<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
<rss version="2.0">
<channel>

    <title><![CDATA[Blog Zeros e uns  - Portal EXAME]]></title>
    <description>Blogs - Portal EXAME</description>
    <link>http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/listar1.shtml</link>
    <image>
      <title>Portal EXAME - Blogs</title>
      <url>http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/tit_blog.jpg</url>
      <link>http://www.portalexame.abril.com.br/blogs/</link>
    </image>
    <generator>portalexame.abril.com.br</generator>
	<copyright><![CDATA[Copyright © 2008, Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados. All rights reserved.]]></copyright>



<item>
<title><![CDATA[Twitter pode inaugurar contas pagas no Japão]]></title>

<pubDate>Sex, 27 Nov 2009 11:46:15 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091127_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[Tradicionalmente questionado sobre seu modelo de negócios, o Twitter pode dar a primeira resposta prática a partir de janeiro do ano que vem. Segundo o blog TechCrunch, o microblog pretende lançar contas premium em que os usuários poderiam cobrar pela visualização de seus posts, imagens, vídeos e links. A partir daí, o Twitter levaria 30% dos custos da transação. <br /><br />De acordo com as primeiras informações, a cobrança ficaria entre 1,15 e 11,5 dólares. Os usuários poderiam usar cartões de crédio ou ter os valores debitados nas contas telefônicas. Também há a possibilidade da compra de um cartão pré-pago.<br /><br />A aposta é que esse modelo poderia funcionar para quem coloca posts de informação em tempo real, notícias e conteúdo educacional. O serviço será comandado pela subsidiária japonesa do Twitter, a Twicco, que hoje é controlada por um grupo de investidores chamado Digital Garage. Foi um executivo de uma subsidiária do grupo, a DG Mobile, que anunciou nesta semana o modelo pago.<br /><br />A Twicco é uma divisão praticamente à parte dos negócios do Twitter no resto do mundo e geralmente funciona como um grande laboratório de testes para o microblog. A cobrança das contas premium poderá ser mais uma destas experiências.<br /><br />Em visita ao Brasil em outubro, o co-fundador do Twitter, Biz Stone, afirmou aos jornalistas que o microblog deveria ter um modelo claro de negócios até o fim deste ano e que até 2010, a plataforma seria rentável. Veja o vídeo da entrevista. <br /><br /><embed id="_LiquidPlayerEmbed" src="http://portalexame.abril.com.br/libc/player/liq3embed.swf" width="550" height="309" type="application/x-shockwave-flash" flashvars="customizationFileURL=http://portalexame.abril.com.br/v2009/video/skin/tema4.xml&autoStart=false&autoLoad=false&startButton=http://portalexame.abril.com.br/v2009/video/skin/start.png&scaleMode=fit&thumbnailPreview=true&playerHash=fbc4467f04152e8d4e5b3df6efde18ac&idmedia=ee8361066e220daf37a3eadc43e2ddae" base="." allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></embed /> <br />]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Uma correção]]></title>

<pubDate>Qui, 26 Nov 2009 16:50:51 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091126_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>O post do dia 24 de novembro ''<b><a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091124_listar_dia.shtml?permalink=209706">Orkut já não é a mídia social mais usada no Brasil</a></b>'', referente à pesquisa realizada pela E-life, gerou bastante polêmica sobre o hábito de navegação nas duas redes.</div><div><br /></div><div>O <b><a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/11/26/por-que-nao-apostar-em-qualquer-numero-que-se-vende-por-ai/#more-9153">blogueiro Luiz Yassuda apontou que a palavra ''usada'', empregada no título, não é apropriada.</a></b> O ideal seria ''acessada'', segundo ele. Yassuda tem razão. No corpo do post explicamos que o Twitter, segundo a pesquisa, tem uma frequência de acesso maior no país -- algo que inclusive parece bastante claro para quem entende a natureza da ferramenta. </div><div><br /></div><div>Além disso, o estudo reflete a postura dos usuários da classe A, o que naturalmente não é sinônimo da maioria dos internautas brasileiros. A base de usuários consultada no estudo, segundo Alessandro Lima, CEO da E-life, é formada por pessoas ativas na internet, com participação especial em temas relacionados à compra na rede. Não destaca a participação da classe ''C''. A pesquisa indica apenas uma tendência e um hábito de navegação da classe mais alta da população brasileira.</div><div><br /></div><div>Mas nós aqui do Zeros e Uns, ao contrário do que pensa o blogueiro Yassuda, achamos a pesquisa bastante relevante. Ele fala de uma ''comparação grosseira'' entre Twitter e Orkut. Nós achamos o contrário. As duas redes sociais têm naturezas bastante diferentes, é claro. Mas são redes sociais e são concorrentes. Basta olhar para o Facebook, que está ficando cada vez mais  parecido com as do Twitter. Também não entendemos o tom de teoria da conspiração que perpassa o post, em especial o último parágrafo. Só podemos garantir que não fazemos parte de nenhum movimento pró-Twitter. Estamos apenas tratando de um serviço que é muito importante e revolucionário e que ainda não é -- mas é bem provável que venha a ser -- maior que o Orkut, sim.</div>






]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Pesquisadores brasileiros testam votação internacional por SMS]]></title>

<pubDate>Qui, 26 Nov 2009 16:25:44 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091126_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[Pesquisadores de tecnologia da universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e do Instituto i3G testaram na semana passada uma eleição internacional totalmente feita por mensagens de texto no celular. <br /><br />Comandado por Hugo César Hoeschl, professor da UFSC e coordenador do Conselho Superior de Governo de Santa Catarina, um grupo de 40 pessoas fez uma enquete sobre a legitimidade internacional da Organização das Nações Unidas. O tema foi escolhido pelo fato de a universidade já ter grupos de pesquisa sobre o órgão e também por ser de fácil articulação internacional. <br /><br />Tudo começou há três meses, com a organização de debates. Documentos em inglês, francês, espanhol e alemão foram colocados na internet em bibliotecas digitais. Os pesquisadores recrutaram, então, eleitores por mídias sociais, blogs e até exibição de fotos e vídeos georreferenciados no Flickr e Youtube. &quot;Não foi usada nenhuma base de telefones. Fizemos isso justamente para testar a capacidade das ferramentas online&quot;, afirma Hoeschl.<br /><br />A votação aconteceu de 5 a 20 de novembro e teve a participação de 452 pessoas de nove países. Os eleitores podiam responder &quot;sim&quot; ou &quot;não&quot; para a pergunta &quot;A ONU está cumprindo sua missão?&quot;. Segundo 53,097% dos votos recebidos, a ONU não está cumprindo seu papel internacional.<br /><br />&quot;O objetivo era testar a viabilidade de eleições usando SMS e provar que a tecnologia já permite contabilizar votos de qualquer lugar do mundo&quot;, diz o professor.<br /><br />Com o experimento, o grupo chegou à conclusão de que seções eleitorais e a apuração podem funcionar perfeitamente por meio de celulares. Questionado sobre segurança e principalmente sobre as garantias da identidade do eleitor, Hoeschl afirma que já existem algumas alternativas tecnológicas. <br /><br />Uma delas é a tecnologia IBB que cria múltiplas urnas eletrônicas para receber os votos -- que saem criptografados dos celulares. Essa mesma tecnologia garante o envio de um comprovante também protegido de volta ao celular. Para garantir a identidade do eleitor, uma possibilidade é a combinação da câmera do aparelho e de um software de reconhecimento biométrico -- que poderia verificar se a impressão digital de quem vota é a mesma registrada, por exemplo, no tribunal eleitoral. <br /><br />Esse foi o segundo teste de votação por SMS feito pela UFSC, mas o primeiro nos moldes internacionais. Quem enviou sua mensagem de texto pagou o custo de uma mensagem comum de celular. Segundo Hoeschl, esse formato tem o custo de 5% do valor gasto numa eleição convencional. &quot;Na última eleição para prefeitos e vereadores, o Brasil desembolsou 1 bilhão de reais, envolvendo desde o custo dos TREs até do homem/hora na fila&quot;, estima.<br /><br />Na avaliação do professor, o Brasil já teria condições de adotar o celular como forma alternativa de votação. &quot;Tecnologicamente seria possível até mesmo substituir as urnas eletrônicas&quot;, diz.<br /><br />Talvez não seja para tanto, mas pode ser uma alternativa interessante, já que o país tem hoje mais de 168 milhões de celulares em operação -- uma densidade de 87,6% da população. Mas mesmo que resolva incluir o voto por SMS, dificilmente o Brasil sairá na liderança. A Rússia já sinalizou que vai adotar o modelo nas eleições de 2010. ]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Orkut já não é a mídia social mais usada no Brasil]]></title>

