
Publicado em 24/07/2008 - 19:01
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Publicado em 23/07/2008 - 12:25
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Publicado em 22/07/2008 - 20:09
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Publicado em 22/07/2008 - 17:17
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Durante a apresentação de seus resultados trimestrais nessa segunda-feira, a Apple afirmou que pretende lançar o iPhone 3G em mais 20 países em agosto. A dúvida que fica é se o Brasil será um dos contemplados nessa leva, ainda mais porque, segundo informações extra-oficiais, o pedido de homologação ainda não entrou na Anatel -- o que leva a crer que esse prazo está mais do que apertado para o cobiçado smartphone entrar no Brasil.
Outro ponto a ser considerado é a grande demanda que a empresa deve ter por aqui. Como se vê, ela não está dando conta de abastecer suas lojas nem nos Estados Unidos e gerou uma fila de espera. Quem dirá no Brasil, onde os fãs de tecnologia esperam ávidos pelo aparelho... -- a propósito, a Apple disse que não há nada de errado com a produção do iPhone 3G e que apenas a demanda surpreendeu, o que dá confiança para inaugurar os novos mercados em 22 de agosto.
Também durante a apresentação dos resultados, a Apple informou que teve um salto expressivo nas vendas do iPhone: de 270 000 no terceiro trimestre do ano passado para 717 000. A Apple encerrou seu terceiro trimestre fiscal, em junho, com crescimento de quase 37% no faturamento, atingindo 7,46 bilhões de dólares. O lucro foi de 1,07 bilhão de dólares, elevação de 30,8% no período. Sobre as vendas regionais, a Apple disse que a região da América Latina cresceu mais de 50% ao ano.
No período, a Apple vendeu quase 2,5 milhões de computadores Macintosh, crescimento de 43%. A venda de iPods subiu 12%, a 11 milhões de unidades. Em nota à imprensa, o CEO da Apple, Steve Jobs, afirmou que que esse foi o melhor mês de junho da história da empresa tanto em faturamento quanto em lucro.
No entanto, as expectativas de vendas para o quarto trimestre, que terminará em setembro, ficaram abaixo das expectativas dos analistas. A Apple estima 7,8 bilhões de dólares, contra 8,32 bilhões previstos por Wall Street. A explicação se deve a três fatores: 1-) impacto de uma promoção de volta às aulas; 2-) transição futura de produtos (???) que a Apple disse que não pode revelar agora; 3-) Bônus obtido no terceiro trimestre.
Sem planos de sair
As perguntas sobre a saúde do fundador da Apple, Steve Jobs, foram inevitáveis na conferência, mas, como sempre, a empresa foi discreta ao comentar. Um porta-voz limitou-se a dizer que Jobs 'ama a Apple, atua como presidente para satisfação do conselho e não tem planos de sair. A saúde dele é uma questão particular'.
Mas por mais particular que seja o assunto, a questão foi levantada por grande parte dos órgãos de imprensa internacional e até mesmo por alguns analistas, especialmente depois de CEO aparecer visivelmente magro e mais abatido do que o normal no lançamento do iPhone 3G, na primeira quinzena de junho.
Jobs teve câncer no pâncreas há alguns anos e, ao que parece, a doença não foi totalmente extirpada. O Apple Insider publicou, dias depois, informações extra-oficiais dizendo que o CEO tem recebido um tratamento especial -- em que é retirada a parte doente do pâncreas e são feitas religações com o intestino delgado e estômago. Ainda segundo o site, o tratamento tem vários efeitos colaterais, inclusive a tendência de perda de massa.
Publicado em 21/07/2008 - 19:42
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Sérgio Teixeira Jr.
Sérgio Teixeira Jr., editor de Exame e responsável pelo Portal Exame, escreve sobre as novidades no mundo da tecnologia. steixeira@abril.com.br Camila Fusco Camila Fusco é repórter da editoria de Tecnologia da revista EXAME camila.fusco@abril.com.br Denise Dweck Denise Dweck é repórter da editoria de Tecnologia da revista EXAME denise.dweck@abril.com.br ![]() |
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