente é bem maior e mais capitalizada, ela poderá explorar de forma mais agressiva e com maior abrangência a idéia que partiu da outra menor. Então, o que fazer?</font></span></p><p><span class="texto_blog"><strong>Diga como o empreendedor pode proteger uma idéia clicando abaixo em &quot;Comente&quot;</strong></span></p><p><span class="texto_blog"></span></p><p><br /></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Quando a pequena empresa vira média?]]></title>

<pubDate>Sex, 20 Jun 2008 10:06:39 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080620_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Outro dia estava conversando com os executivos da IBM que atendem  pequenas e médias empresas e eles me perguntaram o que é uma &quot;pequena ou média empresa&quot; para a EXAME PME. Expliquei que não usamos a classificação do BNDES ou qualquer outra. Para nós, são empresas que estão na faixa entre 2 e 100 milhões de faturamento ao ano. É mais ou menos nesse intervalo que os empreendedores enfrentam os desafios que nós, da revista, julgamos os mais interessantes, cujas soluções são sempre uma valiosa lição para pequenos e médios empresários de qualquer setor. Para a IBM e outras empresas de TI, o porte da empresa se dá por número de funcionários. Faz sentido, já que a IBM trabalha com número de aplicativos instalados em cada máquina. A mesma lógica vale para planos de saúde e serviços bancários, como gestão de folha de pagamento. Enfim, cada um classifica o porte de empresa de acordo com a sua necessidade. Perguntei ao pessoal da IBM quando, para eles, uma empresa passa de pequena a média. Bom, isso não é claro para eles. E nem para nós. No nosso caso, não é uma classificação burocrática, que quando a empresa atinge aquele centavo a mais de faturamento -- puf! -- vira média. Na verdade, isso não faz muita diferença na hora de fazer a reportagem, pois o que nos interessa é toda a trajetória do empreendedor para fazer seus negócios crescerem. </p><p><strong>E para vocês, em que momento uma pequena empresa se transforma em média? Clique abaixo em &quot;comente&quot; para responder</strong></p><p /><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Franqueados e franqueadores]]></title>

<pubDate>Ter, 17 Jun 2008 17:03:49 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080617_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Hoje eu conheci pessoalmente o Guilherme, da Top Movie, que com freqüência aparece aqui no blog para registrar suas opiniões. A Top Movie está no mesmo mercado que a NetMovies, do Daniel Topel, que aparece na nossa última edição, com a língua para fora, como o Einstein. O Guilherme me contou que a empresa dele está se expandindo rapidamente por intermédio de franquias e que o sistema permitiu à Top Movie chegar a cidades onde, sozinho, ele demoraria anos para alcançar. </p><p>Conheço muitos pequenos e médios empresários que conseguiram dar um tremendo empurrão em suas empresas pelo sistema de franquias. Foi pensando neles que colocamos em nosso site um material preparado pela Rizzo Franchise, consultoria especializada nisso. Há duas coisas interessantes: um teste para saber se a pessoa tem perfil para ser franqueado e instruções para tirar o melhor proveito de feiras de franquias. A próxima vai acontecer entre 25 e 28 de junho, em São Paulo. Como é comum um franqueado feliz se interessar por possuir mais uma franquia em outro setor, achei que esse material poderia ser interessante para quem quiser indicar para a sua rede. </p><p><font color="#000099">Clique </font><a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_1306/TESTEFranqueado.pdf"><font color="#000099">aqui</font></a><font color="#000099"> para ver o teste do perfil do franqueado e <a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_1306/CheckListFranquiasFeira.pdf"><font color="#000099">aqui</font></a> para ver as dicas para as feiras</font></p><p><strong>Clique abaixo em &quot;comente&quot; para dizer o que acha das franquias como uma forma de expansão dos negócios  </strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Fim das inscrições para o jantar]]></title>

<pubDate>Seg, 16 Jun 2008 08:14:47 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080616_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Quem quer jantar com o Cosentino e ainda não manifestou seu interesse tem até 14 horas de hoje para fazê-lo. Depois disso vamos mandar a lista dos candidatos para ele escolher, ok? </p>]]></description>

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<title><![CDATA[O enigma da gravidade e o condicionador de ponta-cabeça]]></title>

<pubDate>Sex, 13 Jun 2008 10:13:26 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080613_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Há algum tempo me intriga por que, de uma hora para outra, o mercado de xampus foi inundado com embalagens de condicionador invertidas, em que a tampa fica na parte de baixo. Como consumidora, achei estranho: por que só o condicionador? O xampu continua na posição normal. Descobri que mais gente não entendeu. Um empreendedor me disse que achava que era por puro marketing. E um engenheiro que está se especializando em substâncias viscosas disse que é para facilitar a saída do produto, com a ajuda da gravidade. Para mim, uma grande consumidora de condicionadores (vejam meu cabelo comprido), se for por essa razão, essas empresas estão atacando o não-problema. Sempre tirei o restinho do fundo colocando um pouquinho de água. </p><p>Quem teve uma idéia inovadora nesse mercado foi o empreendedor paulista Sérgio Driuzzo. Durante 25 anos, ele acumulou experiência como executivo da Coper, dona do Neutrox, um dos cremes para cabelos mais consumidos no país. Em 2006, largou o emprego e criou a Swiss Cosméticos. Driuzzo achava que, se conseguisse desenvolver uma embalagem que tomasse pouco espaço, as principais redes de varejo se interessariam pela novidade. Uma das lógicas desse canal de distribuição é ocupar as prateleiras da melhor forma possível.Então ele lançou uma linha que junta xampu e condicionador num único frasco, com compartimento próprio para cada um. Dessa maneira, o conjunto ocupa em média 30% menos espaço do que os produtos em frascos separados, vendidos pelos seus principais concorrentes. O produto foi parar em redes como Wal-Mart, Lojas Americanas, Drogasil e Drogaria São Paulo. </p><p><strong>Quem vocês acham que inovou mais? As multinacionais de cosméticos com o condicionador que planta bananeira ou o pequeno empresário? Vocês tinham problemas com a ação da força gravitacional na viscosidade da embalagem anterior? Os problemas acabaram? Clique em &quot;Comente&quot;, abaixo, para dar sua opinião.<br /></strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Mais imposto para os empreendedores]]></title>

<pubDate>Qui, 12 Jun 2008 08:54:45 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080612_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Pois é. Então a nova CPMF foi aprovada.</p><p>......................................... (minuto de silêncio)</p><p><strong>Para falar sobre o impacto do novo/velho imposto na vida dos empreendedores clique abaixo em &quot;Comente&quot;</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Existe jantar grátis!]]></title>

<pubDate>Qua, 11 Jun 2008 10:53:13 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080611_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Estive há alguns dias almoçando com o Laércio Cosentino, o principal acionista da Totvs, aquela empresa de softwares de gestão para pequenas e médias empresas que abriu capital. O Laércio começou como estagiário. Ele foi um dos casos da nossa seção <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0875/pme/m0101396.html"><font color="#0033ff">&quot;Eu Consegui&quot;</font></a><font color="#000000"><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0875/pme/m0101396.html">,</a> </font>que fala de empreendedores cujos negócios já são grandes demais para a nossa revista. </p><p>Como vocês vêem na foto, o Laércio cozinha. É o hobby dele. Na sede da Totvs tem até uma cozinha equipada, com um terraço simpático com vista para o Campo de Marte. Conversa vai, conversa vem, surgiu a idéia de reunir um grupo de donos de pequenas e médias empresas que lêem a revista para um happy hour seguido de jantar, preparado por ele. </p><p><strong>Quem quiser participar do rango do dono da Totvs deve clicar em &quot;Comente&quot;, abaixo. É para dizer o nome da sua empresa, o que ela faz e dar algumas razões de por que quer estar com ele. Quem vai escolher os empreendedores é o próprio Cosentino.</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Onde encontrar outros empreendedores?]]></title>

<pubDate>Ter, 10 Jun 2008 07:34:49 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080610_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Muita gente me perguntou como consegui achar a foto do leitor João Homem (alguns posts atrás), já que ele nunca me mandou fotografia nenhuma. Simples: no perfil dele no Plaxo. Tenho usado um bocado esse site de relacionamento para me comunicar com os pequenos e médios empresários que lêem a nossa revista. Alguns eu convidei para participar. Outros me acharam, usando meu nome ou meu email. Hoje mesmo incluí um pequeno empresário do setor de revenda de automóveis. Com o tempo, foram entrando cada vez mais empreendedores, e hoje vejo vários usando o Plaxo para convidar outros para atividades interessantes, como seminários de seus setores. Eis aqui o endereço: <a href="http://www.plaxo.com">http://www.plaxo.com</a></p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[A empresa que cresceu durante o sumiço do dono]]></title>

<pubDate>Sáb, 07 Jun 2008 19:29:12 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080607_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>O empreendedor João Homem, que tinha desaparecido, felizmente retornou. A empresa dele passou por uma revolução nesse intervalo. Vejam o que ele diz:</p><p>&quot;Luisa, tenho muitas coisas pra contar! Esse tempo sumido (Sumi até do meu próprio Blog!) foi por um ótimo motivo. Cuidei da fusão entre a minha empresa e a empresa da minha família!!! Isso mesmo! Fizemos um excelente negócio.&quot;</p><p>Que bom, não? Negócios em família costumam ser os mais complicados. O que vocês acham? </p><p><strong>Para dar sua opinião sobre negócios em família clique em &quot;comente&quot; </strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[JOÃO HOOOOOOOMEEEEEMMMM!!!!]]></title>

<pubDate>Sex, 06 Jun 2008 11:53:18 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080606_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Cadê o João Homem, o empreendedor do site dos biscoitos que eu visitei, critiquei e fiz sugestões de melhoria? Ele disse que ainda não colocou a sua idéia criativa no post do Robson (A Origem das Boas Idéias) porque estava num seminário ou algo assim, mas que iria pôr. E depois desapareceu. O que será que aconteceu com ele?!</p><p><font color="#000099"><em>Atualização em 7 de junho, às 18:09</em> -- Fiz este post meio na brincadeira. Mas agora estou começando a ficar preocupada de verdade. O homem sumiu. Ele aparecia sempre aqui. Ninguém sabe nada dele? Incluí uma foto que mostra a última vez em que ele foi visto.</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Existem boas idéias sem dinheiro?]]></title>

<pubDate>Sex, 06 Jun 2008 08:21:41 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080606_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><span class="texto_blog"><em>Luisa Mendes</em></span></p><p><span class="texto_blog">O leitor Fábio Pimentel fez um interessante comentário sobre o post <em>A origem das boas idéias. </em>Um resumo do que ele disse:</span></p><p><span class="texto_blog">&quot;A idéia boa só se torna real quando ela parte diretamente de quem tem a posse do dinheiro ou de quem é ligado diretamente e influenciado pela pessoa que tem a posse do dinheiro. Existem ótimas idéias vindas de pessoas que possuem profundo conhecimento de seu trabalho. Só que as empresas não as valorizam. Essas pessoas guardam as idéias em seus bolsos para quando elas tenham capital e invistam em seu próprio negócio&quot;</span></p><p><span class="texto_blog">Gostaria de saber o que vocês, empreendedores, têm a dizer: Até que ponto é preciso dinheiro para realizar uma boa idéia de negócios?<br /></span></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Colorido é melhor?]]></title>

<pubDate>Qua, 04 Jun 2008 21:18:45 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080604_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span><em>Luisa Mendes</em></span></p><p class="MsoNormal"><span>Recebi hoje um material de divulgação de uma grande empresa internacional que pretende estimular o uso de impressão em cores por parte das pequenas e médias empresas. Lá diz que &quot;um toque de cores pode fazer com que um pequeno negócio se torne grande&quot;. Para que isso aconteça, a empresa fornece alguns caminhos: </span></p><p class="MsoNormal"><span></span><span><strong>. </strong> Estudos têm demonstrado que as impressões em cores têm maior visibilidade do que as impressões monocromáticas</span><b><span> </span></b></p><p class="MsoNormal"><b><span>. </span></b><span>A cor pode alterar um documento comum em uma interessante peça de informação </span><span> </span></p><p class="MsoNormal"><span><span>·<span> </span></span></span><span>Repetir o uso das cores em seus documentos projeta um aspecto consistente e profissional</span></p><p class="MsoNormal"><span>Parece interessante, mas fiquei intrigada com uma coisa: se é assim, por que o material que eu recebi é em preto e branco? </span></p><p class="MsoNormal"><span><strong>Clique abaixo em comente para dar a sua opinião sobre o poder das cores na expansão dos pequenos e médios empreendimentos</strong></span></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Cadê as idéias de vocês?]]></title>