<pubDate>Ter, 24 Nov 2009 15:12:26 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091124_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>Enquanto a maioria das pessoas compara o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet<b><a href="http://www.slideshare.net/Elife2009/hbitos-de-usoe-comportamento-dos-internautasbrasileiros-em-mdias-sociais"> E-life e a InPress Porter Novelli, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.</a></b></div><div><br /></div><div>Dos quase 1 300 usuários entrevistados, 87,2% disseram que acessam o Twitter de sete a cinco vezes por semana, contra 72,6% que acessa o Orkut no mesmo período. É o líder, portanto, em frequência de acesso. Seria diferente se fossem analisados outros critérios.</div><div><br /></div><div>Segundo lugar no tempo de uso dos internautas, o Orkut ainda é o primeiro colocado entre as redes sociais com mais cadastrados no Brasil -- 89,6% dos respondentes têm conta na rede. O Twitter é o segundo, com 80,1% e o YouTube o terceiro, com 79,6%. O Facebook aparece na quinta posição, com 57,6% dos entrevistados registrados.</div><div><br /></div><div>Cada rede social, no entanto, parece ter uma função definida na rotina dos usuários. O Twitter, de acordo com 70% dos respondentes, é usado para leitura de notícias. O Orkut serve para contato com os amigos (segundo 86% das pessoas ouvidas) e o YouTube para passatempo e diversão (89,6%). </div><div><br /></div><div>Para Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, essa diferenciação é interessante porque muitas empresas usam abordagens semelhantes para redes sociais, mas dificilmente uma só estratégia vai funcionar para todas elas. ''As redes são usadas para finalidades muito diferentes e não uma abordagem para cobrir tudo'', diz.<br /><br />Nos três últimos meses, 4,8% dos respondentes fizeram cadastro no LinkedIn, o que foi uma surpresa na opinião de Lima. ''Foi a terceira rede social mais lembrada, atrás apenas do Twitter e do Facebook (em que 46,3% e 10% fizeram cadastros, respectivamente).&quot;</div>

















]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Fábrica brasileira inicia produção de Blu-ray]]></title>

<pubDate>Ter, 24 Nov 2009 11:23:10 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091124_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[A brasileira Microservice inicia nesta semana, na fábrica de Manaus, sua produção de discos de Blu-ray. Esta será a primeira linha de fabricação da América Latina e terá capacidade para 400 000 discos por mês. <br /><br />Segundo Isaac Hemsi, diretor geral da Microservice, a produção inicial será em caráter de testes. A fabricação em série acontecerá a partir de janeiro. &quot;Para 2010 estimamos que o mercado brasileiro consuma cerca de 1 milhão de discos de Blu-ray&quot;, disse a EXAME. <br /><br />A Microservice investiu 10 milhões de reais na linha de produção de Blu-ray na fábrica de Manaus, que tem 50 000 metros quadrados e abriga também a produção de DVDs e CDs.<br /><br />A companhia ingressou na produção de CDs em 1987 e foi a primeira fábrica do gênero entre os países latinos. Hoje, fatura cerca de 400 milhões de reais, sendo que 65% da receita vem de vídeo e música. O restante do faturamento vem de outras oito áreas, que vão de produtos de escritório e materiais fotográficos a serviços logísticos. <br /><br />O ano de 2009 é um <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0946/economia/ano-blu-ray-479642.html" target="_blank"><strong>marco na história do Blu-ray no Brasil</strong></a>: pela primeira vez, os aparelhos podem ser comprados por menos de 1 000 reais. Em 2006, quando começaram a chegar ao mercado brasileiro, os tocadores de Blu-ray custavam cerca de cinco vezes mais.]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Microsoft planeja pacto com a News Corp na batalha contra o Google]]></title>

<pubDate>Seg, 23 Nov 2009 12:14:11 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091123_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A Microsoft está discutindo um pagamento para o grupo de mídia News Corp retirar suas notícias do Google e indexá-las nas ferramentas de busca da própria gigante de software. A ousada medida teria como objetivo ganhar vantagem na briga pelo mercado de internet. <br /><br />Segundo informou o jornal Financial Times, as negociações estão em estágio inicial e partiram da News Corp, proprietária de jornais como Wall Street Journal, nos Estados Unidos, e The Sun, na Inglaterra.<br /><br />No entanto, o FT alega que a Microsoft já abordou outras companhias para convencê-las a remover seus sites da ferramenta de busca do Google. &quot;Isso tem a ver com os planos da Microsoft de destruir as margens do Google&quot;, disse ao FT um executivo próximo às negociações.<br /><br />A News Corp está adotando uma linha dura contra o Google. Recentemente, o presidente Rupert Murdoch, afirmou que usaria métodos legais para evitar que o Google &quot;roubasse&quot; histórias publicadas por seus jornais. <br /><br />A Microsoft está brigando quase a qualquer custo para ganhar uma fatia significativa no mercado de buscas. Em julho, a empresa de Bill Gates <a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20090729_listar_dia.shtml?permalink=185271"><strong>fechou uma parceria com o Yahoo</strong></a>! de dez anos para buscas. Segundo o acordo, o Yahoo! utilizará a plataforma de buscas Bing, da Microsoft, nos websites e será o negociador exclusivo das duas empresas para anúncios vinculados a buscas para grandes clientes. Pelo modelo de negócios, a MS vai pagar ao Yahoo! 88% das receitas com buscas geradas em seu site nos cinco primeiros anos do acordo.<br /><br />Em setembro, a consultoria norte-americana comScore apontou que a Microsoft detém 9,4% das buscas nos Estados Unidos, frente a 18,8% dos sites do Yahoo! e 64,9% do Google. Em números foram feitas quase 14 bilhões de buscas no país, sendo 9 bilhões pelo Google, 2,6 bilhões pelos sites do Yahoo! e 1,3 bilhão pela Microsoft. Agora, resta saber se a distância colossal que ainda existe entre os sites de busca da Microsoft e os do Google ou Yahoo! vai ser minimizada com acordos do gênero do plano da News Corp.</p>]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[O Windows do Google]]></title>

<pubDate>Qui, 19 Nov 2009 18:11:38 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091119_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>Acabou há alguns momentos a apresentação do <a href="http://googleblog.blogspot.com/2009/07/introducing-google-chrome-os.html"><b>Chrome OS</b></a>, o sistema operacional do Google. A expectativa era grande, afinal de contas muita gente acha que esse é o começo da grande batalha com a Microsoft.</div><div><br /></div><div>Eu acho que não é.</div><div><br /></div><div>Mas vamos devagar.</div><div><br /></div><div>Primeiro: o que é o tal Chrome OS?</div><div><br /></div><div>É um sistema operacional, como o Windows, ou o Mac OS, ou o Linux. Mas o Chrome é muito diferente desses três. Para o usuário, o sistema todo é basicamente um navegador de internet. Muito poderoso, rápido e seguro. Mas é um navegador de internet.</div><div><br /></div><div>O Chrome OS, a princípio, vai equipar apenas netbooks (não se falou quais marcas terão o novo sistema). A ideia é que ele faça o computador funcionar como uma TV: você aperta o botão e instantaneamente está na internet. (Na demonstração, o &quot;instante&quot; demorou uns sete segundos, mas, ei, algum outro computador liga tão rápido? Não que eu saiba.)</div><div><br /></div><div>Uma vez rodando, o Chrome abre uma janela de navegador. E é só isso que há ali. Não existe a tradicional área de trabalho, cheia de ícones. Não há programas para instalar. Não ícones para clicar. Quer abrir o email? Entre no site do seu webmail preferido. Quer editar uma planilha? Entre num serviço de documentos online. E assim por diante.</div><div><br /></div><div>Pense como você tem usado seu computador recentemente. São grandes as chances de que você passe a imensa maioria do tempo no navegador, não é mesmo? Pois então. Veja o vídeo abaixo (por enquanto apenas em inglês). </div><div> 
<br />
<object width="495" height="384"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0QRO3gKj3qw&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&hl=en_US&feature=player_embedded&fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/0QRO3gKj3qw&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&hl=en_US&feature=player_embedded&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="495" height="384" /></object>

