O ministro da Defesa, Nelson Jobim, está reunido agora com o presidente Lula para apresentar o relatório técnico elaborado pela Força Aérea Brasileira sobre os três caças supersônicos que disputam a concorrência da Aeronáutica. A preferência de Jobim e de Lula pelo francês Rafale, da Dassault, é escancarada. Mas o relatório, apesar de não ser conclusivo, não ajuda os franceses.
Um novo dado vai ajudar os suecos da Saab, que produz o Gripen. De acordo com o relatório, o custo por hora voada do Gripen é de 4 000 dólares, contra 14 000 do Rafale. Já o custo do F-18, da americana Boeing, fica em torno de 10 000 dólares.
Os pilotos da FAB já declararam a preferência pelo F-18. O caça é o que teve maior sucesso em conflitos recentes, mas tem contra si as restrições do governo americano em transferir tecnologia. Já o comando da Aeronáutica e a Embraer, que será a parceira nacional de qualquer um dos envolvidos, preferem o sueco Gripen. Além do preço menor por hor voada, o Gripen custa metade do preço do francês e oferece maior acesso a novas tecnologias.
Mesmo assim, pessoas próximas ao governo dizem que é difícil a Dassault perder a parada. Interesses políticos, como o apoio da França pela entrada do Brasil no conselho de segurança da ONU, devem falar mais alto.
A Confrapar, uma pequena gestora de recursos com sede no Belo Horizonte, está comemorando o sucesso da Via6, uma rede social voltada para usuários com interesses profissionais. A Via6 está prestes a atingir a marca de 1 milhão de usuários no país e supera, de acordo com dados do Google Trends, a audiência no Brasil de redes muito maiores como a LinkedIn. Em fevereiro de 2007, quando foi adquirida pela Confrapar, a rede tinha cerca de 20 000 usuários. Apesar do alto número de usuários, o faturamento da Via6 ainda é bastante modesto. Neste ano a rede deve ter receita de 500 000 reais e a previsão para 2010 é de dobrar esse faturamento.
Um grupo de empresários do litoral norte paulista vai inaugurar durante o verão um espaço para turistas passarem o dia em Ilhabela. O empreendimento, que consumiu investimentos de 6 milhões de reais e foi batizado de SeaClub, terá restaurantes, área de relaxamento, música e piscina de frente para o mar. Os usuários pagarão por dia de uso. O público alvo do projeto são turistas que frequentam a região e também os passageiros de navios que ancoram em Ilhabela.