<pubDate>Ter, 03 Jun 2008 08:04:09 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080603_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Gente, que decepção. Acordei e vim, ainda de pijama, toda animada para ler as opiniões de vocês sobre o post do Robson (abaixo). Não tinha nada! Eu pensava que a essa altura teria um monte de comentários de vocês, cada um com uma idéia mais bacana do que a outra. Ou pelo menos opiniões sobre as idéias (e a forma como elas apareceram) dos empreendedores citados na reportagem. Como é que vocês querem que as suas empresas cresçam sem idéias? Não são idéias revolucionárias, não! Vocês leram a reportagem? Lá vocês viram que as melhores idéias são justamente as mais simples. Elas apareceram nos contextos mais variados, situações pelas quais todos vocês certamente já passaram. Ânimo, pessoal! Respondam à pergunta do Robson! </p>]]></description>

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<title><![CDATA[A origem das boas idéias]]></title>

<pubDate>Seg, 02 Jun 2008 15:23:12 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080602_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Robson Viturino</em></p><p>Pare, pense e responda: qual foi a última idéia que você teve e que mudou - para melhor - a sua empresa? Foi uma idéia de um novo negócio ou produto? Ou algo para elevar as vendas? Ou seria, quem sabe, uma solução para um problema de gestão? Durante cerca de dois meses, nós da EXAME PME fizemos essas e outras perguntas a dezenas de empreendedores de diversos setores e regiões do país. O resultado desse trabalho está na matéria de capa da edição mais recente da revista (Onde buscar inspiração, ed. 13, maio/junho). Ela traz dez histórias de pequenos e médios empresários - como Antonio Viegas Filho (foto), da Moldura Minuto - que tiveram idéias transformadoras para os negócios e busca revelar de onde esses homens e mulheres tiraram inspiração. Quer saber mais? <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0013/m0158905.html"><strong>Clique aqui e leia a matéria completa.</strong></a></p><p><font color="#0000ff"><strong>Para dar a sua opinião sobre esta matéria ou nos contar de uma idéia que transformou o seu negócio, clique abaixo em COMENTE</strong></font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Meu porco de estimação]]></title>

<pubDate>Sáb, 31 Mai 2008 20:59:00 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080531_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Meu marido voltava do trabalho hoje quando avistou, numa região nobre de São Paulo, uma senhora passeando com o que parecia ser um cachorro muito grande. Mais de perto, ele viu melhor -- e fotografou. Era um porco que usava coleira e tudo. O porco malhado fez as necessidades na calçada e a mulher, como boa cidadã, guardou o cocô  num plástico. Dei um google e descobri que o porco, que mora num apartamento em São Paulo, se chama Pit, porque sua dona acha o Brad Pitt lindo. E que a vontade de ter um porco em casa veio depois de assistir Babe, o Porquinho Atrapalhado. Ela teve um outro, que acabou ficando grande demais. Então ela o entregou para o Fabio Jr criá-lo em seu haras. As relações entre eles ficaram estremecidas quando ela descobriu que o cantor tinha matado o animal e comido. Quem sabe um de vocês vê alguma oportunidade de negócios nisso -- um porkshop ou uma linha de produtos de dieta para porcos de estimação </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O que melhorar no site do leitor]]></title>

<pubDate>Qui, 29 Mai 2008 14:29:54 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080529_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Após o meu comentário abaixo, o leitor João Homem escreveu que gostaria de saber minhas críticas e sugestões para o site da empresa dele, uma pequena distribuidora de biscoitos de Minas Gerais. Fui olhar. Eis minha opinião:</p><p>1) Erros de português -- encontrei poucos e os que achei não eram graves. Os textos podem ser melhorados e sintetizados, mas são um bom começo. Percebe-se que quem escreveu teve o cuidado de reler, consertar, melhorar. Não vi erros de digitação.</p><p>2) Qualidade das informações -- acho que tem informações demais, que acabam por distrair o internauta. Por exemplo: há uma missão (melhorando a sua vida), um poema do Robert Frost e, na página sobre os produtos, há mais uma mensagem, dizendo que os produtos são selecionados com cuidado. É tudo muito bem intencionado, mas a verdade é que escrever isso no site não faz muita diferença. Melhorar a vida não quer dizer muita coisa (já imaginou uma empresa que tivesse o objetivo de piorar a sua vida?), assim como a boa seleção dos biscoitos (pois é o mínimo que se espera). Entendo que os concorrentes podem não fazer isso tão bem. Mas escrever no site que você faz aquilo que é mesmo a sua obrigação não surte muito efeito. O que a sua empresa faz de realmente diferente? O poema do Robert Frost, apesar de lindo e coerente com a imagem escolhida, parece apenas uma curiosidade. Não é clara a razão de por que aquilo está lá. Missão, slogans, poemas... é muita coisa.</p><p>3) Imagens -- os biscoitos, como dá para ver aí em cima, estão muito &quot;a vida como ela é&quot;. Parece que alguém colocou os pacotes na parede e os fotografou como vieram ao mundo. O problema é que eles ficaram feios, pois na maioria dos casos o resultato visual é uma gororoba esquisita enfiada dentro de um plástico. Será que não seria melhor fotografar um único biscoito de perto, em que se pudesse ver a textura, por exemplo?     </p><p>Quem quiser ver o site da distribuidora do João Homem pode clicar aqui <a href="http://www.activu.com.br/">http://www.activu.com.br/</a></p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Assinaturas incréveis]]></title>

<pubDate>Qui, 29 Mai 2008 11:14:38 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080529_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Luisa Mendes</em></p><p>Não errei na digitação, não. Recebi hoje um email tendo como remetente o Skype. No assunto está escrito &quot;Assinaturas Incréveis&quot;. Bom, o que eu acho incrível mesmo é que uma empresa como o Skype tenha me mandado um comunicado com um erro desses. Nem acho que quem escreveu pense que a palavra é essa. Acho que é serviço porco mesmo, coisa de quem fez tudo correndo e não releu o que escreveu. Outra possibilidade é que seja um spam com vírus e o Skype não tenha nada a ver com isso. Pensando nisso, fiquei com medo e não abri a mensagem. Por outro lado, sou cliente do Skype. E se for alguma coisa boa? </p><p>Capricho no material de divulgação é fundamental. E vejo muitas empresas, inclusive as de pequeno e médio porte, fazendo um mal terrível para a sua imagem, ao produzir anúncios e panfletos com erros de português. Em muitos sites de empresas, cujos donos conheço e sei que são muito competentes e sérios, vejo textos desnecessários, vazios de informação ou confusos. Em alguns casos, não dá para entender nem o que a empresa faz. É uma pena, pois isso é jogar dinheiro -- precioso para empreendedores como vocês -- no lixo, que é para onde vai agora a suposta mensagem do Skype. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Um método para as senhas?]]></title>

<pubDate>Ter, 27 Mai 2008 21:39:25 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080527_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><span class="texto_blog"><em>Luisa Mendes</em></span></p><p><span class="texto_blog">Reproduzo abaixo a sugestão do leitor Breno Morais para lidar com a multiplicidade de senhas requerida pelo mundo de hoje. Enquanto vocês tentam entender vou ver um DVD</span></p><p><span class="texto_blog"><em>Maria Luisa, sempre tive esses problemas com senha até que resolvi me organizar e fazer uma regra, e sempre seguir a risca: geralmente os sites mais exigentes, pedem no mínimo, entre 5 a 8 caracteres para digitar a senha com códigos alfanuméricos daí você pode criar uma regra, por exemplo: 1. Sempre faça senhas de 8 digitos e alfanuméricas 2. Crie uma regra com soma,subtração, divisão, permuta, etc, combinando com o site a ser acessado com numeros, vamos na prática: REGRA: indique a posição no alfabeto das 2 últimas letras do site que você vai logar, por exemplo, veJA.com.br, então temos ME (J=10a e A=01a)então temos a combinação numérica 1001. Agora crie alguma referência com letras, por exemplo, as 4 primeiras letras do seu primeiro cachorro, as 4 primeiras letras da sua primeira escola, etc. Então vamos supor que o nome do primeiro cachorro era (ou é ainda, tem cachorro que vive tempo pra caramba) SNOOPY, RESULTADO:então sua senha será 1001SNOO Espero ter ajudado. Abraços </em></span></p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Irritada em Shangri-Lá?]]></title>

<pubDate>Ter, 27 Mai 2008 10:19:05 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080527_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>As histórias sobre o que pode dar certo ou errado para as pequenas e médias empresas (e seus clientes) não acabam mais. Esta é a terceira de hoje. Como vocês sabem, troquei de fornecedor de DVDs depois da infeliz experiência com Embriagado de Amor. O novo fornecedor me entregou dois filmes. Um deles é Horizonte Perdido (a versão antiga, do Frank Capra). Bom, depois que o pessoal chegou em Shangri-Lá, aquela maravilha de lugar onde ninguém fica velho, nem doente, nem tem estresse, o DVD começou a emperrar e a voltar para o começo. Tentei de novo. E de novo. Pulei a cena. Assisti mais um pouco. Mais harmonia, mais paz, mais reflexões sobre a nossa vida de estresse (empreendedores ou não) ... o DVD emperrou de novo e voltou pro começo outra vez! Fiquei %&amp;$*! Como pode alguém se estressar num filme contra o estresse? Achei que a culpa era minha, desliguei tudo e fomos dormir. </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Embriagado de Amor]]></title>

<pubDate>Ter, 27 Mai 2008 10:10:00 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080527_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Para quem estiver interessado no desfecho da história do DVD que não vinham buscar (<em>Diga Tchau ao Cliente</em>): vieram buscar o filme em questão (Embriagado de Amor) e o relacionamento terminou. </p><p>Como eu não consegui assistir ao filme (tentei duas vezes, mas o disco veio riscado -- nas duas vezes), quem tiver visto e quiser contar o que achou, é só apertar em &quot;Comente&quot; </p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[O que faço com a identidade 3931592?]]></title>

<pubDate>Ter, 27 Mai 2008 10:03:41 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080527_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Amigos deste blog: acabo de saber que após fornecer todos aqueles dados sobre a minha vida, a palestra à qual me refiro no comentário abaixo foi cancelada. Aceito sugestões sobre o que fazer com o tal código. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Quanto mais complicado, mais complicado?]]></title>

<pubDate>Seg, 26 Mai 2008 16:26:20 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080526_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Internet e tecnologia da informação é muito bom. Mas às vezes me aborrece ter tantos logins e tantas senhas para tudo. Tem senha para entrar no site da Exame PME, no plano de milhagem da TAM, na Amazon, no site de locação de DVDs, no banco, no Wikipedia, no Googledocs e muitos, muitos mais. Além disso, muitos programas, como o da secretária eletrônica e do correio eletrônico, exigem que as malditas senhas sejam trocadas. Tenho de lidar com mais alias e senhas do que a Sidney Bristow!</p><p>Estou contando isso agora porque acabo de me inscrever para uma palestra. Parece simples, né? Mas pediram meu CPF, RG, onde foi expedido, CEP, telefone. A inscrição gerou um código, um tal de 3931592, que tenho de dizer no dia. </p><p>Não sei como vocês, pequenos e médios empresários que lêem a revista, conseguem lidar com isso. </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[O mito do empreendedor que trabalha]]></title>

<pubDate>Sex, 23 Mai 2008 09:43:53 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080523_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Hoje, ponte de feriado, é um bom dia para testar se aquele negócio de que empreendedor trabalha ainda mais que assalariado é verdade. Quem está trabalhando aí?</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Relatório de erros]]></title>