<br /><br />


</div><div>Nos computadores equipados com o Chrome OS, os programas não estarão na máquina. Eles ficam na internet, ou, como diz o termo da moda, na &quot;nuvem&quot;.</div><div><br /></div><div>Faz sentido? Para alguns usos, faz. Certamente faz sentido para quem compra um netbook. Como bem apontou Sundar Pichai, vice-presidente de desenvolvimento do Google, quem compra um desses pequenos PCs de 300-400 dólares quer ter mobilidade e, essencialmente, entrar na internet. </div><div><br /></div><div>&quot;O netbook pode até ser o computador que você mais usa em termos de horas, mas acreditamos que você tenha uma outra máquina mais poderosa em casa&quot;, disse Pichai. </div><div><br /></div><div>Imagine um executivo em viagem, um gerente que vai visitar um cliente, um estudante que está na escola. O que essas pessoas querem de um netbook? Entrar na internet. Checar o e-mail, ler um documento, eventualmente fazer modificações. Acredite, tudo isso pode ser feito com grande conforto pela web.</div><div><br /></div><div>O que naturalmente traz a pergunta: e se não houver internet? Bem, aí começam a aparecer problemas. A nova geração dos sites/serviços online vai permitir que você tenha uma espécie de versão offline sempre carregada na máquina.</div><div><br /></div><div>Já dá para fazer isso com o Gmail, por exemplo. Você pode escrever mensagens e elas são enviadas assim que volta a conexão. Mas é claro que no mundo ideal o netbook vai estar sempre conectado -- é por isso que ele se chama NETbook.</div><div><br /></div><div>Outra questão diz respeito aos programas que você quer instalar no seu computador. Não haverá essa opção. &quot;O sistema não confia em programa nenhum&quot;, foi uma das frases pronunciadas no anúncio de hoje. Nem no próprio Chrome OS, diga-se: o sistema tem um sofisticado sistema de verificação de si próprio para garantir o máximo de segurança.</div><div><br /></div><div>Dispositivos externos, como câmeras e tocadores de música (como fazer com um iPod sem iTunes? Essa eu quer ver) devem funcionar normalmente. Idem para impressoras. Os detalhes técnicos serão esmiuçados nos próximos meses nos sites especializados.</div><div><br /></div><div>O vídeo abaixo é uma pequena demonstração do Chrome em uso:


<br /><br />
<object width="495" height="384"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hJ57xzo287U&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&hl=en_US&feature=player_embedded&fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/hJ57xzo287U&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&hl=en_US&feature=player_embedded&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="495" height="384" /></object>

<br /><br />




O que me leva ao começo do post. Nem cheguei perto do Chrome OS, mas já uso o Chrome como meu navegador principal faz tempo. Arriscaria dizer que o Chrome é o programa de computador que eu mais uso. Ele é excelente. Não teria nenhum problema em passar um dia fora da redação só usando Chrome, ou mesmo uma semana de viagem.</div><div><br /></div><div>Mas só. É preciso ter um computador &quot;principal&quot;, onde dê para editar fotos e filmes, organizar a coleção de músicas, jogar um joguinho mais pesado. E eu acho que, hoje, a maioria das pessoas ainda usa mais esse tipo de computador.</div><div><br /></div><div>É bastante provável que, no futuro, todo mundo tenha um segundo (ou terceiro, se você contar o smartphone) computador, menor. Mas por enquanto eu acho que a grande batalha com a Microsoft fica um pouco mais adiante.</div>





]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[TAM atravessa transição tecnológica]]></title>

<pubDate>Qui, 19 Nov 2009 15:32:32 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091119_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[O &quot;apagão&quot; no software de check-in da TAM, que causou atrasos em mais de 42% dos voos da companhia nesta manhã, mostra que contingência deve ser a palavra de ordem para os sistemas das companhias aéreas. <br /><br />O sistema ficou fora do ar das 6h às 8h40 e foi suficiente para causar atrasos em 199 dos 466 voos da companhia no dia, segundo a Infraero. Às 15h, 4,9% dos aviões da TAM ainda apresentavam atrasos. <br /><br />A TAM não comentou exatamente o que causou o problema de hoje e limitou-se a dizer que foi uma falha no sistema de check-in. A companhia está em plena fase de mudanças de seus sistemas de TI. Neste ano, a empresa fechou uma parceria de dez anos para tecnologia da informação com a Amadeus para a implantação de um sistema de gestão de passageiros. Pelo acordo, a Amadeus ficou responsável por substituir diversos aplicativos por uma única plataforma integrada, capaz de gerenciar reservas, inventários e processos de controle de partida dos voos.<br /><br />O treinamento e gerenciamento de mudanças para a operação na nova plataforma começou em março incluindo os funcionários da linha de frente nos aeroportos, das áreas de reservas, check-in, emissão de bilhetes e de vendas. Segundo Gustavo Murad, diretor da divisão de companhias aéreas da Amadeus, o problema de hoje não teve relação à migração e sim envolveu sistemas já implantados na TAM. <br /><br />&quot;No último fim de semana foi feita a substituição do software de reservas, inventário e e-commerce e essa troca não tem relação direta com o incidente de hoje. Os sistemas de check-in começam a ser migrados em dezembro e de forma gradual. A implantação total vai durar três meses&quot;, disse ao Zeros e Uns. <br /><br />Questionado sobre a viabilidade de fazer a substituição justamente num momento de alta temporada em que os aeroportos estarão lotados, Murad afirmou que a característica de migração gradual do sistema vai evitar problemas. Segundo o executivo, 100 pessoas do time global da Amadeus estão no Brasil para fazer a adaptação do sistema da TAM.<br /><br />Entre os especialistas a dúvida é: onde esteve exatamente o problema da TAM? &quot;A equipe de TI da TAM é grande. Eu fico admirado como podem ter existido falhas como essas de hoje, já que geralmente são feitos inúmeros testes antes da migração&quot;, diz Edison Fontes, especialista em segurança da informação e professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP).<br /><br />&quot;É difícil de estimar o que causou a pane por serem diversos os fatores possíveis, mas o que é certo é que o setor aéreo é um dos mais vulneráveis às falhas de sistemas, ainda mais do que os bancos. Uma pane simplesmente para o negócio&quot;, afirma.<br /><br />Para evitar problemas como os da TAM, outras empresas aéreas estão investindo na virtualização. Uma delas é a Azul, onde os PCs usados pelos funcionários que prestam atendimento ao público em lojas ou nos balcões de check-in são terminais extremamente simples, que acessam um servidor central e têm baixo poder de processamento. <br /><br />Isso representa uma economia de até 35% nos custos de hardware, sem contar a economia com a manutenção: os terminais não exigem atualizações individuais de software nem correm risco de infecção por vírus, apenas para mencionar duas vantagens. Além disso, se a conexão com o datacenter cair, as máquinas têm autonomia para funcionar por algumas horas a partir de um banco de dados alternativo. <br /><br />Segundo Paulo Prado, gerente de produtos da Symantec, que presta os serviços de aplicativos virtuais e autonomia dos computadores do check-in da Azul, no caso da atualização de software, as máquinas do check-in conseguem ter autonomia enquanto o processo é feito no datacenter. &quot;Depois disso, é só reiniciá-las para o novo sistema estar rodando normalmente&quot;, diz Prado. ]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[As 25 lições do Google]]></title>

