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Uma assinatura da Harvard Business Review de graça
Por Luisa Mendes | 18/10/2009 - 13:13
Claudio Ventorim (foto), membro da rede social da Exame PME, está doando uma assinatura da revista Harvard Business Review para um empreendedor que faça parte do grupo. Já há muitos candidatos. Ele fará a escolha no dia 21 de outubro. Portanto, quem tem interesse, apresse-se!
Para participar da escolha, clique AQUI
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Como você resolveria o impasse nesta empresa?
Por Luisa Mendes | 20/09/2009 - 19:39
Conhecemos há algum tempo, fazendo reportagens para a Exame PME, uma empresa com uma história familiar muito interessante. Trata-se da fabricante de móveis Líder Interiores. A Carla Aranha, repórter que está aqui na rede, levantou a história completa deles. Vejam:
Ao fim da Segunda Guerra Mundial, o lavrador mineiro João da Mata Nogueira, hoje com 82 anos, achou que era na hora de mudar de vida. Largou a enxada e foi morar na cidade mais próxima, a pequena Carmo do Cajuru, em Minas, em busca de melhores oportunidades. Como sabia lustrar bem móveis, saiu batendo de porta em porta oferecendo seus serviços. As encomendas cresceram, e de lustrador João passou a marceneiro, como autodidata. A atividade ia tão bem, que ele decidiu construir um galpão, contratar alguns ajudantes e abrir uma empresa de móveis.
Em 1950, João criou a Líder Interiores, que no ano passado faturou 80 milhões de reais. O empresário casou, teve filhos (cinco), e, como pai zeloso, acreditou que seria importante criar uma fábrica para cada filho, a fim de garantir o futuro da prole. Em 1978, criou uma unidade especializada na fabricação de móveis para dormitórios, que ficou sob responsabilidade da filha Augusta. Nos anos seguintes, vieram a fábrica de sofás, a de racks e estantes e a de colchões.
A família estava feliz, mas os clientes começaram a reclamar. No ímpeto de garantir o futuro dos filhos, João acabou desmembrando a empresa. Cada unidade tinha até CNPJ próprio. Todo o restante também era separado, desde a logística até o design dos móveis, o marketing e o RH. “Era uma cooperativa de cinco fábricas que rateavam as despesas”, resume Aurélio Nogueira (foto), de 43 anos, filho do fundador, diretor-executivo.
Os primeiros sinais de que algo ia mal vieram dos próprios clientes finais. Eles começaram a reclamar que as entregas eram feitas em dias diferentes. “Se alguém comprava móveis para a casa toda ia receber cada um num dia diferente, o que é muito ruim mesmo”, diz Aurélio. A empresa também estava perdendo dinheiro com a descentralização. Como na prática as fábricas vendiam para as lojas da Líder, a empresa tinha de arcar com uma cascata de impostos.
Antes que a bomba estourasse, os herdeiros tomaram uma decisão. Reuniram-se com o pai, ainda presidente da empresa, e resolveram reverter todo o processo. Cada um dos filhos ficou com um cargo administrativo, e as fábricas deixaram de ser independentes. Foi preciso reestruturar a empresa. Isso aconteceu a partir de 1998, quando Aurélio assumiu a direção da Líder. Era necessário unificar os departamentos de logística, marketing e design. Para simplificar a entrega de móveis, e poupar custos com combustível, a empresa construiu um galpão de 15 mil metros quadrados, em Carmo do Cajuru, de onde saem todos os caminhões. Antes, cada fábrica tinha a sua própria frota, que não dialogava com as outras unidades do grupo.
O desenho de novos móveis também passou a ser feito na sede, em vez de ficarem a cargo de cada fábrica, que passaram só a produzir. A partir daí, foi possível criar uma política de marketing, algo que antes da reestruturação não existia. A empresa estruturou uma estratégia de relacionamento com arquitetos e decoradores, que são convidados a conhecer a sede da Líder periodicamente. Além disso, sempre que os designers da empresa criam um novo móvel, esses profissionais também são chamados a opinar, antes que os novos produtos sejam colocados no mercado. É feita uma votação, da qual também participam os funcionários da empresa, segundo critérios como funcionalidade, estética e valor de mercado. Se o móvel não é aprovado, ele não é fabricado. “Isso evita ciúmes do familiar que apostava naquela criação”, comenta Aurélio. As vendas para decoradores e arquitetos aumentaram 38% nos últimos três anos.
Outra providência foi criar um conselho do qual participam o fundador e seus cinco filhos. O objetivo é que as decisões mais importantes sejam votadas, democraticamente, a exemplo do que acontece com os novos móveis. A gestão se tornou mais centralizada, e, graças às reuniões do conselho, mais transparentes. Essas políticas fizeram com que nos últimos cinco anos a Líder começasse a crescer mais, cerca de 30% ao ano, abrindo duas lojas em Brasília, uma no Rio, uma em São Paulo e duas em Minas. Hoje, são 17 lojas, no sudeste e centro-oeste. A empresa também conseguiu separar 38 milhões de reais para reinvestir no negócio.
 