<pubDate>Qua, 21 Mai 2008 20:26:58 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080521_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Falando em assinaturas.....</p><p>Sabem aquela mensagem do Office que aparece às vezes, quando algo dá errado, perguntando se você quer enviar o &quot;relatório de erros&quot;? Alguém aí já mandou? O que acontece? Para que serve? Vem uma resposta? O que a gente ganha com isso? Eu tenho medo de mandar e depois ficarem atrás de mim... </p><p /><p /><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Dinheiro para pequenas e médias empresas]]></title>

<pubDate>Qua, 21 Mai 2008 19:42:45 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080521_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><font face="courier new,courier,monospace" color="#000000" size="1"><span style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"><em>Maria Luisa Mendes</em></span></font></p><p class="MsoNormal"><font face="courier new,courier,monospace"><font color="#000000" size="2"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">A Master Minds, empresa paulista de private-equity sediada em Campinas, está em busca de empresas de pequeno e médio porte -- ou seja, leitores da EXAME PME. Os investimentos serão feitos nas áreas de Bens de Consumo, Bem-Estar, Comércio Exterior, Eletrônicos, Manufatura, Mídia e Entretenimento, Saúde, Serviços, Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Empreendedores </span></font><font color="#000000" size="2"><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">interessados devem ter negócios com faturamento bruto anual superior ao de uma microempresa -- e serem capazes de demonstrar um claro potencial de crescimento. As empresas devem registrar seus planos de expansão pelo site <a title="http://www.mminvestimentos.com.br/" href="http://www.mminvestimentos.com.br"><font title="http://www.mminvestimentos.com.br/" color="#800080"><span title="http://www.mminvestimentos.com.br/"><span title="http://www.mminvestimentos.com.br/" style="COLOR: purple">www.mminvestimentos.com.br</span></span></font></a>. Segundo o sócio da Master Minds, Juliano Graff, a idéia é também atuar na gestão dos empreendimentos, para ajudá-los a executar seus planos. </span></font></font></p><p class="MsoNormal"><font face="courier new,courier,monospace" color="#000000" size="2"><span style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: windowtext; FONT-FAMILY: Arial"><p> </p></span></font></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Faço ou mando fazer?]]></title>

<pubDate>Qua, 21 Mai 2008 15:56:29 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080521_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Robson Viturino</em></p><p>Para o Alberto Saraiva, presidente e fundador das redes Habib's e Ragazzo, esse dilema - fazer ou mandar fazer - não existe. Saraiva é um defensor apaixonado da verticalização e dos benefícios que ela pode trazer a uma empresa. Na sua coluna Na Prática, publicada na edição mais recente de EXAME PME <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0013/m0158968.html"><b>(clique aqui para ler)</b></a>, ele conta como a opção por fazer tudo internamente - tudo mesmo, do queijo servido nas esfirras à construção dos prédios dos seus restaurantes - trouxe mais coisas boas do que preocupações. &quot;Passei minha vida tentando verticalizar nossos produtos e serviços. Consegui! E foi por isso que conquistamos algumas lideranças&quot;, afirma Saraiva na sua coluna. Gostem ou não da idéia de Saraiva, os argumentos - e os resultados - apresentados por Saraiva merecem a atenção de qualquer pequeno ou médio empresário. Saraiva é um craque. Foi por isso que, além de sua coluna, passamos a publicar vídeos dele falando sobre diversos assuntos que interessam a empreendedores. O mais recente traz alguns pontos sobre o mesmo assunto - verticalização. <b><a href="http://www.truetech.com.br/webtvconsole/?console=30&canal=23&video=1586">Clique aqui e assista.</a><br /><br /><b>Clique em COMENTE para dar a sua opinião sobre a verticalização numa pequena ou média empresa</b></b> </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Diga tchau ao cliente]]></title>

<pubDate>Ter, 20 Mai 2008 13:27:36 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080520_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Por que será que as empresas são tão ágeis para receber os consumidores e depois, quando o cliente não quer mais os serviços, é tão difícil dizer tchau? Como todos os que acompanham esse blog sabem, cancelei a minha assinatura da Sky. A empresa fez de tudo para &quot;manter o relacionamento&quot; comigo. Chegou um momento em que eu precisava dar um motivo do cancelamento, senão o atendente não podia ir em frente com o processo... Agora estou tentando me desvencilhar de um serviço de entrega de DVDs (vejam que não consegui ainda resolver satisfatoriamente a simples questão de assistir filmes e seriados). Está difícil porque eles dizem que a embalagem está rasgada. Já solicitei outra e continuam não querendo receber. E o fim do contrato é vinculado à devolução de todos os CDs. Não sei o que fazer. Me dá até medo de assinar mais algum serviço. Fica aqui a lição para as pequenas e médias empresas. </p><p><strong>Clique abaixo em Comente para comentar o que quiser</strong></p><p /><p /><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Não quero viajar com a terceira idade]]></title>

<pubDate>Sáb, 17 Mai 2008 18:15:54 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080517_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Há algum tempo fiz um post sobre um leitor que nos encaminhou um artigo falando sobre o assédio de vendedores que não deixam o cliente ver as mercadorias em paz. </p><p>Pois agora há pouco acaba de me suceder um episódio que eu acho didático para os pequenos e médios empresários aos quais EXAME PME se dedica. É sábado e passa um pouco das 18 horas. Eu estava tomando banho e o telefone tocou. Saí correndo para atender. Mas era uma gravação de um certo programa &quot;Viaje Mais do Ministério do Turismo&quot;. Até onde ouvi (eu desliguei antes de terminar) é algo destinado à terceira idade. Bom, aqui na minha casa não mora nenhum idoso!!! E essa não parece ser uma forma boa de chegar neles, que devem estar descansando a essa hora ou ocupados com algo melhor do que atender telefone. E pensar que se esse absurdo for mesmo promovido pelo Ministério do Turismo, adivinhe quem está pagando todas essas ligações... </p><p>Cada idéia retardada para promover as coisas... Não acredito que os empreendedores que lêem a revista sejam adeptos desse tipo de invasão.</p><p><font color="#0000cc">Clique abaixo em Comente para contar uma experiência desagradável com assédio de outras empresas -- ou um erro que a sua empresa cometeu (e consertou) nesse campo</font></p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Está muito difícil contratar]]></title>

<pubDate>Sex, 16 Mai 2008 09:32:53 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080516_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>O mundo anda muito louco. Vejam três casos de empresas com estranhos problemas para contratar profissionais:</p><p><font color="#0000ff">O funcionário sumiu</font> -- O sujeito assina o contrato, recebe um macacão, vale-refeição, vale-transporte, trabalha um dia e não volta mais. Ficou doente? Morreu? Passadas algumas semanas, o pessoal do RH vai até a sua casa para que ele assine a rescisão. E aí fica-se sabendo o motivo do sumiço: &quot;Se eu já tenho roupa nova, condução e comida garantida para o mês inteiro vou voltar lá para quê?&quot; E quando o mês acabar? &quot;Daí eu arrumo outro emprego bom que nem esse&quot;</p><p><font color="#0000ff">Compromisso em Maresias</font> -- Um ótimo salário é oferecido para quem trabalhar num promissor cargo num hotel de São Paulo. Aparece um rapaz bem apessoado, com curso superior, quer até fazer MBA. Ao descobrir que deve trabalhar em finais de semana (afinal, é um hotel, né?), vem o espanto: &quot;Queeeeê??? Trabalhar de fim de semana? Sem condição. No final das tardes de sexta tenho de ir para Maresias&quot;</p><p><font color="#0000ff">Experiência de vida</font> -- Em meio ao programa de treinamento, o superior descobre que o jovem talento não tem a menor intenção de trabalhar na empresa: &quot;Nunca quis trabalhar aqui. Acabando o programa, vou sair pelo mundo sem destino&quot;. Ué, mas por que ele não viaja logo? Por que a empresa está investindo nele, então? Por que ele está ocupando o lugar de outro que quer trabalhar? O que ele quer ali, afinal? &quot;Experiência. De vida&quot;</p><p><strong>Clique abaixo em &quot;Comente&quot; para contar uma experiência curiosa que você viveu ao contratar seus funcionários</strong></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Transportadora sem caminhões?]]></title>

<pubDate>Qui, 15 Mai 2008 18:45:30 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080515_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Robson Viturino</em></p><p>Houve certo ceticismo na redação da Exame PME quando se falou pela primeira vez de uma transportadora que faturou 27 milhões de reais no ano passado sem ter nenhum caminhão. Sim, é isso mesmo - nenhum caminhão. Esse negócio existe e se chama Transportia. A idéia chamou tanto a nossa atenção que resolvemos investir numa matéria sobre a empresa. A Transportia, que tem sede em São Paulo, atende grandes companhias que precisam de transporte para seus produtos, como Parmalat e Belgo. Sua &quot;frota&quot; é formada por cerca de 4 300 caminhões que pertencem a profissionais ou pequenas transportadoras. A estratégia que conquistou os clientes é criar um elo entre os caminhoneiros (que muitas vezes retornam sem carga para casa) e as empresas (que não podem perder tempo no transporte de seus produtos). Com o uso de tecnologia, a Transportia uniu duas partes que tinham todo interesse em se juntar, mas que nem sempre se encontravam na hora certa. </p><p><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0013/m0158955.html"><strong><font color="#000000">Clique aqui para ler a reportagem sobre a transportadora que está crescendo no mercado sem ter nenhum caminhão</font></strong>  </a></p><p><font color="#0033cc"><strong>Clique abaixo em Comente para falar sobre os desafios de uma empresa que não tem nenhum ativo relacionado a seu negócio principal</strong></font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Nova Edição da Exame PME nas bancas]]></title>

<pubDate>Sáb, 10 Mai 2008 11:41:40 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080510_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Perdoem nosso sumiço no blog por esses dias. Estávamos todos concentrados em finalizar a última edição de Exame PME, já nas bancas e nas casas de muitos de vocês. </p><p>Esta edição foi particularmente muito interessante de fazer. Queríamos saber de onde vêm as boas idéias -- matéria prima fundamental na vida de qualquer pequena ou média empresa. Colhemos uma porção de histórias interessantíssimas e publicamos dez delas. Esperamos que sejam inspiradoras para vocês. E depois de ler, quero saber se vocês têm uma história do gênero para contar.  </p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Um jeito só seu de usar a tecnologia]]></title>

<pubDate>Dom, 27 Abr 2008 09:30:15 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080427_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Conversando outro dia com um amigo, estávamos falando de celulares, notebooks, aparelhos de CD e muitos outros equipamentos cheios de recursos. São fantásticos, mas é muito comum a gente usar poucos deles. E nem sabemos direito tudo o que o aparelho é capaz de fazer! Mas às vezes as pessoas encontram jeitos muito criativos de usá-los. Ele estava me dizendo que usava a câmera do celular apenas para uma coisa: tirar a foto do carro no estacionamento do shopping. Para quê? Para saber onde deixou o carro. Desde então nunca mais ele ficou perdido naqueles estacionamentos imensos, tentando lembrar se o carro está no piso Margarida ou Copo-de-Leite, na ala b2 ao quadrado ou raiz de -1. Basta olhar a foto do carro, com a plaquinha da identificação do lugar. Não é uma idéia simples e ótima? Desde então, passei a colecionar histórias de gente que usa as traquitanas tecnológicas do seu jeito -- na vida particular e na empresa. Quero saber a sua.</p><p><font color="#0000ff">Conte, clicando em &quot;Comente&quot;, um jeito diferente de usar a tecnologia</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Bancos de olho nas pequenas e médias empresas que querem abrir capital]]></title>