<pubDate>Ter, 17 Nov 2009 19:03:48 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091117_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
Ken Auletta é um dos melhores, se não o melhor, jornalistas a cobrir o mundo da mídia. Seus livros e reportagens são um prazer raro (especialmente para quem é jornalista). Contam os bastidores do mundo das empresas de mídia com um candor raramente visto, e com uma linguagem de deixar qualquer um com inveja.<div><br /></div><div>Pois agora Auletta está lançando um novo livro, sobre o Google. O título é <i><a href="http://www.amazon.com/Googled-End-World-As-Know/dp/1594202354/ref=sr_1_1?ie=UTF8&s=books&qid=1258490069&sr=8-1"><b>Googled - The End of the World as We Know It</b></a>. </i>É difícil traduzir, pois em português não usamos o verbo googlar (<i>guga</i>r me parece mais adequado), mas vamos lá: Googlado - O Fim do Mundo Como Nós o Conhecemos. </div><div><br /></div><div>Não li o livro (mas já encomendei e vou fazer uma resenha para EXAME), mas pelo título dá para perceber que o fim do mundo, no caso, tem muito a ver com o futuro das empresas de mídia nessa em que tudo vai ser intermediado do Google.</div><div><br /></div><div>O curioso é que o último capítulo do livro acabou ficando de fora. Ele trata justamente de dicas para que as empresas de mídia consigam navegar nesta era mundo digital. Segundo disse Auletta em entrevista, o capítulo destoava do jeitão do livro. &quot;Não queria que ele fosse considerado um livro de auto-ajuda&quot; (mas que está na cara que ele vai ser lido assim, isso está).</div><div><br /></div><div>Auletta colocou o tal capítulo na internet para quem quiser ler. É interessante. Tem algumas regras repisadas da, ahem, literatura de negócios, como &quot;É preciso ter paixão&quot; e &quot;É preciso ter foco&quot;. Mas tem também muitas anedotas imperdíveis (como a decisão do CEO da Disney de não publicar anúncios na buscas, muito antes de o Google fazê-lo -- decisão tomada numa conversa de banheiro.)</div><div><br /></div><div><a href="http://kenauletta.com/mediamaxims.html"><b>Você encontra o capítulo no site de Auletta</b></a>.</div>

]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Telefônica pode responder à compra da GVT com redução do preço das ofertas]]></title>

<pubDate>Sex, 13 Nov 2009 20:45:31 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091113_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>A oferta de 7 bilhões de reais da espanhola Telefônica pela operadora GVT deixou claro que a empresa tem bastante dinheiro em caixa.</div><div><br /></div><div>O movimento mais provável agora, depois que essa aquisição se inviabiliza (a <b><a href="http://portalexame.abril.com.br/agencias/reuters/reuters-negocios/detail/vivendi-oferece-r-56-acao-gvt-assegura-57-5-capital-598177.shtml">francesa Vivendi anunciou hoje a compra de 50% da GVT</a></b> por 3,5 bilhões de reais e <b><a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091113_listar_dia.shtml?permalink=208483">a Telefônica disse que não vai fazer uma nova oferta</a></b>), é a redução no valor das ofertas da empresa.</div><div><br /></div><div>''Em uma semana a Telefônica pode anunciar a redução das tarifas cobradas'', diz Luiz Cuza, presidente executivo da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp).</div><div><br /></div><div>A avaliação da associação é que o total de 7 bilhões de reais oferecido representava um endividamento de curto prazo, o que significa muito dinheiro em caixa.</div><div><br /></div><div>Em longo prazo, no entanto, a companhia poderá reavaliar novamente a estrutura de suas ofertas. A GVT (e a Vivendi tem características bastante semelhantes na França) tradicionalmente oferece pacotes mais sofisticados, com mais velocidade.</div><div><br /></div><div>Oficialmente, segundo apurou a <b><a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/blog4p/20091113_listar_dia.shtml?permalink=208494">Carolina, do blog 4P, a Telefônica vai estudar no final de semana as medidas a serem tomadas</a></b>. É preciso esperar o susto que Antônio Carlos Valente tomou nesta sexta-feira 13 passar.</div>






]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Entrada da Vivendi abre mercado para novos investimentos]]></title>

<pubDate>Sex, 13 Nov 2009 20:01:41 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091113_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>Desde 2004, quando a mexicana Telmex iniciou as atividades no Brasil, uma empresa estrangeira ''de peso'' não entrava no mercado de telecomunicações nacional. A <b><a href="http://portalexame.abril.com.br/agencias/reuters/reuters-negocios/detail/vivendi-oferece-r-56-acao-gvt-assegura-57-5-capital-598177.shtml">chegada da francesa Vivendi, que anunciou hoje a compra de 50% da GVT</a></b>, agita novamente o setor.</div><div><br /></div><div>''Empresas como a Verizon, a AT&amp;T e até outras chinesas poderiam agora olhar com mais atenção para o país'', afirma Luiz Cuza, presidente executivo da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp).</div><div><br /></div><div>A mensagem da compra, segundo ele, é que o Brasil está aberto a novos investidores. Se a Telefônica tivesse ganhado a disputa <b><a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091113_listar_dia.shtml?permalink=208483">(a empresa disse que não vai fazer uma contraoferta)</a></b>, o impacto não seria tão positivo. Ao contrário. Como a companhia tem dado problemas na oferta do serviços de banda larga Speedy e não decolou empresas compradas no passado, como Atrium e TVA com operações em Curitiba (PR) e no Rio de Janeiro (RJ), o recado poderia ser negativo.</div><div><br /></div><div><div>A operadora francesa investiu na disputa para não perder a última oportunidade rápida de entrar no mercado latino-americano. Competia com a Telefônica porque a empresa espanhola concentra suas operações de banda larga no estado de São Paulo e assim também teria uma oportunidade de espalhar os negócios por outras regiões brasileiras.</div><div><br /></div><div>Esse não é o fim das esperanças. Segundo Julio Puschel, analista de telecomunicações do Yankee Group, a Telefônica provavelmente já tem um plano ''B'' de entrada no restante do mercado nacional. ''Só que para construir de uma rede do zero, vai levar mais tempo'', diz.</div></div>










]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Telefônica não deve apresentar nova proposta à GVT]]></title>