Você acha que teria outra forma de resolver o impasse? Dê a sua opinião na rede social da Exame PME, clicando aqui
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Este jovem está começando perigosamente?
Por Luisa Mendes | 11/09/2009 - 09:26

Apareceu um jovem na rede social da Exame PME que diz o seguinte:

Estou iniciando uma confecção voltada para o publico skatista. Acho que a qualidade das camisetas são boas, o produto tem uma modelagem legal... Gostaria de sugestões e opiniões que possam me ajudar na abertura do mercado lojista. Hoje sou vendedor de materiais para rede de computadores e não conheço a área que estou iniciando

Entrei na página dele da rede e vi que a confecção tem um nome bonitinho (Cubo Skateboards), que ele é proprietário e que tem um funcionário. Desculpem se parece mau agouro, mas lembrei logo daquelas estatísticas que falam do perigo de uma empresa quebrar logo no começo. Fiquei preocupada com esse garoto. Ele diz que não conhece a área e isso me pareceu super-perigoso. Será que todos vocês, empreendedores que lêem este blog, assim como os membros da rede, não podem ajudá-lo a evitar aqueles velhos erros tão conhecidos?

Dê a sua contribuição clicando AQUI



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É hora de fazer perguntas para um dos donos da Natura
Por Luisa Mendes | 01/09/2009 - 20:23

Minha amiga Cris Correa ficou super-feliz com as perguntas que vocês mandaram para o cara do Google. Ela mandou avisar que a entrevista com o Alex Dias já foi gravada e estará disponível no site da EXAME na próxima sexta-feira, 4 de setembro. O próximo entrevistado da série "Grandes Líderes" é o Pedro Passos, um dos controladores da Natura, ao lado de Guilherme Leal e de Antonio Luiz Seabra. Ele entrou na Natura em 1983, como gerente-geral de uma das empresas do grupo. Em 1988 tornou-se diretor-superintendente da Natura, assumindo em seguida a presidência executiva, cargo que deixou em março de 2005. Vocês devem mandar suas perguntas o email grandeslideres@abril.com.br até a manhã da quinta-feira, 3 de setembro. A entrevista será gravada no mesmo dia. 

 

 

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Com dúvidas sobre o Google? Por que não pergunta para o cara deles?
Por Luisa Mendes | 26/08/2009 - 15:23

Minha colega Cristiane Correa, do blog Por Dentro das Empresas, vai entrevistar o executivo do Google no Brasil, a partir de perguntas dos leitores. Está aí uma EXCELENTE oportunidade para vocês -- sobretudo os que estão na rede em grupos relacionados a fazer negócios na internet -- tirarem suas dúvidas com quem sabe responder. Talvez vocês não saibam que a subsidiária brasileira é a que mais cresce no mundo. Por quê? Pergunte a Alexandre Dias, principal executivo do Google no Brasil e o próximo entrevistado da série "Grandes Líderes". Dias vai falar sobre o crescimento da empresa, sobre as ameaças do futuro e sobre como é trabalhar numa companhia tão informal quanto o Google. Aproveite a chance para mandar suas perguntas. Envie um email para grandeslideres@abril.com.br até segunda, 31 de agosto, às 9h. A entrevista com ele será gravada no mesmo dia.

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Maria Luisa Mendes
Editora de Exame PME, escreve sobre o que os pequenos e médios empresários não podem deixar de saber.
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