<pubDate>Qui, 24 Abr 2008 10:43:54 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080424_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Guilherme Fogaça</em></p><p>Para as pequenas e médias empresas interessadas em abrir capital, informações sobre o assunto é o que não falta. Hoje, a Câmara de Comércio Espanhola promove um encontro para falar sobre o Bovespa Mais, segmento de mercado criado pela Bovespa para empresas de menor porte. Um sócio do escritório de advocacia Souza, Cescon Avedissian, Barrieu e Flesch Advogados conta como foi a experiência de lançamento de ações da Nutriplant (foto), a empresa que inaugurou o Bovespa Mais em fevereiro deste ano.</p><p>Na semana passada, estive no I Encontro Bovespa Mais, realizado na própria bolsa, que reuniu três pequenas e médias empresas interessadas em abrir capital: Esporte Interativo, Le Biscuit e Senior Solution. Conversei com os três empreendedores e eles realmente estavam animados com a possibilidade de captar dinheiro por meio do novo segmento de mercado. Porém, bancos e escritórios de advocacia me pareceram mais interessados do que as próprias possíveis estreantes. Pelo menos vinte instituições enviaram representantes para ficar de olho nas três empresas. O interesse pode estar relacionado com o fato de as aberturas de capital de grandes empresas estarem minguando. Por isso, bancos e escritórios querem garantir sua fatia de atuação no mercado ainda inexplorado de emissão de ações das empresas menores. Outro motivo é que a Bovespa oferece um serviço gratuito de elaboração de relatórios de pesquisa sobre as empresas listadas no Bovespa Mais -- e está em busca de parceiros para prestar esse serviço. Resta saber se esse interesse de bancos e escritórios de advocacia vai se converter em benefícios para as pequenas e médias empresas na hora de fechar contrato para conduzir as aberturas de capital.</p><p><font color="#0000ff">Clique em comente para dar sua opinião sobre o ingresso de pequenas e médias empresas na bolsa de valores</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Deixe o cliente em paz]]></title>

<pubDate>Qua, 16 Abr 2008 13:06:34 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080416_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Já aconteceu comigo -- e acredito que com vocês também -- de entrar numa loja apenas para dar uma olhada. Olha aqui, olha ali, acabo levando alguma coisa. Mas, para isso, é preciso que o atendente respeite a minha resposta para a inevitável pergunta &quot;posso ajudar?&quot;:  Estou apenas olhando. Infelizmente, em muitas ocasiões, subestimaram minha vontade de apenas olhar, sem compromisso. E fui incomodada com perguntas do tipo:</p><p>-- Já viu a nossa última coleção?</p><p>(Obrigada, estou apenas olhando)</p><p>-- Estamos com descontos ótimos!</p><p>(Obrigada, estou apenas olhando)</p><p>-- Não quer levar um presente para sua mãe?</p><p>(Estou apenas OLHANDO!)</p><p>-- A senhora tem marido? Não quer levar algo para ele?</p><p>(Não quero olhar mais nada, tchau)</p><p>Não sei o que justifica esse comportamento. Será que o gerente da loja fica bravo com o funcionário se o vê sem insistir? Será que não acreditam que estou apenas olhando? </p><p>Lembrei isso porque hoje recebi uma mensagem de um consultor em que ele relata uma incrível experiência numa livraria, em que se sentiu assediado a ponto de desistir de comprar o que eventualmente lhe desejaria. <a href="http://www.administradores.com.br/artigos/desatendimento_ao_cliente/22331/">(Clique aqui para ler o que houve)</a></p><p>É um ponto a se pensar, sobretudo para as pequenas e médias empresas. Como precisam crescer rapidamente, é uma tentação agir dessa forma. Mas é só se colocar no lugar do cliente para ver que esse tipo de atitude não adianta nada, apenas irrita. </p><p><strong>Clique em &quot;Comente&quot; para contar uma experiência parecida com essa</strong></p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Onde buscar inspiração]]></title>

<pubDate>Seg, 14 Abr 2008 09:36:13 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080414_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Olá, pessoal. Há um mês, fui &quot;acusada&quot; por um leitor de estar mais interessada em viajar do que em fazer jornalismo. Era verdade. Naquele post eu me despedia dizendo que estava saindo de férias. A última vez que tirei férias de verdade foi no ano 2000. </p><p>Agora estou de volta -- e com um monte de idéias para tocar. É importante, de vez em quando, dar um tempo para nós mesmos, para que as idéias possam assentar e a imaginação funcionar com mais liberdade. </p><p>De onde vocês tiram idéias para novos negócios, solucionar problemas de gestão, conciliar vida pessoal e trabalho?</p><p>Contem para nós, clicando em &quot;Comente&quot;</p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[O esforço e a satisfação de uma estréia]]></title>

<pubDate>Seg, 07 Abr 2008 20:49:01 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080407_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Guilherme Fogaça</em></p><p>Os empreendedores que lêem a Exame PME sabem muito bem que começar algo do zero demanda bastante esforço, mas também é muito gratificante. É com essa sensação que nós iniciamos hoje o envio de Notícias da Quinzena, uma nova newsletter feita especialmente para os pequenos e médios empresários. A idéia é reunir as informações mais importantes que circularam pela imprensa envolvendo o mundo do empreendedorismo, sempre acompanhadas de um vídeo comentando os fatos mais relevantes. Aos que sofrem da maior dificuldade atual -- a falta de tempo --, é só se <strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/institucional/m0079066.html">cadastrar aqui</a></strong> e esperar a seleção das principais notícias chegar no seu e-mail.</p><p><strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/newsletter/news_pme04042008.html">Clique aqui para ler a primeira edição de Notícias da Quinzena</a></strong></p><p><font color="#0000ff">Clique em COMENTE para contar sua estréia mais recente</font></p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Não está na internet, logo não existe]]></title>

<pubDate>Qua, 02 Abr 2008 19:45:48 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080402_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Guilherme Fogaça</em></p><p>Durante uma entrevista que eu fiz hoje, um consultor usou como exemplo de despreparo de uma empresa o fato de ela não ter um website. De certa forma, ele tem toda razão, pois não há mais como desprezar um canal de comunicação que oferece tantas oportunidades como a internet. Mas fiquei pensando nas pequenas e médias empresas que ainda não conseguiram construir seu site ou que colocaram uma página qualquer no ar só para marcar presença. Lembrei também que, na semana passada, o Roberto Dariva, da Navita Tecnologia, comentou comigo que havia disponibilizado gratuitamente um <strong><u><a href="http://www.navita.com.br/neo/site/comunidade/guiaportal.cfm">Guia para a Implementação de Portais Corporativos</a></u></strong> no seu site. Aos interessados, também vale a pena conferir uma <strong><u><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0007/m0124146.html">matéria que fizemos há um ano</a></u></strong> sobre como as pequenas e médias empresas podem usar a infra-estrutura da internet para obter outros benefícios.</p><p><font color="#0000ff">Clique em comente para falar sobre as dificuldades e os benefícios de criar um website</font></p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Para cuidar do dinheiro]]></title>

<pubDate>Seg, 31 Mar 2008 17:27:31 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080331_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Robson Viturino</em></p><p>Quem se surpreendeu com a notícia, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/negocios/cn3003200801.htm"><strong>publicada na Folha de São Paulo de ontem</strong></a>, que traz dados do Serasa apontando que o índice de inadimplência entre empresas cresceu 7% entre fevereiro de 2007 e fevereiro de 2008? O número não é absurdo, considerando a enxurrada de crédito a que qualquer empresário está exposto nos dias de hoje. O que é realmente digno de nota é que as micro e pequenas empresas respondem por quase 100% das contas não pagas -- o número exato é 99,8%. O que explica que as empresas de pequeno porte imperem num indicador tão negativo? A razão, em boa parte dos casos, é que esses empresários não possuem os recursos nem o conhecimento necessário para lidar com os percalços mais freqüentes na área financeira. Para auxliar os empreendedores nesse assunto, a Exame PME publicou na sua edição mais recente &quot;As melhores práticas para pequenas e médias empresas&quot;, um guia com exemplos de como solucionar alguns dos problemas mais comuns nas pequenas e médias empresas. <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0012/m0154234.html"><strong>Clique aqui e leia</strong></a><strong>.<em></em></strong></p>]]></description>

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<item>
<title><![CDATA[Você conhece bem o seu mercado?]]></title>

<pubDate>Qui, 27 Mar 2008 22:10:45 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080327_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Guilherme Fogaça</em></p><p>Estudar o próprio nicho de atuação nunca é demais. Mesmo que os empreendedores busquem o maior número de informações sobre o setor que atuam, sempre existe a possibilidade de se deparar com comportamentos de mercado bem diferentes do que o previsto. Soube de um grande exemplo disso enquanto conversava com o presidente da rede de lavanderias 5àSec, Nelcindo Nascimento. Ele me falou que, das 242 lojas espalhadas pelo Brasil, a que mais lava edredom é a de Fortaleza. Fiquei surpreso com a afirmação, já que, teoricamente, não faz muito frio por lá. Mas Nascimento explicou que muitas pessoas utilizam o edredom o ano inteiro, pois dormem com ar condicionado. Resultado: a unidade de Fortaleza, que até mesmo Nascimento tinha dúvidas se daria certo, hoje é a segunda loja da 5àSec que mais fatura.</p><p><font color="#0000ff">Clique em comente para falar sobre a importância de conhecer bem o seu mercado de atuação</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Capital de risco e casamento]]></title>

<pubDate>Qua, 26 Mar 2008 17:21:21 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080326_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Robson Viturino</em></p><p>É comum ouvir de donos de empresas que já receberam investimentos de fundos de capital de risco que, após a entrada do dinheiro, há mudanças profundas nas áreas financeira, de marketing ou de recursos humanos. Agora alguém já ouviu que o capital de risco pode mexer também com o casamento dos empreendedores? Pois é, pra mim também foi novidade. Quando um <em>angel investor</em> lançou essa em um almoço, a princípio pensei que estivesse doido. Depois, que quisesse me impressionar com conversa fiada. Nada disso. Ele falava a verdade (mais tarde eu ouvi a história completa dos próprios protagonistas). Esse investidor me contou que há cerca de dois anos havia conhecido uma dupla de sócios que andava em baixa com as esposas. Os dois, engenheiros formados pela Politécnica de São Paulo, tinham desistido de trabalhar em grandes empresas e investiam há anos em uma tecnologia que fornece medição individualizada de consumo de água, gás ou energia elétrica para condômínios. Como suas esposas sequer entendiam muito bem o que eles faziam, era difícil convencê-las de que perseverar no negócio não era um capricho. No seu quinto ano de existência, a empresa atraiu o <em>angel investor</em> que me contou essa história e recebeu um aporte de 1 milhão de reais. Desde então, o faturamento do negócio cresceu mais de dez vezes e a empresa caminha para ser uma das líderes no seu setor. O final da história vocês já sabem. Depois disso, as esposas entenderam que seus maridos não eram aventureiros e que a idéia na qual eles apostavam tinha mesmo algum potencial. </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Um jeito diferente de contratar pessoas]]></title>

<pubDate>Dom, 23 Mar 2008 18:15:49 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080323_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Robson Viturino</em></p><p>Pode um candidato a cargo de diretoria iniciar o processo de seleção sendo entrevistado pelo dono da empresa? Depois disso, pode o executivo ser submetido ao crivo daqueles que serão seus subordinados caso ele seja contratado? No final do processo de seleção, pode o candidato ser dispensado caso qualquer um dos funcionários discorde da contratação? A resposta é sim.  Esse processo de seleção existe e foi criado dentro de uma pequena empresa. Seu idealizador é o empresário  Jimmy Cygler (foto), dono da Proxis, negócio que oferece serviços de call center  para grandes empresa. Jimmy me falou sobre sua idéia em um almoço que tivemos na semana passada.  Ele estava muito entusiasmado com o que considerava a principal vantagem desse tipo de contratação que começa no topo e termina na base da empresa -- dando a todos o poder de dizer &quot;não&quot; ao nome que está sendo avaliado. &quot;Quem é contratado começa cheio de gás, pois sabe que seu nome foi aprovado por todos&quot;, disse. &quot;Os subordinados recebem o novo chefe de braços abertos, pois já tiveram chance de dar a sua opinião.&quot;  </p><p><br /><font color="#3333ff">Clique abaixo em comente para dar a sua opinião sobre esse tipo de contratação</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Como manter um bom relacionamento com o cliente?]]></title>