<pubDate>Sex, 13 Nov 2009 19:46:46 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091113_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A Telefônica não deverá apresentar uma nova proposta de compra à GVT, seguindo a proposta de aquisição da francesa Vivendi de 7,2 bilhões de dólares. Pelo menos isso é o que indica a resposta oficial da assessoria de imprensa da operadora. A respeito da notícia veiculada pela mídia nesta sexta-feira, a &quot;Telefônica manifesta seus melhores desejos de boa sorte à GVT&quot;.<br /><br />Em meados de setembro, a <a href="http://portalexame.abril.com.br/ae/economia/vivendi-faz-oferta-r-5-4-bilhoes-pela-gvt-521879.shtml" target="_blank"><strong>Vivendi se dispôs a pagar</strong></a> 42 reais por ação da GVT. Semanas depois, a Telefônica ofereceu 48 reais por papel, o que posteriormente foi elevado para 50,50 reais. Em nota, Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica disse que essa era a &quot;oferta máxima que poderíamos fazer levando-se em conta as sinergias entre a Telefônica e a GVT&quot;. (Valente, aliás teve uma &quot;sexta-feira 13&quot; daquelas: <a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/blog4p/20091113_listar_dia.shtml?permalink=208494" target="_blank"><strong>ficou sabendo da notícia pela internet</strong></a>).<br /><br />O valor oferecido hoje pela Vivendi foi de 56 reais por ação e assegura o controle de 57,5% da GVT -- sendo que 37,9% já estão garantidos e de opção irrevogável para adquirir 19,6%.<br /><br />Para o advogado especialista em telecom, Guilherme Ieno Costa, do escritório Koury Lopes, a aquisição pela Vivendi é positiva para o mercado e garante maior competitividade. &quot;O melhor para o país seria manter uma operadora independente, e a entrada da Vivendi garante o modelo que foi desenhado na abertura do mercado no fim dos anos 90, com a existência de pelo menos duas empresas brigando pelos clientes&quot;, diz.<br /><br />A GVT oferece telefonia fixa e banda larga nas regiões Sul, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste. Até o fim do segundo trimestre, a empresa detinha 2,5% do mercado de linhas fixas e 540 864 linhas de banda larga, ou 4,77% de participação. No início de outubro, <a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091007_listar_dia.shtml" target="_blank"><strong>quando a Telefônica fez a primeira proposta</strong></a>, avaliada em 6,5 bilhões de reais, os analistas já diziam que a movimentação poderia gerar um leilão em torno da operadora. <br /><br />A desistência da Telefônica -- ainda que seja parcial e apenas indicativa pela nota à imprensa -- representa o segundo baque para a operadora na semana. Na quinta-feira (11/11), foi divulgado um balanço que mostra que a <a href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/net-supera-telefonica-assinantes-banda-larga-511704.html"><strong>NET ultrapassou a Telefônica</strong></a> na venda de conexões à internet em banda larga. A NET totalizou 2,79 milhões de assinantes do Vírtua, crescimento de 36% em relação ao mesmo período de 2008. A Telefônica detém 2,57 milhões de usuários do Speedy. Se a aquisição da GVT fosse consolidada, a Telefônica voltaria à primeira colocação com 3,4 milhões de assinantes. <br /><br />Ainda na quinta-feira (11/11), a Anatel havia dado anuência prévia às negociações pela GVT. Com isso, Telefônica e Vivendi teriam carta branca para negociar diretamente com a operadora, ainda que <a href="http://portalexame.abril.com.br/agencias/reuters/reuters-negocios/detail/anatel-impoe-condicoes-telefonica-comprar-gvt-595707.shtml" target="_blank"><strong>existissem restrições </strong></a>à operadora espanhola, como o compromisso de manter marcas e estruturas corporativas separadas. &quot;Para o modelo de negócios e pela filosofia da GVT, a aquisição pela Vivendi faz muito mais sentido. A GVT sempre teve um perfil muito diferente do que o da Telefônica no que diz respeito à concorrência&quot;, afirma Costa.<br /><br />Em <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0955/negocios/nao-fizemos-nem-auditoria-508543.html" target="_blank"><strong>entrevista recente a EXAME</strong></a>, Valente, da Telefônica, afirmou que jogou tudo para adquirir a GVT. &quot;Não fizemos nem auditoria na GVT&quot;, afirmou. Se tudo saísse como o planejado, a intenção da Telefônica era fechar a negociação até o fim do ano. &quot;O que importava era a hegemonia do grupo no país&quot;, complementa Costa, do escritório Koury Lopes.</p>]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Anatel autoriza compra da GVT]]></title>

<pubDate>Qui, 12 Nov 2009 18:53:44 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091112_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>A Agência Nacional de Telecomunicações, Anatel, decidiu em reunião realizada hoje conceder a anuência prévia à Telefônica e à Vivendi, o que significa que as empresas agora tem carta branca para comprar a GVT. </div><div><br /></div><div>Está acontecendo neste momento, em Brasília, uma coletiva de imprensa com o conselheiro João Resende e com o embaixador Ronaldo Mota Sardenberg. </div><div><br /></div><div>Eles anunciam que agora as duas empresas tem autorização para realizar a transferência de controle da GVT. <b><a href="http://portalexame.abril.com.br/agencias/reuters/reuters-negocios/detail/anatel-impoe-condicoes-telefonica-comprar-gvt-595707.shtml">Mas há restrições para a Telefônica.</a></b></div><div><br /></div><div>A compra da GVT é ainda mais importante para o grupo espanhol porque a sua principal concorrente, a <b><a href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/net-supera-telefonica-assinantes-banda-larga-511704.html">NET, assumiu a primeira posição no mercado de banda larga do Brasil</a></b> -- é a maior empresa do setor em número de assinantes.</div><div><br /></div><div>A Telefônica fez uma proposta de 6,5 bilhões de reais por 100% do controle da GVT no dia 07 de outubro. A oferta foi uma reação à oferta da Vivendi, dias antes, de 5,4 bilhões de reais pela companhia.</div>






]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[AMD: números do mercado de chips vão mudar]]></title>

<pubDate>Qui, 12 Nov 2009 17:03:04 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091112_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>Encurralada diante da liderança massiva da Intel no mercado de microprocessadores, a <b><a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091112_listar_dia.shtml?permalink=208180">AMD comemorou muito o anúncio do fim da disputa judicial com a rival</a></b>. Dava para ver nos olhos e no tom de voz da gerente geral da companhia no Brasil, Claudia Santos, e do vice-presidente de vendas para canais, John Byrne. EXAME esteve com eles hoje e os ouvir contar como acreditam em um novo rumo do mercado.</div><div><br /></div><div>A Intel registra cerca de 80% da liderança de mercado de chips. Daqui para frente, impedida de adotar práticas protecionistas, a AMD acredita que a história será diferente. ''Nós sempre lutamos por ter o direito de competir em pé de igualdade'', diz Claudia. </div><div><br /></div><div>As disputas judiciais se arrastam desde 2005. A AMD decidiu fazer investigações sobre as práticas da concorrente no Japão, Coréia, na União Européia e nos Estados Unidos. Condenada nos países asiáticos e na Europa (onde foi obrigada a pagar 1,4 bilhão de dólares), a Intel anunciou o acordo antes do julgamento nos EUA. ''Quem aceita pagar, de certa forma admite que esteve errada'', acrescenta Cláudia.</div><div><br /></div><div>A esperança da AMD é não ser mais barrada em clientes sem razão aparente, como vinha acontecendo. ''Sem as práticas antiéticas da Intel que impedia a nossa entrada em alguns varejistas, por exemplo, acreditamos que os nossos resultados vão melhorar muito'', afirma Byrne.</div><div><br /></div><div>O valor de 1,25 bilhão de dólares terá de ser pago pela Intel nos próximos 30 dias e dará um respiro financeiro à AMD. A empresa tentava finalizar os tempos de vacas magras apostando em máquinas que combinavam o poder de processamento da CPU com o poder gráfico, medida possível depois que a AMD comprou a ATI Technologies em 2006.</div><div><br /></div><div>O negócio de 5,4 bilhões de dólares era um meio de a AMD oferecer chips que integram o poder de processamento e gráficos em uma só máquina. Na parte gráfica, o maior rival da AMD/ATI é a nVidia, antigo parceiro da AMD -- e em um segmento onde o rival não é muito maior, a empresa definiu como meta logo em 2010 assumir a ponta no setor.</div><div><br /></div><div>As mudanças também são fruto de alterações na estrutura administrativa e no time de gestores que a empresa colocou em prática. &quot;Nos últimos meses realmente nos tornamos uma AMD só'', diz Byrne. A empresa unificou as áreas de marketing, vendas e outras para garantir o mesmo foco, a oferta unificada e partir em busca de melhores resultados. </div><div><br /></div><div>O CEO da Intel, Paul Otellini, conversou com alguns jornais, mas não disse muito. <b><a href="http://www.ft.com/cms/s/0/e2a2d9d0-cf98-11de-b876-00144feabdc0.html">Ao Financial Times</a></b>, afirmou que os casos antitrust são extremamente complexos, que o acordo é um bom compromisso entre as duas empresas e que minimizou os potenciais danos.</div><div><br /></div><div>Se isso vai alterar os números do setor e aumentar as vendas de processadores AMD, é o que veremos.</div>













]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Intel paga US$ 1,25 bi à AMD e encerra disputas judiciais]]></title>

<pubDate>Qui, 12 Nov 2009 12:38:34 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091112_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>As fabricantes de chips Intel e AMD chegaram nesta quinta-feira (12/11) a um acordo para encerrar uma disputa legal de patentes e práticas anticompetitivas. <br /><br />Pelo acerto, a Intel pagará 1,25 bilhão de dólares à rival. Além disso, as duas empresas vão obter direitos de patentes em um novo acordo de cinco anos e vão colocar um ponto final das acusações. <br /><br />A AMD comprometeu-se também a abandonar as acusações contra a Intel na corte de Delaware, Estados Unidos, e dois casos pendentes no Japão. A empresa também vai retirar as queixas regulatórias que fez a várias organizações mundiais. <br /><br />Num comunicado conjunto, AMD e Intel afirmaram que &quot;ao passo que o relacionamento entre as duas empresas foi difícil no passado, o acordo encerra as disputas legais e permite às companhias focarem seus esforços em inovação de produtos e desenvolvimento&quot;.<br /><br />Jonathan Todd, porta-voz da União Européia afirmou ao jornal New York Times, que apesar de as duas companhias terem chegado a um acordo, a Intel não estará livre das acusações antitruste na Europa. Falando pela comissária responsável pelas questões concorrenciais Neelie Kroes, Todd disse que a &quot;Intel tem uma obrigação a cumprir com a decisão antitruste e com a lei de competição na Europa&quot;. <br /><br />&quot;A comissão continua vigorosamente a monitorar o cumprimento da Intel com suas obrigações frente à decisão antitruste européia&quot;, disse.</p>]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[HP compra 3Com por 2,7 bilhões de dólares]]></title>

<pubDate>Qua, 11 Nov 2009 20:54:28 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091111_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>A HP anunciou na tarde desta quarta-feira (11/11) a aquisição da 3Com por 2,7 bilhões de dólares. Segundo o comunicado, a HP pagará 7,9 dólares por ação da 3Com em dinheiro. <br /><br />A aquisição vai ampliar significativamente a linha de sistemas de comunicação da HP e ampliar a participação da empresa sobretudo na China, um dos mercados que mais crescem no mundo. No ano passado a 3Com faturou 1,3 bilhão de dólares.</p><p>A 3Com também reforçará a habilidade da HP para competir em produtos de segurança de rede. Nos últimos quatro anos, a linha TippingPoint da 3Com lidera uma avaliação da consultoria Gartner sobre produtos de segurança. Segundo a HP, cerca de 30% das empresas listadas no ranking Fortune 100 já implantaram o sistema. <br /><br />&quot;A HP nunca teve medo de fazer uma grande e expressiva aquisição, como foi visto na compra da Compaq anos atrás&quot;, disse Laura DiDio, diretora de pesquisas da consultoria norte-americana ITIC. &quot;Essa é definitivamente uma medida para bloquear a posição dominante da Cisco nesses mercados e consolida a posição da HP como ponto único de compra para tudo, desde PCs, servidores até produtos de segurança e colaboração&quot;.<br /><br />A HP tem hoje 321 000 funcionários no mundo. Somando a 3Com, desde 2005, a empresa adquiriu nada menos do que 13 empresas, desde companhias de foto online, games, tecnologias para impressoras e software até serviços. A compra mais expressiva foi a da EDS no ano passado, avaliada em quase 14 bilhões de dólares - descontada a incorporação da Compaq, por mais de 20 bilhões de dólares há oito anos. A iniciativa <a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0929/tecnologia/frente-brasileira-391364.html" target="_blank"><strong>fortaleceu a HP para brigar de perto com a IBM</strong></a> pelo mercado de serviços de tecnologia.</p>]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Apple supera Nokia em lucro com celulares]]></title>

<pubDate>Qua, 11 Nov 2009 10:40:33 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091111_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Embora tenha entrado no mercado de telefones celulares só em 2007, com o lançamento do iPhone, a Apple já é a fabricante com o maior lucro em telefones móveis. Segundo um estudo divulgado pela consultoria Strategy Analytics, no terceiro trimestre a empresa de Jobs lucrou 1,6 bilhão de dólares com a venda de iPhones, frente a 1,1 bilhão de dólares da Nokia. <br /><br />No entanto, a Nokia permaneceu na liderança em volume de unidades. A empresa manteve 37,9% do mercado com 16,4 milhões de aparelhos. &quot;Geralmente a Apple não é a primeira a colocar produtos no mercado, mas quando faz isso tem a tendência de sacudir o mercado. E com o iPhone foi exatamente o que aconteceu&quot;, disse Gene Munster, diretor de pesquisas da Piper Jaffray ao Zeros e Uns. <br /><br />Uma pesquisa recente comprovou que o iPhone é o <a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091027_listar_dia.shtml?permalink=205385"><strong>aparelho que mais agrada os usuários</strong></a>. Segundo o levantamento, feito pela empresa de pesquisas ChangeWave Research, entre os proprietários do aparelho, 74% estão muito satisfeitos. A segunda colocação é ocupada pela RIM, que fabrica o BlackBerry, e detém 43% da preferência. A Nokia aparece apenas na oitava colocação, com 29% das respostas. <br /><br />Para o início do próximo ano, os rumores apontam para uma nova investida da Apple, dessa vez no terreno dos computadores portáteis com um tablet. A bolsa de apostas está aberta e falo disso na edição de EXAME que circula nesta quinta-feira (12/11).</p>]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Google deve voltar a comprar empresas de anúncios móveis]]></title>

<pubDate>Ter, 10 Nov 2009 18:19:34 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091110_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>Setecentos e cinquenta milhões de dólares em ações foram usados ontem pelo Google para a aquisição da AdMob. Mas apesar do volume de recursos usado para fechar o negócio -- um dos maiores do Google --, a gigante de tecnologia pode estar de olho em mais compras no segmento de oferta de anúncios móveis. </div><div><br /></div><div>A <b><a href="http://moconews.net/article/419-is-google-gearing-up-to-buy-a-second-mobile-ad-network/">informação divulgada pelo blog mocoNews.net</a></b> diz ainda que nenhuma das duas empresas tem a habilidade de inserir um anúncio em uma mensagem de texto via celular -- pelo menos não em larga escala. </div><div><br /></div><div><b><a href="http://www.google.com/press/admob/index.html">Na página na internet em que fala dos detalhes da compra da AdMob</a></b>, o próprio Google explicita a falha de cobertura, dizendo que a AdMob tem foco na busca de dispositivos móveis e o Google em telas. Nenhuma das duas é citada no desenho que mostra o envio de SMS.</div><div><br /></div><div>A pergunta-chave, segundo o blog do Vale do Silício, é se o Google já está se preparando para uma nova aquisição na área de anúncios móveis. Enviar SMS, porém, é uma função que praticamente todos os celulares podem fazer e é a base da maioria das campanhas de marketing -- <b><a href="http://www.emarketer.com/Reports/All/Emarketer_2000591.aspx">55% do mercado de anúncios móveis, de acordo com a eMarketer</a></b>. No Brasil isso é ainda mais representativo, já que cerca de 85% dos aparelhos são pré-pagos.</div><div><br /></div><div>O mocoNews lista empresas candidatas a próximas aquisições do Google. Entre elas, 4INFO, HipCricket, Cellfire, SinglePoint, iLoop Mobile e VeriSign Messaging.</div>










]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Nokia faz recall de 14 milhões de carregadores, Brasil não é afetado]]></title>

<pubDate>Seg, 09 Nov 2009 15:54:09 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091109_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>A fabricante finlandesa de telefones celulares Nokia disse nesta segunda-feira (09/11) que começou um <b><a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052748704402404574525261176502226.html">programa para substituir gratuitamente os carregadores dos aparelhos com riscos de choques eletrônicos.</a></b></div><div><br /></div><div>Os carregadores de bateria da marca Nokia, que são fabricados por uma empres terceirizada, até agora não causaram nenhum acidente ou lesão que se tem conhecimento. </div><div><div><br /></div><div>Um porta-voz da companhia informou ao jornal Wall Street Journal que 14 mil de carregadores podem ser substituídos por causa do programa. O fornecedor, a chinesa BYD, vai assumir as consequências econômicas do programa, sem falar em custos.</div><div><br /></div><div>A assessoria de imprensa da empresa no Brasil garantiu que brasileiros não tem com o que se preocupar. Os carregadores defeituosos não chegaram ao Brasil. ''Nenhum dos modelos inseridos no programa foi vendido no mercado brasileiro por meio dos canais autorizados de comercialização de produtos e acessórios Nokia&quot;, informou em nota.</div><div><br /></div><div>A Nokia diz que a cobertura de plástico dos carregadores defeituosos pode se soltar, expondo os componentes internos e causando choques elétricos quando o carregador é plugado na tomada. O problema foi identificado durante um procedimento de rotina de controle de qualidade.</div><div><br /></div><div>Em agosto de 2007, a <b><a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/082007/14082007-5.shl">Nokia anunciou um recall maior, de 46 milhões de baterias de celulares</a></b> e smartphones no mundo por problemas de super aquecimento. </div><div><br /></div><div><span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "><i>(Imagem meramente ilustrativa)</i></span></div></div>