<pubDate>Qua, 19 Mar 2008 22:51:17 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080319_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Guilherme Fogaça</em></p><p>Quando uma atitude que deveria ser padrão nos surpreende positivamente é porque alguma coisa está errada. A Claudia Malotti, uma média empresária sócia da Labor3, me contou durante um almoço que ficou surpresa com o bom atendimento que recebeu de uma empresa de alimentos. Recentemente, ela comprou um molho de tomate estragado. Insatisfeita com o produto, ela enfrentou as gravações do Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa até conseguir falar com um atendente para fazer a reclamação. Alguns dias depois, um funcionário da empresa foi até a sua casa para trocar o produto: entregou um molho de tomate novo e levou o que estava estragado. Até aí, nada demais. O que realmente surpreendeu ela foi que, um mês depois da troca, ela recebeu uma ligação do SAC da empresa informando que eles haviam analisado o produto e detectado uma falha no fechamento da embalagem daquele lote, o que havia causado o problema. Logo que ela terminou de contar a história, eu também fiquei surpreso com a postura da companhia. Mas depois, pensando com mais calma, concluí que o atendimento exemplar da empresa só surpreende porque as outras companhias é que não fazem o básico: dar uma satisfação ao cliente quando um produto ou serviço não atende às expectativas. Nesse caso, acredito que as pequenas e médias empresas possuem uma grande oportunidade de diferenciação. Afinal, é bem mais fácil personalizar a relação com o cliente quando o próprio empreendedor pode atuar para construir um bom relacionamento.</p><p><font color="#0000ff">Clique em COMENTE para contar suas estratégias de relacionamento com os clientes</font></p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[E as aquisições continuam...]]></title>

<pubDate>Ter, 18 Mar 2008 21:31:17 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080318_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Guilherme Fogaça</em></p><p>No mercado da moda, o ano de 2008 promete terminar muito diferente do que começou. E eu não estou falando das tendências das novas coleções. Uma sucessão de fusões e aquisições modificou a cara do setor, tradicionalmente formado por diversas pequenas e médias empresas. Hoje, o grupo catarinense AMC Têxtil (que já controlava as grifes Colcci, Sommer, Carmelitas, Coca-Cola Clothing e Malhas Menegotti) anunciou a aquisição das quatro marcas do estilista Tufi Duek (foto): Triton, Forum, Forum Tufi Duek e a própria Tufi Duek. Outro grande grupo foi formado em janeiro, quando a Identidade Moda reuniu na mesma empresa as marcas Alexandre Herchcovitch, Fause Haten, Zapping, Zoomp e Cúmplice.<br />A consolidação do setor não deve parar por aqui. Enquanto eu estava fazendo a <strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0012/m0154221.html">matéria de capa da última edição</a></strong>, que trata justamente sobre fusões e aquisições, fiquei sabendo que a intenção do Vicente Mello, presidente da Identidade Moda, é adquirir mais umas quatro ou cinco marcas e ganhar porte para uma futura abertura de capital. Quem será o próximo alvo?<br /><br /><font color="#0000ff">Clique em COMENTE para dar sua opinião sobre as fusões e aquisições de pequenas e médias empresas.</font> </p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Renegociação sem traumas]]></title>

<pubDate>Seg, 17 Mar 2008 21:37:24 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080317_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Robson Viturino</em></p><p>Numa redação de revista, quando um jornalista pede ao seu editor para entregar a matéria um ou dois dias depois da data prevista, ele está renegociando. Na vida, quando uma nova responsabilidade nos obriga a desmarcar aquela sessão de cinema há tempos marcada com a patroa (hoje não deu, Fran, sinto muito), nós estamos renegociando. Visto dessa forma, não é nem um pouco difícil de entender o que o americano Marc Freeman, autor do livro Renegociate with Integrity (Renegocie com Integridade, sem tradução no Brasil), diz sobre estarmos o tempo todo revendo acordos que foram feitos dentro de nossa casa, no escritório, nos bancos ou na mesa do bar com os amigos. Não é diferente com as pequenas e médias empresas. Todos os dias, um sem-número de empreendedores esquentam a cabeça pensando como alterar regras de um contrato com clientes, bancos ou fornecedores. Fazer isso sem chamuscar a relação é absolutamente possível. <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0012/m0154239.html"><strong>Veja como na matéria que eu assino na edição mais recente da Exame PME.</strong></a> Ela traz as recomendações de especialistas no assunto, como Freeman, advogados e executivos de bancos. Além da reportagem, nós trazemos um <a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_0012/livrito.pdf"><strong>guia de bolso</strong></a> com o que deve ser feito antes, durante e depois de uma renegociação. </p><p><font color="#0000ff">Clique em COMENTE para contar a sua experiência com renegociação ou para dar sugestões.</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Como manter o caixa em ordem?]]></title>

<pubDate>Sáb, 15 Mar 2008 21:08:08 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080315_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Guilherme Fogaça</em></p><p>Muitos empreendedores sofrem para colocar em prática uma gestão financeira eficiente nas suas empresas. A maior preoucupação deles é executar a boa idéia que tiveram ao abrir o negócio, e as finanças acabam ficando de lado. Na última semana, durante um curso de matemática financeira para jornalistas que eu fiz, percebi que esse realmente não é um tema fácil de digerir. Mas também vi que basta um pouco de dedicação para desmistificar as finanças. Claro que a calculadora HP (foto) me ajudou bastante nesse processo de entender um pouco mais sobre o tema. Pensando nos pequenos e médios empresários que ainda consideram a gestão financeira um bicho de sete cabeças, preparamos um <strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0012/m0154234.html">extenso guia</a></strong> sobre o tema na edição da Exame PME que chegou às bancas nessa semana.</p><p><font color="#0000ff">Clique em comente para contar suas experiências com a gestão financeira da sua empresa</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Não há tempo para mais nada]]></title>

<pubDate>Qui, 13 Mar 2008 08:29:43 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080313_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Gente, as últimas semanas foram muito, mas muito mais corridas do que o normal. Fechamos uma edição que traz um tema muito importante para vocês -- fusões e aquisições de pequenas e médias empresas em crescimento. Leiam também a matéria sobre como diversos herdeiros estão lidando com os desafios deixados por seus pais nas empresas que eles fundaram. Os dois temas são da maior importância para os empreendedores. </p><p>Está particularmente boa a coluna do Saraiva, do Habib's. Ele conta como descobriu que vários funcionários bons de conversa não sabiam lhufas sobre a empresa. E a Marilia Rocca, nossa outra colunista, escreveu sobre por que muitos empreendedores se deixam enganar por funcionários &quot;de confiança&quot;.</p><p>Agora, chega. Embarco daqui a pouco para Milão, visitar meu filho, que estuda lá. Vou passar a Páscoa com ele e depois vou para..... não dá tempo para mais nada. Fui!!!</p><p> </p>]]></description>

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<title><![CDATA[Uma vaca que usa boina]]></title>

<pubDate>Ter, 11 Mar 2008 10:04:34 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080311_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Coisas incríveis podem acontecer numa redação de revista. No último fechamento, descobrimos que numa das fotos de um empreendedor, um produtor rural, aparecia uma vaca com uma coisa estranha na cabeça. Uma olhada com lupa revelou que a vaca usava uma boina. Sim, uma boina. Ao verificar todo o material, percebemos que em todas elas era o empreendedor que usava boina. Mas nesta, era a vaca quem aparecia com ela. O mais curioso é que é justamente esta a melhor foto de todas -- não por causa da boina, mas pela composição da foto, condições de luz e expressão do empresário. Na revista, claro, publicamos a foto em condições normais. Mas reparto com vocês a foto histórica. A vaca não é super-expressiva?</p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[O dono do Habib's no nosso time]]></title>

<pubDate>Sáb, 08 Mar 2008 16:49:08 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080308_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Tenho orgulho de contar para vocês uma novidade: o Alberto Saraiva (foto), fundador do Habib's, aquela super bem sucedida rede de fast food de comida árabe, é o mais novo colaborador da EXAME PME. Ele vai escrever a coluna Na Prática já a partir da próxima edição, que chega às bancas e nas casas de quem a recebe de graça, nesta semana. A coluna é diferente de tudo o que tem por aí. Será um papo de empreendedor para empreendedor, no qual o Saraiva vai repartir com os leitores da nossa revista alguns segredos de gestão que fizeram a empresa dele ter virado o colosso que virou. </p><p>Na terça-feira, antes da revista impressa chegar, vamos colocar aqui no site um vídeo em que ele próprio fala o que pretende abordar na coluna. Não deixem de assistir. </p><p>E quem quiser já dar sugestões de temas, é só clicar em &quot;Comente&quot; e escrever. Boa semana a todos!</p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[OOOOOOOBAAAAA!!!! ]]></title>

<pubDate>Qua, 05 Mar 2008 08:49:35 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080305_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes</em></p><p>Não sei como descrever a felicidade que tomou conta da redação quando ficamos sabendo que a nossa revista ganhou um dos prêmios mais importantes do jornalismo econômico, dado pelo Citibank em parceria com a universidade de Columbia, uma super-referência no ensino do jornalismo. A matéria foi uma capa sobre Sustentabilidade, em que explicamos tim-tim-por-tim-tim o significado desse termo tão repetido e mal compreendido -- e por que, afinal, sem compreender sua real importância nenhuma pequena ou média empresa conseguirá ir muito longe daqui em diante. </p><p>O nome do prêmio é longo e tem palavras como &quot;Excellence&quot; e &quot;Award&quot;, mas a coisa é simples: quer dizer que a comissão julgadora considerou que, de todas as reportagens inscritas por revistas, a nossa era a melhor. (Eu li a matéria várias vezes. É boa mesmo.)</p><p>Há algum tempo eu contei aqui no blog que joguei meus troféus no lixo na adolescência porque era contra o &quot;sistema&quot; e também porque juntava pó. Esse não vou jogar não! (O Robson já se dispôs a limpar uma vez por dia.) Para uma publicação que tem pouco mais de dois anos de vida, foi muito importante ter o trabalho reconhecido dessa forma. Parabéns à toda a equipe! </p><p><font color="#0000ff">Quem não leu, não perca. Quem leu, leia de novo, clicando <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0009/m0133114.html">aqui</a>. E depois, clique abaixo em &quot;comente&quot; para dizer se achou que o prêmio foi merecido. (Mãe: se quiser pode começar)</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Como ganhar dinheiro com a internet?]]></title>

<pubDate>Seg, 03 Mar 2008 22:22:02 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080303_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Guilherme Fogaça</em></p><p>Muitos pequenos e médios empresários vêem a internet como uma ótima oportunidade, principalmente por não exigir grandes custos com infra-estrutura, mas não sabem exatamente qual modelo de negócios aplicar para ganhar dinheiro com ela. Ao ler o post da Luisa sobre o livro do Paulo Coelho, lembrei do caso da Suze Orman, especialista em finanças pessoais. No mês passado, ela deu uma entrevista no programa da Oprah Winfrey e anunciou que seu livro &quot;Women &amp; Money&quot; ficaria disponível para download gratuito no site da Oprah por 33 horas. A iniciativa foi um sucesso: 1,1 milhão de pessoas baixaram o livro em menos de um dia e meio. E isso não prejudicou as vendas do título, que já alcançou o sexto lugar entre os mais vendidos no site da Amazon.<br />No ano passado, a banda Radiohead (foto) também usou a internet como forma de divulgação. O novo CD do grupo foi lançado diretamente na web, sem interferência de nenhuma gravadora, e os fãs poderiam pagar quanto quisessem pelo disco (ou simplesmente não pagar). Mais da metade das pessoas baixou o CD de graça, mas o valor médio dos que pagaram foi de 6 dólares. Sem dúvida, foi uma maneira eficiente de divulgar o novo trabalho e levar mais pessoas aos shows, que é onde as bandas realmente ganham dinheiro.<br />Esses e outros exemplos mostram que a internet é uma ferramenta poderosa para os negócios -- e que o modelo de sucesso geralmente envolve produtos ou serviços oferecidos gratuitamente. No entanto, essa é uma estratégia de difícil aplicação para as pequenas e médias empresas, que não têm nomes conhecidos como Paulo Coelho, Oprah Winfrey ou Radiohead. O que as empresas de menor porte podem fazer para não perder as oportunidades da internet?</p><p><font color="#0000ff">Clique em &quot;Comente&quot; para dizer como os empreendedores podem usar a internet a favor dos negócios.</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Paulo Coelho, livros de graça e meu filho Lucas]]></title>