]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Netbooks vão somar 35 milhões de unidades]]></title>

<pubDate>Seg, 09 Nov 2009 12:07:41 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091109_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>Inexistente há cerca de quatro anos, o mercado de netbooks não para de crescer. Cerca de <b><a href="http://www.abiresearch.com/press/1538-Global+Netbook+Market+On-Track+for+35+Million+Shipped+in+2009">35 milhões de netbooks vão ser fabricados e entregues ao vendedores em 2009, segundo estudo da empresa de pesquisas ABI Research.</a></b></div><div><br /></div><div>De acordo com a ABI, 74% dos netbooks lançados em 2008 eram de três fabricantes: Acer, Asus e Samsung. Entretanto, o rápido crescimento da categoria como o segundo computador em mercados desenvolvidos vão ser superados nos próximos anos por vendedores que miram países desenvolvidos e querem ter o primeiro computador em casa.</div><div><br /></div><div>A fabricante Asus dominou as vendas da categoria de netbooks em 2007 quando lançou o Eee PC e a Acer ganhou representatividade no quarto trimestre de 2008. Enquanto esses fabricantes líderes de netbooks são marcas conhecidas dos mercados de laptops e desktops, outros são empresas recém chegadas ao setor. Fabricantes como Nokia lançaram netbooks recentemente para tentar garantir parte do montante movimentado.</div><div><br /></div><div>A expectativa é que os equipamentos ultra móveis (netbooks, notebooks ultra móveis e celulares com acesso à internet) vão chegar a 124 milhões até 2011.</div><div><br /></div><div>A categoria de eletrônicos móveis, que deve fechar o ano com 2 milhões de equipamentos lançados, deve saltar para 50 milhões até 2014. Este mercado é liderado por dispositivos do tipo GPS e por leitores eletrônicos -- o pioneiro Kindle, da Amazon, está perdendo mercado para o Nook, da Barnes&amp;Noble, o Sony Daily Edition, o iRex, o Plastic Logic Que e outros.</div>





]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Jovens dedicam-se igualmente ao videogame e TV]]></title>

<pubDate>Qua, 04 Nov 2009 15:24:43 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091104_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>A televisão foi a inimiga número um dos pais dos anos 80 e 90. Tirar crianças e adolescentes de frente da telinha para que fossem estudar era rotina. Parecia que não seria diferente no futuro, mas de certa forma é. </div><div><br /></div><div>Hoje os jovens continuam em frente às telinhas, mas podem também estar jogando videogames -- esse sim o maior rival de muitos pais. Chegou a acontecer em alguns lares no passado, por causa do Atari e do MegaDrive, mas não era regra. Atualmente, uma pesquisa mostra que o tempo que os jovens gastam jogando é praticamente o mesmo que despendem navegando na internet e assistindo à televisão.</div><div><br /></div><div>De acordo com <b><a href="http://www.tnsglobal.com/news/news-D85B68525B8C4274AA8A722706273FEF.aspx">relatório da TNS</a></b> e da <b><a href="http://www.emarketer.com/Article.aspx?R=1007362">eMarketer</a></b>, os usuários de internet do sexo masculino dos EUA gastam 10 horas por semana jogando videogames. Com televisão, o mesmo público passa 10,7 horas e 10,8 horas navegando na web. </div><div><br /></div><div>A usabilidade é bem superior entre garotos de idade entre 8 e 12 anos. Eles jogam em média 13 horas por semana, bem mais tempo do que o gasto com televisão e navegando na internet. Até mesmo usuários mais velhos, com idade entre 50 anos ou mais, gastam em média 4,5 horas por semana com games.</div><div><br /></div><div>O estudo reforça que as mulheres são quase tão vidradas em videogames quanto homens, com 80% delas dizendo que jogam, contra 87% dos homens americanos. A preferência varia quando se trata de plataforma. Elas gostam mais de portais de games e, eles, de consoles.</div><div><br /></div><div>Os jogos preferidos, especialmente em portais, são casuais e gratuitos. Somente 30% dos jogadores gastam dinheiro nesse meio -- menos de dois terços pagam por jogos móveis. Jogadores de console, no entanto, são mais gastadores e somente 21% deles disseram nunca comprar games.</div>











]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Yammer, a versão corporativa e rentável do Twitter]]></title>