<pubDate>Seg, 03 Mar 2008 09:47:31 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080303_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><span class="texto_blog"><em>Maria Luisa Mendes</em></span></p><p><span class="texto_blog">Há algum tempo meu colega Sérgio Teixeira escreveu em seu blog que o </span><span class="texto_blog">livro &quot;A Bruxa de Portobello&quot;, de Paulo Coelho (foto), está disponível, de graça, no site da editora Harper Collins. E que, cada mês, um novo título campeão de vendas será publicado no site deles. O Serginho chamava a atenção para o que parece ser uma tendência -- distribuir produtos de graça na internet para ganhar dinheiro depois. A lógica da Harper Collins é que as pessoas que experimentem o livro na internet vão ficar interessadas em comprá-lo (não dá para descarregar o conteúdo, tem de ler na tela mesmo). </span></p><p><span class="texto_blog">Fiquei pensando em até que ponto isso pode dar certo. Não tenho dúvida de que muita gente, ao ter uma visão clara de um produto, pode querer comprá-lo sim, e que de outra forma não o faria. Mas, livros? Primeiro, acho que fã de Paulo Coelho compra tudo o que ele escrever, de olhos fechados. Depois, essa degustação já é a que a gente faz na livraria mesmo, folheando o livro e lendo uns trechinhos. Finalmente, lembrei do meu filho Lucas. Aos sete anos, pegou o primeiro dinheirinho que conseguiu juntar e disse: vou comprar um livro. Ele foi o com o pai em diversas livrarias, durante uma semana. E não comprou NENHUM livro. Como assim? Durante as escolhas, ele lia os livros, sentadinho no chão da livraria, para saber se ia gostar deles. Se não gostava, obviamente não comprava. Se gostava, dizia: não vou comprar mais porque já li...</span></p><p><font color="#0000ff"><span class="texto_blog">Clique abaixo em &quot;Comente&quot; para dizer o que acha da estratégia de distribuir produtos de graça na internet</span><span class="texto_blog"></span></font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[A Mata Atlântica que cresce graças aos pequenos e médios negócios]]></title>

<pubDate>Qui, 28 Fev 2008 21:48:44 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080228_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Maria Luisa Mendes </em></p><p>Soube há pouco que mais de 200 municípios paulistas ampliaram suas áreas de Mata Atlântica nos últimos dez anos. A descoberta é do professor Eduardo Ehlers, diretor de Graduação do Centro Universitário Senac, que publicou um estudo na <i>Revista de Economia e Sociologia Rural</i>. Ele fez uma comparação entre o total de área dizimada e recuperada no período, com base em estudos divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Socio-ambiental (ISA). </p><p>Numa entrevista à Agência Fapesp, Ehlers revelou que o aumento da área verde aconteceu graças a pequenos e médios empresários que investiram em negócios cuja lógica depende da preservação da natureza. Segundo ele, é o caso de empreendimentos de ecoturismo que se desenvolveram em cidades como Brotas (foto), Dourados e Corumbataí. Ao preservar o que já existe, essas empresas ajudam a criar condições para que a mata volte a crescer. </p><p><font color="#0000ff">Clique abaixo em &quot;Comente&quot; para dizer como os pequenos e médios empresários podem ajudar a preservar o meio ambiente</font> </p><p />]]></description>

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<title><![CDATA[Incubadora para franquias]]></title>

<pubDate>Qua, 27 Fev 2008 21:25:41 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080227_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><em>Robson Viturino</em></p><p>Num almoço com jornalistas da PME aqui em nossa redação, o Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF, a associação que reúne empresas de franquias, me contou uma novidade. Está para sair a primeira incubadora de pequenas e médias empresas que querem adotar o sistema de franquias. A idéia é, junto com o pessoal do Sebrae, selecionar duas empresas que, durante um ano, irão contar com a ajuda de um consultor especializado no mercado de franquias. O projeto vai começar no Nordeste. As empresas escolhidas receberão suporte do consultor durante todas as etapas de transformação do negócio em rede franqueadora, que inclui desde a escolha de pontos até a padronização de todos os processos. </p><p><font color="#0000ff">Clique abaixo em &quot;Comente&quot; para dizer o que acha da idéia de uma incubadora de franquias e se sua empresa participaria de algo assim</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Faturamento do mercado de franquias cresce 15%]]></title>

<pubDate>Ter, 26 Fev 2008 19:50:26 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080226_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Robson Viturino</p><p>O faturamento do mercado de franquias cresceu 15,6% no ano passado, atingindo 46 bilhões de reais. Segundo a Associação Brasileira de Franchising, que fará a divulgação oficial dos números do setor nesta quarta, 27, o crescimento é o maior dos últimos anos. O destaque de 2007 foi o setor de acessórios pessoais e calçados, que expandiu 24%.</p>]]></description>

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<title><![CDATA[Sua empresa na mira dos investidores]]></title>

<pubDate>Seg, 25 Fev 2008 20:01:32 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080225_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Robson Viturino</p><p>Em um post publicado neste blog no último dia 18, eu dizia que, na redação da Exame PME, é rara a semana em que não surge pelo menos uma notícia mostrando o aquecimento do mercado de capital de risco para negócios promissores <font color="#0033ff">(leia abaixo <em>Americanos vêm ao Brasil falar de capital de risco</em>)</font>. Passada uma semana, eis a novidade que confirma o que havíamos dito: no dia 27, o presidente do fundo americano AAI Global Equity, Christopher Efird, falará a uma platéia de empreendedores no prédio do Ibmec São Paulo. Segundo uma pesquisa feita no ano passado pelo jornal Valor Econômico em parceria com a FGV Cepe, a área da universidade dedicada a estudos sobre capital de risco,  o AAI realiza aportes de investimentos que vão de 5 milhões de dólares a 25 milhões. Neste momento, diz a pesquisa, eles estão à caça de empreendimentos com grande potencial de crescimento. Ou seja, é hora de tirar o plano de negócios da gaveta e lutar por cinco minutos com os donos do capital. </p><p>O evento será no dia 27, a partir das 18h30, no Ibmec São Paulo, Auditório Steffi e Max Perlman (rua Uberabinha, s/n, Vila Olímpia, São Paulo). A entrada é gratuita e as inscrições (limitadas) podem ser feitas através do telefone 11 4504 2400 ou do e-mail <a href="mailto:contato@ibmecsp.edu.br">contato@ibmecsp.edu.br</a>.</p><p><font color="#0033ff">Clique abaixo em COMENTE para dar a sua opinião sobre o investimento de capital de risco em pequenas e médias empresas</font></p>]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[Por que as pequenas e médias empresas não atraem mais talentos?]]></title>

<pubDate>Seg, 25 Fev 2008 08:18:35 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080225_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Maria Luisa Mendes</p><p>Meu sobrinho estuda engenharia química na Politécnica da USP e está pesquisando onde quer fazer estágio. Como é normal, ele só cita empresas de grande porte -- Natura, L'Óreal, Illy, entre outras. Fiquei pensando na enorme oportunidade que muitas pequenas e médias empresas perdem ao não serem mais proativas na disputa com as grandes pelos melhores talentos do mercado. Por que as PMEs não entram nessa luta ainda quando esses jovens estão na faculdade? Sei que muitas grandes empresas fazem uma verdadeira caça nas faculdades em busca dos melhores alunos. E elas conseguem levá-los. Mas pouquíssimas pequenas e médias fazem o mesmo. Todo mundo sabe que alguns estágios são frustrantes para os estudantes, que nem sempre são aproveitados como deveriam, se transformam em mão de obra barata e acabam aprendendo pouco. Uma empresa de pequeno porte, mas séria, teria muito a oferecer, além do aprendizado em si -- oportunidade de empreender e, se o aluno for realmente bom, ficar por lá mesmo e, quem sabe, ajudar a empresa a crescer, animado pela perspectiva de se tornar sócio. Em que grande corporação um jovem encontraria isso hoje em dia? </p><p><font color="#000099">Clique abaixo em &quot;Comente&quot; para dizer o que a sua empresa faz de interessante para atrair bons estagiários</font></p><p><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0875/pme/m0101414.html">Leia nossa matéria sobre pequenas e médias empresas que conseguem atrair estagiários com programas estruturados  </a></p>]]></description>

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<item>
<title><![CDATA[A expansão da 5àSec (e a polêmica da loja de franquias)]]></title>

<pubDate>Qui, 21 Fev 2008 22:28:21 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080221_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Guilherme Fogaça</p><p>No que depender dos planos da rede de lavanderias 5àSec para 2008, não vai faltar lugar para lavar roupa no Brasil. A empresa, que já possui 238 pontos espalhados pelo país, pretende abrir 100 novas franquias só neste ano. Nelcindo Nascimento, presidente da 5àSec no Brasil, me falou hoje durante um almoço que não faltam candidatos a se tornarem franqueados da rede - e que os atuais não querem sair. Prova disso, segundo ele, é que 70 dos 100 novos pontos serão abertos por pessoas que já fazem parte da 5àSec.<br />Atento ao mercado de franchising, Nascimento também já sabe que o consultor de varejo Marcelo Cherto pretende abrir uma loja de rua para vender franquias (idéia que causou polêmica em um post recente deste blog). Nós passamos algum tempo tentando adivinhar como essa idéia vai funcionar na prática, mas não chegamos a uma conclusão. Apesar de não estar desesperado por novos franqueados, Nascimento sinalizou que não quer ficar de fora dessa loja - seja ela como for.</p><p><font color="#0000ff">Clique em &quot;Comente&quot; para falar sobre a importância das franquias como forma de crescimento de pequenas e médias empresas</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[A inovação é perecível?]]></title>

<pubDate>Qua, 20 Fev 2008 19:15:42 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080220_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Guilherme Fogaça</p><p>Após sete anos de desenvolvimento, a Volkswagen lançou, em 2003, o primeiro carro bicombustível do Brasil: o Gol Total Flex. Hoje, cinco anos depois, todas as montadoras que produzem veículos no país já desenvolveram tecnologias semelhantes e a venda de carros movidos a álcool e gasolina se tornou padrão. Em outros setores, como o de Tecnologia da Informação, o prazo de validade das inovações é ainda mais curto. César Gon <em>(na foto acima)</em>, presidente da fornecedora de softwares CI&amp;T, garante que os diferenciais criados no mercado de TI duram muito pouco - e, por isso, a pesquisa não pode parar. Disposta a incentivar a inovação, a CI&amp;T se uniu à empresa DigitalAssets e à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para lançar uma chamada pública de apresentação de propostas de pesquisa para o setor. Serão 3,6 milhões de reais destinados a pesquisas científicas e tecnológicas nas áreas de TI, engenharia de software, psicologia e administração de empresas. Os interessados devem enviar propostas até 14 de abril pelo <a href="http://www.fapesp.br/sage/"><strong>site da Fapesp</strong></a>. O resultado da seleção dos projetos será divulgado em agosto.<br />E no seu mercado, a inovação é duradoura ou perecível?</p><p><font color="#0000cc">Clique em &quot;Comente&quot; para falar sobre inovações que vieram para ficar e inovações que foram superadas rapidamente.</font></p><p><font color="#0000cc"><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0010/m0137486.html">Leia aqui a reportagem de Exame PME sobre as inovações da CI&amp;T.</a></font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Qual é a sua inovação?]]></title>