<pubDate>Sex, 30 Out 2009 12:56:44 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091030_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[
<div>Há um ano surgiu mais uma <b><a href="https://www.yammer.com/">empresa de tecnologia no Vale do Silício, o Yammer</a></b>. A proposta é muito parecida com o que é o microblogger Twitter, com duas diferenças básicas: é destinado a empresas e, desde que nasceu, é lucrativo.</div><div><br /></div><div>O Yammer já tem 50 000 clientes e no time de fundadores estão profissionais que estiveram nos bastidores do Facebook, o ex-COO da PayPal e a venture capital Charles Rivers. Durante a apuração da <b><a href="http://portalexame.abril.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&COD_RECURSO=211;831&URL_RETORNO=http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0955/tecnologia/e-mail-morreu-508291.html">reportagem ''O e-mail morreu''</a></b>, que está na edição desta quinzena de Exame, conversamos com Rahul Agarwal, diretor de comunicação do Yammer, que nos contou como a empresa acredita que está mudando as regras de comunicação. Abaixo, a entrevista na íntegra.  </div><div><br /></div><div><b>1.<span class="Apple-style-span" style="white-space: pre; ">&nbsp;</span></b><b>Como surgiu a Yammer e qual é o principal objetivo da companhia?</b></div><div>O objetivo da empresa é revolucionar a comunicação corporativa, a forma como o e-mail rege a comunicação nas organizações. Todo o mundo o usa, mas não é um bom meio para empresas. Com o e-mail eu mando uma mensagem para alguém que não pode escolher se quer receber esse e-mail ou não. Também são problemáticos aqueles e-mails que as pessoas mandam para ''todos'' do escritório, porque o inbox fica lotado e muitos vão responder a essa mensagem novamente ''a todos''. E muitas vezes a maioria das pessoas não tem nada a ver com essa discussão. </div><div><br /></div><div>O que diferencia o e-mail do Yammer é que você escolhe de quem quer receber mensagens (popularmente, como no Twitter, se diz ''quem você quer seguir''). Quando você segue essas pessoas, as atualizações delas aparecem na sua tela. Mas mesmo se você não segue determinada pessoa, se é uma discussão iniciada por alguém que você não segue, há a chance de ir até essas pessoas e entender do que se trata. Assim você vê informações que são importantes para a empresa, agiliza a obtenção e disseminação de informações.</div><div>&nbsp;</div><div><b>2. Mas de que forma exatamente vai mudar a comunicação nas empresas?</b></div><div>A ideia em torno de um microblog é que ele força as pessoas a serem sucintas. Nos e-mails, não. Você pode escrever cinco parágrafos mesmo quando só um é relevante. O Yammer tem uma espécie de ''norma social'' que as pessoas captam. Assim ele evita os cinco parágrafos e traz produtividade, deixando também de lado a formalidade do email. Dispensa a introduções formais como ''Prezado Fulano'' ou ''Olá, tudo bem'' e o preenchimento do ''assunto'', além do trabalho de encontrar o endereço de e-mail correto. No Yammer há uma caixa em branco, é só escrever e publicar sem se preocupar com as formalidades. As pessoas ficam mais acessíveis. </div><div><br /></div><div><b>3. Quais são os usos mais comuns do Yammer?</b></div><div>Normalmente o Yammer é usado para comunicação entre departamentos, especialmente em empresas em que a comunicação é baseada em arquivos. Uma pessoa do departamento de engenharia segue outra de relações públicas e pode saber o que está acontecendo com a empresa publicamente. A comunicação continua baseada em arquivos, mas reduz o fluxo de e-mails e diminui a burocracia. É possível ler o que o CEO ou o estagiário tem a dizer. É uma forma de manter os funcionários atualizados, de avisar quando há alguém novo, por exemplo. E as pessoas podem procurar palavras chaves para saber o que está sendo dito sobre um projeto ou novidade e as buscas são em tempo real. O Yammer realmente promove conversas em tempo real, é muito parecido com ferramentas de mensagens instantâneas, mas não privadas. </div><div><br /></div><div>Há ainda a possibilidade de enviar mensagens diretas e criar grupos. Nos grupos públicos, qualquer pessoa pode se juntar se tiver interesse semelhante. [<i>Na AMD, cliente do Yammer com quem Exame conversou, há um grupo para quem gosta de games</i>]. Nos privados, é possível juntar o time de vendas, por exemplo, para falar assuntos referentes apenas a essa área e ninguém de marketing, engenharia ou relações públicas tem acesso. Isso é bom para categorizar discussões. Nós queremos continuar integrando a ferramenta com o fluxo de trabalho de outras pessoas. Hoje, se você tem um smartphone de qualquer tipo, você pode acessar o Yammer. Temos aplicativos para iPhone, para Blackberry e para Windows Mobile. Também estamos integrados ao Outlook, da Microsoft. Isso significa que você não precisa mudar toda a sua cultura, pode apenas integrar isso no seu fluxo de trabalho. </div><div><br /></div><div><b>4. No Yammer também há limite de caracteres por mensagem, como os 140 do Twitter?</b></div><div>Não, porque para 90% das pessoas nas empresas isso não é muito conveniente. É legal no Twitter, onde você pode usar gírias e abreviações, mas não na empresa, onde as pessoas têm mais o que fazer do que se preocupar em fazer uma mensagem se adequar ao padrão. Às vezes espaço é necessário nos negócios. Tem uma pequena caixa, para indicar que a mensagem deve ser curta, mas sem limites.</div><div><br /></div><div><b>5. Quantos clientes já conquistaram?</b></div><div>Temos 50 000 redes criadas, são 50 000 empresas usuárias, contas ativas. Aliás, nós recentemente ultrapassamos esse número. Estamos crescendo incrivelmente rápido. Tínhamos 45 000 clientes em uma semana e na outra estávamos com 50 000. Alguns são clientes grandes, como a rede de televisão FOX, a consultoria Delloite, e a fabricante de chips AMD. </div><div><br /></div><div><b>6. Biz Stone, um dos fundadores do Twitter, esteve no Brasil recentemente <a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091022_listar_dia.shtml?permalink=204336">(clique aqui e veja o vídeo)</a> e falou dos esforços da empresa para conseguir lucro. Ao contrário, o Yammer tem uma proposta muito semelhante e já tem lucro, certo?</b></div><div>Obviamente, o Twitter vai ficar bem. Mas é isso mesmo. Quando nós fomos fundados, muita gente nos chamava de ''Twitter com um plano de negócios''. Eles focaram nos usuários finais e nós no ambiente corporativo, isso nos permite sair e vender redes e gerar receita imediatamente. </div><div><br /></div><div><b>7. Como você vê a posição do e-mail hoje na comunicação?</b></div><div>O e-mail está se tornando desatualizado e antigo, porque existem muitas formas alternativas para conversação. Obviamente, o e-mail não vai morrer ou pelo menos não rapidamente, mas há cada vez mais gente abandonando esse meio, feliz com o fato de haver outras formas de comunicação fora do e-mail. A questão é que hoje qualquer um pode criar uma rede Yammer. Então, se quiser formar uma rede privada entre você e outras pessoas que queira convidar, é possível. As pessoas estão muito empolgadas com isso.</div>

















]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Apple corta preços para ganhar mercado no Brasil]]></title>

<pubDate>Qui, 29 Out 2009 12:28:42 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091029_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[<p>Pela terceira vez no ano a Apple está reduzindo os preços de seus computadores no Brasil. A queda do dólar está ajudando a empresa a diminuir o valor das máquinas e, no total, nove modelos de Macs terão desconto a partir desta quinta-feira (29/10). <br /><br />O modelo de entrada, o Macbook de 13 polegadas com disco de 120 GB, teve seu valor cortado em 10%, de 3 099 reais para 2 799 reais. Já o ultrafino Macbook Air de 13 polegadas e também com 120 GB de disco passou de 5 199 para 4 999 reais e o McBook Pro de 15 polegadas e 250 GB caiu de 6 199 para 5 999 reais. <br /><br />A estratégia da Apple de cortar os preços dos Macs vai além de apenas repassar a queda do dólar. A empresa está num esforço claro -- ainda que não admita publicamente -- de tentar disseminar seus computadores no Brasil. (Popularizar ainda não é termo, especialmente porque, em termos de preços, as máquinas ainda estão longe de serem exatamente populares). <br /><br />No início de outubro, <a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091006_listar_dia.shtml?permalink=201090" target="_blank"><strong>lançou sua loja própria</strong></a>, seu primeiro esforço de vendas diretas. E os acordos de vendas com terceiras também têm crescido, e ilustram a intenção da Apple de ganhar mercado. &quot;A redução de preços está levando mais varejistas a firmarem parcerias com a empresa&quot;, afirmou ao Zeros e Uns um executivo próximo à companhia.<br /><br />Hoje, os computadores da Apple estão em cerca de 40 lojas da livraria Saraiva, lojas virtuais como Americanas.com e Submarino, além da rede de parceiros Fast Shop, Fnac, CTIS e MyStore -- que tem lojas em Campinas, interior de São Paulo, Ibirapuera, zona sul da capital paulista e inaugura hoje a loja do shopping Anália Franco, zona leste da cidade. A nova unidade dará mais 10% de desconto até domingo (1/11) em cima dos novos preços dos Macs.</p><p>Segundo a MyStore, os planos são de abrir mais quatro operações de revenda de equipamentos Apple em shoppings do país a partir de 2010. </p>]]></description>

</item>

<item>
<title><![CDATA[Totvs cresce com as pequenas]]></title>

<pubDate>Qui, 29 Out 2009 12:08:06 -0300</pubDate>
<link>http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091029_listar_dia.shtml</link>
<description><![CDATA[As pequenas e médias empresas foram as principais responsáveis pelos resultados expressivos da Totvs no terceiro trimestre. No período, foram 827 novos clientes -- um recorde para a empresa -- e desse total boa parte representou investimentos de companhias de pequeno porte. <br /><br />&quot;O valor médio do pacote de licenças caiu, o que mostra que mais clientes de menor porte estão comprando&quot;, disse José Rogério Luiz, vice-presidente executivo e financeiro e diretor de relações com investidores ao Zeros e Uns. No período, o valor médio do pacote de licenças caiu 10,6%, de 14 800 para 13 200 reais. <br /><br />No terceiro trimestre a Totvs faturou 252,5 milhões de reais, crescimento de 16% sobre o ano passado. A empresa elegeu 11 áreas prioritárias para investimento, como saúde, agroindústria, educação, distribuição e logística e o setor financeiro, onde ganhou presença especialmente em outubro com a aquisição da TotalBanco. &quot;Ainda estamos longe de atingir o potencial desse setor e queremos fornecer sistemas complementares aos megabancos e fazer parte do crescimento das médias instituições disse&quot;. <br /><br />Hoje já não existe distinção entre os sistemas da Totvs e Datasul, segundo Luiz. A integração das empresas já foi concluída e a oferta dos sistemas para os novos clientes pode combinar elementos do software da Totvs com outros da Datasul. &quot;Para quem achava que a fusão não ia dar certo e ia ser como misturar Corinthians e Palmeiras, aqui está a prova de que deu certo&quot;, resume. ]]></description>

</item>
  
				 
				 
</channel>
</rss>