<pubDate>Ter, 19 Fev 2008 23:14:49 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080219_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Robson Viturino</p><p>Muitos empreendedores pensam que a inovação não faz parte do seu dia-a-dia. Quando alguém fala em inovação, eles imaginam um gênio que vive debruçado sobre engenhocas que podem mudar o mundo e render muito dinheiro. Esses empreendedores estão enganados. A inovação possui muitas faces, e está ao alcance de qualquer empresa. Às vezes, uma idéia muito simples e original na forma de recompensar funcionários, de oferecer um produto aos clientes, ou, de algo mais simples ainda, como organizar uma reunião, também é uma inovação. &quot;Todas as inovações eficazes são surpreendentemente simples. Na verdade, o maior elogio que uma idéia pode receber é haver quem diga: 'Por que não pensei nisso antes?'&quot;, escreveu Peter Drucker, em seu livro Inovação e Espírito Empreendedor. Para mostrar exemplos de empresários que encontraram uma forma de inovar -- e colheram resultados com isso --, a Exame PME criou há algum tempo um espaço chamado Minha Inovação. Na edição mais recente da revista, nós contamos o caso exemplar do empreendedor Rodolfo Dhein, da empresa de segurança eletrônica PBI. Para incentivar seus funcionários a darem contribuições a outras áreas que não as suas, ele criou uma moeda fictícia que é distruída àqueles que se destacarem e, mais tarde, pode ser trocada por prêmios. Além de gastar pouco, já que a maior parte dos brindes é dada por fornecedores, ele fez com que os funcionários ficassem mais satisfeitos com a empresa -- após 18 meses,  o índice de empregados muito satisfeitos com a empresa saltou de 50% para 90%.</p><p><font color="#0000ff">Se a sua empresa inovou em alguma área e obteve resultados, ou se você conhece a história de alguém que tenha conseguido isso, clique abaixo em COMENTE e conte para nós. Essa empresa pode ser a próxima a aparecer no Minha Inovação. </font></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Americanos vêm ao Brasil falar de capital de risco]]></title>

<pubDate>Seg, 18 Fev 2008 18:40:22 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080218_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<p>Robson Viturino</p><p>Desde as primeiras edições da Exame PME, um dos assuntos que têm se imposto na revista, dada a sua importância, é a evolução do mercado de capital de risco com foco nas empresas de pequeno e médio porte. Para nós que produzimos a revista, é rara a semana em que não surge uma nova informação sobre um aporte de recursos, um fundo estrangeiro desembarcando no Brasil em busca de negócios promissores, ou de empreendedores que são sondados por quem tem dinheiro para investir. </p><p>A notícia mais recente sobre esse assunto é que nos dias 12 e 14 de março, em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente, irá acontecer um encontro entre investidores e empreendedores promovido pelos governos americano e brasileiro. Para trazer um pouco da experiência que os Estados Unidos acumularam investindo em empreendedores talentosos, virão ao Brasil dez convidados, entre donos de empresas, representantes de fundos de capital de risco e acadêmicos. </p><p>A proposta inicial, segundo os organizadores, é provocar os brasileiros com debates sobre casos reais de negócios que atingiram resultados espetaculares depois de receberem investimentos - aliás, exemplo disso, nos Estados Unidos, é o que não falta. Mas é claro que, além da programação oficial, trata-se de uma ocasião única para empresários brasileiros que gostariam de ter 5 minutos com capitalistas estrangeiros. Afinal, boas idéias são boas idéias em qualquer lugar do mundo. </p><p>A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), que é um dos organizadores do evento ao lado do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, ainda não tem todos os detalhes do evento, como o local, a lista de participantes e a forma de inscrição. Mais informações poderão ser encontradas nos próximos dias no <a href="http://www.abdi.com.br/"><strong><font color="#000000">site da ABDI</font></strong></a>.</p><p><font color="#0033ff">Clique abaixo para dar a sua opinião sobre o investimento de capital de risco em pequenas e médias empresas</font><font size="2"></font></p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que a estréia da Nutriplant na Bovespa é tão importante]]></title>

<pubDate>Sáb, 16 Fev 2008 20:51:17 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080216_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>O que significam os 21 milhões reais que a Nutriplant, uma pouco conhecida empresa de fertilizantes do interior de São Paulo, captou ao abrir seu capital, na última quinta-feira (veja foto dos executivos da empresa no dia da estréia)? Não é pouco -- pelo menos não em relação ao tamanho da Nutriplant, que fatura menos de 30 milhões de reais. Com o dinheiro, a empresa poderá tornar realidade seus planos de investimentos na linha de produção, segundo divulgou em seu prospecto. </p><p>Há uma porção de pequenas e médias empresas, como a Nutriplant, querendo abrir capital. O ritmo em que isso vai acontecer depende, em parte, da velocidade em que os custos de IPO e de manutenção na Bolsa podem cair. Para isso, é preciso que aumente a competição entre bancos e outras instituições que assessoram as empresas nos IPOs pelo mercado das pequenas e médias empresas. </p><p><font color="#0000ff">Clique abaixo em &quot;Comente&quot; para dizer por que você acredita que os custos dos IPOs podem cair (ou não) para as pequenas e médias empresas </font></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[FGV faz evento sobre angels]]></title>

<pubDate>Qui, 14 Fev 2008 18:24:23 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080214_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Robson Viturino</p><p>Os angel investors, pessoas que investem recursos próprios em empresas com grande potencial de crescimento, estão por toda parte. Eles podem ser um amigo, um parente ou simplesmente um simpatizante de um empreendedor que está em busca de recursos para colocar as próprias idéias em prática. São, portanto, uma das fontes mais antigas de financiamento do empreendedorismo. Quem nunca soube da história de um tio que colocou dinheiro no projeto de um sobrinho, ou de um amigo que sacou parte da poupança para ajudar o outro amigo a realizar seu sonho?</p><p>Nos últimos tempos, no entanto, os angels brasileiros têm se pautado por uma postura mais profissional que a vista no passado. Surgiram grupos organizados, alguns com interesse em apenas um tipo de mercado, e aumentou a lista das exigências que a empresa deve cumprir para receber aportes. Isso é ruim? Não, ao contrário. É ótimo. Ganham tanto os angels, que passam a correr um risco, digamos, calculado, como os empreendedores, que amadurecem um bocado ao passar pelo crivo dos investidores.</p><p>Interessados em entender como funciona o mundo dos angels terão uma ótima oportunidade no dia 26 de fevereiro. Nesta data, o centro de estudos de capital de risco da FGV, o Cepe, fará um evento para mostrar aos empreendedores por que eles devem abrir as portas de suas empresas - ou não - para os angels. Representantes de grupos de investidores, como Ernesto Weber, do Gávea Angels, e Fábio Bellotti, do São Paulo Anjos, falarão o que torna um negócio irresistível e como os empresários devem apresentar o seu plano de negócios. </p><p>O evento será no dia 26 de fevereiro, as 17h, no prédio da FGV (rua 9 de julho, 2029, 4º andar, Salão Nobre, Bela Vista, São Paulo, SP). As inscrições custam 25 reais (12,50 para estudantes), se forem feitas até o dia 22. Após essa data o preço será 30 reais (15 para estudantes). Mais informações podem ser obtidas a partir da próxima semana através do<strong> </strong><a href="http://www.cepe.fgvsp.br/"><strong>site da FGV/Cepe</strong></a><strong>.</strong> </p><p><font style="BACKGROUND-COLOR: #ffffff" color="#0033ff">Clique abaixo para contar casos de empresas que tiveram seus negócios turbinados por investimentos de angels investors</font></p><p><font color="#0033ff"><a href="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/pme_0011/investidores_de_risco.html">Clique aqui para fazer um teste e saber se você se daria bem com investidores de risco</a></font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Bovespa Mais - agora vai?]]></title>

<pubDate>Qua, 13 Fev 2008 09:53:13 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080213_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<h1 class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"></font></h1><p><font face="arial,helvetica,sans-serif"><font size="2"><em>Guilherme Fogaça, da reportagem EXAME PME, São Paulo</em> </font></font></p><font face="Arial,helvetica" size="1"><p><font size="2">A abertura hoje do Bovespa Mais, o segmento de listagem de ações voltado especificamente para pequenas e médias empresas, não é exatamente uma inauguração. O programa existe desde 2006, quando a bolsa quis aproveitar o bom momento que se desenhava no mercado de capitais brasileiro para trazer o maior número de estreantes possível. A idéia do Bovespa Mais era ser uma porta de entrada gradativa para o mercado de ações, que viabilizaria o crescimento das pequenas e médias até que elas saltassem aos patamares mais avançados de negociação -- os níveis 1 e 2 e o Novo Mercado. </font></p><p><font size="2">Dois anos se passaram sem que nenhuma empresa utilizasse o Bovespa Mais para ingressar no mercado. Não porque o programa fosse ruim. Pelo contrário: a própria Bovespa se dispôs a auxiliar as novatas a implantarem a gestão de uma companhia aberta, oferecendo, por exemplo, relatórios de consultorias independentes. Mas as companhias que poderiam ter aproveitado o programa trilharam caminhos diferentes: ou esperaram a empresa ganhar porte suficiente para ingressar direto no Novo Mercado ou optaram por vender participações a fundos de capital de risco para só depois ingressar na bolsa.</font></p><p><font size="2">A estréia efetiva do Bovespa Mais acontece hoje com o lançamento de ações da Nutriplant, uma pequena empresa de fertilizantes de Paulínia (SP), dona de um faturamento anual de 28 milhões de reais. Será que agora o Bovespa Mais vai decolar?</font></p></font><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" /><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" /><p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0007/m0124097.html"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"><strong>Leia aqui a reportagem de EXAME PME sobre pequenas e médias empresas que pretendem abrir capital</strong></font></a></p><h1><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="2"></font></h1><h1><font face="arial,helvetica,sans-serif" color="#0000ff" size="2">Clique abaixo em comente para dar sua opinião sobre a abertura de capital de pequenas e médias empresas</font></h1>]]></description>

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<title><![CDATA[Uma loja de rua para vender franquias?]]></title>

<pubDate>Sáb, 09 Fev 2008 09:47:18 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080209_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<div>Em janeiro, o Marcelo Cherto, consultor de varejo e especialista em franquias que muitos de vocês conhecem, me contou num almoço que iria abrir uma loja de rua para vender franquias. Como fazia muito calor, pareceu-me uma miragem. Nunca soube desse tipo de canal de venda em lugar algum do mundo e nem entendi muito bem o que teria dentro da loja: maquetes das franquias? gavetas com os logotipos? um quiosque de lavanderia ao lado de uma sala de curso de inglês com uma cozinha para comida chinesa? tudo isso junto? </div><div>Agora soube que o Frederico Anacleto, ex-executivo do Boticário (ou seja, franquia é com ele mesmo), é o novo diretor de Expansão do <a href="http://www.cherto.com.br/_novo/"><font color="#333333"><strong>Grupo Cherto</strong></font></a>. Ele está justamente procurando um ponto comercial em São Paulo para instalar uma loja especializada na comercialização de franquias de várias marcas. </div><div>Estou bastante curiosa para ver como a loja vai funcionar. O Cherto e o Anacleto não são tipos que costumam investir em canoas furadas. Ao mesmo tempo, como toda inovação, os resultados são incertos. O que vocês acham?</div><div></div><div><font color="#0000ff">Clique em comente para dar sua opinião sobre a idéia de uma loja de rua para vender franquias de diversas marcas</font></div><div></div><div> </div>]]></description>

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<title><![CDATA[Exportando (mais) com o real forte]]></title>

<pubDate>Dom, 03 Fev 2008 16:15:23 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080203_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span>Recentemente encontrei o Marcos de Andrade, da manequins Expor, que apareceu na nossa capa sobre pequenas e médias empresas que crescem com exportações, publicada há dois anos. De lá para cá, o real continuou forte -- e a </span><span>Expor, firme. As receitas externas<span> representam 27% do faturamento. Mas </span></span><span><span>a vida é dura. Marcos me contou que, para manter esse percentual em valores, a venda em unidades aumentou, assim como a luta contra os custos, a fim de manter a rentabilidade. </span></span></p><p class="MsoNormal"><span>A novidade agora está no </span><span>México, onde a Expor vai abrir seu primeiro escritório fora do Brasil, em maio. O México não foi escolhido somente porque a Expor já é fornecedora das maiores redes locais. Marcos e seus irmãos acreditam que o mercado mexicano oferece muitas oportunidades também entre as redes de menor porte, que hoje se abastecem internamente. </span></p><span><p class="MsoNormal"><span><span>A Expor vende seus manequins para </span></span><span><span>Argentina, Chile, Uruguai, Peru, Panamá, Mexico, África do Sul, EUA e Comunidade Européia. Como alguns clientes têm filiais em diversos países, vários dos manequins acabam indo para Dubai, Rússia e até China. </span></span></p><p class="MsoNormal"><span>As exportações tornaram-se tão estratégicas para a Expor que o irmão do Marcos, o diretor comercial Guilherme, agora só cuida disso. Outro irmão, o Octaviano, ficou responsável pelo varejo nacional que, segundo Marcos, estava precisando de mais atenção por parte da empresa. </span></p><p class="MsoNormal"><font color="#0000ff">Clique abaixo em &quot;comente&quot; para contar outros casos de pequenas e médias empresas exportadoras bem sucedidas</font> </p><p class="MsoNormal"><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0866/pme/m0081602.html">Clique aqui para ler a reportagem de capa sobre pequenas e médias empresas que exportam </a></p><p class="MsoNormal" /></span>]]></description>

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<title><![CDATA[Nós e as mulheres empreendedoras]]></title>

<pubDate>Qua, 30 Jan 2008 16:38:56 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080130_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Um minuto de atenção para o seguinte comentário feito neste blog pela internauta Luanna:</p><p><em>&quot;Me sinto envergonhada em ver uma editora de revista que (...) só premiou HOMENS emprendedores. Não vi uma só mulher empreendedora, o que demonstra claramente o machismo nas relações corporativas (...). Parabéns por apoiar o machismo e mostrar como as mulheres não têm capacidade de ter um negócio próprio.&quot;<br /></em></p><p>Por que não há mulheres na reportagem de capa de nossa última edição, sobre o Prêmio Endeavor &amp; Exame PME de empreendedorismo? As razões são muito simples: 1) A escolha das histórias foi feita por uma comissão de jurados. Nenhum jornalista de Exame PME participa do júri, por uma questão de isenção. 2) Ser homem ou mulher não estava entre os critérios . 3) Algumas das empresas de destaque têm mulheres na sociedade. Foi decisão da redação fotografar apenas uma pessoa de cada empresa. Nos casos em que havia mais de um sócio, deixamos que os próprios empresários definissem quem, entre eles, deveria aparecer.  </p><p>Entendo que Luanna esteja intrigada --  se eu sou mulher, por que não aproveito para valorizar as mulheres? Não é assim que o bom jornalismo funciona. Ser responsável pela revista exige imparcialidade. E se não havia mulheres entre os premiados não é porque eu ou alguém apóie o machismo ou ache que elas não têm capacidade de ter o próprio negócio. Eu acredito que as mulheres podem ser tão boas empreendedoras quanto os homens. E acho que a pior forma de mostrar isso é premiar mulheres apenas porque elas são mulheres. </p><p>Em nossos dois anos de vida tivemos a oportunidade de mostrar várias mulheres vitoriosas como empreendedoras. É o caso da Zica, dona da <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0854/negocios/m0080130.html"><font color="#000000">Beleza Natural</font></a>, tema de uma reportagem de EXAME PME quando a publicação ainda era um encarte da Exame. Em outra ocasião, mostramos como Edna Queiroz construiu a <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0871/pme/m0083020.html"><font color="#000000">Naturiche</font></a>, uma empresa promissora a partir de um sanduíche de metro. Na última edição fizemos uma reportagem sobre a enorme falta que a morte da empresária Maria Luisa Rodenbeck causou na <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0011/m0144723.html"><font color="#000000">Starbucks Brasil</font></a>. Os exemplos não param aí. E nem vão parar. </p><p><strong>Mas fica, sim, no ar uma questão: por que as mulheres empreendedoras parecem ter menos visibilidade do que os homens?</strong> </p><p><font color="#0000ff">Clique em &quot;comente&quot; para contar uma história sobre uma mulher empreendedora à frente de uma pequena ou média empresa em crescimento</font></p>]]></description>

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<title><![CDATA[Vamos nos conhecer mais?]]></title>

<pubDate>Qua, 09 Jan 2008 12:21:53 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20080109_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Olá, pessoal. Após umas semanas de descanso (jornalista também precisa de férias), voltei. O post abaixo, contando novidades sobre a Arizona, foi um dos mais lidos até agora. Eu convidei os internautas da EXAME PME para um almoço com os donos da Arizona (agora acabou o prazo). O pessoal da Arizona está decidindo quais serão convocados. Quando a data e o local estiverem definidos, avisaremos.</p><p>Neste ano pretendo promover mais encontros desse tipo e gostaria de conhecer sugestões de vocês</p><p><font color="#0000ff">Clique em &quot;Comente&quot; para dar idéias de coisas simples que podemos organizar para nos conhecer melhor</font></p><p />]]></description>

</item>
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<title><![CDATA[O avanço da Arizona]]></title>

<pubDate>Sex, 21 Dez 2007 10:15:32 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20071221_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A Arizona acaba de vencer uma concorrência para oferecer tecnologia avançada para as revistas da Natura pelos próximos três anos nos diversos países em que a empresa atua. Pensei em convidar dois empresários leitores para um almoço com os donos da empresa -- oferecido por EXAME PME, é claro -- para a gente conversar sobre como uma empresa do porte da Arizona está conseguindo avançar tão rapidamente. </p><p><strong>Quem quiser saber mais sobre a Arizona deve ler a matéria que fizemos há alguns meses, </strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0875/pme/m0101389.html"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a><strong>. </strong></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Na contramão da sustentabilidade]]></title>

<pubDate>Qua, 19 Dez 2007 20:16:48 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20071219_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p><img src="http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/img/antenas.jpg" align="left" />O <strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/listar1.shtml">blog da minha colega Cris Correa</a></strong> traz um comentário sobre uma propaganda da companhia aérea Emirates, que mostra mais de 14 horas de um vôo entre São Paulo e Dubai. O mundo da publicidade é curioso. Enquanto o anúncio do qual ela falou contém uma proposta original, este aqui, da mesma empresa, é uma incógnita. O que este aglomerado de antenas parabólicas tem a ver com a Emirates? Eu não entendi. </p><p>As antenas me lembram uma situação curiosa. Há algumas semanas, deixei de ser assinante da TV por assinatura Sky. Funcionários da Sky foram buscar o decodificador, mas não levaram a antena parabólica que está na janela. Quando avisei-os que o equipamento havia sido esquecido, fui informada de que &quot;é política da Sky deixar as antenas nas casas dos ex-assinantes&quot;. A atendente me explicou que é uma estratégica de marketing para divulgar o logo da empresa. Como não me lembro de ter feito nenhum acordo para que a minha casa fosse usada para isso, solicitei que a empresa fosse buscar seus pertences -- ou que pelo menos eu pudesse levar a antena até eles. Não adiantou. Dias depois recebi um email sugerindo que eu mesma tente vender a antena para uma empresa de reciclagem. Nestes tempos em que mesmo as pequenas e médias empresas estão assumindo a responsabilidade pelo destino de seus produtos, chamou-me a atenção que a Sky esteja andando na contramão. </p><p><font color="#0000ff">Clique abaixo em COMENTE para contar as preocupações da sua empresa com o caminho percorrido pelos seus produtos </font></p><p><font color="#0000ff"> </font></p>]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem vai ficar com a Amazon Secrets?]]></title>

<pubDate>Ter, 18 Dez 2007 09:43:43 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20071218_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Há compradores de olho na força da marca da <a href="http://www.amazonsecrets.com.br/pt-br/home.htm"><strong>Amazon Secrets</strong></a>, empresa de cosméticos naturais da fotógrafa Sheila Farah. Seus cosméticos, velas, incensos e óleos feitos com extratos de espécies amazônicas em parcerias com comunidades da Amazônia já frequentaram as prateleiras da Galerie Lafayette, de Paris, da cadeia italiana Coin, da alemã Douglas e da Sephora, rede do grupo LVHM, dono da Louis Vuitton. construindo parcerias com comunidades da Amazônia e distribuidores estrangeiros. </p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Comemorar melhora a gestão]]></title>

<pubDate>Sex, 14 Dez 2007 11:26:47 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20071214_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Um dos princípios de Luiza Helena Trajano, a comandante do magazines Luiza, é dar oportunidade para que a equipe comemore as conquistas. &quot;A gente celebra muito&quot;, diz ela. Conclamado pelo nosso blogueiro Pedro Mello, o pessoal de EXAME PME foi fazer isso ontem, numa pizzaria. No local, havia muitas equipes de pequenas e médias empresas com o mesmo objetivo. Chamou-nos atenção uma turma envolvida num ritual que parecia uma espécie de inovação na fórmula do amigo secreto. O sistema era o de sempre, mas cada um recebeu exatamente a mesma coisa. Aquilo me pareceu uma alusão a um dos mais importantes princípios do empreendedorismo -- a realidade é a mesma para todo mundo, mas só alguns enxergam a oportunidade que pode haver nela. </p><p><strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0011/m0144730.html">Veja outras pequenas e médias empresas que usam a época de festas para aspectos estratégicos de gestão </a></strong></p><p><font color="#0000ff">Clique abaixo em COMENTE para contar o que a sua empresa está fazendo de interessante para celebrar as conquistas neste ano</font></p><p><font color="#0000ff"></font></p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Dinheiro sobrando para PMEs]]></title>

<pubDate>Ter, 11 Dez 2007 09:03:32 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20071211_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<p>Ontem almocei com os sócios da <strong><a href="http://www.brasilpar.com.br/">Brasilpar</a></strong>, que assessora pequenas e médias empresas na busca de recursos para crescer. Eles estão vivendo na prática a situação que a nossa matéria sobre capital de risco da última edição descreve. Esse tipo de recurso representa hoje no Brasil cerca de 2,8 bilhões de reais à disposição de pequenos e médios negócios com potencial de trazer retornos fora de série. Mas poucos se enquadram no que os capitalistas de risco querem. Nosso repórter que fez a matéria, o Robson Viturino, ficou impressionado com a capacidade que esses fundos têm de não só injetar dinheiro, mas também de ajudar a melhorar a gestão e a multiplicar os contatos de que a empresa precisa. Mas ele ficou mais impressionado ainda com as exigências necessárias para conquistá-los e como é preciso ser corajoso para conviver com eles. </p><p><strong><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0011/m0144728.html">Clique aqui</a> para ler a reportagem sobre capital de risco </strong></p><p><font color="#0000ff">Clique em COMENTE para contar uma experiência com capitalistas de risco ou para dar sua opinião</font></p><p />]]></description>

</item>
<item>
<title><![CDATA[Joguei meu troféu no lixo]]></title>

<pubDate>Sex, 07 Dez 2007 17:57:09 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/pme/20071207_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<p>Aos 14 anos, no auge da rebeldia adolescente, joguei no lixo os troféus que ganhei no primário. Um era uma mulher pelada de metal, recebido num concurso que elegeu a criança que melhor se comunicava.  O outro era uma medalha gigante enfiada num pedestal, que alguém achou que devia me dar porque minha média do ano havia sido 10. Nos 32 anos que se passaram desde então, achei que tinha feito a coisa certa. Troféu é cafona, feio, junta pó e ocupa espaço. <br />Eu pensava assim até ontem, ao ver os três empreendedores receberem os seus troféus no evento do Prêmio de Empreendedorismo que organizamos com a Endeavor.  O empresário Arnold Correia, da Subway Link, que venceu na categoria Histórico de Realizações, contou à platéia que já havia concorrido àquele mesmo prêmio anos atrás, não ganhou e ficou inconformado:<br /> - Minha empresa cresce a 70% ao ano! Por que perdi? <br />Com o troféu nas mãos, ele disse que depois compreendeu que o problema era que a sua empresa, que na época fazia vídeos corporativos, não tinha muito como se expandir apenas com aquela proposta. A Subway Link evoluiu, tornou-se uma produtora de TV voltada para redes de varejo e rendeu uma história de vida que fez de Arnold uma inspiração para outros empreendedores. <br />Em suas palavras: Não ter ganhado aquele prêmio me motivou a aprimorar meu modelo de negócios.  Nas minhas: um prêmio pode ser uma bênção - principalmente na vida de quem não o ganhou.  </p><p><strong>Saiba como Arnold Correia deu a volta por cima <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0011/m0145618.html">clicando aqui</a><br /></strong></p><p><u><font color="#0000ff">Clique abaixo em &quot;COMENTE&quot; para contar um ensinamento que você tirou de uma situação que lhe frustrou</font></u></p>]]></description>

</item>
  
				 
				 
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